Wonderwall

14 A Taste of Honey


Notas iniciais
Olá Olá. Boa leitura.

...

Elsa saiu da sala de Snow, olhou ao redor enquanto fazia seu caminho para fora daquele esconderijo, procurou por algum sinal de sua mãe, mas foi jogada para fora quando um dos guardas de Snow percebeu que a loira estava observando demais o local. A loira começou a andar de volta para casa de Ruby, seus pensamentos estavam levando-a a loucura, ela não queria trair a confiança de Ruby, porém não poderia deixar sua mãe nas mãos daquela psicopata que era Snow. Se pudesse voltar atrás no dia do trato certamente faria o mesmo.

~~~FLASHBACK~~~

– EI! O QUE ESTÃO FAZENDO?! – Ruby gritou ao ver dois homens levar Elsa – SOLTEM-A! – ordenou Ruby como se tivesse algum poder sobre aqueles brutamontes –

– Não se preocupe docinho, sua hora está chegando – respondeu um dos homens para Ruby. A morena gritou algo incompreensível e os dois homens seguiram levando Elsa –

**

– Chefe? Aqui está – os homens jogaram Elsa no chão e saíram a pedido de sua superior –

– Olá querida. Como está nossa hospedagem? – perguntou Snow abaixando-se para olhar nos olhos da loira. Elsa levantou do chão e manteve distância de Snow –

– Onde está minha mãe? – perguntou temendo que sua visita à Snow fosse por algo de ruim que aconteceu com a mãe –

– Ela está ocupada, fazendo alguns trabalhinhos para mim, sabe? – Elsa prendeu a raiva para não fazer nada com aquela mulher – É exatamente por causa dela que chamei você aqui – Elsa ainda mantinha distância da mulher – Quero propor um trato a você. –

– Seja o que for você não parece ser uma pessoa confiável para tratos –

– Ouch! Essa doeu querida. Se tem algo que tenho lealdade é em minha palavra. Eu sempre cumpro o que prometo – Elsa hesitou por um momento e Snow levou o silêncio da loira como uma ordem para ela continuar – Observei que você e a menina Ruby parecem próximas... –

– O que você quer? – Elsa odiava rodeos em assuntos –

– Quero que você se aproxime mais ainda de Ruby. Quando vierem salvá-la, ela com certeza irá levar você junto, pessoas como ela tem um coração puro e não vai deixar você aqui sozinha. Quando isso acontecer eu quero que você descubra o que puder sobre ela, quero que você faça com que Ruby se afaste de Emma Swan – Elsa franziu a testa não entendo o que as palavras de Snow queriam dizer –

– Não estou entendendo, quem é Emma? –

– Preste atenção, apenas faça com que Ruby se afaste de Emma, não importa o que você faça, só faça com que Ruby não queira mais ver Emma. Se você fizer isso terá minha palavra de que sua mãe ficará livre de mim, assim como você. O que me diz? –

– Por que? Por que fazer isso com ela? –

– Emma chegará a um momento onde todas as pessoas que ela se importa darão as costas para ela. Ruby será uma delas, enfim, eu não tenho o dia todo. Temos um trato? – Snow levou sua mão em direção à Elsa esperando por uma confirmação, a loira apertou a mão de Snow selando o trato – Ótimo – Snow sorriu – Meninos? – dois homens entraram na sala de Snow, um deles sem piedade deu um soco no rosto de Elsa que caiu no chão com o impacto – Isso faz parte do plano querida, Ruby precisa sentir pena de você – Snow saiu deixando os homens fazerem o trabalho –

~~~FLASHBACK OFF~~~

...

– Espere aqui, okay? – pediu Killian depositando um beijo na têmpora de Cora. Levantou do sofá e foi ver quem estava tocando a campainha. Quando abriu a porta sentiu que uma tensão estava prestes a se instalar no ambiente –

– O quê? Não vai me deixar entrar? – perguntou Ruby vendo o rapaz sonhador na porta impedindo a sua entrada. Ruby girou os olhos e entrou sem o consenso do homem –

– Achei que estava trabalhando – respondeu fechando a porta e seguindo Ruby –

– Eu só trabalho a noite Killi, esqueceu? – Killian deu um sorriso desconcertado – Cora! Não sabia que estava aqui – comentou Ruby sorrindo para a mulher, Cora olhava para Ruby com uma expressão indecifrável – Está tudo bem? – perguntou olhando para Cora e depois para Killian –

– Eu preciso ir – Cora disse sem ao menos cumprimentar Ruby. Pegou sua bolsa e passou pela mulher –

– AI MEU DEUS! NÃO SE MEXE RUBS! – Ruby parou com o escândalo do homem. Killian levou uma mão ao cabelo de Ruby e puxou um fio fazendo a mulher gritar – Desculpe coração, é que tinha um inseto no seu cabelo – desculpou-se segurando dois fios de cabelo da mulher em sua mão. Ruby fez uma cara de poucos amigos e foi até o banheiro verificar se ainda havia cabelos em sua cabeça – Seu pedido – Killian entregou os fios de cabelo à Cora –

– Obrigada querido – Cora abraçou Killian e beijou seu rosto –

– Me liga se qualquer coisa acontecer okay? – Cora concordou e saiu da casa do rapaz –

– Dá próxima fez que tentar me deixar careca avisa primeiro – respondeu Ruby voltando para a sala –

– Então, cadê Elsa? –

– Ela disse que precisava resolver algumas coisas – disse jogando-se no sofá –

– O que ela pode ter para resolver aqui? Achei que ela não conhecia Storyville – Killian tinha certeza de que Elsa havia falado em uma das conversas que nunca havia pisado em Storyville antes de ser sequestrada por Snow –

– Não sei, talvez esteja procurando por algum emprego. Ela disse que se sente desconfortável sem fazer nada – Killian notou uma certa diferença na amiga, um sorriso ao falar o nome de Elsa parecia nunca desaparecer –

– E esse sorrisinho? Quer me contar o que aconteceu? – Ruby mordeu o lábio inferior – VOCÊ A BEIJOU?! – gritou em animação, Ruby gargalhou e apenas concordou com a cabeça – Nada de balançar de cabeça, quero detalhes! –

...

– Então, já contei tudo sobre mim. Me fala um pouco de você, onde trabalha? – perguntou Graham tomando um gole de seu segundo cappuccino. Zelena havia perdido completamente a noção do tempo –

– Minha vida não é tão interessante como a sua. Eu trabalho no Daily World – respondeu mostrando o crachá –

– Sério? Mas que coincidência, minha amiga e a namorada dela trabalham lá também – respondeu Graham parecendo surpreso com a resposta de Zelena. –

– Quem é? –

– Regina Mills, a namorada dela também trabalha lá. Emma, conhece? – Zelena parou sua mão que levava o café a boca, franziu a testa com a confissão do homem –

– Na Namorada? – perguntou balançando a cabeça –

– Droga! Eu não deveria ter falado isso, elas são namoradas, mas ainda não assumiram publicamente. Parece que alguém do jornal tem uma queda por Emma, e ela usa isso para conseguir ajuda dessa tal garota já que ela é muito boa em desvendar alguns casos. Emma achou melhor não assumir para todo mundo para ter sempre a ajuda dessa garota. Eu a odeio por isso, dá para acreditar que alguém pode ser tão cruel assim? Aproveitar-se dos sentimentos dos outros? – Zelena parecia mais pálida do que o normal, seu olhar era fixo em algum outro lugar e Graham pôde jurar que viu pequenos indícios de lágrimas inundando a visão da ruiva – Você não pode contar para ninguém, por favor – pediu Graham. Zelena olhou para o rapaz e afirmou. Sem dizer qualquer coisa a ruiva pegou sua pasta e saiu do local, estava abalada demais para falar qualquer coisa sem cair em lágrimas. Graham sorriu ao observar a mulher indo – Sério que foi tão fácil assim? – o homem gargalhou e tomou o resto de seu cappuccino apreciando sua própria desenvoltura em enganar os outros –

Zelena saiu do local repensando em Emma, em suas palavras. Ela já havia notado que Regina e Emma pareciam ser mais do que amigas, mas no dia anterior quando chamara Emma para sair ela parecia tão sincera e honesta, porém voltou a pensar no pedido de desculpas de Emma e a proposta de sair com ela. Zelena havia achado completamente estranho a atitude da loira, o que explicava perfeitamente o que o rapaz que acabara de conhecer havia lhe confidenciado, Emma provavelmente estava se aproveitando dela. A respiração de Zelena era pesada por conta da fúria que estava sentindo, ela poderia ser adorável e amigável, mas ninguém a faria de idiota, nem mesmo Emma Swan.

...

– Dra. French, eu entendo que esse caso seja importante para você, mas não a nada que eu possa fazer. Já está decidido – Whale estava em sua sala dando as novas noticias que haviam lhe contado –

– Você não pode permitir isso Whale! – Whale endireitou-se em sua cadeira e olhou para Belle que parecia bastante chateada com a notícia – Você sabe o que acontece naquele manicômio! Se você o transferir para lá, ele vai ser torturado e isso é desumano para qualquer pessoa – argumentou a mulher –

– Desumano? Desumano é o que ele fez com a esposa e com outras pessoas com aquelas explosões – Whale inclinou-se um pouco para frente em sua cadeira – Se eu pudesse o deixaria aqui, ele parece bem melhor depois que você passou a assumir o caso, mas essa ordem veio de alguém bem acima de mim. – Belle não acreditava nas palavras do homem – Amanhã a esse horário Jerome Gold será transferido para o Instituto Mental Briarcliff – Belle grunhiu algo e saiu da sala inconformada com o que ouvira –

– Eu não vou deixar você fazer isso – disse Belle para si enquanto andava pelos os corredores do Enchanted Madness –

...

– Então, o que você aconteceu aqui? – perguntou Regina ligando o gravador para falar com a mulher –

– Ei! Não toca nisso, é venenosa! – informou a ruiva repreendendo Emma de tocar em uma de suas plantas. Emma girou os olhos e voltou a ficar ao lado de Regina – Eu já disse que nada aconteceu –

– Sério? Porque o que algumas testemunhas disseram foi que um garoto saiu daqui gritando e alegando que uma louca estava tentando fazer experimentos nele – retrucou Regina ainda segurando o gravador perto da mulher –

– Vocês são o que? Detetives ou algo assim? –

– Jornalistas Investigativas, algo bem pior que detetives – respondeu Emma piscando para a ruiva a sua frente. Regina deu uma tapa com a mão livre na cabeça de sua assistente –

– Olha aqui, eu já disse tudo. Cheguei aqui hoje pela manhã e estava tudo assim – a mulher apontou para a sala onde estavam. Havia várias plantas, vidros quebrados, um rastro de sangue no chão, agulhas e líquidos estranhos. A mulher parecia alterada, Emma podia jurar que viu uma das plantas se mover – Olha só, eu só sou uma garota que é apaixonada por botânica, por que eu estaria envolvida nisso? –

– Eu nunca disse que você estava – Regina arqueou uma sobrancelha para a mulher, Emma aproveitou a distração das duas mulheres e resolveu explorar o local – Vamos, me diz algo proveitoso que eu possa usar na matéria. Prometo não colocar seu nome – mentiu Regina tentando tirar algo da mulher –

– Eu já disse, não sei de nada. Por que não pergunta ao garoto? –

– Porque ele morreu, envenenado por alguma substância de uma planta. Coincidência? – a mulher estava começando a se irritar com a insistência de Regina, Emma se afastou da mesa quando viu a planta se mexer como se fosse algum tentáculo de um polvo – O garoto estava aqui em seu, o que é isso? Uma espécie de consultório de plantas? Enfim, ele saiu daqui gritando e relatando coisas bem interessantes, horas depois ele morreu por envenenamento. –

– Eu não tenho que dizer nada a vocês. Eu já falei o que tinha de falar para os policiais, se não acredita em mim veja as câmeras de segurança que eles levaram –

– Regina! Acho melhor irmos – respondeu Emma voltando a ficar ao lado de Regina, aquele lugar estava lhe dando arrepios – Agora! – disse segurando o braço da mulher –

– Espera – pediu Regina voltando a olhar para a mulher – Podemos ao menos saber seu nome ou você também só diz para policiais? –

– Merida, Merida Poisonvy – respondeu esperando que Regina fosse embora depois disso –

– Acho que ainda nos veremos novamente – prometeu Regina. Emma arrastou a mulher para fora do local, para longe daquelas plantas – O que deu em você? Ela estava quase soltando alguma coisa –

– Aquele lugar tem alguma coisa estranha Regina, as plantas se mexiam. Pareciam que tinham vida própria – disse Emma abrindo a porta do carro e entrando –

– Você está com medo de plantas? Achei que era mais corajosa do que isso – Regina deixou um sorriso debochado escapar, fazendo Emma girar os olhos – Então, o que acha? Ela tem culpa no cartório?–

– Acho melhor deixarmos essa pauta para outra jornalista – comentou Emma olhando para o local –

– Claro que não, se alguma coisa sinistra está acontecendo aí, nós iremos descobrir. Essa cidade é mesmo cheia de mistérios, não é? Estou começando a gostar – Regina deu partida no carro já pensando em mil possibilidades para aquele caso – Acho que eu deveria ter investido na carreira de detetive, sou ótima em desvendar casos misteriosos. Sou quase uma Sherlock Holmes –

– Jornalismo é perfeito para você, você fala demais – Regina abriu a boca para argumentar, mas decidiu ficar calada –

– Então, quando você vai me conseguir esse encontro com a mulher misteriosa? – perguntou mudando de assunto. Emma olhou para a mulher que dirigia e arqueou uma sobrancelha, mesmo sabendo que Regina não iria olhar –

– Você me beija e quer que eu marque um encontro para você com outra mulher? Você não tem coração – Emma não tinha pudor em tocar no assunto do beijo, mas Regina parecia desconfortável –

– Primeiro, você que me beijou e segundo, eu quero apenas conversar com ela – respondeu mantendo seu foco na rua e não em Emma que lhe olhava a todo momento –

– Então já que eu dei um beijo em você, você deveria me devolver – Regina girou os olhos com o comentário e olhou rapidamente para encontrar a mulher com um sorriso de lado –

– Queria saber qual a droga que você ingeriu. Você não é tão atirada assim –

– Porque insistem em dizer que eu estou sobre efeito de drogas? Eu só estou tentando mostrar quem eu realmente sou e o que eu realmente quero, é algum pecado isso? – Regina ouviu que tinha sinceridade nas palavras de Emma, o que fez seu estômago sentir um certo frio –

– Então porque não disse antes? Porque nunca falou nada antes? – perguntou Regina aproveitando o momento de sinceridade –

– Porque eu estava com medo – Regina olhou para Emma, por mais que quisesse parar o carro e ouvir tudo o que Emma precisava dizer olhando em seus olhos, ela tinha que continuar a dirigir – Eu não quero que você se machuque, mas eu quero isso. Quer dizer, já deu uma olhada no espelho? Eu seria louca se não fosse atraída por você –

– Medo de quê? – Regina ignorou a ultima sentença. Queria saber o motivo do medo de Emma – Por que eu iria me machucar? –

– Porque eu não sou como os outros – Emma limitou-se a falar apenas isso, Regina entendeu que nada sairia sobre o assunto – O que me diz de tentarmos? -

– Emma... –

– Não fala agora, me dá a resposta hoje à noite. Você tem até a noite para dizer – Regina parou o carro quando chegou a seu destino. Emma saiu deixando a jornalista pensativa no carro –

...

– Podem ir – ordenou Belle aos guardas. Fechou a porta atrás de si e olhou para o homem no divã –

– Achei que nossa consulta seria em dois dias – comentou Gold confuso –

– Mudanças de planos – Belle se aproximou do homem e sentou ao seu lado no divã – Gold, eles querem levar você para Briarcliff — Gold concordou com a cabeça, sabia que era questão de tempo até levarem ele para aquele lugar – Por que está tão calmo? Eles irão fazer coisas horríveis com você naquele lugar –

– Por que você tem tanta certeza disso? Pode ser que seja um lugar encantador – disse sorrindo –

– Não é – Gold sorriu com a resposta imediata da mulher. –

– Sabe, nunca acreditei na historia que você me contou sobre sua vida. Eu vejo dor nos seus olhos, vejo fúria, arrependimento. Sua vida não foi um mar de rosas, Dra. Belle... –

– Eu estive em Briarcliff, e não como médica – Gold sorriu com a confissão – Eles fazem coisas horríveis, eu não vou deixar isso acontecer com você Gold –

– E por que não? Eu mereço, não acha? –

– Não merece, nenhum ser humano merece. Eu vou ajudar você a fugir daqui antes que eles levem você, mas terá que prometer algo – pediu Belle – Nada de outros crimes –

– Você não deveria confiar em mim – respondeu o homem achando estranha a ajuda da mulher –

– Ás sete horas – foi tudo o que Belle disse antes de abrir a porta e ordenar os guardas a levarem Gold de volta –

...

– Aqui, porque não pede para sua amiguinha para nos ajudar sobre quem é essa Merida Poisonvy? – Regina entregou alguns papéis para Emma e apontou para Zelena em seu cubículo –

– Você é que manda – Emma levantou e foi até a ruiva – Ruivinha favorita, pode me ajudar? – Zelena olhou para Emma, e logo a loira percebeu que havia algo de errado – Wow! O que aconteceu? –

– Desculpa Emma, mas estou ocupada demais para bancar a investigadora com você – Zelena voltou a olhar para seu computador ignorando Emma –

– Zelena – Emma encostou sua mão no ombro da ruiva e Zelena imediatamente tirou –

– Não! – Emma não insistiu e saiu confusa com o comportamento de Zelena –

– Ela não quis ajudar – Emma entregou os papéis para Regina, a morena olhou para a ruiva de óculos e depois para Emma –

– Nossa, o que você fez? Achei que ela era caidinha por você – Regina resolveu não insistir com Zelena e fez sua própria pesquisa –

...

– Quanto tempo? Três horas? Kevin isso é uma emergência, isso é o melhor que pode fazer?! – Cora gritava com um antigo funcionário, havia mandado as amostras para ele fazer o teste se Regina e Ruby eram realmente irmãs – Por favor, tente acelerar isso. – Cora desligou a ligação sem dar a chance do rapaz responder –

– Dia difícil? – Graham mordia uma maçã enquanto olhava para a mulher que parecia impaciente –

– Achei que tinha sido clara ao dizer que não queria você mais aqui. Afinal, o que está fazendo em Storyville ainda? –

– Coincidentemente eu tenho trabalho a fazer por aqui – Cora não comprova aquela historia do rapaz – Mas e você, algum problema que eu posso ajudar? – perguntou –

– Sim, meu único problema é você na minha casa, pode me ajudar indo embora – Cora saiu da frente do rapaz que apenas sorriu com a ignorância da mulher –

...

– Onde ela se meteu? – perguntou-se Regina. Quando mais precisava da loira ela desaparecia –

– Ei, o que está acontecendo? – Regina viu David tomar o lugar de Emma e se acomodar – Parece distante – observou –

– Muito trabalho, só isso – afirmou Regina olhando para os papéis em sua mesa –

– Não acredito em suas palavras – retrucou. Regina deu um leve sorriso para o garoto, ela gostava do rapaz, ele parecia confiável e era extremamente generoso. A jornalista olhou ao redor e viu que todos já haviam ido embora, estava apenas David, ela e Cruella que estava em sua sala – Gostaria de conversar sobre o beijo que eu vi? –

– Não era para ter acontecido, foi um erro – respondeu se arrependendo de suas palavras –

– Eu conheço Emma desde que comecei a namorar Killian e isso faz um bom tempo, ela sempre foi mais fechada quando o assunto era relacionamentos. Sempre se esquivava, dizia que isso não era para ela – Regina parou para dar total atenção a David, queria saber mais sobre Emma – Quando você apareceu na vida dela fez uma mudança significativa, eu estava até comentando isso com Killi. Ela ficou mais leve sabe? Passou a sorrir mais, passou a se abrir mais com todos nós, acho que você iluminou Emma de alguma forma. Não sei o que está acontecendo entre vocês, mas tenho certeza que Emma tem um carinho maior por você Regina, isso é notável –

– Pode soltar o arco e flecha, sua encenação de cupido não vai funcionar David – retrucou Regina cortando as possibilidades de que Emma realmente sentisse algo por ela –

– Qual é, eu vejo o jeito que vocês se olham –

– Talvez você deveria começar a usar óculos, Nolan – retrucou Regina voltando sua atenção para os papéis – Emma não gosta de mim, ela gosta de me infernizar. Aquele beijo não significou nada, fui apenas mais uma, assim como a garota que ela dormiu ontem à noite –

– É isso que pessoas que tem medo de admitir os sentimentos fazem. Tentam fazer ciúmes, começam a implicar. Eu conheço Emma, é difícil para ela mostrar como realmente se sente, ela sabe que com isso pode fazer com que você dê o primeiro passo – David já havia sacado tudo e queria que Regina também percebesse. A jornalista voltou a olhar para o homem sem esbanjar expressão –

– Sério? – perguntou ao ver que fazia sentido as palavras do amigo –

– Acredite, Emma e Regina seriam perfeitas uma para outra – Regina sorriu assim como David –

– Pronto príncipe? Estou morrendo de fome e se não me engano estamos atrasados para a reserva no restaurante – Cruella apareceu com sua bolsa e casaco sobre o corpo, maquiagem retocada parecendo que havia vindo de casa – O que ainda está fazendo aqui? – perguntou para Regina –

– Preciso terminar algumas coisas antes de ir embora – respondeu Regina –

– Preciso de mais jornalistas dedicadas como você – Cruella tocou no ombro do sobrinho chamando-o –

– Pensa no que falei okay? – David beijou a cabeça da amiga e saiu acompanhando a tia –

– Eu e Emma? – perguntou-se. Regina inconscientemente levou a caneta à boca, hábito que adquiriu em seu tempo se faculdade, pensando no conselho de David, nas palavras de Emma e em como ela se sentia em relação a isso tudo. Deu um longo suspiro e antou algo no papel, deixando sobre a mesa de Emma e saindo do local –

...

– O QUE ESTÁ ACONTENCENDO?! PRENDAM TODOS! VAMOS, VAMOS! – o alarme de incêndio havia tocado e liberado todos dos quartos. Os pacientes corriam gritando e alguns até agredindo os guardas. Whale levou sua mão à cabeça tentando entender o que estava acontecendo –

**

– VAI, VOCÊ NÃO TEM MUITO TEMPO GOLD! – gritou Belle já dentro da floresta que cercava o Enchanted Madness – POR FAVOR, NÃO ME FAÇA ARRPENDER DE TER FEITO ISSO –

– Sua vida acabou querida. Whale vai ligar tudo e vai saber que foi você, há essa hora eles já devem está vendo as gravações das câmeras. Sua carreira acabou no momento que você arquitetou a fuga de um psicopata – Belle não havia pensado direito, só sabia que não poderia deixar Gold ir para aquele lugar onde o único destino é a dor – Venha comigo – pediu dando sua mão, Belle não sabia o que fazer. Ouviu gritos se aproximando ainda mais dos dois, certamente os guardas estavam indo atrás dela. Perguntou-se como uma pessoa como ela pôde se fragilizar tão rápido e por um homem como Gold. Ao olhar o sorriso nos lábios do homem ela sabia que não teria outra escolha, e se tivesse ela continuaria a seguir seus instintos –

– Para onde? – disse entregando sua mão para o homem. Gold sorriu ao segurar a mão de Belle e ambos correram com intenção de se esconder dos homens armados que se aproximavam. Depois ele iria fazer uma pequena mudança em Belle, ela não seria mais a Dra. Isabelle Harley French –

...

– Cora – Cora que andava de um lado para outro parou quando Killian a chamou – Chegou – Killian virou seu notebook para a mulher mostrando que o e-mail que tanto estava esperando havia chegado –

– Eu, eu não sei se consigo – disse levando uma mão ao peito, ali naquele e-mail teria a resposta se Regina e Ruby realmente tinham alguma ligação – Eu... Eu não posso – Cora virou-se e Killian entendia que aquela noticia poderia abalar a mulher ainda mais –

– Cora... – Killian levantou-se e tocou o ombro da mais velha – Você chegou até aqui, não pode desistir agora. Eu ainda aposto que isso tudo é um mal entendido, elas só são amigas – Cora já não sentia tanta firmeza nas palavras do rapaz – Vem, eu leio, você só precisa ouvir – Killian levou Cora até o sofá, com uma mão segurou a da mulher e com a outra manuseava o mouse. Cora olhava para sua mão não querendo ler o que tinha na tela. Killian abriu o e-mail e leu cautelosamente todas as palavras cientificas –

– Por favor, Killian. Vá direto ao ponto – ordenou já não aguentando de tanta ansiedade. Killian soltou sua mão do mouse e permaneceu em silêncio olhando para a tela, lendo diversas vezes para ter certeza. Voltou a olhar para Cora e dessa vez seus olhos disse o que a boca não pôde. Ele olhava para a mulher como se estivesse dando uma notícia de que algum parente havia morrido. Cora soltou a mão do rapaz e levou à boca, suas mãos tremiam, ela não queria acreditar –

...

– Regina? Voltei! – Emma não via a mulher em nenhum canto, todo mundo havia ido embora. Grunhiu algo e percebeu um bilhete em sua mesa – “Terraço” – leu e imediatamente correu para o local, abriu a porta e viu Regina admirando a cidade de onde estava –

**

Regina olhava para a cidade como se fosse a mais linda paisagem que já vira, o terraço do jornal havia se tornado um de seus lugares favoritos em Storyville. Olhando para tudo ali se perdeu em seus pensamentos e no que iria dizer para Emma, parecia uma adolescente prestes a se declarar para seu primeiro amor. Regina ouviu o barulho da porta se abrindo, mas não se virou para olhar, o perfume de Emma entregou que era a loira, a jornalista sentiu a adrenalina fluir por suas veias conforme ouvia os passos se aproximando dela. Regina fechou os olhos se concentrando no que estava sentindo, sua consciência gritava “faça alguma coisa, fale alguma coisa”, mas nada saia de sua boca. Cerca de dois minutos se passaram e Regina se perguntou por que Emma ainda não tinha falado nada ou buscado por contato visual. Estavam as duas ali, o vento frio, a escuridão sendo iluminada pela lua, pareciam está esperando a outra fazer a primeira jogada. Então foi o que aconteceu, Emma com suas mãos gentis agarrou a cintura de Regina e a puxou para trás fazendo a jornalista sentir o corpo de Emma pressionado ao seu, a morena deixou escapar um suspiro quando a mulher atrás dela levou sua mão aos cabelos negros e o mudou todo para um lado do pescoço, deixando o outro lado exposto para Emma depositar um beijo sobre a pele da jornalista.

– Emma... – sussurrou Regina. A respiração da loira falhou quando ouviu seu nome saindo de uma forma sedutora dos lábios da mulher. Regina estava entrando em desespero, cheia de desejo. Os lábios perfeitos de Emma beliscavam o pescoço de Regina enquanto ela inclinava sua cabeça para trás. Regina gostava do êxtase que estava sentindo, ela não poderia acreditar que estava gemendo com aquele simples ato de Emma –

Regina então se virou e trouxe o corpo de Emma para próximo do seu, tão próximo que era quase impossível continuar daquele modo sem deixar os lábios se tocarem. Naquele momento elas apenas se olhavam, como se estivessem estudando um modo perfeito para seguir em diante, Regina nunca havia sentido tanto desejo por alguém como naquele momento. Emma tinha uma pele quente, como se estivesse com febre ou algo assim, mas não era algo ruim para Regina, ela poderia jurar que a temperatura de seu corpo também havia subido. A mão de Emma seguiu até a parte de trás do pescoço de Regina, segurando-a, seu outro braço encontrou a nádega da jornalista e descaradamente Emma apertou, causando uma arqueação de uma sobrancelha da morena e um sorriso malicioso em Emma.
Emma com sua mão atrás do pescoço de Regina trouxe o rosto da mulher para bem próximo do seu.

– Regina... Eu preciso de você – confessou em uma mistura de luxúria e carinho – Eu preciso de mais – pediu quase implorando. Como diabos Regina poderia responder àquilo? Perguntou-se se Emma não havia percebido o quão desesperada por um toque ela estava precisando. As mãos da jornalista pareciam garras atrás de Emma, uma mão invadiu a blusa da loira e lentamente Regina traçou seu dedo pela espinha da assistente, fazendo-a fechar os olhos –

– Me leva daqui – pediu Regina. Emma imediatamente abriu os olhos, ela não poderia voar e mostrar para Regina quem ela realmente era. Ela quase cometeu esse erro mais cedo, mas não poderia arriscar novamente –

**

Depois de dirigir quase atropelando a todos a sua frente, Regina chegou sã e salva com Emma em sua casa. A jornalista percebeu que sua mãe não estava em casa e nem Graham. Levou Emma até seu quarto e trancou a porta atrás de si.
Emma puxou a mão de Regina e a trouxe para mais perto, para enfim poder beijá-la. Regina deixou escapar um único e pequeno grunhido. Ela gostaria de poder ver os olhos de Emma naquele momento, queria saber se estavam tão dilatados como tinha certeza de que os seus estavam, queria ver o desejo nos olhos dela. Emma soltou a boca de Regina apenas para poder puxar o lábio inferior da morena e depois mordiscar no topo, a jornalista acabou com a brincadeira e voltou a beijar Emma da forma certa, quando a língua da loira tocou o céu da boca de Regina fez como que a umidade abaixo de sua cintura aumentasse significativamente. As mãos de Emma estavam emaranhadas nos cabelos da morena, massageando e vez ou outra dando leves puxões. O clitóris de Regina estava literalmente pulsando naquele momento.

– Emma... – implorou Regina, sem condições de formar uma sentença –

– Desculpe por isso – alertou Emma para logo em seguida rasgar, literalmente, a blusa de Regina. Naquele momento a jornalista estava pouco se importando para roupas. Regina se deu o luxo de fazer o mesmo com Emma, quando a jaqueta e blusa de Emma caíram no chão, Regina percebeu uma leve cicatriz que começava na costela e desaparecia até a altura do seio de Emma, parecia antiga, seus dedos tocaram o machucado – Está tudo bem, foi há anos – respondeu Emma. Então Regina reparou no quanto o abdômen de Emma era de dar inveja e orgasmos em qualquer um, tiraram os jeans, e ambas estavam apenas de lingerie naquele momento –

Enquanto voltava a beijar Regina, Emma por alguns segundos conseguia pensar em algo, em como se sentia realmente viva naquele momento, era uma conexão inexplicável que estava sentindo com Regina. Deixou sua mão direita deslizar para parte interna da coxa de Regina, fazendo o corpo da morena dar um leve espasmo. O coração da jornalista batia em um ritmo rápido como se a qualquer momento ele fosse dar um surto e simplesmente parar de bater.
Emma levou sua mão para dentro da calcinha de Regina alcançando o núcleo da mulher, a morena jogou sua cabeça para trás sendo impedida de continuar o beijo depois daquela sensação prazerosa.

– Mas já? Você está tão molhada Regina. Céus! Não posso acreditar que isso está acontecendo – confessou Emma beijando a parte exposta do pescoço de Regina. Emma tirou sua mão da calcinha de Regina e a mulher deixou escapar um pequeno som em frustração – Vamos começar – dito isso Emma levantou Regina sem dificuldade nenhuma e a levou para a cama –

Emma depois de muito treinar acabou conseguindo controlar seus poderes, para em momento como esse não ferir ninguém. Com Regina deitada na cama sob o corpo de Emma, colados, elas continuaram a beijar profundamente e com certa lentidão, línguas interligadas, lábios vez ou outra sentindo os dentes. Emma deixou os lábios da morena para lamber o pescoço da mesma e descer lentamente para a clavícula. Regina levou suas mãos para as costas da loira sobre seu corpo e Emma começou a se arrastar sobre a mulher abaixo, Regina abriu a boca ao sentir uma fricção em algumas partes sensíveis. Emma beliscou o pescoço de Regina forte demais certamente deixando uma marca para o outro dia, a morena sentia como se seu corpo estivesse entrando em chamas, a jornalista trouxe sua mão até o cabelo de Emma e a puxou, fazendo-a descolar de seu pescoço.

– Eu preciso de você agora! – exigiu como se estivesse dando uma ordem para algum subordinado. Emma achou severo da parte da mulher, mas extremamente sexy –

Emma então não mudou nenhuma posição, apenas fez movimentos de cima e baixo com seu joelho tocando o centro de Regina ainda protegido pela calcinha, com aquela simples fricção Regina jogou sua cabeça para trás e pedindo para que Emma continuasse com os movimentos. Emma parou e com uma mão tirou a calcinha encharcada de Regina, contente com o que causou na morena ela jogou a peça intima no chão.

– Eu vou fazer você se sentir bem, nem mesmo aquele idiota do seu namorado vai conseguir fazer você se sentir assim – Emma ainda não sabia que Graham não era o namorado de Regina e a morena não achou a melhor hora para contar aquilo, só queria sentir Emma –

Em questão de segundos as duas estavam totalmente nuas. Emma abaixou-se e sentiu o cheiro inebriante de Regina, ela beijou o ápice das coxas e com sua língua quente se aproximou do centro da mulher, a loira ouvia gemidos vindo de cima e isso a deu luz verde para seguir. Sua língua passou a partir da abertura de Regina para o clitóris, tomando seu tempo nos lábios exteriores e finalmente movendo-se para traçar círculos em torno do clitóris, estava tão inchado e Regina não sabia que poderia sentir tanto prazer assim. Emma começou a agarrar as coxas da jornalista enquanto massageava com sua boca mais profundamente e acelerava o ritmo. As mãos de Regina seguravam os ombros de Emma, depois foram para parte de trás do pescoço e em seguida para os cabelos, incentivando para que a loira continuasse.

– Mais Emma! Por favor! – Regina nunca imaginou que chegaria a implorar algo por alguém, mesmo que em quatro paredes, mas Emma tinha algo diferente, ela era diferente –

Emma sugava o clitóris e então inseriu um dedo, e imediatamente o segundo. Começou a bombear com vigor, sentindo Regina gemer a cada toque, Emma sentia o liquido em volta de seus dedos enquanto a mulher mexia seus quadris em busca de mais prazer, Emma poderia ter um orgasmo só de olhar aquela bela cena de Regina chegando ao ápice do prazer, sentiu seus dedos se apertarem dentro de Regina e presumiu que ela estava perto. Emma sentiu sua própria umidade aumentar ao ver o corpo de Regina arqueando, a boca fazer um perfeito “o” e suas mãos agarrando o lençol como se sua vida dependesse disso. Emma acelerou ainda mais seus movimentos sabendo que em questão de segundos Regina explodiria, um ultimo toque dos lábios de Emma no clitóris de Regina foi o bastante para a morena chegar ao orgasmo, ofegando, suando, e aproveitando aquela corrente de prazer que tomava seu corpo.
Emma levou seus lábios subindo até o queixo de Regina depositando beijos molhados até encontrar a boca da mulher novamente, surpreendentemente Regina ainda tinha fôlego para um beijo daqueles. Antes que Emma pudesse fazer algum movimento, a jornalista a jogou para o lado bruscamente, não se importando se havia sido rude. Sem falar nada, Regina voltou a beijar a mulher, seu centro molhado pressionado sobre o abdômen de Emma causou mais excitação na assistente. Regina desceu seu corpo um pouco mais e com dois dedos mergulhou na abertura de Emma profundamente, sem resistência alguma, eles simplesmente deslizaram. Regina sem perder tempo começou a bombear mais rápido e profundo, as mãos de Emma estavam descansando sobre as costas de Regina, com certeza deixando marcas, a morena sentiu um desconforto no começo, mas depois de ver Emma entregue a ela, o incomodo em suas costas causadas pelas unhas de Emma não doíam mais. A loira não conseguia abafar os próprios gritos, Emma mordeu o lábio com força a ponto de quase sair sangue de sua própria boca. Regina então resolveu beijá-la, Emma tentava ao máximo lutar para tomar ar em seus pulmões, mas era difícil quando tinha Regina trabalhando em seu corpo.

– Regina... Eu não, eu não posso segurar por muito tempo – confessou quebrando o beijo e elevando os quadris conforme os dedos de Regina trabalhavam maravilhosamente dentro dela. A mente de Emma parecia está entrando em curto-circuito, enquanto os dedos de Regina se enrolavam dentro de si, a palma da mão da morena colidia com o clitóris de Emma fazendo uma fricção perfeita –

Vendo que Emma estava para chegar ao orgasmo, Regina acelerou ainda mais seus movimentos, fazendo Emma arfar e esquecer todos os pensamentos. Emma movimentava seus quadris sem saber exatamente para onde estava movimentando, se era para cima ou para baixo, ela não sabia se aquilo era real ou era apenas um de seus sonhos estranhos, ela não sabia dizer quem ela era naquele momento. Regina parecia ter levado Emma para uma outra dimensão. Regina inseriu o terceiro dedo e os olhos de Emma pareceram rolar, os dedos dos pés de Emma começaram a formigar, pernas e o torço do corpo estavam em espasmos, a coluna arqueou e as mãos encontraram o lençol da cama, Emma fechou os olhos porque os sentiu arderem, tinha medo de abrir e queimar tudo a sua volta com o fogo, ela não poderia se descontrolar daquele jeito.

– Abre os olhos Emma, eu quero ver você – pediu Regina dando um beijo na curva do pescoço de Emma. Quando Regina começou a dar uma atenção maior no clitóris enquanto bombeava Emma, a loira havia chegado ao orgasmo. Regina continuou seus movimentos mesmo sabendo que Emma já havia atingido o ápice, a respiração pesada e falha da loira só deixaram Regina satisfeita. Emma ainda mantinha seus olhos fechados, tinha que se controlar. A morena mordeu o pescoço de Emma e beijou seus olhos, foi quando a queimação em sua visão pareceu diminuir – Eu quero ver seus olhos – pediu. Lentamente Emma abriu, Regina sorriu ao ver o par de esmeraldas no qual ela tanto era encantada. Os corpos suados, o cheiro de sexo, o sorriso bobo. Regina não falou nada estava exausta, apenas descansou sua cabeça sobre o peito de Emma enquanto ela ainda parecia recuperar o fôlego –

Notas finais
Então??? Bjors.