WolfHill

29 Capítulo 28 - I will not let you die


Notas iniciais
Olá, Betas! Desculpa pela demora, era para eu ter postado no fim de semana, mas além de eu não ter ficado em casa, eu estava sem internet no computador. Bubblegum Bitch Dama do Poente Emily s2 Anna Potter Obrigada pelos comentários no capítulo anterior. Amo vocês! BOM CAPÍTULO P.S.:NÃO REVISADO

P.O.V Thalia

—Acha que vai dar certo? -A mulher me olhou e balançou a cabeça rindo. -Foi o que eu pensei. -Soltei um suspiro e passei a mão em meus cabelos.

Foquei nas duas bruxas que estavam sentadas à alguns metros. Os olhos da Piper tinham um brilho verde sinistro, pequenas folhas dançavam em suas mãos, mas não folhas normais, mas sim, folhas que eram criadas com sua própria magia. A Annabeth tinha cortado a palma da mão e jogado o sangue em uma folha, afinal, a fonte de poder da Piper eram as plantas, a morena podia usá-las para qualquer coisa, até mesmo para se manter caso um dia se perdesse ou algo do tipo, mas eu também não aconselharia a você a irritá-las perto de alguma planta, digamos que elas são as melhores amigas delas, ou até mesmo parte dela.

Fiquei um pouco tensa enquanto as duas faziam o feitiço para tentar roubar a pedra de Atena, já que só faltava aquela. Ártemis havia ido até a casa de Poseidon e roubado a da minha mãe. Eu tinha as duas pedras em minhas mãos e não tinha ideia do que fazer com elas. Precisava descobrir, eu não podia simplesmente ter ido tão longe para nada. Eu iria achar o Sanguini aquela noite.

—Merda! -Olhei para a Piper. -Merda, merda, merda! -Seus olhos voltaram ao normal e ela se levantou, senti a pedra ser colocada em minha mão. -Eu não devia ter feito isso! Atena vai me matar!

—Ela não...

—Ela me sentiu, Thalia! Temos cinco minutos até eles nos acharem. -Olhei para as três pedras em minhas mãos. -E agora? -Senti uma estranha coceira em minha mão.

—Eu não sei.

—Como assim, não sabe? -Suspirei. -Dê um jeito! Vamos! Pense em algo! — Cocei a minha mão novamente.

—Thalia... O seu corte não havia fechado? -Franzi o cenho, a Annabeth pegou minha mão e arregalou os olhos. -Vem. -Ela puxou os três colares e os colocou sobre uma pedra qualquer, puxou a faca em sua cintura e cortou novamente a palma da minha mão, deixou o sangue pingar ali e se afastou.

—Tudo bem. Era para... -Parei de falar assim que os colares brilharam, olhei para as três, mas elas pareciam não ver o que estava acontecendo, franzi o cenho e as olhei, vi a Annabeth mover a boca, mas não ouvi nada do que ela falava. -Annie! -Ela me olhou. -Eu não... -Olhei para os colares novamente, aproximei-me deles e os olhei, não era mais o desenho da lua cheia que estava ali, e sim um borrão preto, peguei-os e a forma girou. Dei um passo para frente e ela girou novamente, um para o lado esquerdo e ela não se moveu, voltei à minha posição anterior e nada, dei um passo para a esquerda e ela se moveu novamente.

Comecei a andar de acordo com o giro da mancha nos pingentes, depois de algum tempo e dentro d'água a mancha parou de girar, olhei em volta e não vi nada. Olhei para cima e a lua estava exatamente sobre a minha cabeça, olhei para baixo e suspirei. Só havia um caminho. Retirei minha jaqueta e a joguei para a Annabeth. Respirei fundo e mergulhei.

Alguns metros abaixo havia um conjunto de três pedra, todas elas tinham um formato estranho, as puxei tentando movê-las, mas nada aconteceu. Olhei para os colares e a forma havia mudado novamente, eram exatamente as formas das pedras, coloquei as formas de acordo com a pedra e encostei os três colares, que estavam unidos como ímãs, na pedra correspondente. A mancha girou novamente e então voltou a ser a lua, mas não aconteceu nada. Eu já estava ficando sem ar, tanto que acabei me afastando um pouco, o suficiente para a luz da lua bater em uma delas, que moveu novamente. Me afastei e deixei a luz da lua bater nas três. Os colares voltaram ao normal e caíram, eu os peguei antes que a correnteza os levasse.

As pedras se afastaram e eu vi um pequeno embrulho, peguei o embrulho e o abri debaixo d'água mesmo, era uma parte do Sanguini, pedra e do tamanho dos pingentes. Abri um dos pingentes e coloquei a pedra ali. Sem mais aguentar comecei a emergir, nadei até a borda e comecei a tossir. Precisava de ar.

—E então...? -Balancei a cabeça em negação.

—Não está lá. -Respondi à Ártemis. -Era apenas uma pedra idiota. -Balancei a cabeça em negação. A Annabeth se ajoelhou ao meu lado e eu olhei em seus olhos, ela pareceu entender perfeitamente. Coloquei o cordão da mãe dela em seu pescoço e o da mãe do Nico no meu. A Annie sabia que eu havia achado o Sanguini, ela só não sabia que estava no pescoço dela.

—Você é maluca?! -Fechei os olhos e baixei a cabeça, não era para ele ter acordado. -Eu te implorei para não fazer nada sozinha!

—Teoricamente, eu não fiz sozinha. -Ele não demonstrou nenhuma expressão. Alguém estava muito irritado. -Me desculpa. -Ele balançou a cabeça em negação e se afastou. -Nico...

—Atena vai chegar logo. -Ele cruzou os braços. Eu já estava me preparando para uma bela discussão, mas um uivo me fez mudar de ideia. -Cronos. -O Nico murmurou. Eu escutei uma risada fria e sombria.

—Reia. -Murmurei. Corri até o meu arco e o armei.

—Obrigada por achar o Sanguini para nós, Thalia. -A mulher apareceu deslumbrante em um vestido vermelho, seus cabelos escuros estavam presos em um coque, a lateral de seu vestido era aberta dos dois lados, e o mesmo tinha uma fenda na perna esquerda. Seus olhos azuis focavam puramente em mim. -Me poupou de um grande trabalho. -Ela abriu um sorriso sombrio. -Só preciso do sangue do seu namoradinho agora. -Ela olhou para o Nico.

—Você não vai encostar nele. -Eu rosnei.

—Eu? Eu não. -Escutei um rosnado e olhei para trás. Lá estava ele, o enorme lobo negro com olhos escuros. Cronos. -Não o machuque muito, querido, preciso dele vivo. -Atirei contra Cronos, a flecha passou raspando em sua pata traseira.

Armei outra flecha e atirei contra Reia, passou em seu braço. Essas duas flechas deram a janela que o Nico e Ártemis precisavam para se transformar. Os dois foram para cima de Cronos, eu rosnei e corri para cima de Reia. Subi sobre a pedra e olhei para aquela vadia. Era hora de uma boa briga em família.

Puxei uma flecha e atirei contra ela, a mulher desviou por pouco, mas não conseguiu desviar da que armei em seguida. Ela gritou e cambaleou, puxei outra flecha e a prendi em uma chave de braço. Cravei a flecha em seu peito e a ouvi gritar. A soltei e ela cambaleou, até que levantou a cabeça rindo e se desfez em fumaça.

—Filha da puta! -Olhei para a Piper que se mantinha na frente da Annabeth. -Pips, tira a Annie daqui! -Armei uma flecha e disparei contra Cronos, ficou cravada nas costas dele.

Saltei da pedra e rolei até lá, armei outra flecha e apontei. Senti algo ser chocado contra mim e bati com as costas em uma árvore. Antes que eu pudesse fazer algo, um galho atravessou o meu abdômen, por sorte não era muito grosso, mas doeu e não foi pouco, gritei como nunca antes.

O puxei e o senti arder enquanto o ferimento fechava. Respirei fundo, mas não consegui puxar o ar, senti a minhas pernas fraquejarem e me contorci no chão. Voltei a conseguir respirar, assim que me movi sentia o meu corpo inteiro queimar, como se o chão fosse feito de brasa. Me levantei, mas a sensação não parava. Voltei a cair no chão de dor, minha visão estava turva, e eu me sentia fraca, mas eu ainda precisava lutar.

Escutei um uivo de dor e em seguida um choro de lobo, logo eu ouvi o grito de dor de Ártemis. Olhei em volta e vi que ela sangrava demais, parecia ter levado uma bela mordida no abdômen. O Nico estava se atracando com Cronos, mas estava levando uma baita surra.

—Já temos o que precisamos, querido. -Ouvi a voz de Reia ao longe. -Vamos, querida. -Olhei para o Nico, ele tentou correr até mim, mas então, eu não conseguia mais vê-lo. Olhei em volta tentando reconhecer o lugar, mas não conseguia, parecia uma caverna. Vi a sombra de um lobo e tentei me mover, mas meu corpo ainda doía demais. -Se eu fosse você, Thalia. -Reia surgiu do nada na minha frente. -Pensaria em coisas boas. -Meu corpo inteiro doeu novamente, eu já não tinha forças para gritar. Minha cabeça caiu e eu me lembrei do que o Nico havia dito.

"-Eu vi. -Ele fechou os olhos. -Eu vi você morrer. -Sussurrou e me apertou contra si. -Não posso perder você. -Abriu os olhos. -Tive algumas visões uma vez, e uma dela era você. Caída no chão, estava desarmada e sangrando, você sorriu como se pudesse me ver, e então fechou os olhos, a última coisa que disse foi o meu nome."

—Nico... -Sussurrei e tudo ficou escuro.

P.O.V Nico

—Calma, calma, calma, calma, calma... -Apolo murmurou para a mulher que gritava sem parar. Sua ferida estava ficando escura e mesmo que eu não fosse médico eu sabia que aquilo não era bom.

—Aquele filho da puta... Aaaah! ... -Ela respirou fundo e riu. -Ele conseguiu... Aaah! ... Eu vou morrer, Apolo. -Ele respirou fundo e se aproximou dela com uma seringa nas mãos.

—Cala a porra da boca Ártemis. -Ela riu e ele injetou a substância em seu sistema. -Eu não vou deixar você morrer.

—Você não faz milagres, Apolo... -Seus olhos começaram a pesar. -Mas... Obrigada por... É... -Sua cabeça caiu para o lado, Apolo suspirou e começou a trabalha, me mandando ir embora em seguida.

...

Olhei para o sangue que escorria junto com a água e suspirei, sabia que não adiantaria chorar, mas não consegui segurar, passei o resto da madrugada inteira chorando, gritando e socando tudo o que via pela frente. Reia havia levado a Thalia, e ninguém tinha ideia de para onde. Eu odiava o fato de não poder fazer nada.

Eu havia dito para ela não fazer nada sozinha, mas aquela... Por que ela tinha que ser tão teimosa? Por que ela não tinha me escutado? Por que... Não adiantava mais ficar fazendo perguntas, eu precisava achar a Thalia.

Terminei o meu banho e vesti a primeira roupa que vi. Caminhei até o lado de fora da casa e respirei fundo, tentei achar o cheiro da Thalia de qualquer maneira, estava fraco, e provavelmente me levaria até a cachoeira. O mais lógico seria fazer um feitiço de localização que não funcionaria, mas eu não estava usando muito a lógica.

—Posso saber aonde você está indo? -Olhei para o meu pai que estava sentado na varanda.

—Eu vou atrás da Thalia.

—Você sabe que não vai achá-la.

—E o senhor sabe que a minha mãe não vai voltar, devia sair dessa varanda. -Ele abriu um sorriso amargo, desde quando minha mãe morreu, ele mal saia daquela varanda.

—É melhor você esperar. -Balancei a cabeça em negação. -Nicholas...

—Quando a minha mãe morreu eu era uma criança de 7 anos, eu não pude fazer nada. Não vou deixar o mesmo acontecer com a Thalia.

—Não vai valer de nada se você morrer no caminho. -Eu suspirei.

—Acredite, valerá.

—Mas não valerá para ela.

—Então, o que o senhor quer que eu faça?! Que eu fique aqui sentado esperando um milagre acontecer, enquanto a Thalia está sozinha nas mãos de Reia e Cronos? -Ele balançou a cabeça em negação. -Não vou cruzar os meus braços e sentar nessa varanda pelo resto da minha vida.

—Cronos vai matar você na primeira oportunidade que tiver. -Ele se levantou e desceu as escadas.

—Ótimo!

—Nicholas! Deixe de ser tão... -Ele respirou fundo. -Cronos quer vocês dois por um único motivo, vocês dois são descendentes dele. Você é natural, mas a Thalia foi pelo fato ele ter arranhado-a no dia que matou a Beryl. Vocês dois juntos, são mais forte que ele. Mas um é a fraqueza do outro. Eles pegaram a Thalia porque querem que você vá atrás dela. Ela iria atrás de você se fosse ao contrário.

—Mais um motivo para eu ir atrás dela.

—Você devia escutar o seu pai. -Olhei para trás. Ela tinha longos cabelos castanhos, pele bronzeada e olhos igualmente castanhos, usava roupa de combate como a a Thalia, atrás dela tinha um garoto loiro de olhos azuis e uma menina bem parecida com ela. -Ah... Eu sou a Reyna. -Ela sorriu. -Você deve ser o Nico.

—O que faz aqui?

—No momento, estou procurando minha amiga. -Ela deu de ombros. Escutei alguns passos, provavelmente os demais haviam sentido o cheiro deles. -Eu vim em paz!

—Reyna?! -Ela arregalou os olhos.

—Jason! -Ela pulou no pescoço dele.

—O que faz aqui?

—Digamos que a Thalia pediu reforços. -Ela colocou uma mecha de cabelo para trás. -Recebi uma mensagem de alerta nível T, de Thalia, mas com um toque diferente. -Ela olhou para nós. -Ao invés de matar lobos, nós vamos ajudá-los.

—Quem veio?

—Eu, o Will, a Hylla, o Octavian, e mais algumas pessoas. -Ela deu de ombros.

—Com algumas pessoas você quer dizer todos que foram malucos o suficiente para vir?

—Sim. -Ela deu de ombros.

—Posso saber como vocês vão ajudar? -Ela olhou para a minha irmã.

—Simples, a Thalia achou que sabia como atrair Cronos, mas ficou com medo de algo acontecer, como o fato de alguém ser levado, então... Ela fez todos vocês engolirem um GPS. Cronos e Reia não procurariam por um GPS, já que não conhecem um. São do milênio passado, onde não existia tecnologia. -Ela deu de ombros. -Se o GPS dela ainda estiver funcionando, vamos saber exatamente onde ela está.

—Percy. -Nós olhamos para Poseidon. -Ligue para o seu irmão. Diga a ele que está na hora dele voltar para casa. Reunião de família.

P.O.V Ártemis

Abri os olhos lentamente, meu corpo inteiro doía, eu me sentia fraca e acabada, me sentia muito pior do que da última vez, mas só do fato de eu estar viva, já era mais que o suficiente. Apolo havia feito um milagre. Ou eu estava morta e ainda não sabia.

Olhei em volta e percebi que estava na enfermaria. Abri um pequeno sorriso quando vi a cabeleira loira de Apolo, estava ao lado da minha maca, ele tinha roupa suja de sangue, assim como a minha, mas não parecia se importar. Ele, realmente, estava exausto, tanto que dormia com a cabeça apoiada na maca.

Levei minha mão até os seus cabelos macios e os acariciei, ele se moveu rapidamente e abriu os olhos. Vi certo alivio atravessar os mesmos e abri o meu melhor sorriso, ele se levantou e me abraçou, aparentemente esquecendo do fato de eu estar dolorida. Até eu esqueci o fato.

—Graças à Deus você acordou. -Ele apoiou a testa na minha. -Fiquei com tanto medo de te perder, Ártemis. -Abri os meus olhos e o encarei. -Não me perdoaria se deixasse...

—Você não deixou. -O cortei. -Obrigada, Apolo. -Voltei a abraçá-lo, fechei os olhos com força e deixei as minhas lágrimas rolarem. -Eu...

—Shiiii... -Ele acariciou os meus cabelos. -Está se sentindo, bem?

—Só estou dolorida. -Ele assentiu. -Apaguei muito tempo?

—Algumas horas. -Suspirei. -Eles levaram a Thalia. -O soltei. -Hey, calma!

—Eu tenho que...

—Nada! Você não vai a lugar algum, vai ficar por pelo menos o resto do dia em repouso.

—Mas...

—Se tentar fazer algo agora, vai acabar morrendo.

—E se eu não fizer algo, a Thalia vai acabar morrendo! -Ele suspirou. -Nós sabemos o que vai acontecer com Nico se algo acontecer com a Thalia...

—E o que acontece comigo se você morrer? -Ele me cortou. -Você por acaso se importa com isso?!

—Ninguém vai se importar se eu morrer.

—Ares vai! Afrodite vai! Hefesto vai!... Eu vou.

—Vocês já são bem grandinhos, irmãozinho. -Me sentei na maca, meu abdômen doeu para cacete, mas fiz de tudo para não demonstrar. -Vão saber se virar sem mim.

—Que porra, Ártemis! -Ele explodiu. -Será que uma vez na vida você pode pensar em si mesma? Se preocupar com si? Você quase morreu duas vezes nos últimos três meses!

—Mas eu não morri!

—Sim! Porque eu salvei você!

—Eu sei, mas eu nunca pedi para...

—PARA! CHEGA! -Arregalei os olhos. De todos nós, Apolo era o mais calmo, era raro vê-lo daquela maneira. -Já parou para pensar como é correr feito um louco até aqui para poder salvar a vida da pessoa que ama, porque ela simplesmente tem essa mania de querer salvar todo mundo?! PORRA! Eu juro! Eu faço o impossível para respeitar a sua privacidade, o seu espaço, a sua opinião, as suas escolhas por mais idiotas que elas sejam. Eu te respeito o tempo inteiro. Mas eu não vou deixar você ir lá fora e cometer suicídio! Eu não... Eu não posso perder você! -Engoli em seco. -Quer saber?! -Ele se aproximou, seu rosto ficou a centímetros de distância do meu. -Foda-se o respeito. -Seus lábios se chocaram contra os meus de maneira bruta. Fiquei tão surpresa que acabei o afastando.

—O que... -Respirei fundo e olhei em seus olhos, eu nunca havia visto aquele olhar em seu rosto, o tipo de olhar que faz qualquer mulher se arrepiar de tão intenso que é. -Foda-se. -O puxei pela camisa e uni nossos lábios novamente.

P.O.V Nico

—E então?

—Calma. -O loiro disso. -Se você ficar perguntando de cinco em cinco segundos eu nunca vou conseguir me concentrar, Di Ângelo.

—Ótimo, Solace. -Me joguei no sofá e bufei. Fiquei olhando para o relógio enquanto o loiro digitava freneticamente no computador.

—Pronto. -Levantei e corri até ele. -Ela está a... 30km à noroeste.

—Impossível. -Murmurei.

—Por que?

—Porque lá só tem... uma montanha. -Balancei a cabeça. -Como eu sou idiota! -Soquei a mesa. -Não era uma caverna na floresta. Por isso estava frio.

—Do que você está falando, cara?-Puxei o loiro até a janela, abri as cortinas e apontei para a montanha do outro lado da floresta.

—Eles estão lá, estão nos observando desde o início.

—E agora?

—Vamos ver a previsão do tempo. -Ele franziu o cenho, mas foi até o computador ver.

—Vai continuar sol nos próximos três dias, mas deve chover na noite do terceiro. Vai ser a noite mais fria do ano.

—Tem previsão de neve?

—Não.

—Mas vai ter.

—E como você sabe disso?

—Porque... -Caminhei até ele e apontei para a lua vermelha na tela. -Eles vão matar a Thalia na lua de sangue.

Notas finais
Desculpa por qualquer erro ortográfico, sério! Escrevi ontem a noite e não tive tempo de revisar, me desculpem mesmo. Bom... Acho que é só isso. Kissus Tia Amanda