Wonderwall

2 Come Together


Notas iniciais
Olá olá. Adorei saber que vocês gostaram dessa minha ideia... Boa leitura.

...

– Você? – disse Regina e Emma ao mesmo tempo quando se reencontraram. –

– Vocês... Vocês se conhecem? – perguntou Cora alternando seu olhar entre as duas mulheres, algo em sua voz entregava sua leve preocupação –

– Eu a salvei – respondeu Regina sem tirar os olhos da loira que usava uma calça jeans e uma regata branca, parecia que nada havia acontecido com ela –

– Salvou? Desde quando dar um cobertor é salvar alguém? – retrucou Emma corrigindo as palavras da morena –

– Como você chegou aqui tão rápido? Por que não está com nenhum arranhão? O que faz na casa da minha mãe? – Regina fazia perguntas enquanto se aproximava de Emma, a loira não sabia o que responder diante daquela mulher intimidadora –

– Perdoe-a Emma, ela é um pouco curiosa – respondeu Cora puxando a filha pelo o braço, impedindo-a de intimidar ainda mais Emma –

– Acho melhor eu ir – disse Emma fugindo do olhar desconfiado de Regina –

– Tudo bem, depois conversamos melhor querida – respondeu Cora abraçando a garota e plantando um beijo na testa de Emma, mostrando com aquele simples ato sua preocupação e carinho pela loira –

– Regina, certo? – perguntou Emma olhando uma ultima vez para Regina, a morena apenas afirmou com um balançar de cabeça enquanto mantinha os braços cruzados – Obrigada pelo cobertor, depois devolvo –

– Ah não se incomode com isso, pode pôr fogo nele – Emma sorriu e sem falar nada saiu da casa, fechando a porta –

– Regina! Isso são modos?! Não sei como essa gente é em New York, mas não criei uma filha para ser arrogante e mal educada como você acabou de ser – Cora odiava dar lição de moral, porém destetava ainda mais quando pessoas eram rudes com outras –

– Ela foi mal educada comigo primeiro, eu a achei no meio do nada, acho que um raio a atingiu ou algo assim. Eu ofereci ajuda e ela veio cheia de si recusando rudemente minha ajuda – Regina sentou novamente no sofá enquanto sua mãe não parava de olhar para ela como se fosse culpada –

– Emma? Rude? Você provavelmente deve ter feito algo – respondeu sentando na poltrona –

– Eu juro que dessa vez não sou culpada. – Regina girou os olhos quando sua mãe semicerrou os seus – Agora se importa de explicar o que essa garota está fazendo em sua casa e o porquê dela e você parecerem bem próximas? –

– Os pais dela morreram há alguns anos, eu era muito próxima deles e depois do que aconteceu Emma passou a ser uma espécie de filha pra mim. Eu apreciaria muito se da próxima vez que você a encontrar a tratasse com mais gentileza – pediu vendo que Regina parecia intrigada com aquela historia –

– Não haverá uma próxima vez. – afirmou — Ah Cora Mills... Espero que esteja me falando a verdade – disse não sabendo se comprava aquela historia de sua mãe, seus instintos dizia que havia algo a mais –

– Por que eu mentiria querida? Não tenho nada a esconder – respondeu sem demostrar a leve preocupação com a insistência da filha – Mas me fale, quando você a encontrou? Hum, algo estranho aconteceu? –

– Tirando o fato que ela foi atingida por um raio e age como se nada tivesse acontecido? Não, nada de estranho – respondeu estudando sua mãe –

– Ela não foi atingida por um raio boba, você acha que ela estaria viva se isso realmente tivesse acontecido? – Cora levantou-se fazendo a filha imitá-la, as duas foram para cozinha enquanto continuavam a conversa – Agora é sua vez, o que está fazendo aqui querida? – Cora tirou a comida do forno sorrindo quando viu os olhos da filha crescerem ao ver o que ela tinha tirado do forno –

– Já disse mãe, vim ajudar a encontrar Ruby – Regina sentou-se esperando sua mãe lhe servir –

– A policia daqui pode fazer esse trabalho Regina, você não precisava sair de New York. Você é uma jornalista e não uma investigadora – disse enquanto servia à filha um grande pedaço de lasanha –

– Sou editora chefe – corrigiu – Você realmente acha isso? Quando eu falei por telefone com quem estava cuidando do caso, ele simplesmente disse que ela deveria aparecer em alguns dias, que Ruby provavelmente deve ter cansado da vidinha aqui e quis fugir. Essas foram as exatas palavras dele, mãe. Eu sei que vou encontrá-la, eu a conheço melhor do que ninguém – respondeu com tanta certeza do que estava dizendo que Cora apenas suspirou e sentou na cadeira diante da filha –

– Meu amor, essa busca pode levar dias, meses, Deus sabe quanto tempo. Eu não vou deixar você se afogar nisso e esquecer-se do mundo a sua volta –

– Não se preocupe, eu já cuidei de tudo. Fiz algumas ligações enquanto estava em New York e amanhã tenho uma hora marcada com a dona do jornal dessa cidade, não é grande coisa, mas é o melhor dessa redondeza. Fica no centro da cidade, o que pode ser de grande ajuda para buscar pistas sobre Ruby –

– Você não é Sherlock Holmes, só, por favor, fique longe de problemas Regina – pediu levantando-se e beijando a testa da filha como fez com Emma – Vou dormir, sinta-se em casa e lave os pratos antes de ir para cama – Regina não pareceu gostar muito da ultima frase, o que fez Cora gargalhar – É bom ter você de volta – respondeu saindo dali –

...

– AI MEU DEUS! – Emma sentiu o peso da pessoa quando a agarrou – VOCÊ ENLOUQUECEU?! VOCÊ SUMIU HÁ DIAS E NÃO ME DISSE NADA! EU QUASE MORRI SEM NOTICIAS SUAS – Emma girou os olhos com a preocupação boba e fechou a porta atrás de si –

– Killian, deixa de exagero... – pediu se jogando no sofá –

– Exagero?! – perguntou levando as mãos aos quadris e olhando para sua melhor amiga e companheira de casa – Você sumiu há dois dias Emma, ninguém sabia onde você estava, Cora quase morreu e eu quase a acompanhei –

– Eu já passei na casa dela e mostrei que estou bem, vocês se preocupam demais sabia? –

– Você pode até voar, ser rápida o bastante para dar a volta no mundo em segundos, ter uma força sobre-humana, ter um sopro que pode congelar o mundo, visão que pode por fogo nele inteiro e mais outras coisas inacreditáveis que você possui, mas isso não faz de você invencível Emma, você não é imortal – Killian sentou-se ao lado da amiga e quebrou o vaso que estava ao lado, apanhou um caco de vidro e passou sobre o braço de Emma fazendo sangrar, a garota olhou para o amigo com vontade de joga-lo pela janela – Está vendo? Você sangra e você sente dor, não pode sair por aí achando que é Deus –

– Desculpe, eu sei que vocês se preocupam e odeio bancar a ingrata com vocês, mas é que eu preciso encontra-la Killian – respondeu Emma não se importando com o sangue que escorria para o sofá –

– Eu sei, e eu entendo. Só por favor, não faça isso novamente, dói imaginar que algo pode acontecer com você e nós nem ao menos saber onde você está – respondeu com uma voz estranha, como se algo estivesse preso em sua garganta –

– Não, não chora – pediu Emma tentando não sorrir com aquilo, Killian abraçou a amiga e não conseguiu esconder o choro – Está tudo bem, eu estou aqui e não vou a lugar algum – respondeu sorrindo ao olhar uma foto no porta retrato onde os dois apareciam fazendo caras e bocas –

– Estou bem, estou bem – disse enxugando as lágrimas – Mas o que pretende fazer agora? –

– Vou continuar minha procura, ela está por aqui, e pode ter certeza de que eu irei encontra-la – respondeu confiante – Droga! – disse lembrando-se de algo –

– O que foi?! – perguntou assustado –

– Meu emprego! Você acha que eu consigo recuperar? –

– De garçonete? Em um restaurante conhecido? Onde você faltou os dois primeiros dias e não deu nenhuma justificativa? Acho que a resposta é obvia Em – disse levantando para apanhar os cacos de vidro do vaso que havia quebrado -

– Ótimo – respondeu frustrada, precisava de dinheiro, não poderia deixar Killian arcar com todas as despesas –

– Não tema querida amiga, eu tenho a solução. Só me dê cinco minutos – pediu saindo da sala e levando o telefone –

Killian e Emma viraram melhores amigos no momento em que se conheceram quando ambos tinham dez anos, e desde então não se separaram mais. Quando os pais de Emma morreram Killian foi o único a entendê-la, entender que ela precisava de tempo e quando estivesse pronta, ele estaria a sua espera, Emma desapareceu por um tempo da cidade, meses depois havia voltado, seus pais eram os únicos a saberem quem ela realmente era e perdê-los era como se ela estivesse sozinha no mundo, aos vinte anos perder as únicas pessoas que amava era demais para Emma, principalmente por causa do motivo que levou os dois a morte. Quando Emma retornou a cidade Killian havia se tornado sua única família, ela confiava nele, foi então que decidiu contar seu segredo, o homem havia sorrido e com um abraço sussurrou que ele estava feliz em tê-la de volta. Hoje, ambos com vinte e seis anos eram uma família.

– Ah não, eu fiz isso da ultima vez. Desliga você, não não, você. No três, não! Assim não vale, tudo bem, até amanhã. Amo você. Não! Eu amo mais – Emma girou os olhos e tapou as orelhas com as mãos quando ouviu e viu seu amigo ao telefone, era sempre assim. O homem desligou a ligação e sorrindo foi até a amiga – Eu sou o melhor amigo que uma pessoa pode ter –

– Me dê motivos –

– Você tem uma entrevista amanhã no “Daily World” – disse animado –

– Killian! Você enlouqueceu? Eu nunca vou conseguir trabalhar lá, eu nem ao menos tenho formação superior –

– Está tudo bem, já resolvi sua vida. A dona do jornal é tia do meu amorzinho, você só precisa ir até lá, sorrir, ser simpática e dizer que já trabalhou com isso antes. Já sei! Diz que é uma blogueira, melhor, diz que você era repórter em Bangladesh, eles não vão procurar na internet por reportes de Bangladesh. É uma ótima ideia Em, não sei como não pensei nisso antes, e ainda tem um bônus, aquele jornal é o melhor da cidade, com certeza algum setor deve ter aqueles rádios da policia, já que você gosta de salvar o mundo em seu tempo livre isso pode ser de grande ajuda – Emma parecia está gostando daquela ideia, o que fez Killian sorrir animado –

– É, não pode ser tão mal certo? – disse se imaginando no local –

– O pior que pode acontecer é as pessoas descobrirem sua outra profissão e expor sua vida para os moradores de Storyville e para o mundo – disse dando de ombros assustando a amiga – Brincadeira – Emma o empurrou do sofá fazendo o homem ser arremessado contra parede com apenas um toque – Você está proibida de encostar em mim! – respondeu levantando-se do chão e saindo da sala quando ouviu as intermináveis gargalhadas de Emma –

...

– Você deve ser Regina – disse a mulher ao ver a figura a sua frente – Eu sou Cruella, Cruella Devlin, sente, por favor – pediu – Recebi algumas ligações de New York falando ótimas coisas sobre você, porque veio para essa cidade e para o meu jornal? Aqui não é nada igual a sua cidade — disse se acomodando em sua cadeira confortável –

– Minha mãe está com a saúde debilitada e precisa de mim aqui. Resolvi dar uma pausa em New York e passar um tempo aqui, mas eu não consigo ficar parada então preciso voltar a minha rotina no jornal – respondeu educadamente, Regina não queria dizer o real motivo de sua pequena e temporária viagem, não achava que deveria –

– Entendo, jornalistas não conseguem se acomodar não é mesmo? Temos uma vaga de Repórter Investigativa aqui, é uma cidade bem perigosa então você terá muito trabalho a fazer para que sejamos o primeiro jornal a noticiar –

– Repórter Investigativa? – repetiu com um sorriso debochado – Em New York eu era editora chefe do jornal, e não uma simples repórter. Quero algo a minha altura – disse irritada causando também irritação em Cruella –

– Queridinha, o jornal é tecnicamente meu. Eu sou a editora chefe daqui – Cruella pegou um cigarro de sua mesa e o acendeu, não se importando se Regina iria ou não achar deselegante aquela atitude – Só temos vaga para uma repórter investigativa, se não quiser pode tentar o “Storyville Post”, você pode ganhar uma coluna para escrever sobre signos, o que acha? – perguntou liberando a fumaça e sorrindo para a mulher a sua frente. –

– Tudo bem – respondeu querendo na realidade pular sobre aquela mesa e estrangular Cruella por está fazendo aquilo com ela, estava regredindo de cargo no qual ela tanto lutou para chegar –

– Ótimo, como sabia que você iria ficar conosco, adiantei tudo e fiz isso – Cruella entregou para Regina uma pequena placa com o nome “Regina Mills” para colocar na mesa da mulher –

– Você é tão atenciosa – disse sorrindo, Cruella sabia que a mulher estava sendo sarcástica, seria uma longa jornada naquele lugar –

– Encontre James, ele a levará até sua mesa – respondeu a editora encerrando o assunto, Regina Mills era agora oficialmente a Repórter Investigativa do Daily World, ela iria tirar proveito daquilo, principalmente para buscar pistas sobre o paradeiro de Ruby Lucas –

...

Emma olhou mais uma vez para aquele prédio no centro da cidade, uma bola enorme no topo do prédio girava como se fosse a terra, em volta do circulo havia o nome “Daily World”. Emma respirou fundo repassando a dica de seu amigo e entrou no lugar, pegou o elevador e foi para o ultimo andar que era o do jornal. Assim que a porta se abriu ela tomou um susto com tanto barulho, pessoas ao telefone, pessoas mascando algo, pessoas amassando papeis e jogando no lixo, pessoas deslizando a cadeira fazendo o objeto ranger. Emma levou suas mãos às têmporas tentando controlar o barulho em sua cabeça, às vezes ter super audição não era tão tentador, precisava de muito controle para diminuir aquilo em sua cabeça.

– Bem na hora, estava começando a imaginar que não iria aparecer – David puxou Emma do elevador quando viu a amiga parada – Killi me passou tudo, para todos aqui você é uma Repórter que passou anos em Bangladesh – Emma não falava nada, apenas seguia David que guiava a mulher até uma sala – Srta. Devlin? – disse o homem abrindo a porta –

– Srta. Devlin? – Cruella gargalhou e levantou-se indo em direção ao homem – Que formalidade é essa, meu lindinho? – Cruella apertou as bochechas de seu sobrinho e fotógrafo do jornal, David Nolan – Quem é essa? –

– Emma Swan, a garota que eu falei ontem para você. – respondeu apresentando a garota –

– Cruella Devlin, querida – disse a mais velha fazendo um cumprimento de mãos com a mulher – Sente, por favor – pediu apontando para a cadeira, Cruella foi até sua cadeira e olhou confusa para o homem que permanecia em pé ao lado da porta – Algum problema David? –

– Hum, acho melhor eu ficar aqui sabe? Ajudar você? – sugeriu lembrando que Killian havia pedido para ele permanecer com Emma na entrevista de algum modo –

– Não será necessário, eu não irei mordê-la... a não ser que ela queira – disse piscando para Emma que corou violentamente – Agora vá, você é meu sobrinho, mas ainda tem tarefas a cumprir. Aquelas fotos sobre o ocorrido ontem à noite na plantação, eu quero na minha mesa em duas horas, precisamos de uma historia para esse fenômeno, agora vá! – David suspirou e saiu da sala, rezando para que Emma não estragasse tudo – Então Emma Swan... – Cruella olhava para Emma, vendo que a garota parecia bem desconfortável – Onde fica Bangladesh? –

– Hum... Bangladesh? Fica ali próximo a, no caminho do, no mapa? – Emma sabia que não conseguiria, odiava Killian por sempre convencê-la a fazer esse tipo de coisa –

– Eu sabia que tudo era mentira, nenhuma repórter que foi a Bangladesh iria se contentar com um jornal de uma cidade pequena – respondeu sorrindo, havia simpatizado com aquela mulher – Por que quer trabalhar aqui? –

– Sinceramente? Porque você é uma das pessoas que mais admiro profissionalmente, você é uma lenda aqui, começou como uma simples assistente e olha onde você está, só queria uma oportunidade de poder trabalhar para você – respondeu tentando parecer convincente, Cruella gargalhou –

– Isso é mentira, mas você é adorável. Esse rostinho bonito pode ser de grande utilidade para conseguirmos algumas exclusivas – disse pensando no quanto Emma e seu lindo rosto poderiam ser de grande ajuda –

– Isso quer dizer que... –

– Bem vinda ao Daily World, querida – respondeu piscando para Emma –

– Sério?! Obrigada Srta. Devlin – agradeceu – Quando eu começo? O que irei fazer? – perguntou, Cruella franziu a testa pensando onde poderia encaixar a garota, e como uma lâmpada acendendo sobre sua cabeça teve uma ideia quando sua porta foi aberta mostrando uma insatisfeita novata –

– Você só pode estar brincando comigo Cruella. Eu não posso fazer esse trabalho sozinha, eu preciso de algum assistente ou auxiliar – disse Regina não se importando se Cruella estava ou não em alguma reunião, percebeu a mulher loira, mas não se deu conta de quem era, já que Emma estava de costas –

– Mills, conheça sua nova assistente – disse Cruella apontando para Emma, a loira lentamente virou-se causando espanto em Regina – Emma Swan –

– Bom te ver novamente – respondeu Emma levantando-se e olhando para a morena que não acreditava naquela possibilidade –

– Você só pode está brincando comigo! – respondeu detestando aquele sorriso nos lábios de Emma. Rebaixa-la para repórter era compreensível, mas ter Emma como sua assistente, ao seu lado o tempo todo, era inadmissível –

– O que foi queridinha? Você pediu uma assistente e prontamente eu lhe dei uma –

– Na verdade, eu posso cuidar de tudo sozinha, não é tanta coisa assim – respondeu Regina preferindo fazer tudo sozinha –

– Nunca te disseram “cuidado com o que deseja”? – perguntou sorrindo — Emma, você é oficialmente assistente da repórter investigativa, e não faça dela sua assistente pessoal Mills, eu tenho olhos e ouvidos nesse jornal. Se eu souber que você está fazendo de Emma sua escrava teremos uma conversa – respondeu Cruella vendo Regina detestar a ideia de trabalhar com Emma, a loira por sua vez parecia se divertir com aquilo tudo –

– Argh! Swan, venha junto! – disse a morena saindo da sala –

– Você acha mesmo que isso pode dar certo? – perguntou Emma vendo que Regina parecia não gostar mesmo dela –

– Acredite queridinha, eu sei escolher bem parceiros de trabalho. Vocês duas farão uma bela dupla – afirmou Cruella acendendo um novo cigarro – Swan? – chamou antes que a loira pudesse sair de sua sala – Bem vinda ao jornal – Emma sorriu e saiu da sala de sua nova chefe –

Notas finais
Comentarios sobre isso? Com o decorrer dos capitulos vocês vão perceber caracteristicas dos "meus" personagens, bem similares aos de outro superherois ou viloes e até mesmo referencias. Outra coisa, os personagens dessa fic não são nada parecidos com os de OUAT, pelo menos em questao de personalidades. Enfim...me falem o que acharam. Bjors