When We Were Young

62 Here Comes The Sun


Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOOOOOOOO CHANELS ♥ Desculpa a demora, mas as Chanels que estão no grupo do whats sabem que ta meio dificil agora sem a Vênus, mas mesmo assim me desculpem pela demora!!!!! OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS ♥ Estou tendo dificuldades em responder todos, porque são muitos atrasados, que a Vênus acabou deixando, então vou responder aos poucos :)) CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Próximo capítulo HOGWARTS, BABYYYYYY ♥ ENJOY ♥

HERE COMES THE SUN

JAMES’S HOUSE

1975

SUMMER

Eu estava com os óculos de sol de Adam. E sorri para a Sra. Potter quando ela me atendeu. James me disse que ela ficou chateada com nosso término. Depois de eu negar os vários doces que ela oferecia, eu fui para o quintal de James, sorri ao escutar as vozes dos meus amigos. Assim que entrei, eles se viraram com sorrisos.

Sirius se levantou, e veio me dar um abraço, e um beijo na bochecha. Depois da morte de Mary, Sirius estava mais que carinhoso comigo e Emmeline, e até Peter.

Eu e Emmeline nos abraçamos, e eu fui cumprimentar o resto dos meninos. Eles estavam na grande mesa de piquenique que James tinha.

—Então, eu falei para todos virem para cá, para avisar nós vamos acampar. – os comuniquei. James sorriu animado, mas Sirius fez uma careta.

— O que? Eu odeio acampar. – Sirius reclamou. – Aquela vez foi um saco dormir no mato. Por que temos que ir dormir no mato se temos camas perfeitas? – ele perguntou. O chutei na canela. – Você me chutou?

—Nós não precisamos de uma razão para nos divertir, Sirius. – reclamei, mas ri e baguncei seu cabelo. – Para de ser um chato.

Sirius fez uma careta, e Dimy riu arrumando o cabelo dele. Vi Emmeline olhando aquilo com um olhar desconfiado.

—Eu só pensei em fazermos algo divertido, sabe? Para celebrar o fim do verão. – falei. Meus amigos sorriram e assentiram menos Peter, que estava sentado entre Emmeline e Remus.

—Esse verão foi o pior de toda a minha vida. – ele resmungou, bebendo do suco de abóbora, que ele tinha batizado.

—Então por isso, vamos sair e te divertir. – Emmeline sorriu para ele, colocando a mão sobre a dele.

—Como eu posso me divertir se o amor da minha vida está morto? – ele indagou a olhando com descaso. Emmeline fechou a cara, e tirou a mão de cima da dele, se levantando e correndo para dentro da casa de James.

Meu coração doeu, e eu olhei para baixo. Sirius se levantou, e olhou Peter irritado, mas não falou anda para ele, pois sabia que aquilo era difícil para ele tanto quanto era para Emmeline. Sirius passou por mim, me beijando na bochecha, e correu atrás de Emmeline.

Suspirei e me sentei ao lado de Dimy. Eu peguei o suco de Sirius e bebi um gole.

—Por favor, Peter. Não vai ser o mesmo sem você. – murmurei. Ele me olhou, agora triste e assentiu.

—Eu divido uma barraca com você. – James sorriu para ele. – Podemos beber e jogar snap explosivo a noite inteira.

Peter sorriu para James e Emmeline voltou com os olhos vermelhos, e com Sirius a abraçando pelo ombro.

—Todos nós vamos. – falei para eles. – Adam vai chamar os amigos dele. Não sei se quando ele disse amigos se referia aos sonserinos ou os da banda, mas eu torço pelos da banda.

—E quando vamos? – Sirius perguntou, se sentando ao meu lado, e Emmeline de volta ao lugar dela.

—Esse Sábado. – respondi.

—Merlin, e alguém ao menos têm uma barraca? – Sirius perguntou. Todos negamos e ele bufou. – Ótimo. Isso vai ser simplesmente ótimo.

—Ele te disse que vocês vão fazer sexo amanhã à noite? – Emmeline me perguntou, enquanto andávamos de braços dados pelo shopping trouxa perto da minha casa.

—Não. – murmurei. – Eu já te disse, nós estávamos no meu quarto, e ele estava...

—Te dedando? – Emms riu

—É me dedando. – eu falei rindo. – Ai, minha mãe entrou no quarto, e quase nos pegou no flagra, e antes dele ir embora ele falou... Ainda não terminamos.

—E...?

—E vamos terminar amanhã! No acampamento. Não tivemos tempo nenhuma essas semanas, a sós, para algo além de uns beijinhos. – murmurei nervosa. Emmeline riu, e eu apertei o braço dela. – Oh, Emmeline. Ele é um deus do sexo! Ele só me dedou e Ai Meu Merlin! Sabe?

Emmeline gargalhou, me direcionando para a loja que queria entrar.

—Ai, amiga, você está tão caidinha por ele. – ela riu. Eu soltei um muxoxo e entramos na loja.

—Eu seeeeei. – ri.

—Eu tinha pensado em comprarmos roupas para as voltas às aulas. – Emmeline falou. – Mas achei melhor comprarmos para o acampamento.

—Vamos comprar barracas? – perguntei, mas Emmeline riu e me virou para a loja. Era uma loja de lingerie.

Tinha centenas de sutiãs sexy para todos os lados. E calcinhas fios-dentais. Eu e Emmeline rimos e fomos para perto de alguns cabides. Peguei um sutiã e coloquei na frente dos meus peitos.

—Não, Addie. – Emmeline murmurou. – Eu sei que você fica super sexy em qualquer sutiã, mas temos que comprar aqueles com super decote.

—Mas e o suporte? – perguntei.

—O suporte não importa o que importa é ficar incrível. – ela falou. Concordei, e uma mulher veio até nós.

—O que temos aqui? – ela riu. Ela olhou nossos peitos. – 31C! – ela apontou para Emmeline. – Não são grandes, mas não são pequenos, precisam levantar. – ela pegou um sutiã azul e mostrou para Emmeline. Ela então olhou meus peitos e sorriu. – 32F! São grandes, com forma, são tudo de bom. – ela riu. E pegou um sutiã rosa de renda. – Vão querer calcinhas combinando?

—Sim, queremos lingerie completa. – Emmeline sorriu para mim, e eu sorri de volta cúmplice.

Depois de comprarmos as lingerie sexy e sem sustentação, eu e Emmeline tomamos um sorvete e fomos para a casa dela, já que eu iria dormir lá, e Adam passaria e pegaria nós duas. Cumprimentei os fofos dos avós de Emms, e ela colocou nossas coisas no quarto dela, então pegou minha mão e suspirou, me olhando nos olhos.

—Você sabe que minha mãe não está mais internada, e agora fica aqui em casa. – ela murmurou. A mãe de Emmeline não estava melhorando em nada. Nenhum dos remédios, nem radiação ou quimioterapia, até algumas poções que Emmeline comprou não estavam funcionando. Então a mãe dela decidiu que queria ir pra casa. Que queria morrer em casa.

E Emmeline não queria aceitar, mas os avós deixaram e por isso agora a mãe dela iria ficar na casa dela, até... Morrer.

—Sim, Emms. – sorri, tentando a fazer se sentir melhor.

—Eu quero que você conheça a mulher da minha vida, Addie, ok? – ela murmurou nervosa. Eu assenti. – Ela é a minha pessoa, Addie. Sabe quando você tem aquela pessoa, aquela que você sabe que é... Como uma alma gêmea? – ela perguntou, tentando achar palavras para explicar. – Você também é minha pessoa, Addie, mas minha mãe ela é... A pessoa. – ela suspirou. -Como Sirius e você. – ela riu. – Eu sei que se tivesse que escolher entre... ser livre e casar com você, para te livrar de algum cara velho e machista...ele te escolheria, Addie, sem nem pensar duas vezes. Sirius é a sua pessoa.

—Eu entendo, Emms. – murmurei, e ela sorriu radiante e assentiu. Emms entrelaçou nossos dedos, e entramos no quarto lentamente.

A mãe dela estava deitada em uma cama de casal. Tinha alguns tubos ligados a ela, e uma máquina ao lado, assim como um soro ligado ao seu braço. Ela respirava fracamente. Sua pele era seca e com manchas e usava uma touca rosa na cabeça, para cobrir a careca que estava. Ela se virou para nós respirando devagar com dois negocio dentro do nariz dela. Emmeline sorriu tão gentilmente para mãe, que eu apenas a olhei ir se sentar na beirada da cama, e segurar a mão fraca, que se estendia para ela.

—Oi, mamãe. – ela sussurrou, fazendo carinho em sua mão. – Como está?

—Eu...e-eu... e-es-estou bem. – ela murmurou, sorrindo para Emmeline, então virou a cabeça para mim. Respirei fundo, e dei o sorriso mais gentil e sincero que eu poderia.

—Oi. – eu murmurei, chegando perto. – Eu sou Addie. Eu sou melhor amiga da Emms.

—Prazer, Addie. – ela sorriu. – Eu...e-eu sou Esme.

—Addie é minha melhor amiga no mundo todo, mamãe. – Emms falou sinceramente. — Ela é a melhor pessoa que eu conheço. – ela murmurou. A olhei surpresa e a mãe dela sorriu feliz.

—Que b-bom... que tem al-alguém que te ame. – ele sussurrou. Emms sorriu mais uma vez e se levantou.

—Vou pegar a sua sopa, mamãe. – ela deixou o quarto, e eu me vi sozinha com a mãe dela.

A vi estendendo a mão para mim, e eu a segurei, me sentando ao seu lado, devagar.

—Addie. – ela sussurrou, acariciando minha mão. – Me pro-prometa algo?

—Sim, é claro.

—Cuide... – ela tossiu dolorosamente. – Cuide... de Emmeline. – ela respirou fundo. – Por favor.

—Eu vou. Eu vou. – garanti, apertando a mão dela. Ela sorriu, e fechou os olhos, aos poucos a mão dela amoleceu, e percebi que ela dormia. Emmeline entrou no quarto e olhou a mãe.

—Ela sempre dorme. Fica fraca, porque sempre dorme em vez de comer. – ela contou, colocando a sopa no criado mudo.

—Ela é ótima, Emms. – falei, ela sorriu para mãe.

—Eu sei.

Nós duas fomos para o quarto dela, Emms se sentou na cama. E eu olhei o quarto dela. Meu coração doeu, quando eu vi no criado mudo dela, uma foto minha, dela e de Mary, com o uniforme de torcida, rindo e agitando nossos pompons. Suspirei e Emmeline se levantou e pegou algumas coisas, percebi que era um palito grosso, e um potinho quente, além de um tipo de folha diferente. Emmeline tirou as calças, e eu a olhei com a sobrancelha erguida.

—Calma. – ela riu. – Eu só queria que você me depilasse. – ela tirou a blusa e se deitou na cama, colocando um pano por baixo.

—Uau, Emmeline. – murmurei. – Você nunca deixou tão grande. – falei surpresa, olhando a calcinha dela, onde saiam pelos pretos pelas bordas.

—Eu sei. – ela riu. – Eu quero deixar crescer, to gostando. – ela falou. Dei de ombros, e peguei o potinho que Emmeline me disse que era cera quente. Passei em sua perna e coloquei o papel por cima. Emms me olhou nervosa, mas fechou os olhos e eu puxei com tudo.

—Puta que pariu!

Acordamos no outro dia, e preparamos nossas coisas.

Eu tomei um banho, depois que almocei, assim como Emmeline, e nós colocamos as lingeries que compramos. Eu segurei meus peitos por um momento, odiando o fato que eles ficavam sem sustentação. Mas mesmo assim coloquei uma jardineira jeans clara e uma blusa preta, sem mangas que mostrava a minha barriga, coloquei meu tênis branco, que agora estava cheio de coisas escritas nele, e resolvi não passar maquiagem e coloquei os óculos escuros de Adam.

Emmeline estava na frente do espelho terminando de passar o deliniador, com um short e uma blusa mostrando a barriga. Ela pegou a mochila dela, e eu a minha, antes de sairmos, nos despedimos de sua mãe e seus avós.

Paramos no quintal da frente dela, e ela me deu um chiclete. O masquei e segurei nas alças da minha mochila, olhando para frente. A kombi de Adam virou a esquina, e eu sorri, ele logo parou na rua, a nossa frente, fomos até ele, entrei no carona e Emmeline entrou na parte de trás.

Adam sorriu para mim, eu me curvei e o beijei na boca, ele retribuiu, e eu suspirei, e tirei os óculos de sol.

—Quer de volta? – perguntei, ele negou com um sorrisinho.

—Fica melhor em você.

Sorri, e coloquei os óculos, me virei para Emmeline, que sorriu maliciosa para mim.

—Oi, Adam. – ela disse, se apoiando no banco dele. Ele sorriu para ela.

—Oi, Emms.

—Você ta um gato hoje. – ela riu. Ele riu também, assim como eu que encarei os lindos e super mordíveis bíceps dele, pela manga da blusa preta. Adam colocou uma música do Smiths para tocar, e eu sorri encantada para ele.

Ele começou a dirigir, e eu abri a janela, gostando da brisa fresca da janela. Ele dirigiu por meia hora, até uma casa bonita, com pouca vizinhança em volta. Ele deu duas buzinadas, e Nathan e Jason saíram da casa, com mochilas nas costas, eles entraram atrás junto de Emmeline.

— Como vai você, seu cheirador de calcinhas? – Nathan riu. Ele se virou para Emmeline. – E você, graçinha?

—Vou muito bem, obrigada. – Emms riu.

—Sério? Achei que estaria pior, depois que seu ex chamou você de vaca na frente de toda escola. – ele falou. Emmeline fechou a cara, e Jason suspirou, olhando Nathan com reprovação.

—Ela está ótima, porque não liga pra opinião de ninguém. – falei, o olhando pelos óculos, ele sorriu para mim.

—Como vai, a mais nova Sra. Cook?

Adam empurrou a cara dele, e deu marcha voltando a dirigir.

—Não liguem pro Nathan, quando ele era um bebê a mãe dele o deixou ele cair de cabeça.

—Mais que uma vez. – Nathan gargalhou. Ele pegou da mochila, um baseado e passou para Emmeline e Jason, os dois começaram a fumar, depois que Jason negou. Me virei para Adam.

—Espero que a vaca da Valentine não apareça. – resmungou Emmeline.

—A Vaca da Valentine tá namorando o Muambeiro da escola? – perguntou Nathan e eu prestei atenção.

—Não. Eles são apenas amigos. Jacques disse que até tentou dar um beijo nela, mas ela começou a rir e ele também e eles viram que não tinha nada a ver. – respondeu Jason.

—Minha hipótese é que eles são gays. O Burke gosta do Snape e a Valentine se pega com a Meadowes, a maior cola velcro da história de Hogwarts. – riu Nathan.

—Você é simplesmente maldoso, Nathan. – ralhou Jason.

—Quando você disse que ia chamar uns amigos, eu esperei que fossem os da banda. – falei. Adam sorriu. – Quem mais está vindo?

—A minha melhor amiga. – ele murmurou.

—Por favor, diz que é a Astrid. – pedi. Ele gargalhou, e me deu um rápido beijo nos lábios.

—Eu conversei com Evie... ela quer se dar bem com você.

Dei de ombros, e abri mais a janela, para dispersar a fumaça que os baseado de Emms e Nathan faziam.

—Ela quer é me comer viva e me impedir de sequer competir para a coroa do ano que vem. – resmunguei. – Todas as amigas dela vão vir?

—Yep. – ele respondeu.

—E... Rabastan?

—Ele, Nott, Snape, os Carrow e... Jacques.

—O que? – Emmeline deu um berro, já chapada. – Porque você não me disse isso? Que isso, garoto? Ta jogando um jogo comigo?

—Calma. – ele riu. – Vocês provavelmente nem vão ficar perto um do outro, vai ter bastante gente.

Emmeline bufou, e tragou de seu baseado, e se virou começando a contar para Nathan tudo sobre sua vida amorosa.

Adam estava dirigindo para a casa de James, onde os meninos estavam, e iriam seguir a gente de carro. Paramos em frente à casa de James e eles estavam em volta de um carro meio velho. Eu desci assim, como Adam.

—Tudo pronto, meninos? – perguntei. Remus assentiu nervoso.

—Eu não tenho idade pra dirigir! Esse carro é da minha mãe! – ele murmurou completamente nervoso.

—Relaxa, Remusinho. – Sirius, falou colocando a mão sobre o ombro de Remus. – Tudo bem, Addie?

—Eu estou pegando o carro escondido, enquanto meus pais passam a noite no hospital pra radiação da minha mãe! Isso é fodido! – ele gritou, socando as costelas de Sirius, que ria se desviando. – Porque me obrigam a fazer essas coisas?!

—Relaxa, Remus. – Adam sorriu. – Eu garanto que vai ficar tudo bem.

Remus resmungou mais um pouco, mas acabou se convencendo.

—Conseguiu as barracas?

—Sim, duas. – James respondeu.

—Duas?

—Eu tive que mandar uma carta com Daniel Rogsby, mas conseguir duas. Eu, Remus e Peter em uma e Dimitre e Sirius em outra. Emmeline disse que não quer dormir com o Sirius, porque se não vai dar para ele, então ela fica com você e Adam na kombi.

—Então porque você não dorme com Sirius e Dimy e Emmeline com Remus e Peter?

—Porque eu disse que ia dormir com o Peter para confortar ele. – James brigou, indignado. – É o que bons amigos fazem. Mas eu sou uma droga em conselhos, então precisamos de Remus.

—Eu falei para você pegar três. – briguei, cutucando o peito dele.

—Eu tenho cara de vendedor de barracas, mulher? – ele perguntou, falando de um jeito estranho. – Porque eu sempre tenho que arrumar as coisas? Eu não sou um faz-tudo, e ainda nem agradecem!

—Porque você ta falando assim? – perguntei.

—De que jeito, mulher?

Sirius gargalhou.

—Ele acha que se falar assim vai pegar mais mulher. – ele me contou.

—Bem, não funciona. – falei cruzando os braços.

James me mostrou a língua.

—Você está bem? – ele perguntou.

Ignorei a pergunte e os empurrei para o carro de Remus, e entrei de volta na kombi com o Adam. Odiando o fato que se Emmeline dormisse na kombi comigo e Adam, sem chance de eu e ele terminarmos o que precisamos terminar.

Quando Adam voltou a dirigir dessa vez para o local onde acamparíamos, eu decidi desabafar, então peguei meu diário rosa e comecei a escrever nele. Percebi que Adam me observava de lado enquanto eu escrevia.

Nathan e Emms continuavam conversando e gargalhando juntos. Nathan agora mostrava seus mamilos para Emmeline e passava o dedo na língua depois em volta do mamilo. Emmeline gargalhava e cutucava o mamilo dele. Jason no canto olhava os dois como se eles fossem completamente loucos.

Quando chegamos ao acampamento minhas coxas estavam levemente suadas, e com nojinho passei as mãos nelas. Pulei para fora da kombi e logo Adam estava do meu lado. Nathan, Jason e Emms saíram segurando suas coisas. Os meninos pararam o carro ao lado da kombi, e vi dentro do carro Dimy acordando Sirius que dormia em seu ombro.

—Os sonserinos ainda não chegaram. – observei. – Vocês deviam pegar os melhores lugares, para por as barracas. – falei. Eles assentiram e Remus e James saíram para achar um local bom. Sirius se espreguiçou e sua blusa se ergueu, e juro que por um minuto vi Dimitre olhando diretamente para o tanquinho de Sirius.

Dividimos-nos e Adam e Jason foram fazer uma fogueira grande, e colocar algumas cadeiras de praia para sentarmos. Os sonserinos chegaram não muito tempo depois, todos com chave de portal, e começaram a se espalhar escolhendo lugares.

—Addie. – Evie me chamou, enquanto Dido fazia a barraca delas. – Está bem?

—Sim, Evie. – falei. Ela sorriu.

—Eu sinto muito, por Crazy Eyes. – ela murmurou, parecendo sincera.

—Obrigada.

—Todas nós sentimos. – Leh pareceu com um sorrisinho e um cigarro entre os dedos. – Crazy Eyes era legal.

—Ela era mais que legal. – concordei. Leh saiu para ajudar Kat com a barraca delas, mas Theo já estava lá conversando ao lado de Kat e a ajudando.

—Então... você e Adam.

—Eu e Adam.

—Ele gosta de você. Ele gosta de verdade de você. – ela murmurou, me olhando como se me enxergasse pela primeira vez.

—Eu gosto dele também.

—Não quebre o coração dele. Ou eu quebro você. – ela sorriu, e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. Ela sempre fazia isso, como um tipo de ameaça. – Okay?

Adam chegou ao nosso lado passando o braço pelo meu ombro.

—Espero que esteja sendo legal, Evie. – ele sorriu. Evie riu para ele.

—Eu sempre sou, amorzinho.

Adam sorriu para ela que se afastava, e se virou para me dar um beijo. Todos já tinham se alojado, e agora relaxavam bebendo cerveja com uma musica tocando no rádio.

Rabastan me olhou por um instante e sorriu. Eu acenei para ele, e assim que ele olhou realmente para os meus olhos, eu notei. Ele não estava mais apaixonado por mim. Então olhei James, e esperei até que ele me olhasse, e quando olhou percebi que apesar de bem, ele ainda sentia algo. Então olhei Adam, que sorriu para mim, bebendo uma garrafa de cerveja, e vi que ele estava completamente e perdidamente caidinho por mim.

—Vou conversar com os sonserinos. – ele falou. – Tenho que dar atenção para eles ou vão achar que você me transformou em um completo grifinório.

—Ainda não, mas quem sabe depois? – eu ri.

Adams e afastou e Sirius veio para perto de mim.

—O que foi? – perguntei ao ver a cara de confusão dele, e o jeito que olhava para trás.

—Dimitre está me tocando. – ele murmurou. O olhei confusa. – Ou eu estou tocando ele. Não sei.

—Talvez ele só seja de tocar, enquanto conversa. – respondi.

—Não! Tem algo, é um tocar diferente, e eu nem percebo quando faço, acho que nem ele percebe.

—Pelo menos você está tocando em algo. – murmurei aborrecida, vendo Adam, gargalhar jogando cerveja em Jacques, que estava sério demais.

—O que foi? – ele perguntou. – Você está bem?

—Eu vou te falar o que foi, Sirius. – bufei, cruzando meus braços. – Eu estou usando ridículas roupas intimas, que não está segurando direito os meus peitos. Tudo por algum toque com Adam. Eu quero um toque, mas essa maldita lingerie não da suporte para os meus peitos!

Sirius ergueu a sobrancelha e olhou uma vez para trás, antes de dar um passo para frente e colocar as duas mãos nos meus peitos e os levantá-los, com o suporte que o sutiã deveria dar. Suspirei aliviada.

—Morgana, isso é bom. – murmurei, aliviada. Sirius assentiu, me olhando, ainda segurando meus peitos. – Eu odeio acampar.

—Eu também. – ele respondeu, e nós dois olhamos o céu, com Sirius segurando meus peitos.

Tinha escurecido, e agora a maioria estava suficientemente bêbada para confraternizar com os inimigos.

—Vamos jogar um jogo. – gritou Evie. Nos reunimos em volta da fogueira, que estava baixa, dando para todo mundo ver o rosto um do outro.

—Suicídio Social, de novo? – Adam perguntou.

—Não, vamos jogar eu nunca. – ela falou, pegando uma garrafa de vodka congelada. Todo mundo foi passando colocando um pouco no copo. – Eu começo. – ela riu. – Eu nunca... beijei alguém da minha família.

Theo foi o primeiro a beber rindo, então eu e Sirius bebemos ao mesmo tempo, logo depois Nathan.

—Eu vou agora. – Theo falou. – Eu nunca beijei a namorada de um amigo.

Todos ficamos quietos, esperando. Então Sirius bebeu, todos começaram a gritar.

—Eu beijei Addie em uma aposta, quando ela ainda namorava James. – ele se explicou. Emmeline suspirou e beijou.

—Eu beijei a Addie, quando ela namorava o James. – ela murmurou. – Sem ela querer. – ela acrescentou.

James assim como Jacques desviaram o olhar de nós.

Nathan bebeu rindo.

—Por favor diz para mim que não foi uma namorada minha. – Adam falou. Nathan gargalhou.

—Eu beijei Angélica.

—Angélica? – Adam perguntou. – Minha namorada de quando eu tinha 12 anos?

—Yep. – Nathan falou. Adam revirou os olhos.

—Eu sempre te disse que Angélica era uma vaca. – Evie riu, dando de ombros.

—Você disse isso de todas as meninas que eu beijei. – Adam respondeu risinho.

—Até agora, eu estava certa. – Evie falou, olhando analiticamente para mim.

—Minha vez. – falei, e mordi o lábio. – Eu nunca trai.

Emmeline me lançou um olhar irritado e bebeu um gole. Sirius bebeu também, e Jacques olhou os dois como se fosse matá-los.

Leh bebeu seu copo inteiro gargalhando. E Nathan bebeu também brindando com ela. Rabastan bebeu um gole, olhando Kat de lado e depois eu.

—Eu nunca beijei um pessoa do mesmo sexo. – Katherine falou, olhando Rabastan com raiva. Rabastan e Jacques beberam com uma careta. Adam bebeu e eu o olhei curiosa.

—Eu e Nathan nos beijamos quando tínhamos 13 anos. – ele riu, e Nathan piscou para ele. – Jason, comprou poções do amor, e nos deu e a gente achou que estávamos apaixonados. Meus pais separaram a gente, antes que começássemos a nos amassar.

—E porque Jason fez isso? – gargalhei.

—Eles queimaram os meus livros. – Jason murmurou.

Ri, e bebi do meu copo, assim como Emmeline, Evie, Dido e Leh. Depois de suspirar Sirius lançou um olhar para Remus e bebeu, junto com ele.

—Você já beijou um garoto? – Dimitre perguntou surpreso. Sirius se virou para ele e deu de ombros.

—Jogo da garrafa. James enfeitiçou e eu tive que beijar o Remus. – ele falou.

—Eu fiquei traumatizado. – Remus respondeu, olhando para o seu copo.

—Addie. – Nathan me chamou com um sorriso. – Você só beijou Emmeline, de mulher?

—Não. – resmunguei. Meus amigos me olharam curiosos.

—Eu te desafio a contar. – Nathan riu.

—Isso não é verdade ou desafio. – falei. Mas todos me olhavam esperando a respostas. Revirei os olhos. – Eu já beijei Leh, na festa na minha casa. – falei e Leh piscou para mim. – E Lyssandra Yaxley. – falei, deixando de fora o fato que eu tinha beijado Mary.

—Lyssandra Yaxley? – Sirius perguntou surpreso. – Você beijou aquela gostosa da Lyssandra?

—Bem, sim, mais de uma vez. – respondi, dando de ombros.

—Você é galinha, Black. – riu Evie. Revirei os olhos para ela. – Uma versão com peito do seu primo.

—Pior que é verdade. – Sirius riu.

—Mas pelo menos eu não sou babaca. – ri. Sirius colocou a mãos sobre o peito.

—Essa doeu.

—Eu sou o próximo. – Jacques pegou a garrafa. – Eu nunca me apaixonei. – ele falou e bebeu. Eu bebi, assim como a maioria ali, menos Nathan, Leh e Amico.

—Porque você já se apaixonou, Black? – Amico perguntou chocado e rindo.

Sirius mordeu o lábio.

—Bem... Addie. – ele falou. Todos o encararam. – Tipo... não amorosamente, é mais como...

—Ela é a sua pessoa. – Emmeline sorriu.

—Talvez ela seja o seu en. – Peter murmurou.

—Okay, chega desse papo romântico e incestuoso. – Leh falou. – Eu nunca dei o rabo.

Ela mesma riu e bebeu. E a única pessoa que bebeu também foi Emmeline.

—O que? Você já deu o rabo? – Sirius perguntou.

—Sim, ela já deu para alguém que gostava dela de verdade. – me intrometi. – Então isso é algo que você nunca vai receber.

Algumas pessoas riram, mas Jacques ficou quieto.

—Você fala isso, porque ta doida pra dar pro Cook. – Sirius rebateu. Todos riram e gargalharam, e eu corei. – Quer que eu conte pra todo mundo o que você me fala sobre ele? Sobre como ele é super...

—Sirius Black se você abrir essa sua boca para falar mais alguma coisa, eu vou cortar o teu pinto e enfiar no teu cu! E esse vai ser o anal que você vai receber.

Todos riram e beberam. Sirius me deu a língua, o jogo acabou aos poucos e todo mundo se espalhou

Jacques e Aleto conversavam, muito próximos um do outro, e dava para ver claramente que ela flertava come ele e ele não sabia muito bem como reagir a aquilo. Remus e Dimitre conversavam com Rabastan, Amico e Severus em outro canto.

Emmeline dançava com Leh, e as duas gargalhavam dividindo um baseado.

James, Peter, Nathan e Sirius jogavam strip snap, e quem ganhasse ficava com as roupas de todo mundo. Theo e Kat estavam encostados no carro de Remus, conversando e dividindo uma cerveja. Eles estavam muito próximos, e riam baixinho, como se contasse segredos.

Evie e Dido estavam dentro da barraca, porque Evie disse que estava passando um pouco mal, por causa que ela não se dava bem com portais ou aparatação. E Adam estava perto do som, escolhendo uma musica enquanto eu estava sentada no capo do carro de Remus, observando Kat e Theo de lado.

Adam veio para o meu lado, e se sentou no capô comigo. Peguei o cigarro em sua boca, e traguei, deixando a fumaça sair baixa pelos meus lábios. Deitei-me, e Adam se deitou ao meu lado. Passei o cigarro para ele.

—Você... você sabe que não precisa me dar espaço, não é? – indaguei. Adam ergueu a sobrancelha.

—O que você quer dizer?

—Quero dizer que eu sei que... fiquei meio doente. Mas você é o único que não pergunta se estou bem o tempo todo. – murmurei. – Eu gosto disso. Eu gosto de você.

Ele sorriu e me pegou pela mão, me levantando. Andamos até a kombi e paramos na porta de trás.

—Ainda bem que gosta, porque tenho uma surpresa para você. – ele abriu a porta, e arregalei os olhos, ao ver as luzes pisca-pisca rosa, azuis e brancas no teto, e o cobertor preto e peludo colocado por cima, das várias almofadas que estavam ali. Havia algumas velas nos banco da frente e duas garrafas de hidromel. Eu sorri, e o olhei. – Quando eu falo que ainda não terminamos, eu quero dizer que ainda não terminamos.

Eu subi para dentro da kombi e me sentei nas minhas panturrilhas. Adam sorriu, e olhou para os lados, antes de entrar e fechar as portas.

—Uau...

—Emmeline vai dormir com Leh e Kat. – ele murmurou. Sorri e o puxei pelo pescoço, o beijando.

Adam veio para cima de mim como se fosse um morto de fome amarrado no pau e eu fosse o mais delicioso banquete da face da terra. Ele me beijou com urgência e pressionou os quadris contra os meus. Podia sentir o volume dele pressionando meus quadris e eu precisei baixar minhas mãos até o cinto dele. Adam arfou de alívio e enfiou as mãos dentro da minha blusa. Ele gemeu de satisfação ao apertar meus seios e me mordeu de leve no pescoço. Ele tirou minha jardineira, me deixando de blusa e calcinha.

—Tira a calça. – pedi e ele me ajudou a tirar a peça. Adam tirou a camisa e ficou apenas de cuecas, e eu me lembrei do primeiro amasso que tive com ele. Ele estava mais alto, mais forte e mais bonito. Passei a mão pela sua barriga e senti a língua dele passear pelo meu colo e levantei meus braços para que ele passasse a camisa pela minha cabeça. Ele me olhou no busto e suspirou parecendo gostar do que via. Ele se colocou de quatro em cima de mim e colocou meus seios em suas mãos. Ele ficou brincando com eles, enquanto me beijava, os empurrando e amassando, os fazendo se mover e quando eu menos esperava ele pegou a varinha e meu sutiã saiu voando. Adam sorriu satisfeito e me beijou nos mamilos. Os dedos dele logo percorreram um caminho recentemente descoberto e logo eu estava estremecendo em baixo dele, sendo tocada de maneira erótica. Ele fazia tudo muito bem. Sabia morder na pressão certa, sabia dizer as coisas certas, sabia guiar as coisas da maneira certa. Ele era tão melhor que James que chegava a ser esquisito, mas eu tentei não fazer comparações. Adam tinha muito mais experiência que James – Adam... – gemi enquanto ele me masturbava e me beijava com carinho. Ele me foi beijando por todo corpo até chegar onde eu mais queria. Senti os dedos dele pressionarem as minhas coxas com força enquanto ele me lambia na minha parte mais quente e úmida. Tentei não fazer barulho, mas não adiantou. Coloquei uma almofada na cabeça sentindo aqueles pequenos choques que a língua dele me proporcionava. Ele me lambia e ainda me penetrava com o dedo e era tanta coisa para sentir que achei que ficaria louca. Ele não saiu de lá antes de me arrancar um orgasmo e mesmo depois, só saiu quando eu o puxei.

Ele lambeu os beiços, me olhando maroto e eu o beijei, ignorando o sabor da boca dele. O beijei com paixão e ele me beijou de volta. Tirei a cueca dele e o beijei na barriga antes de colocá-lo na boca. Ele soltou um gemido rouco e me afagou na cabeça. Retribuí o oral e quando ele estava para gozar, me empurrou de leve para não me sujar. Mas eu afastei a mão dele e quando ele gozou na minha boca, o engoli. Ele sorriu e me puxou para mais um beijo, sem se importar com o sabor. Ficamos naquele amasso durante um tempão e eu gostei de toda a atenção que ele dava para as preliminares. Eram tantos beijos, tantos toques, tantos gemidos e sussurros...

Quando ele finalmente entrou em mim, pensei que tocaria o céu. Adam me beijou com carinho e entrelaçou os dedos nos meus.

—Namora comigo? – perguntei. Ele me olhou sorrindo e me beijou.

—Adhara Black... não acredito que roubou minha frase.

—Você é muito lerdo. – ralhei e ele sorriu. Ele me olhou nos olhos e moveu-se deliciosamente em cima de mim.

—Sou?

—É. Vai responder ou não? – ralhei e ele sorriu. Ele soltou minha mão e colocou o dedo que tinha um anel na boca. Ele tirou o anel e me mostrou.

—Não quero só namorar. Você é a minha garota. Sempre vai ser a minha garota. – riu ele colocando o anel no meu dedo – Casa comigo, quando terminar a escola, Sugar? – sussurrou ele e eu sorri derretida.

—Está falando sério? – perguntei.

—Pense a respeito... – pediu ele voltando a se mover em cima de mim e me arrancando um gemido. Voltamos a nos beijar e eu me lembrei de algo que Sirius tinha me dito, anos atrás, quando eu apostei com ele que era capaz de criar um peixe. Sobre imaginar a vida ao lado de alguém.

E eu consegui. Eu e Adam, naquela rua mesmo, com dois filhos, dois meninos. Ele tocando violão no jardim enquanto as crianças brincavam. Sim, eu conseguia imaginar-me casada com ele, com uma família com ele. Eu estava verdadeiramente apaixonada por ele, de uma maneira que eu nunca tinha ficado por ninguém.

—Adam... – gemi e ele ofegou no meu ouvido, movendo-se de maneira deliciosa.

—Addie... – sussurrou ele no meu ouvido, fazendo-me arrepiar toda. A voz dele parecia mexer comigo de um jeito intenso demais. Gemi por conta de um movimento dele e respirei fundo.

—Você realmente consegue... nos imaginar... juntos? No futuro? – perguntei e ele sorriu me olhando nos olhos.

—Não consigo não nos imaginar, Addie... – disse ele – Eu disse que você deveria curtir sua vida, porque eu sou o seu último namorado. – riu ele convencido – Nós fomos feitos um para o outro, baby. E pode ser cedo, mas eu não importo. Eu não tenho medo de falar. Eu amo você. E eu sei disso há muito tempo... eu sei disso desde antes de beijar você pela primeira vez... quando a gente acha a pessoa certa, a gente sabe, não é?

Engoli em seco e concordei.

—Adam, eu...

—Shhh... – ele sorriu – Vamos namorar, ok?

—Ok... – respondi.

—E agora vamos aproveitar um ao outro. Vamos aproveitar, Addie.

—Vamos. – sorri e me entreguei novamente aos beijos dele.

Acordei de conchinha com Adam, ele respirava calmamente em meu pescoço, me levantei e joguei para o lado o lençol que me cobria, coloquei a blusa preta de Adam, e minha calcinha que estava jogada aos nossos pés, abri a porta corrente da kombi e pulei para fora, senti cócegas nos meus dedos, aos meus pés tocarem na grama.

Remus estava sentado perto da fogueira, que ele provavelmente tinha acendido novamente, ele comia um sanduíche, e eu fui até ele e em sentei ao seu lado. Ele sorriu, e me deu um pedaço de seu sanduíche de peito de peru.

—E Peter? – perguntei. Ele mordeu mais um pedaço do sanduíche, seus caninos afiados despedaçando o pão.

—Eu e James, ficamos bebendo com ele e jogando snap explosivo, até ele começar a chorar e falar da Mary. James chorou também, acho que eu também chorei. – ele murmurou, eu ri.

James saiu só de cueca da barraca, e Peter atrás dele com os olhos inchados, e vestindo uma blusa e cueca. Eles se sentaram conosco e acabaram pegando o resto do sanduíche de Remus para dividirem.

Dimitre saiu da barraca dele e de Sirius já vestido, e sorriu lentamente para nós. Sirius saiu atrás dele, sem camisa, só de calças, e se espreguiçou. Eles vieram até nós, e percebi que Dimitre sentou longe de Sirius.

—Então, trepou muito com o Cook? – Sirius perguntou.

—Cala a boca, Sirius. – murmurei, quando James desviou o olhar para a fogueira.

—Já brigando? – Emmeline riu, saindo da barraca da Leh e da Kat, usando uma camisola. – Bom dia, amores. – ela sorriu, se sentando no colo de Sirius.

Todos ficamos quietos por um tempo.

—Mary teria adorado isso. – Peter murmurou. – Ela adorou quando acampamos daquela vez... ela ia adorar.

—Ela provavelmente estaria dando sanduíches pra todo mundo, que ela acordou mais cedo para fazer para nós. – Sirius murmurou. Todos concordamos com a cabeça.

—Ela iria rir e dançar em volta da fogueira. – falei, fechando os olhos e a imaginando entre nós.

—E abraçar todo mundo também. – Emmeline acrescentou com sorriso.

—Mary era a pessoa mais legal. – Dimitre sussurrou. Sirius sorriu para ele.

—Ela era como o Sol. Ela era o nosso Sol. – James murmurou, olhando o Sol nascer ao longe.

—Nós ficávamos tristes, ai era só conversar um pouco com a Mary e... os dias brilhavam de novo. – Peter falou chorando.

Lá vem o sol, lá vem o sol. E eu digo que está tudo bem. — cantei. A música dos Beatles que se encaixava com os nossos sentimentos.

Querida, os sorrisos estão voltando aos rostos. Querida, parece que foram anos desde que esteve aqui.— Remus cantou comigo.

Lá vem o sol, lá vem o sol. E eu digo que está tudo bem.— Sirius cantou, e percebi que ele chorava silenciosamente.

Querida, eu sinto aquele gelo está lentamente derretendo. – Peter cantou, chorando alto. – Lá vem o sol, lá vem o sol. Está tudo bem.

—Eu vou sentir falta da Fran. – Remus murmurou. Ele jogou a carta que Francesca deu para ele no fogo, ele provavlemente andava com ela no bolso o tempo inteiro. – Eu amava bolo e... Francesca. – ele sussurrou, vendo a carta queimar.

Todos olhamos para a fogueira e Peter se levantou, suspirando e andou até ela, segurando o que parecia ser um anel de doce. Ele o jogou no fogo, chorando.

—Nós nunca vamos te esquecer, Mary Macdonald.

Notas finais
ADDIE E ADAM SEXOOOOOOOOOOOOOO ADORO! E uma despedida para nossa lida borboletinha ♥ Vou sentir falta dela :(( PRÉVIASSSSSSSSSS: 1° - "Emms? – chamei, preocupada. —Ele veio me pedir desculpas... por ter me empurrado. Acredita nisso? – perguntou ela parecendo um caco – E por ter dito todas aquelas coisas. Disse que estava zangado e magoado... mas que nunca deveria ter explodido daquele jeito. – ela se calou e me olhou completamente destruída." 2° - "-Vocês não vão acreditar! – disse ele em choque. Franzi a testa e o olhei sem entender – Não há palavras pra descrever. Mas... mas nós vimos Emily. Ela estava flertando com Aluado. – explicou Sirius. James se levantou, ajeitando os óculos, que tinham ficado tortos em seu rosto. —Nós estávamos lá, chocados... – continuou James. —Completamente chocados. – concordou Sirius." 3° - "Emily estava de pé, encostada na janela. Usava uma calça de couro que parecia ter sido pintada em suas pernas grossas, além de uma camisa do Aerosmith, que estava rasgada aqui e ali, mostrando bastante de sua pele, inclusive parte do sutiã roxo. Os cabelos estavam num penteado estranho, com a lateral da cabeça completamente trançada até certa altura, onde formava-se um rabo de cavalo, completamente colorido, e trancinhas de várias cores pendiam do penteado. Além disso ela estava com quatro brincos em uma orelha, na parte de cima. No ombro dava para ver um pedaço de uma tatuagem em forma de flor, o que seria até fofo, se não fosse uma flor de salvia. Não o salvia, florzinha bonita. Mas o salvia que usávamos para fumar. O pulso estava cheio de pulseiras, as orelhas dela estavam com argolas grandes, a maquiagem estava forte, com um batom roxo e os olhos com um lápis bem marcado. As unhas estavam roxas, da cor do batom e ela ainda fumava um cigarro – Emily?" Só isso de prévias, sorryyyyyyyyyyyyyy, Aurora ama vocês ♥ ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO! 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO! 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO! xoxo ~Aurora