Why Just Them?
3 Ciúmes. Mas... já?
Notas iniciais
Esse cap teve muito pouca história, foi mais um presentinho pra vocês.
Presentinho? Bem, vocês sabem que quando uso essa palavra quero dizer... Limonada! *¬* kkk
Bem, é meu primeiro lemon MxM, então não sei se vão gostar. :s Esse aqui foi mais por diversão mesmo, sem grandes significados. É para eu ver se aprovam... *cruza os dedos*
Espero que gostem! ^^
Chega de falar, não é?
Boa leitura ♥
OBS: Não deu pra revisar, perdoem qualquer erro.
Mello’s POV
Matt e Near jogavam agora. Eles realmente não pareciam irmãos. Me sentei sobre a cama de Matt, abrindo uma barra de chocolate e olhando para aqueles dois.
Matt geralmente era extremamente competitivo, mesmo no jogo mais bobo, se dedicava, queria quebrar recordes próprios, ignorava o mundo e só prestava atenção na merda do vídeo game. Mas dessa vez não.
Ele puxava assunto com Near a cada segundo, falava que iria esperá-lo um pouco já que ele era iniciante. Near acabou se divertindo também, assim como aposto que fez comigo antes.
Vi-o dar um leve tapa em Matt e o ruivo passou a mão pelos seus cabelos.
Tudo bem, não fique com ciúmes dele, caralho. Eles são irmãos. Irmãos de sangue. Matt está querendo se aproximar do irmão de sangue dele, não há nenhum mal nisso.
– Hey, Matt, isso não é justo! Pare de jogar óleo na estrada, seu trapaceiro! – E Near empurrou com o braço o corpo de Matt, ficando próximo a ele.
Fiquei com raiva daqueles dois. Por que Matt estava sendo tão displicente com a merda do jogo quando não fazia isso nem comigo? Afinal, eu também sou irmão dele.
– Não acredito que eu ganhei! – Near exclamou ao final, um sorriso sem tamanho nos lábios delicados.
– Claro que ganhou, eu deixei. – Falou Matt com um sorriso genuíno no rosto. Near sorriu. E então abraçou o ruivo.
– Me desculpe por nunca ter vindo de visitar, eu tinha medo de como você poderia reagir... – Disse ele em meio ao abraço. Matt passou a mão pelos cabelos do menor.
– Tudo bem, Near. – Disse o ruivo.
Os dois começaram a falar sobre coisas pessoais, ignorando minha presença ali. O que eu esperava? Os dois são irmãos de sangue, irmãos de verdade. Eu me sentia um intruso ali. Eu não sou nada deles.
Saí daquele quarto, irritado, indo até o meu e trancando-me nele. Matt estava todo preocupado com a chegada do irmãozinho, mas parece que gostou muito da ideia.
Matt’s POV
Eu realmente gostei da sensação de abraçar Near. E doía um pouco saber que passamos tanto tempo separados. Eu podia sentir que Near era meu irmão, não sei como, mas podia. Gostava de seu cheiro e da sensação de seu corpo pequeno encaixado ao meu. E ele compartilhava comigo a dor de termos perdido nossa mãe. E era muito pior para ele. Bem, para mim, Susan sempre foi minha mãe e eu tenho um pai presente. Ele nunca teve um pai e nossa mãe morreu, ela era muito próxima a ele. Um estranho instinto protetor surgiu em mim.
O soltei finalmente e ele sorriu para mim.
– Ela está num lugar melhor agora. – Concluiu ele, a respeito de nossa mãe. Ele deu um bocejo. Eu sorri.
– Deve estar cansado da viagem. – Ele assentiu. – Vamos, eu te levo até seu quarto.
Levei o albino até seu quarto e voltei ao meu. Tirei os joysticks do chão e fiquei deitado na cama, encarando o teto. Estava realmente triste.
Near cresceu sem um irmão, tinha somente a mãe. Eu nunca havia parado para pensar em como era sortudo. Eu tinha a Susan e o Mello. Cresci sendo o irmão do Mello, sem ligar para a existência dele.
Espera aí.
Falando em Mello... Quando foi que ele saiu do quarto?
Me levantei da cama em um salto, saindo do quarto e indo até a porta branca que ficava em frente a minha. Coloquei a mão na maçaneta e a pressionei, abrindo a porta com cuidado. A luz ainda estava acesa e o loiro se sentava na cama, com várias embalagens de chocolate jogadas ao seu redor. Esse menino iria ficar diabético...
– Você vai ser a primeira pessoa a morrer com overdose de chocolate. – Zombei, dando um pequeno susto nele que não havia me ouvido entrar. Seus olhos vieram em minha direção e ele ficou apenas quieto. – Está tudo bem com você? Por que saiu de lá?
Mello permaneceu quieto. Ele estava me ignorando?
– O que aconteceu? – Perguntei mais uma vez, enquanto me aproximava dele. Pensei em todo e qualquer motivo que poderia ter o deixado daquela forma e enxerguei o óbvio. Ciúmes. Me sentei ao seu lado, deixando os lábios pertos de sua orelha. – Está com ciúmes do meu irmãozinho, Mello? – Sussurrei deixando que meus lábios roçassem em sua orelha. Ele continuou me ignorando. Pelo visto eu precisaria apelar... – Fique calmo que essas coisas... – Pousei a mão sobre o couro preto da calça, em seu membro. – Eu só faço com um irmãozinho. E ele é você.
Ah, graças a Deus! Finalmente meu Mello mostrara uma reação. Ele estremeceu ao meu toque e olhou para baixo, a respiração acelerada. Dei um leve sorriso e subi na cama, ficando atrás dele.
– Vai continuar me ignorando? – Perguntei enquanto colocava meus braços ao seu redor, desabotoando sua calça. Mordisquei sua orelha e lambi seu lóbulo, também o mordendo. Mello soltou um gemido quase inaudível e jogou a cabeça para trás, querendo encarar os meus olhos.
– Matt, eu... – Ele parecia não encontrar as palavras. Abri um sorriso.
– Você agiu como uma criançinha e ficou morrendo de ciúmes do meu maninho, certo? – Indaguei enquanto abria o zíper de sua calça. Mello gemeu ao sentir meu toque sobre sua boxer. – Se serve de consolo... Eu também fiquei com ciúmes.
Passei um dos braços sob sua camisa e deslizei a outra mão por baixo da boxer. Mello estava ofegante.
– Podem nos ouvir... – Disse ele enquanto segurava o colchão com força, as costas jogadas para trás e as pernas querendo se abrir em um impulso para sentir mais de meu toque.
– Você sabe que não dá pros nossos pais ouvirem... O único seria o Near.
Mello beijou meus lábios, sugando o inferior de uma forma extremamente sexy ao final. De repente, ele não estava mais nervoso comigo.
– É melhor que ele sabia o que seus irmãozinhos fazem a noite... Assim já vai se acostumando. – Disse com seu tom malicioso.
Mello se virou de frente para mim, me fazendo deitar na cama. Ele me olhava faminto ao mesmo tempo em que tirava minha camisa.
– Mello! – O gemido saltou alto de minha garganta quando senti seus lábios em meu mamilo, sugando-o com vontade. – N-não...! – Soltei quando sua mão apertou meu membro com força, ainda sobre a calça.
Mell se livrou do resto de minhas roupas e começou a me masturbar em um ritmo viciante. Suas mãos quentes e firmes me arrancavam gemidos intensos que sem sucesso eu tentava reprimir. Near estava ouvindo com toda certeza, mas... Ahnn!
Da forma mais sexy que se poderia imaginar Mello estava de quatro sobre meu corpo deitado, completamente nu, sugando meu membro.
Seus... lábios...
Agarrei os lençóis com força.
Eu sentia como se meu corpo fosse explodir...
– Me-mello! Eu não vou aguentar...
Encarei o teto branco com minha mente nublada de prazer.
– Ahh-aah! – Em um espasmo me desfiz na boca do loiro, sentindo meu corpo estremecer.
Mello estava com o rosto próximo ao meu novamente e ostentava um sorriso sacana na face.
– O que é isso, Matty? Esse gemido foi digno de pornô... – Zombou, sabendo que isso me deixaria como um pimentão.
– Cala a boca! – Gritei enquanto virava meu rosto rubro de lado, tentando o esconder. Mello riu sua risada baixinha e segurou meu queixo com uma das mãos, me fazendo encará-lo.
– Por que tanta vergonha? Eu sei que você não é virgem... Fui eu quem tirou sua virgindade, lembra? – Ele sussurrou a última parte. Todos os meus pelos de arrepiaram. Mal tive tempo de pensar em ficar mais vermelho e a voz dele se fez presente mais uma vez. – Matty?
– O-o que foi?
– Vá pegar aquilo na minha gaveta... já está começando a doer. – Ele pediu com um leve sorriso. Descarado! Eu queria brigar com ele por dizer todas aquelas coisas, mas com aqueles olhos azuis em cima de mim... quem conseguiria? Afinal ele era o Mello. Simplesmente o Mello. Ninguém entenderia o significado disso...
Saí da cama em um pulo, sentindo o ar frio em contato com meu corpo quente. Peguei o lubrificante e quando me virei de volta me deparei com a cena mais erótica de minha vida.
Mello encostado nos travesseiros, as pernas abertas e o membro ereto, me olhando com desejo.
– Coloca em mim... – Ele pediu, surpreendentemente parecendo uma criançinha ao fazer isso. Se meu rosto estava vermelho agora ele estava pelando. Fui até a cama, me sentando em sua frente e colocando o conteúdo frio do frasco em seu membro. Mello estava sorrindo.
Senti meus lábios serem tomados por um beijo apaixonado e ao ritmo de nossas línguas passei as pernas por cima de suas coxas, nos encaixando no beijo, fazendo com que nossas ereções se tocassem. Demos um pequeno riso de nervosismo. E aqueles oceanos em sua face afogaram meus pensamentos da forma mais intensa que poderiam fazer. Me dando a certeza de que eu devia seguir em frente.
Me ergui de joelhos, sem desviar o olhar senti a pressão contra minha entrada e pouco a pouco fui me sentando. Fiz uma expressão de dor, fechando os olhos momentaneamente e então fui de uma vez, surpreendendo Mello e arrancando um gemido alto dele. Meus olhos lacrimejaram e ele estava praticamente louco de desejo. Olhou para mim com aqueles olhos pidões e eu não pude resistir.
Iniciei uma dança calma e intensa, sentindo-o entrar e sair de dentro de mim, sentindo sua pulsação, sentindo-me ser completo...
As mãos de Mello... seguravam-me com firmeza.
Os lábios de Mello... estavam loucos, gemendo meu nome.
– Matty! Ah... M-Matty! – Ele não cansava de repetir. Eu já estava soando quando ele pegou minhas pernas e colocou-as por sobre seus ombros. Com essa nova posição Mell atingiu o meu ponto sensível e isso arrancou gemidos imensos de mim, os quais era um tremendo esforço eu manter minimamente baixos.
Meu membro latejava quando senti as mãos de Mello nele, me fazendo sentir melhor, complementando nossa dança.
Logo senti o liquido quente me preencher por inteiro, o corpo de Mello pareceu mole e ele esperou que eu atingisse o ápice. O que não demorou muito. Rapidamente estávamos os dois sujos com nossas próprias sementes, um caído sobre o outro, abraçando-se.
Near’s POV
Havia tempos que eu havia acordado com os gemidos excessivamente eróticos vindos do quarto de Mello. Eu já estava cansado dessa tortura e eles pareciam não parar nunca!
Lágrimas vinham aos meus olhos ao mesmo tempo em que eu sentia meu órgão despertar. Não me pergunte porque, simplesmente doía ouvir aqueles sons.
Idiota. É essa a palavra.
Eu sequer conhecia aquelas pessoas direito!
Talvez fosse ciúmes de meu irmão, por ele estar fazendo isso, talvez algum instinto.
Mas então... Por que parecia doer ainda mais ouvir os gemidos de Mello?
Notas finais
Tipo, meio tenso ter que ficar ouvindo... Mello e Matt, seus mal-educados! ò.ó kkk
Realmente não sei se ficou bom. Resta a vocês me dizerem! kkk
Espero que tenham gostado ^^
Kissus ♥
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