Without You!
64 Capítulo 63
Marisa- Com o tempo pode ser que se resolvam as coisas, eles vão se encontrar muitas vezes agora, a Selena não abdica do fim-de-semana com o pai! Eu- E o Tom quer ver o Jonh todas as semanas! — Olhei o relógio. — A conversa está muito boa! Mas amanhã tenho um filho para pôr fora da cama! Marisa- Amanha é sábado — constatou. Eu- Mas ele tem treino de natação! Marisa- Muito atlético o teu filho! Eu- Já ouvi dizer que o teu também era. Marisa- Por algum motivo são irmãos! Eu- E primeiro que o arranque da cama — Marisa- 2 horas!- rimo-nos e encaminhamo-nos para a saída do bar. Eu- Parece que a nossa noite acabou!- antes de acabar a frase a Marisa abraça-me. Marisa- Vamos ter muito tempo para reconstruir a nossa amizade!- respondo ao abraço, agarrando-a com mais força. Eu- Até porque és-me essencial — separamo-nos e abrimos os nossos carros. Marisa- Trata bem o meu rastaboy! Eu- Desde que não espanques o meu bicho! Marisa- Só pancadinhas de amor!- semicerrei os olhos. Eu- Isto ainda quer dizer alguma coisa!- mostrei a minha aliança. Marisa- Pronto, eu não bato no Bill — levantou os braços — mas tu não tocas no Tom!- entrou no seu carro eu ri-me e entrei no meu. Conduzi até casa. Estava em completo silêncio e escuridão. Caminhei até ao quarto. Tirei a roupa e acabei por vestir a camisa de noite. Deitei-me na cama e aconcheguei-me. * O barulho da campainha soou, virei-me. O lugar ao meu lado estava quente, tentei perceber de quem se tratava. Era Tom, estava a dormir agarrado à almofada.
Outro toque de campainha. Levantei-me apressadamente, olhei o relógio digital, marcava as 6 horas. Saí do quarto e abri a porta. Allyson – Desculpa. – Antes de eu poder dizer algo que fosse, os seus braços envolveram a minha cintura, Allyson deixou-se cair de joelhos no chão e chorou agarrada a mim. – Perdoa-me. – Suplicou. Eu – Allyson… — Pronunciei o seu nome em tom de alivio – Está tudo bem. – Afaguei-lhe os cabelos, agachando-me para ficar da sua altura. – Onde estiveste, filha? – Lágrimas gordas caíam agora pelos nossos rostos. – O que te aconteceu? – Desviei-lhe o cabelo da cara. – Fala comigo, Allyson. Mika – A avó ajudou-me. – Abanou a cabeça – Eu apareci depois de vocês partirem para aqui e ela ajudou-me, deu-me dinheiro e eu fui viajar para a Holanda, tinha de esquecer isto do Ryan. Eu – E conseguiste esquecer? – Puxei-a para mim e abracei-a com força. Allyson – Não. – Agarrou-me em suplicio – Eu amo-o tanto, mas tanto. – Soluçou – Por mais que tente, eu não o consigo esquecer, ele mudou-me, eu aprendi tantas coisas com ele. – Desabafou. – É como se ele fosse parte de mim. Eu – Allyson. – Agarrei o seu rosto – Olha para mim! – Pedi – Esse amor não pode passar de um mero amor de irmãos, sabes que não é permitido esse tipo de amor que tu estás a sentir pelo Ryan, apesar de vocês nunca terem sabido da existência um do outro, tu e o Ryan partilham o mesmo sangue. Ryan – Não é bem assim. – Contrariou. – As nossas mães são diferentes, apenas temos o mesmo pai. – Baixou o olhar. Eu- Sabes que não podes Ryan.- Beijei-lhe a testa- não só por ser errado, mas também por a nossa lei não aceitar.- Levantei-a e fechei a porta. Allyson- Como é que ele está?- limpou as próprias lágrimas. Eu- A tentar superar!- ouço a porta do meu quarto bater e vejo um Tom bastante ensonado a entrar na sala. Tom- Quem era?- o seu olhar foge para Allyson e aí fica preso. Allyson- Pai... eu queria...eu queria pedir-te desculpa.- recomeça a chorar, só vi Tom a ir ao encontro da filha e abraça-la, a protege-la do mundo, os seus braços fortes rodeavam o corpo da filha como quando era pequena. Tom- Schiuu, não digas nada. Apenas não voltes a desaparecer outra vez!- limpou-lhe as lágrimas com os polegares, mas mais lágrimas corriam dos seus olhos, ela era incapaz de largar o seu corpo, como de medo se tratasse, tinha medo de se perder do pai novamente. [Marisa] O sono parecia ter sido quebrado pela forte luz intensiva. Voltei-me, estiquei-me de forma a espreguiçar-me, a cama já estava vazia. Suspirei e abri os olhos encarando Bill a fitar-me estranhamente. Eu – Assustaste-me. – Arfei completamente curiosa. – O que foi? Bill – Voltaste a falar durante a noite. – Arqueou o sobrolho. – E acabaste de dizer algo que eu não percebi. – Gozou. Eu – Mentira. – Protestei. Bill – Verdade. – Aproximou-se do espelho. Sentei-me na cama e suspirei aborrecida. Eu – Que horas são? – Bocejei. Bill – 7h – Ajustou a maquilhagem – Afinal como foi ontem a noite? Eu – É verdade! – Exclamei – Nem te passa pela cabeça com quem eu ontem fui jantar. Bill – Foi com quem? – Voltou-se para mim. Eu – De certeza que não sabes? – Ri-me Bill – Sim. Eu – A sério? Bill – Vá lá! Com quem foi? – Sentou-se na cama. Eu – Com a Sara. Bill – Hm? oO Eu – Com a Sara! – Repeti. Bill – E… como foi o jantar? Eu – Normal. – Encolhi os ombros. Bill – Discutiram? Eu – Conversámos. – Corrigi – E as coisas ficaram resolvidas. Bill – Como assim? Eu – Vamos tentar de novo. – Soprei levantando-me. Bill – A sério? – Sorriu estridentemente. Eu – Bill – Abri o armário – Pareces a Selena quando tinha 5 anos –‘ Bill – Desculpa. Eu – Tal e qual como ela. – Tirei uma saia e uma blusa. Bill – E do que é que falaram? – Mudou de assunto. Eu – De coisas. – Voltei-me para si – Coisas que tu e o teu irmão também deviam falar. – Tirei a camisola e vesti a blusa. Bill – Nem penses! – Replicou levantando-se de novo. – Eu e aquele sujeito não temos nada a falar. – Apertou as botas. Eu – Não sejas criança! – Acabei de me vestir e calcei-me. Bill – Eu não sou criança, apenas não quero ter nada com ele. Eu – Bill, vais ter sempre alguma coisa com ele, para além do sangue que vos corre pelas veias ser igual, a tua filha vai estar 5 dias por semana com ele, o filho do Tom vai estar contigo, como queres estar distante dele se tudo vos liga? Bill – Ele que nem se atreva a fazer papel de pai perante a Selena! – Alertou. – Não deixes! Eu – Bill – Sobrepus a mão sobre o seu ombro – O Tom vai tratar a nossa filha como ela deve ser tratada, só por ser tua filha, não quer dizer que ele a trate mal e não lhe dê o devido carinho e amor. Bill – Eu já sabia que isto ia acontecer. – Murmurou – Por favor. – Voltou-se para mim e agarrou-me as mãos – Não deixes que o Tom tome o meu lugar como pai. Eu – Ele não o vai fazer, Bill. A Selena sabe perfeitamente que tu és o pai dele e é de ti que ela fala como pai e sente como pai. Não é o teu irmão. Bill – Promete – Ajeitou o casaco. Eu – Sim, Bill –‘ Bill – Vamos lá preparar o pequeno-almoço então. – Sorriu. Eu – Er… eu… Bill – Vais ter com o Tom? – Barafustou. Eu – Er… não. – Abanei a cabeça. Peguei no telemóvel e saímos do quarto. Ryan – Bom dia! – Passou por nós com uma maçã na boca. Bill – Bem disposto? – Fomos para a cozinha. Ryan – Parece que sim – Encolheu os ombros. Pegou numa pasta e sentou-se à mesa. Eu – Então porquê? – Coloquei o pacote de leite sobre a mesa de vidro e fitei-o. Ryan – Andas a sair com o outro, não andas? – Ignorou a minha pergunta. Eu — --‘ Importaste de ignorar a faceta de advogado por um bocadinho? Ryan – Sabes bem que não. – Contrariou. Eu – O sujeito chama-se Tom. – Comecei – E sim, ando a sair com ele, quer tu queiras, quer não. Acho que me devias apoiar porque sabes perfeitamente que é de ele que eu gosto. – Bill colocou várias coisas em cima da mesa e olhou-nos curioso – Não é, Bill? Bill – Tens de concordar, Ryan. Ryan – Mas o gajo é— Eu – Hey! – Levei o indicador ao ar – Gajo não. Ryan – O homem. – Revirou os olhos – Ele abandonou-te! Abandonou-me! E continuas a sentir qualquer tipo de sentimento para além do ódio, por ele? – Gargalhou – Mas que amor. – Ironizou. Eu – Ryan… — Tossi propositadamente – Sabes bem q situação em que estamos. Eu vou viver com o Tom e o Bill vai viver com a Sara. Ryan – Swing? – Gozou. – Oh, por favor. Bill – Pois. – Sorriu – É sempre bom estar em família. – Disse sarcástico, acabando por se sentar à mesa. – As torradas estão a arrefecer. Ryan – Torradas…. – Trincou o piercing – Eu vou falar com o Dr Kaulitz Eu – Hm? – Olhei por cima do seu ombro vendo a Selena a surgir. – Porquê? Ryan – Quero saber umas coisas. – Serviu-se. Selena – Bom dia. – Cumprimentou ensonada. Eu – Hey. – Dei-lhe um beijo na testa. Selena – Bom dia pai – Beijou-lhe a face e sentou-se – Olá Ryan. – Bufou. Comemos em silêncio. Ryan começou por contar coisas que nos levavam a opinar e assim tagarelamos.
Ryan saiu de casa com Selena, acabei de arrumar as coisas com Bill e saímos do apartamento. Bill – Alguma coisa— Eu – Ligo –‘ – Completei aborrecida – Estás-te a tornar repetitivo,querido. – Gozei abrindo a porta do carro. Bill – Sabes como é. – Riu-se. Eu – Fica bem, dá cumprimentos meus à Sara. Bill – Ok – Piscou-me o olho e entrei no carro. Bill buzinou em tom de provocação. Ri-me e segui com o veículo para a pastelaria indicada por Tom. Estacionei, vi Tom de costas na esplanada. Sorri e fui ao seu encontro. Tapei-lhe os olhos com as mãos e esperei por uma resposta. Tom – Hm… — Gracejou. Levou as mãos sobre as minhas e passou os dedos pela minha pele. – Marisinha. – Disse com ironia. Eu – Obrigada –‘ – Beijei-o e sentei-me ao seu lado. Tom – Então? Estava a ver que nunca mais. Eu – Pequeno-almoço de família. – Desculpei-me. Tom – Tenho uma coisa para te dizer. – Acendeu um cigarro e ofereceu-me outro. Eu – O que foi? – Acendi-o. Tom – A Allyson voltou para casa. – Expirei o fumo e encarei Tom espantada. – Parece que a Dona Simone sabia onde a neta andava mas não quis contar. Eu – A tua mãe sabia? – Inquiri incrédula. Tom – Hm-hm – Levou o cigarro à boca e sorriu passando a mão pelos meus cabelos – Já soube das coisas entre ti e a Sara – Sorriu vantajoso – Então? Eu – O que tem? As coisas estão normais, Tom. Tom – Ou não. – Pediu dois cafés. Eu – Bill Kaulitz e Tom Kaulitz, Tom Kaulitz e Bill Kaulitz. Não? Tom – Mais uma –‘ A Sara já é a mesma coisa, mas tem alguma coisa de ler pensamentos ou cena assim? Eu – Vocês são teimosos, casmurros, orgulhosos e sei lá mais o quê! Tom – É por isso que vocês gostam de nós. Eu – Sinceramente. – Fiz ar superior – Nem sei o que vi em ti. – Cruzei os braços sobre o peito. Tom – Oh, coitadinha. Posso dizer o mesmo. Eu – Talvez a sua secretária satisfaça as suas necessidades, Dr Tom Kaulitz. Tom – Oh, lamento desiludi-la, mas a minha ‘secretária’ mudou-se para uma agencia de viagens. Eu – Se calhar não queria estar mais perto de si. Tom – Pois, por isso é que ela está aqui a falar comigo. Eu – Parvo. – Dei-lhe um soquete no peito. Ele puxou-me para si e beijou-me. Tom — Claro — Riu-se. Eu — Tom... — Aproximei-me ainda mais dele — Não achas que podias ir falar com o Bill? Tom — Não — Atirou o cigarro para o chão e deixou que o empregado colocasse os dois cafés em cima da mesa — Um marlboro sff. — O homem assentiu e seguiu para dentro da pastelaria. Eu — Tom, por favor. — Coloquei o açúcar dentro da chávena — O orgulho é assim tanto? O Bill não te fez nada! — Esclareci. Tom — Foi-se embora contigo, deixou-me, deixou a minha mãe e deixou a Sara! — Disse com um tom de voz grosso. Eu — Tudo não passou de um mal entendido. — Falei roucamente. Tom — Casar contigo também foi um mal entendido? Eu — Também casaste com a Sara. — Ripostei — Não tens o direito de estar a dizer isso, também o fizeste. Tom — É diferente. Eu — Não, não é. — Coloquei os óculos de sol — Vai tudo dar ao mesmo. Tom — Er...hoje sais à mesma hora? — Ignorou-me. Eu — Tu sabes bem que sim. — Disse contrariada. Tom — Vais ficar amuada? Eu — Não. — Encolhi os ombros. Tom — Óptimo. — Levantou-se e foi para dentro da pastelaria. Voltou a sair com o tabaco e um pacote de pastilhas na mão. — Queres? — Ofereceu. Eu — Obrigada. — Tirei-lhe a pastilha e levei-a à boca. Ele riu-se, guardou as coisas dentro do bolso do casaco e deu-me a mão, indo comigo até ao parque de estacionamento. Selena – Não gosto dessa banda. – Ripostou. Eu – Mas eu gosto. – Agachei-me e coloquei o cd na aparelhagem. Selena – É de manhã e tu já estás a pôr musica! Abanei a cabeça e comecei por pôr o número da faixa pretendido. A porta do quarto de Ryan abriu-se, risos ecoaram pela sala. Olhei para o lado vendo Ryan e uma rapariga ruiva de olhos verdes saírem sorrateiros. Eu – Ryan? – Levantei-me. Ryan – Hm… esta é a Nicole, Nicole esta é a minha mãe e a minha irmã. Selena – Hey – Sentou-se no sofá. Selena – Bom dia. Eu – Hm… Ryan. – Tossi propositadamente e cruzei os braços sobre o peito. Nicole – Er… eu tenho de ir. – Beijou Ryan e saiu. Ryan– Namorada –‘ – Desculpou-se. Selena – De noite. – Gozou. Ryan – Cala-te pita! Selena – Não. – Fez ar superior. Eu – Não sabia que te davas muito para o…. Sexo. Ryan – Pelos vistos. – Riu-se. Eu – Não tem piada, Ryan! Na minha casa e na casa do teu pai não podes fazer isso, trazer todos os dias raparigas para estares com ela! É tua namorada? Ainda anteontem era uma rapariga loira. – Fiz ar pensativo. Ryan – A Michelle? Eu – Essa mesmo. Ryan – Não fazia muito o meu género –‘ Eu – Oh, por favor. – Deixei-me cair sobre o sofá. Ryan – Vá lá! – Pediu – Eu preciso mesmo de comprar aquele jogo. Eu – Ryan. – Respirei fundo – Deixa-me fechar a agência, primeiro. Mike – Daqui a 20 minutos? Oh mãe, os meus amigos estão lá fora à espera! Eu – Tudo bem. – Tirei da carteira o cartão de crédito – Vai levantar e vem-mo devolver – Estendi-lho. – Não mais do que 80 euros. – Acautelei. Ryan – Mas— Eu – Ryan. – Comecei com ar sério. Ryan– Part-time –‘ Eu – Exacto. –Sorri. Ele tirou-me o cartão da mão. Ryan – Sabes quem é que eu vi hoje na Universidade? Eu – Suspeito. – Murmurei. Ryan – Ela voltou. – Tentou soar algo feliz. – Acho que devia ter esperado mais um pouco, agora que estava a conseguir esquece-la, é que ela aparece de novo. – Bufou – Não ajuda nada. Eu – Tem calma, Ryan. – Tentei confortá-lo – Vais ter de a encarar e mostrar-lhe o quanto mudaste. Ryan– Ela ainda continua a ser importante para mim, mãe. Eu – Compreendo. – Suspirei – Mas não faças nada que te faça arrepender, por favor. Ryan – Ya — Voltou-se e encostou-se ao balcão. Olhei por detrás de si vendo Tom a chegar. O tempo parecia congelado por dentro indeterminado. Saí detrás do balcão e fui para o lado de Ryan que parecia tenso tal como o pai. Tom – Olá… Ryan. – Saudou. Ryan – Quais são as suas intenções com a minha mãe? – Fulminou o olhar. Controlei o riso e agarrei-o suavemente pelo braço. Tom – Hm? – Fez ar confuso. – Bem… — Arfou e riu-se. – Eu penso que tu sabes muito bem o que se passa. Ryan – Pois sei. – Assentiu – Mas se faz alguma coisa que lhe possa magoar, está lixado! – Ameaçou. Tom – As ameaças comigo não resultam, Ryan. – Sorriu vantajoso. Ryan – Fica avisado. – Deu-me um beijo na bochecha sem desviar o olhar de Tom e saiu, batendo com a porta. Eu – Tens de dar o desconto. – Fui até aos seus braços e beijei-o docemente. Tom – Esquece. – Beijou-me a nuca – Acho que vai ser difícil ter uma conversa decente com ele. – Apertou-me contra si. – O Ryan nunca me vai perdoar, quanto mais considerar-me pai dele. Eu – Desculpa. – Murmurei roucamente. – A culpa é minha. Tom – Na verdade, só estou a pagar pelas minhas acções, eu disse que não queria aquele filho e na verdade, ele não é meu. – Estremeceu. Eu – Ele é teu filho Tom. – Fitei-o – Mas… ele considera o teu irmão— Tom – O Bill. – Interrompeu. Eu – O teu irmão! – Voltei a corrigir. – Como pai. – Concluí. Tom – Olha – Esboçou um sorri matreiro – Sabes que dia é hoje? Eu – 9 de Novembro – Olhei-o atenta – Não te esqueceste. – Afirmei quase incrédula. Tom – Pois não. – Beijou-me – E amanhã vamos para Itália. Eu – Não! Tom – Saímos em Milão! – Prosseguiu – Vamos juntos! Eu – Tom… — Pronunciei – Eu… não consigo. – Abanei a cabeça – Não posso e não quero. Tom – Eu vou estar ao teu lado. – Agarrou-me as mãos – Eu não te vou deixar. Eu – Eles mataram-no, eles mataram-no à minha frente! Eu tive o sangue dele na minha cara! – Gritei. Tom – Schh – Abraçou-me – Eu vou-te proteger, amor. – Afagou-me os cabelos – Eu vou estar contigo, a dar-te a mão. Eu – Eles voltam… — Apertei-o. Tom – Não voltam. – Contrariou. Expirei com força, afastei-me dele e ajeitei o cabelo fixando a sua expressão corrompida. Eu – Tudo bem. Mas as roupas estão em casa. Tom – Então vamos buscá-las – Riu. Eu – Porque é que não me falaste nisto logo de manhã? Tom – Pensava que te lembravas. — Tirei a mala, o casaco e as coisas da secretária e saí com ele. – Eu vou-te seguir com o carro – Abriu-me a porta e sentei-me – Depois seguimos no meu. Eu – Está bem. – Pus a chave da ignição. Ele afastou-se, foi até ao audi e entrou.
Conduzi até casa ao som de Lenny Kravitz, tentando esquecer os nervos.Estacionei na garagem. Tom fez sinal e eu subi. Eu – Filha? – Procurei-a ligando a luz. Selena – Diz. – Surgiu com um amigo. – Ah… hm… eu queria-te apresentar uma pessoa – Apontou para o rapaz – Este é o ALex, o meu namorado. Eu – Ah… — Aproximei-me dele – Olá – Cumprimentei. Alex – Boa noite. Eu – Selena – Fiz-lhe sinal. Selena – Já venho, ok? Alex – Claro – Sorriu Selena – Senta-te – Apontou para o sofá e seguimos para o meu quarto – O que foi? – Fechou a porta e encostou-se à mesma enquanto eu tirava a roupa do armário. – O que estás a fazer? Eu – Ele não tem muito a ver com o teu estilo, Sel. – Tirei a mala de viagens e abri-a. Selena – Mãe, onde é que vais? Eu – Vou passar uns dias fora. – Coloquei a roupa dentro da mala. Selena – O quê? Eu – Desculpa Sel. – Fui até à casa de banho buscar os cosméticos – Eu não te queria deixar assim, mas é à última da hora. Eu esqueci-me. Selena – Fico sozinha? Eu – O teu pai está cá, o teu irmão está também. Eu vou pedir para a tua avó vir para aqui. – Voltei para o quarto – Sozinha, não ficas. O Ryan deve estar a chegar, o Bill também. – Fechei a mala. – Sapatos, roupa, roupa interior… — Comecei por ver se tinha as coisas todas dentro da mala. Selena – Pensava que tinhas medo de viajar. Eu – Também eu. – Balbuciei. Selena – Vais para onde? Eu – Itália. – Abri a porta do quarto e saí, seguida por ela. Selena – Compra-me alguma coisa. – Pediu. Eu – Claro. – Olhei para ela – Porta-te bem, eu telefono-te todos os dias. – Ela puxou-me discretamente – O que foi? Selena – Não me envergonhes à frente do Alex –‘ Eu – Sim, pois. – Dei-lhe um beijo na testa. – Amo-te muito, a ti e ao teu irmão, sim? – Acariciei-lhe o rosto. Selena – Ai oO Eu – Vá. – Afastei-me – Adeus. – Sussurrei – Adeus Alex, gostei de te conhecer. – Acenei e saí de casa. Ryan – Mãe! – Gritou – Vamos ensaiar na garagem! Eu – Tudo bem! – Gritei-lhe de forma a ouvir. Josh/Gustav/Mathew– Boa tarde! – Cumprimentaram lá de baixo. Eu – Hey! – Continuei a arrumar o quarto de Ryan. Bill – Precisas de ajuda? – Encostou-se à ombreira da porta. Eu – Não. – Ouvi os primeiros acordes das guitarras. – Vão começar. Bill – Parece que sim. – Puxou-me pelo braço – Anda ver um pouco. – Beijou-me. Descemos as escadas e encostámo-nos à parede de forma a não nos poderem ver. Josh – Anda lá Gustav! Gustav – A culpa é do Mathew, man. Mathew – Cala-te pah! Vá, Ryan, começa. Ryan – Tudo bem. – Começou com os acordes. Mathwe – “Ich wache auf,war wie benommen,mein Blick verklärt, ich seh´dein Bild nur verschwommen.Du bist nicht mehr hier, Ichwas ist passiert?Ich weiß es noch nicht ganz genau. Kann” Mathew/Ryan –“ Ohne dich, denkst du kann ich nicht.Da draußen gibts ja noch viel mehr. AuchOhne dich, denkst du kann ich nicht.Da draußen gibts ja noch viel mehr. Ohne” Bill – Jeito não lhes falta. – Comentou. Eu – Hm-hm – Deixei que a música ecoasse pela casa e observei a expressão apaziguadora de Bill. Tom – Passamos aqui a noite. – Tirou o casaco e poso-o no cadeirão do quarto do hotel. – Hm? – Agarrou-me pela cintura e beijou-me bruscamente. Eu – Já estamos aqui por algum motivo. – Tom encaminhou-me até à cama e deitou-me sobre ela. – Estavas mortinho, não? Ele riu-se, sobrepôs-se sobre mim e acariciou-me o pescoço com os lábios, enquanto desapertava o botão da minha blusa. Tom – Há 20 anos atrás, agarravas-me desesperadamente. – Começou por dizer, levando os lábios até ao meu peito. – E pedias para que parasse. Eu – Mentira. – Rodei de forma a ficar por cima. Tom- E dizias que tinhas medo!- pôs uma madeixa do meu cabelo atrás da orelha. Eu- Isso foi porque tu- apontei para ele- me levas-te para uma montra!- beijou-me fugazmente. Tom- Mas tu lá gostaste! Eu- Não disse o contrario !- saí de cima dele, ele veio atrás, mas eu parei-o. — Agora vais ficar quieto!- pisquei-lhe o olho, desapertei os botões da minha camisa, um por um e muito lentamente, dei a mostrar o meu sutian, preto com as rendas à volta vermelhas. Vi-o a agarrar o edredon da cama e a brincar com aquele pedaço de metal tão conhecido meu. Tirei a saia, os olhos dele seguiam cada movimento meu. Os seus olhos devoravam o meu corpo agora apenas com a lingerie. Coloquei uma perna no meio das pernas dele e assim deixei que uma liga deixasse o meu corpo. Ele queria tocar, ma afastei a sua mão. Tom- Má!- tirei a outra liga e atirei para cima dele, ao qual ele inspirou o seu cheiro. Eu- Tarado! Tom- Não, viciado em ti!- puxou-me pela cintura e juntou os nossos lábios. Eu – Oh. – Fiz-lhe uma festa pelos abdominais. – Lamento. – Afastei-me e peguei na mala de viagem – Vou mudar de roupa. Tom – Hum? – Pareceu nervoso – Agora? Eu – Pensavas o quê? Tom – Que ias fazer amor comigo – Deitou-se por completo na cama – Deixas-me assim e depois não fazes nada? Eu – É o que parece. – Gargalhei. Tom – Ah não! – Levantou-se e foi ao meu encontro. – O jantar pode ficar para depois. – Brincou com a alça do meu sutien e sorriu perverso. Eu – Mas eu estou com fome, Thomas Kaulitz. Muita fome. – Fiz ar dramático – Não queres que eu morra à fome pois não? Tom – Só um bocado. – Fez ar inocente. – A culpa é tua. Eu – Oh. – Revirei os olhos – Está bem. – Puxei a sua camisola ferozmente e arranhei o seu peito à medida que passava a língua pelo mesmo. Tom gemeu e agarrou-me os braços. – Então? – Ri-me. Ele não respondeu e soltou-me. Mordisquei-lhe o lóbulo enquanto lhe desapertava as calças. Elas caíram no chão. Os seus braços fortes e musculados envolveram o meu corpo, os seus lábios quentes e húmidos foram ao encontro do meu ombro, depois o meu peito que se dava por descoberto e a minha barriga.Empurrei-o para cima da cama bruscamente. A excitação e o desejo predominava naquele quarto. Descalcei-me e atirei os sapatos para junto da porta, subi para cima da cama, com um pé em cada lado de Tom. As suas mãos passavam desejadamente pelas minhas pernas. Ele arqueou as costas e beijou as minhas coxas, inclinei-me para si e colei os nossos lábios, jogando violentamente com a sua língua. As mãos de Tom foram ao encontro do fecho do meu sutien, coloquei-me de joelhos, ele atirou a parte de cima da lingerie para um local ignoto, agarrou o meu peito e beijou-o. Desviei o meu cabelo da cara, enquanto mordia o lábio inferior tentando conter os gemidos. Ele trincou ao de leve os meus mamilos fazendo-me soltar um grito de prazer. Um sorriso de satisfação rompeu-lhe pelos lábios. Virou de forma a ficar por cima, levei as mãos até aos seus boxers e tirei-os. Os nossos lábios encontraram-se novamente, deslizei pelo colchão até chegar junto do seu órgão duro, agarrei-o, rocei os lábios ao de leve no mesmo até ouvir um gemido de Tom, tracei uma linha imaginária com a língua sobre o membro, até que o coloquei por completo na boca. Tom apoiou-se com uma mão sobre o colchão e, com a outra, entrelaçou os dedos nos meus cabelos e pressionou a minha nuca de forma a intensificar os movimentos de vai e vem. Aumentei de ritmo, agora mais rápido, ouvindo o meu nome proveniente da sua boca. Senti-o chegar ao auge. Parei, limpei a boca ao lençol e engoli enquanto o observava.Tom tirou-me a tanga desesperadamente, entrelacei as pernas na sua cintura e senti-o entrar em mim. Jen – Ainda não compreendi uma coisa – Fez sinal com o dedo enquanto segurava o copo de bakardi que tinha na mão. – Se estamos na Califórnia, porque é que não estamos na praia? – Fez ar estarrecido. Eu – Olha – Ri-me – Sinceramente acho que a culpa é… — Calei-me – Não sei. – Soltei uma gargalhada. Jen – Aqueles ali não param de olhar. – Fez sinal com os olhos. Eu – Quem? – Virei a cara, encarando três tipos que nos observavam maliciosamente. – Ah! – Exclamei. – O do meio até que é jeitosinho .- Sussurrei-lhe. Jen – É, não é? – Gritou. Eu – Fala baixo! - Hey! – Esbugalhei os olhos e dei um gole de uma vez enquanto os sujeitos nos fitavam. – Can we give you a drink? Eu – Oh, not really, we— Jen – Of course! – Interrompeu-me. – Four shots for us. - Fine. – Apoiou-se sobre o bar e sorriu-me. Tom- Queres?- mostrava-me uma pedaço de bolo gelado. Eu- Hum-hum.- ele tirou uma colherada e deu-me na boca, beijando-me depois. Tom- Eu gosto mais do teu sabor natural!- engoli o que restava do gelado e beijei-o de seguida. Eu- Tu andas tão lamechas!- afirmei. Tom- Tu é que me metes assim!- entrelaçamos os nossos dedos em cima da mesa. Eu- Ai agora a culpa é minha!?- perguntei parecendo incrédula Tom- Claro, tu tens alguma coisa que me põe todo meloso- roçou os nossos lábios- romântico- beijou-me ao de leve- apaixonado — deu-me um beijo e permitiu as nossas línguas brincarem uma com a outra. — Hum, aqui tem a sua conta.- o empregado estava especado a olhar-nos curioso, Tom puxou da carteira. Eu- Eu pago!- abri a mala e tirei a carteira. Tom- Não, eu trouxe-te, eu pago! Eu- Não, tu já vais pagar o quarto, logo eu pago o jantar!- dei o dinheiro ao garçon e encaminhamo-nos para fora do restaurante. Tom- Teimosa!- abraçou-me por trás. Eu- Muito!- beijou-me o pescoço, chegamos ao elevador que estava a fechar e este abriu-se instantaneamente. Vimos um corpo de costas que notava-se estar acompanhado, conhecia bem aquele corpo.- Bill!?- ele vira-se e vejo que era ele. Tom- Sara?- Sara olha para o Tom e depois para mim. Sara- AHAHAHAHAH! Não posso!- ria-se cada vez mais, Todos ali presentes olhavam-na curiosos, até que eu própria me começo a rir. Eu- Bem parece que ainda têm os mesmos gostos! Bill- Eu não tenho nada em comum com esse sujeito!- apontou para Tom. Sara- Não, nadinha, aliás quem vos vir diz logo: irmãos? Não que ideia! Tom- Até hoje ninguém descobriu! Eu- Isso é porque ainda não se deram ao trabalho de reparar! Sara- E outra coisa!- virou-se para Tom muito séria, eu sabia o que ela iria dizer e olhei Bill. Eu/Sara- Quero o divorcio! — Olhamos uma para a outra e sorrimos. Tom- Bem, eu acho que podemos tratar disso depressa! Sara- Caraças, estás mortinho por te ver livre de mim! Tom- Não é nada disso, aliás foste tu que pediste primeiro! Sara- Estava a gozar!- dá-lhe um beijo na bochecha e bate-lhe devagar na pala do boné- Totó! Bill- Mas nós podíamos divorciarmo-nos no mesmo dia! Tom- Sim é possível! Eu- Então Tom Kaulitz, trata disso!- dei-lhe um beijo, a porta abriu. Sara- Bem nós vamos continuar o que estávamos a fazer, por isso boa noite!- Bill piscou-me o olho e saíram os dois abraçados. [Sara] Estávamos de férias em Benidorme, ouvia as conversas entre o Tom e o Jonh, enquanto fingia estar a dormir sobre a toalha. Tom- Tens que ser mais decisivo, não podes hesitar! Jonh- Mas qual delas? A morena com grande traseiro ou a loira de grandes mamas? Tom- Pronto ambas têm dois pontos decisivos, mas a loira é falsificada! Jonh- Mas continua a ser boa! Tom- Depois a morena tem um bronzeado mais natural! Jonh- Isso quer dizer que a pele dela é mais sedosa! Tom- Exacto, e parece ser bem mais nova, logo é perfeita para ti! Jonh- Ela deve ter uns 16 e eu tenho 14! Tom- Vês, assim arranjas uma com mais experiência! Jonh- Aquela loira ao fundo também parece ser bem boa! Tom- Qual é a tua panca por loiras? Jonh- Sei lá, mas ela é boa, pena já ter um gajo a rodear-lhe a cintura! Tom- Eu ainda não estou a ver! Jonh- Aquela loiraça de cabelos compridos com bikini azul! Tom- Eu conheço aqueles traços de algum lado! Jonh- Pai, ela está de costas, mas manda um traseiro! Tom- É a Allyson! Josh- Hum!? Olha pois é, eu estava a apreciar a minha irmã!?- disse incrédulo. Tom- Isso acontece, eu vou lá! Josh- Eu vou ter com a tal morena!
Bill — O que se passa, Sara? – Acariciou-me o rosto. Eu – Nada… — Respondi roucamente. Bill aproximou-se de mim, agachou-se da cama e agarrou-me as mãos. – Vou ficar divorciada do Tom. – Forcei um sorriso. – Só de relembrar como tudo começou, até tenho arrepios. Bill – Eu sempre te disse que tu me pertencias, tal como eu te pertencia. – Ele falou pausadamente como se quisesse cantar uma melodia. – Tu apenas casaste com o Tom porque ele te fazia feliz, tu confiavas demasiado nele, era, e é, o teu melhor amigo, quem te apoiou nos momentos mais difíceis, com quem tu passaste os melhores e piores momentos da tua vida. Foi com ele e não comigo, mas, casaste com ele, porque… — Abanou a cabeça – Talvez pela mesma razão pelo qual eu e a Rita nos casámos. Eu – Eu sempre te amei, Bill Kaulitz. – Admiti roçando os nossos lábios. – E amarei. – Completei. Os nossos olhos cerraram-se, acariciei cuidadosamente o rosto de Bill e, este beijou-me solenemente. Levantou-se, deitou-se cuidadosamente sobre mim e acarinhou a língua na minha, dando novamente, sensações fogosas através daquele piercing. Bill – Agora já não vês maneira de ficares sem mim. – Provocou-me, saboreando os lábios. – Pobrezinha. – Abanou a cabeça e deslizou os lábios até ao meu pescoço. – Meu amor. – Começou por me tirar a roupa. – Eu sei que parece parvo, mas… — Calou-se – Eu… amo-te, sempre sentimos isto um pelo outro e … não tenho nenhum fruto do nosso amor, não tenho nenhum filho, não temos algo nosso. Eu – Também já tinha pensado nisso, Bill. Mas… agora não me parece boa ideia. Bill – Mas— Eu – Podemos vir a pensar no assunto. – Tranquilizei-o beijando-o ternurosamente. Bill assentiu, percorreu a minha cintura com as mãos suaves como o cetim e inspirou a minha fragrância. Tirou-me a camisola e beijou o meu peito. — Outra coisa- parou e olhou-me mais uma vez- acho que não podia ter escolhido melhor o dia- olhei-o curiosa, ele pegou na minha mão- Eliana, aceitas casar comigo?- olhou-me curioso e impaciente, eu larguei um sorriso contagiante e beijei-o fugazmente. Eu- Desde que não fujas amanhã!- ele beija-me mais uma vez. Bill- Só se fosse muito burro, para cometer o mesmo erro duas vezes!- rodamos de modo a ficar eu por cima. Puxei a sua t-shirt e beijei dedicadamente o seu peito, dando chupões à medida que ia descendo. Saí de cima dele, tirei-lhe as botas e as meias, gatinhei por entre as suas pernas e tirei-lhe o cinto. Eu- Estou a ter umas ideias!- brincava com o cinto e lançava-lhe um olhar maroto. Bill- O que é que tu me vais fazer!?- levantou o sobrolho. Desapertei o botão das calças e tirei-as. Eu- Vamos fazer um jogo, se me tocares com as mãos, levas com o cinto. Bill- não!- olhava-me com cara assustada e tarada ao mesmo tempo. Eu- sim!- tirei os sapatos, e as calças ficando de lingerie. Bill- Eu não vou aguentar!- suspirou. Pus-me na posição contrária à dele, ficando de cabeça para os pés da cama, os beijos recomeçaram, primeiro por aqueles lábios que eram a minha perdição, desci até ao pescoço, comecei a descer pelo tronco dele, mordisquei-lhe o mamilo, ele gemeu, tentou tocar mas impedi que esse toque existisse, delineei a estrela a baixo da bacia com a minha língua, uma coisa que sabia que o levava à loucura. Senti os seus lábios a beijarem-me o ventre e o piercing a fazer o trajecto do umbigo até aos boxers femininos que tinha, olhei-o de soslaio. Bill- Disseste mãos não lábios!- defendeu-se. Tracei uma linha molhada ao longo dos boxers dele, as minhas mãos entraram dentro destes e foram ao encontro do seu rabo onde o apalpei em provocação, ele gemeu mais uma vez, sentia a sua excitação a crescer, acabei por lhe tirar os boxers e saí outra vez de cima dele. Eu- E que tal um banhinho!?- provoquei-o. Bill- não, nem penses!- ele levantou-se, puxou-me para ele, eu dei-lhe com o cinto, ele agarrou-me as mãos e empurrou-me até à parede. Acabei por lhe sorrir, deixei cair o cinto ao chão, e saltei para a sua cintura. Ele livrou-se do sutian e devorava-me o peito. Eu agarrava os seus cabelos e gemia baixo. Bill fez questão que os meus boxers desaparecessem. Penetrou-me sem hesitação, gemi ao seu ouvido ele sorriu e beijou-me com loucura, paixão, luxúria, desejo por mais, encaminhou-nos até à cama onde se deitou por cima de mim, a nossa ondulação era sincronizada e perfeita, muitos dos gemidos abafados por beijos, as mãos dele passeavam as mãos dele passeavam pelo meu corpo deixando um rasto de fogo, as minhas unhas eram marcadas mais uma vez nas suas costas. Os movimentos ganhavam velocidade, as nossas respirações eram mais velozes, como se de uma corrida contra o tempo se trata-se, ele acertou no ponto certo, cheguei ao meu limite de prazer soltei um longo gemido, pouco depois ouvia-o a ele, deixou-se cair por cima de mim, foi para o meu lado e puxou-me de maneira a ficar sobre o seu peito. Silêncio, um silêncio que deu lugar a uma gargalhada minha. Bill- Posso saber porque te estás a rir?- olhou-me curioso. Eu- Porque só contigo voltei a ter fantasias sexuais — ele riu-se também. Bill- E posso saber quais são? Eu- Coisas que já não tenhamos feito!- ele riu-se novamente. Bill- Como no cinema? Eu- Isso não foi sexo Bill, tu apenas quiseste satisfazer as minhas necessidades! Bill- Ou na casa de banho da estação! Eu- Lembras-te que quase éramos apanhados?- rimo-nos. Bill- Mas a melhor que tivemos foi naquele rio!- fazia desenhos nos meus ombros. Eu- Tu sempre quiseste ter lá sexo! Bill- A natureza fascina-me! Eu- Parvo, mas sim foi a melhor! Bill- E faz hoje anos.- beijou-me. Eu- 21 anos!
Notas finais
REWIES PLEASEEEEE :(
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