Who You Are

4 Capítulo 4


Notas iniciais
Espero que gostem deste capitulo!

Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.

Neste momento não posso voltar atras. Quando olho para a Rachel, ela já não estava lá, aliás não estava lá quase ninguem, já devia ter tocado…

Afonso: Eras tu.

Mel: o que? – Digo confusa

Afonso: Eras tu, a rapariga de quem o meu irmão não para de falar. – Diz mantendo o mesmo tom de voz.

Mel: Não sei do que estás a falar. – Digo a tentar didfarçar e olhando para o chão.

Afonso: olha para mim, OLHA PARA MIM! – Diz gritanto

Mel: O QUE É QUE QUERES!? – digo alterada, não suporto que gritem comigo

Afonso: Afasta-te do meu irmão! Fica com a tua familia, com o teu irmão que eu fico com o meu! – Diz aproximando-se de mim.

Mel: isso foi uma ameaça? – Digo “entrando no jogo dele” – Porque eu quero que tu saibas, que eu não teho medo nenhum de ti.

Afonso: Devias ter, e anda te vais arrepender!

Mel: por?

Afonso: Apenas… Deixa-me, a mim e ao meu irmão.

Mel: O teu irmão e um miudo excelene e tu trata-lo como lixo! Não te sentes mal?

Afonso:…

Mel: Claro que não – digo impedindo-o de falar – Es um cretino, um hipócrita que so quer saber de si mesmo! Basta olhar bem para a tua cara que notasse o tipo de pessoa que és!

Afonso: Cala-te.

Mel: E digo-te mais, e bem feito se o teu irmão um dia te deixar e tu ficares sozinho!

Afoso: CALA-TE! –Gritou de um modo que me fez calar. – Não sabes nada sobre a minha vida! Não vai ser uma pirralha como tu que me vai fazer mudar, eu sou assim e para sempre serei! E deixa o puto em paz!

Mel: Obriga-me.

Ela aproximou-se mais de mim, levantou a mão e eu apenas fechei os olhos. Estava pronta para sentir um estalo, mas em vez disso, senti uma mão suave, a fazer-me uma “festa” na cara… Abri os olhos e ele estava a olhar para fixamente para mim. Os olhos verdes dele ao perto eram ainda mais vivos…

Afonso: Apenas, afaste-te. – Diz virnado costas e indo embora.

Porque? É a uncia pergunta que paira na minha cabeça nesta momento…. Olhei para o lado e ele já tinha desaparecido. Comçei a correr à procura dele. Dei a volta ao pavilhão e vi-o fora da escola. Fui atras dele. Felizmente ele não reparou. Ele virou à esquerda e entrou num beco. Fiquei a espreitar…

Rap.1: Tão Afonso?! Tens o Dinheiro?!

Afonso: Não, preciso de mais 2 dias.

Rap.2: O caraças! Já te demos muito tempo! Nós tambem precisamos de consumir meu! O dinheiro não nasce nas arvores!

O que? Mas… Ok Mel… é melhor ires embora… mas… Não o posso deixar aqui… Ok… tenho que ganhar coragem e ir até ele! Respirei fundo e fui até ele.

Mel: Afonso! – Gritei.

Eles os 3 olharam para mim, ele fez uma cara de medo e os outros dois…. Fizeram olhares cumplices…

Rap.2.: Olha olha, o Afonso trouxenos um presente… — Diz sorrindo e virando-se para mim.

Afonso: Não trouxe nada, é uma maluca! Vai-te embora! – Diz gritando para mim.

Mel: Não!

Rap.1: Bem, esquece o deinheiro, podemos ficar com esta doçura. – Diz sorrindo.

Recuei e o Afonso veio até mim, pondo-se à minha frente. Ok. Mel, estás em apuros.

Afonso: Não, eu trago vos o dinheiro, apenas… Ela não, deixem-na ir.

Rap.1: Não queremos o dinhero, queremos a gaja!

Mel: Afonso – Digo sussurando e agarrando o braço dele

Afonso: Calma, vai ficar tudo bem – Diz sussurando

Rap.2: Tão? Tas à espera de que para vires ter connosco? – Diz sorrindo para mim.

Afonso: Eu arranjo-vos o tripolo do dinheiro, mas ela não! – Diz puxando-me de modo que eu fique por baixo do braço dele.

Foi… Confortavel… O rapaz é bipolar.

Rap.2: Não! Queremos a ….

Rap.1: Cala-te. O triplo? – Perguntou e o Afonso acentiu com a cabeça – Tens 3 dias. Nem mais nem menos. Vai, antes que eu mude de ideias. Mas! Caso não consigas, já sabes o que eu quero!

Ele não disse nada, apenas pegou na minha mão e saimos daquele beco. Andamos um pouco e fomos até a um jardim.

Mel: quem… quem eram aqueles? – Digo com receio da resposta

Afonso: A questão não é essa! Porque é que me seguis-te? Porque é que entras-te naquele beco?! Sabes o que poderia ter acontecido? – Ele diz olhando nós meus olhos. Eu apenas disse “não” com a cabeça – Eles podiam ter-te levado para a cama e…

Mel: Ok! – Digo interrompendo-o – Obrigada.

Afonso: Por?

Mel: por me teres “salvo” – digo fazendo aspas com os dedos – daqueles tipos…

Ele não fez nada. Apenas se levantou do banco de onde estavamos sentados e esticou-me a mão. Peguei na mão dele e levantei-me.

Ele apenas se virou para mim e novamente, olhou-me nos olhos.

Afonso: Quem és tu?

Mel: como assim?

Ele estava perto o suficiente para cheirar o halito dele. Desta vez não cheirava a alcool, mas a menta… Um cheiro, agradavel.

Afonso: Tu apareces na minha vida e fazes com que eu queira mudar. Mas…

Mel: mas?

Afonso: Mal nos conhecemos mas quando olho para ti… parece que te conheço à meses… Anos!

Mel: Eu acho-te bipolar. – Digo rindo-me e fazendo-o rir. E que sorriso. – Não leves a mal… Mas, a primeira vez que te vi, e que falei contigo, não foste a melhor pessoa do mundo para mim… Até me assustas-te…

Afonso: Desculpa. – Diz olhando para baixo

Mel: Mas – Digo pondo a minha mão no sei queixo para ele olhar para mim – Enganei-me… Tu és… Difrente.

Afonso: Tu tambem… Es difrente de todas as raparigas…

Mel: Para melhor ou… pior?

Afonso: melhor… Mas uma coisa que eu ainda não sei… é o teu nome.

Mel: Melissa…

Afonso: É lindo.

Mel: Como tu.

Afonso: não tanto como tu.

Mel: não Vamos começar com uma converssa idiota como esta está a começar a ser.

Afoso: não… Não vamos.

Estava tão bem ali… Até me lembrar de que….

Mel: Escola!

Afonso: A primeira aula já acabou, mas se nos despachamos chegamos no intervalo.

Mel: Vamos!

Começamos a correr e conseguimos chegar à escola a tempo.

Afonso: Deste portão para dentro a nossa relação é nula.

Mel: o que….

Ele entrou no portão e deixou-me ali. A apanhar do ar. Entrei na escola, vi o horário e ia ter Educção Fisica. Desta vez já ia fazer.

Fui para os balnearios e a Rachel estava lá.

Rach: Onde é que tu te metes-te?! – Diz olhando para mim espantada.

Mel: Estive com o Afonso – Disse baixo para apenas ela ouvir.

Rach: O que?

Mel: Depois conto-te…

Entramos as duas para o balneario e depois fomos para a aula.

Prof.: Bem, hoje, vamos fazer uma aula de Introdução à Ginástica Acrobática. Alguem, daqui da turma, já fez?

Mel: Eu já fiz professora…

Prof.: Claro que já fizes-te! Eu vi um dos teu espetaculos! Tinhas 7 aninhos não era?

Mel: sim….

Prof: ainda fazes?

Mel: Não… Aconteceram umas coisas e … Já não fasso.

Prof: É pena. Juntem-se em pares.

A Rachel agarrou-se a mim mas a professora…

Prof.: Rapaz, rapariga Rachel.

Rach: Ok professora. John! Fica Comigo! – Diz gritando para um colega.

Bem.. Ninguem quis ficar comigo, provavelmente por eu ser a miuda nova… Fiquei com o Afonso porque ninguem quis ficar com ele tambem. A aula ia ser longa…

Notas finais
Reviwers!