With You I'm Born Again

11 Let's go to shopping!!!!!!!


P.O.V Beatriz.

O vento batia no meu rosto, levando meus cabelo para trás. Giovana e James estava em um dos "peixes-pôneis"*, eu e o Logan em outro, Math com Tyson e Percy ia em uma espécie de... prancha. Mas era composta por água.
Era tudo muito estranho, mas era uma sensação ótima. Logan me envolve em seus braços.
– Você sabia disso? Quer dizer... disso tudo do Maicon e a Giovana?
Faço que sim com a cabeça. Minhas bochechas esquentam, mas logo se esfriam quando o vento gelado bate em meu rosto novamente. Ficamos em silêncio por um bom tempo, até avistarmos uma espécie de ilha. Na verdade, era uma cidade.
Connecticut
Me animo e cutuco Logan, que esboça um sorriso.
– Isso é tudo tão estranho. — digo, quebrando o silêncio constrangedor.
– Eu sei. — ele diz e me envolve novamente. Encosto meu rosto em seu peito e relembro do dia em que nos conhecemos.

Eu estava dentro da sala de aula, aguardando o Sr. Fitz (Professor de Literatura), ainda tinha as mechas rosas e meu cabelo era curto. Havia acabado de chegar do Quartel com minha mãe, (Como ela era das forças armadas, eu já havia ficado dois anos no Quartel.) Ele entrou na sala acompanhado de James. Eu era aluna nova e não conhecia quase ninguém de lá. Apenas Giovana. Clarisse havia acabado de ir morar em outro lugar. (Que por coincidência era o CHB), o menino andou em minha direção. T
– Oi. — sussurro,
– Esse é meu lugar. — ele mal olha em meu rosto. Fico quieta por uns segundos, até que ele volta a dizer, agora olhando em meus olhos. — Esse é meu lugar.
– E...? — tomei coragem pra dizer. Ele estreitou os olhos e me fulminou. A sala se aquietou.
– Olha, eu não sei de onde você veio, mas aqui é diferente. Aqui nós temos algo chamado "Hierarquia"...
– E...? — volto a dizer. — Eu não vou discutir com você, até porque não tenho motivo. Mas de onde eu veio, nós temos algo chamado "Respeito". Você já ouvir falar nas palavrinhas mágicas? — Fiz voz de criança ao falar "Palavrinhas Mágicas". Peguei minha bolsa e coloquei no ombro. Fiquei sentada na cadeira enquanto ele me fitava. O encarei.
– Por favor? — ele diz, bufando. Faço que sim com a cabeça e sorrio vitoriosa.
Começamos a namorar 1 ano depois.

Sou tirada de meus devaneios quando o cavalo marinho para. Ele relincha e se dá meia volta.
– O que está acontecendo? — Giovana pergunta assutada.
– Eles só vão até aqui! — A prancha de Percy desfaz e ele cai na água, o que não é um problema.
– E agora irmão? — Tyson pergunta preocupado, Ele era um ciclope, mas não me assustava. Afinal, ele é meu irmão.
Ele pensa um pouco, e depois tira dois plásticos laranjas de dentro da mochila.
– Sério? Um bote? — James arqueia as sobrancelhas.
– É isso ou vamos nadando!
– Enche logo isso! — Matheus se apressa e dizer.

Percy enche os pulmões e depois solta o ar dentro da pequena abertura que se encontrava no topo do plástico. O bote enche e logo depois o ar se esvai. Dou uma gargalhada.
– Me dá isso! — Giovana toma um plástico das mãos de Percy e começa a soprar e em alguns minutos ele estava cheio. Ela fez o mesmo com o outro e o atirou no Mar.

O cavalo relinchou novamente e eu subo em um dos botes. Logo após Percy, Math e por último Giovana. James, Logan e Tyson estávam no outro.
Giovana abraça os joelhos e me aproximo, fazendo o mesmo.
– Oi. — digo.
– Oi! — ela abre um sorriso forçado e levanta a cabeça. Seus olhos ainda estavam enchados e uma lágrima desce por sua bochecha, mas ela trata de limpar rapidamente.
– Porque está chorando?
– Eu não estou chorando. — ela pausa e suspira. Ela cobre a cabeça com a toca de seu moletom e coloca as mãos no bolso da blusa.
– Olha, se é por causa daquele negócio com o Maicon e o Ja...
– Para. — outra lágrima rola em seu rosto. — Não me faça ser a coitadinha da história.
Busquei algum jeito de falar que ela era a coitadinha da história, mas desisto. Apoio minha cabeça no ombro de Percy e adormeço.

Acordo com Pery me sacudindo. Tive um sonho bem estranho, mas não consigo lembrar do que se tratava. Abro os olhos e bocejo. Havíamos chegado. Estávamos em uma praia, mas não sabia seu nome. Todos nos fitaram. Era meio obvio que isso ia acontecer, porque que tipo de pessoa usa moletom na praia? E que tipo de pessoa tem um olho só? Continuamos andando normalmente. Logan me alcançou e entrelaçou seus dedos nos meus. Sorri.
Depois de alguns minutos zanzando, finalmente achamos a saída da praia.
– Aqui é normal ter Ciclopes? Porque ninguém deu bola pra gente? — digo um tanto desesperada. Se ciclopes eram normais, imagina o que viria pela frente..
Matheus ri.
– Névoa. — diz como se fosse obvio. Torço o nariz. — A névoa, é uma força sobrenatural que destorce a visão mortal de ver monstros, deuses, Titãs, e várias outras criaturas míticas e ocorrências sobrenaturais, substituindo-os com as coisas que a mente mortal pode compreender.
– Você tem que parar de andar com a Annabeth. — James estrala os dedos. — E agora?
– Precisamos ir para um lugar mais discreto. Pode ser... Espera! Cadê o Tyson? — Percy grita. Olho ao redor e realmente ele não estava lá. Fico fitando a praia e vejo um dos peixes pôneis mergulhando com Tyson e cutuco Percy.

Corremos até um posto de gasolina e nos aproxímamos do lava-rápido que estava visivelmente abandonado. Tinha poeira por todo lado, materiais de limpeza espalhados pelo chão e uma mangueira enrolada num cano. Matheus vai em direção á mangueira e como ele era baixo, teve que fazer um esforço imenso para pegá-la. Ele rapidamente conectou ela á uma torneira e a água jorrou, formando um pequeno Arco-Íris. Percy pega um objeto de sua mochila.. Era grande demais para ser uma moeda e pequeno demais para ser um Euro. Ele á atira no Arco-íris e diz:
– Oh Íris, deusa do Arco-ìris. Aceite minha oferenda. — dito isso, a moeda sumiu e uma névoa se formou. — Helena Mitchell, Acampamento meio-sangue.
A névoa logo virou uma imagem, e depois de um tempo, estávamos no acampamento meio-sangue.
– Ora ora! — A menina ruiva abre um sorriso de orelha á orelha. — A que devo essa honra?
– Chega de drama. — Logan diz.
– Quem é? — sussurro.
– Helena Mitchell. Minha irmã.
– Helenaaaa! — alguém grita.
– Já voou! — Helena grita de volta. — O que vocês querem?
– Aonde fica essa tal escola? — Percy diz.
– Já chegaram? Bom... eu não sei. Mas o nome é Guess. Vocês sabem que é uma escola para garotas né?
– O quê? — James e Giovana gritam em uníssono.
– Esquecemos desse detalhe. — Matheus torçe o nariz.
– Sério? Tipo, só para garotas mesmo? Ou é divido em Alas? Tipo, metade homem e metade mulher? — digo segurando o riso. Já tinha uma ideia do que iria acontecer.
– Toda mulher. — Helena balança a cabeça enquanto ria. — Era só isso? Ok. Tchau! — ela passa a mão na névoa e a imagem se dissipa.
– E agora? — James pergunta.
Olho para Giovana e nossos olhares de cruzam. Nós rimos ao mesmo tempo. Ela havia pensado o mesmo que eu.
– Vamos as compras! — dizemos, em uníssono.