Will He Comeback?

14 Festa - parte 5 (A)


Notas iniciais
Informações úteis:
* Me desculpeeeeeem por postar hoje, já que o dia da postagem é na quarta D:
* Obrigada a todos os reviews *---*
* Último capítulo da "Festa".
* Estou MUITO triste por ter perdido um leitor (i.i), se tiver algo que queiram que eu melhore, me digam, por favor Ç.ç
* Queria uma recomendação... Brinks, eu não quero que façam só pq eu pedi, tá? Era só brincadeira.
* Espero que gostem ;D
* Booom, bjoos^.^

Depois de meia hora de procura, ele saiu e me deixou sozinha.

Acho que essa opção não era boa, sendo que eu estava completamente sozinha, sangrando, machucada, impossibilitada de caminhar, sem celular e longe de qualquer um.

Não sei o que devia fazer em uma situação como essa, mas o tempo foi passando e comecei a ficar tonta, o sangue não parava de sair, sujando minhas roupas e o chão.

As dores só foram piorando e eu acabei desmaiando alí mesmo.

~~~~~//~~~~~

Acordei com tudo girando ao meu redor.

Pude ver uma luz forte em cima de mim e logo uma voz, autoritária e linda.

- Não posso ir agora, vai ter que se virar sozinho. — Essa voz dizia alto e cheia de preocupação, provavelmente no telefone.

- Ahn, oi? — Eu me levantei e disse alto para que ela ouvisse.

- Ah, pera aí, te ligo mais tarde. — Ela disse e desligou.

Olhei ao redor e vi uma casa simples e organizada, tudo que a minha não era.

- Olá, está se sentindo bem? — Apareceu uma menina na minha porta e perguntou, sorrindo gentilmente.

Ela era linda, tinha cebelos castanhos escuros, olhos cor de mel e um sorriso cativante.

- Oi, estou sim, não quero ser mal educada, mas onde eu estou e quem é você?

- Tudo bem, não está sendo não. Eu sou Ayuzawa Misaki e está na minha casa.

- Como?

- Eu te achei na estrada e te trouxe para cá, fiz alguns curativos, mas já vou avisando: Sua perna está quebrada e fez um machucado bem profundo no braço, o que eu fiz pode não ajudar por muito tempo, então que tal se a gente fosse ao hospital?

- Quebrei minha perna? — Perguntei assustada.

- Sim, mas ouviu o que eu disse?

- Mais ou menos, algo sobre ir ao hospital, né?

- Ahaam, vamos? — Ela me ofereceu a mão para me ajudar a levantar.

- Tá.- Use isso para conseguir caminhar. — Ela me passou uma muleta e eu a usei para chegar até o carro.

- Eu estou aprendendo a dirigir, então, tem certeza que não quer um táxi?

- Não, vai ser divertido te ver "aprendendo".

- Ok, então vamos lá. — Ela disse, se sentando no carro e eu fiz o mesmo.

Começamos a andar e posso dizer uma coisa: minha barriga doía de tanto que eu ria com ela dirigindo.

Foi o melhor passeio de carro que eu já tive, ela freiava e a gente voava pra frente, ou quando ela fazia curvas e eu batia a cabeça na janela.

Quando chegamos no hospital eu suspeitava ter quebrado algum outro osso.

- Desculpe, próxima vez iremos de táxi. — Ela disse meio triste.

- Desculpe nada, eu amei. — Disse sorrindo.

Entramos e fomos até a recepção.

- Olá, meninas, precisam de ajuda? — A recepcionista disse gentilmente.

- Eu machuquei meu braço e quebrei minha perna. — Disse.

- Ah, então irei chamar o doutor Phil, só um pouquinho. — Ela pegou o telefone especial para o hospital e ligou, quando terminou de falar, desligou e disse. — Podem ir até a sala 203, no segundo andar, ele estará esperando-as.

- Ok, muito obrigada. — Sorri e nós duas fomos até lá.

Entramos e um cara estava sentado nas poltronas, que logo se levantou e veio até nós.

- Olá, garotas. O que aconteceu?

- Oi. Eu tive um acidente e me machuquei, teria morrido, mas ela fez alguns curativos e me ajudou.

- Então, deite-se naquela cama e eu te examinarei, ok? — Ele apontou para cama que estava no centro do quarto.

- Ok. — Eu disse e me deitei.

Ele me examinou e disse meio pensativo.

- Bom, essa menina fez um trabalho muito bom com os curativos, poderia ter morrido por hemorragia, mas voltando ao assunto, você quebrou a perna direita e fez um corte no braço direito, além de alguns arranhões ou coisas assim, nada que vá te matar, apenas te incomodar por um mes ou dois. — Ele foi até sua maletinha, que estava em cima da mesa, ao lado da cama e pegou algumas coisas. — Bom, colocarei um gesso na sua perna e farei um curativo mais apropriado.

- Ok, muito obrigada, doutor. — Eu disse e quando ele terminou, fui me levantar, mas ele segurou meu braço.

- Sinto muito, mas terá que ficar mais duas horas aqui, em observação.

- Tá. — Disse emburrada.

- Vou indo, qualquer coisa, me chamem. — Ele disse e saiu.

- Quer que eu ligue para alguém? — Misaki perguntou.

- Pode ser... AHHH! IKUTO!

- Calma, está tudo bem?

- Não, ele deve estar morrendo de preocu... quer saber, vou deixar ele com as suas namoradinhas.

- Então tá, né. — Ela disse, meio assutada.

- Vou dormir um pouco, pode me acordar em meia hora? — Perguntei.

- Claro, durma tranquila.

- Se alguém vier me visitar diga que eu morri.

- Literalmente?

- Sim.

- Certeza mesmo?

- Sim, certeza absoluta, principalmente se for um cara de cabelos azuis. — Eu disse brava.- Boa noite.

- B-Boa noite. — Ela falou assustada e eu logo dormi.

POV MISAKI on:

Fiquei esperando ela acordar, mas ouço uma batida na porta e vou até lá.

Abro e vejo um lindo garoto de cabelos azuis, assim como ela disse.

- Me disseram que ela está aqui, é verdade?

Decidi fazer o que ela disse:

- Não, ela morreu. — Fingi estar triste.

- QUE? COMO ASSIM ELA MORREU? — Ele gritou.

- Teve um acidente de carro e não sobreviveu, sinto muito.

- NÃO PODE! ESTÁ MENTINDO! ME DEIXE OLHÁ-LA!

- Não piore mais do que já está. Ela morreu, aceite e me deixe em paz. — Fiquei me sentindo mal por ter mentido pra ele, mas foi ela que pediu e concordou de verdade.

- EU QUERO VER ELA!

- Vou chamar os seguranças. — Disse indecisa.

Acho que deveria contar a verdade, mas se falasse ela não confiaria mais em mim.

E, afinal foi ela quem quis assim, então deve ter um motivo.

Ele não respondeu nada, simplesmente saiu.

- Amu! Amu! — A chamei e logo acordou.

POV MISAKI off

- Amu! Amu! — Fui acordada pela Misaki, que me olhava com medo.

- O que aconteceu? — Ele veio aqui e eu disse que estava morta.

- Tá e qual é o problema? Porque está assim?- Ele acreditou e estava muito mal.

- Bom, melhor assim, já que não quero mais conversar com ele.

- O que ele fez?

- ... Ele anda com umas meninas grudadas nele.

- Ah, já entendi, é ciúmes que você tem.

- EU NÃO!

- T-Tá. — Ela disse assustada com o grito.

- Desculpa... É, eu estou sim, mas me entenda, eles ficam se abraçando e talz...

- Pede ele em namoro se o ama.

- Mas eu sou namorada dele.

- É? Então não pode deixar ele ficar assim com as outras, liga pra ele e manda ele vir aqui ficar com você, né? Se não ele pode ficar com elas e acabar te deixando.

- Mas eu estou sem o celular.

-Eu te empresto o meu. — Ela me deu e eu liguei rapidamente.

- Oi? — Eu disse.

- AMU?! ESTÁ VIVA? (N/A: Não, Ikuto, ela te ligou do céu ¬¬)

- Sim, pode vir aqui no hospital?

- CLARO! JÁ ESTOU INDO! — Ele desligou.

- Ele irá vir aqui.

- Ok, vou ficar ali fora.

- Não, fica aqui.

- Ok. — Ela disse e nós começamos a conversar.

Vi que ela era gentil, determinada e muito divertida, acho que seremos grandes amigas futuramente.

A porta se abriu, corrigindo, voou pra longe rapidamente e de lá saiu o Ikuto.

- AMU?! — Ele se aproximou.

-Ikuuuuto. — O abracei. Estava realmente precisando do seu abraço.

- O que aconteceu?

- Eu fui com o GP passear, minha blusa rasgou e nós fomos para a casa dele, lá ele foi buscar os outros amigos e eu estava lendo uma revista, quando um cara apareceu e tentou me atacar. Eu fugi com a moto dele, mas bati em uma pedra gigante e caí, me arrastei para um matinho e esperei até um milagre, ou seja, ela. — Eu apontei para Misaki e sorri, assim como ela. — Ela me levou pra sua casa e fez alguns curativos, quando acordei ela me explicou tudo e me trouxe pra cá. Resumindo é isso.

- Tenho algumas perguntas sobre esse "resumo". — Ele falou confuso.

- Pode fazer.

- Como sua blusa rasgou em um passeio? — Perguntou cheio de ciúmes.

- Ah, é que quanfo a gente tava no matinho, ela rasgou bem na frente. Queria que ele não tivesse feito isso, gostava da blusa.

- ELE? COMO ASSIM ELE?

- O parafuso. — Eu respondi e ele me olhou tipo "ahn?" — Você achou que o GP tinha tirado minha blusa?

- Sim.

- Ele fez isso e depois me deu a sua, que é a que eu estou usando. — Apontei pra mim mesma.

- Como ele tirou sua blusa?

- Com as mãos, brincadeira, ele só me deu uma dele mesmo.

- Tá. A outra pergunta é você sabe dirigir uma moto?

- Não, por isso me machuquei.

- E a última pergunta é: Onde se machucou?

Eu estava coberta por um lençol, então ele não viu o gesso.

- Anh, eu machuquei meu braço e quebrei minha perna, além de outras coisinhas menos importantes.

- Quebrou a perna?

- Ahaam, infelizmente.

- Quando vai ser liberada?

- Em duas horas.

- Huuuum, vou ficar com você até lá, ok?

- Eu ia te convidar, mas já que se auto-convidou...

- Me lembrei de uma coisa agora... QUE IDEIA FOI AQUELA DE ME DIZER QUE ESTAVA MORTA?

- Estava... brava.

- Com o que?

- Te vi agarrando elas...

- Ciúmes?

- Não, só quero que seja apenas meu. — Eu disse e olhei pra baixo, fazendo biquinho.

- Eu só te amo e sou só seu. — Ele se aproximou e me beijou, depois se deitou na minha cama ao meu lado e ficou aninhado comigo, brincando com as mechas do meu cabelo.

- Onde o GP está?

- Sério que vai perguntar dele, quando estamos juntos?

- Desculpe, só queria saber, porque adorei o passeio com ele e queria conversar um pouco.

- Booom, eu o encontrei e nós fomos procurar juntos, daí a polícia decidiu ajudar a te achar, combinamos de ir na casa de um tal de R, mas deram a ideia de ir te procurar em hospitais, eu fui até a recepcionista e ela me disse o quarto onde estava.

- PERA AÍ! PROCURAR JUNTOS?

- Sim.

- Então estão se dando bem?

- Mais ou menos e é só por você.

- Tente ser legal com ele, ok? — Dei um selinho nele.

- Tá. — Cedeu de má vontade. — Lembrei de trazer seu celular e sua blusa destruída. — Ele me entregou e eu peguei o celular.

- AAAAH, esqueci de apresentar vocês, desculpa, Ayuzawa Misaki, Ikuto. Ikuto, Misaki.

- Oi, prazer em te conhecer.-Ela sorriu.

- O prazer é meu. — Ele sussurrou pra me provocar ciúmes. — Que linda.

- Ahn, deixa eu procurar o GP aqui nos meus contatos e dizer que estou solteira, então podemos acabar o que começamos antes, no matinho. — Eu o provoquei também.

- Nem pensar, pode passar o celular pra cá. — Ele pegou da minha mão e eu sorri vitoriosa, mas decidi continuar.

- Me devolve, eu quero falar com ele.

- Não devolvo não.

- Poooor favooor!

- Só com um beijo e só se não ligar para ele.

- Ok, eu ligo para outro. — Disse e dei um rápido beijo nele.

- Não, tem que ser de verdade.

- Tá tá. — Ele me beijou apaixonadamente e quando nos separamos mal conseguia pensar.

- D-Devolve agora? — Perguntei, meio atormentada.

- Não.

- Como não? Disse que iria me devolver se eu te desse um beijo.

- Mas não vou.

- Que chato! — Fiz beicinho.

- Não fica assim, eu te amo. — Ele me abraçou.

- HAHAHAHAHAHA! — Ouvi um riso e nós dois olhamos para Misaki, surpresos. — Desculpa! É que eu acho muito engraçado suas brigas fofas de um casal apaixonado ^^

- Eu não estou apaixonada por ela. — Ele disse e eu fiquei muda. — Paixão é muito pouco para dizer o quanto eu a amo. — Ele sorriu e eu também, com sua linda "declaração".

- Faz isso só porque eu amo quando fala algo lindo, né?

- Ahaaam. — Ele sorriu novamente.

Como eu amo aquele sorriso.

- Eu te amo, Ikuto. — Me aninhei novamente em seu peito.

- Eu te amo mais.

- Quer discutir isso?

- Não, hoje nós podemos fingir que você me ama mais, ok?

- Ok. — Concordei e fechei meus olhos, após me aconchegar em seu peito.

Confortável, segura e amavelmente eu dormi.

Notas finais
Gostaram, minhas pessoinhas lindas? *---*
Olha, eu queria pelo menos 3 reviews, ok? :D
Booom, vejo vcs lá (nos reviews) ou na quarta ;3
Bjooos^.^