Will He Comeback?
13 Festa - parte 4 (I)
Notas iniciais
Espero que gostem desse *---*
Bjoos ^.^
Cheguei a tempo de vê-la subindo em sua moto e o segurando por trás.
QUEM ESSE CARA PENSA QUE É?!
Ela é MINHA!NINGUÉM, além de MIM, pode tocar desse jeito nela!
- AMU! AMU! — Gritei, mas elas já estava longe de mais para ouvir algo.
~~~~~//~~~~~
- Cara, o que aconteceu? Achou a Hinamori? — Kukkai perguntou, quando chegou até mim e o Nagihiko só ficou olhando.
- Achei, abraçada em um cara, em cima da moto dele.
- Ela com certeza viu a agarração de vocês.
- AAAAH! EU MATO ESSAS MENINAS! — Eu disse bravo, entrando na boate, mas eles me seguraram antes.
- Calma cara, é sua culpa também, mas não vem ao caso, é só a gente ir ver com o dono da boate e perguntar quem são eles.
- Tá, vamos lá. — Eu disse com pressa.
- É por aqui que ele fica. — Kukkai disse, indo na frente e nós dois o seguindo.
Bati na porta e escutei um "Pode entrar"
Entramos juntos e o cara só nos olhou, esperando que alguém explicasse.
- Anh, eu queria saber o nome dos caras que acabaram de tocar, que dizer, o loirinho.
- Eu não posso dar esse tipo de informação para vocês, sinto muito.
- Ah, cara, por favor. — Kukkai disse.
- E aí, Kukkai! — O cara levantou e foi até ele, sorrindo.
- Se conhecem? — Nagihiko perguntou.
- Sim, além de ser dono da boate que eu sempre venho, ele é meu primo. — Kukkai explicou.
- Bom, se for pra você e seus amigos, eu posso dar a informação.
- Ah, valeu. — Disse.
- Os meninos não dizem seus nomes, só apelidos, o loiro é GP, o ruivo é R e o moreno é L.
- Não sabe onde eles moram, né? — Perguntei para confirmar.
- Sei sim, nós sempre pedimos os endereços na entrada para quando alguém estiver bêbado, a gente chamar um táxi e dizer o lugar, assim a pessoa volta em segurança.
- Que fofos, agora podem me dizer, por favor? — Perguntei impaciente.
Neste momento eles podiam estar fazendo ...
- Calma, vou procurar aqui..... Vejamos, GP..... — Disse, analisando uma prancheta de madeira, que havia uma folha. — Achei, esse aqui ó:... — Ele anotou em um papel e me deu.
- Muito obrigado, te devo uma. — Disse um pouco aliviado.
- Vou cobrar. — Ele riu e nós saímos.
- Tenho que ir atrás dela, podem ficar aqui se quiserem.
- Não quer que a gente vá junto? — Kukkai perguntou.
- Não precisa, mas se puderem ir na casa dela e dizer que ela saiu comigo para os caras, assim eles não ficam preocupados.
- Ok, vamos lá. Vai a pé? — Nagihiko disse.
- Vou pegar um táxi, flw. — Disse e fui a procura de um táxi, o que não foi difícil achar, porque eles ficavam na frente da boate esperando saírem.
Entrei e pedi que fosse para o endereço que estava no papel.
Ao chegar, pude ver uma casa bem grande, mas também era suja, provavelmente porque ninguém cuidava.
- Quanto custou?
- 12,50.
- Ok, está aqui. Valeu. — Eu disse, entreguei a ele e saí do carro.
Cliquei no interfone, mas ninguém atendeu. Vi que a garagem estava aberta e vazia. Entrei sem pensar duas vezes, afinal, quem sabe o que ele pode ter feito para ela.
Subi as escadas até um corredor com vários quartos, entrei no primeiro e não havia nada de diferente.
Fui até o segundo e acho que era o quarto dele, observei todos os detalhes e notei algo que não queria ter visto, o celular da Amu estava em cima da cama, assim como a camiseta dela, o detalhe era que estava rasgada e bem na frente.
Peguei esses dois objetos e ia sair, mas ouvi um barulho e me virei.
Vi um cara com aparencia de drogado, principalmente porque não parava de fungar, então provavelmente se drogou com maconha e deve ter outra coisa aí junto.
- Viu ela por aí?
- Ela?
- Sim, a vagabunda que fugiu de mim. — Disse bravo.
- Ela tinha cabelos rosas?
- Sim e estava com a camisa do meu irmão.
- Para onde ela foi?
- Se eu soubesse não estaria aqui e sim comendo aquela vadia.
- Ela não é vadia. — Eu dei um soco na cara dele, que logo revidou com um chute na minha barriga.
- Ah, então a vadiazinha era sua namorada? Só pra avisar que meu irmão também comeu ela.
- Vai se fuder.
- Não chore, todos já devem ter comido ela mesmo. — ESSE CARA QUER QUE EU O MATE.
Dei um soco no seu olho e uma joelhada no sa**
Ia sair, mas ele pegou uma faca, que só agora eu notei que estava no chão e jogou em mim. Tentei desviar, mas foi muito rápido, quando notei, estava sangrando muito na barriga. A dor foi imensa, mas o que eu podia fazer? Tinha que achar a Amu.
Tirei a faca vagarosamente da minha barriga e a levei junto.
Desci as escadas correndo e peguei um pano, o rasguei e enrolei na minha barriga, por baixo da camiseta, que agora estava toda vermelha por causa da grande quantidade de sangue.
Saí da casa e olhei ao redor.
Não sabia o que fazer, fiquei alguns segundos só pensando, mas parei assim que vi um carro parando aqui em frente.
O loiro saiu do carro e veio rapidamente até mim.
- Cara, tá tudo bem?
- Claro, não tem como melhorar. — Falei ironicamente.
- Como fez isso? — Ignorou minha ironia.
- Nada de mais, só que o seu irmão drogado chamou a MINHA AMU de vadia e me tacou uma faca na barriga.
- Irmão? Amu? Como ela está?
- Me responda você, que tentou roubar ela de mim.
- Tentei nada, você ficou se comendo lá e quer que ela fique só olhando, né?!
- Cala boca, nem sabe da história e já sai falando merda.
- Não adianta a gente brigar agora, vamos deixar pra mais tarde, por enquanto, temos que achá-la.
- Tá, tem idéia de onde ela possa estar?
- Não, mas podemos ir na polícia.
- Ok, vamos lá então. — Disse.
- Vamos no meu carro, peraí, cade minha moto?
- Ela provavelmente deve ter usado para fugir desse filho da puta.
- Cara, ele é meu irmão.
- Eu sei, disse de propósito. — Eu o provoquei e ele bufou, desistindo. Entramos no carro e ele começou a dirigir.
A polícia não pode fazer nada se não der 48 horas desde o desaparecimento.
Então saímos cidade a fora para procurá-la, ficamos até de madrugada, mas ainda sim, não a achamos.
Ela deve estar... Machucada. Sozinha. Sem esperanças. Desmaiada.
Será que vamos achá-la?
Com vida?
Como as coisas acabaram assim?
Porque estraguei tudo?
Eu não vou mais vê-la?
Ela vai se esquecer de mim?
Se alguém me perguntasse agora "O que quer dizer a ela?" eu simplesmente responderia "Eu te amo" e a beijaria, atitudes podem valer mais que palavras, mas elas nos ajudam a expressar o que sentimos e um simples "eu te amo" pode mudar várias vidas, provalvemente para melhor, assim como ela mudou a minha.
Notas finais
Espero que tenham gostado ^^
Só posto com 3 reviews, não se esqueçam ;3
Obg aos reviews do capítulo passado, vou responder agora ;D
Ninguém me mandou perguntas (i.i), mas tudo bem, eu entendo que não queiram conversar comigo Ç.Ç
Booom, bjoos ^.^
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