When We Were Young

98 Wish You Were Here


Notas iniciais
HELLOOOOO CHANELS ♥ Como vão vocês?? Espero que super bem. Dessa vez estou atualizando mais rápido, hã? dsjkhkjghdfjkg Mas isso é graças a vocês que comentaram e graças a ADHARA! Não estou falando da nossa Adhara Polaris Dahlia Black, Primeira de seu nome, Chanel Nº1, Rainha do Baile Farewell, Tetas, com certeza não estou falando dessa Adhara e sim da leitora Adhara que RECOMENDOU A FANFIC! Muitos Adharas em um parágrafo só, mas obrigada Adhara que recomendou a fanfic, eu só vi hoje essa recomendação, te juro! Enfim, muito obrigada sua recomendação foi linda e me animou bastante, tudo que disse sobre eu e a fanfic me deixou tão feliz que eu poderia chorar! kjghfjghdfjh Capítulo dedicado a você :))) Obrigada, Chanel ♥ ♥ ♥ Obrigada também a todas as Chanels que comentaram, a Giovanna Di Angelo que eu fui importunar no whats, obrigada todas que dedicaram um tempinho para ler e comentar. Todo mundo ficou preocupado com esse 10, não é mesmo? Bem vamos ver no que vai dar. CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

WISH YOU WERE HERE

HOGWARTS

1976

HALLOWEEN

Adhara olhou o lago. Ele estava negro como sempre. A luz da lua fazendo reflexo na água escura e ao longe uma leve sombra que indicava que alguma sereia ou outro bicho do mar estava passando ali. Ela deu um sorriso triste e tirou os tênis os deixando na grama. Então, entrou na água não ligando de molhar toda a roupa. A água fria bateu em suas canelas e ela se arrepiou, mas continuou entrando no lago, a água batendo nas suas coxas. Ela sentiu a saia levantar e flutuar levemente, sentiu frio e continuou entrando vagarosamente na água. Sentindo o coração apertar dolorosamente a cada passo. A cada respiração. Mas continuou.

Ela respirou fundo e fechou os olhos com força. Tentando se lembrar detalhadamente da memória. Tentando reviver aquela memória, que a fazia feliz, mas ao mesmo tempo sofrer tanto.

Adam.

Ele veio a sua mente como sempre. Ele estava lá no lago com ela. Rindo com ela. Beijando ela. Na sua memória.

Ela sentiu a água bater um pouco acima do busto, e a memória de Adam, ele a puxando para o peito veio à mente. Ele a beijando e dizendo que a amava. Juntos nos lagos, não ligando de pegar uma detenção porque estavam apaixonados e só isso importava.

Estavam apaixonados. No passado.

O coração de Adhara doeu novamente. Não estavam mais apaixonados porque Adam se fora. Ele se fora. Ele não iria nunca mais naquele lago com ela. Ele não iria mais na van com ela. Ou em qualquer outro lugar. Adam se fora. Ele era agora apenas uma lembrança na Sala de Troféus, de um menino bonito da Sonserina, que foi capitão, mas morreu jovem demais. E Adhara ainda sentia doer.

Ela soltou um soluço dolorido e respirou fundo antes de afundar na água. Sentindo tanta dor no coração, que parecia que ele ia explodir. Ela soluçou novamente. E gritou. E gritou novamente. Não ligando para o pulmão que já começava a pegar fogo. Não ligando para a falta de ar que vinha rapidamente.

Ela gritou. E colocou as mãos na cabeça, como se ela fosse explodir e ela precisasse a segurar no lugar. Como se precisasse segurar em algo para parar a dor.

Adhara gritou novamente. E abriu os olhos em desespero, vendo bolinhas subir à medida que gritava. Ela sabia que estava chorando, mesmo que não pudesse sentir as lágrimas. Sabia que estava soluçando, mesmo que não pudesses respirar. Ela chorou e a água entrou em sua boca, e ela ficou com falta de ar. O pulmão queimando, a garganta parecendo fechada. Ela chorou e chamou por ele. Berrou seu nome, como se ele fosse escutar. A dor no peito só aumentando ainda mais. Tudo aumentando ainda mais. Toda aquela sensação que ficava em volta dela. Toda aquela raiva e tristeza se acumulando em volta dela. Ela gritou.

Ela sentiu braços a puxarem para cima e ofegou. Logo começou a tossir e a ofegar, tentando puxar ar para dentro, sentindo muito falta de ar, mas chorando mesmo assim.

Remus a mirou com o olhar preocupado de sempre. Tentando a ajudar a respirar novamente entre os soluços sofridos que ela soltava sem conseguir parar. Ela então conseguiu respirar novamente. Mas os soluços continuaram, juntos de lágrimas que desciam pelo rosto em cascatas. Remus a agarrou pela cintura, a puxando para um abraço, mas a fazendo o olhar nos olhos. Ele grudou sua testa na dela.

—Em uma escala de 1 a 10 o quanto está sua dor hoje? – ele perguntou em um sussurro. Adhara chorou e agarrou a camisa molhada dele, segurando-a com tanta força que os nós dos dedos doeram. Ela o mirou e chorou mais.

—10! 10! – ela respondeu em um soluço desolado. Ele assentiu a abraçando na água fria que os envolvia.

Adhara chorou em seu peito. Remus deixou. Ele a acariciou nos cabelos molhados e suportou o frio que fazia. Deixando-a chorar o quanto quisesse. Passaram minutos. Remus não contou. Quando Adhara se sentiu pronta, ele a puxou para fora da água, e ela se deixou levar. Quando pisaram em terra firme, as pernas dela tremeram e ela caiu ajoelhada no chão. Remus suspirou, o coração apertado, e pegou os sapatos dela e os dele. Depois a puxou para cima, passando um braço por trás dos joelhos e outro pela cintura. Adhara respirou penosamente, e Remus a embalou. Começou a andar em direção a Hogwarts, tentando não sofrer a cada soluço desolado de Adhara. Na entrada para o Castelo, Dorcas o esperava encostada na parede de pedra. Ela o olhava preocupada.

—Obrigada por avisar. – ele murmurou. Dorcas assentiu, olhando a loira no colo de Remus, parecendo pequena, frágil e nada intimidadora. Dorcas o deu espaço e Remus passou entrando no Castelo.

Uma lufada de ar quente o atingiu, e Adhara tremeu levemente. Estava quase dando o horário para entrar para os Salões Comunais, mas ainda tinha alguns alunos que passeavam pelos corredores. Remus tentou ignorar o olhar de todos, até mesmo o de Rabastan que parecia que ia cavar um buraco em sua testa de tanto que o olhava.

Subiu todas as escadas e os músculos do braço doeram, mas em nenhum minuto ele pediu para que ela descesse Subiu com ela nos braços até a Torre da Grifinória, e entrou depois de falar a senha para uma Mulher Gorda muito confusa. Remus viu os amigos, sentando e rindo em volta da lareira, e reparou em como todos se levantaram ao olhar Remus.

Sirius caminhou até ele e olhou a prima sofrido. Adhara ainda soluçava apesar de tentar não fazê-lo. Remus tentou passá-la para os braços de Sirius, mas ela o agarrou, não querendo sair. Sirius suspirou chateado, mas abriu espaço para Remus passar.

Remus subiu as escadas, sentindo a amiga o aperta com força. Ele queria acabar com o sofrimento dela. Queria acabar com todo sofrimento dela.

Mas não conseguia.

Ele a colocou sentada em cima da cama. Ele suspirou, e colocou seus sapatos molhados no chão. Adhara continuava sentada olhando para um ponto fixo, toda encolhida em cima da cama. Remus a puxou devagar, e ela se levantou, ele a levou para o banheiro, e a colocou sentada na beirada da banheira. Ele tocou levemente a barra da blusa de Adhara, e a puxou para cima vagarosamente. Ela deixou e ficou apenas de sutiã na frente do amigo. Ele então puxou a saia dela, e ela se levantou um pouco para que passasse pelas pernas. Os dois se encararam, apesar de Adhara continuar com aquele olhar perdido, e ela tirou o sutiã, ficando só de calcinha. Fazendo Remus desviar o olhar para chão. Mas ele a ajudou a entrar na banheira e abriu a torneira para que a água quente saísse. Enquanto a banheira enchia Remus, se levantou pegando as roupas molhadas de Adhara, e levando para o cesto de roupa suja, depois tirou a própria blusa de costas para ela, e a torceu antes de jogar também no cesto. A banheira encheu, e Remus voltou a se ajoelhar ao lado da banheira, sem blusa.

Adhara apoiou seu braço na beirada da banheira, onde o braço de Remus estava e entrelaçou seus dedos. Mostrando suas cicatrizes iguais. Ela sorriu para ele.

Remus sorriu, gostando do sorrisinho que ela tinha no rosto, e reparou em suas pupilas grandes, o que demonstrava que ainda tinha algum efeito de salvia nela. Ele catou o sabão e uma esponja fofa, e começou a ensaboar Adhara, a limpando devagar. Ele passou a esponja pelo seu ombro, e depois seus braços, e então desceu pelas costas e depois subiu novamente. Ele a lavou nos cabelos, e nas pernas. Lavou seu rosto molhado por lágrimas, e a tirou da banheira.

Adhara enrolada na toalha o seguiu para fora do banheiro e viu um suéter de Remus. Ela sabia que Remus amava suéteres, e tinha um monte, mas aquele ali era o que ela já havia dito para ele que era o que ela mais gostava. Enquanto se trocava, percebeu que Remus estava tomando um banho, e quando terminou de trocar a calcinha por uma cueca de Sirius, ela se deitou na cama de Remus, e se enrolou no coberto. Ele cheirava a chocolate, assim como o suéter, que Adhara colocou contra o nariz inspirando fortemente, gostando de como era quentinho.

Remus saiu do banheiro, com roupas limpas, e o cabelo molhado. Ele olhou Addie pequena enrolada na coberta, e foi até seu malão. Pegou algo dentro, e se deitou na cama ao lado de Addie. Ele se enfiou na coberta, e os dois ficaram com os rostos um na frente do outro, se encarando.

—10: Bombom de morango. — ele murmurou, mostrando o bombom caseiro de morango que Adhara amava.

—Meu favorito. — ela disse, pegando o bombom.

—Sim. — ele disse. Adhara abriu o bombom e mordeu um pedaço. — Addie… eu queria falar sobre algo.

—O que? — ela perguntou. — É sobre aquela coisa com as fotos? Olha… eu só estava chapada… não significou nada…

—Não é sobre isso. — ele falou. Ela o olhou curiosa. — Addie, você está afastando eles. Afastando Sirius. — ele murmurou.

—Eu não estou. — ela se defendeu.

—Ele precisa de você. — Remus falou, vendo a morder o bombom nervosamente. – Eles precisam de você…

—E eu deveria ficar bem porque eles precisam de mim? — Adhara indagou, se sentando na cama. — E eu? Eu preciso deles agora…

—Então, não os afaste…

—Eu não afasto! — Adhara falou, ficando irritada. Ela tocou em seu cabelo e percebeu que agora tinha mais mechas pretas nele. — Eles não entendem… eles só não entendem.

—Podemos tentar…

—Não podemos só ficar nós dois? — Adhara perguntou, o olhando pidona. — Comendo chocolate… e conversando… por favor?

—Você tem que tentar. — persistiu Remus. – Seria assim tão ruim tentar…?

Adhara bufou, mas se levantou da cama, ela foi no malão de Remus e fuçou achando uma calça de moletom, a qual ela colocou e com um feitiço fez ficar apertado na cintura. Ela olhou o amigo impaciente, e ele sorriu se levantando, ele pegou na mão dela, e os dois andaram para fora do dormitório, e desceram as escadas em direção aos amigos, sentados nos sofás perto da lareira. Eles riam, mas não estava mais a empolgação de antes.

Ela suspirou, então sorriu e se sentou com Remus no sofá ao lado de Emmeline. Ela catou o baralho de Snap Explosivo que eles jogavam, e começou a embaralhar.

—Eu vou apostar esse suéter do Remus. — ela disse, balançando o suéter que usava. — E uma barra de chocolate que ele tem lá no dormitório…

—Vamos apostar só as minhas coisas? — Remus indagou, mas com um sorriso.

—Eu vou ganhar. — Adhara riu, e deu de ombros. Ela olhou os amigos. — O que vocês vão apostar?

—Ahn… eu e Peter vamos apostas duas calcinhas minhas… e quatro sapos de chocolate. — Emmeline sorriu para ela, feliz.

—Eu e Sirius vamos apostar… esse saco de galeões… — James falou do sofá da frente, rindo também, e jogou um saco de galeão na frente deles. – … e também uma garrafa de hidromel…

—A qual eu irei confiscar. — Lily falou, lendo um livro de poções. — Só para vocês saberem.

—Chataaa. — Marlene riu, sentada no colo de Sirius. Ela o beijou no rosto. — Ganha as calcinhas de Emmeline para mim, baby?

—É, claro. — Sirius riu.

—Não sabia que estava assim tão interessada nas minhas calcinhas, Marlene. — disse Emmeline, com um sorrisinho maroto. Marlene mostrou a língua para ela.

—Eu estou torcendo por você e Remus. — Emily disse, no sofá ao lado de Dorcas, ela desenhava algo em seu caderno. Adhara sorriu para ela e piscou.

—Eu e Frank queremos entrar… — Alice disse, puxando o namorado pelo pulso. — E nós apostamos o Frank por uma noite…

—Ei! — Frank disse. — Estou me sentindo usado.

—Relaxa, amor. — ela riu, e o beijou.

Adhara separou as cartas e deu para todos a quantidade certa. Eles começaram a jogar, rindo e se divertindo. Depois que as cartas de Emmeline e Peter explodiram, eles tiveram que sair do jogo, e ficaram assistindo. E depois foi a vez de Alice e Frank perderem, e Frank atacar Alice de cócegas por ter “vendido” ele. Então, ficou apenas Remus e Adhara e Sirius e James, os quatro se encarando, enquanto jogavam seriamente. E quando as cartas na mão de Sirius, explodiram, Adhara e Remus gritaram e bateram as mãos.

—Passe as calcinhas. — Adhara riu, enquanto Emmeline jogava para ela duas calcinhas dela, e os sapos de chocolate. Sirius jogou para ela o saco de galões e Alice empurrou Frank para perto deles. — Frank, um dia eu e Remus usaremos você, mas não será hoje. — ela disse. — Está bem, eu fico com as calcinhas, você fica com os sapos de chocolate e a barra de chocolate, e… pode ficar com os galões também, mas eu quero ficar com seu suéter.

—Fechado. — Remus sorriu.

Adhara observou seus amigos, começarem a conversar, e alguns a fazerem lição, e se sentiu naquele momento como se tudo estivesse bem de verdade. Ela gostou daquilo, e olhou seu primo no outro sofá. Sirius já a olhava a algum tempo, e quando Adhara o olhou, ele sorriu um pouquinho, e ela sorriu de volta. Ela sentia a sensação que naquela troca de olhares, eles eram Sirius e Adhara novamente, e não Sirius e uma versão quebrada de Adhara.

Ele se levantou, colocando Marlene no sofá, e foi até uma janela. Adhara entendeu, e suspirou, se levantando e indo atrás dele para a janela. Ela se encostou na parede ao lado dele e o olhou.

—Depois de amanhã é Lua Cheia. — Sirius comentou, olhando pela janela. — Mas nunca vi Remus tão calmo…

—Ele me ajuda…

—Porque eu não posso te ajudar, Addie? — Sirius indagou. — Eu fiquei pensando… e… é porque naquele momento quando você estava na cama em cima do corpo de Adam, chorando, eu fiquei paralisado e só olhei? E Remus entrou lá, e te tirou de lá. E eu fiz nada?!

—Não, Sirius…

—Eu te amo, Addie. — Sirius a cortou, ele chegou mais perto dela, e passou a mão por sua bochecha. — Sabe disso, certo? Você nunca estará sozinha enquanto eu estiver aqui.

—Eu sei disso. — ela disse, segurando a mão dele. — O mesmo para você, não é? Adhara e Sirius juntos para sempre.

—Então, eu pensei em eu ir de Morgana e você de Merlin. — eu falei para Remus. Estávamos no meu dormitório nos aprontando para a festa de Halloween. Primeiro teria o banquete anual no Salão Principal, e depois uma festa proibida atrás da cabana do Hagrid, um pouco adentro na Floresta Proibida. E fantasia era obrigatório.

—Eu vou ter que usar barba? — Remus perguntou, enquanto eu colocava nossas fantasias em cima da cama.

—Definitivamente. — eu disse, dando para ele seu traje de Merlin. Era sobretudo azul escuro que parecia brilhar um pouco, como se tivesse estrelas nele. E um chapéu pontudo que também brilhava. Remus colocou a fantasia e ajeitou o chapéu em sua cabeça. Eu peguei uma poção, que eu tinha pedido para Alice comprar para mim em Hogsmeade, e passei no rosto de Remus, alguns segundos depois uma barbar meio loira cresceu em seu rosto até o meio do peito, assim como a de Merlin, então com a varinha a fiz ficar branca e Remus sorriu para mim. — O Merlin mais bonito que eu já vi na minha vida. — eu brinquei.

Virei de costas, e comecei a tirar minha roupa, escutei uma movimentação atrás de mim, e percebi que Remus agora estava de costas para mim, olhando para a parede.

Peguei o vestido longo e azul de Morgana e coloquei. Ele era de veludo, e apertado na cintura. Acentuava meus seios, e tinha detalhes dourados pelo corpete. Coloquei um salto, não tão alto, e me virei para o espelho. Me ajeitando. Vi a raiz do meu cabelo preta, que agora estava ainda maior, e forcei a metamorfagia para que meu cabelo todo ficasse preto e ondulado, iguais o de Sirius, e o de Morgana. Coloquei um colar de pedras, e brincos combinando e chamei Remus.

—A Morgana mais bonita que eu já vi na minha vida. — ele disse, repetindo minhas palavras. – –Em uma escala de 1 até 10 quanto está sua dor hoje?

—Ahn...7 ou 6. — eu respondi. — Eu estou bem hoje. – assegurei.

Nós dois descemos do dormitório juntos, e fomos para o Salão Principal. Remus coçava sua barba, enquanto andávamos quietos. Ele começou a falar que eu não deveria beber, nem fumar, porque se não ia ficar fazendo coisas estranhas de novo, e eu fiquei quieta assentindo.

Entramos no Salão Principal, e tinha gente fantasiada por todo o lugar, e a decoração de Halloween muito bonita assim como o banquete. Nós andamos até nossos amigos, e como eu estava nessa onda de “tentar” ficar bem, eu dei um grande sorriso.

—Morgana e Merlin, vadias! — cantarolei, sentando na mesa da Grifinória. Eles riram, e Remus se sentou ao meu lado.

Emmeline estava vestida de enfermeira safada, e ficava brincando de médico com James, que estava vestido de cientista louco. Emily estava de zumbi sexy, e ela tinha feito a própria maquiagem, para parecer uma morta viva, estava muito impressionante. Dimitre estava de Godric, e tinha uma espada de plástico que ele ficava exibindo.

Sirius estava vestido de Super-Homem e Marlene de Mulher-Maravilha. Lily ao lado deles estava de ruiva Marilyn Monroe, o que deixou James louco. Alice decidiu se vestir de dançarina de cabaré dos anos 50, então Frank estava de Elvis Presley. E Dorcas estava fantasiada de princesa, ela tinha até uma tiara, e um vestido rosa um pouco bufante.

—Acho que estou doente, enfermeira. — James disse.

—Oh, eu cuido de você. Sr. Cientista. — Emmeline falou, com uma voz melodiosa, enquanto James deitava em seu peito, e ela o abraçava. — James… você está tentando colocar a cara no meio dos meus peitos?

—Talvez.

Adhara bebeu seu suco de abóbora.

James berrou na sua frente, gritando e dançando com a bunda para cima. Ele bebia uma garrafa de vodka congelada, já tão bêbado que quase caia a cada passo de dança. Seu jaleco branco de cientista louco estava todo sujo de terra, de tanto que ele caia no chão da Floresta Proibida.

—Addie! — James gritou, indo até ela, saindo de onde várias pessoas dançavam. Ele parou em frente a ela, e sorriu. — Que chato que você não pode beber.

—É… é um saco. — ela murmurou para ele.

—Eu chamei Lily para dançar comigo… e ela disse não. — James contou, com um cara engraçada, e a voz meio enrolada.

—Que chato, Jay. — ela disse para ele, que fez um biquinho triste.

—É. — ele disse, a olhando com atenção. — Você está muito bonita de Morgana.

—Obrigada. — ela sorriu. Adhara percebeu que James estava a olhando como fazia no terceiro ano, antes deles namorarem, quando ainda só flertavam pelas costas de Sirius.

—Você sabe que eu estou aqui, né? — ele indagou. — Se você precisar de um ombro amigo ou… um pênis amigo. — ele disse. Adhara segurou o sorriso.

—Eu vou me lembrar disso, James. — ela o respondeu. — Acho que Zahida Zabine quer ficar com você. — ela apontou para a menina negra que dançava com Leh Soto, perto da fogueira, vestida de fada.

—Dever me chama. — ele riu, terminando de beber a garrafa de vodka congelada, a jogando no chão, e depois rebolando até onde Zahida Zabine estava. Nem um minuto de conversa e os dois dançavam juntos, enquanto se beijavam.

Adhara os observou por uns segundos, até sair dali, e começar a caminhar pela festa. Achou Remus bebendo um copo de cerveja amanteigada, enquanto conversava com Dorcas e Michelle Diggory, ela não quis atrapalhar então continuou andando. Quando ficou fora da vista de Remus, ela viu o barri de mel de salamandra, e foi até lá, misturando com o resto do seu suco de abóbora, e bebendo tudo em um gole só, para depois encher seu copo somente de mel de salamandra e continuar bebendo.

—Achei que não pudesse beber. — ela escutou a voz de Theo, que enchia o próprio copo com mel de salamandra.

—E não posso. — ela respondeu, bebendo mais um gole. Theo pegou algo do bolso e deu para Adhara. Era um saquinho branco, meio brilhante. Adhara o olhou com atenção, notando que era Pó de Fada.

—Os boatos é que você e Rabastan transaram no Jardim. — Theo comentou, pegando outro saquinho e jogando pó de fada na bebida dele..

—É? Eu ouvi que eu deixei ele fazer uma espanhola em mim atrás de um arbusto. — ela falou. Os dois riram, mas logo pararam.

—Quando você vai voltar a ser uma total vadia? — Theo indagou. — Eu sinto falta de te odiar.

—Quando acontecer, vou te avisar, seu babaca traidor. — ela falou, se afastando devagar.

—Essa foi boa, piranha. — Theo gritou para ela. Os dois riram, e Adhara se virou andando com seu copo.

Ela viu Sirius deitado em cima de uma mesa, com vários copos em volta. Ele estava com o peito de fora, e Marlene e Emily jogavam bebida lá, e lambiam seu peito inteiro. Frank estava perto, com Alice em seus ombros, enquanto ele corria em volta da mesa com Alice gritando e tirando as roupas. Lily estava dançando sozinha, e hipnotizando algumas pessoas que a observavam.

Ela reparou em atrás de uma árvore Dimitre e Will Grint se pegando furiosamente. O mesmo cara que Sirius havia pego e feito perder a cabeça no jogo da quadribol. Adhara reparou nas mãos deles, dentro das roupas um do outro, apertando e arranhando, e suas línguas se entrelaçando.

Todos pareciam estar se divertindo tanto. E Adhara se encostou em uma árvore, ela pegou o saquinho brilhante e sorriu jogando o pó de fada em seu copo, ele brilhou intensamente e então se misturou na bebida. Ela bebeu seu mel de salamandra, que provavelmente a faria ter alucinações, mas ela continuou bebendo mesmo assim, e quando seu copo acabou, ela fechou os olhos e abriu lentamente, então os abriu, e foi como se visse o mundo diferente de 5 segundos atrás. Ela sabia o efeito que um simples copo de alguma bebida alcoólica causava nela, era rápido, e confuso. E com uma droga junto era pior. Ela começou a dançar no lugar, e logo sentiu braços a abraçando, ela se virou e James sorriu para ela. Ela o abraçou pelo pescoço e riu.

—Zahida Zabine acabou de me chupar atrás de uma árvore. — ele a contou. — Acho que vou comer ela ainda hoje…

—Você totalmente deveria, Jayyyy. — riu Adhara, rebolando.

—Addie, você bebeu? — James perguntou. — Remus me disse que se você beber ou fumar e isso misturar com suas poções, você pode ficar mais louca do que Peter quando ele joga hidromel nas rosquinhas dele. – ele disse. — Mas tudo bem, eu também estou mais louco do que Peter quando ele joga hidromel nas rosquinhas dele.

Adhara gargalhou alto, e aproximou seu rosto do de James.

—Você sempre me faz rir, Jay. — ela disse. James sorriu, aproximando seu rosto do de Adhara ainda mais. — James… você vai me beijar agora?

—Eu vou. — ele a avisou.

—Isso provavelmente não é uma boa ideia. — ela murmurou.

—É, provavelmente. — ele disse, dando de ombros.

Mas mesmo assim os lábios dos dois se colaram.

Sirius terminou sua cerveja amanteiga e jogou o copo no chão. Ele parou no lugar ao ver James e Adhara se beijando encostados em uma árvore. Não era nada ardente, na verdade parecia bem calmo. Ele franziu a testa, completamente confuso.

—Eles estão assim faz uns 10 minutos. — ele escutou uma voz. Sirius viu Dimitre parar ao lado dele, parecendo que havia acabado de transar. — As fofocas já estão rolando.

—Como isso aconteceu? — Sirius indagou, muito surpreso.

—Eu não sei. — Dimitre deu de ombros. — Eu achei que depois do que aconteceu, o hímen de Addie cresceria de volta.

—Eu também. — Sirius falou. Os dois se olharam e riram. Eles estavam bêbados, e Sirius suspirou olhando a boca avermelhada de Dimitre, a mesma que ele ficava depois de o chupar gostosamente.

—Não me olhe assim. — Dimitre mandou. – Você nem fala mais comigo…

—Você não fala mais comigo, me mandou ficar longe. — Sirius se defendeu. — E bem, eu não saberia o que dizer… você está bravo comigo e ...eu fodi com tudo.

—Não, Sirius. — Dimitre discordou. — Você fodeu a Emmeline, quando deveria estar fodendo a mim.

—É, eu fiz isso. — Sirius murmurou. — Eu estraguei tudo, não é?

—Você estragou tudo muito bonito dessa vez. — Dimitre o respondeu.

Sirius o olhou, e o quis tocar naquele momento. Ele queria beijar a boca de Dimitre, o abraçar, e pedir desculpas por ser um babaca, e depois pedir desculpas pelas próximas vezes que ele foderia tudo. Ele só queria tocá-lo. Sirius suspirou. Ele diria algo. Ele queria dizer algo. Estava se preparando para formular alguma frase, algo que compensasse o fato de ter fingindo que tinha o traído. Sirius queria tanto Dimitre de volta que falaria qualquer coisa, faria qualquer coisa. E quando Dimitre o encarou de volta, ele parecia sentir exatamente a mesma coisa, aquele desejo ardente de o tocar.

Os dois se olharam por segundos incontáveis. Sérios, no meio daquela multidão de pessoas dançando, bebendo e se beijando. Sirius deu um passo a frente, e sorriu lentamente.

—Sirius, você se lembra da nossa primeira noite juntos? – Dimitre perguntou em um sussurro, quando Sirius já estava muito próximo dele. — Você disse… depois que fizemos… amor … você disse que eu era uma das pessoas mais incríveis que você já havia conhecido, as vezes eu me pego pensando naquela noite… em como que eu queria que voltássemos para aquela noite… porque, eu amo você, Sirius. — Dimitre disse. — Eu te amo mais do que eu possa imaginar…

—Sirius! — eles escutaram a voz de Marlene. Sirius perdeu seu olhar de Dimitre, meio chocado e se virou para a namorada que andava até eles. Marlene beijou Sirius na boca, sobre o olhar de Dimitre. — Oi, Dimy. — ela sorriu, quando se separou do namorado.

—Oi, Lene. — Dimitre sorriu, ele ajeitou sua espada falsa na cintura. — Ahn… eu tenho que ir…

—Espera, Dimitre! — Sirius o interrompeu, ele o segurou no braço. — Me encontre as cinco da manhã na Torre de Astronomia… — ele pediu, em um sussurro, no ouvido de Dimitre.

Dimitre o olhou e negou com a cabeça, antes de se soltar dele, e continuar andando para longe. Ele deu passos mais rápidos, até parar atrás de uma árvore, longe o suficiente para que ninguém o visse, mas perto para que ele ainda escutasse o som da música. Ele estava ofegante, e sentiu lágrimas escorrerem pelo seu rosto. Dimitre se curvou e vomitou na grama, caiu um pouco em seus sapatos, e ele levantou o rosto limpando sua boca, ainda ofegante. Querendo chorar mais um pouco, Dimitre tirou os sapatos sujos e pisou na grama, indo mais adentro da Floresta Proibida.

Ele não poderia voltar para Hogwarts aquela noite. Ele não conseguiria.

Emily começou a dançar no centro, onde todas as pessoas dançavam, ao som agitado da música. E ela pulou como elas, sentindo-se começar a suar e seus cabelos coloridos grudarem em seu rosto aos poucos. Ela gargalhou, gostando da música e rebolou, jogando os braços para cima, e mirando o céu, enquanto dançava. Algumas Chanels estava por lá, e dançaram com ela por algum momento, mas no final Emily estava dançando sozinha, rebolando, e mostrando seu corpo sensualmente. Ela gostou de dançar. Emily adorava dançar. A fazia se sentir bem consigo mesma, e muito relaxada, então entrar para as Chanels não havia sido a pior das ideias, apesar dela não gostar da ideia de ficar gritando e torcendo, e agitando pompons idiotas.

Ela estava concentrada em si mesma, gostando de simplesmente dançar, e não se preocupar com nada por aquele momento, que demorou até perceber um casal perto de si, parecendo brigar. Ela olhou discretamente, e viu que era Rabastan e Katherine, eles estavam discutindo, até que Kat gritou com ele, e saiu correndo, ela parecia chorar, o que fez Rabastan revirar os olhos. Ele percebeu que alguém o observava, e sorriu ao ver Emily dançando lentamente perto dele.

—Eu vi que você me ouviu com a Kat. – resmungou ele. – Ela é insuportável, estava brigando comigo porque eu estou afastado. O que ela queria? Ela e aquele babaca me apunhalaram pelas costas, e quando eu chamo ela de uma vaca falsa virgem eu sou o culpado? — ele disse, chegando mais perto. — Vocês garotas são neuróticas.

—Vocês? Tem muita gente nesse seu “vocês”, Rabs. – riu Emily para ele, já voltando a dançar, mas Rabastan segurou sua mão.

—Quer dançar? – perguntou ele. – Comigo quero dizer. Eu preciso espairecer.

Emily deu um sorrisinho de lado e assentiu. Rabastan olhou para os lados e como era uma música agitada, ele começou a pular e balançar os cabelos. Emily gargalhou e começou a pular como ele, do nada eles seguraram as mãos e começaram a girar, e gargalhar enquanto giravam. Trombaram em várias pessoas, mas continuaram a girar mesmo assim.

Emily segurou a mão de Rabastan, e se virou de costas para ele, rebolando para ele, e rindo baixinho. Rabastan ficou com os olhos vidrados na bunda dela, e se aproximou ainda mais, erguendo a mão para que ela dançasse para ele, que foi o que ela fez.

Rabastan olhou Emily com um sorriso, e a puxou pela cintura, quando ele ia beijá-la, ela desviou o rosto, e não o deixou a beijá-la. Ele soltou um muxoxo, mas Emily, apenas lhe deu um beijo na bochecha, bem lentamente, e se afastou. Ela lhe deu um dos sorrisinhos mais safados que ele já havia visto, e começou a andar para longe, quando já estava bem longe, ela olhou para trás, e piscou para um Rabastan abobalhado.

Ela se virou e continuou andando. Foi legal dançar com Rabastan. Ele estava lindo. Todo charmoso e elegante como sempre estava. Definitivamente Rabastan Lestrange era de tirar o fôlego.

Alice gargalhou alto, correndo de Frank, que seguiu ela correndo, e gritando o nome dela. Ela correu por entre as árvores gigantes e escurar da Floresta Proibida, e pulou um coco gigante de centauro. Ela não escutou mais os gritos de Frank, e por isso se virou, vendo que estava sozinha, sem nenhum sinal do namorado. Ela gritou o nome dele, parando de rir, mas não escutou resposta. Até que escutou um galho atrás de si se quebrando, e assim que ela se virou, braços a abraçaram, e ela deu um berro assustado, enquanto Frank ria, e a beijava na bochecha. Alice gargalhou, mas bateu no peito de Frank, pelo gigantesco susto que ele havia lhe dado.

Quando pararam de rir, eles se entreolharam com sorrisinhos no rosto. E deram um beijo calmo e amoroso, sentindo prazer por aquele simples beijo que davam.

—Vamos transar na Floresta Proibida. — disse Alice, com um sorriso malicioso no rosto. Mas Frank não compartilhou tanto assim seu entusiasmo.

—Mas minha bunda vai ficar suja terra. — ele resmungou, e soltou um muxoxo. Alice revirou os olhos, e tirou o seu vestido de dançarina de cabaré dos anos 50, ficando apenas com as peças de baixo. Ela sorriu para o namorado, que continuou a olhando, e depois, ela tirou o sutiã, e o girou no dedo, o jogando no chão com o vestido. Ela colocou as mãos na cintura, e mirou Frank, que a encarava com um biquinho. — Está bem, me convenceu. — ele disse.

Alice gargalhou, e ele tirou a camisa, e depois a abraçou pela cintura, e a agarrou a beijando. Os dois se beijaram com fervor, e Alice meteu as mãos na calça de Frank e apertou a bunda durinha dele, e depois enquanto se beijavam, passou a mão pela calça branca dele e retirou o cinto, o que fez a calça cair para as panturrilhas dele. Alice pegou na intimidade dura do namorado, e sorriu safada.

—Me foda, Elvis Presley.

Frank tinha saído puxando as calças da Floresta Proibida a alguns minutos, mas antes de entrar de volta havia visto Emily sair da festa, e depois de um tempo, ao ver que ela não voltara, ele decidiu sair para a procurar. Ele não a achou no Salão Comunal, e Lily que já havia voltado para o castelo disse que ela não estava no dormitório feminino. Então, ele começou a procurá-la pelo castelo, entrado em salas, bem quieto. Após vasculhar dois andares inteiros, uma garota bêbada e chorando disse que viu uma menina de cabelo colorido entrando em uma sala no segundo andar. Frank desceu escada abaixo, querendo saber o que Emily estava aprontando as quatro da manhã em uma sala vazia.

Ele entrou em uma sala devagar, para ver o que ela estava fazendo. Frank estacou no lugar. Ele arregalou os olhos como nunca antes, chocado demais, chocado como nunca antes em sua vida. Pois sentados na mesa do Professor, estavam Sirius e Emily se amassando. Eles estavam literalmente acariciando os peitos um do outro. Uma zumbi sexy beijando um cara vestindo uma roupa apertada de Super Homem. Ele tinha visto Sirius e Marlene saindo da festa a algumas horas, mas achou que era para transar, não para aquilo. Ele fez uma careta, e um barulho de nojo.

—O que diabos vocês estão fazendo? — ele gritou, chocado.

—Nada! — Sirius berrou de volta, desgrudando sua boca da de Emily.

—Eu estou chocado. — Frank murmurou. Sirius e Emily lhe deram um sorriso amarelo. –E a Marlene? Você esqueceu ela? — Frank indagou.

—Ahn… Frank… — Emily apontou para o final da sala, e deitada em cima de uma mesa estava Marlene, jogada lá.

—Merlin! Vocês nem tem classe! — Frank disse, pasmo. — Emily! Emily… ai, eu não consigo… — ele fez outra careta.

—Desculpe. Foi a bebida! — Emily se defendeu.

—Isso… — Frank apontou para Sirius e Emily e suas bocas vermelhas. — ... não tem desculpa!

—Frank… — Sirius começou.

—Nem consigo olhar para vocês. — Frank falou, tampando os olhos. — Que nojo! Emily, eu sai de uma festa super maneira atrás de uma cabana de um Hagrid desmaiado... por você. Eu deixei minha super gostosa namorada vestida de prostituta, por você… quer saber? Eu vou embora. Eu vou transar com a minha namorada. E vocês… — ele apontou para os dois. — Podem voltar a acariciar os peitos um do outro!

—Bem… você quer? — Sirius indagou para Emily. Ela o olhou chocada e parou Frank na porta.

—Marlene queria ver uma zumbi e um Super Homem se beijando. — Emily falou, para Frank ainda de olhos fechados. — Nós só… cumprimos o desejo bêbado dela.

—Foi super sexy! — Marlene gritou, bêbada.

—Se eu não tivesse chego aqui vocês teriam feito sexo? — Frank indagou, abrindo os olhos.

—Não.

—Sim.

Emily e Sirius falaram ao mesmo tempo. Emily olhou Sirius irritada, que deu um sorriso charmoso para ela.

Frank olhou os dois e depois Sirius, impressionado.

—Sirius, vai ter alguém da nossa turma que você não vai pegar?

—Adivinha só. — Remus murmurou, deitado, enquanto Addie tirava sua fantasia de Morgana, sentada na ponta de sua cama. — Frank pegou Sirius e Emily se amassando.

—Mentira. — Adhara riu. Ela ainda estava bêbada. — Quem será a próxima? Dorcas?

—Frank também me disse, que Sirius disse para ele, que ele viu você e James se beijando. — Remus comentou, como se não quisesse nada. — É verdade?

—Ah, é. Eu iria te contar. — Adhara murmurou, pegando uma blusa de Remus com mangas longas e vestindo, para depois entrar nas cobertas com ele.

—Porque? Porque o beijou?

—Eu não sei. — Adhara deu de ombros, deitada de lado, olhando Remus, que observava o teto. — Só aconteceu.

—Interessante. — Remus murmurou. Adhara franziu a testa, e abraçou Remus, colocando sua cabeça no peito do amigo. Remus a abraçou de volta com um suspiro.

—Eu me senti bem… por um minuto. — Adhara contou, com a mão sobre o peito quente de Remus. — Então… ficou sem sentindo… como tudo.

Notas finais
ADHARA E JAMES SE BEIJARAMMMMMMM, ETA NOSSA! 4º ANO FEELS TOTAL! SKJDGHKJDFGHKDJFGH O que acham que ia acontecer com a Addie no lago se Remus não tivesse chegado? Ela está tentando gente :() E genteeee Rabs e Emily, teve até checada na bunda, hein fkgjdhffgj EMILY E SIRIUS SE PE-GAN-DO ADORO DFKJHDFJH Marlene deixou né gente kjfghkdfjghjdfgh Dimy e Sirius :(((((((( será que tem volta isso? Espero que tenham gostado do capítulo, me digam TUDO que acharam. PRÉVIASSSSSSSSSSSSS: 1º:" -Não me pede pra parar, por favor... não agora. - ele sussurrou, contra o pescoço dela, em um lamento. —Me... me deixa ficar por cima... acho que vai doer menos. - disse ela, o apertando com as unhas" 2º: "-Olha só, ele roubou seu hímen! " 3º: "-Eu só quero foder. - disse Dimitre." 4º: "-Então, porque está estranho comigo? - ela perguntou, ansiosa. —Pra que você tem que beijar ele? " 5º: "-Eu transei com Diana Rosier." 6º: "-Medo do que? —De você morrer." ACABOUUUUUUUUUUUUUUUU, PRÓXIMO CAPÍTULO TEM PERDA DE HÍMEN! SUAS APOSTASSSS? E Adhara, obrigada novamente pela recomendação ♥ CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! xoxo ~Aurora