When We Were Young

99 Let It Happen


Notas iniciais
HELLOOOOOO CHANELS! Então, mais um desabafo aqui com vocês que ainda acompanha está fanfic kjdhkjf como algumas leitoras já sabem, os comentários andam decaindo MUITO, e isso deixa qualquer autor pra baixo, não é? E mesmo que eu ainda estou escrevendo normalmente, eu ando muito pra baixo com isso. Afinal, a fanfic tem 2 anos, mais de 1.000 comentários, mais de 20 recomendações, isso não é hora para os comentários decaírem. Mas eu ouso dizer que estamos basicamente na reta final da fanfic, sexto ano e só tem o sétimo. Eu vou acabar está fanfic mesmo que só tenha 5 comentários por capítulo, ela é uma grande parte da minha vida a muito tempo e eu quero finalizar. Só que eu venho aqui pedir para você, leitores fantasmas, leitoras que deram uma sumida, APAREÇAM! Mostrem se estão gostando da fanfic, deem suporte. Apenas um comentário pequeninho já alegra o emu dia :))) Queria deixar aqui um OBRIGADA a: — Giovanna Di Angelo Riddle — Luiza Avelino — Setembro — Tia Vênus — Adhara — Leah Hatter — Wolfie — Sarah — Yotsume E claro menções honrosas a: Ruby, Ayla e Lais ♥ E vamos lá Chanels, me ajudem nessa sim? 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO???? CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

LET IT HAPPEN

HOGWARTS

1976

6th YEAR

—Então, lá estava eu de zumbi sexy me amassando com Sirius Black vestido em um tipo de collant. — Emily contou, risonha. Rabastan gargalhou alto. E Emily riu com ele, tomando um gole de cerveja amanteiga. Ela ainda estava traumatizada sobre essa história, a qual Marlene não se recordava e quase matara Sirius quando descobrira.

—Porque não me contou isso antes? — Rabastan indagou, limpando as lágrimas de risada. – É hilário.

—Eu não sei, não te vi muito por ai. — Emily deu de ombros com um sorriso de desculpa. Rabastan sorriu de volta, gostando do sorriso da garota.

Já estavam quase no meio de novembro, e tinha acabado de acontecer uma festa em uma sala vazia no segundo andar, que na verdade ainda rolava, a qual Emily e Rabastan ficaram do lado de fora, bebendo e vendo os bêbados saírem para vomitar. Só que agora, após Amico sair da festa bêbado e rindo dos dois, eles foram para o dormitório de Rabastan, só para conversar foi o que eles disseram. Rabastan gostou que vieram conversar em seu dormitório, ele gostava de conversar com Emily. Rabastan na verdade já gostava bastante da Emily. Muito mesmo. Mas não estava apaixonado. Apenas apreciava bastante a companhia dela. Viraram amigos aos poucos nesses meses, se encontravam na janela para apenas conversar e se divertir com a companhia um do outro. Era estranho no começo, pensar que ele estava virando amigo da antes a mais apagada do grupinho da Grifinória, sendo que já havia sido namorado da mais popular.

Afinal, Rabastan nunca havia reparado muito em Emily. Não reparava nela no quarto ano e no quinto só um pouco, por saber que seu irmão havia matado a família dela. Não reparava nela nem quando Theo não calava a boca sobre como queria entrar nas saias dela. Para ele Emily Valentine era apenas o nome dado para uma garota sem graça que andava cheia de amigas gostosas, tanto que depois que Jacques e Aleto brigaram, Rabastan começou a chamá-la de Valentine pelas costas, porque ela andava com Mirtha Flint, Diana Rosier e Cindy Gray, todas mais gostosas do que ela. Só que agora Emily era tão diferente para ele. Era como se agora ele realmente enxergasse o grifo de quem Theo tanto falava. E era realmente um grifo muito bonito, mas Rabastan não deixava de pensar sobre a família dela, e como o seu irmão havia sido responsável pela tragédia que lhe acontecera, só que Rabastan entedia… “os fins justificavam os meios”.

—Eu estava certo quando disse que você ficaria com um dos Marotos. — Rabastan disse. Emily riu, terminando uma garrafa de cerveja amanteigada e deixando cair no chão.

—Addie e James se beijaram no Halloween. — Emily comentou. — Eu posso ver o ciumes de Remus, sabe? Só Addie não nota… ele é tão idiota. E eu ainda gosto desse idiota, eu acho... — ela disse, se deitando na cama de Rabastan.

Ele soltou um suspiro e se deitou ao lado dela.

—Que chato, heim? — ele perguntou, pensando em como sempre soube que Lupin tinha sentimentos pela sua ex-namorada. Emily virou o rosto e concordou em silêncio. — Quer dar uns malhos pra se distrair?- ele brincou.

Ela o olhou e soltou um suspirou, fechando as cortinas da cama do sonserino.

—Sabe o que? Eu quero sim! — disse ela decidida.

Rabastan piscou surpreso, mas sua surpresa não demorou muito, pois logo beijava-a, deitado em sua cama, meio por cima da garota. Rabastan só tinha se amassado com uma menina na sua cama. E ele se apaixonou por ela. Então ter uma segunda menina ali, o atiçou inteiro. Ficou beijando Emily e passeando as mãos no corpo dela. Ela não o evitou. Ficaram se beijando um bom tempo, até que ela se sentou nos quadris dele, sentindo-o por baixo dela. Ele a olhou cheio de desejo e gemeu baixinho, a olhando nos olhos. Foi quando ela tirou a blusa. Ele a olhou completamente hipnotizado e eu Emily nunca se sentiu tão bonita.

Ela se curvou para voltar a beijá-lo e sentiu as mãos dele nos seus seios, naquela gostosa massagem. As mãos dele foram descendo e então a seguraram na cintura, para a empurrar e a puxar para cima dele. Sentiu perfeitamente a excitação dele, que só a deixava mais ligada. Depois de um tempo foi a vez dele de a girar e voltar a ficar por cima. Ele a olhou nos olhos e sorriu antes de voltar a beijá-la e mordiscar seu lábio. Emily sentiu as mãos dele entrarem em sua saia e tocarem o tecido molhado da roupa de baixo. Respirou fundo quando ele empurrou o tecido para o lado e a acariciou ali.

Acabou soltando um gemido e mordeu o próprio dedo, com um pouco de vergonha. Rabastan a puxou pelo ombro e ela se sentou, com a mão dele entre suas coxas. Segurou a nuca dele, tentando não gemer, ficando com a testa colada na dele. Com a mão livre ele desabotoou seu sutiã com mais habilidade que ela e a despiu daquela peça também. Ele a olhou nos dois seios e sorriu satisfeito, os acariciando e os olhando com atenção. Quando ele a beijou nos seios, ela segurou a cabeça dele com mais força e ele começou a masturbá-la com mais vigor. Emily achou que ficaria louca com aquilo e quis fazer alguma coisa além de simplesmente deixar que ele fizesse o que quisesse. Então ela empurrou Rabastan de leve e ele a olhou curioso. Sorriu e tirou a camisa dele, a desabotoando lentamente, prestando atenção em tudo nele. Tirou a camisa muito lentamente, admirando o formato dos ombros dele, os braços fortes, a barriga seca. Passou o dedo pela pele dele, achando-o quente e então desceu as mãos para o cinto dele. Desafivelou e abriu as calças dele que pareciam que iriam estourar devido ao pacote dentro.

Rabastan soltou um gemidinho rouco, cheio de alívio. Ele mesmo tirou os sapatos, e Emily o imitou. Quando tirou a calça dele notou que apesar de ser meio ruivo na cabeça, embaixo era completamente preto. E ele tinha uma trilha de pelos do umbigo até dentro da cueca. Era engraçado, porque perto do umbigo dava pra notar que era ruivo, mas a medida que descia, ficava completamente negro.

Ele ficou de joelhos na cama e a puxou para junto dele, apalpando-a na bunda. Ele a olhava com muito desejo. Ela sabia que ele estava longe de ficar satisfeito, mas a verdade era que ela também estava. Sentiu as mãos dele levantarem a sua saia, para acariciá-la na bunda. As mãos dele eram macias e firmes e Emily gostou quando ele a apertou com força.

Respirou fundo e olhou para a cueca dele, que estava num formato engraçado por conta do embrulho dele, digamos assim. Deu um sorrisinho, cheio de segundas intenções e espiou dentro. Ele deu uma risadinha também, parecendo achar graça e segurou sua mão, a guiando para aquele lugar. Era ainda mais quente que o corpo dele, sem falar que era tão duro que parecia ter um osso. Sem falar no tamanho. Rabastan a ajudou com o movimento que o agradava, mas ela notou que parecia estar muito seco e grudento. Ele começou a fazer careta e tirou sua mão, a deitando novamente na cama. Sentiu as mãos dele puxarem sua saia para baixo e ele a escorregou pelas suas pernas e a jogou junto da sua blusa. Ele ficou entre as suas coxas, as segurando com vigor, a olhando de cima a baixo. Ela fez o mesmo com ele, gravando toda a sua anatomia. Quando o olhou nos olhos, notou que ele sorria convencido. Rabastan colocou a mão em sua barriga e a beijou. Era tão delicioso o modo como a língua dele passava pela barriga dela. Mas quando ele começou a descer a cabeça, ela soube que algo ainda melhor estava para me acontecer. Sentiu a língua dele passar pela sua virilha. A língua de Rabastan arrastou-se por ela de maneira tentadora. Ele beijou-a nas coxas por um momento e depois voltou a lamber sua virilha, como se quisesse a matar de expectativa. Mas antes que eu pudesse a desesperar de desejo, ele a tocou onde Emily realmente queria. Ele soltou um suspiro de satisfação e ela fechou os olhos jogando a cabeça para trás, perdida em prazer. Sentindo a melhor sensação do mundo. E ele dedicou muito tempo a ela, a fazendo rebolar no rosto dele, a provando, parecendo sedento. E a cada vez que ele lambia um certo lugar, parecia que ela levava choques. Mas depois de um tempo ele subiu a beijando e voltou a beijar seus seios.

Ela o puxou e o beijou, sem se importar com o gosto estranho que ela tinha deixado nele. Queria retribuir o que ele tinha feito. O beijou por todo o corpo, descendo por ele. Queira provocá-lo, mas ele não deixou, guiando sua cabeça para ele. Ele não queria provocação, ele queria ação. E ela deu ação pra ele. E o modo como ele gemeu, a deixou quente. Sentiu os dedos dele se enroscarem em seus cabelos e ele começou a ditar um ritmo rápido. Apertou as coxas grossas dele, tentando respirar e lambê-lo enquanto movia sua cabeça, quando sentiu Rabastan a empurrar de leve e imaginou que ele estava para gozar. Então tirou a mão dele da sua cabeça e continuou o lambendo na cabeça e o masturbando com a mão. Ele gemeu mais alto e ela sentiu o jato amargo na minha boca. Foi engolindo aos pouquinhos e ficou de joelhos quando terminou.

Rabastan estava deitado na cama, respirando acelerado, com um sorriso contente e satisfeito no rosto. Sorriu gostando de saber que ele estava curtindo, afinal, ela estava curtindo e muito. Ele olhou-a e a chamou com o dedo. Se sentou em cima dele de novo e voltou a beijá-lo, mas logo ele virou o rosto e pegou um pacote de bala de menta no bolso da calça. Ele a ofereceu uma e comeu a outra. Se deitou no braço dele, que logo a envolveu as costas. O outro braço dele a alisou no rosto, nos seios e depois terminou entre suas coxas. Aproveitou o prazer que ele a desprovia, sentindo-me completamente tentada a finalmente se entregar completamente. Estava tudo maravilhoso.

Depois de um tempo ele se deitou entre suas pernas e a encarou. Milhões de coisas passaram pela cabeça dela, mas a principal era que ela não estava com medo. Céus. Como ela desejava aquilo. Ela queria de verdade. Ela nunca tinha me sentindo tão bem quanto naquele momento. Então não pediu que ele não parasse. Mas não disse para que ele viesse. Ela esperou até que ele tomasse uma atitude.

Rabastan estava entre as pernas dela, tão louco de tesão e expectativa para perder a virgindade. Ela o olhou nos olhos, sem medo algum. Ou ao menos não parecia com medo, apesar de tremer um pouco. Ficaram se olhando nos olhos, em silêncio, por quase um minuto inteiro. Ele esperava que ela falasse para que ele não continuasse, ou para que ele continuasse.

Mas ela não falou nada.

E depois de um minuto de silêncio e Rabastan se posicionou para os finalmentes. Ela se ajeitou na cama, como que dando consentimento e dobrou os joelhos. Ele respirou fundo e olhou para baixo, procurando o lugar onde ele deveria entrar. Se guiou com a mão mesmo e começou a entrar. Voltou a olhar para ela e viu que ela fechou os olhos com força. Quis perguntar se estava tudo bem, mas teve medo que ela perdesse a coragem. Ele ficaria maluco se ela perdesse a coragem.

Então foi entrando aos pouquinhos, tremendo de excitação. Era simplesmente tão bom quanto todo mundo dizia. Quente, úmido e apertado. Deliciosamente apertado, como toda garota virgem deveria ser.

Depois daquele longo segundo de silêncio, ele soltou um gemido, sem conseguir se conter. E logo era Emms quem soltava um gemido dolorido. Rabastan sentiu as unhas dela em suas costelas, mas isso só o atiçou. E então ficou olhando para o rosto dela, achando fascinante as caretas que ela fazia. Dor e prazer misturados com a tentativa de ficar em silêncio.

Ela havia fechado os olhos, um tanto tensa, mas não passou de um leve desconforto. Parecia que ela levava mais choques, que eram dolorosos e excitantes ao mesmo tempo. Ele veio gentilmente, lento, aos poucos, tremendo por completo. Se perguntou se ele já tinha feito aquilo com alguém, mas resolveu deixar para perguntar aquilo depois.

—Rabs… — murmurou ela alguns minutos depois, querendo mudar de posição. Para uma que ficasse mais confortável.

—Não me pede pra parar, por favor... não agora. — ele sussurrou, contra o pescoço dela, em um lamento.

—Me... me deixa ficar por cima... acho que vai doer menos. — disse ela, o apertando com as unhas.

—Mas… é o homem que fica por cima. — ele disse. Ela o olhou e sorriu travessa.

—Uma mulher nua rebolando em cima de você te faz afeminado por um acaso? — ela perguntou.

Era um belo ponto. Concordou em que ela ficasse por cima. Ela gemeu baixinho quando voltaram a se encaixar. Sentiu os dedos dela entrelaçarem nos seus, para conseguir apoio e então ela começou a mexer o quadril. Rabastan jogou a cabeça para trás, completamente louco de prazer.

—Minha nossa, Emms…

O corpo dela serpenteava sobre o dele. Era delicioso de ver. A cara dela ela tão sexy... e a visão dos seios dela balançando de acordo com o movimento que ela fazia..,

Emily continuou naquele movimento, gostando demais de se esfregar contra ele. Era uma sensação a mais, difícil de explicar. Mas era muito melhor. E ele pareceu completamente feliz também, a segurando na cintura, vendo meus seios balançarem enquanto eu me movia. Mas depois de um tempo aquele movimento não era o suficiente, então ela comecei a se mover deixando o instinto a guiar. Uma sensação de calor a tomou, parecia irradiar por ela. Ela sentia que poderia ficar louca se parasse de se mover. Precisava alcançar alguma coisa. E só faria isso se não parasse de se mover.

Estava tão bom que ele gozou e nem avisou. Achou que nem chegou a amolecer, graças aos seus dezesseis anos. Ela continuou lá, gemendo baixinho de maneira absolutamente sensual, rebolando de maneira absolutamente excitante. Até que ela deu gemidos mais altos e ficou mais ofegante.

—Tudo bem? – perguntou ele.

—Tudo ótimo... – Emily respondeu num sussurro.

Ficaram um tempão ali, daquele jeito. Quando ela cansava, ele ficava por cima. E quando ele cansava, ela subia. Já tinham passado horas com os dois daquele jeito. Tão juntos. Tão conectados. Que quase não notaram quando as cortinas balançaram.

—Puta que pariu, Rabastan! Chega, cara! Eu quero dormir! — ralhou Jacques. — Eu estou de ressaca, são 8 horas da manhã!

—O fôlego dele não acaba. Como pode? — perguntou Severus.

—Eu me exercito bastante. — respondeu Rabastan, rindo.

—Podem continuar por mim. — Amico comentou. — É muito bom dormir sobre os doces e deliciosos gemidos de uma gostosa.

—É? — Severus indagou. — Imagina que é a sua irmã.

—Ele não pode, a irmã dele não é gostosa o suficiente. — Theo comentou. Severus gargalhou alto.

—Vocês são tão babacas. — ouviram Jacques murmurar.

—Calem a boca! — Amico disse. — Faz a garota voltar a gemer, Rabastan. — ele pediu.

Rabastan olhou Emily e ela não pareceu envergonhada. Ela se curvou e desceu de cima dele e ficaram se beijando. Ela o acariciava no peito, gostando do beijo calmo que davam, com suas línguas se tocando, e seus lábios se chupando. Ela suspirou, quando ele começou a acariciar na cintura nua. Continuaram aos beijos calmos até cair no sono.

Quando Rabastan acordou depois do almoço, ela não estava mais ali. A única evidência de que ela esteve foi a mancha de sangue em seu colchão e o perfume dela no seu travesseiro.

Ele não conseguia pensar em mais nada. Só queria se enfiar com ela e repetir aquilo. Nunca tinha experimentado algo tão... tão intenso. Era infinitamente melhor que se masturbar e muito melhor que boquetes.

Então ele passou a ver Valentine com outros olhos. Ele a queria pra si. Ele queria ser único e exclusivo. Mas não. Ele não a amava. Era puro tesão. Nada mais do que isso. Tesão puro e absoluto. Eu era um adolescente, afinal de contas. E sentia que parte daquele tesão todo, era o fato que Theo a queria e nunca a teve, e agora ele havia a tido toda para si.

Mas Rabastan não sabia o que fazer... ele fingia que nada tinha acontecido? Ele ia atrás dela?

Se encontraram apenas no outro dia na aula de Feitiços e ele corri para falar com ela. Emms o olhou e sorriu um pouco sem jeito. Rabastan viu os amigos a olhando, e principalmente Adhara, que os olhava parecendo prestar atenção, mas ao mesmo tento seu olhar era muito vago, como se só estivesse olhando para eles, porque não tinha nenhuma outra coisa mais interessante para olhar.

—Dormiu bem? — Rabastan perguntou no ouvido dela, para que Meadowes não ouvisse. Ela concordou em silêncio.

—E você?

—Sim. — ele respondeu, sem saber como agir. Até ontem era virgem, e agora havia perdido a virgindade para uma garota que seu irmão havia matado a família. E tinha sido tão de repente. — Hum... posso falar com você mais tarde... a sós?

—Ok. — respondeu ela. — Antes do almoço, pode ser?

—Certo!

E Rabastan contou os minutos. A medida que o horário do almoço se aproximava, ele já sentia as bolas doerem, pois sua mente divagava para o sexo e sobre como ele queria que aquilo acontecesse de novo.

Quando finalmente se encontrei com ela, mal conseguiu falar. Só a empurrou contra a parede e a beijou. Ela não parecia interessada em conversas, pois o beijou de volta com urgência.

—Vamos fazer de novo, vamos? — ele perguntou, pressionando seus quadris contra ela, para mostrar o quanto ele estava louco. Mas ela riu travessa.

—Que isso, Rabs... Tá achando que é fácil assim?

—Ontem foi.

—Ontem foi coisa de momento. Não vai acontecer de novo.

—Por que não?

—Porque não. — respondeu ela, risonha. — Somos amigos, Rabs. Não quero deixar tudo confuso.

—Vamos ser amigos com benefícios. — ele sugeriu, ansioso. — Vamos Emms… — mas ela riu se divertindo. Ele adorava quando ela ria daquele jeito. — Vamos fazer umas loucuras, vamos? Vai ser legal, não é?

—Eu sei que vai. — riu ela. — Mas não acho que seja uma boa ideia. Foi só aquela vez, Rabs... Não é como se não tivesse outras garotas que queiram transar com você, né? — ela disse, piscou para ele e saiu.

Rabastan queria transar com ela. Mas na impossibilidade de explicar aquilo, apenas se conformou, e assistiu a garota sair rebolando, após o beijar no rosto.

Ele tomou um susto ao Amico aparecer ao seu lado, com um sorriso canalha no rosto. Ele fez um barulhinho com a garganta, empurrando Rabastan com os ombros.

—Eu não sabia que a garota que você tava fodendo era a Valentine. — riu ele. — Ótima vingança contra Theo. Pegando a única garota que ele não conseguiu pegar.

—Não foi uma vingança… — murmurou Rasbastan.

—Oh, é claro, porque você é super apaixonado pela Valentine, não é mesmo? — gargalhou Amico, se afastando. Rabastan suspirou e seguiu o amigo.

Mas ele não disse nada.

—Eu não posso acreditar, Emily! — Sirius disse, pasmo, ele usava um suéter que Marlene comprou para ele de aniversário.– Você caiu no meu conceito.

—Cala a boca. — Emily o respondeu, comendo uma varinha de alcaçuz, sentada de perna cruzadas no sofá do Salão Comunal. Sirius jogado ao lado dela, a olhava com uma careta.

—Sério, o que você tem de errado com você? — ele perguntou, desacreditado.

—Bem, realmente deve ter algo muito errado comigo, afinal eu beijei você. — Emily disse, e socou o braço dele.

—Quando me disse que tinha virado amiga de Rabastan Lestrange eu não achei que estava falando sério. — disse Sirius, arregalando os olhos.

—Eu te falei que era sério.

—Você estava bêbada, vestida de morta viva e me beijando, acha mesmo que eu estava prestando atenção? — Sirius perguntou, arqueando as sobrancelhas. Emily riu. — E a quanto tempo isso anda rolando?

—Bem, a gente é amigo já alguns meses…

—Meses? — Sirius berrou.

—2 ou 3…

—2 ou 3 meses? — Sirius repetiu, ele pegou Emily pelos ombros e a chacoalhou. — Isso não foi tempo suficiente para entender que ser amiga de um sonserino era furada? Olha só, ele roubou seu hímen!

—Eu dei meu hímen para ele. — Emily riu. Sirius maneou a cabeça negativamente, a reprovando e ela sorriu. — É bom ter alguém para conversar, sabe? Frank piraria completamente, e Dorcas? E Addie… não acho que posso contar com ela agora… e eu pensei em Emmeline, mas… acabou que foi com você que eu conversei e me amassei bêbada, então…

—Então, por termos nos amassado vestindo fantasias, você já acha que sou confiável suficiente para contar com quem perdeu a virgindade? — Sirius perguntou, a olhando esquisito. — Valentine, você tem sérios problemas, agora eu entendo o fato que você perdeu seu hímen com um Lestrange.

—Ele é…. ele foi um fofo… foi tudo muito bom. — Emily contou.

—Podemos conversar sobre outra coisa, Emms? — Sirius pediu. – Eu realmente não quero ouvir sobre como Rabastan Lestrange tem dedos ágeis ou sei lá, eu já ouvi muito isso de Addie.

—Está bem. — riu Emily. – Você… você acha que Addie ficaria chateada?

—Qual Addie? — Sirius indagou. — A antiga ou a nova?

—As duas.

—Bem… — Sirius pensou. — A antiga ia ficar brava por você não ter contado para ela… e depois ficaria brava por você estar beijando o ex-namorado dela, mas ela não ficaria brava por muito tempo, e a Addie nova… ou ela não vai dar a mínima ou ela vai ligar e ficar chateada, vai saber…

—Essa nova Addie é meio imprevisível. — Emily comentou. — Você tinha que ter visto a cama dela, as fotos que ela recortou… Eu e Emmeline tiramos tudo antes que mais alguém chegasse.

—Isso é um saco.

Os dois suspiraram e ficaram quietos, de braços cruzados olhando para frente. Os dois com um biquinho no rosto. Sean Lewis passou na frente dos dois, e deu um sorriso para Sirius, afinal era colegas de time agora. Sirius sorriu de volta, olhando para a bunda de Lewis enquanto ele passava. Emily observou os dois e riu.

—Sabe, não sei como nós não notávamos antes. — Emily comentou. — Parece que quando você nasceu você caiu da árvore gay e bateu em todos os galhos gays na queda. Dá pra ver a sua gayzisse do espaço.

—Obrigado? — Sirius riu. Os dois ficaram quietos de novo, e Marlene passou por eles mandando um beijinho para Sirius, para ir para o treino, quando ela saiu do Salão Comunal ele olhou Emily. — Quer ir dá uns amassos?

—Melhor não, meu caro.

—Eu só quero foder. — disse Dimitre, tragando um baseado ao lado do irmão mais velho. — Eu quero foder duro e gostoso, isso mesmo.

—Interessante. – respondeu Yuri, pegando o baseado da boca do irmão. — Mellaria fica por ai… me provocando.

—Como?

—Existindo. — disse Yuri. Dimitre gargalhou, e pegou o baseado de volta. — Mas eu meio que estou vendo uma garota, digo… estudamos para o NIEMs junto na biblioteca e ela me olha de um jeito tipo “Eu quero te foder, até seus miolos derreteram”, sabe?

—Sirius me olhava assim. — murmurou Dimitre. — Ainda olha na verdade. — ele falou. — Por isso digo que deveríamos foder! Eu vou arranjar um cara tão gostoso que da vontade de chorar e você vai achar alguma garota por ai, tente uma das Briannas.

Dimitre se levantou, dando uma última tragada no baseado, e sorriu para o irmão, com as pupilas dilatadas. Yuri o olhou, catando o baseado, e quando viu Dimitre já corria atrás de um garoto loiro. Ele suspirou, e se deitou na grama do Jardim, encarando as nuvens e como elas tinham formas engraçadas.

Dimitre estava correndo atrás de um garoto, e assim que o alcançou o parou, e deu seu melhor sorriso. Will Grint o olhou curioso, eles haviam se pegado bêbados em uma festa, mas fora isso, não tinham se pegado mais. Dimitre deu um passo a frente, e Will um para trás, olhando para os lados, um pouco assustado.

—Olha só, eu quero foder. — disse Dimitre. — Agora mesmo. Então, se você estiver interessado me encontre em dez minutos no armário de vassoura do sétimo andar. — ele disse, lascivamente.

Em menos de dez minutos, os dois se encontravam, apertados no armário de vassouras se beijando, e passando a mão um pelo corpo do outro com vigor. Naquele momento estavam apenas se beijando, com estalos e bastante língua. Dimitre tinha os botões da camisa abertos pelas mãos sapecas de Will, e tinha suas próprias mãos passando pela barriga dele, entrando dentro da sua blusa. Will passava as mãos no ombro de Dimitre, e segurava em seu pescoço, em meio aos beijos. Dimitre o empurrou mais contra a parede, para blusa a blusa dele para cima, e lamber sua barriga e peito, Will gemeu com a língua de Dimitre pelo corpo, e o loiro continuou, lambendo e beijando, passando as unhas em suas costas, para arranhar bem lentamente.

Foi difícil Dimitre conseguir desafivelar o cinto de Will, com os beijos sedentos que ele lhe dava, mas em meio as línguas, ele conseguiu desafivelar o cinto todo e então abrir o zíper da calça. Mas ele não fez preliminares, não era isso que Dimitre queria no momento, então ele virou o garoto, fazendo ele ficar com o peito colado da parede, e abaixou as calças de Will até suas panturrilhas, e abriu as próprias calças e as abaixou. Will apenas gemeu baixinho, quando Dimitre o beijou no ombro.

Dimitre cuspiu na própria mão, então molhou sua intimidade, bastante, para que deslizasse mais fácil. Abriu as nádegas de Will e enfiou seu pênis naquele pequeno buraquinho. Will gemeu seu nome e Dimitre enfiou com tudo, começando a foder ele.

Ele escutou os gemidos de Will, e não pode não se lembrar da única vez em que ele foi o ativo com Sirius, e como havia sido maravilhoso. Sirius havia se entregado completamente a ele, realmente se entregado, e Dimitre deu o seu melhor para que Sirius sentisse tanto prazer quanto ele sentia quando Sirius o comia. Ele sentiu tanta falta de Sirius, então por isso continuou fodendo Will, fingindo que era Sirius, e os gemidos roucos de Sirius, e o corpo quente de Sirius. Não durou muito tempo, pois Will começou a chamar o nome dele, e sua voz era completamente diferente da de Sirius, Dimitre quase achou que brocharia, mas já estava muito perto, e estocou com muita força para então gozar no interior do lufano.

Dimitre saiu do armário de vassouras, puxando a calça e a afivelando. Ele sabia que o lufano iria provavelmente se sentir usado, e era isso mesmo o que Dimitre fez. Ele andou um pouco para ir para o Salão Comunal, e na entrada bateu de frente com Sirius saindo. O Black o encarou por um momento.

—O que? — indagou Dimitre.

—Nada é que… você parecia… você está parecendo…

—Como se eu tivesse acabado de ter um sexo sensacional? — interrompeu Dimitre. — Porque eu tive.

—Você está bravo comigo? – Adhara perguntou a Remus. Ele maneou com a cabeça negativamente, mas não falou nada. Ela fez um biquinho, e cruzou os braços. Ela continuou o olhando colocar as meias e amarrar os sapatos. — Remy, você está meio assim a uma semana…

—Eu não estou bravo com você, Addie. — ele a interrompeu. Remus deu um sorrisinho para ela, e se levantou para ir escovar dentes, e Adhara o seguiu com os olhos. Ela bufou, e deitou na cama dele de braços cruzados.

Adhara sentiu a cama se mexer, e James apareceu o lado dela, deitado de lado, a encarando. Ele sorriu, e Adhara viu o chupão fraco no pescoço dele, que já estava saindo, que ela sabia que não havia sido Zahida Zabine quem o deixara.

—Jay… — ela murmurou. — Você sabe que…

—Eu não estou apaixonado por você, Addie. — ele a cortou. — Eu superei.

—É, eu sei. — ela sussurrou de volta.

—Você sabia que Sirius e Emily se pegaram? — James indagou. — Frank está contando para todo mundo, parece que foi no Halloween.

—Esquisito. — ela comentou. James gargalhou e assentiu.

Remus saiu do banheiro e olhou os dois na cama, que o olharam de volta. Remus corou, e abriu a boca para falar algo, mas a fechou novamente e maneou a cabeça, andando para fora do dormitório. Adhara se levantou e viu o amigo fechar a porta atrás dele. Ela bufou novamente. Adhara catou o braço de James, e se levantou o puxando com ela. Os dois desceram as escadas dos dormitórios, e saíram do Salão Comunal. Pelo corredor James sorria para todo mundo, piscando para algumas pessoas, assim como Adhara fazia antigamente, mas ela continuou andando ao lado dele, quieta. Achou seus amigos andando juntos para a primeira aula do dia, e correu até ela. Adhara passou o braço pelo de Remus. Ele não a olhou, mas não tirou seu braço. Ela bufou uma terceira vez, e o empurrou com tudo para dentro de um armário de vassouras. Ela fechou a porta atrás de si, e encarou o amigo.

—Addie! — Remus grilou, tentando segurar as vassouras que ele tinha trombado quando ela o jogara para dentro.

—Você sabe que eu não vou te trocar por James, não é? — Adhara indagou, se aproximando dele. — Você é meu melhor amigo, Remus.

—Eu sei. — ele murmurou de volta, conseguindo parar as vassouras em um canto.

—Então, porque está estranho comigo? — ela perguntou, ansiosa.

—Pra que você tem que beijar ele? – Remus indagou, cruzando os braços. — Eu não entendo… achei que não gostasse mais dele.

—E eu não gosto! — Adhara respondeu. — Eu gosto… eu gostava de Adam. — ela murmurou, o olhando com um biquinho. Ela se aproximou mais de Remus, e tocou seus braços cruzados. — Eu e James não vamos voltar, está bem? Só aconteceu.

—Ok. — ele murmurou, depois de um tempo. Adhara gargalhou feliz, e o abraçou pelo pescoço, lhe dando um beijo estalado na bochecha. Remus riu também, e a abraçou de volta, passando seus braços pela cintura dela.

Os dois se olharam risonhos. Adhara pode ver a cicatriz pequenininha que Remus tinha na boca, que ela achava muito atraente. Ela viu uma marca de chocolate no canto da boca dele, que ele provavelmente tinha comido no corredor, mesmo que tivesse acabado de escovar os dentes. Ela lambeu o dedo, e depois passou no canto da boca dele, limpando o chocolate. Remus de brincadeira mordeu o dedo de Adhara, e os dois se encararam novamente, muito próximos.

—Seus dois babacas. — eles escutaram a voz de Sirius, que abrira com tudo a porta do armário de vassouras. Eles se separaram e Sirius os olhou com uma sobrancelha arqueada. – Podem parar de flertar?

—Não estamos flertando. — respondeu Adhara, com um sorriso. — Somos só amigos, né Remus?

—É… definitivamente.

—Eu transei com Diana Rosier. — Rabastan contou a Emily. Ela pediu detalhes, e ele contou que ela estava doida para transar com ele, e que ele achava que ela estava virando piranha, por influência de Mirtha. — Digo, ela transou com Amico e comigo no mesmo dia…

—Ela é solteira. — Emily deu de ombros. — Engraçado que ninguém mais liga para pureza virginal, e só… para pureza do sangue. — ela disse. Rabastan deu de ombros.

—Só sei que fui muito bom. — ele riu. Rabastan olhou Emily com um sorrisinho. — Não foi melhor do que com você, mas…

—Oh, Rabs, você é tão paquerador. — ela debochou, com um sorriso. — Está tão caidinho por mim assim, é?

—Só um pouco. — ele debochou também. Os dois gargalharam, e Rabastan tragou seu baseado, e ofereceu para Emily.

—Não, obrigada. — ela negou. Rabastan deu de ombros e fumou mais.

—Jacques agora tá traficando pó de fada, sabia? Ta uma febre, todo mundo quer. — Rabastan comentou.

—Eu sei! — ela falou. — Eu não sou muito de drogas, só bebida mesmo, você sabe. — ela disse. – Deixa muito louco, né? Tipo insanamente louco.

—Isso mesmo. É tipo veneno de fada, só que em pó e pra cheirar. Jacques disse que já ouviu de gente que misturou os dois, foi tão louco que um cara foi tentar invadir Azkaban. — contou Rabastan. Emily gargalhou. — Theo não cheirou, mas ele jogou pó de fada na bebida dele.– Rabastan disse. — Ele achou que Kat era um hipogrifo…

—Como você está? Com essa coisa deles estarem namorando? — Emily perguntou, curiosa. Rabastan deu de ombros, fumando seu baseado.

—Não poderia ligar menos. — ele respondeu, simplesmente. – E você como está com Adhara e Lupin andando por ai como se fossem o casal mais feliz de Hogwarts? — ele indagou. Emily gargalhou.

—Ele está ajudando ela. — Emily disse. — Ela ficou bem fodida depois do que aconteceu, ela…. Ela não está sendo mais a mesma.

Rabastan não falou nada. Era estranho para ele não pensar em Adhara como aquela menina arrogante e bonita que andava pelos corredores parecendo saber os segredos de todos ali. E agora via como ela andava, as vezes quase não a notava no corredor, com seus cabelos meio pretos meio loiros, parecendo outra pessoa completamente diferente.

—E Lupin ajuda ela com dedadas? — Rabastan brincou. Emily o socou no ombro, rindo.

—Para de ser um safado!

—Só estou dizendo… Addie sempre disse que eu tenho os melhores dedos ágeis.

—Eu não gosto de Novembro. — comentei, sentada na grama. Remus ao meu lado, me olhou, fazendo sua lição de Transfiguração. Eu suspirei, e o ar frio saiu da minha boca. — Digo, meu aniversário é em Outubro e Dezembro é Natal, são dois ótimos meses, e Novembro… está lá no meio para atrapalhar.

—Novembro é uma droga. — riu Remus.

Adhara sorriu. No aniversário dela, ela tinha pedido que não tivesse presentes e nem comemoração, então apenas elas e os amigos ficaram pela Casa na Árvore, conversando e eles bebendo.

—Na verdade, eu odeio todos os meses. Todos. — ela disse, subitamente. Remus franziu a testa, parando de fazer sua lição para prestar atenção em Adhara. – Porque todos os meses eu fico esperando eles voltarem, mas…. Eles não vão. — ela disse. Remus percebeu lágrimas escorrendo pela bochecha dela. – Eles não podem, mesmo que eu deseje muito que eles possam… não é?

—É, eles não vão voltar. — Remus murmurou para ela.

—Nunca. — ela comentou, secando as lágrimas, com a ponta dos dedos. – Eu fico com medo, Remy.

—Medo do que?

—De você morrer. — ela contou. — Eu estive pensando… e se todo mundo a minha volta morrer, já aconteceu… Mary, Adam, meus pais… e se eu sou um tipo de mau agouro…

—Addie. — Remus a cortou. — Você é tudo menos isso. — ele disse. — Você é só a Tetas. Minha melhor amiga… eu realmente me importo com você…

Ela suspirou olhando para frente, enquanto Remus a mirava. Ele queria dizer algo, queria a fazer olhá-lo como ele a olhava, queria gritar e mais que tudo queria a tocá-la. Ele percebeu o jeito que a mirava, praticamente apaixonado. Ele franziu a testa, voltando a sua lição. Ele entendia aquele sentimento quieto e guardado dentro dele. Aquele sentimento guardo dentro de uma caixa fechada em seu coração por cinco anos. O sentimento que ele nunca achou que viesse a tona como agora, que o fizesse a mirar por minutos seguidos.

Remus tentou fazer sua lição, tentou se concentrar, mas só pensava em Adhara, seus cabelos estranhamente pretos, seus olhos negros e a pele macia. Ele realmente gostava da pele dela. Tomou um susto ao erguer os olhos e ver que ela o mirava, o preto em sua íris parecendo brilhar. Ele deu um sorrisinho sem graça.

—O que?

—É que… o jeito que você me olhou. — ela murmurou, aparentando estar confusa. — Parecia…

—Parecia o que?

—Nada. — ela falou, meneando a cabeça negativamente, mas a testa ainda franzida. Remus corou, e voltou sua atenção para a lição. Adhara continuou confusa, não entendo o que aquele olhar de Remus significava.

As vezes Remus era como uma caixa de bombons sortidos, você nunca sabe o que esperar dele.

Notas finais
VAMOS DAR UM COMENTÁRIO PARA O REI E RAINHA DESTE CAPÍTULO? EMILY E RABS? HÃ? JKFGHKJDFGHKJDGHKJG PERDA DE HÍMEN ADOROOOOO KJDFGHKDJFGHKJDGH Me falem o que acharam dessa fgjkhfkjghkjdfhgk PRÉVIAS: 1º: "Sirius Black sabia amar. " 2º: "Emmeline era seu chocolate. Dimitre era seu chocolate. E agora principalmente Marlene era seu chocolate." 3º: "-Eu te amo, Sirius." 4º: "- Eu te disse, você não pode foder com a cabeça das outras pessoas, Sirius, você não pode." 5º: " - Você tá batendo uma com uma foto da Emmeline de biquíni? " 6º: "-Trair é uma necessidade?" 7º: "-Porque eu simplesmente não gosto de você." 8º: "- Você tem ciúmes que eu arrume outra namorada e abandone você." 9º: "-Sirius, onde caralhos está a Addie?" 10º: "- Eu não posso deixar o tirarem de mim. Eu não posso, está bem? - ela disse, tentando secar as lágrimas. - E se não fizermos isso… ela vai tirá-lo de mim." 11º: "Com amor, tia Walburga.” 11 PRÉVIASSSSSSSSSSSSSSS, OLHA QUE ESTOUROOOOO, PLEASEEE COMENTEM! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! xoxo ~Aurora