World of Dragons
7 Garotas
Notas iniciais
Lucy's P.O.V.
Saio do trem e olho ao redor. Pelo o que eu conseguia ver da estação, a cidade cultivava a lenda do Rei dos Dragões do Céu com grande intensidade e alegria.
Assim que os três Dragon Slayer escandalosos param de beijar o chão, a Erza fala:
- Wendy, você tem alguma ideia de onde pode estar a próxima charada?
- Eu li em algum lugar que o local onde o Rei falou aquilo é onde, hoje em dia, está a biblioteca local.
Uma biblioteca? — Levy pergunta com os olhos brilhando de ansiedade.
- Hai.
Eu e a azulada obcecada por leitura começamos a conversar sobre que tipos de livros poderíamos encontrar lá, enquanto todos nós andávamos seguindo a Erza que havia encontrado um mapa da cidade e, como sempre, assumido a liderança.
Em pouco tempo chegamos na biblioteca, o prédio era enorme e tinha uma aparência gótica com detalhes que pareciam dragões voando e nuvens, havia pombos espalhados por perto numa praça e várias pessoas saiam e entravam pelas grandes portas duplas.
Ao entrarmos, nos deparamos com estantes e mais estantes de livros de todos os tipos e que pareciam não ter fim e no centro do prédio havia uma grande estatua de um dragão.
- Uau! — Exclamo maravilhada. Ao meu lado a Levy assenti enquanto sorri de orelha a orelha.
Enquanto olhávamos ao redor, uma jovem de mais ou menos 18 anos se aproximou.
- Vocês seriam, por acaso, magos da Fairy Tail e Sabertooth que estão em uma missão para desvendar enigmas?
Me viro completamente para ela e tomo uma boa olhada da sua aparência. Seus cabelos lisos eram pretos como as penas de um corvo e batiam na sua cintura e seus olhos eram de um violeta intenso. Suas roupas consistiam de um vestido azul escuro com detalhes pretos e roxos e um sapato de salto alto preto. Ela emitia uma aura calma e ao mesmo tempo perigosa.
- Poderia se dizer que sim, como você sabe? — Gray fala.
- É que eu tenho uma mensagem para vocês.
- Qual o seu nome? — Wendy pergunta.
- Vocês não precisam saber, pois se eu dissesse o meu nome ele seria logo esquecido sendo essa a única vez que vamos nos encontrar. Agora à mensagem:
A solidão é algo bom e ruim
Bom porque nos dá tempo para pensar
E ruim porque nos faz amargos.
- Eu não entendi nada. — Sting confessa.
- Nem eu, mas como todas as charadas até agora foram para um Dragon Slayer, e os únicos que não resolveram uma ainda foram o Rogue e o Gajeel, um deles deve saber. — Falo.
- Aquele cabeça de vento que com certeza não é. — Diz uma garota andando lentamente em nossa direção e apontando acusadoramente para o Rogue — Ele tem cara que é mais burro que uma porta, além de ser muito feio e usar saia.
Ela tinha cabelos loiros acastanhados e olhos verdes, suas roupas eram um vestido verde com estampa de flores rosas e um sapato branco com detalhes rosa. Por algum motivo, ela me lembrava muito a Michelle.
- Jane! Você não pode sair falando assim das pessoas. É rude. — Diz a primeira garota que a gente encontrou.
- Mas é a minha opinião, Amy! — Reclama Jane, fazendo outra suspirar.
- Me desculpem por minha amiga, ela normalmente não é assim e, se servir de consolo eu te acho lindo. — Amy fala, enquanto a loira bufa e começa a puxar a morena — Eu tenho que ir agora, então, boa sorte.
- Juvia achou isso esquisito.
- Ah! Agora eu lembrei, eu sei a resposta pra a charada. — Gajeel diz — Depois que o Metalicana desapareceu, eu me isolei em uma caverna e escrevi isso.
- Por que eu não estou surpresa? — A maga Solid Script pergunta.
- Porque você é a namorada dele. — Respondo e ela me olha zangada.
- Eu estou com fome e sono, então vamos arranjar um hotel. — Natsu fala.
Nós voltamos a caminhar e todos, até mesmo os exceeds, começam a conversar. Eu olho para o Rogue e vejo ele sozinho, então resolvo tomar coragem e falar com ele.
- Você conhece aquela Jane de algum outro lugar?
- Não.
- Então, por que será que ela pareceu te odiar tanto?
- Não estou interessado.
É o máximo que eu conseguiria dizer. Mas o Sting acaba batendo em um homem que passava na rua, quando tentou iniciar uma briga com o Natsu.
- Baka. — Ouço o moreno murmurar.
- Vocês não são amigos?
- Pode-se dizer que somos meio que amigos, eu acho. — Diz ele depois de uma pausa.
- Então por que você chama ele assim? E por que você não ajuda ele?
- Ele é meu então eu sempre tenho que falar a verdade sobre ele e para ele, sendo ela ruim ou boa, pelo menos para mim isso é o que uma amizade significa. E se eu me metesse nas brigas dele eu iria machucar o enorme ego dele. — Ele revira os olhos dando um pequeno sorriso.
- Você fica muito mais bonito quando sorri, se a Jane te visse assim não iria falar aquelas coisas. — Falo sem pensar. Meus olhos ampliam quando percebo o que tinha acabado de dizer e eu olho para o chão — Q- Qu- Quer d- dizer...
- Chegamos! — Erza grita me interrompendo.
Eu agradeço a todos os deuses conhecidos e desconhecidos por termos chegados no hotel e entro apressadamente, indo até o balcão para fazer o check-in e tentar esquecer o que tinha acabado de acontecer.
Notas finais
Ah, e a Jane e Amy são Oc's para outra fanfic que estou começando a escrever, a Jane é da minha melhor amiga e por isso ela odeia o Rogue como minha melhor amiga e o nome Amy é na verdade um apelido que a Jane deu a ela e ela se chama na verdade Amethyst.
Então é isso.
Kissus,
Jya ne.
Fale com o autor