When We Were Young

61 The Sound Of Happiness


Notas iniciais
OLÁ OLÁ OLÁ TODO MUNDO ♥ Quero primeiramente agradecer aos LINDOS, MARAVILHOSOS, INCRÍVEIS 19 COMENTÁRIOSSSSSS. Muito obrigada a todos que comentaram, seus lindjos ♥ Agora como o prometido: PARABÉNSSSS, CATH ♥ Sua maravilhosa, feliz aniversário!!!! PARABÉNS, FRANK ♥ lindão o macho alfa do grupo, feliz aniversário pra você também. Vocês dois são maravilindos, obrigada por todo o apoio no grupo, sério mesmo, thanksssss ♥ CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ Agora, uma noticia triste, a Vênus saiu da fanfic, Chanels, definitivamente dessa vez. Então, deem tchau para ela nos comentários. E Vênus obrigada por um ano de dicas, risadas e tudo mais, foi muito bom escrever com você, thanks. AGORAAAAAA O CAPÍTULOS, CHANELS ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PROXIMOOOOOOOO!!! ENJOY ♥

THE SOUND OF HAPPINESS

ADDIE’S HOUSE

1975

SUMMER

—A gente se beijou, Emmeline. – contei no telefone. Eu estava deitada no sofá da sala, com Teddy no chão, brincando com seus bonecos e assistindo A Família Adams. Ele me olhou curioso, enquanto eu enrolava o fio do telefone no meu dedo.

Ai meu Merlin! Sua safada. — Emmeline gargalhou do outro lado da linha. – Eu sabia que você estava doida pra dar para ele.

—Eu não to doida para dar para ele, eu só... estou doida por ele. – eu ri. Ela riu também, Teddy já com seus três aninhos subiu em cima da minha barriga.

—Quem você beijou, Addie? – ele perguntou com a voz fofa dele. Emmeline riu, ao escutar ele e berrou o nome do Adam.

—Você, meu bebezinho. – falei, e o puxei dando beijos nele. Ele riu.

—Vem assistir A Família Adams comigo. – ele pediu com um biquinho.

—Emms, eu falo com você depois.

Okay, amor. Te amo. Tchau.

Emmeline desligou e eu coloquei o telefone de volta no gancho, puxei Teddy e ele se deitou ao meu lado no sofá, e começamos a assistir TV juntos. Teddy ria a todo o momento, e depois que acabou, ele implorou para que brincássemos juntos, então eu fui a Wandinha Addams e ele foi o Pugsley, e eu fingi que o colocava em ciladas, assim como na série.

Teddy se cansou de ser Pugley,e pediu pra brincarmos de pega-pega, então ele começou a correr atrás de mim. Eu gargalhava, dele com suas pequenas perninhas, me seguindo para todos os lados. Escutei meus avós chegarem, e ele sorriram para nós, que corríamos em volta do sofá.

—Vovô! Vovó. – Teddy sorriu e pulou em cima deles. Henry e Willow chegaram logo depois.

—Vamos dar um churrasco. – riu meu pai, entrando na sala.

—Papai, papai! Deixa eu virar as carnes com você. – pediu Teddy, tentando escalar as pernas do meu pai.

Fomos todos para cozinha, onde com a varinha minha mãe preparava as coisas para o churrasco.

—Nós chamamos o Adam. – minha mãe riu. – E a avó dele. Eles vão vir.

—Adam e Addie si beijaram! – Teddy me dedurou. Todos gargalharam, e eu corei, pegando uma faca para ajudar minha mãe a cortar, algumas coisas.

—Não foi nada demais. – murmurei.

—Um beijo nunca é nada demais. – Willow riu. Ela se aproximou de mim. – O que sentiu quando beijou ele?

—Borboletas na barriga. – sorri. Ela riu, e me cutucou nas costelas.

—Adide é muito saidera. Ela não estava namorando? – meu avô perguntou. Eu sorri.

—Vovô, eu te contei, eu e James terminamos antes das férias. – falei.

—Addie, se recupera rápido. – minha avó murmurou, acendendo um cigarro. – Ela vem de uma família de mulheres fortes. – ela sorriu satisfeita. Eu sorri para ela, que piscou para mim.

—Pai. – chamei. Ele me olhou com Teddy em seu colo brincando de bater as mãos. – Posso chamar os meus amigos?

—É, claro.

Eu parei de descascar as batatas, e fui mandar cartas para os meus amigos, depois, tomei um banho rápido. Coloquei um short de cintura alta, com uma blusa que dava nó na frente. Amarrei metade do meu cabelo, em um rabo de cavalo, e metade ficou solto, coloquei também os óculos de sol do Adam. Quando eu desci meus pais, já tinha arrumado tudo, no quintal dos fundos, tinha uma mesa grande, e comida sobre ela, além de vários cervejas trouxas e refrigerante.

—Pai. – eu cheguei com um sorrisinho. – Posso pegar uma cerveja?

Henry riu, ao lado do meu pai. E minha avó, pegou uma cerveja gelada e deu na minha mão.

—Claro que sim, querida. – ela falou. Meu pai a olhou indignado, e eu feliz abri a cerveja, para começar a bebericar.

—Addie. – Henry, me chamou. – Eu tenho alguns álbuns que queria te dar, eu dei pra sua mãe e ela colocou no seu quarto.

—Sério? Obrigada, Henry. – o abracei com força. – Eu vou lá ver.

Entrei novamente em casa e surpresa vi Andrômeda e Ted, estarem na cozinha conversando com minha mãe. E Teddy brincava no chão com a bonitinha da Ninfadora. Ela tinha dois anos e Teddy três, e os dois pareciam se dar muito bem. Abracei Andrômeda e Ted, e beijei Ninfadora na bochecha, mas ela não me deu atenção, completamente encantada com Teddy.

Subi para o meu quarto, e encontrei os álbuns de disco que Henry me deu. Eram dos Beatles, os que faltavam para minha coleção.

—Minha senhora. – me virei para Cricket que saia do meu closet. – Cricket estava agora mesmo indo guardar seus discos, na prateleira com os outros.

Sorri agradecida, mas mesmo assim eu os guardei. Meus pais tinham pedido para que Cricket não saísse do quarto, pois iria ter gente trouxa no churrasco também.

—Cuide de Lucifer, sim? – pedi, vendo meu gato ronronar nas minhas pernas. Me despedi de Cricket e desci as escadas pulando, bebendo mais um pouco da minha cerveja.

—Addie. Olhe quem eu encontrei perdido na frente da casa. – meu pai gritou, me virei para ele e corei ao ver Adam, parado ao lado dele sorrindo. Eu não o via desde ontem à noite, quando nos beijamos no parque abandonado. Eu suspirei, e sorri de volta. – A avó dele só vai vir mais tarde, e acho que ele estava com vergonha de entrar.

Meu pai riu, e deu dois tapinhas do ombro de Adam, indo para o lado da minha mãe na cozinha.

—Eu estava com fome. – Adam sorriu.

—Quem bom que veio, porque você está com fome, e... nós temos comida pra você comer. – falei, me achando completamente estúpida, mas Adam sorriu grandemente.

—Comida pra comer é minha favorita! – ele disse, corei novamente.

—Bem-vindo, Adam. Quem bom ver você. – minha mãe riu, entregando um prato para ele. – Comporte-se e poderá entrar para o grupo.

—Mãe. – murmurei. Ela riu, e eu puxei Adam para irmos para o quintal dos fundos. Vi minha mãe e Willow rindo para nós dois.

Sentei com Adam na mesa, e peguei um prato para mim. Meu pai se sentou conosco e ele Henry e Adam começaram a discutir sobre punk rock e a rir juntos. Teddy veio com Ninfadora atrás dele, e pediu para se sentar entre Adam e eu. Suspirei mas passei para outra cadeira deixando Teddy e Ninfadora, se sentarem no meio de nós.

—Addie é um grande clichê. – Henry contou a Adam. Todos estávamos comendo, na mesa, tinha amigos dos meus pais para todos os lados, todos trouxas. – Ela gosta só de Beatles.

—Eu não gosto só de Beatles. – falei, bebendo cerveja. – Mas Beatles definitivamente é minha banda favorita. – ri. – Adam, faz uns covers dos Beatles super incríveis.

—Eles são razoáveis. – Adam falou. – Não sou muito comparado a John Lennon.

—Mas pode vir a ser. – murmurei, sorrindo. Adam sorriu também, mas eu desviei o olhar de seus olhos, ao ver meus pais darem risadinhas. – Ahn... porque você não chama a banda para vir pra cá? Meus amigos estão vindo, seria legal.

—É, Adam. – meu pai falou. – Talvez possam tocar um pouco para gente.

Adam assentiu, e foi se levantar para provavelmente ligar para a banda. Olhei pra ele com um sorriso, mas fiz uma careta e dei um gritinho, ao sentir uma picada no canto da palma da minha mão.

—O que foi? – Teddy esbugalhou os olhos.

—Uma abelha me picou. – falei. Adam veio até mim, e pegou minha mão.

—Foi uma abelha mesmo? – minha mãe perguntou.

—Sim, só precisa tirar o ferrão. – Adam murmurou. Ele então colocou a boca onde a abelha tinha me picado, e eu tive que me controlar para não ficar com os cabelos coloridos.

Minha mãe abriu um sorriso chocada, e começou a cutucar meu pai para que ele visse. Minha avó e meu avô riam baixinho. E eu corava olhando Adam chupar a minha mão. Ele então tirou o ferro e o cuspiu.

—Pronto. – ele sorriu. Minha mãe e Willow começaram a bater palmas.

—Eu disse que ele era um garoto safado. – meu avô falou. – Olha só.

Adam riu, e foi para a sala. Eu segurei minha mão, e fiquei o olhando se afastar. Escutei uma gritaria, e Sirius, James, Remus e Dimitre vinham para o quintal, junto de Emmeline e Frank que vinham mais atrás.

Teddy gritou animado e correu que nem louco até Sirius, que riu e o pegou no colo. Meus pais foram cumprimentar Sirius, e Emmeline correu para o meu lado, com um sorriso malicioso, puxando Frank pelo braço.

—Eu vi o Adam na sala. – ela riu. – O que ta rolando?

—Bem, ele acabou de chupar a minha mão na frente dos meus pais, para tirar um ferrão de abelha. – contei. Emmeline gargalhou e Frank riu também, mas não parecia muito animado. Todos se acomodaram, e Adam logo voltando dizendo que a banda viria logo. – Cadê o Peter?

—A gente foi na casa dele antes de vir pra cá, mas ele não quer sair da cama. – James murmurou, enchendo o prato de comida. – Não sei como conseguimos o levar no show, ele ta acabado.

—Falamos com os pais dele. – Sirius falou, com Teddy em seu colo. – Ele vai semana que vem pra casa de James, dormir lá com a gente.

—Ei, você eu não conheço, meu jovem. – meu avô, apontou para Dimitre.

—Eu sou Dimitre, senhor. – ele sorriu. – Eu entrei em Hogwarts depois do Natal.

—Ah, sim. – meu avô murmurou. – Bem, você também está apaixonado, pela minha Addie?

—Vovô! – grilei.

—Oras, mas aparentemente todos são apaixonados por você. Olhe só, seu ex-namorado aqui, e o novo bem aqui. – ele apontou para James e Adam. Eu corei.

—Vovô, eu e Adam não estamos namorando...

—Ele acabou de te chupar na frente de todo mundo. – ele falou. – Acho que já são namorados.

—Vovô!

Minha mãe gargalhou, e eu coloquei a mão no rosto, risonha. Todos começamos a rir, e a tomar cerveja, e logo a banda chegou, fazendo algazarra com a gente, então nós, adolescentes, fomos para outro canto, para bebermos cerveja juntos, e escutar a banda do Adam tocar, apesar de que Teddy vinha toda hora atrás de Sirius para brincar com ele. Frank tinha ficado um pouco, mas logo foi embora. Ele disse que iria até a casa de Dorcas ver se ela tem noticias de Emily.

Sirius estava ao lado de Astrid, os dois batucando nas pernas em ritmo. Emmeline veio para o meu lado olhando Sirius, irritada.

—Astrid é gay. – murmurei para ela. Ela assentiu, mas continuou com a cara brava.

—Sirius acha que eu não sei que ele transou com Marlene no show. – ela falou. E me olhou, cruzando o braços. –Você sabia?

—Eu os vi indo para o banheiro, mas...

—Você sabia! – ela acusou. Suspirei, e bebi minha cerveja. – Sirius é um babaca. – ela falou. Então, suspirou, e cerrou os lábios. – Eu sai com o Freddie, antes do show.

—Freddie? Quem diabos é Freddie? – perguntei, confusa.

—O irmão da Francesca. – ela murmurou. Abri a boca em choque e ela deu uma risadinha. – Eu totalmente fodi ele.

—Você ta brincando?

—Não. – ela falou. Ri, mas fiquei com pena de Freddie, seria mais um coração que Emmeline quebraria, como ela fez com Jacques. – Ele é legal, Addie. Ele é tipo muito legal.

—Você é uma vaca. – murmurei. Emmeline gargalhou, e me deu um beijo estalado na bochecha. – Eu vou ir conversar com Remy.

Ele estava conversando com Marshall, mas quando eu cheguei, ele deu atenção para mim.

—Oi, Addie. Muito boa festa. – ele falou, bebendo um gole de cerveja. Sentei ao lado dele e abracei seu braço – O que foi?

Então o contei tudo, sobre todo o meu verão com Adam. Sobre tudo que eu sentia sobre ele, e Remus ouviu pacientemente, bebericando sua cerveja. Contei sobre como tinha me sentindo viva no show dele, e sobre como ele tinha me beijado ontem de noite. E sobre como eu estava caidinha por ele. Remus me olhou e deu um sorrisinho, acariciando minha mão.

—Então, vai beijá-lo, hoje? – ele perguntou. Dei de ombros, olhando Adam de canto de olho.

—Tem muita gente, mas droga... eu quero muito beijar ele de novo. – falei, apertando seu braço. Remus, riu, mas ele olhava para baixo estranhamente. – Tudo bem, Remy?

—Yeah. Super. – ele sorriu, bebendo um grande gole de cerveja. – Eu estou feliz que você esteja melhor, Addie.

Sorri, e o beijei na bochecha.

—Você é um amor, Remy. – murmurei. Ele assentiu, e eu observei. Remus tinha crescido, e agora tinha mais cara de homem. Seu cabelo meio aloirado, estava um pouco grande, e despenteado. Tinha duas novas cicatrizes no pescoço, e uma no canto da boca, que eu achei muito bonitinha. Ele usava uma blusa preta, muito bonita, que percebi ser de Sirius, ao ver a marca super cara na gola. Lembrei-me da mãe de Remus, que estava com câncer. Ela estava melhor que a mãe de Emmeline. A mãe de Remus, andava e falava normalmente, o câncer não estava tão avançando, apesar de ela se sentir cansada o tempo inteiro, segundo Remus.

Escutei gritos e risadas, e vi Emmeline em um canto beijando Eddy. Astrid e Marshall gargalhavam jogando coisas neles. Sirius se sentou ao meu lado e eu e Remus o olhamos.

—Ela descobriu sobre a Lene, não é? – ele perguntou, olhando Emmeline com uma careta.

—Óbvio.

—Totalmente.

Eu e Remus falamos ao mesmo tempo. Sirius fez uma careta, e me deu um beijo na bochecha.

—Eu vou ir dar uma volta. – ele murmurou. – Encontro vocês na casa do James. – ele falou para Remus, que assentiu. Vi Sirius se despedir dos meus pais e de Teddy e Ninfadora, e puxar Dimitre pelo braço para os dois irem embora. Remus riu, e James parou na nossa frente dançando sensualmente.

—Gata, vem dançar comigo. – ele falou, me puxando pela mão. Eu gargalhei, e comecei a dançar. Eu e James rebolávamos juntos e jogávamos nossos braços para o alto. Remus, se juntou a nós, dançando com a cabeça baixa, levemente bêbado. Adam, veio até nós e parou na minha frente, me puxando e começamos a dançar que nem retardados. Marshall e Astrid apareceram puxando Emmeline e Eddy, e todos começamos a dançar.

Dancei com as mãos para o alto, e pelos óculos de sol do Adam, vim o sol brilhar em minha mão. A gargalhada fofa de Teddy ao longe, os berros de James, os sons dos beijos de Emmeline, o som da voz calma de Remus. E Adam, que cantava a música, quando me abraçou por trás e eu senti a respiração dele em meu pescoço. Era um som bom. Era um som que me fazia sorrir largamente.

Era o som da felicidade.

Eu estava no meu quarto, escrevendo no meu diário. Era nove horas da noite e o churrasco tinha acabado há duas horas. Eu estava com uma blusa e calcinha, e Cricket agora estava no quarto de Teddy, onde ela dormia, pois dizia que queria se certificar, que nada aconteceria com ele.

Adam tinha sido maravilhoso o churrasco inteiro. Nós não nos beijamos nenhuma vez, mas teve toques. Ele segurou minha mão em alguns momentos, e também passava o braço pelo meu ombro.

Olhei para uma foto dele no show. Foi extremamente difícil de tirar, mas no final, as luzes do show faziam um contraste bonito, e Adam tocava sua guitarra e canta no microfone. Tão sexy.

Uma carta apareceu flutuando na minha janela, e eu ri quando ela caiu no meu colo. Abri o pequeno papel.

Não apareça na janela.

Adam.

Sorri animada, e corri para janela, pulando Lúcifer que estava no chão, me debrucei e vi Adam parado embaixo da minha janela.

—Adam? – ri.

—Eu estou subindo.

—Agora?

—Eu tenho algo para te falar. – ele murmurou, começando a escalar até minha janela no segundo andar. Eu ri, e fui para dentro me olhando no espelho, depois joguei um ursinho de pelúcia de Teddy dentro do closet e fiquei em pé esperando Adam. Ele apareceu e jogou o corpo para frente, pulando para dentro do meu quarto.

Ele ainda usava a roupa do churrasco, mas agora tinha um cigarro atrás da orelha. Ele sorriu para mim, e me olhou de cima abaixo.

—Oi. – ele disse.

—Oi. – respondi. – Achei que tinha ido para casa. – murmurei.

—Eu me perdi. – ele sorriu. Eu ri, mordendo o lábio.

—Onde você aprendeu aquilo? Da abelha?

—Eu fui para um acampamento uma vez, ensinaram isso. – ele respondeu, chegando mais perto.

—Sério? – indaguei, quando ele parou a um passo de mim.

—Não, eu inventei. Eu só queria chupar sua mão, na frente dos seus pais e todos os amigos deles.

Eu ri levemente corada. Adam me fazia corar por tudo.

—O que você queria me dizer? – murmurei, o olhando com atenção.

—Hoje foi demais. – ele falou. – Vocês são tipo uma família de verdade, nunca tinha visto uma de perto, é impressionante.

—Bem, nem sempre foi assim. – contei, o puxando para se sentar na minha cama. – Antes na Casa dos Black, era um horror, não éramos nem de perto, essa família de agora. Mas viemos pra cá e tudo melhorou. – falei. – E como são os seus pais?

—Eles são ok. Eles se casaram por obrigação, nem ao menos gostam um do outro, dormem em quartos diferentes. – ele murmurou. – Eles não fazem muita parte da minha vida, eu honestamente não me lembro de fazermos uma refeição juntos, sem ser quando tem visitas. Não tenho noticias deles faz tempo, eles apenas me mandam dinheiro.

—Adam...

—Está tudo bem. – ele sorriu. – Eu tenho a minha avó, além de que não ligo de ficar sozinho.

—Mas essa é a questão... – eu sorri para ele. – Você não está sozinho. Não mais.

Ele me olhou atentamente, então colocou a mão na minha nuca, e me puxou pra um beijo. Fogos de artifício explodiram na minha cabeça, e borboletas voaram incansavelmente em minha barriga. Suspirei encantada, e o puxei para mim, querendo o beijar cada vez mais.

Adam beijava simplesmente demais. Ele chupava minha língua e só faltava eu me derreter toda. Beijávamos-nos há apenas alguns minutos, mas minha calcinha, já estava encharcada, minhas pernas tremiam e tudo que eu queria fazer era o beijar e lamber inteiro. Ele era simplesmente bom demais. Ele beijava com tanta maestria quanto a que ele tinha com a guitarra.

Eu o puxei pelo pescoço, e Adam pressionou seus dedos na minha cintura, acabamos deitando, com ele por cima de mim, prensando nossos quadris quentes. Ele começou a beijar meu pescoço, e eu soltei um gemidinho, agarrei seus cabelos e o cigarro dele acabou caindo no colchão. Adam tirou sua jaqueta de coro, e voltou a me beijar.

—Addie. – ele murmurou. A voz dele era a coisa mais sexy que eu já tinha escutado. O nariz dele passou pela pele do meu pescoço, e eu me arrepiei, o puxando mais ainda para mim. Ele mordeu minha orelha e há essa hora minha calcinha já estava mais do que molhada.

Eu não era mais uma garota novinha, que ele não podia beijar, porque ainda precisava crescer. Eu tinha crescido, e agora Adam me queria mais ainda. Ele empurrou os quadris contra os meus, e desceu beijos do meu pescoço para minha clavícula e foi descendo mais. Ele beijou minha barriga, logo acima da calcinha, e eu gemi, ao sentir a respiração dele perto da minha calcinha.

O olhei cheia de expectativa, e Adam tocou minha calcinha e puxou lentamente pelas minhas pernas. Ele me tocou com os dedos, e quando eu ia gemer mais alto, a mão livre dele tampou minha boca, eu gemi contra sua mão, enquanto ele me tocava com os dedos.

Adam parou de me tocar e se deitou ao meu lado. O olhei ofegante e ele chupou os dedos dele.

—Você tem um gosto muito bom. – ele murmurou, antes de voltar a me beijar. Adam então voltou a descer a mão, sobre meu corpo até o local quente, e eu gemi em seus lábios. – Está bom? – ele perguntou.

Droga, claro que estava bom. Eu estava no paraíso.

—Está legal. – murmurei. Ele sorriu, e voltou a beijar meu pescoço, enquanto me tocava. Gemi, segurando com força o lençol da cama.

Escutei Lúcifer miar, nos olhando, mas outra coisa fez meu corpo todo esfriar.

—Addie? – escutei minha mãe chamar.

Adam se separou de mim na mesma hora, se levantando e sentando na ponta da cama. Como eu estava sem calcinha, eu me embrulhei na coberta, olhando para porta em choque. Minha mãe apareceu e olhou para nós surpresa.

—Adam. – ela riu. –Não sabia que ainda estava aqui.

—Ah, é. –ele murmurou. Ela sorriu.

—O que está fazendo, Addie? – me perguntou me olhando curiosa, enrolada na coberta.

—Nada, mãe. – respondi, tentando não corar. – O que você quer?

—Eu vim te trazer leite. – ela falou, andando até nós, com duas canecas de leite. – Esse era meu, mas pode ficar Adam. – ela entregou, para mim, e eu tive que tirar minha mão do meu casulo. E quando foi entregar para Adam, ele esticou a mão direita, então a abaixou rapidamente e pegou com a esquerda.

Minha mãe sentou entre nós e segurou o braço direito de Adam, e colocou a mão na minha perna. A encarávamos quase chocados.

—Sabe? Estou feliz por vocês. – ela falou. Então virou e tocou o pulso de Adam. Enfiei a cara no travesseiro querendo morrer. – Addie gosta de você. – ela falou e eu rosnei no travesseiro. – Oras, Addie, é verdade.

—Mãe, por favor. – pedi. Ela suspirou, e deu um beijo na minha cabeça e na de Adam, antes de sair encostando a porta.

Eu e Adam nos encaramos, e começamos a rir. Ele colocou o leite na minha escrivaninha e eu fiz o mesmo, pronta para voltar ao que fazíamos.

—Eu tenho que ir. – ele murmurou.

—Mas... – fiz um biquinho. Ele sorriu e pegou minha calcinha, que ele tinha sentado em cima, e puxou minhas pernas a colocando de volta. Ele se levantou para ir até a janela, e eu o segui com um biquinho.

Adam me beijou com um sorriso, e colocou as pernas para fora da janela. E falou:

Ainda não terminamos.

E lá se vão os meus ovários.

Notas finais
Epa, epaaaaaaaaa, Addie e Adam ta rolandooooooooooooooooo altas dedadas ehuehuehuhe adoro ♥ Foi um capítulo todo fofo, sem tristeza por causa da Mary :(()) Prévias: 1° - "-Então, eu falei para todos virem para cá, para avisar nós vamos acampar. – os comuniquei. James sorriu animado, mas Sirius fez uma careta. — O que? Eu odeio acampar. – Sirius reclamou. – Aquela vez foi um saco dormir no mato. Por que temos que ir dormir no mato se temos camas perfeitas? – ele perguntou. O chutei na canela. – Você me chutou?" 2° - "-Eu quero que você conheça a mulher da minha vida, Addie, ok? – ela murmurou nervosa. Eu assenti. – Ela é a minha pessoa, Addie. Sabe quando você tem aquela pessoa, aquela que você sabe que é... Como uma alma gêmea? – ela perguntou, tentando achar palavras para explicar. – Você também é minha pessoa, Addie, mas minha mãe ela é... A pessoa. – ela suspirou. -Como Sirius e você. – ela riu. – Eu sei que se tivesse que escolher entre... ser livre e casar com você, para te livrar de algum cara velho e machista...ele te escolheria, Addie, sem nem pensar duas vezes. Sirius é a sua pessoa." 3° - "-Dimitre está me tocando. – ele murmurou. O olhei confusa. – Ou eu estou tocando ele. Não sei. —Talvez ele só seja de tocar, enquanto conversa. – respondi. —Não! Tem algo, é um tocar diferente, e eu nem percebo quando faço, acho que nem ele percebe." 4° - "-Okay, chega desse papo romântico e incestuoso. – Leh falou. – Eu nunca dei o rabo. Ela mesma riu e bebeu. E a única pessoa que bebeu também foi Emmeline. —O que? Você já deu o rabo? – Sirius perguntou. —Sim, ela já deu para alguém que gostava dela de verdade. – me intrometi. – Então isso é algo que você nunca vai receber. Algumas pessoas riram, mas Jacques ficou quieto. —Você fala isso, porque ta doida pra dar pro Cook. – Sirius rebateu. Todos riram e gargalharam, e eu corei. – Quer que eu conte pra todo mundo o que você me fala sobre ele? Sobre como ele é super..." 5° - "-Adhara Black... não acredito que roubou minha frase. —Você é muito lerdo. – ralhei e ele sorriu. Ele me olhou nos olhos e moveu-se deliciosamente em cima de mim. —Sou? —É. Vai responder ou não? – ralhei e ele sorriu. " 6° - "-Nós nunca vamos te esquecer, Mary Macdonald." ACABOU AS PRÉVIAS, SAFADENHOS. Me falem o que acharam do capítulo, e das prévias. E gente vou tentar manter o nível de wwwy assim como está, se puder melhorar também. Eu estou meio insegura, mas eu comecei essa fanfic lá nos meus treze anos, vou terminar nem que seja aos cinquenta, espero o suporte de vocês ♥ xoxo ~Aurora