White Chocolate.
24 Capítulo 24 - The PezBerry Marriage.
Notas iniciais
Lá estavam aqueles dois loiros completamente apaixonados, se agarrando no sofá enorme da casa que compartilhavam, depois de declarações e mais declarações feitas um ao outro.
As línguas, sedentas de desejo, guerreavam no meio daquele beijo tão apaixonado. As mãos de ambos exploravam sem calma alguma aqueles dois corpos tão desejados.
Sam, ousado do jeito que era, apertava as nádegas da mulher, arrancando gemidos da mesma, e Quinn, que já havia retirado a camisa que o loiro vestirá de manha quando acordará, explorava e arranhava o abdómen trabalhado do marido. Evans já tirava a camisola da esposa, quando foi interrompido pela campainha do apartamento.
– Droga! — Xingou Sam.
Quinn pulou do colo de Sam e voou até a porta do apartamento.
– Abre logo isso, loira! — Gritou Santana do outro lado da porta.
– Já vou, Sant! Sam, se veste logo e abre a porta, vou trocar de roupa... Essa camisola mostra demais. — Quinn deu um selinho no marido, que colocava de volta a blusa que a esposa havia tirado e correu para o quarto, para colocar algo descente.
– Oi, Santana! — Falou Sam abrindo a porta. — Oi Rachel!
– Oi Sam! — Disse a morena mais baixa.
– Cabelinho bagunçado, sofá atrapalhado... Tava se pegando com a Quinn e nós atrapalhamos, né? — Sam revirou o olho e ignorou o comentário da latina. — Ah é, oi também, White!
– Oi minha princesa! — Falou o loiro abrindo os braços para a filhinha, que correu até ele e foi beijada incontáveis pelo pai. — Que saudades de você pequena.
– Mas você me viu ontem, papai! — Falou Caroline rindo.
– Mas mesmo assim, fiquei com muita saudade de você. — Sam continuou a beijar a bochecha da filha que gargalhava, enquanto Santana procurava algo para comer na geladeira do casal, sendo repreendida por Rachel.
– Bebê! — Falou Quinn chegando na sala e pegando Carrie no colo, e também beijando a bochecha da filha.
– Ok, ok, loiros, deixem esse momento família super meloso para depois que eu e Rachel formos embora, vamos logo ao ponto. Não vejo a hora de ver a cara da Carrie.
– Claro, Santana! — Falou Sam irônico, porem rindo e sentando no sofá, colocando a filha sobre seu colo.
– Filha, nós temos uma ótima noticia para te dar. — Quinn se sentou ao lado do marido.
– Qual, mamãe?
– Eu e seu pai vamos ter outro bebê, e você vai ganhar um irmãozinho, ou irmãzinha.
– Ebá! — Disse Carrie animada. — Ele ou ela vai brincar comigo mamãe? Quando que vou poder ver ele? Vai demorar?
– Calma filha, vai demorar um pouquinho, ele está dentro da minha barriga, e vai demorar alguns meses para ele nascer ainda.
– Mas como ele foi parar ai, mamãe? Como ele vai sair? — Sam e Quinn se entreolharam assustados diante da pergunta da filha.
Eles tinha que pensar em uma boa resposta para dar a filha.
– Carrie, bebê! — Falou Santana se levantando do outro sofá e se agachando de frente para Quinn e a loirinha, que já estava no colo da mãe. — É que seus pais se amam muito, e por isso, o seu pai plantou uma sementinha, bem pequena, na barriga da sua mãe, e essa sementinha vai crescendo e crescendo, até que ela não caiba mais de tão grande, e então os médicos do hospital fazem uma mágica e tiram ele da barriga da mamãe.
Todos olhavam impressionados diante da explicação da latina para Carrie. Rachel estava mais ainda, sorria como uma boba, e já não tinha duvidas de que Santana seria uma ótima mãe para seus filhos.
– É verdade, mamãe? Isso que a tia Santana contou? — Caroline perguntou se virando para Quinn, que tinha os olhos marejados. — Por que você está chorando?
– Nada não filha, a mamãe só ficou emocionada com a história da tia Santana, é muito linda. — Falou a loira limpando as lágrima de alegria que escorriam pelo seu rosto. — É sim bebê, à história é completamente verdade, seu pai plantou uma sementinha na minha barriga, e quando ela sair, vai ser nosso filhinho ou filhinha, e seu irmão ou irmã.
– Ebá! — A pequena menina batia palminhas animada.
– Bom gente, agora que vocês já deram a magnifica noticia de vocês para a família, eu e a Santana temos uma também. — Disse Rachel segurando a mão da noiva, ambas estavam sorridentes.
– E qual é essa noticia?
– Eu e a Sant resolvemos adiantar o nosso casamento... Para daqui a três meses.
_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_
Após três meses de muita correria, e acima de tudo, ansiedade, chega o tão esperado casamento PezBerry. As duas não podiam estar mais felizes com esse dia. Todos aqueles que elas amavam estavam presentes no local aonde ocorreria a cerimonia, até mesmo a mãe e os pais de Rachel, que no inicio a renegaram, apareceram para admirar a felicidade da filha, mesmo um pouco diferente do que eles esperavam.
O casamento seria realizado do lado de fora de uma mansão que Santana e Rachel alugaram, era branca e enorme. A decoração estava linda, toda de lilás, por preferencia da morena menor e cheia de rosas brancas, por escolha de Santana, pois segundo a latina, elas trariam paz.
Quinn estava magnifica de madrinha, a sua barriga de quase quatro meses de gestação estava linda, com um vestido azul marinho, super delicado, e que segundo Santana, Sam, e até mesmo Rachel, a deixava muito gostosa, ao lado do marido, também muito elegante em um terno todo preto.
E Caroline? Ninguém parava de admirar a loirinha vestida de dama de honra do casal. Ela levaria as alianças e estava com um vestido lilás rodado — para combinar com a decoração -, com os seus cabelos louros enrolados e com uma bela tiara, de princesa, como ela dizia, na cabeça.
É estava tudo perfeito, e os olhos de Santana e Rachel brilhavam. As duas estavam magnificas, lindas, maravilhosas, gostosas... Ambas de branco se preparavam para caminhar até o altar e selar o amor que sentiam uma pela outra diante de Deus e de todos.
– Eu te amo minha latina. — Disse Rachel abraçada com Santana.
– E eu te amo mais, minha morena. — Lopez apertou mais aquele abraço e as suas trocaram um leve selinho, para não estragarem a maquiagem.
Elas optaram por entrar juntas, de braços dados, com a linda menina loira, filha do outros loiros lá na frente, também muito felizes pelas amigas, às suas frentes, levando as alianças em uma almofadinha, que ela própria escolheu.
A marcha nupcial começou a tocar e todos os convidados se levantaram de suas cadeiras, observando as noivas e a porta aliança — super para frente e sorridente — caminharem felizes pelo tapete, vermelho — que traria paixão, segundo Santana — até chegarem ao altar, que um padre — que realizava casamentos homo-afetivos — às esperava.
– Podem se sentar, por favor! — E assim foi feito.
A pequena caroline correu até os pais, entregando a almofada com as alianças para a mãe e pulando para o colo de seu pai, e as noivas entregaram os buques a Blaine e Sebastian, que também eram padrinhos do casamento, e se voltaram para o padre.
– Rachel Berry, você aceita Santana Lopez como sua legitima esposa, para amá-la e respeitá-la, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até o último dia de suas vidas?
– Mas é claro que sim! — Falou a morena olhando para a esposa, que sorria.
– Santana Lopez, você aceita Rachel Berry como sua legitima esposa, para amá-la e respeitá-la, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até o último dia de suas vidas?
– Com toda certeza do mundo! — Santana, por incrível que pareça, tinha lágrimas de emoção, descendo pelo seu rosto, e ao encarar a esposa, que também chorava de felicidade, chorou mais ainda.
– Podem trazer as alianças! — Disse o padre e Sam colocou a pequena filha no chão, e Quinn a entregou a almofada com às alianças.
Caroline caminhou até as noivas que a beijaram-nas bochechas. Santana foi a primeira a pegar a aliança.
– Bom, eu não escrevi nada, optei por dizer agora o que estou sentindo. Rachel Berry, você é uma tagarela, irritante e extremamente chata quando se trata de arrumação, mas eu te amo, extremamente desse jeito, tagarela, irritante e chata, pois você foi feita assim, desse jeito, só para mim, e eu não poderia estar mais feliz. — Santana colocou a aliança no dedo da esposa, que chorava muito, com as palavras, simples, porem verdadeiras da latina. — Eu te amo!
– Eu não sei o que dizer, eu acho que nem consigo dizer, é tanta emoção, que estou tremendo e meu coração está muito acelerado. Só tenho que dizer que te amo, Santana, eu te amo mais que tudo na minha vida, eu te amo para sempre e sempre, mesmo que o tempo passe, e você vire uma velha chata e rabugenta, eu vou continuar te amando do mesmo jeito, e nada, nem mesmo a morte vai destruir o amor que sinto por você, pois ele é um amor eterno. — Rachel também colocou o anel na esposa, também chorante.
– Eu as declaro, mulher e mulher, esposa e esposa, companheira e companheira... Podem se beijar agora! — E assim elas fizeram, deram o mais longo, apaixonado e desejado dos beijos.
_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_
– Bom, tenho que dizer que se não fosse a Rachel e a Santana, eu não seria a mulher mais feliz do mundo agora, pois eu não estaria casada com esse homem maravilho aqui do meu lado, não teria a bela filha que ele me deu e nem estaria grávida novamente, portanto eu só tenho que agradecer, morenas do meu coração, e desejar toda a felicidade do mundo para vocês. — Disse Quinn emocionada, abraçada pelo marido.
– Eu também só tenho a agradecer, sem vocês eu não teria conhecido o amor da minha vida e nem seria um pai, o papel mais importante da minha vida, agora, tenho que agradecer à vocês pelos anos de amizade, compreensão que as duas me proporcionaram, e quero desejar também muitas felicidades, amor e paixão as duas, e que essa linda união se estenda para sempre. — Sam encerrou as palavras e deu um selinho na esposa, que segurava a filha Caroline.
– Eu amo vocês, tia Sant e tia Rach... E quero um priminho para brincar comigo e com o meu irmãozinho. — Todos riram.
– Nós também amamos vocês, Barbie gostosa, White delícia e minha abelhinha loira... E vamos providenciar o seu priminho, Carrie.
_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_
As duas já estavam em Miami, no hotel em que ficariam hospedadas durante toda a Lua de Mel, e não podiam estar mais felizes.
– Estou doida para testar essa cama, meu amor! — Falou Santana agarrando a esposa por trás e beijando o seu pescoço.
– Eu também, meu amor, mas vamos nos preparar primeiro, tá?! — Falou Rachel dando um selinho na esposa e correndo para o banheiro.
– Tudo bem! — Falou Santana, que também se arrumava para sua noite maravilhosa, com sua, enfim, esposa.
A latina tirou de uma de suas enormes malas uma lingerie preta com cinta-liga, e uma bela camisola na mesma cor, que deixava aquele belo corpo que ela possuía ainda mais belo. Rachel de fato iria amar, Santana tinha certeza disso.
– Estou pronta para você, meu amor! — Falou Rachel saindo do banheiro com uma camisola vermelha e provocante.
– Eu sempre estou pronta para você, meu amor! — Falou Santana atacando a boca da mulher e passando suas mãos por todo o corpo da esposa.
– Você não queria testar a cama, latina? — Perguntou Rachel, enquanto Santana beijava seu pescoço, depositando várias marcas por ele.
– Eu quero! — Assim, Lopez caminhou com a mulher até a cama e empurrando a mesma, se jogando sobre ela.
Santana arrancou a camisola da mulher e seu sutiã da mesma cor, e atacou os seus seios, arrancando gemidos e mais gemidos da mesma. Santana não satisfeita por beijar os seios da esposa, desceu sua mão até a intimidade, passando seus dedos de leve sobre a calcinha, fazendo Rachel delirar de prazer, por estar sentindo tantas sensações ao mesmo tempo.
– Agora é a minha vez, Lopez, você já me torturou demais! — Falou Rachel e inverteu as posições e beijando as coxas de Santana, apertando sem dó alguma as mesmas.
Rachel continuou sua trilha de beijos pelo corpo da latina — que já não usava mais sua lingerie, e nem mesmo seu sutiã — até chegar na barriga definida da esposa, subindo mais um pouco até seus seios, onde chupou, lambeu, mordiscou, trazendo muito prazer para a mulher.
– Hum, tá molhadinha, hem?! — Disse Rachel verificando a excitação de Santana com os dedos.
– Você também, hem?! — Falou Santana, deslizando seus dedos pela intimidade de Rachel. — Pronta para mim.
Santana inverteu novamente as posições e arrancou a calcinha da esposa, levando a sua boca até onde antes estavam os seus dedos.
– Santana! — Gritou Rachel, quando sentiu o contado da língua quente da esposa em uma região tão íntima. — Não para não, por favor! — A morena segurava os cabelos da latina, tentando impedir que a mesma parasse aquele toque.
E Santana não queria de forma alguma parar, mas precisava ser tocada pela esposa para se sentir satisfeita.
– Eu quero que você toque, Rach! — Falou Santana se jogando na cama ao lado da mulher.
– E eu quero tocar você, Sant! — Rachel levou à sua boca até a região íntima da latina, explorando cada parte com os seus lábios e com sua língua. — Seu gosto é ótimo Santana, mas eu preciso de você, por favor.
Santana não a questionou, partiu para cima da esposa, depositando um beijo cheio de paixão na mulher. Levou sua mão até a entrada de Rachel e a penetrou dois dedos, começando os movimentos, arrancando gritos da amada. Com a mão livre massageava os seios da morena, os apertando sem dó alguma e usava sua boca e sua língua para explorar o outro. Santana ia e voltava com os dedos, acrescentando mais um, e Rachel arqueava a cabeça para trás, gritando de prazer, e hora ou outra beijava os lábios carnudos de Santana.
A latina, sentindo que Rachel já chegava ao seu epice, movimentou seus dedos mais algumas vezes e os retirou, fazendo a esposa soltar um gritinho se insatisfação, — não queria de madeira alguma que Santana parasse com aquilo — e levou sua boca até lá, engolindo o seu liquido e sentindo o gosto da mulher.
Santana novamente se jogou ao lado de Rachel na cama, a abraçando, e mesmo com a respiração falha de ambas selaram seus lábios em um beijo calmo e delicado.
– Eu te amo, Rachel! E essa foi a melhor noite da minha vida, pois agora você é minha mulher.
– Eu também te amo, Santana, mais que tudo nessa vida. E eu sou sua mulher para sempre, e você também é minha para sempre.
– Para sempre! — Elas sorriram e se beijaram novamente.
As duas fizeram amor durante toda a noite, várias e várias vezes, elas nunca se cansavam uma da outra.
_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_
Assim que a cerimonia se encerrou, todos partiram para uma super festa dentro da casa, mas Sam e Quinn optaram por irem embora logo, à gravidez da loira a impedia de poder beber e a deixava muito cansada e hormonal.
E além do mais, as noivas foram logo para a Lua de Mel, deixando a festa sob supervisão dos pais de Rachel, e eles não tinham mais motivos para ficarem ali sem as amigas.
Os loiros deixaram a pequena filha na festa com a mãe de Quinn, pois a menina estava bastante animada com a família e também porque os loiros pretendiam aproveitar bastante a noite.
– O casamento foi lindo, não é meu amor? — Perguntou Quinn assim que chegou em casa e depositou sua bolsa do sofá.
– Foi maravilhoso, não mais lindo que o nosso, mas sim, foi lindo... Santana e Rachel estavam perfeitas! — Eles caminharam juntos até o quarto.
– Desculpa por não te deixar ficar na festa, mas é que estou muito cansada, e por causa da gravidez eu não ia poder beber e nem pular muito.
– Não tem problema minha loira, nós apoiamos nossas amigas em um dia especial e pronto, e depois — O loiro se aproximou agarrando a esposa pela cintura e a levando para perto. -, estou morrendo de vontade de você, e não via a hora de poder fazer amor com você.
– Sabe de uma coisa? — Perguntou Quinn beijando o pescoço do marido.
– O quê?
– Estou morrendo se saudade do White Chocolate! — A loira sorriu maliciosa e o loiro soltou um riso abafado.
– Ah é? Você quer que ele faça um particular para você? — Evans empurrou a mulher na cama.
– Com certeza!
Sam então começou a tirar a gravata azul que ele usava, a jogando em um lado qualquer do quarto. Começou a desabotoar a blusa branca que usava devagar, olhando maliciosamente para a mulher. E mais uma peça qualquer foi parar do chão. O loiro partiu para a calça, retirando-a, e por último, sua cueca. Evans levou sua mão até a barra de sua boxer, puxando, descendo um pouco e a soltando novamente.
– Tira logo, Sam! — Pediu Quinn desesperada.
E Sam atendendo o pedido da esposa, desceu sua cueca sensualmente jogando-a para à mesma, deixando de fora o seu membro enorme.
– Vem cá! — Chamou a loira provocante.
E assim foi feito, Sam já chegou com a língua na boca da esposa, explorando cada canto. Quinn para ajudar o marido ficou de joelhos, de costas, permitindo que ele abrisse o zíper de seu vestido e o retirasse rapidamente.
Sam deu um leve tapa da bunda da esposa e a encostando em seu membro ereto, e a mesma soltou um risinho, atacando seu pescoço, aplicando beijos por ele todo. Sam a deitou novamente na cama, arrancando seu sutiã rosa — que destacava sua pele branca — e voando em seus seios fartos.
– Sam! — Gritou Quinn, ao sentir a língua de Sam em contado com aquela pele.
O loiro aplicava chupões em um dos seios da mulher enquanto apertava sem dó alguma o outro, arrancando gritos e mais gritos de Quinn.
– O que você que, loira? Hum? — Sam continuava a massagear um dos seios de Quinn enquanto mordiscava sua orelha.
– E-eu quero v-você, S-Sam!
– O que você quer de mim?
– Sua boca, sua língua...
– Aonde? Em que parte do seu corpo?
– Nele todo, Sam, nele todo!
– Seu desejo é uma ordem, gostosa!
Sam desceu seus beijos, que estavam no pescoço de Quinn, até sua barriga, até mais embaixo. Evans beijou a intimidade de Quinn sobre a calcinha, para depois a retirá-la e colocar sua boca naquela região... Pele a pele.
Evans aplicava chupões e beijos, até chegar à sua entrada, aonde penetrou sua língua.
– Oh meu Deus... SAM! — Gritava Quinn.
Sam movimentava sua língua dentro da esposa, enquanto usava seus dedos para massagear seu clitóris, e com a mão livre, apertava os seios já enrijecidos, ainda maiores — devido a gravidez -, de Quinn.
– Isso não vai ficar assim, agora é minha vez de ficar frente a frente com seu chocolate branco! — A loira inverteu as posições ficando por cima do marido, envolvendo o membro do mesmo em sua boca quente.
Sam ajudava Quinn com os movimentos, segurando os cabelos loiros e levando sua cabeça para frente e para trás. Fabray engoliu o liquido quente, e ele a puxou para um beijo urgente.
– Loira, eu quero você! — Disse Sam beijando o pescoço de Quinn.
– E eu quero você!
Ele se sentou na cama com a mulher em seu colo, penetrando seu membro em sua vagina, e quando estavam prontos, Fabray começou os seus movimentos, rebolando em cima do marido, permitindo uma penetração mais intensa. Ele a ajudava segurando em sua bunda, ambos gritavam de prazer.
Quando Quinn chegou em seu epice, parou os movimentos, Sam a jogou na cama e a penetrou novamente, mas desse vez os movimentos eram bem mais rápidos e mais fundos, o loiro entrava na mulher sem dó alguma, e ela pedia em seu ouvido para ele ir mais rápido do que já estavam.
A loira estava extasiada de prazer, e não demorou a atingir novamente um orgasmo, já Sam, investiu mais algumas vezes, arrancando gritos e gemidos mais altos e fortes da esposa, e também chegou em seu epice, caindo em cima da esposa, encaixando seu rosto no pescoço na mesma.
– Eu... Te... Amo... Loira! — Falou Sam com a respiração falha, e depositou um beijo no pescoço encharcado de Quinn.
– Eu também te amo, loiro, demais! — Eles se entreolharam e selaram aquela momento com um beijo.
Sam deitou ao lado de Quinn na cama, que encaixou uma de suas coxas entre as dele, depositando sua mão em seu peito, e deitando sua cabeça no braço do marido. A loira puxou o cobertor do canto da cama, cobrindo apenas uma parte de seus corpos, pois o calor que os mesmos emitiam já os aqueciam o suficiente.
_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_
Fale com o autor