When We Were Young
100 Downfall
Notas iniciais
DOWNFALL
HOGWARTS
1976
6th YEAR
Sirius olhou para algumas meninas no corredor. Piscou para outras, sorriu para alguns meninos. Ele achava engraçado a reação de alguns, os héteros, mas as reações dos gays era melhor ainda. Eles coravam fortemente, e sorriam de volta. E simplesmente em cinco minutos Sirius se encontrava em um armário de vassouras com algum cara gato, que provavelmente tinha uma namorada de disfarce e parecia completamente não gay. Eles eram os melhores. Os que se escondiam. Eles tinham uma fome de dar inveja. Sirius amava quando eles o chupavam como se ele fosse um pirulito e o quanto eles pareciam felizes em fazer isso. E droga, ele sentia muita falta.
Toda vez que via uma de suas indefesas presas pelo corredor, ele queria atacar. Dá o bote. Levá-los para o local de depravação, como James chamava os armários de vassouras. Mas então tinha ela, sua namorada loira, gostosa, boa de cama. E ela era divertida, engraçada, legal, o que a fazia perfeita.
Sirius Black sabia amar. Muitos pensavam que não, que Sirus apenas amava a si mesmo, e Adhara. E ele realmente amava a si mesmo, e Adhara, mas também tinha todos os seus amigos, os Marotos e nenhum deles precisa falar, mas todos se amavam de verdade, e tinha o resto do grupo, Frank e Alice, Emily, eles eram do grupo e Sirius ajudaria qualquer um deles quando precisassem até mesmo ajudaria Dorcas ou Lily, mesmo que não gostasse muito delas, e então tinha Emmeline. No momento que a viu pela primeira vez, ele a achou bonita, e depois conversou com ela e a achou legal, e depois do primeiro ano, criou uma atração enorme por ela, e aos poucos eles viraram Sirius e Emmeline, tinham tudo para dar certo, eles se gostavam, ela estava apaixonada, mas Sirius não, ele acha que nunca realmente se apaixonou por ninguém, então por isso Marlene estava lá, a conexão com Emmeline era algo bem mais forte, eles eram do mesmo grupo, se falavam o tempo inteiro, mas algo em Marlene, andando com a esquista da Dorcas e a certinha da Lily, o fez ficar atraído. Comparando Marlene e Emmeline, parecia que Emmeline envolvia mais os sentimentos que Marlene, e isso fez Sirius gostar ainda mais da loira, e elas perceberam, e a rivalidade entre elas, só beneficiou Sirius. Uma queria o beijar quando ele estava com a outra. Sirius amava isso. E finalmente ele apareceu. Sirius não sabia que era gay, ele não ligava para isso, ele beijava as meninas que o atraiam, e nunca pensou em realmente beijar meninos, só que Dimitre sorria para ele, o olhava do jeito que meninas olhavam, e Sirius começou a prestar atenção. Ele percebeu os sentimentos de Dimitre, muito antes dele o beijar naquela barraca e Sirius fingir que dormia, ele havia notado, e gostava de o provocar com sorrisos e piscadas. Eles se deram bem desde que se conheceram, e quando a escola toda descobriu sobre a sexualidade de Dimitre, Sirius só ficou mais atraído, até que não aguentou mais. Ele estava lá deitado na cama, com seus cabelos loiros, o sorriso no rosto, coberto por uma fumaça de nicotina, que Sirius soltava entre os lábios. Ele decidiu naquele momento que ele faria o que sentisse vontade, que faria o que sua intuição o mandasse fazer. E beijou o primeiro cara da sua vida, e foi tão melhor do que ele pensava.
Os três o faziam se sentir confuso. Muito confuso. Emmeline era impetuosa, era quente como o inferno. Marlene sempre doce, mas era lasciva. E Dimitre era sempre algo novo a se descobrir, excitante. E juntos eles eram uma combinação de tudo que Sirius queria. E ele queria os três. E os três o queriam, mas Sirius sabia, ele fingia que não, mas sabia que não podia brincar com os corações deles, e foder com as cabeças deles, ele já havia feito isso, e os resultados nunca eram bons.
Sirius já pensou em qual ele gostava mais. Por qual tinha mais sentimentos. Emmeline, Marlene ou Dimitre? E ele não conseguiu se decidir. Eles gostava de todos, não chegava a dizer que estava apaixonado, mas se importava com todos, e realmente gostava deles, mas Sirius não queria se apaixonar, ele não queria ficar preso só com um. E por isso ele fodia com tudo, fodia com eles, antes que ele conseguissem entrar em sua cabeça e o foder para valer. Já haviam o pedido. Escolha um. Fique com um. Ame um. Mas ele só não conseguia, era como perguntar se ele queria jantar todo dia coxinhas de frango francês, ele queria comer algo diferente, não queria todos os dias a mesma coisa. Ele ficava entediado fácil. Mas ele decidiu pensar um pouco, talvez escolher um não seja tão ruim assim, ficar com um, e ele o fez, ficou com Dimitre, e não ficou com mais ninguém, magoou os sentimentos de Emmeline, pisou neles, mas ficou com Dimitre, até que ele não aguentou mais, ele precisava respirar e ele não conseguia, então o magoou, e como um sangue suga correu para Marlene, a única ainda sobrevivente de suas garras. A única ainda não magoada e acabada. E ele sabia que futuramente ele iria se sentir sufocado pela terceira vez e iria a magoar, mas é quando alguém lhe fala para não comer chocolate porque vai engordar, você continua comendo mesmo assim, porque te faz se sentir bem.
Emmeline era seu chocolate. Dimitre era seu chocolate. E agora principalmente Marlene era seu chocolate.
—Eu vou te fazer ver estrelas. — sussurrou Marlene para ele, quando estavam no dormitório de Sirius, ela sentada em cima dele, apenas com a saia de líder de torcida.
Ela sorriu, e se curvou o beijando devagar, depois se endireitou, e segurou suas mãos as colocando sobre seus seios descobertos, e tirou Sirius da cueca, e a puxou pelas pernas dele e se posicionou, descendo lentamente por ele. Os dois gemeram juntos, e ela sorriu, jogando os cabelos para trás, e começando a rebolar. Sirius apertou seus seios, eles cabendo perfeitamente em suas mãos. Marlene gemeu baixinho, começando a quicar com força. Ela empurrou as mãos de Sirius, e apoiou suas mãos no peito dele, o arranhando e quicando. Ela soltou um gemido, seguido de sussurros contínuos chamando o nome dele. Ela quicou com mais força e rebolou em seguida. Sirius deixou um gemido mais alto escapar, e agarrou a bunda dela, a ajudando a se movimentar em cima dele. Ele a fez rebolar, e Marlene o deixou, descendo rebolando devagar em sua intimidade, o sentindo bem fundo dentro de si.
Sirius sorriu, vendo como ela ficava bonita, em cima de si. Os seios pulando com os movimentos bruscos dela, o rosto franzido em uma cara de simples prazer, os cabelos bagunçados, a franja caindo nos olhos, e a pele brilhando deliciosamente. Ele se sentou de repente, a pegando de surpresa, e a beijou com força, agarrando os cabelos na nuca dela, para a manter parada, enquanto serpenteava com a língua em sua boca, ela gemeu devagar, e Sirius sentiu um arrepio pelo corpo, com aquele gemido rouco que ela deu. Ele percebeu que ela estava bem estimulada, então lambeu seu dedo indicador, e com um braço a abraçou pela cintura, e o outro ele desceu e colocou entre as nádegas dela. Marlene gemeu, jogando a cabeça para trás, quando ele introduziu aos poucos o dedo em seu segundo buraco. Era apertado, virgem, e sempre que enfiava o dedo ali, Marlene dava gemidinhos manhosos e doces. Ele a fez rebolar em sua intimidade, enquanto bombeava o dedo dentro dela. Em poucos minutos, Marlene começou a quicar em si e a gemer alto, gozando em seu colo. Ele caiu para trás com ela em seu colo, e sorriu, vendo a garota satisfeita com o orgasmo que ele havia lhe dado.
Ela se sentou depois de respirar um pouco, e arrumou os cabelos, o beijando no peito. Ela sorriu, e continuou descendo, até pegar a intimidade dura dele, e colocar inteiro na boca. Sirius gemeu o nome da namorada, e ela começou a chupá-lo. Enfiou seu pênis na boca, e o lambeu por todo o comprimento, depois lambeu só a cabeça, e especialmente o buraquinho que saia um pré-gozo. Sirius gemeu, agarrando os cabelos dela, mas Marlene não o deixou comandar, e fincou as unhas em suas coxas, e enfiou seu pênis na boca, até ficar sem ar. Sirius soltou um gemido alto, e colocou as mãos atrás da cabeça. Marlene continuou seu trabalho, cheio de provocações, e umas raspadas intencionais com os dentes, apenas para vê-lo se contorcer, até que Sirius falou que estava perto, e ela tirou-o da boca, e começou a masturbá-lo rapidamente, até jatos caírem pela sua boca, ela sorriu, se sentando sobre os joelhos, e passando os dedos na boca, para lamber os dedos lambuzados.
—Vem aqui, gata.– sorriu Sirius, a puxando pelo braço, para se deitar em seu peito. Ele a beijou carinhosamente no topo da cabela, e a acariciou no quadril, com a mão que tinha em volta dela.
—Eu te amo, Sirius. — ela disse, o beijando no queixo. Ai que estava, Sirius suspirou, os sentimentos. Ele não sabia para que eles existiam, só complicava a coisa toda. Tudo ficava muito emocional, muito complicado. Mas ele sorriu, e a deu um selinho na boca.
Marlene acabou dormindo em seu peito, e Sirius a observou por um tempo. Os cabelos loiros dela, estavam jogados para trás, e um pouco caídos em seu rosto. A beijou na testa devagar, e saiu vagarosamente para que ela não acordasse. Se levantou da cama, e fechou a cortina em seguida, para que Marlene tivesse privacidade, ele se espreguiçou, e olhou pelo dormitório. Adhara e Remus dormiam juntos na cama dele, os dois em um bolo de cobertor, apenas suas cabeças de fora, e nos pés várias embalagens de chocolate. Peter dormia de costas para todos, e de frente para parede, roncando devagar. Frank estava com as cortinas fechadas, mas ela se movimentavam, o que indicava que ele estava com Alice. James dormia com as cortinas completamente abertas, sem cobertas, jogado no meio da cama, só de cueca, os óculos tortos no rosto. Ele percebeu que o mapa do maroto estava sobre o peito de James, e pegou dando uma olhada, ele estava aberto no dormitório feminino, e Sirius sabia que era por causa do pontinho quieto que tinha o nome de Lily Evans. Ele fechou o mapa com o feitiço e o guardou no malão, depois Sirius tirou os óculos de James antes que ele quebrasse, o jogando no malão dele onde já estava o mapa, e depois se virou para voltar para cama. Dimitre estava sentado em sua própria cama, ele olhou Sirius, que estava pelado.
Sirius sorriu para ele, mas Dimitre desviou o olhar, ele acendeu um baseado, e tragou, mirando a janela fechada. Sirius pegou uma cueca e colocou indo até o loiro e se sentando ao lado dele. Dimitre passou o baseado para Sirius, e ele tragou profundamente.
—Cansou de foder Marlene? — perguntou Dimitre. Ele tinha o rosto indecifrável, e continuou olhando pela janela.
—Ela é a minha namorada.
—Eu sei disso. — respondeu Dimitre.
—Você vai ficar bravo comigo até quando? — indagou Sirius, olhando Dimitre fumar. — Emmeline me perdoou…
—Eu não sou Emmeline! — Dimitre disse, duro. — Eu te disse, você não pode foder com a cabeça das outras pessoas, Sirius, você não pode.
—Eu sei.- suspirou Sirius. – Eu… eu não sei… eu só não consigo… eu sinto muito, Dimy...
—Você quebrou meu coração.– falou Dimitre. Sirius desviou o olhar.– Mas eu não o culpo… tanto assim. — ele contou. — Eu sabia que você me magoaria cedo ou tarde, todo mundo sabia, mas eu continuei com você mesmo assim, não é? Como Marlene. — ele falou. Sirius olhou sua cama. — Ela sabe como você é. Ela viu o que você fez com Cindy Gray, Emmeline, eu… mas ela continua com você, estranho, não é? Como as pessoas se deixam se machucar pelas pessoas que amam.
—É… mais ou menos. — murmurou Sirius, dando de ombros.– Vamos voltar ao normal.
—Não, Sirius. — disse Dimitre, maneando a cabeça. — Eu sinto muito, mas você realmente feriu meus sentimentos.
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—Oh, Peter! Pelas barbas de Merlin! — bufou Sirius, quando ele abriu a porta do dormitório, e deitado na própria cama, estava Peter, com as calças abaixadas, uma mão no pênis, e a outra segurando uma foto.
—Ei! — Peter praguejou, puxando as calças para cima. — Bate antes de entrar!
—É um quarto coletivo! — respondeu Sirius. Peter revirou os olhos, se arrumando todo. — Você tá batendo uma com uma foto da Emmeline de biquíni?
—Ela é bem gostosa.
—Essa foto é minha. — disse Sirius, catando a foto e a jogando no malão.– É bom que ela não esteja gosmenta!
—Você tem um monte de foto safada dela. — disse Peter. — Tem até foto sua safada com ela…
—Para de fuçar no meu malão!
—… me dá uma dela! Da bunda dela!
—Como se você algum dia tivesse alguma chance com Emmeline e a bunda dela, Peter. — debochou Sirius, tirando a roupa do treino de quadribol.
—Eu posso sonhar. — murmurou Peter, dando de ombros e desviando o olhar do corpo de Sirius, que se exibia na frente de um espelho, mostrando seus braços fortes e barriga chapada, bem definida.– Afinal, se eu ficasse com ela… você não se importaria, não é? Não está mais com ela.
—Claro que eu me importaria. — falou Sirius, revirando os olhos, e tirando a cueca. Ele pensou um pouco, e olhou Peter, sem vergonha nenhuma de seu corpo a mostra.– Digo… eu e Emmeline temos história, além de que… e Mary? Elas eram melhores amigas, você conseguiria viver com isso e ainda dar conta de bunda de Emmeline? — riu Sirius, debochado. — Acho que não. — ele cantarolou, indo pelado para o banheiro.
Peter bufou, e se levantou da cama. Ele foi até o malão de Sirius, e pegou de volta a foto de Emmeline, tirada em uma polaroid. Ela estava na casa de James, em uma festa na piscina, e estava deitada tomando sol, com um óculos de sol branco, um biquíni azul apertadinho, e estava deitada meio de lado, o que mostrava a sua bunda. Ele sorriu para a foto, e voltou para a cama, se deitando lá, fechando as cortinas, e tirando seu pênis ainda duro para foto.
—Vamos lá, Emmeline, me mostre essa bundinha. — sussurrou Peter.
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—Peter estava se masturbando com a foto de Emmeline. — contou Sirius para Emily. Ele já havia espalhado pelo grupo todo, até para Emmeline, que piscou para Peter e gargalhou. Claro Peter quis matar Sirius, mas estava muito ocupado, fugindo do olhares de Emmeline. Emily olhou Sirius de lado, e fez uma cara engraçada.
—Interessante. – ela disse, com um sorriso.
—Acho que ele quer pegar Emmeline. — falou Sirius.
—Acho que Peter quer pegar qualquer uma das meninas que desse em cima dele. — riu Emily. — Não acha?
—Até Addie? — perguntou Sirius, com a testa franzida. Emily olhou para a frente, vendo os outros passarem a sua frente e assentiu.
—Todo mundo quer pegar a Addie. — ela disse. — Emmeline me contou que ela já chupou a Addie, sabia?
—Argh. — bufou Sirius, tentando não imaginar Emmeline e sua prima fazendo coisas. — Emmeline… eu sinto falta dela.
—Aposto que sente. — riu Emily.
Sirius bufou para Emily. Os dois estavam sentados no chão de um corredor, encostados na parede, com os pés esticados, e cruzados. O corredor estava muito movimentado, o que fazia todo mundo se atrapalhar para desviar as pernas deles, mas eles não pareciam que iriam se mover.
A Trifeta do Bullying virou o corredor, e passaram por cima das pernas dele, Kim parando para chutar a canela de Sirius, que rosnou, e ela continuou andando, gargalhando. Sirius massageou a canela, e depois voltou a esticar a perna. Ele olhou Kim no final corredor e pendeu a cabeça para o lado, observando as pernas dela, e as coxas.
—Eu totalmente pegaria Kim Sally. — ele disse para Emily. — Eu foderia ela de jeito.
—Ela que foderia você. — riu Emily. — E você tem namorada esqueceu?
—É tão difícil isso, Emily! — falou Sirius, manhoso. — Com Cindy era outra coisa… eu estava usando ela… e com Emmeline e Dimy eu nunca tornei oficial, mas agora com Marlene, é totalmente oficial e eu tenho que me controlar, mas é tão difícil.
—Você não gosta do sexo com ela?
—Gosto. — bufou Sirius. — Ela trepa bem pra caralho, é outra… coisa… e sinto essa necessidade… essa sensação e… eu não consigo ficar com uma pessoa só… eu não traio porque eu gosto de foder com a cabeça dos outros, é uma necessidade.
—Trair é uma necessidade? — falou Emily. –Fala isso para Emmeline e ela lhe daria um cruzado de direita. — gargalhou Emily.
—Eu estou falando sério. — disse Sirius, agarrando os ombros de Emily. Ele tinha o rosto sério, o que fez Emily ficar mais risonha ainda.– Addie entende… entendia… eu não consigo ficar com alguém, eu fico paranoico, eu acho.
Emily riu alto, achando o amigo engraçado, olhando Sirius que tinha as mãos em seu ombro e o rosto próximo do seu e ela lhe deu um beijo na bochecha, e depois bagunçou seu cabelo. Ela se levantou, e piscou para ele, saindo rebolando. Sirius soltou um muxoxo, e se levantou seguindo ela.
Rabastan que andava pelo corredor, cruzou com Emily, que pareceu que nem ao menos o notou. E atrás dela vinha Black, com a marca do batom dela na bochecha. Ele mirou os olhos em Black, que lhe deu um sorriso totalmente debochado, e Rabastan notou que Emily havia contado a ele. Assim que Black passou, Rabastan bufou irritado, e olhou para trás vendo o lindo rebolado de Emily Valentine virar o corredor.
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—Eu totalmente acho que deveríamos sair junto dia vinte e cinco. — disse James para Lily Evans.
Sirius o olhou de lado, e cerrou os olhos para Lily. James estava muito obcecado com Lily Evans. Ele estava exatamente como era com Adhara no terceiro ano. James ficava o tempo inteiro no ouvido de Sirius, falando para ele como Lily era bonita, inteligente, e como ele amava os cabelos acajus dela.
Sirius não gostava nada disso. Não gostava mesmo.
—E eu totalmente acho que não deveríamos sair junto dia vinte e cinco. — ela respondeu, sem dar muita atenção para James, o que fez Sirius fechar a cara ainda mais para a ruiva. James fez um biquinho.
—Porque? – ele indagou, manhoso.
—Porque eu simplesmente não gosto de você. — ela falou. — Você é egoísta, egocêntrico, você azara os outros por diversão, você é um nojo. — ela disse. James franziu a testa, ficando um pouco sério, e parou de ser curva sobre sua mesa, para se sentar em seu lugar direito. – Entendeu? Você é tudo... que eu odeio em uma pessoa.
—Ah. — ele disse, devagar. Sirius cruzou os braços.
—E você é uma vaca virgem que provavelmente já tem teias no local que chama de vagina! — ele disse, defendendo o amigo.
—Sirius! — brigou James, baixinho.
—O que? — Sirius deu de ombros. — Eu não sou malvado, só sou brutalmente honesto.
Lily o olhou irritada, mas logo passou o olhar para desprezo, e empinou o nariz sardento. Ela cruzou os braços assim como Sirius, e Marlene ao lado dela, se virou olhando o namorado e a melhor amiga. Eles estavam na aula de Feitiços, esperando o Professor, sentados cada um em seu lugar.
—E você é um babaca arrogante. — ela disse. Sirius a olhou esperando mais. — Na verdade, você e Potter são perfeitos um para o outro, dois arrogantes e idiotas que usam as pessoas para o próprio bem.
—Só isso? — zombou Sirius. — Todo mundo sabe que eu e James somos um perfeito casal. — debochou. — Só isso que consegue fazer?
—Você é triste, Sirius Black. — ela continuou. Marlene franziu a testa, observando a briga assim como James, que estava quieto. — Você é um garotinho triste preso em uma casa triste e com uma vida triste e você usa isso como desculpa para as merdas que você faz, mas adivinha só, você não pode usar os outros e depois dizer que precisa se sentir livre porque se sente preso, ou qualquer outra merda que usa como desculpa. A sua dor não é desculpa para causar dor nos outros. É egoísta. – ela falou. — Eu sinto pena que minha melhor amiga esteja namorando alguém como você… — ela falou. Lily desviou o olhar para Adhara, que estava na mesa ao lado de James e Sirius, com Remus, mas mesmo assim voltou seu olhar para Siruis e disse: — … um Black.
Sirius tinha o rosto fechado. Em completo desprezo e ódio. Podiam o xingar de qualquer coisa, qualquer mesmo, mas quando tocavam em seu sobrenome e usavam isso contra você o irritava profundamente, mais do que qualquer outra coisa. James também tinha o rosto fechado, e Marlene continuava com a testa franzida, observando o silêncio estranho que estava na mesa agora. Lily ao lado dela, arrumou o cabelo, e deu uma tossida, se virando para frente. Marlene olhou o namorado, e ergueu a mão tocando a dele, mas Sirius tirou a mão dela.
—Vá se foder. — ele disse. Lily se virou chocada e irritada para ele, pronta para dizer alguma coisa. — Eu sou triste? Oras, cale a boca. Você é uma garotinha frigida, que não tem nenhum prazer na vida além de meter o nariz enfiado nos livros. A única razão para você ao menos ser parte do nosso grupo é que você é amiga de Marlene, porque você nem chega perto de ser legal a ponto de poder andar com a gente. — ele falou. — Você é só uma...
—Sangue ruim? — ela o interrompeu. — Como eu disse... você é um Black.
Sirius ficou quieto por um tempo se levantou irritado, catando suas coisas e saindo da sala antes que o professor chegasse. James continuou no seu lugar, mas logo pegou suas coisas, mas antes de sair correndo atrás de Sirius, ele olhou para Lily, que se esforçava em olhar para frente.
—Você era pra ser a garota legal, Evans. — disse James.
Ele saiu da sala, e Lily o seguiu pelo olhar, ela olhou para baixo, mas logo se recompôs. Marlene a mirava, assim como algumas pessoas da sala, querendo saber o que aconteceu.
—Eles mereceram. — disse Lily para a amiga. — Você… você sabe que eu só disse a verdade.
—Algumas verdades não precisam ser ditas.
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—Evans é uma coisinha chata e irritante. — disse Sirius para James, se sentando no sofá da Casa na Árvore. James não falou nada, apenas colocando um disco dos Beatles para tocar baixinho. Era o que acalmava Sirius. — Eu não gosto dela. Não importa o quão legal os cabelos acajus dela são.
James abriu o malão em frente ao sofá, enquanto Sirius ainda resmungava, e pegou dois baseados prontos. Ele fechou o malão e se levantou, indo se sentar ao lado do melhor amigo. Passou um baseado para ele e ficou com o outro. Logo os dois tragavam fortemente os baseados, com Sirius ainda resmungando.
—Eu sou incrível. — disse James. — Eu não tenho culpa disso. — ele falou. Sirius virou o rosto para o escutar. — Eu sou o líder do time de quadribol, sou líder dos Marotos, eu sou o cara mais popular da escola e eu sou um ótimo duelista, tipo ótimo pra caralho. — ele disse, e deu de ombros. – Eu sou incrível.
—É, você é. – murmurou Sirius, assoprando a fumaça para fora de sua boca.
—Você não ia chamá-la de...
—Nunca. — prometeu Sirius. – Mas eu não quero que você namore a vaca da Evans.
—Não a chame assim. — suspirou James, encostando sua cabeça no sofá.
—Ta. — bufou Sirius. — Mas eu não quero. — ele disse, enciumado. — Ela vai fazer você ficar… não-James, e você não pode ficar não-James, porque se você virar não-James, não seremos mais Sirius e James, porque você… não seria James. — ele disse, franzindo a testa a cada frase. — Entendeu?
—Acho que sim. — murmurou James. — Você tem ciúmes que eu arrume outra namorada e abandone você.
—Não, eu não tenho. — Sirius disse e revirou os olhos. James o olhou de lado.
—Sim, você tem. — riu James, começando a se sentir bobo, pela salvia. — Você é ciumento… com Addie… com Remus… as pessoas que você fode… até Peter… — gargalhou James.
—Eu não sou ciumento, Potter. — disse Sirius, com um sorriso, ele socou o ombro de James. — Eu só não quero que o meu melhor amigo seja manipulado por uma garota de pentelhos acajus.
James riu também, e os dois se deitaram no sofá. Cada um com as pernas para um lado, e suas cabeças do lado uma da outra. Os dois mirando o teto, com o baseado pendendo na boca, e a fumaça saindo por entre os lábios.
Sirius não gostava de mudanças. Ele não gostava que seus amigos mudassem drasticamente, como Adhara estava mudada. Ele já estava acostumado, apegado com algo. Desde que Mary morreu Peter mudou, ele ficou menos bobo e idiota e mais depressivo, assim como Adhara, que desde que os pais e Adam morreram parecia uma pessoa completamente diferente. E até Remus parecia diferente, olhando Adhara e cuidando dela, ele não parecia triste ou escuro, só… estava diferente. Então James era o que restava para Sirius. O seu melhor amigo sempre estaria lá e nunca mudaria. Ele nunca deixaria de ser o Pontas, o Melhor Maroto por decreto, e o Líder da gangue. É, claro que tinha também Emmeline, que apesar de tudo, de todas as merdas que aconteciam entre os dois, sempre estaria ali. E Frank que virou um grande amigo, com quem poderia se contar. E Dimitre, Sirius sabia que eles não estavam realmente se falando, mas se ele precisasse ele poderia contar com ele. E também tinha Emily, ele a achava tão sem graça, e até chata, mas agora ela estava se saindo uma bela de uma amiga, e ainda tinha Alice, que falava pouco, mas parecia sempre estar por lá. E sua namorada, Marlene, é pra isso que namoros servem também, afinal, para apoiar. E tinha Dorcas, que as vezes parecia que não existia, mas lhe lançava olhares como seu soubesse todos os seus segredos. E era para ter Lily Evans, amigos, mas também não amigos, mas Sirius queria é distância da coisinha chata e irritante de cabelos acajus.
Sirius olhou o amigo de lado, e o viu soprando a fumaça e depois tentando pegar de volta. E quando James viu que ele o encarava, riu e ergueu a mão fechada, Sirius deu um soquinho nela e depois James fez um barulho de explosão. Sirius sorriu.
James não mudaria.
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—Sirius, onde caralhos está a Addie? — berrou James, nervoso. Faltava apenas alguns minutos par ao primeiro jogo de quadibrol deles na temporada. E James queria que tudo saísse perfeito, e estava pirando que Adhara não estava por perto. Ela tinha simplesmente desaparecido.
—Eu não sei! — respondeu Sirius, também nervoso.
—Ela não pode nos deixar na mão! Ela não pode fazer isso. — disse James, passando as mãos pelos cabelos completamente pirado.
—Talvez ela esteja dormindo no dormitório. — falou Tati, tentando ajudar os companheiros de time.
—Ela pode estar em qualquer lugar. — murmurou Sirius, ele olhou James, e ele maneou a cabeça negativamente, o que significava que assim como Sirius, ele também não estava com o mapa.
—Eu vou precisar substituí-la. — disse James, sem opção. — Argh, nossos substitutos de batedores são uma droga total.
—Precisamos de alguém com um bom braço. — comentou Yuri, colocando sua roupa do time. — Talvez alguém que tenha um bom cruzado de direita.
—Emmeline? — chutou Sirius. James pensou sobre o assunto.
—Emmeline odiaria bolas voando na cara dela. — disse Tati. — E não tenho certeza se ela é habilidosa em voar.
—Então, precisamos de alguém que saiba voar, não precisa ser tão habilidoso assim, mas que tenha estabilidade. E que tenha braços fortes e uma boa pontaria, talvez só braços fortes, assim Siruis cuida de mirar nos jogadores e o outro de defender e jogar o mais longe possível. — disse James, sabiamente. – Mas quem vamos arrumar?
—Eu sei. — sorriu Sirius, se levantando do banco. — Quem é tão boa de briga quanto Emmeline e é loira… e não é a Addie… — continuou Sirius, antes que James falasse. Todos ficaram quietos e ele bufou.
—Você poderia ser mais específico. — disse Lewis. E Brutne Thevernard riu nervosamente para ele, todos sabiam da quedinha que ela tinha por ele.
—Ela faz as piruetas perigosas das líderes de torcida e ela namora o cara mais gato dessa escola… Marlene! — Sirius gritou, abrindo os braços animado.
Todos ficaram quietos pensando no assunto e então James riu e aplaudiu Sirius, que fez uma reverência com um sorriso convencido no rosto. Logo uma Marlene confusa, com pompons e cheia de brilho estava no vestiário, sentada no colo do namorado. Ela bateu seus cílios longos e cheios de purpurina, escutando o que James tinha para lhe dizer, e quando ele terminou, ela suspirou olhando suas unhas muito bem feitas.
—Eu posso quebrar uma unha. — ela disse, sob o olhar atento de todos. — Mas tudo bem. — ela riu. — Eu adoraria ser batedora por um dia.
Eles riram animados, e combinaram com Marlene, que depois que ela fizesse a apresentação com a equipe de torcida ela participaria do jogo. E foi assim que aconteceu.
—O QUE É ISSO? MARLENE MCKINNON NO LUGAR DE ADHARA BLACK COMO BATEDORA? — berrou Glenn, irradiando o jogo. Todo mundo gritou, e em cima da vassoura, Marlene mandou beijo para as arquibancadas. — Acabei de receber informações que Adhara Black está com o paradeiro desconhecido e que por isso neste jogo será substituída como batedora por Marlene Mckinnon, será que a dupla de namorados se saíra bem tanto quanto a Dupla Black? — ele indagou. — Vamos saber logo… E O JOGO COMEÇA!
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Sirius se deitou ao lado de Adhara, que tinha o rosto deitado de lado no próprio travesseiro, olhando para o nada, até Sirius chegar. Mas ela continuou quieta, e ele se ajeitou na cama dela, virando o rosto para ela. Ele notou que o cabelo dela estava preto, completamente, não tinha mais nenhum fio loiro para contar história. E ela tinha olheiras escuras embaixo dos olhos, e sua íris estava escura, sem nenhum sinal de azul escuro. Ela estava diferente, muito diferente. Era como se ela não conseguisse se controlar mais, e seus sentimentos estivessem a possuindo de dentro para fora.
—Sabe o que dizem? — ela indagou, em um sussurro. Ele negou com a cabeça. — Que a Ruivona não tem sentimentos… — ela murmurou, se referindo a Lily. — … só testículos.
Sirius gargalhou alto, e Adhara deu um sorrisinho para ele. Ele por um momento jurou ver um brilho azulado passar pela íris dela, mas foi tão rápido que achou que era a própria imaginação.
—Nós ganhamos. — contou Sirius. — Totalmente detonamos a Corvinal. Marlene tem um braço forte. — ele disse. Adhara assentiu lentamente. — Você não pode nos deixar na mão desse jeito. James ficou uma fera… ele te desculpou um segundo depois, mas ficou decepcionado. — ele falou. Adhara não expressou sentimento nenhum.
—Vou estar lá no próximo jogo. — ela disse.
—Eu espero que esteja. — murmurou Sirius. Ele a olhou com atenção. — Onde diabos você estava? Depois de Feitiços você matou todas as aulas. — disse Sirius. — Você pegou o mapa e sumiu. Remus disse que te encontrou em sua forma animaga na Floresta Proibida, deitada lá… só deitada. Por quanto tempo você ficou lá daquele jeito? Você ficou lá o dia inteiro?
—Eu só queria pensar. — disse Adhara. — Eu queria ficar sozinha.
—Você sempre quer ficar sozinha agora. — ele murmurou.
Ela não o respondeu, parecendo perder o foco dele. Sirius bufou, e se virou ficando de barriga para cima. Ele batucou os dedos na barriga, ficando um pouco entediado, mas continuou lá, escutando a sua respiração e a de sua prima.
Sirius se sentia estranho sobre Adhara. Confuso. Ele sabia que desde o acidente, ela estava diferente, isso era mais que óbvio. Ela perdeu algo dentro dela, a estrela que ela tinha em seu coração, ela havia perdido. A estrela tinha apagado dentro dela. As vezes ela acordava e parecia a antiga Addie, ela sorria para todo mundo, ela brincava e ela ria. E Remus lhe dava um sapo de chocolate. E Sirius ficava feliz naquele hora, porque ele acreditava que teria sua prima de volta, mas então ela ficava triste, ela se isolava, e andava de olhos baixos, e parecia outra pessoa. Sombria e escura por dentro. O nome disse era depressão. Era isso que eles e os meninos conversavam, o que Remus falava para eles, e tentava explicar o melhor possível. Adhara não se curaria rápido, ela havia desenvolvido um Estresse Pós-Traumático e depois depressão. Ela havia entrado em uma parte escura da vida e parecia não querer sair de lá. Isso assustava Sirius.
Adhara não era escura e torta por dentro. Ela era a sua prima. A sua priminha. Ele deveria cuidar dela, e ela dele, mas agora eles não pareciam mais ser Sirius e Adhara, só Sirius e uma versão esquisita de Adhara.
Ele escutou um barulho e se virou, com a sobrancelha franzida. Adhara chorava baixinho contra o travesseiro. Ela molhava todo o travesseiro, e soltava soluços sofridos de dentro de si. Ele tocou no ombro dela e Adhara chorou mais alto, os olhos ficando vermelhos, e os soluços mais roucos.
—Addie…
—Todo mundo tem obrigações, Sirius. — ela disse chorando. Ele a olhou confuso, e entre os soluços ela se sentou na cama. — Eu tenho obrigações, você entende isso? — ela indagou. Sirius assentiu, mesmo ainda muito confuso. — Eu preciso cuidar de Teddy. Ele não tem mais ninguém, eu sou a família dele agora, e eu preciso estar lá por ele.
—Eu sei…
—Eu não posso deixar ninguém o machucá-lo. — ela soluçou. — Eu não posso deixar o tirarem de mim. Eu não posso, está bem? — ela disse, tentando secar as lágrimas. — E se não fizermos isso… ela vai tirá-lo de mim.
—Ela? Ela quem, Addie? — ele indagou, segurando o rosto dela com cuidado. Ele a acariciou vagarosamente, mas ela se afastou tristemente.
—Ela vai tirá-lo de mim. O meu irmãozinho. — ela disse. — Ele é tão inocente… ele não merece isso, eu tenho que cuidar dele.
—Eu sei. Eu sei. — concordou Sirius. — Eu e você vamos cuidar dele. Nós três. Vocês são a minha família, vocês não estão sozinhos, está bem? — ele disse, e mesmo que Adhara se afastasse tristemente, ela a puxou e a abraçou. Adhara se deu por vencida e chorou no peito do primo. — Você não está sozinha…
—Eu recebi uma carta depois da aula de Feitiços. — contou Adhara. Sirius a mirou curioso. — Da sua mãe.
Sirius franziu a testa, e a viu pegar uma carta do malão. Ela estava completamente amassada, mas Sirius a pegou e a abriu, tentando desamassá-la o melhor possível. Era realmente uma carta de sua mãe, ele começou a ler e a medida que lia, seu rosto se contorcia em uma cara fechada de completo desespero. Ele começou a balançar a cabeça negativamente, e Adhara voltou a chorar, se jogando de cabeça no travesseiro.
—Não é possível… — ele murmurou, amassando a carta, após terminar a leitura.
—O que vamos fazer agora, Sirius? — indagou Adhara, parecendo desesperada. — O que vamos fazer com as nossas vidas?
Sirius não sabia o que respoder.
Essa era a queda deles.
ஐ
“Adhara,
Minha querida sobrinha, como você está? Espero que muito bem.
Você manda cartas apenas para perguntar sobre seu irmão, e nunca fala como está, eu e seu tio ficamos um pouco preocupados, mas Régulus nos acalmou, nos dando notícias sobre você. Ele disse que você estava indo muito bem.
Eu tenho notícias maravilhosas. Eu e seu tio já conversamos e marcamos tudo. Seu casamento e o de Sirius está marcada para o dia 24 de Dezembro, e será na casa de sua prima Narcisa, a Mansão dos Malfoys. Estamos todos muito animados. Já estamos com tudo planejado, com várias opções para você escolher, como o bolo, seu vestido. Os convites eu e Narcisa tomamos a liberdade de escolher, pois mandaremos no dia 1º de Dezembro para os convidados. Por favor, me passe uma lista com seus amigos de escola e suas famílias, nenhum sangue sujo, está bem?
Adhara, agora você vai ser mais que uma Black. Você será a Senhora da Casa dos Black. Você e Sirius vão se casar. Esteja preparada.
Com amor, tia Walburga.”
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