Why Just Them?
7 Apenas... destruindo sua inocência.
Notas iniciais
Finalmente atualizando essa fic õ/ kkk Desculpem a Danonia, é que eu tinha outras fics e ainda tinha que estudar... Mas, enfim, aqui estou eu e com limonada fresquinha! *¬* kk Espero que gostem, danoninhos! >~<'
Eu comecei a revisar, juro que sim. Mas então meu pai começou a falar que era pra eu sair, e bateu o desespero de quem quer postar. Mais uma vez... Perdoem os erros! kkk
Boa Leitura! ♥
Mello’s POV
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Estávamos os dois em meu quarto, assistindo TV e comendo chocolate. Era estranho. Aquele silêncio imenso entre nós estava me agoniando.
– Mello? – Near chamou com sua voz naturalmente baixa. Desviei os olhos da tela que mostrava um desenho qualquer e mirei seu rosto. Um pequeno sorriso puxou um dos cantos de meus lábios ao vê-lo. Ele estava com a boca e um pouco das bochechas sujos de chocolate.
– O que foi? – Perguntei descontraído, como se não percebesse aquela tensão entre nós, quase palpável de tão densa. Near apenas me olhou com os olhos cinzentos hesitantes.
– M-me desculpe. – Gaguejou. Então era isso o que ele pretendia ao me chamar na dispensa? Pedir desculpas?
Eu dei uma risada baixinha, indo para mais perto dele. Disposto a fazer com que ele ficasse à vontade perto de mim. Disposto a fazer com que aquele rubor em suas bochechas desaparecesse.
– Desculpar? Pelo quê? – Indaguei sinicamente, como se já não soubesse dos seus motivos. Mas eu apenas queria ouvi-lo falar. E gostava do fato de minha proximidade à ele, deixá-lo com ainda mais dificuldade de falar. Aquela criança me irritava por parecer tão, extremamente... inocente.
– Por várias coisas. – Respondeu baixinho.
– Como por beijar o Matt, por exemplo? – Provoquei. Gostava de ver aquele metidinho todo desconsertado comigo, agindo como uma das meninas patéticas de minha escola. Era realmente realizador.
– F-foi apenas uma vez... – Mentiu descaradamente. Ergui uma das sobrancelhas.
– Eu segui você quando foi ao quarto dele mais cedo. – Afirmei. O rosto de Near virou um verdadeiro pimentão e ele olhou para mim sobressaltado. Aquele garoto, definitivamente, me irritava. Ele beijara o Matt ainda a pouco e então ia me procurar. Justo na vez em que eu apenas tinha voltado para a sala e voltado a assistir TV.
– A culpa não foi minha, Mello! – Protestou desviando o olhar do meu mais uma vez, parecendo uma criançinha com aquele rosto todo sujo de chocolate. Ele então se levantou, querendo fugir daquela situação.
Eu estaria realmente furioso com ele. Isso, se não soubesse que deixá-lo ir com raiva de mim seria ainda pior. Deixá-lo gostando de Matt e deixar Matt gostando dele, era algo perigoso.
Algo que eu sabia como evitar.
Quando deu o primeiro passo, peguei em seu braço, fazendo-o olhar para mim.
– Não saia por aí com esse rosto sujo, Near. – Afirmei. Ele franziu o cenho e ia erguendo a manga da blusa branca para limpar o rosto, mas o impedi. – Também não saia sujando sua blusa.
E antes que ele pudesse perceber, eu havia agarrado-o, colando nossos lábios, surpreendendo-o com o beijo. Senti o gosto do chocolate e comecei a sugar seu lábios inferior, mesmo que logo no começo já tenha tirado todo o chocolate, continuei. Suguei seu lábio ritmadamente, em um movimento delicioso. A força que ele fazia para se soltar, logo virou nada. E então o soltei. O rosto extremamente próximo ao seu. Encarei-o com raiva.
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Near’s POV
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Mello estava sugando meu lábio inferior... Sua língua pressionava-se contra ele, em movimentos circulares. Era algo que ninguém nunca tinha feito e ele fazia de uma forma irresístivel... Eu não pude resistir àquele toque tão enlouquecedor. Parei de tentar negar seu abraço, coisa que parecia causar-me dor.
Mas, como que de propósito, nesse exato momento ele me soltou. Colocou o rosto bem próximo ao meu, seus olhos azuis emanando raiva. Eu... não entendia. Ele não havia acabado de me beijar?
– O que você pensa que está fazendo? – Perguntou com a voz ríspida. Olhei o rosto tão próximo ao meu sem entender, ainda inebriado pelo beijo de Mello. Ao passo que não falei nada, ele continuou – Primeiro seduz Matt e depois tenta fazer o mesmo comigo? Eu realmente queria entender o que você está pensando que eu sou. Eu tenho cara de idiota, Near?
Me desvencilhei dele, tentando digerir suas palavras. Seduzir Matt? O seduzir? Do que diabos ele estava falando?!
– Eu nunca seduzi ninguém. – Neguei, olhando-o com raiva. Uma raiva falsa. Que escondia toda a minha desilusão. Eu realmente achei que... tínhamos feito as pazes.
– Não seduziu? Então o que diabos está fazendo no meu quarto?! – Perguntou com um sorriso de escárnio nos lábios finos, como se me achasse algo inacreditável.
– Eu apenas queria fazer as pazes com você! – Gritei de volta. Mello me olhou irado e então se moveu em minha direção.
– Você veio fazer as pazes comigo, branquelo? Foi só isso? Ah, como minha mente é poluída, não é? Então tá. Vamos fazer as pazes, Nate. – Afirmou. E seu tom era assustador. Tentei dar um passo para trás, mas antes que pudesse raciocinar sobre o que ele poderia estar insinuando, senti meu corpo ser pego e senti-me apertado contra ele.
– Me solta! – Protestei. Mas ele pegou meus cabelos com força, chegando a puxá-los. Colocou os lábios perto de minha orelha.
– Espero que não vá fazer as pazes com Matt depois disso, Branca de Neve. Realmente espero. – Murmurou, em seguida lambendo meu lóbulo e descendo a língua por meu pescoço, sugando-o com força ao final. Então meus lábios foram tomados pelos lábios de Mello.
Meu coração.
Sua língua deslizou por minha cavidade bucal, entrelaçando-se a minha enquanto ele passava a mão por meu corpo.
Minha pele.
Ele mordeu levemente meus lábios...
Por que tudo em mim parecia queimar?
A mão de Mello foi até meu membro e o apertou com força, arrancando de mim um guincho de dor. Encarei seu rosto quase colado ao meu e vi que ele ostentava um sorriso debochado. Mello era tão estranho, eu não sabia o que pensar! Por que era tão difícil saber se ele me odiava ou se gostava de mim? Por eu tinha que me sentir tão frustado perto dele?!
O loiro abriu minha camisa, arrancando alguns botões, na pressa com que o fazia. Eu acho que, se tivesse tentado, teria conseguido fugir dali enquanto ele fazia isso, afinal, a porta não estava assim tão longe. O único problema é que...
Meus músculos estavam congelados. E todas as partes em que Mello havia tocado, queimavam como se estivessem em chamas. Eu apenas... não conseguia pensar.
Senti os lábios de Mello em um de meus mamilos e um gemido de prazer saltou de meus lábios, me traindo. Comecei a sentir algo estranho em meu baixo ventre.
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Mello’s POV
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Beijei seus pequenos botões rosados, apenas para o provocar. Foi estranho, porque, imediatamente, senti-os ficarem rígidos e Near soltou um gemido. Olhei para seu rosto e ele estava inteiramente vermelho. Sorri. Near era realmente uma criança.
E tudo o que eu queria era ouvir essa criança gemer meu nome, como uma vadia.
Sendo invadida por mim.
Passei a língua por seu mamilo rígido, contornando-o com ela, sugando-o e mordiscando-o.
– Ahn... M-mello! – Ele gemeu com a voz fina e fraca. Minha ereção já estava formada e eu sabia que a dele também.
– O quê? – Perguntei, mesmo sabendo que ele não queria falar nada. Então abaixei sua calça branca, deixando-o apenas de boxer (incrivelmente, também branca).
– P-pare...
– Pare? Seu mentiroso. A última coisa que você quer é que eu pare. – Falei em meio aos ofegos, abaixando sua boxer e vendo seu membro pular de dentro dela. Acariciei com a ponta dos dedos a extensão de seu membro, causando arrepios no albino. Mordi seu lóbulo. – Ainda quer que eu pare?
Ele não me respondeu, apenas fechando os olhos com força. Ri. Amava vê-lo daquela forma.
– Vamos, Near. Se não pedir eu não vou fazer. – Isso pareceu o surpreender. Ele me olhou com os olhos cinza parecendo derreter nos meus.
– P-por favor... – Murmurou. Coloquei a mão em seu membro e comecei a brincar com ele, sem masturbá-lo. Near se contorcia.
– Por favor o quê? – Sim, eu era cruel.
– Mello! – Gemeu.
E então me abaixei a sua frente, lambendo a glande e então abocanhando somente a ela, sugando levemente enquanto passava a língua repetidas vezes por ela. Os gemidos de Near dominaram todo o quarto, mas ainda não pareciam suficientes. Eu queria que Near gemesse mais, muito mais. Queria ouvi-lo gritar de tanto prazer. Queria tirar todo e qualquer resquício de inocência que houvesse naquele ser.
Abocanhei todo o membro e então comecei a ir para frente e para trás com a cabeça, ouvindo-o enlouquecer. Parei repentinamente, ouvindo Near grunhir em reprovação. Então me posicionei atrás dele e abracei por trás. Meu membro ereto roçando em seu corpo.
– Eu poderia pedir para que você pegasse o lubrificante, mas Near está sendo um menino muito mau... – Suguei a pele de sua nuca, deixando marcas ali. E então Near gemeu e virou-se para mim, surpreendendo-me com um beijo.
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Near’s POV
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Uma corrente de desejo passou por todo meu corpo e me virei para Mello, extasiado, vendo seu rosto surpreso enquanto roubava-lhe um beijo. Deslizei minha língua por sua boca, mesmo sem permissão e, logo, ele estava retribuindo com a mesma intensidade. Tirei sua camiseta de couro negro e ele me ajudou a tirar suas calças, livrando-se dos coturnos em seguida. Olhou-me com uma fome que chegava a ser desesperada e então me empurrou para minha cama, deitando-me nela.
Observei seu rosto invadido pelos cabelos louros bagunçados, enquanto ele sentava-se sobre minhas coxas, o membro roçando no meu. Seus olhos capturaram os meus e eu desviei o olhar. Era constrangedor estar inteiramente pelado em frente ao Mello... Afinal, por que eu fazia isso? Por que eu me entregava tanto a um qual desconhecido? Por que Mello me enlouquecia?
– Você é tão pequenino... – Ouvi-o comentar com a voz baixa. Meu rosto virou um pimentão.
– M-mello...
– Não, não gosto de quando me chama desse jeito. Prefiro que gema meu nome. – Ele modificou a voz na última frase, arrancando arrepios de mim. E então ele começou a esfregar o membro no meu, fazendo movimentos de vai e vem sobre meu corpo.
– Aaaaaah! Mello! – Soltei um gemido incontrolável, enlouquecendo com aquilo. Meu membro latejava de forma insuportável.
Mello friccionou o membro ao meu mais uma vez e então, saiu de cima de mim. Estávamos frente a frente, os dois sentados, as pernas entrelaçadas.
Nos beijamos mais uma vez, movimentos se tornando cada vez mais sedentos. Mello então passou a beijar meu pescoço. Meu corpo... inteiro. Tudo pegava fogo e quanto mais seus lábios me tocavam, mais eu queria que tocassem. Senti os dedos de Mello em meus lábios, mas apenas olhei para ele, os dois arfando.
– V-vai doer... – Murmurei, intimidado. Ele pareceu ponderar por vários segundos e então sorriu.
– Eu devo ser realmente muito bonzinho... – Ouvi-o murmurar. E então Mello se ergueu, indo até uma gaveta e tirando dele uma embalagem transparente. Me senti estranho enquanto ele veio até mim, porque eu sabia que ele fazia aquilo com Matt.
A imagem de Matt veio em minha mente. Eu me sentia mal por estar fazendo aquilo, mas...
– M-mello! – Soltei ao sentir seus dedos em minha entrada, distribuindo por ela o lubrificante gelado. Ele começou a movimentar os dedos com pressa, me ensandecendo. Quando não podia mais aguentar, soltei um pequeno grito. – Depressa!
Mello me olhou de forma intensa e ardente. Senti suas mãos em minha cintura e ele me ergueu um pouco. Eu iria... sentar sobre aquilo? Com Mello de frente pra mim? Olhando... meu rosto?
Fechei os olhos, sentindo a glande roçar minha entrada e desesperado para me sentir preenchido por Mello. Comecei a descer, sentindo aquela dor imensa, e gostando dela, me agarrando à ela, aproveitando cada segundo daquilo, mesmo os mais dolorosos.
Soltei um guincho de dor ao mesmo tempo em que Mello soltou um gemido embebido de prazer.
Minha mente se fez um borrão e então comecei a cavalgar sobre aquela pessoa.
Aquela pessoa...
– Mello! –Ele então mudou as posições, ficando atrás de mim. Começou a estocar mais uma vez. – Mello... Mello... Mello! – Eu gemia a cada vez que ele entrava, e saía. Entrava e me enlouquecia.
Estávamos descompassados, até aquele momento.
Mello estocou com mais vivacidade e tocou em um ponto muito sensível, em meu interior. Eu não sabia porque aquilo me fazia... Ahn... enlouquecer, mas...
– M-mais! Mello, mais! – Eu gritava como louco, minha voz modificada, sondada aos gemidos que eu soltava.
– Near! – Ele gemeu arrastadamente, antes de me obedecer, indo com cada vez mais força.
Então achamos a sincronia perfeita.
Ele me estocava ao mesmo tempo em que me masturbava. Eu gemia seu nome, ao mesmo tempo em que ouvia meu nome sendo gemido...
E aquilo era tão... inimaginavelmente perfeito.
– Aaaaaaaaaaahn! – Gememos o maior de todos os gemidos ao mesmo tempo. E então senti-me invadido pelo liquido de Mello, enquanto sujava os lençóis com o meu próprio.
Nossos corpos pareceram ficar moles, então Mello me puxou para ele, nossas respirações aceleradas e o cheio de sexo impregnado em nossos corpos. Ele me abraçou. E seu corpo era quente. E tão maior que o meu... Encaixei-me em seu corpo e ele passou a perna por cima da minha. Beijei seu peitoral, onde minha cabeça estava pousada. Eu estava satisfeito por minha primeira vez ter sido com Mello... e um sentimento incrivelmente grande dominava meu ser.
– Mello, eu acho que... te amo. – Sussurrei. E ele ouviu.
Mello engoliu em seco.
– Que pena, porque eu amo o Matt.
C-como descrever... Meu coração... meu corpo... meu âmago... Todos eles pareceram partir-se em minúsculos pedaços.
Olhei para Mello, sem acreditar. Aquelas lágrimas ferozes manchando minha face. E ele estava sorrindo ao ver-me assim.
– O quê? Acha que eu vou te comer e então largar o Matt pra ir viver uma bela história de amor?
Levantei da cama em um pulo, as lágrimas vindo e bagunçando tudo. Foi humilhante caçar minhas roupas e colocá-las, ouvindo as risadas de Mello. E chorando.
Tudo parecia negro e doloroso.
Mais lágrimas caíram e antes de sair, olhei para trás, flagrando seus olhos azuis em mim.
– P-por quê? – Soou quase ininteligível em meio as lágrimas.
Mello parou de rir, apenas olhou para mim, como se ele mesmo não soubesse.
Olhei para seu rosto e com um último olhar, que pareceu se arrastar por horas, abandonei seu quarto.
Notas finais
E então, vocês gostaram? *torcendo desesperadamente*
Espero realmente que sim!
Fui meio má, não é? kkk
Kissus ♥
Até o próximo cap õ/
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