Will He Comeback?

12 Festa - parte 3 (A)


Notas iniciais
Aqui vai um cap tensinho, mas bom, eu acho
Bjoos^.^
P.S. http://mepergunte.com/martinaa/ Entrem e me perguntem *---*

- Será mesmo e eu te protejo de qualquer coisa, ok?

- O-Ok. — Disse corada.

Ele subiu na moto e eu fiz o mesmo, indo atrás dele.

- Tem que se segurar bem em mim. — Fiz o que ele disse, apesar de estar muito corada.

Começamos a andar, mas antes pude ouvir alguém chamando meu nome...

Acho que foi só impressão minha mesmo.

~~~~~//~~~~~

A sensação era ótima, os meus cabelos rosas voavam livres, a velocidade fazia com que uma grande quantidade de ar fosse contra a nossa cara, o que deixava mais agradável e calmo.

- Aonde vamos?

- Onde quer ir?

- Em um lugar calmo.

- Como?

- Em alguma praça.

- Ok, já sei exatamente onde ir.

Depois de mais um tempo chegamos em um jardim cheio de árvores e flores coloridas, com algums bancos e poucas pessoas.

- Quer um sorvete?

- Sim, pode ser de morango, mas deixa que eu pago. — Disse, retirando minha carteira do bolso.

- Não precisa. — Ele foi até a barraquinha de sorvetes e logo voltou com dois.

A gente estava ainda na metade do sorvete quando alguns menininhos se aproximaram.

- Oi, tios. Querem brincar com nós? — Um perguntou.

- Eu quero e ele ... — Olhei para o GP procurando a resposta.

- Ele também. — Disse em terceira pessoa, sorrindo e eu fiz o mesmo.

- Do que querem brincar? — O primeiro perguntou animado.

- Sei lá, esconde-esconde? — Perguntei.

- Pode ser. — Todos (menos eu) disseram.

- Então quem procura? — O primeiro disse.

- Eu vou. — GP disse.

- Tá, a gente tem 30 segundos para se esconder.

- Ok. Vou contar lá. — Ele apontou para uma parede e foi até ela.

- 1,2,3,4,5... — Quando começou a contar eu comecei a correr desesperadamente.

Me escondi em um matinho (ASHUSAHS) que na frente tinha uma parede, na verdade, aquilo parecia mais uma madeira com vários pregos.

Fiquei escondida, mas quando ele veio se aproximando de onde eu estava, andei rapidamente para trás, o que fez um enorme buraco na frente da minha blusa, porque uma maldito prego tinha puxado o tecido.

- AAAAH! — Soltei um gemido, que foi abafado com a minha mão livre, já que a outra segurava minha blusa (do uniforme) que estava prestes a cair. — GP! Pode vir aqui de olhos fechados, por favor? — Perguntei alto e ele logo veio.

- O que aconteceu?

- Preciso que me empreste seu casaco ou algo assim, mas de olhos fechados. — Disse de costas para ele, segurando fortemente minha blusa, ou o que restava dela.

- Acontece que eu não trouxe casaco, pega minha blusa. — Ele disse e logo caiu uma blusa na minha cabeça.

- Mas vai ficar sem.

- Não tem problema, coloque-a.

- Então vire de costas.

- Eu já estou virado.

- Ok. — Peguei e a coloquei.

Ficou grande e era de manda longa, então sobrou um grande pedaço nas mãos, mas era quente e confortável.

- Deu, pode virar. — Eu disse e virei também.

- O que tinha acontecido?

- Eu rasguei minha blusa em um prego. — Disse me xingando mentalmente.

- Queria ter visto. — Ele disse e eu corei.

- P-Podemos ir para sua casa, assim poderá se trocar.

- Quer ir a minha casa? — Perguntou maliciosamente.

- N-Não, quer dizer, não pode ficar sem blusa.

- Não gosta do que vê?

- Gosto, quer dizer, NÃO, eu não gosto ... Não fique magoado... Mas eu tenho namorado. — Disse confusa.

- Tudo bem, eu sei que não gosta de mim.

- Não é isso...

- Bom, vamos lá em casa então.

- Ok, mas temos que avisar os meninos.

Fomos para o local onde ele começou a contar e chamamos os outros, que logo vieram.

- Desculpe, mas temos que ir. — Disse.

- Ah, tudo bem.

- Tiiia, obrigada por brincar com nós. — Um disse timidamente.

- De nada, foi divertido.

- Então até outro dia. — GP disse e nós saímos de lá.

Por onde passávamos, vários olharem eram atraídos.

Paramos em frente a uma casa grande, mas mal cuidada.

- Vamos pegar a camiseta e sair daqui para fazer outra coisa, ok?

- Ok.

- Então venha. — Ele me pegou pela mão e me guiou até o seu quarto, que era tinha detalhes em preto e verde, era grande e ao contrário da casa, arrumado.

Ele mexeu no guarda-roupa e tirou duas blusas de lá, uma roxa de manga curta e outra preta de manga longa.

Estendeu a roxa e eu a peguei.

- Aonde me troco?

- Pode ficar aqui que eu vou no banheiro. — Ele disse e entrou em um banheiro, que era dentro do quarto.

Quando já tinha acabado, fiquei observando as suas coisas, tinha uma revista muito interessante sobre a Himitsu no Neko, então eu comecei a ler.

- Ahn, já posso entrar?

- Pode. — Eu disse e ele entrou, me vendo com a revista. — Desculpa pegar sem pedir, mas fiquei muito curiosa.

- Tudo bem, não se preocupe.

**Músiquinha de celular**

- É o seu? — Perguntei instintivamente.

- Ahaam, desculpe. — Ele respondeu e atendeu. — Oi...Sim, ela está aqui...Para de reclamar...Venham de táxi... Aff, cara, vai ficar me devendo uma... tá, tchau. — Disse e desligou.

Eu não queria perguntar, mas a curiosidade venceu.

- O que aconteceu?

- Nada de mais, os caras querem vir pra cá, só que estão sem carro e sem dinheiro pro táxi, então eu vou ter que buscar eles com o meu carro.

- Ah, nem sabia que tinha um carro.

- Várias coisas sobre mim que você não sabe.

- ... — Não sabia o que dizer.

- Quer vir junto ou ler a revista?

- Posso ficar? — Perguntei com voz manhosa.

- Claro, eu já volto.

- Obrigada e desculpe.

- Não se preocupe, pode ficar lendo tranquilamente essa revista e eu logo trago eles para cá.

- Ok.

- Tchaaau! — Ele disse e saiu.

Fiquei lendo a revista, até ouvir barulhos de vidros quebrados e várias coisas caindo no chão.

Fiquei preocupada e abri a porta, cuidadosamente, para não sair nenhum barulho, o que não deu certo, porque pareceu que eu tinha colocado uma bomba na porta, de tanto barulho que ela fez.

- AHN?! QUEM TÁ AÍ?! — Ouvi uma voz.

Corri para o banheiro e me tranquei.

Pude ouvir passos se aproximando.

Olhei ao redor e não conseguia pensar de tanto medo, toquei no meu bolso para pegar meu celular, mas tinha deixado em cima da cama.

Cada vez eu ficava mais nervosa, estava quase suando, porque o cara começou a bater na porta do banheiro e gritar.

Encontrei uma janela na parede, ela era meio pequena, mas seria minha última opção.

Subi na parte de cima do vaso (fechado) e consegui passar por ela, embora eu tenha tido muita dificuldade, já que ela era estreita.

A minha surpresa foi ver que quando eu saí dela, deu direto a uma porta, que eu acho que era do porão, sei lá, só sei que entrei.

Várias coisas empilhadas e com poeira.

Caixas, cadeiras, madeiras, livros e outras coisas.

Achei outra porta e entrei lá, sem saber o que havia.

A luz estava apagada, então fui passando a mão pela parede, até achar o interruptor, o que logo foi encontrado.

Vi que (por muita sorte mesmo) era a garagem, havia apenas uma moto, do GP.

Ouvi passos se aproximando novamente e agi por impulso.

Peguei a moto, subi e liguei.

Nem sabia dirigir, só fui andando reto, mas estava meio lerdo, então acelerei.

Fui por um caminho onde não haviam muitos carros, assim eu não provocaria um acidente.

Olhei para trás e havia um carro me seguindo, o mesmo que estava na frente da casa do GP, então eu presumi que era aquele cara.

Aumentei a velocidade, continuei andando, na verdade, tentando andar, porque era meio difícil, sendo que eu não fazia a menor ideia do que estava fazendo.

Olhei para trás novamente, só que desta vez eu não o vi, então achei que ele tinha desistido, mas quando fui me virar, havia uma pedra realmente grande no meu caminho e não deu tempo para desviar.

Já pode imaginar o que aconteceu, né? Eu caí, quer dizer, voei até um barranco que havia ao lado da estrada.

Acho que quebrei minha perna nisso tudo, mas ainda pode piorar, poque além de estar com a perna e os braços sangrando e doendo, descobri que o cara tinha pego um atalho para chegar em mim mais rápido.

Me arrastei até uma moitinha que havia nesse barranco e me escondi lá, mas o cara começou a procurar por lá e não queria ir embora.

Ele passou reto por mim, o que me deixou aliviada.

Depois de meia hora de procura, ele saiu e me deixou sozinha.

Acho que essa opção não era boa, sendo que eu estava completamente sozinha, sangrando, machucada, impossibilitada de caminhar, sem celular e longe de qualquer um.

Não sei o que devia fazer em uma situação como essa, mas o tempo foi passando e comecei a ficar tonta, o sangue não parava de sair, sujando minhas roupas e o chão. As dores só foram piorando e eu acabei desmaiando alí mesmo.

Notas finais
E aí, pessoas?!
Tudo na paz?
Gostaram do cap tenso?
Decidi que só posto com 3 reviews, ok?
Geeente, olha só que novidade, eu criei um MP, que serve para fazer perguntas, então entrem lá e me perguntem, por favor, pode ser qualquer coisa.
http://mepergunte.com/martinaa/
Eu ia amar ver algum de vcs lá :D
Bjoos^.^