When We Were Young

19 You're The Most Important Person In My Life


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY :)))))))) Muito obrigada pelo os comentáriosssssssssssssssssssssssss. SÉRIO!!!!!!Eu amei cada um deles.Muito obrigada. META DE 10 COMENTÁRIOSSS!!!! Amoresss, eu queria um recomendaçãoooo :(((((((((((( Pleaseeee????! euheuheuheuh Enjoy :)

YOU'RE THE MOST IMPORTANT PERSON IN MY LIFE

BLACK'S HOUSE

1974

SUMMER

Quando a Sra. Black abriu a porta, demorou um pouco para reconhecer aquele garoto. Todo em vestes formais, o cabelos castanhos penteado para trás, os olhos cor de mel, com o mesmo porte físico de Régulus. Só o reconheceu ao ver a Sra. Potter, também num vestido formal, de veludo negro, com os cabelos muito negros e os olhos muito azuis.

—Olá, Wal. – disse a senhora Potter – Eu recebi uma carta, me convidando para o chá. Fiquei até surpresa.

A Sra. Black piscou, chocada, mas logo se deu conta que aquilo deveria ser coisa do Sirius. Mas não perdeu a pose e fez de conta que tinha planejado mesmo chamá-la para um chá. Céus... há quantos anos não falava com Euphemia?

—Sim, sim. Entre... esse deve ser James. – disse olhando o garoto, que parecia muito elegante e arrogante em suas roupas bonitas.

—Em carne e osso, senhora. – disse ele com um sorriso malicioso – Espero que não se importe por eu ter vindo com a minha mãe... eu tinha esperanças de ver Sirius e Addie.

Walburga torceu o nariz e quase bateu a porta na cara deles, mas se conteve. Deu passagem e os dois “convidados” entraram.

—Addie não está. Apenas...

—JAMES! – gritou alguém das escadas. Fechou os olhos, pedindo paciência a si mesma – James! Sra. Potter! – riu Sirius vindo correndo como um hipogrifo desgovernado – Que porra de roupa ridícula é essa, James?

—SIRIUS BLACK! – gritou Walburga.

—Minhas roupas são ótimas, ok? – perguntou o garoto empinando o nariz – Você quem deveria se vestir direito. Que nem um bruxo de verdade.

Sirius olhou o colega, parecendo quase chocado. Walburga sorriu se perguntando se o pequeno Potter poderia ser uma boa influência para o filho, no fim das contas.

—Do que está falando? Minhas roupas são ótimas. – resmungou Sirius. O pequeno Potter revirou os olhos.

—Fala sério. Seu irmãozinho caçula se veste muito melhor do que... – começou o garoto, mas Sirius avançou contra ele. Por um momento achou que o filho iria machucar o garoto e achou que morreria de vergonha, mas Potter simplesmente desviou das mãos dele com agilidade – você... – completou ele com um sorriso insolente – Vamos, Sirius. Vamos fazer algo legal e deixar as madames conversarem.

Sirius xingou o colega, baixinho e subiu a escada batendo os pés.

—Crianças. – riu Euphemia.

—É... que gracinha, o seu menino. – riu Walburga – Desculpe pela atitude de Sirius. Estamos passando por uma crise no momento... – lamentou Walburga.

—Sim, a esposa do meu cunhado, Dorea, comentou algo a respeito. – murmurou Euphemia.

—Como está tia Dorea? – perguntou Walburga, casualmente.

—Está bem. Tiveram um filho há uns seis anos, mas eu nunca o vi... Nunca saem com ele – Euphemia baixou um pouco o tom de voz – Fleamont acha que é um aborto.

Walburga sentiu um calafrio lhe subir pela espinha e olhou para a Sra. Potter, em choque.

—Não! – disse, adorando a fofoca.

—Mas você nunca soube isso de mim.

—Claro que não. Claro que não... MONSTRO!

Um pequeno estalo e logo seu elfo favorito apareceu.

—Monstro está aqui para servir, senhora. – disse o elfo fazendo uma reverência.

—Monstro, arrume a sala para nossa visita e prepare um chá para nós.

—É claro, minha senhora. Monstro está contente por servir. – respondeu o elfo fazendo outra reverência e desaparecendo em seguida.

James bagunçou os cabelos e tirou a capa dos trajes, enquanto Sirius o observava. Depois ele tirou os óculos do bolso das calças e o colocou no rosto.

—Acho que o plano deu certo. – riu James.

—Acho que sim. A burra da minha mãe caiu direitinho. Logo, logo ela vai achar que você é maravilhoso e...

—Ela não vai achar, só vai perceber. Eu SOU maravilhoso. Não tem como não gostar de mim. – riu James se jogando na cama – Mas me explica ai, toda essa história da Addie. – pediu James.

—Ok. – murmurou Sirius, se sentindo tristonho mais uma vez.

Contou sobre o jantar na casa de Bellatrix, sobre o que encontraram no porão, sobre como seus parentes reagiram e, por fim, como tio Pollux tinha levado Addie embora. James escutou tudo, sem interromper, apenas acenando com a cabeça vez ou outra. Quando terminou de contar tudo, James se levantou e ficou de pé, coçando o queixo.

—O que precisamos é de uma missão de resgate. – disse ele – Precisamos de uma festa! É isso! Perfeito!

—O que é perfeito? – perguntou franzindo a testa.

—Precisamos de uma festa na minha casa. Ai convidamos a Addie e vocês voltam a se encontrar! – explicou James, com um sorriso animado, pensando que seria a oportunidade perfeita para ficar sozinho com ela e finalmente conseguir dar uns beijinhos. Ia ficar louco se não a beijasse logo.

E Sirius sorriu achando a idéia simplesmente maravilhosa.

—É isso! Acha que vai dar certo? Convencer meus pais a me deixarem ir pra sua casa e convencer os pais da Addie?

—Eu peço pro meu pai convencer os seus tios. Ele é puro sangue e tudo o mais, mas sabe tudo sobre os trouxas. Se seus tios são fissurados em trouxas, com certeza vão se deixar levar pelo meu pai.

—Meus tios não são fissurados em trouxas. Eles só não são malucos como os meus pais. – explicou Sirius.

POTTER'S HOUSE

Sirius jogou sua mochila no chão e então se jogou na cama de James, abraçando o travesseiro.

—LIBERDADE! – gritou contente. Escutou James gargalhar atrás de si e sentiu o amigo pular em cima de suas costas – Sai de cima, James.

—Almofadinhas. Eu quero te pedir uma coisa. – riu James.

—O que?

—Eu vou chamar a Emmeline. – riu James se sentando em suas costas – Dá uns tratos nela por mim, viu?

—Achei que você ia falar da Addie. – riu Sirius aliviado – Mas pode deixar. Vou dar uns amassos daqueles na Emmeline.

—Ótimo. Vou escrever pra elas agora! – riu James – Addie, Emms e Mary. Vou chamar até os pais delas. Fazer uma reunião de colegas, aproveitar a piscina e tudo mais.

—Ou, seu cabeção. Como você quer que eu dê uns amassos na Emmeline com a mãe dela aqui? – perguntou Sirius.

—Não consegue? – perguntou James com um sorriso desafiador. Sirius fechou a cara e se sentou, o derrubando no chão.

—É claro que eu consigo.

—Então vamos nessa. – riu James – Vai ser ótimo!

—Vai ser um desastre. – lamentou Sirius vendo Emmeline e Marlene trocando um olhar furioso – Qual o seu problema? Por que convidou as duas? – perguntou Sirius, indignado.

—Não fui eu! – riu James coçando o queixo – Meus pais são amigos dos pais da Lene e da Dorcas... olha... até a Lily veio.

—E nada da minha prima. – lamentou Sirius – Você só me mete em furada.

—Eu nunca te meto em furada. Para com o drama... OOOI, Emmeline! – riu James abrindo os braços. Emmeline o olhou parecendo furiosa. Ela se aproximou e o puxou pela orelha.

—Você me deve explicações, Potter. O que aquelas piranhas estão fazendo aqui? Onde estão Addie e a Mary?

—Elas ainda não chegaram. – explicou James sentindo dor na orelha, mas rindo assim mesmo – Meu pai foi buscar a Mary, porque o pai dela é trouxa, mas a Addie ainda não deu notícia...

—Nem eu e nem James queríamos elas aqui. – concordou Sirius – Você sabe que eu só tenho olhos pra você, né?

Emmeline o largou e soltou um suspiro fofo, olhando Sirius sonhadoramente.

—Eu estou super preocupada com a Addie... – lamentou Emmeline – Ela me mandou uma carta contando que é prisioneira numa casa trouxa e que vão fazer ela desistir de ser bruxa.

—Calma boneca. Isso é só a Addie exagerando no drama. – riu Sirius – Meus tios nunca iriam fazer a Addie desistir de ser bruxa. Que loucura. – ele riu sem saber se a abraçava pela cintura ou se ia falar com Marlene, que o olhava com alguma censura, no momento.

—Bem... eu espero que ela venha mesmo. Eu preciso contar aaaaaltas fofocas pra ela. – riu Emmeline – James, onde tem um banheiro, heim?

—Segunda porta no corredor. Subindo as escadas. – riu James. Emmeline deu um beijo demorado na bochecha de Sirius e saiu rebolando – Agora é a Marlene quem está vindo. – riu James.

—Eu estou tão fodido... – murmurou Sirius fazendo pose – LENE! Que saudades de você. – riu Sirius a abraçando. Marlene o abraçou de volta e o beijou na bochecha.

—Siiiix... que saudades.Eu soube da Addie, você está bem? – suspirou ela. E Sirius fez uma cara de coitado. Ela sorriu o beijando na bochecha. Mas em seguida ela o soltou e olhou indignada para James e o puxou pela orelha – Qual o seu problema, Potter? Por que convidou Vaca Vance pra cá?

—Ai, ai, ai! – resmungou James – Me solta, menina.

—Lene, não fique assim. – riu Sirius a segurando com gentileza, pelo pulso – É só porque minha prima se mudou e vamos nos reencontrar hoje. Então James convidou as amigas dela. Você sabe que eu só tenho olhos pra você, né?

Marlene soltou um suspiro apaixonado e sorriu encantadoramente para Sirius, enquanto James massageava a orelha.

—Garotas são todas loucas... – murmurou James. No segundo seguinte, Mary pulou nas costas dele.

—POOOOONTAS!!! – riu ela bagunçando os cabelos já bagunçados dele – Que saudade!

—Olá, Borboletinha. – riu James pulando, para conseguir segurar as coxas de Mary e ficar de cavalinho com ela – Como estão sendo suas férias?

—Assustadoras. – disse Mary, fazendo os olhos girarem – Atacaram minha rua duas vezes só essa semana. Saiu na TV que tinha sido uma explosão de gás, mas eu sei que são os seguidores de Você-Sabe-Quem.

—Ai, Crazy Eyes, larga de drama. Até parece que os comensais de morte perderiam tempo indo atrás de você. – riu Marlene.

—Sirius perde o tempo dele com você, por que os Comensais não perderiam tempo com os trouxas e nascidos trouxas? – perguntou uma voz ácida. Todos se viraram e viram Addie, com uma blusa dos Stones, rasgada na gola, para exibir o decote e uma calça de couro. Ela estava de braços cruzados, com uma mochila jeans e um sorriso maroto – É justamente o que eles fazem, sabe? Gastam o tempo deles caçando gente de bem, apenas por não terem sangue puramente mágico.

—ADDIE! – gritou Sirius, quase empurrando Marlene.

—ADDIE! – gritou Sirius, largando Marlene de uma vez e vindo me abraçar. Sorri extremamente contente e o abracei de volta, o mais apertado que consegui.

—Ah, Sirius... eu senti tanto a sua falta! – sussurro só pra ele.

—Eu também... eu também... – sussurra ele de volta, me abraçando ainda mais apertado, deitando a cabeça no meu ombro e cheirando meus cabelos, mas em seguida ele me afastou e me olhou nos olhos.

—Ai que fofo esse momento — escutei e voz de James e sorri para ele. – Da até vontade de chorar né, Marlene? – ele pergunta a olhando.

—É, que peninha do meu Six – ela diz e Mary revira os olhos com um sorriso.

—Mas, como você está? Onde estão morando? Me conte tudo! TUDO. – Sirius diz ignorando James e Marlene.

—Ok. – disse sorrindo, imensamente feliz por estar com ele novamente. Abri minha bolsa e peguei as doze cartas que tinha escrito para ele – Aqui! Eu escrevi todos os dias, mas não tinha como mandar pra você... eu imaginei que seus pais não iriam deixar você receber...

—É... está sendo difícil de me comunicar com o mundo agora... – murmurou Sirius pegando as cartas e as olhando como se eu tivesse entregado algo maravilhoso – Vem, Addie. Eu vou ler tudo agora.

—Mas... Six...? – perguntou Marlene, o olhando levemente indignada, mas Sirius me puxou para dentro. Olhei para trás e mostrei a língua para Marlene, antes de entrar.

Fomos correndo escadas à cima e acabamos topando com Emmeline.

—Addie! – riu ela.

—Emms. Amo você, mas agora eu PRECISO de um tempo com o Sirius. – disse de uma vez, Emmeline arqueou a sobrancelha e deu de ombros.

—Ok. Então eu vou me engraçar com o James.

—O QUE? – perguntamos juntos, eu e Sirius. Mas Emmeline apenas sorriu.

—Brincadeirinha... – riu ela descendo as escadas cantarolando – Jay e Addie estão a se beijar... primeiro vem o amor, depois o casamento... – olho para Sirius, que estava mirando Emmeline com alguma censura – Mas antes vem um sexo bem safado...

—Até parece. – resmungou Sirius, voltando a me puxar pela mão. Entrei no quarto de James e Sirius fechou a porta.

Olhamo-nos mais uma vez e novamente sentimos aquela vontade bizarra de nos abraçar. Céus... como eu tinha sentido a falta dele. Eu poderia me agarrar loucamente com Adam, mas nem isso seria o suficiente para compensar a falta que Sirius fazia.

—Então... como você está?

—Estou vivendo um pesadelo sem fim. – resmungou Sirius se aproximando – Eu sempre odiei as férias, mas essas, sem dúvidas, são as piores da minha vida. – Sirius soltou um suspiro e sorriu pra mim, de um jeito que eu nunca tinha visto – Eu amo você, Addie... – esbugalhei os olhos, em completo choque – Não como a Emmeline ou a Marlene querem que eu ame elas... eu amo você... do jeito que eu deveria amar o Régulus, ou como a Andy e a Ciça se amavam, sabe? – perguntou Sirius – Acho que eu te amo como eu amo o James... não... amo muito mais do que eu amo o James... você é a pessoa mais importante da minha vida. – sussurrou ele – E eu não me importo se você me achar um maricas por eu estar falando isso...

—Eu não te acho um maricas, Sirius! – disse quase desesperada para abraçá-lo novamente – E você é a pessoa mais importante da minha vida. Eu também te amo, seu bobo. – murmurei o apertando com força – Não deveriam ter separado a gente! Nunca! Nunca!

—Eles foram tão egoístas... – lamentou Sirius – É tudo culpa da Bellatrix e daquele Lestrange... e... e do idiota do mestre deles. Aquele sadista que está deixando todos mais loucos do que já são. – Sirius fez um afago um tanto sem jeito nos meus cabelos. Sorri, gostando do toque dele. – Volta pra casa comigo, Addie?

—Eu não posso Sirius... – lamentei – Por que não foge você? Lá pra nossa casa! Você iria adorar... nós vivemos escondidos, com os trouxas. É tão maneiro, Sirius! Você seria feliz lá. Eu sei que sim.

—Se eu for meus pais vão vir atrás... e do jeito que eles são loucos, eles tentam matar os seus pais... – murmurou Sirius.

Soltei um suspiro, sabendo que aquilo era a mais pura verdade.

—Não quero ficar longe de você... – murmurei com um nó na garganta.

—Nem eu de você. – disse Sirius, soltando um soluço. Ele fungou de leve e me afastou, com o olhar baixo – Chega disso... ou... ou eu vou...

—Eu também. – murmurei olhando pra cima, sem querer chorar.

Sirius soltou um suspiro e se sentou na cama de James, para pegar minhas cartas. Ele soltou um suspiro e sorriu pra mim.

—Não sei se leio agora ou se... se guardo pra quando... quando voltar pra casa.

—Leia agora e depois de novo, quando voltar pra casa. – sugeri. Ele concordou e pegou a primeira.

—Ok, Addie... vou ler todas. – murmurou ele.

Me sentei na cabeceira da cama e cruzei as pernas. Sirius se deitou com a cabeça no meu colo e pegou a primeira carta.

—Querido Sirius. – leu ele com algum deboche.

Apertei o nariz dele, de leve e nós dois rimos um pouco. Ele lia a carta, onde eu contava sobre a verdadeira vida dos meus pais, sobre Henry e Willow, sobre Adam, sobre a Sra. Empaminondas, sobre minha máquina de escrever e meus patins.

A voz dele me trazia uma tranquilidade sem precedentes...

Eu nunca tinha me dado conta que eu amava Sirius... e eu realmente nunca imaginei que ele seria o primeiro a admitir isso. Nos amávamos como irmãos e aquela separação forçada tinha nos machucado mais do que jamais poderíamos ter imaginado. Mas eu sabia que ele nunca estaria longe de mim, no fim das contas. Éramos primos, irmãos e melhores amigos... nada, nunca, jamais iria nos separar!

Estaríamos juntos para sempre, mesmo que não morássemos na mesma casa, mesmo que não pudéssemos nos ver... era uma certeza que eu sentia no meu coração, apesar de não saber o porque de estar pensando aquilo...

— Sirius, me desculpe. – nós tínhamos descido e meu pai agora falava com Sirius, com a mão em seu ombro. – Eu sei que devia ter falado com você antes de sair, mas eu não podia te levar. Eles são seus pais, entende? Eu poderia ir preso, se levasse você, mas acredite se eu pudesse, te levava sem nem pensar duas vezes. – ele abraçou Sirius com força e isso pareceu confortar meu primo de maneira absoluta.

—Tudo bem, tio. – ele murmurou baixinho e eu segurei a mão dele. Teddy escorrega para seu colo, e ele solta minha mão.

—Seu irmão é muito fofo, Addie – Lily me diz sorrindo para Teddy.

—Eu sei – dou de ombros. Remus e Peter chegam com seus pais, e logo veem até nós.

—Oi, Aluado – dou um abraço nele e recebo um sorriso gentil. Remus tinha os sorrisos mais gentis da face da terra.

—Aluado? – a mãe dele pergunta, parecendo um pouco nervosa.

—Ah... é que... – ele olha para ela sem jeito.

—O Remus é muito aluado, sabe? Vive no mundo da lua – James diz, passando o braço pelo ombro de Peter.

—Ah, entendi. – a mãe de Remus sorri, aliviada e James dá uma piscadela para nosso amigo lobisomem.

—E todos vocês tem apelidos? – a mãe de Peter pergunta, ela era rechonchudinha, mas o pai de Peter era bem gordo, Peter perto deles ficava até esquisito, agora que emagreceu.

—James, porque não conta para meu tio, o apelido da Addie? – pergunta Sirius com um sorrisinho divertido, mas James cora, nos fazendo rir.

—Qual é o apelido da Addie? – meu pai pergunta.

James sussurra baixinho, totalmente corado.

—O que? – pergunta minha mãe.

—Tetas – os adultos gargalham alto.

—Bem, só de olhar nossa filha dá pra ver o porquê desse ser o apelido né? – minha mãe diz e eu a olho indignada.

—Bem, o meu apelido é Pontas. – James diz apontando o cabelo – O do Sirius é Almofadinhas – Sirius revira os olhos e mostra o dedo médio para James, que dá de ombros, voltando a rir daquele jeito enorme dele – Porque o cabelo dele é macio que nem almofada, e aí eu me lembrei das almofadinhas da casa da minha tia – os adultos riem mais uma vez – O da Mary é borboletinha. E da Emms e Peter a gente ainda não achou um apelido.

—O da Emms tem que ter algo a ver com a bunda dela – Mary diz e nós concordamos. Os adultos riem, e começam a conversa entre si, contando histórias constrangedoras, sobre nossas infâncias. Mas eu olho para Emmeline e sussurro só pra ela.

—Vaca Vance.

—Vá se foder, Tetas. – ri ela de volta.

A tarde foi passando de maneira divertida e tranquila. Eu estava de braços cruzados, observando Sirius, que tentava escapar da tentativa de Marlene de apresentá-lo para os pais dela. Emmeline estava do meu lado, morrendo de raiva e Mary conversava com Remus.

—Vamos entrar na piscina, gente? – perguntou James, que já estava de calção. – Vamos, Addie? – perguntou ele, piscando pra mim. Sorri e concordei, puxando Emmeline e Mary, pelas mãos.

—Vamos, meninas. Vamos colocar as roupas de banho. – eu disse, puxando as duas. Eu vi James trocar um olhar com Remus e os dois começaram a conversar freneticamente.

—Vamos, Remus. Vai dizer que não tem curiosidade. – insistiu James.

—Não é ético! – insistiu Remus – E eu não vou deixar você fazer isso.

—Por favor. Por favor. POR FAVOR! – insistiu James, pulando desesperadamente – Sabe quando vamos ter outra oportunidade dessas? – perguntou James.

—Isso não é certo. – insistiu Remus.

—Oh! Só vem logo, pelo amor de Merlin! – insistiu James, saindo correndo para dentro e puxando Remus com a mão. Entraram na biblioteca e James tirou um livro de uma estante e o abriu. Tinha um pedaço de vidro dentro dele que Remus logo identificou como sendo um espelho.

—É... é igual a aquele que você tem com Sirius? – perguntou Remus.

—É. – respondeu James. – São todos do meu espelho, lá do meu quarto. – riu James – Eu quebrei sem querer e descobri que dava para observar as coisas por ele. Mas ele não mostra quem está olhando. – riu James – Perfeito.

—Mas eu já vi você e Sirius...

—Os fragmentos mostram quem está olhando, mas o principal, não. – explicou James. Remus respirou fundo e balançou a cabeça.

—Isso é errado. – resmungou ele.

—Ah, é? Olha só isso aqui. – riu James mostrando o reflexo para o amigo. Emmeline estava tirando a blusa de frente para o espelho, mostrando seus belos seios médios, em um sutiã roxo escuro – Oh, que delícia... espero que a Addie troque de roupa na frente do espelho.

—Sirius mata a gente... – murmurou Remus, mas ele não despregou os olhos do espelho. Quando Emmeline tirou o sutiã, tanto ele quanto James suspiraram e sorriram – Ok, vale à pena morrer. – murmurou Remus, completamente corado.

—Ela vai tirar a calcinha! Ela vai tirar a calcinha... – disse James, roendo a unha, mas Emmeline saiu da frente do espelho e Addie apareceu, tirando a blusa – Santa punheta...

—As meninas do nosso ano são tão bonitas... – murmurou Remus, puxando o espelho de leve, para poder ver Addie melhor. Ela estava tirando a calça, enquanto conversava – Ai, ai...

—Eu, definitivamente, vou beijar a Addie, hoje. – suspirou James, passeando os olhos pelo corpo da colega, por quem estava apaixonado. Ela estava de costas para o espelho, só de calcinha, conversando com Mary, que estava sentada na cama, também tirando a calça. Podia ver os peitinhos delicados de Mary, pelo reflexo. Mesmo pequenos, eram encantadores... – Tira Addie... tira... Oh, meu Merlin! – riu contente quando Adhara se curvou para tirar a calcinha.

—Me deixa ver! – pediu Remus, quase desesperado.

—O que vocês estão fazendo? – perguntou uma voz na porta. James e Remus olharam, chocados, para Sirius, que os olhava com curiosidade.

—Últimos segundos de glória. – riu James. Remus entendeu e continuou olhando o espelho. Sirius se aproximou, sem entender e Adhara se curvou para colocar o biquíni, um maiô preto. Mas antes de vestir tudo, ela se virou – ISSO! PEITOS!

—O que? – perguntou Sirius.

—CORRE, REMUS! – gritou James, saindo correndo. Remus passou por Sirius no maior cacete, completamente vermelho.

—O que vocês estão aprontando? – gritou Sirius, correndo atrás deles. James entregou o espelho para Remus e correu distraindo Sirius, que foi atrás dele. Remus se escondeu na cozinha e olhou o espelho. Emmeline estava de costas, colocando o biquíni na marca certa. Seu bumbum maravilhosamente torneado era uma delícia de olhar.

—O que estou fazendo? – perguntou envergonhado. Estava para esconder o espelho, quando Addie apareceu no espelho de novo, o maiô ainda estava na cintura, porque ela passava um creme de proteção solar nos seios. Engoliu em seco, observando Adhara massagear os seios com a loção. Aquilo era demais pra ele. Correu para o banheiro e trancou a porta. Suas calças tão apertadas, que doíam. – Caramba... caramba... – murmurou tirando o cinto e abaixando as calças com agilidade. Colocou o espelho em cima da pia e colocou a mão dentro da cueca. Engoliu em seco, observando Adhara sorrir, enquanto espalhava a loção esbranquiçada por seus seios. – Minha nossa... – se massageou, olhando para Adhara e depois Emmeline e por último Mary. Queria ver Addie de novo, mas acabou homenageando a cama vazia de James. Respirou fundo e depois notou que tinha sujado boa parte da pia. Sorriu aliviado e pegou papel higiênico, para limpar tudo. Depois se vestiu, guardou o espelho no bolso e saiu do banheiro.

Logo encontrou James.

—Onde se meteu? – perguntou o amigo. Remus sorriu, aliviado e James fez uma careta – Ao menos limpou o banheiro? – ralhou ele. Remus concordou, com o mesmo sorriso no rosto – O que eu perdi?

—Addie passando loção protetora nos seios.

James o olhou indignado.

—Aluado, seu traidor!

—E um beijo lésbico das três. – adicionou Remus, sonhadoramente – Oh, quando Mary ficou de joelhos e beijou os seios da Addie...

—Você está mentindo! – disse James, boquiaberto. Remus deu de ombros e devolveu o espelho.

—Estou? – falou com o sorriso mais satisfeito do mundo.

—Idiota – James murmurou, olhando para os lados – Eu contei pro Sirius.

— O que? Por quê? – Remus quase gritou.

—Ele insistiu e eu falei que era pra ver a Emmeline, mas é claro que ele não acreditou que queríamos ver a Emms e agora ele quer nos matar.

—JAMES – Sirius apareceu correndo, sem nem dar tempo dos dois correrem. – Eu vou matar você.

—'Pera – James gritou, se esquivando – Remus bateu uma olhando a Addie passar loção protetora nos seios! – Remus o olhou chocado.

—Seu traidor – sussurrou baixinho e Sirius o olhou extremamente nervoso.

—Você ta fodido – ele sussurrou, fazendo Remus arregalar os olhos.

Remus empurrou Sirius e saiu correndo desesperado, gritando que era tudo culpa de James. Sirius vinha logo atrás com James a tira colo rindo de se matar.

Os adultos viram Remus passar correndo gritando com Sirius atrás, e Marlene, Dorcas e Lily deram risadinhas.

—Sirius, calma – Remus gritou ao parar na borda da piscina, ele se virou para conversar com Sirius, mas o mesmo pulou de encontro a ele os fazendo cair na piscina. A briga aquática começou fazendo James rir mais alto, com agora Peter ao seu lado, rindo também.

—Jay – ele escutou aquela voz melodiosa que Addie fazia, quando dizia seu nome e sorriu se virando apenas para garota pular em cima dele. Antes de cair na piscina segurou as coxas dela com força.

Mergulhei a cabeça de James na água, ao pular em suas costas. Ele riu jogando água em mim, me puxando para debaixo d’água. Eu podia ver as pernas de Sirius e Remus que estava ainda brigando, e as de Mary e Peter que estavam enroscadas. James à minha frente sorriu, seus cabelos estavam pra cima e saiam bolhas de sua boca. Ele disse algo, mas eu não consegui entender, ele se aproximou mais e eu não liguei que estava começando a faltar ar, apenas o puxei pra junto de mim. Eu fui puxada pra cima com rapidez, e tossi um pouco.

—Nem pensar, ouviu? – Sirius apontou o dedo na minha cara, então ele olhou pra piscina – Tem certeza que você pode ficar aqui? Você não sabe nadar.

—Isso é uma piscina. – reviro os olhos – E Adam, vai me ensinar a nadar. – digo sorrindo.

— O que? Como assim? – James me agarra.

—Ele é meu vizinho – dou de ombros e falo pra ele a história da avó do Adam.

—Não! Eu te ensino a nadar! Não aquele... aquele cara. – ele diz cruzando os braços.

—Que fofo você com ciúmes, Jay – Emms diz sentada na borda da piscina, com as pernas dentro. Ela estava com os braços para trás e um óculos de sol.

Vi que Marlene estava agora conversando com Sirius baixinho no outro canto e que Dorcas tinha entrado também. Olhei para ela com descaso, que nadou para perto de Lily.

Passamos a maior parte do dia na piscina, brincando de derrubar uns aos outros, subindo nos ombros uns dos outros e brincando com uma bola grande de plástico. Remus saiu da piscina, depois que Sirius o deixou em paz, a camisa dele estava ensopada, mas o pai dele o secou, depois ele foi se sentar no sofá, mas parecia bastante satisfeito consigo mesmo por lá.

Imagino que ele gostava de passar o tempo em lugares diferentes, só pra variar.

Meus pais ficaram conversando com os pais do James, praticamente o dia inteiro. Os pais de Remus e Peter também.

—Meus pais são entusiastas dos trouxas. – riu James logo atrás de mim. Eu estava apoiada na borda da piscina, observando os adultos conversarem e James me abraçou por trás – Quero te pedir uma coisa.

—O que? – perguntei curiosa.

—Sirius está completamente ocupado, se pegando com a Emmeline, fingiu que bateu a cabeça e que queria ficar sozinho. Emmeline fingiu que ia ao banheiro e os dois foram se agarrar no meu quarto.

—Hum. – murmurei começando a entender o que ele queria.

—Você sabe que eu estou louco pra te beijar já faz um tempão... – sussurrou James. Ele engoliu em seco e suspirou – Vamos lá pro jardim, no barracão, onde meus pais guardam as poções de jardinagem... eu quero matar essa vontade antes que ela me mate... – sussurrou ele em meu ouvido. Arrepiei-me inteira.

—Me espera lá, pra não ficar tão na cara. Meus pais estão ai. – sussurrei me virando. James sorriu, animado e concordou, saindo da piscina. Nadei até Mary, que estava conversando com Lily, Peter estava encostado em Mary praticamente dormindo – Olá, garotas. – disse sorrindo.

—Olá. – disse Mary, girando os olhos – Tudo certo? – perguntou ela.

—Sim, sim... está tão quente... – murmurei sonhadoramente – Acho que vou imitar o Remus e vou me sentar um pouco. Se perguntarem por mim, vocês avisam? – perguntei calmamente – Afinal, da última vez, quando eu não avisei pra onde ia, foi a maior confusão... – adicionei. Mary deu uma risadinha, mas Lily não entendeu, afinal ela não estivera lá, quando, no último verão, eu escapei pra encontrar com Rabastan.

Era estranho pensar que só se passara um ano... parecia ter sido em outra vida.

—Ok. Vai lá. – riu Mary.

Fui para a escada e então peguei uma toalha, me enrolando. Entrei na casa, pulei a janela do outro lado (Remus estava ferrado no sono e nem me viu). Vi o tal barracão que James tinha falado e me encaminhei para ele. Entrei sentindo o coração bater à mil. James parecia estar arrumando a bagunça, deixando o lugar mais apropriado para nosso amasso. Fechei a porta e ele se virou de uma vez.

—Ah! Oi. – disse ele, corando muito – Desculpe a bagunça...

—Está tudo bem... – murmurei. James concordou com a cabeça, engolindo em seco. Ele respirou fundo e se aproximou de mim, parecendo um tanto nervoso – Tudo bem? – perguntei, com um sorrisinho.

—Estou me preparando psicologicamente para o caso de sermos flagrados... sempre somos flagrados... – riu ele, bagunçando os cabelos – Será que dessa vez eu vou conseguir te beijar?

—Não vai saber se não tentar, né? – perguntei dando de ombros. James concordou e me olhou nos olhos, colocando a mão na minha cintura. Senti os dedos dele me acariciarem por cima da toalha e ele me puxou de leve, para mais perto. Deixei-me levar e sorri.

—Como você pode ser tão linda? – perguntou James me olhando inteira. Sorri um tanto sem jeito e senti o rosto ferver quando James se aproximou muito de mim. Os lábios dele quase tocaram os meus.

Então entendi que eu quem deveria encerrar a distância. Toquei os lábios de James com os meus e o senti estremecer inteiro. Ele me abraçou e me beijou de volta, acariciando meus lábios com os dele. Um beijinho casto, se comparado com os de Rabastan. Mas havia algo neles que eu nunca tinha experimentado. Parecia desejo, mas ao mesmo tempo significava outra coisa. Alguma outra coisa que eu não soube identificar, mas fez meu coração bater acelerado. Muito acelerado.

Enlacei o pescoço dele com meus braços e ele me puxou mais perto, me envolvendo pela cintura e suspirando de alegria e satisfação. Ele interrompeu o beijo, por alguns segundos, para me olhar e sorrir. Mas logo voltou a me beijar com mais desejo que antes.

Ele me guiou para a mesa que tinha ali e me fez sentar em cima dela. Depois ele ficou em pé, na minha frente, me beijando. Pressionei os quadris dele com meus joelhos e ele me puxou de leve, mais para perto, como se quisesse se encaixar em mim.

Alisei a nuca dele, calmamente, adorando como ele se arrepiava com o meu toque. Ele respirou fundo e abaixou minha toalha, me desenrolando dela aos poucos, mas mesmo assim parecendo desesperado para fazer isso. Senti as mãos dele tremerem de leve, ao tocarem minha cintura. Ele engoliu em seco e paramos de nos beijar mais um pouco. Ele me olhou com uma intensidade imensa e eu me dei conta do quanto aquilo estava sendo importante pra ele.

James sorriu pra mim, mas não era o sorriso que eu estava acostumada. Era um sorriso menos enorme, mas completamente feliz e entregue. Sorri para ele também, me sentindo da mesma maneira. Respiramos fundo, com as testas coladas e então voltamos a nos beijar novamente.

Meu coração batia tão acelerado que eu comecei a me preocupar com a possibilidade dele sair pela minha boca. Meu corpo inteiro tremia de nervoso e eu me dei conta que nunca tinha ficado daquele jeito com ninguém.

—Addie... – sussurrou ele.

—Que? – perguntei. James engoliu em seco.

—Eu gosto muito de você... – sussurrou ele. Sorri, contente e o acariciei no rosto.

—Eu também gosto muito de você. – sussurrei.

James baixou os olhos e me acariciou na cintura.

—Não gosto quando o Cook fica dando em cima de você... – murmurou ele – Eu sei que você nunca me deveu nada... a gente nunca foi mais que amigos, mas... mas eu... eu não gosto, saca?

—Eu meio que não gosto quando você fica dando em cima da Lily e da Meadowes. – murmurei externalizando àquilo pela primeira vez – Lembra quando a gente brigou e você começou a me ignorar?

—Lembro... – murmurou James me olhando nos olhos de novo – Você estava com o Lestrange...

—É... você... você me fez chorar, sabia? – perguntei. James piscou, chocado.

—Está falando sério?

—Estou. Foi horrível. – confessei. James sorriu pra mim e me beijou carinhosamente nos lábios.

—Você me fez chorar também... – murmurou James. O olhei com descrença – Quando se afogou e eu achei que você tinha morrido... – murmurou ele – Acho que eu nunca senti tanto medo na minha vida. – riu ele. James me beijou novamente, me puxando pela nuca.

As mãos dele agarram minha cintura e as minhas seu cabelo molhado, ele se encaixou mais em mim, me beijando com mais desejo e firmeza.

Beijamos-nos durante muito tempo. Conversamos bastante e depois saímos de fininho. James entrelaçou os dedos com os meus e fomos até o sofá da biblioteca, onde deitamos juntos e acabamos por cair no sono.

Mas não durou muito tempo, pois minha mãe veio me acordar pra ir pra casa. Ela olhou pra mim e pra James com desconfiança, mas nem eu e nem James coramos com o olhar dela. Despedimos-nos com um abraço gostoso e eu fui me despedir de Sirius. Ele iria dormir no James, mas ficamos tão emotivos na hora de ir embora – porque fomos idiotas e ficamos nos agarrando por ai, no lugar de apreciar a companhia um do outro – que minha mãe falou a coisa mais maravilhosa do dia.

—Por que não dorme lá em casa, Sirius? – perguntou ela – Seus pais não precisam saber. – adicionou ela piscando.

Eu e Sirius sorrimos tão animados que quase voamos de alegria.

—Vou pegar minhas coisas, tia Minie! – riu Sirius, correndo escada a cima. Fui correndo atrás dele, extremamente feliz. O ajudei a pegar as próprias coisas e então descemos animados, como se estivéssemos indo assistir um show do Soneto de Cibele. Despedimos-nos de Mary e Emmeline que ainda estavam lá, pois o Sr.Potter iria levá-las para casa. – To pronto!

—Então... vamos? – perguntou meu pai, com um sorriso contente.

Olhei para James, que piscou pra mim, com um sorrisinho.

—Sim! – digo feliz.

E então, voltamos para casa. Teria muita coisa pra mostrar pra ele e eu tinha certeza de que seria simplesmente ótimo!

Notas finais
REENCONTRO E BEIJOS! ADORONNNNN! ATÉ CHOREI COM ESSE REENCONTRO! Addie e Sirius é amor, só amor. DEMOROU!!!!!!!!MAS AI ESTÁ O BEIJO DA ADDIE E DO JAMESSSSSSSSS!!!!! Desculpe shippadoras de Adam e Addie ou Addie e Rabastan, mas espero que tenham amado esse capítulo tanto quanto eu. REMUS SAFADENHOOOOOO!ELE E JAMES ESPIANDO AS MENINASSSSS. QUE ISSOOOOOOOOOOOOOO HEUHEUHEUHEUHEUHEUHEUHEUH Gostaram?Deixem a opinião de vocês.E AHHHHHHH PROVAVELMENTE MUITAS DE VOCÊS VÃO APARECER NA FESTAAAAA DA ADDIE. Provavelmente só uma passadinha sabe?Tipo aparecer um pouco, nada muito aprofundado ainda, ok? xoxo ~Aurora