Whispering
15 The Great Battle
Notas iniciais
Todos estavam partindo, Rey apenas estava sentada na porta da nave os observando. Se despedir de todos era algo horrível, principalmente ver Bellamy de costas partindo. Ela entra na nave, tinha que comer alguma coisa e descansar. Depois iria sair o mais rápido possível do acampamento, voltar para sua casa e começar um plano.
Estava muito vazio e um silencio estranho. Tinha esquecido de como era viver sozinha.
Eu não quero ficar sozinha. Você não está sozinha. Estou sozinha sim, Marla, porque você não existe. Você é algo que estraga tudo!
Rey chuta o que restou da fogueira, não sabia o que fazer no momento. Haviam levado as armas e a comida, o que restou foi roupas e alguns objetos inúteis. Ela entrava nas cabanas procurando por algo até sobrar apenas a do Bellamy. Não queria entrar, era mais fácil ignorar tudo.
Rey entra e vê o que restou dele, a cama ainda bagunçada e uma camisa jogada no canto. Seus olhos estavam cansados, olha para a cama e apenas deita nela. Aperta as cobertas e o travesseiro improvisado e se desliga de tudo.
Sem sonhos, o que era estranho para Rey. Costumava sempre sonhar, memórias repetidas. Sorrisos e risadas. Agora era um preto, uma tela vazia.
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Gritos e mais gritos.
Rey acorda em pânico sem saber o que estava acontecendo, ela se levanta e corre para fora da tenda. Eles haviam voltado, não consegue esconder o sorriso. Porém, todos gritavam e corriam de algo. Bellamy estava em nenhum lugar a ser visto.
Armas mirando para depois da muralha, algo aconteceu.
Rey faz seu caminho dentro da multidão a procura de Bellamy, então o vê entrando pelos portões e subindo no posto de vigia com sua arma. Um corpo é jogado no chão, com uma lamina na cabeça. Octavia fecha a porta, Clarke se junta a Bellamy.
Tudo acontecia muito rápido, ela não conseguia processar nada.
— REY! — Bellamy grita pulando para fora do posto de vigia e correndo em sua direção. Ela corre para o encontra-lo. Bellamy suspira de alivio, acariciando o cabelo bagunçado dela, Rey apenas encosta sua cabeça no peito deito e respira. — Disse que voltaria.
— Por que tão rápido? — Rey se separa e pergunta a questão do momento.
— Fomos atacados, tivemos que voltar imediatamente.
Clarke se aproxima, estava ofegante e desesperada.
— Lincoln disse que os batedores chegariam primeiros. — Ela diz para os dois, com sua mochila ainda nas costas.
— Se é só batedores podemos vence-los — Octavia entra na conversa ao lado do seu irmão — Isso é o que Lincoln faria.
— Cansei de fazer o que esse terra-firme manda! — Bellamy interrompe com raiva. — Tentamos e agora Drew está morto. Quer ser a próxima?
— Aquele terra-firme salvou nossas vidas! — Finn se aproxima entrando na discussão. — Concordo com Octavia. Pelo que sabemos, pode ter apenas um batedor lá.
Agora todos olhavam para Clarke.
— O que vai ser, princesa? —Bellamy pergunta — Ir e ser pego no aberto ou ficar e revidar?
Todos os jovens agora a encaram a procura de uma resposta.
— Lincoln disse batedores, mais de um. — Clarke diz para Finn e depois se vira para Bellamy — Parece que você conseguiu sua batalha.
— É PARA ISSO QUE NOS PREPARAMOS — Ele agora estava no centro, se dirigindo para todos do acampamento. — MATA-LOS ANTES QUE NOS MATEM. ATIRADORES NOS POSTOS! — Todos começam a se mover de acordo com as ordens dele — Usem os tuneis para entrarem e saírem. De agora em diante, o portão permanece fechado.
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Rey estava armada com o arco e suas adagas na nave a frente de um mapa improvisado do acampamento junto com Clarke, Bellamy, Finn e Raven. A situação não era boa, mas precisavam vencer.
— Temos 25 rifles com mais ou menos vinte tiros cada — Bellamy começa a dizer sem tirar os olhos do mapa — Dando aproximadamente 500 tiros. — Ele aponta para a seção fora dos portões — Graças a Raven temos essas áreas minadas.
— Parcialmente minado, graças ao Murphy — A voz de Raven estava fraca e sua pele branca.
— É a entrada principal, se os terra-firmes usarem saberemos — Ele tira uns tubos de uma caixa e os mostra — Temos granadas também.
— Não são muitas — Clarke faz o favor de comentar.
— Novamente, agradeçam o Murphy — Raven completa.
— Se vierem pelo portão podemos os fazer recuarem com as minas e granadas. — Bellamy olha para Rey, que estava no canto da sala em silencio.
— E depois? — Clarke pergunta para ele.
— Ai entramos na nave e rezamos — Raven novamente completa com o mesmo tom de sofrimento.
— Rezamos para que a nave os mantenham longe? Porque não vai! — Clarke agora percebia os furos do plano, que a chance de eles sobreviverem era mínima.
— Apenas não os deixem entrar aqui. — Rey sai do silencio — Os mantenham depois dos muros, se eles passaram nada vai nos proteger.
Todos encaravam o mapa, sabiam que a noite não iria acabar em um sucesso completo. Se vencessem, teriam várias perdas. Um soldado de selvagens contra crianças armadas, o resultado seria maravilhoso.
— Não pode ser tão simples — Clarke sussurra sem tirar os olhos do mapa, todos a encaram procurando saber o que era tão simples. — Você disse que tem combustível nos foguetes, certo? — Ela pergunta para Raven — O bastante para construir cem bombas.
— Eu também disse que não temos pólvora.
— Não quero construir uma bomba, mas sim lançar um foguete. — Agora todos entendiam e estavam excitados com a ideia.
— Atrai-los para perto, acionar os foguetes, um anel de fogo — Rey conclui sorrindo sem perceber.
— Churrasco de terra-firmes. Gostei — Bellamy diz com o mesmo entusiasmo dela. — Vai funcionar?
— Os fios está uma loucura lá embaixo, mas, sim. — Raven responde totalmente jogada na cadeira. — Se me derem tempo, eu os cozinho muito bem.
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Rey estava se preparando para a batalha, seu cinto de couro com suas adagas e sua luva de proteção. Tirou o casaco e deixou apenas uma blusa de manga comprida branca com seu tecido que servia como colete, era mais fácil de se movimentar desse modo. A única arma que usaria seria o arco com a lamina, seu bastão ficaria na cabana junto com a mochila. Seu cabelo preso e as botas colocadas, estava pronta.
Bellamy entra na cabana com um rifle a mais, o oferece para Rey.
— Não vou usar isso, nem sei como segurar — Ela responde negando a arma.
— Vai se defender com um arco?
— Consigo fazer mais estrago com um arco do que com um rifle, juro. — Rey senta na cama e começa a amarrar o cadarço da bota. Bellamy senta ao seu lado e segura a mão dela, a apertando.
— Eu te amo, Rey. Espero que saiba disso. — Ele sussurra puxando o rosto dela para perto. — Não ouse me deixar hoje.
— Eu nunca vou te deixar, Bell.
Por que eu não falo eu te amo? Três palavras tão simples carregadas ao seu máximo de significado. Se eu falar isso e dar merda, é o máximo de merda possível.
Ele a beija nos lábios, sua mão estava na minha cintura. Rey apoia sua cabeça no ombro dele e suspira.
— Precisamos ir. Temos uma guerra para vencer.
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Os tiros começam e Bellamy corre na direção de onde vinha, Rey o acompanha para fora da muralha num posto de vigia. Trincheira sul atira várias vezes, onde eles estavam não havia sinal de movimento. Assim que lá termina, os selvagens começam a aparecer. Corriam para os lados e rapidamente. Eles começam a atirar várias vezes, sem atingir nada.
— PAREM! CESSAR FOGO! — Bellamy grita assim que os tiros começam, mas o cartucho acaba e estavam poucos em munição. — Temos que manter essa posição, se sairmos eles passam direto pela porta.
Rey prepara seu arco e tenta atirar em alguns, porém, eles eram rápidos demais. Uma explosão soa a oeste, todos viram sua atenção para lá. Jasper grita feliz pelo rádio, as minas funcionavam. Clarke pedia para ele entrar, Bellamy negava. Uma solução vem.
— Todos os atiradore, ouçam — Jasper diz pelo rádio — Os terra-firmes não estão atacando. Estão nos fazendo gastar as balas. Não atirem quando estão correndo lateralmente.
— Jasper tem razão, não atirem até terem certeza que é ataque — Bellamy responde a todos, agora tudo fazia sentido.
Minutos de calmaria, Rey estava do lado de Bellamy e de outras duas pessoas. Seu arco estava preparado, qualquer movimento ela atiraria. A noite era escura, apenas a luz da lua iluminava o local, as sombras dos selvagens sumiram. Os sons de tiros voltaram, não muito longe donde estavam. Então a gritaria surge, grito de guerra deles. Rey atira no primeiro da linha, fazendo outro cair junto com ele. Todos atiravam junto, selvagens morriam aos poucos. Monroe foge do local, Miller corre para recupera-la, deixando Rey e Bellamy sozinhos na trincheira.
Tiros com alvos cada vez mais próximos, Rey tentava esquecer disso e apenas focar nos selvagens que deveria matar, descontar toda sua raiva neles. Um deles ataca Bellamy por cima, o derrubando do chão. Outro vem em Rey, ela logo corta sua garganta com a lâmina do arco e deixa seu corpo no chão. Procura por Bellamy, que estava sendo estrangulado por um selvagem. Ela corre em sua direção, outra pessoa ia até ele com um facão. O arco pronto para atirar, respirava fundo e...a pessoa mata o estrangulador com o facão na cabeça. Octavia.
Rey corre para eles abaixada, uma saraivada de flechas acontecia no momento, e nisso uma delas atinge Octavia. Bellamy entra em desespero, Rey se ajoelha ao lado deles.
— Precisamos leva-la para dentro da muralha — Bellamy gritava em pânico e pega sua irmã no colo.
— Eu cubro você, vá na frente.
Bellamy corria para onde dava, sem se importar se estava se afastando ou se aproximando do acampamento. Os selvagens haviam os cercados, passar despercebidos por eles era quase impossível. Rey atirava naqueles que os atacavam, com a flecha ou com a lamina. Sua roupa branca estava manchada de sangue inimigo, seu rosto tinha alguns arranhões, mas estava ainda estava ilesa.
Outros gritos soam, ela sabia do que era, quando ouvia era sinal de correr que nem louca. Há tempos não soavam perto dela, o que era muito bom. Era os segadores, um grupo selvagem canibal, loucos que matam tudo por perto.
— Bellamy, temos que parar — Rey sussurra ao confirmar que era eles — Se os segadores nos ver estaremos mortos.
Bellamy deita Octavia atrás de uma arvores e olha o seu redor, todo cercado de vários tipos de selvagens lutando um contra os outros.
— Enquanto estão distraídos, vamos embora. — Ele sugere para ambas com uma voz ofegante.
— Nunca vou conseguir — Octavia diz com dor, mais ofegante que seu irmão — Me deixem aqui. Dou meu jeito.
— Não vamos sair daqui sem você — Bellamy segura a mão da irmã, a apertando forte.
— Octavia, apenas precisamos chegar até meu acampamento, aguente firme mais um pouco — Rey tenta dar esperança, mas ela estava pálida demais.
Uma voz soa, uma conhecida.
— Octavia? — Lincoln surge e abraça Octavia, Bellamy se afasta e ambos olham para ele.
— Você fez isso? — É tudo que Bellamy diz, apontando para os segadores.
— Com Finn — É tudo que Lincoln responde e observa o ferimento — É fundo... — Então olha o seu redor, procurando uma saída — Eu posso ajudar mas terá que vir comigo.
Bellamy não sabia o que fazer, era o irmão mais velho, tinha que cuidar de Octavia. Porém, agora não tinha o que fazer, Lincoln era a resposta, mas deixa-la ir era se separar dela.
— Vão! — Ele fala com uma voz triste, Octavia fica surpresa — Deixe-o ajudar.
— Não! Tenho que terminar o que começamos aqui — Octavia responde, tentando se impor, mas a dor não deixa.
— Você não consegue andar e eu não consigo te levar até a nave.
— Ele está certo, essa luta acabou para você — Lincoln concorda com Bellamy e Rey se aproxima tentando ajudar.
— Ov, Ov, me escute — Ele suspira com uma voz rouca — Eu disse que a minha vida acabou no dia que nasceu. A verdade é que não tinha começado até então. Então, vá com ele. Preciso que fique viva. Além do mais, eu tenho tudo sobre controle — Ambos riem e Rey se aproxima.
— Eu protejo seu irmão, Octavia. Deixe Lincoln cuidar de você, agora e depois se encontrarão novamente. — Rey observa Bellamy apertar ainda mais a mão da irmã.
Octavia se esforça para abraçar o seu irmão, ambos choram e Rey apenas observa tudo emotiva. Sorria ao ver os dois finalmente se entendendo.
— Eu te amo, irmão mais velho — Ela diz antes de partir.
— Que nos reencontremos. — Bellamy suspira ao ver ela indo com Lincoln.
Bellamy segura com força a mão de Rey e com a outra limpava as lágrimas, a batalha continuava a menos de um metro deles.
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Os dois corriam o máximo que conseguiam, atirando para aqueles que se aproximavam até as balas e flechas esgotarem. O acampamento estava quase lá, o coração de Rey estava esgotado, Bellamy a puxa para dentro pela mão e ambos caem de joelhos assim que passam pelo muro.
Clarke gritava para eles correrem, Bellamy a puxa para cima e segura a primeira arma que vê. Atirando nos selvagens mais próximos. Todos estavam dentro da nave, os foguetes estavam prestes a serem lançados. Um selvagem ataca Bellamy e outro vinha na direção de Rey. Ela vai com o arco, mas ele recua as duas vezes e o derruba para longe. O selvagem atinge seu torso com força e quase a derruba no chão, Rey pega sua adaga e revida atingindo com tudo no peito dele. Nenhum grito de dor, ele soca seu rosto a deixando tonta, mas sem cair, Rey vai para trás desviando de outro golpe e pega sua última adaga. O selvagem a derruba no chão e se ajoelha a cima dela, como já esperado, Rey então espera ele começar a apertar seu pescoço e não revida, deixando suas mãos no torso dele apenas esperando estar próximo o bastante para fincar de vez na cabeça. O sangue escorre pela sua mão e cobre seu rosto, o corpo caindo em cima dela novamente.
Dessa vez o sangue não a aterrorizava, nada disso era aterrorizador. Então, Rey se levanta apenas para ver Bellamy jogado no chão. Isso aterroriza, o pensamento de perde-lo, mas não de morrer. Ela corre para ajuda-lo, mas algo a segura a fazendo cair. Um selvagem sacava sua lâmina e vinha com a mesma na direção do rosto dela, Rey o chuta na cabeça com força ganhando tempo para segurar com força a lâmina já suja e cortar a garganta dele.
Finn ajudava Bellamy, ambos lutando, ambos perdendo. Clarke corria para fechar a nave, em pouco tempo o local ficaria em chamas. Rey pega o arco de um selvagem morto no chão e mira em quem ataca Bellamy. Ela respira fundo, se errasse acabaria matando Bell.
Respiro, expiro. Um. Dois. Três.
A flecha sai cortando o seu rosto e atinge com tudo a cabeça do selvagem, Bellamy a observa assustado e corre para ajudar Finn, o mesmo que Rey faz.
— Precisamos ir, agora! — Rey grita assim que vê o caminho livre e a nave fechada.
Bellamy assente com a cabeça e segura fortemente sua mão antes de correr. Eles saem pelo mesmo caminho que entraram, Rey pega seu arco no caminho e sua adaga cravada no peito do selvagem morto. Finn gritava para se apressarem, ela voltava a correr com passos largos para longe da batalha e do acampamento.
Um barulho estranho soa, uma luz amarela surge e um calor se aproximava. Bellamy a puxa ainda mais pela mão, e eles se jogam para trás de uma colina, os três rolam para baixo atingindo mato, arbusto e pedras.
Assim que chegam o fundo, Rey não demora para se levantar e checar os redores, estavam sozinhos, finalmente longe de qualquer sinal de batalha.
— Precisamos ir, aqueles que sobreviverem irão voltar para aldeia deles e os segadores vão perambular por dias — Ela ajuda ambos a se levantarem e vê o olhar assustado de Finn, apontando para o torso dela. Sua roupa estava rasgada no mesmo local onde ainda naquele dia havia levado um tiro, o sangue jorrava e um galho estava cravado lá. Bellamy a segura pela cintura e pergunta o que tinham que fazer — Tirar e correr para dar pontos nisso.
— Eu tiro — Ele diz e segura com força o galho, ela vê os lábios contarem em silencio até tirar o objeto de dentro dela. Não doía, mas sangrava muito como qualquer ferimento. Bellamy rasga um pedaço da camisa dele e enrola ao redor do corpo dela, para conter um pouco o sangramento. — Precisamos pensar primeiro.
— Pensar o que? — Rey se apressa a responder, seu pensamento estava claro.
— Temos que voltar, ajuda-los! — Bellamy gritava sem perceber.
— Todos os selvagens sobreviventes estarão lá, Clarke e o resto estarão dentro da nave. — Ela segura sua mão o impedindo de pegar o rumo de volta —Eles estão seguros, nós não.
— Bellamy, assim que o dia amanhecer voltaremos. — Finn se aproxima e concorda com ela — Estamos no meio do nada, a céu aberto, feridos e desarmados. Também não estou feliz de ter que sair daqui mas temos que fazer isso.
Bellamy bufa, olhando em direção do acampamento e a luz laranja que saia de lá. Rey puxa seu braço em sua direção, ele olha para seus olhos e coloca sua outra mão sobre a dela. Bell se aproxima e beija sua testa.
— Vamos lá, então.
Rey e Bellamy começam a andar em direção da cachoeira, suas mãos entrelaçadas seguravam forte uma a outra. Por um momento ela esquece de todos os problemas, era apenas os dois lá. Seu rosto estava coberto de sangue seco do selvagem, junto com a sua roupa. E quando ela percebe isso nota algo, o seu estado. Cabelo solto bagunçado e roupa suja rasgada.
Matou pessoas incontáveis, sem dó e agora não sentia remorso.
Estou enlouquecendo?
Não, está ficando mais sã.
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