Where The Story Ends
5 Yu Ai
Notas iniciais
O trânsito estava calmo naquela noite. Gil ligou o rádio do carro de Cath. Começou a tocar Califrnia Girls – Katy Perry.
- Sério que você curte pop? – inquiriu Cath olhando o trânsito por um momento e no outro desviando o olhar pra Grissom.
- Sim, e você também gosta por que estava dançando quando cheguei ao bar! – ele disse sorrindo.
- Então quer dizer que o aparente Gilbert Grissom observa moças decentes enquanto elas dançam?! – inquiriu Catherine divertida.
- Eu não observava só você, tinham outras mulheres na pista sabia?
- Sei... – ela disse olhando de soslaio pra ele.
- Não existe só você no mundo Srta. Flynn! – ele disse e olhou pela janela.
- Já entendi! – ela falou e parou no sinal. – onde você mora mesmo? – ela indagou quando estava aproximadamente há duas quadras do condomínio onde morava.
- Condomínio Tatte, casa de número 20. – ele disse a encarando. Ela sorriu e o encarou.
- Que bom vizinho!
- Nunca te vi perto da minha casa!
- É por que eu moro na 35! – ela falou sorrindo singelamente. – fora o fato de eu nunca parar em casa!
- Ah é, me esqueci que é uma médica dedicada, que ama o que faz e não abre mão de um plantão fora de hora! – ele falou sarcástico.
- Acredite, num hospital como o policial, nunca se tem tempo pra descansar, e se você tem isso é por que precisa muito ou aconteceu um milagre! Muitos policiais se machucam sabia?
- Sabia sim, meus CSI’s tem certo dom pra confusões e ferimentos! – Gil disso rindo.
Mais alguns minutos passaram-se e eles pararam na cancela do condomínio. Catherine avançou com o carro até a casa dele, alguns metros antes da sua.
- Está entregue Sr. Grissom! – ela brincou saindo do carro e recostando-se no mesmo.
- Obrigado pela carona Catherine! – ele disse se virando pra ir pra casa.
- Hey, pode me chamar de Cath okay? – ela disse antes de entrar no carro.
- Boa noite Cath! – foi a última coisa que ela ouviu antes de entrar no carro e ir pra casa.
...
Já era Terça-feira quando o futuro casal Flack chegou no apartamento.
- Okay, Jess, veio quieta por quê? Verginha do que fez lá no Cliff’s? Por favor, lá você dançava com os caras e agora paga de santinha, você não me engana Angell, que de anjo não tem nada! – Flack exclamou muito desapontado com a noiva.
Jess tirava os sapatos na sala de estar e os deixou no canto perto do sofá.
- Don, você sente ciúmes demais, até parece que eu iria te trair na sua cara! – ela disse no mesmo tom desgostoso dele.
- Ah, então se não fosse na minha cara aconteceria?! – ele inquiriu ainda mais bravo.
- Não foi isso que eu quis dizer e você sabe, além do mais, aquelas nojentas detetives de quinta te cantam e eu não falo nada, eu não iria te trair seu idiota! – ela falou empurrando ele.
- Não foi o que em pareceu! – ele disse ainda bravo segurando um braço dela. Ela se soltou violentamente.
- Quando você aprender a se comportar como um homem que confia em mim, como eu confio em você, nós remarcamos a data, não espere nada de mim Flack, esse casamento, ou o que quer que seja que estamos tendo, acaba aqui! – ela disse com os olhos vermelhos, pegou os sapatos a chave do seu carro sob a mesa de centro e saiu de casa e por aquele momento da vida do seu ex-noivo.
...
A Terça começava de verdade agora, com o Sol brilhando lindamente alto no céu.
Catherine saia pra trabalhar, nem olhou pra onde dava ré e quase bateu em um outro SUV.
- Merda! – ela exclamou e saiu do carro. – desculpe-me, eu em sei onde estava com a cabeça! – ela falava indo do carro e indo até o outro, quando encarou o motorista começou a rir.
- Ótimo jeito de começar o dia! – Grissom disse tirando os óculos de Sol e a encartando com um sorriso.
- Desculpe! – ela voltou a dizer.
- Tudo bem, mas cuidado ao andar cansada assim por ai, foi na sua garagem, podia ter sido na rua, e não queremos uma médica precisando de médicos! – Gil falou sorridente.
- Ou de CSI’s! – ela completou e ambos sorriram.
- Muito menos de CSI’s! – ele falou dando ignição.
- Tenha um bom dia! – ela exclamou antes de entrar no seu carro e sair pro trabalho.
Era estranho, mas ela sentia-se melhor, como se fosse trabalhar melhor.
...
Stella tinha ido ao hospital naquela manhã, mas não era pra trabalhar e sim pra ver o amigo Adam. E ter uma desculpa pra falar com mac, fazia muito tempo que os dois não tinham uma conversa que não fosse monossílaba.
- Bom dia Adam, pedi a enfermeira caprichar no café pra voc... – Stella entrou no quarto e viu Mac lá conversando animadamente com Ross.
- Desculpe, não sabia que estaria aqui! – a Grega disse sorrindo e entrando no quarto, apoiou a bandeja numa mesinha e olhou o prontuário de Adam. – parece que alguém terá alta hoje! – Stell exclamou para a felicidade de Ross.
- Beleza, gatinha com pena do Adam aqui mode on! – ele disse animado.
- Olha lá garoto! – repreendeu Mac.
- O Mac tem razão nada de bebidas e nem festinhas, repouso absoluto e analgésicos, até poder se mover como antes! – Stella disse sorrindo pros dois homens.
- Isso quem disse foi a Dra. Bonasera ou a amiga Stella? – indagou Mac.
- Um pouco das duas! – ela falou e suspirou. – bem, eu vou indo seu café está aqui e qualquer coisa, já sabe chamar as enfermeiras, vou indo tenho um dia inteiro pra dormir! Tchau meninos!
- Bye Stell! – exclamou Adam.
- Até mais! – Mac disse sorrindo.
...
Detetive Taylor o homem forte, destemido, sem medo de qualquer coisa, receoso!
Essa era nova e ninguém podia saber, mas seu amigo Grissom iria perceber com certeza!
Enfim, a questão era que o chefe mais temido de todos os laboratórios criminais do país estava se sentindo diferente... Seria alguma doença?
Não. Dessa vez não. O nome disse era amor! Palavra meio forte, ele admitia pra si, mas era isso que sentia, desde quando conheceu Stella se fascinou por ela, e com essa reaproximação tudo voltou à tona.
Será que era uma boa ideia se declarar?
Ela o rejeitaria?
Sentiria ela o mesmo por ele?
A única solução que ele via era a de se declarar sem medo, mas isso teria de esperar!
O dever o chamava! Onde estava Grissom quando se precisava dele?!
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