When We Were Young

83 What Is Strange About Me?


Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOOOO CHANELS ♥ O capítulo bateu uns 12 comentários. E a meta é sempre 15, massss como eu recebi duas recomendações, achei justo com vocês e as duas lindas que recomendaram postar hoje :)))))) E obrigada a todo mundo que dedicou um tempinho para comentar no capítulo passado, espero que tenham dado muitas risadas jkdhkdsjfhfh Então, o capítulo de hoje é sobre essa frase "What is strange about me?" , traduzindo fica O que há de estranho em mim? E não sei quando decidi fazer um capítulo todo dedicado a essa frase, que eu não sei onde eu ouvi, de onde veio, mas que entrou na minha cabeça e não saiu mais. Ai eu fiz um capítulo sobre isso, muitos vão ficar tipo "o que?", mas espero que outros gostem muito desse capítulo metido a filosófico kdsjhkgjhgkh CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

WHAT IS STRANGE ABOUT ME?

HOGWARTS

1976

5th YEAR

—O que há de estranho em mim?

—O que você quer dizer? — indaguei, olhando Remus, confusa. Estávamos na biblioteca na nossa sessão de estudos.

—O que há de estranho em mim. — ele disse. — Você nunca pensou nisso? O que há de estranho em você? Eu penso nisso o tempo inteiro. — ele me contou. — Eu sou um lobisomem, eu gosto muito de bolo e metade do tempo estou lendo para fugir do contato com outras pessoas. O que mais? — ele pensou. — Minhas cicatrizes.

—Suas cicatrizes não são estranhas. Eu gosto delas. — eu disse.

—O que há de estranho nem sempre é ruim. — ele murmurou com um sorriso e suas bochechas coradas.

—O que há de estranho em mim? — indaguei. Ele me olhou, pensando.

—Você é muito mandona. — ele disse.

—Ei!

Remus gargalhou, e eu belisquei seu braço.

—Você é mandona e você… você tem TEPT. — ele disse.

—Não, eu fiz terapia…

—Estresse pós-traumático não tem cura, Addie. — Remus me cortou.

—Eu nem sei se realmente tenho isso. — bufei.

—Addie. — ele arqueou a sobrancelha. — Tudo bem, você… você vai lidar com isso, e vai ficar tudo certo…

—Como eu posso ser uma auror e passar por momentos estressantes e traumáticos e ter Transtorno de Estresse Pós-Traumático? — perguntei, mas balancei a cabeça. — Okay. O que mais há de estranho em mim?

—Acho que o jeito que você finge ser forte mesmo quando está fraca, para estar lá quando precisarem. — ele disse. — Você esconde seus sentimentos.

—Não, eu não escondo. — discordei.

—Quando Mary ficou em coma, você não chorou uma vez na frente de ninguém, porque queria ficar forte para Emmeline.

—Emmeline precisava de mim. — eu rebati. — Eu não tinha como ficar chorando pelos cantos, eu precisava ficar com ela, então por isso…

—Por isso você escondeu seus sentimentos e se fez de forte, enquanto na verdade você estava destruída por perder uma de suas melhores amigas. – ele falou calmamente.

—Eu te odeio. — brinquei. Ele riu, e me abraçou, enquanto eu fazia careta para ele, e ele me apertava em seus braços. — Só pra você sabe, você quando está estudando você faz uma coisa engraçada com o nariz. — eu murmurei. — Adicione a lista do que há de estranho em você.

—Anotado. — ele riu, e eu bufei.

Eu não disse, mas achava o que ele fazia com o nariz quando ficava concentrado lendo, muito fofo.

—Adam. — chamei, deitada em sua cama, apenas de calcinha, enquanto ele estava na ponta da cama dedilhando seu violão de cueca. — O que você acha que há de estranho em mim?

—O que isso quer dizer? — ele riu, colocando o violão de lado, e me olhando com atenção. Dei de ombros, brincando com um baseado, o mexendo com meus dedos.

—O que há de estranho em mim, tipo, Jason, eu realmente acho que ele tem algum nível de Síndrome de Asperger, isso é o que há de estranho nele, mas nem sempre é algo ruim, só é algo estranho em você. — murmurei, Adam franziu a testa para mim. — Nathan, ele é um babaca engraçado, talvez isso seja um escudo ou os pais deles só o deixaram cair de cabeça quando era um bebê, mas…

—Okay, eu entendi. — Adam disse. — Bem, você é bem mandona. — ele falou. Bufei para ele, e Adam sorriu, se deitando ao meu lado, e beijando meu ombro. — Você meio que não gosta de se mostrar fraca…

—Você está dizendo que eu escondo meus sentimentos? Porque quando eu estou brava todo mundo sabe disso… — murmurei, irritada.

—Você também sempre acha que está certa. — ele continuou. O olhei zangada. — Não sempre, mas na maior parte do tempo.

—Isso é porque eu sempre estou certa, porque eu penso antes de falar e sempre sei sobre o que eu estou falando. — retruquei, cruzando meus braços. Adam riu, olhando meus seios levantarem um pouco.

—E também não gosta de ser contrariada. — ele falou.

—Ah, certo. Que tal falarmos sobre o que há de estranho em você? — indaguei, me sentando. Adam assentiu, me olhando divertido. — Que tal… como você finge ser o Sr. Perfeito, com seu violão, seu sorriso, suas palavras, sua van!

—Minha van?

—Sim! — falei. — Sua van, e seus piercings e sua tatuagem, por favor, ninguém é perfeito! — bufei.

—Eu sei. — ele falou, acariciando minha mão. — Eu nunca estive em um relacionamento sério.

—O que? Eu sou sua primeira namorada? – perguntei surpresa.

—Você sabe que o casamento dos meus pais é horrível, e eles se odeiam e são como se fossem divorciados, mas moram na mesma casa, e tem sido assim desde que eu me lembro. — ele me disse, entrelaçando nossos dedos. — Eu sempre tive medo de todos os relacionamentos serem assim…. Então, eu nunca estive pronto para ficar com alguém, o máximo foi duas semanas. Eu também tinha dificuldade em mostrar meus sentimentos, mas agora eu não tenho mais. — ele murmurou. Sorri, e me curvei lhe dando um beijo nos lábios. — Quer saber mais? Eu tenho medo de você.

—O que? — indaguei, arregalando meus olhos.

—Porque você é a única pessoa que pode… quebrar meu coração em milhares de pedaços. — ele disse. — Estranho, não é? Ter medo da própria namorada.

—Sim, estranho. — murmurei. — Você também sua muito quando toca guitarra. O mais estranho é que me faz querer te lamber todo. — eu ri. Adam riu, também e começamos a nos beijar. Sentia sua mão subir da minha barriga para meu seio e ele apertou .

—Mais uma coisa estranha. — ele sussurrou no meu ouvido. — Eu tenho uma fixação pelos seus seios. — ele me disse. Beijei seu pescoço, e mordisquei sua orelha.

—Todo mundo tem.

—Você se acha superior a todo mundo. — eu murmurei, olhando Sirius de lado. — Mas isso é dos Black, eu também tenho, e Régulos. — falei, franzindo minha testa. — Mas, você não consegue ser envolver com alguém romanticamente sem estragar tudo. Na verdade, você estraga tudo de propósito. Isso que é o há de estranho em você. — apontei. – Você fode com a cabeça das pessoas.

Sirius me olhou, com uma sobrancelha arqueada, e Remus ao lado dele riu, nos olhando por cima de seu livro.

—1º Remus tomou conta do seu cérebro? Porque você está soando exatamente como ele. 2º O que há de errado com você? – Sirius indagou.

—O que há de errado eu não sei. — murmurei. — Mas o que há de estranho em mim…

—Você esconde seus sentimentos.

—Sério? — indaguei, cruzando meus braços, cansada.

—Sim. Você esconde seus sentimentos, digo dos outros, não de mim, mas não vamos dizer que você nunca tentou, não é? — Sirius falou, e eu bufei para ele. – E você é mandona. — ele acrescentou. Revirei os olhos.

—O que há de estranho na família Black? — Remus murmurou, olhando para nós. – Todos são um bando de metidos, com nariz empinado, que realmente acham que são melhores que todo mundo, e que sempre estão certoS. — ele proferiu.

Eu e Sirius o olhamos com os rosto fechados, e braços cruzados, e Remus começou a gargalhar sozinho.

—Você afasta as pessoas. — Sirius disse para ele, que parou de rir aos poucos. — Bota toda a culpa, no seu probleminha peludo e afasta as pessoas, sério, eu não sei como você já teve duas namoradas, oh ‘pera eu sei, elas que te botaram contra a parede, porque se fosse por você, nunca teria nem beijado.– ele terminou. Gargalhei, batendo minha mão na de Sirius, enquanto Remus pegava seu livro para voltar a ler com a cara irritada.

—Parvos.

—Eu sei o que você vai perguntar, Sirius já me disse que você entrou em uma fase estranha. — James me disse, antes que eu abrisse a boca. — E não há nada de estranho em mim, eu sou incrível e perfeito. – ele riu, parecendo realmente acreditar no que falava. — Mas Peter, ele tem problemas com comida. Quando ele fica muito triste, muito nervoso, até muito feliz, ah ele também tem um problema com bebida, nunca falei sobre isso, mas eu o vi entornando um copo de hidromel em dois segundos, cinco vezes seguidas. — James murmurou para mim, olhando Peter de lado.

—Eu estava triste. — Peter se justificou.

—Quando você não está triste, Peter? — James indagou. — Você entrou em um estado depressivo que nem a xoxota ruiva de Bethany Toots está dando um jeito. Sério, você tem que superar! Aliás, ele anda me dizendo que queria ter peitos.

—O que? Eu disse que queria, mas não de uma forma esquisita, só pra eu me divertir de vez em quando. — Peter falou, fingindo apertar seus peitos imaginários.

—E o que não há de esquisito nisso?

—O que há de estranho em James… — Peter começou, cruzando os braços. — É que ele tem algum problema patológico, que ele tem que ser o centro das atenções o tempo inteiro! Talvez seja porque ele é super mimado, e seus pais dedicaram a vida, apenas para ele, e que na casa dele ele é a super estrela.

—Em todo lugar eu sou a super estrela. — James murmurou, dando de ombros. – E você? — ele indagou me olhando. – Você é mandona, e sinceramente tem algum problema em mostrar seus sentimentos, acho que é da família, Sirius é meio assim também… — James murmurou. Peter concordou e eu bufei para os dois. Eu não era assim tão mandona. – Ah, eu sei uma coisa estranha sobre mim! Eu consigo colocar meu punho inteiro na boca. — James riu, abrindo a boca, mas eu segurei suas mãos.

—Isso, porque não voltamos a falar sobre James? — perguntei, e Peter concordou prontamente, voltando a olhar James, como se fosse revelar todos os segredos dele.

—Você não tem limites! — Peter disse, o dando um peteleco na testa. — Não tem limites!

—Isso é verdade. — concordei. — As vezes você só não sabe a hora de parar. Acho que Peter está certo e você tem algum tipo de problema que você pode morrer se não estiver recebendo a merecida atenção. — eu ri. — Você precisa de mais atenção do que meu irmão mais novo…

—Você é uma pessoa horrível, Adhara! — James berrou, se levantando com tudo, e saindo dramaticamente do Salão Comunal, chacoalhando a capa. Eu e Peter o olhamos atravessar o quadro, e depois nos encaramos.

—Ele é dramático também.

—James me disse que você é uma pessoa horrível sugadora de almas alheias. — Emmeline me falou. Revirei os olhos. James era muito dramático. — Addie, porque está perguntando para as pessoas o que há de estranho nelas?

—É… uma pesquisa. — murmurei em resposta. Aquilo era culpa de Remus, que botava caraminholas em minha cabeça.

—E o que isso quer dizer? — Emily me perguntou. — Remus veio me perguntar isso e eu o distrai com beijos, mas foi por pouco.

—Só quer dizer tipo, ninguém é perfeito, entende? Todo mundo esconde algo. Todo mundo tem problemas. Todo mundo é estranho. — proferi, sem olhá-las, mas sim olhando pela janela do nosso dormitório, vendo algumas corujas passarem voando. — Então, a pergunta é, o que há de estranho em mim? — falei, me virando pra ela. — Entenderam? O que há de estranho em você? É isso.

—Bem, em você… — Emmeline murmurou, tentando entender o que eu falava. — Você é bastante mandona…

—Porque todo mundo fala isso? — indaguei exasperada. Emmeline gargalhou, e apertou minha bochecha.

—Não é uma coisa tão ruim assim. — ela disse. — Você guia a gente, mas realmente… você é acho que a pessoa mais mandona que eu conheço.

—Você é como uma mãe superprotetora. — Emily ajudou Emmeline. — Ninguém nunca reclamou, não é? É porque você sempre sabe o que está fazendo.

—Entendi. — murmurei. — Mas não ousem falar que eu escondo meus sentimentos, ou eu vou acertar as duas no peito!

Elas gargalharam de mim, e eu dei uma risadinha. Eu estava amando como Emmeline e Emily estavam se dando bem, não era como se fossem melhores amigas, ou como eu era com Emily, mas chegava perto. Eu sabia que Emmeline ainda morria de ciúmes de Emily comigo, mas também sabia que ela estava tentando superar isso. E Emily tentava ao máximo ser amiga de Emmeline, ela não gostava de como Emmeline tratava Dorcas, mas estava tentando mesmo assim. Ainda mais que as duas adoravam se juntar para falar mal de Sirius, e sempre que isso acontecia, nós parecíamos um trio de melhores amigas.

—O que tem de estranho em mim? — Emmeline perguntou.

—Honestamente? — Emily indagou. Emmeline franziu a testa, mas assentiu. — Emmeline… você não se dá valor.

—Não, é? — concordei com Emily. — Eu sempre digo para ela, não se faça menor, mas ela simplesmente não me escuta, e pula dentro das cuecas de Sirius.

—Você é tão melhor, mas você se diminui. — Emily falou a Emmeline, que nos olhava irritada.

—Você também é muito ciumenta, e tem um sério problema paterno, o que é entendível, mas…

—Vocês estão dizendo que eu deveria perdoar o babaca do meu pai? — ela berrou.

—Não, mas… talvez tentar, sabe? — Emily murmurou, corajosa, porque Emmeline a olhava como se fosse matá-la. — Poderia começar com sua irmã.

—Eu não…

—Você tem. — a interrompi. — Só fale com ela. E pare de se diminuir por caras como Sirius…

—James, estava certo. — Emmeline berrou, se levantando da cama. Observamos ela sair correndo do dormitório e Emily começou a gargalhar, a empurrei da cama, e ela continuou rindo no chão.

—Pode falar, eu aguento. — Emily me disse, voltando para cama comigo. — O que há de estranho em mim?

—Sua máscara. — falei simplesmente, ela assentiu, mordendo o lábio.

—Sabe mais uma coisa que há de estranho em você? — ela indagou. — Você sempre sabe o que os outros estão sentindo ou pensando. É estranho, você sabe ler mentes?

—Eu só sei das coisas. — sorri. Emily me deu um beijo na bochecha e saiu do dormitório provavelmente atrás de Remus, para o tirar da biblioteca. Percebi no outro canto do dormitório Lily, Marlene e Dorcas, me encarando, sorri para elas. — As madames perderam algo na minha cara? — brinquei.

—É uma pergunta interessante. – Lily disse, se referindo a minha conversa com Emmeline e Emily. — Te faz pensar. — ela riu. — Eu sou uma sabe-tudo irritante, como Sirius, adora dizer. Marlene é igual Emmeline, se diminui por caras babacas que não merecem ela e Dorcas… bem…

—Tem revistas interessantes. — falei. Dorcas arregalou os olhos, me encarando assustada, lhe dei um sorrisinho e comecei a fazer minha lição de Poções, depois de um tempo Marlene foi tirar um cochilo e Lily foi tomar um banho, então Dorcas andou devagar até mim, e parou na minha frente. — Você está bloqueando meu sol. — murmurei, já que ela estava na frente da janela, ela olhou para trás, e deu um passo para o lado.

—Adhara…

—Eu sei o que quer saber. — murmurei. — Como eu sei sobre suas revistas. Não tem explicação, eu só sei de tudo. Sempre. — falei, e ela engoliu em seco.

—Então, você sabe que eu gosto de garotas?

—Não, mas agora eu sei. — sorri. Ela ofegou assustada.

—Você manipula muito bem. — ela murmurou. — Dá medo.

—Eu poderia dizer que é prática, mas eu já nasci sabendo. — falei, convencida.

—Isso é estranho? — Kat indagou, acariciando o peito de Theo. Eles tinham acabado de fazer sexo no dormitório masculino, enquanto Rabastan tinha aula de Runas Antigas.

—O que? — Theo perguntou, mexendo no cabelo dela.

—O que estamos fazendo. — Kat murmurou. Ela sentiu a mão de Theo descer da sua nuca para sua cintura, a acariciando devagar.

—Porque seria errado se nos faz se sentir tão bem? — Theo deu de ombros. Kat fez um biquinho e ele a beijou lentamente. — Quer fazer mais uma vez?

—A aula de Rabastan já acabou. — eles escutaram a voz de Amico cantarolar. Kat se sentou rapidamente, e começou a se vestir, enquanto Theo colocava sua cueca, ela lhe deu um beijo e pulou para fora da cama, ela passou por Amico corada, e abaixou a cabeça quando saiu do dormitório. Theo se esticou para fora da cama, e olhou o amigo, que estava sentado em cima de seu malão fumando um baseado. — Rabastan não gostaria disso.

—Você não vai abrir sua boca, Amico. — Theo falou.

—Não vou. — Amico deu de ombros. — Mas quando ele souber Jacques e Severus vão ficar do lado dele, então é bom que me trate bem.

—Acha que vão parar de falar comigo?

—Não, mas Jacques vai ficar puto e Severus vai ser indiferente. — ele murmurou. — Afinal, você está errado, não é? Rabastan é seu melhor amigo e você está fodendo a garota dele.

—Ele nem gosta de Kat. — Theo tentou se defender.

—Mas vai casar com ela. — Amico deu de ombros. — Isso é estranho, não é? A garota que você gosta vai se casar com seu melhor amigo e todos os dias você vai ter que olhá-la sabendo que está infeliz e que ela está sendo fodida bem gostoso por outro cara. As coisas são estranhas.

—Sim, tudo é estranho. — Theo revirou os olhos ficando irritado. — Há coisas estranhas em todo mundo. Como eu, que me apaixonei pela namorada do meu melhor amigo…

—Uau, apaixonou? — Amico gargalhou. — Achei que era só uma foda.

—Eu gosto da Kat, de verdade.

—Achei que tivesse uma queda pela Valentine. Você a perseguia.

—É, mas Kat é diferente. – ele falou. — Diferente da Valentine.

—Que bom, porque Rabastan beijou ela.

—O que? – Theo berrou, e no momento seguinte Jacques saiu do banheiro com uma toalha na cintura. — Desde quando você está ai?

—A um tempo. — Jacques riu, indo colocar alguma roupa. — Ei, com quem você estava sacudindo a cama daquele jeito?

—Katherine Greengrass. — Amico respondeu, e Theo o olhou chocado, mas Jacques começou a gargalhar.

—Boa. — ele riu. — Era a Mirtha?

—Sim. — Theo murmurou.

—Cuidado com os furúnculos. — Jacques riu. — Agora, senhores eu vou ir ver a minha dama.

Jacques saiu do dormitório, e Theo deu um soco no braço de Amico que começou a gargalhar.

—A sua cara vai ficar estranha quando eu te arrebentar!

Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar. Todo mundo tem suas estranhices, as vezes ruins, as vezes boas. Algumas pessoas estranhamente são mandonas demais, algumas só amam muito bolo, e outras tem um complexo de superestrela. Algumas estranhamente não se dão o valor merecido, algumas usam máscaras, algumas conseguem colocar seu punho inteiro na boca. Algumas pessoas não conseguem ficar com alguém, e algumas traem, e são completas babacas. Algumas são perfeitas demais, e tentam fazer tudo perfeito demais. Algumas não conseguem demonstrar sentimentos.

Eram tanto “algumas”.

As estranhesas que temos nos fazem ser o que somos. Sem nossas estranhesas seriamos pessoas completamente diferentes. Por isso ninguém é totalmente perfeito. Não há beleza perfeita que não contenha algo de estranho nas suas proporções.

Estranho é bom. Estranho é incomum. É aquilo que confunde, que permite diferentes interpretações, que fica nas entrelinhas. Tudo tem sua pequena parcela de estranheza. O universo seja não apenas mais estranho de quanto supomos, porém mais estranho do que podemos supor. Então, tudo é estranho, até mesmo o que achamos perfeito. O perfeito é estranho. O perfeito é estranho, porque nem o perfeito é realmente perfeito. O estranho é que não existe o perfeito.

O estranho seria perfeito se ele não fosse tão estranho.”

Remus sorriu, terminando de ler meu texto, ele estava sorrindo tanto que apertou o pergaminho contra o peito. Sorri de volta.

Remus pensava tanto sobre o que havia de estranho nele, que ele não percebia que o estranho nele era perfeito. O estranho não era diferente, não era perfeito, era só estranho e isso era bom. Afinal, todo mundo tem algo estranho. E todos antes de se odiarem por serem quem são, deviam se perguntar se o estranho deles era tão ruim assim. Todos deviam se perguntar para melhorarem o estranho deles. Ninguém escapava, todos eram estranho. Então, todos deveriam se perguntar.

O que há de estranho em mim?

Notas finais
E AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE? Espero que tenham gostado dskgjhdfgjkhdkjhg se identificaram com algum estranheza do capítulo? Esse texto que a Addie escreveu algumas frases eu vi pelas nets da vida, mas misturei modifiquei e tornei algo meu, algo que eu pensava. Essa frase eu pensei muito, tipo eu sou estranhamente MUITO paranoica, sério mesmo fkdjghdkjfghkjdfh Eu sou a paranoia em pessoa fgjkdhgjkh Eu estranhamente para algumas pessoas, mas não para outras conto TUDO pra minha mãe, tipo sério, conto tudo pra ela. Eu lembro que pensei em o maior discurso pra por aqui, masss eu escrevi esse capítulo faz muito tempo. Se eu lembrar de algo que eu queria falar aqui eu falo no grupo para vocês :) AGORAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! A PERGUNTA É CHANELS, O QUE HÁ DE ESTRANHO EM VOCÊS??????? EU QUERO SABER SUAS ESTRANHICES! Comentem o que há de estranho em vocês! [algumas horas mais tarde.edit: Eu lembrei da onde vem essa frase. Ela é o título de um livro da Gayle Forman, mas só em português, porque em inglês, é uma coisa bem diferente kfjhgkhdkj Eu li esse livro faz um tempo, mas pelo o que eu me lembro não tem isso dos personagens do livro se perguntarem essa frase. Acho que quem traduziu o livro, pensou que combina com o tema todo.] PRÉVIAS: 1º: "- EU ESTOU COMENDO BOLO! " 2º: " - Opa meu mel. - ela riu nervosa mais uma vez. - Não faça movimentos tão bruscos. —Eu só sentei. - Remus murmurou, confuso." 3º: " - Eu me sinto meio sozinho. " 4º: " - UH! É ALUADO! UH! É ALUADO! " 5º: "-Talvez você pudesse quebrar o meu hímen." 6º: " - Pessimismo é o câncer da alma." 7º: "-Acho isso é algo chamado felicidade." ACABOUUUUUUUUUUU! E SE LEMBREM DE RESPONDER A PERGUNTA! O QUE HÁ DE ESTRANHO EM VOCÊ? O QUE HÁ DE ESTRANHO EM VOCÊ? O QUE HÁ DE ESTRANHO EM VOCÊ? CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! xoxo ~Aurora