Who Is Dead?
5 novas pistas?
Notas iniciais
boa leitura
POV Terumy Mei
Aqui estou eu,indefesa e deixada para morrer,sim ''deixada para morrer'',pois sei que não vai ser nada fácil enfrentar a classe inteira,Armin e Alexy faltaram e prometi a eles que faria isso hoje,estou na frente da sala,todos evitam olhar para mim,como vou conseguir faze-los acreditar em mim?lembro do meu reflexo no espelho quando coloquei o tapa-olho de minha mãe,tão parecidas e ao mesmo tempo tão diferentes,talvez,eu devesse tentar ser mais parecida com ela,acho que ainda me lembro de como ela falava das pessoas que estavam na classe 3 do nono ano.
-Ohayo,pessoas — eles não olham para mim,mas sei que estão escutando. — sei que estão me ouvindo,e que estão fazendo isso porque estamos mais próximos da morte,e agora,tenho certeza que já começou,não vai adiantar me tornar inexistente,mas eu posso ajudar,sei que meus pais ajudaram a parar a calamidade,eles falaram para mim,tudo bem,eles só lembram que tentaram e não como pararam,mas mesmo assim eles podem nos ajudar,eles devem ter deixado alguma pista de como parar a calamidade,e ninguém os conhece mais do que eu — as palavras pularam da minha boca,talvez eu deva ter falado muito rápido por causa do nervosismo,minhas mãos estão suando,eu respiro fundo e digo mais uma frase — e então?como ficamos?
eles começam a trocar olhares esperando aprovação de todos.
-Lysandre,Rosalya,desculpe-me se gritei com vocês e os chamei de idiotas,eu estava com medo,medo da calamidade,e medo de vocês me deixarem sozinha,acho que porque no fundo,eu já sabia que fariam isso,pois no lugar de vocês,eu também agarraria qualquer esperança,mas infelizmente,nada é assim tão fácil. Vocês me desculpam?
-É claro que te desculpamos Terumy — Rosalya levanta e vem até mim com os braços abertos e me abraça — senti falta de falar com você
-Eu também Rosa — digo correspondendo o abraço
-Acho que também devemos desculpas,afinal tomamos uma decisão sem pensar.
-Não precisam se desculpar Kentin,é como minha mãe dizia:''quando estão com a vida em risco,as pessoas começam a tomar decisões desesperadas'',ou seja,qualquer um faria isso.
-É mas,vem cá Terumy,qual é a desse tapa-olho? — perguntou Castiel,fazendo a pergunta que todos já deveriam estar se fazendo,percebi isso desde de quando entrei na escola.
-Longa história
-Certo turma agora que está tudo bem já podem voltar a fazer a lição,depois vocês conversão.
-está bem professor Faraize,depois nós conversamos e eu explico tudo
No intervalo,expliquei tudo a eles,como tinha dito,eles deram rasão ao que os gêmeos falaram.
-Acho que é mesmo bem melhor você ser a chefe-das-contra-medidas do que esse irresponsável chamado Castiel. — provocou Nathaniel
-Irresponsável é a vovozinha,mas concordo com você esse negócio de contra-medidas é muito chato,não sei como minha mãe aguentou.
-Nem eu,sua mãe e você tem personalidade forte como você,alias é uma das únicas duas coisas que vocês tem em comum,que é a personalidade forte e o cabelo liso — eu falo.
-e vermelho — complementa Violette com um fiaspo de voz
-Na verdade Violette,o cabelo do Castiel é preto,só que ele pintou de vermelho para ficar mais parecido com um tomate-zombou Nathaniel,fazendo todos rirem.
-Melhor do que ser uma loira oxigenada
-Pena que não tem nenhuma aqui.
-Ok,já chega de briga vocês dois,parecem duas crianças — Lysandre os interrompeu,talvez ele ache que eles acabariam se batendo...ou o contrário
-Voltando ao assunto,eu não sabia que sua mãe foi chefe-das-contra-medidas. — conto ao ruivo antes moreno.
-Mas foi,acho que no mesmo ano que a seus pais foram da calamidade,no ano 1998.
-Tem certeza?minha mãe disse que todos os dois representantes e a chefe-das-contra-medidas haviam morrido.
-Você deve ter se enganado,pergunta para seus pais se eels conhecem alguma Izumi Akazawa,que é o nome da minha mãe.
-Isso eu já sabia,mas duvido que seja ela,então faz o favor de perguntar para ela se é mesmo esse ano,e se ela conhece alguma Misaki Mei ou um Kouichi Sakakibara.
-Terumy,esqueceu que sou emancipado é?
-É mesmo,desculpe,como você virou o ''chefe'' por causa dela achei que ela iria voltar.
-Na verdade,ela ia,mas achei melhor ela não vim,assim fica-rá segura,assim como meu pai,já que estão fora de Yomiyama.
-Certo.
O tempo passou Rápido depois do intervalo,quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi devolver o tapa-olho da minha mãe na gaveta,antes que ela percebesse,na qual qual no foi minha surpresa ao ver que a gaveta estava trancada,minha mãe deve ter lembrado de tranca-la,espero que ela não tenha olhado dentro dela.
-Vai precisar disso — olho para traz,minha mãe stá com uma chave na mão.
-Você não deveria estar no trabalho?
-sim — ela vem até mim
-não está com vontade de ir não é mesmo?Eu já deveria ter me acostumado,afinal sei muito bem que você não precisa ir para a empresa para trabalhar,por isso só vai quando quer — eu pego a chave e abro a gaveta onde não está mais a folha do diário — desculpa,eu não deveria ter mexido nas suas coisas. — Eu levo minhas mãos ate a orelha para retirar o tapa-olho
-Fique com ele.
-O que?
-Fique com o tapa-olho,foi por isso que deixei a gaveta e a porta abertas naquele dia,sabia que você iria pegar,foi por isso que fiz uma falsa folha de diário.
-Eu deveria saber,mas não seria mais fácil me dar diretamente?
-seria,mas não teria o mesmo efeito não é?
-é tem rasão,eu nem usaria,e até que ele me ajudou muito,acho que vou continuar o usando — eu vou fechar a gaveta quando olho para a foto de quando meus pais foram viajar no ultimo ano do ensino fundamental,quando eles eram do nono ano — mãe,tinha alguma Izumi Akazawa na sua sala?
-Akazawa?hum... — ela fecha os olhos como toda vez que tenta se lembrar de algo — esse nome me soa familiar mas não me lembro de onde.
-Então não deveria ter,pois a que estou falando era a chefe-das-contra-medidas,e acho que não tem como esquecer quem foi a chefe-das-contra-medidas
-Na verdade tem sim,eu não lembro o nome dela,só sei que ela morreu na viagem com os cacos de vidroda janela — ela pega a foto na gaveta — é essa aqui
Ela apontou para uma menina de cabelos longos e ruivos com maria-chiquinha,ela se parece bastante com a mãe do Castiel,talvez fosse alguma irmã gêmea ou algo assim.
-Mãe,você pode me dar mais informações da sua calamidade?
-Bem,eu não me lembro de muita coisa...
-O que você lembra?
-Eu lembro que teve um incêndio no hotel que a gente ficou.
-Só isso?
-Também lembro que tinha um assassino lá
-E o pegaram?quem era?por que foi matar o pessoal de lá?quem que ele matou?
-Eu...eu não me lembro.
-Como assim?
-lembro de estar fugindo com o sue pai de alguma coisa,mas não sei do que era ou de quem era,nem porque estava fugindo,talvez fosse do fogo,mas não lembro nada sobre os assassinatos.
-Tudo bem,isso não ia ajudar em nada mesmo.
-Talvez sim,a calamidade altera nossas memorias,e eu contei isso para você uma vez.
-Isso quer dizer que achando as respostas para as minhas perguntas eu acho como parar a calamidade! tchau e obrigada mãe — eu levanto e saio correndo
-Terumy espera! você... — minha mãe gritou mas não consegui distinguir o resto da frase,mas não importa,preciso achar algum jornal do ano de 1998 sobre esse incêndio,pode ser um pouco difícil afinal já se passaram 24 anos,mas tenho certeza que vou achar alguma coisa na biblioteca,já vi jornal de 1950 lá,só espero que ele não tenha sido alterado.
POV Misaki Mei
Terumy,essa menina não tem jeito,espero que ela tome cuidado,sei que ela é corajosa,e agora,tenho certeza que não tem medo da morte,isso lembra de quando eu era da classe 3-3,eu não tinha cuidado,eu não tinha medo,porque eu não tinha um motivo para viver,a pessoa que eu era mais próxima,e a que eu mais amava,morreu por causa da calamidade.Terumy agora é como eu,bom,mais ou menos,ela tem uma aparência como uma das bonecas da Kirica,tem uma aparência sombria,mais ainda por causa do meu tapa-olho,mas por dentro,ela é tão cheia de vida,tão alegre,tem um espirito aventureiro,adora esporte e é boa neles,diferente de mim e de Kouichi,que sempre fomos péssimos,é meiga,doce,engraçada,inteligente e curiosa,o jeito frio é só fachata,pois todos sabem que ela tem um coração mole,mas também tem um lado ruim,ela não tem os olhos para com o mundo que todas as outras pessoas tem,ela parece ver a cor da morte,mas diferente de mim,ela vê o interior das pessoas,o sentimental,uma pessoa muito triste,é uma pessoa morta,uma pessoas que não vive a vida,também é uma pessoa morta,ela pode prever esses acontecimentos como eu prevejo as mortes,ela pode evita-los,e é isso que ela está tentando fazer,mas se esquece,que uma pessoa morta psicológicamente pode voltar a vida,mas se seu coração parar de bater,como ela está ariscando,nunca mais vive-rá.
A unica coisa estranha nessa história é que ela não consegue ver a cor da morte nas pessoas realmente mortas,apenas as vezes,e isso é realmente estranho,afinal,pessoas mortas não tem mais sua alma,e não tem mais sentimentos,mas mesmo assim,são raras as vezes em que ela a ve nessas pessoas.
Também a outra coisa que somos diferentes,ela não tem como parar de ver essas coisas com um tapa-olho,ela nasceu com esse dom por algum motivo,mas ela nunca quis ver isso,ninguém quer,essa cor passa um ar triste,sombrio,nos passa dor,é por isso que eu deixo meu olho de boneca escondido,e é por isso que ela faz de tudo,para não ver essa cor.
Hono kuraki hitsugi kara umi otosareta ningyou no you ni
Notas finais
se alguém está se perguntando se eu sou uma fujoshi a resposta é sim,mas a Terumy não,só coloquei aquilo para ficar mais engraçado,afinal tem aquele ditado de quem briga muito é por que gosta,ou algo assim.
TESTE TESTE TESTE TESTE TESTE TESTE TESTE
sabe,eu tava ouvindo musica enquanto estava escrevendo esse capitulo,e acabou que sem querer sairam nele 3 frases de 3 musicas diferentes,e como eu quero saber quem le as notas finais,quem leu responde qual é o trecho que é da musica,e se souber qual a musica coloca também,e se não souber,pode colocar que não sabe,é só por que eu to curiosa mesmo.
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