Who Is Dead?
6 O incidente
Notas iniciais
POV Terumy Mei
–Ai! — Eu trombo em alguém,que vejo que é Violette,a força do impacto fez com que nós duas caisse-mos
–Violette? me desculpe eu estava com tanta presa que nem vi você,sinto muito.
–Tudo bem,eu também estava com pressa.eu estava te procurando Terumy.
–Me procurando? para que?
–Sabe,antes,o clube de artes ficava no antigo prédio da nossa escola,e soube que eles deixaram lá alguns quadros e também alguns materiais de pintura,então resolvi ir lá recuperar algumas coisas antes do prédio ser destruído,mas tenho um pouco de medo de ir sozinha ,então resolvi te chamar — Uau,eu nunca a vi falar tanto. — e então? vai comigo?
–oque? eu não vou não,eu morro de medo daquele lugar,lá tem aqueles 7 mistérios lembra? e alias,ele está interditado — uma carinha triste aparece no rosto de Violette ,e a cor da morte aparece nela bem fraquinha,mas aparece — mas até que pode ser divertido,afinal,dizem que tudo que é proibido é mais gostoso não é? — Ela me mostra seu maior sorriso,mas a cor continua lá
–Legal! Vamos!
Algo ruim está para acontecer com Violette,mas oque será que é?nós fomos para o prédio da antiga escola,ele está caindo aos pedaços,isso só da a ele uma aparência mais assustadora,eu e vi entramos,está tudo empoeirado,como se fosse uma casa mal assombrada.
–Até que não é tão assustadora assim como eu pensei
–V-você não quer dizer o contrario?
–Não vai dizer que está com medo Violette.Não era você que queria vir?
–E-era,mas eu mudei de ideia,aqui é assustador.
–Nem vem,agora a gente vai,deixa de ser medrosa.
–M-mas Terumy,não é você que tem medo dessas coisas?Não é você que não brinca com o sobrenatural?
–é,mas sempre faço tudo até o fim,já que estou aqui não vou voltar agora não é?seja corajosa que nem eu,enfrente seus medos,e além do mais,nem é tão assustador assim.
Assim que termino a frase,dou um passo em falso,e o armário ao meu lado começa a cair,sinto meu coração falhar por 1 segundo,e por reflexo coloco as mãos na cabeça e me abaixo o máximo possível,por sorte tinha um pedaço de concreto na frente do armário,deve ser um pedaço do teto que caio,e isso fez com que o armário não cai-se em cima de mim,fazendo um tipo de túnel sobre mim,assim evitando uma possível tragédia.
–Ainda quer continuar? — Pergunta Violette assim que saio de baixo do Armário
–Eu já disse,vou até o fim,e você me conhece,não sou do tipo de pessoa que desiste.
Nós continuamos a andar,procurando pela sala de artes,até que ouvimos uma das portas baterem,provavelmente o vento,mas que faz qualquer um ficar com medo,mas mesmo assim continuei andando,até ouvir os passos atrás de mim cessarem.
–Oque há fofolette?
–sabe aqueles filmes de terror,quando as pessoas do filme estão indo no lugar onde está o assassino e o cinema inteiro grita para não irem naquela direção?
–sei
–o cinema está gritando.
–Violette,deixa de ser boba,vamos — eu me viro,mas no meio desse processo ouço um barulho como um estrondo,olho para o local de onde veio o barulho,e,onde deveria estar Violette,está um pedaço imenso de concreto.
–Vi-vi-violette? vo-você e-está b-be-bem?
não ouço resposta,obvio,os únicos resíduos de esperança que tinha foram totalmente dilacerados,ela está morta e por minha culpa,minha amiga de infância,e-eu matei ela,ela morreu por minha culpa.Minhas pernas ficam bambas e sinto que não posso mais ficar de pé,minha pressão deve ter baixado,pois pois minha visão escurece,e sei que vou desmaiar.
XxX
–TERUMY! — essa voz novamente — Terumy me ajude! — sinto já ter vivido esse momento — Terumy,aqui — Eu olho para traz,o lugar de onde vinha a voz,uma forte luz vem em meu olho,eu tampo um pouco meu olho para poder ver,e vejo uma mão toda machucada.
XxX
–Terumy — ouço a voz de Violette sair tremida enquanto recobro a conciencia,esperai!
–Violette?!
–Me aju — ela não conseguiu terminar a frase,eu levanto e vou até ela,vejo que ela teve sorte,na hora ela estava perto do armário caído,sua cabeça e a parte direita de seu corpo não foram esmagados,mas ainda sim levou uma pancada muito forte na cabeça,acho que deve ter perdido grande parte de seu sangue,estou surpresa que ela ainda esteja acordada,ela deve estar se esforçando para isso,como se deve fazer.
–Violette,fica calma,eu vou ligar para uma ambulância,tenta ficar acordada.
Eu pego meu celular para discar o número,mas acabo esquecendo
–Vi,você lembra qual é o número da ambulância? — ela balança a cabeça negativamente — ótimo,era só oque faltava.
–Eu vou morrer não é? — olho para ela,a cor da morte está ficando mais forte a cada segundo,oque é estranho,afinal não prevejo quando alguém vai morrer de verdade.
–Não,não vai,você ainda esta viva e vai continuar assim,eu prometo,agora eu vou te tirar dai.
Não foi tão difícil tirar o corpo da Violette de baixo da pedra,ele só estava um pouco preso,,deve ter apenas quebrado a perna e o braço esquerdo,graças a Deus,agora tenho que arranjar um jeito de leva-la para o medico,e rápido.
Eu pego o braço dela e coloco sobre meu ombro e começamos a andar até a saída mais próxima,assim que saímos da escola minha mãe estaciona o carro na frente do portão.
–Mãe! — ela sai do carro
–Terumy,eu disse que não era para você vir para cá,mas obvio que você não me escutou né?
–Aaa,então foi isso que você me disse
nós seguimos para o hospital,depois de 3 minutos a fofolette desmaia,eu tento reanima-la,mas de nada adianta,então minha mãe vai ainda mais rápido.Logo chegamos ao hospital e Violette acorda, então saímos do carro,nesse mesmo instante uma ambulância estaciona na entrada do hospital e dela sai uma mulher em uma maca,e pela velocidade dos médicos deveria ser grave,quando Violette a ve,parece a reconhecer,ela se solta de mim e tenta correr até ela,mas por causa de sua perna cai de cara no chão
–Mãe! — ela gritou — Não,por favor isso não,mamãe — ela começou a chorar,e a cor da morte fica muito forte,então era isso que iria acontecer,a mãe dela sofreu um acidente grave,e talvez esteja morta.
Nós entramos no hospital com Violette ainda chorando rapidamente,depois de um tempo,descobrimos que a mãe da Vi, não esta morta,mas está em estado de coma,mas de certo modo,ela está morta,afinal,o coma deve ser como a própria morte,ou talvez pior.
Karada wa akaku kogoe
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