Notas iniciais
CAPÍTULO SONSERINO SAINDO DO FORNO ♥ Bem Chanels, como sempre quero agradecer as Chanels maravilhosas que sempre comentam, muito obrigada ♥ Mas temos um problema :( não sei se é uma fase ou sei lá, mas os comentários na fanfic decaíram muito mesmo, o capítulo passado só teve 10 comentários, e eu sei que tenho que agradecer também, pois algumas fanfics não conseguem 10 comentários, mas tipo wwwy tem 169 acompanhamentos, e a muito tempo não temos recomendação ou uma base de comentários :( Eu pensei que talvez não estejam gostando da história, ou sei lá, então é o seguinte, o próximo capítulo ou tem 15 COMENTÁRIOS ou só sai no final de outubro, talvez no meio porque posso ficar com dó das Chanels que SEMPRE comentam. Então o cronograma é esse: 15 COMENTÁRIOS OU SEM CAPÍTULO POR TEMPO INDETERMINADO. Enjoy ♥

THE SNAKES

HOGWARTS

1975

4°YEAR

—Eu já vou. – cantarolou Emms. A olhei com descaso. E Mary cruzou os braços. Emmeline bufou. – Parem de me olhar assim. Toda vez. – ela resmungou.

—Sim. Toda vez. – retruquei. – Toda quinta feira que você sair para ir transar com Sirius no vestiário vamos olhar para você assim. – sentenciei. Mary concordou, fazendo um bico irritado para Emmeline.

Emms apenas revirou os olhos, passando gloss. E depois ajeitou os cabelos, e a saia apertada de líder de torcida. Mandou dois beijinhos para gente e saiu sem falar nada para os vestiários de quadribol.

Emmeline Vance trai Jacques Burke toda quinta-feira nos vestiários do campo de quadribol.

Com o meu primo, é claro. Desde a transa deles na páscoa, a qual Sirius me contou, os dois estavam se pegando. Mesmo depois que Emms e Jacques voltaram.

Sirius também me contou que Emmeline era virgem. Virgem! Isso eu não contei para Mary, e nem comentei com Emmeline. Sirius estava tão chocado quanto eu.

Ela tinha me jurado que perdeu a virgindade com Eyeball.

Suspirei, querendo esquecer Sirius e Emmeline. Mary logo saiu para ir namorar Peter, me deixando sozinha no quarto. Fiz algumas lições atrasadas e li um pouco do meu livro de maldições. Depois peguei o Mapa do Maroto que estava comigo, já que eu tinha roubado de Sirius, pois ele ficava usando para quando ia transar com a Emms, ver se tinha alguém por perto.

Olhei nervosa para o Mapa do Maroto. Kim Quinzel e Cloé e Zoé Samuels estavam em volta de Emily. Kim era simplesmente a maior valentona da escola. Ela era má, muito má. Ela zoava praticamente todo mundo, até alguns populares. Ela já tinha ganhado tantas detenções quanto eu e os Marotos, mas ela era apenas por brigas. Cloé e Zoé eram as suas duas seguidoras fieis. Elas eram gêmeas. Duas vezes mais más. Duas vezes mais perversas. Eram conhecidas como as Gêmeas Saco de Pancada. Porque elas faziam todo mundo de saco de pancada.

O pior da Trifeta do Bullying era que elas eram da Corvinal. Eram más e inteligentes. A pior combinação.

E elas estavam todas em volta de Emily. Tentei não ligar, mas logo tinha saído do dormitório e andava apressada até o local que o mapa indicava. Achei elas empurrando Emily contra a parede, puxando mexas do cabelo delas.

—Kim. – chamei charmosamente. A Trifeta do Bullying se virou para mim.

Eu nunca tinha conversado ou me metido com a Trifeta do Bullying. Eu não sabia se elas iriam me respeitar como respeitavam Evie e Francesca ou iriam me zoar, como zoavam as lufanas.

—Adhara. – Kim falou, saboreando meu nome, com um sorriso venenoso. – Tudo bem?

—Claro. – respondi, olhando de lado para Emily. – Eu estava passando.

Kim se postou a minha frente, com as gêmeas cada um de um lado seu. Kim era loira. E alta muito alta. Ela era batedora na Corvinal, mas era mais forte que eu e provavelmente mais forte até que Adam. Ela era gigantesca e bruta. Mas seu rosto tinha traços bonitos e ela usava piercings na orelha.

Cloé e Zoé eram idênticas obviamente. As duas de pele negra. O cabelo era afro, mas cheio de trancinhas, que elas prendiam de jeitos diferentes. A boca era grande, e elas eram bonitas. Elas não eram tão fortes quanto Kim, mas estar na equipe de torcida da Corvinal as faziam ter músculos.

—Estamos zoando com uma geek. – Kim falou. – Ela era sua amiga, não é? Mas ai ela fez algo e você enfiou a cara dela na privada.

Olhei-a sem me intimidar. Mas não gostei dela ter mencionado o fato que eu tinha enfiado a cabeça da Emily na privada. Eu sabia que não tinha sido certo.

—Eu acho que é melhor deixarem ela em paz. – falei gentilmente. – É o horário que eu normalmente tenho a cota diária de enfiar a cara dela na privada.

A Trifeta do Bullying riu. Kim acenou, e Cloé ou Zoé agarrou Emily e jogou para mim.

—Da um jeito nela. – Kim falou. A Trifeta do Bullying me seguiu com os olhos, enquanto eu rumava para o banheiro. Emily me deixava segurar o seu braço sem falar nada. A joguei dentro de um boxe e fechei a porta entrando junto. Emily já tinha os olhos abaixados esperando.

—Vamos ficar aqui por um tempo. Para despistar. – murmurei, pegando um baseado e ascendo. Emily ergueu o olhar e sorriu. – Para de sorrir, se não eu bato na sua cara. – falei, tragando. Ela sorriu, mas logo parou.

—Tudo bem, Chanel.

ADAM COOK

Adam riu, quando Nathan engasgou com o baseado. Jason riu baixinho, escrevendo no pergaminho, em que fazia uma lição de DCAT.

—Para de fazer lição, seu tarado. – Nathan arrancou o pergaminho das mãos dos primos e jogou do outro lado do quarto. Jason suspirou aborrecido, e se levantou para pegar, mas Nathan colocou o pé e ele caiu no chão.

Adam geralmente não ria, quando Nathan era babaca com Jason, mas como estava muito chapado gargalhou, junto de Nathan. Jason se levantou e foi buscar o pergaminho.

—Liga a música. – Adam pediu. Jason colocou um disco no toca disco, e Adam sorriu apreciando a música. Nathan berrou, e tirou a camisa e a calça e se ajoelhou na cama para dançar mexendo os braços. Adam riu, se deitando na própria cama, sentindo aquela nuvem que era ficar chapado.

O quarto estava cheio de fumaça, parecendo neblina, pois eles não abriram a janela. Adam se virou deitando a cabeça no travesseiro, e viu na mesinha ao lado da sua cama, a foto em que ele e Addie haviam tirado no Natal. Ele pegou a foto e suspirou.

—Ta xonadinho, é? – Nathan zoou rindo. Ele se jogou ao lado de Adam. – É a gostosa da Black?

—Sim. – Adam responde, olhando a foto. – Ela é linda.

—Tem uns peitões gostosos. – Nathan concordou. Adam revirou os olhos.

—Cala a boca, Nathan.

Eles passaram o resto da tarde no quarto. No jantar já estavam lúcidos, e subiram para o Salão Principal para comer.

Adam viu Addie sentada ao lado de James Potter, rindo e se beijando. Ele suspirou e passou as mãos pelos cabelos. Sentou-se à mesa da Sonserina e olhou Evie. Ela sorriu para ele e ele sorriu de volta. Nathan se sentou ao seu lado e começou a dar em cima de Evie. Ela o dava fora, mas nenhuma parecia afetar o garoto.

—Sai fora, Nathan. – Evie disse, revirando os olhos para o garoto. Dido os olhos de lado e emburrou a cara para ele.

—Ela disse cai fora. – e empurrou a cara dele. Leh e Kat riram marotas. E Evie sorriu de lado.

— A sua loirinha não está andando muito mais pelos corredores sonserinos, né? – riu Leh, observando a mesa da Grifinória. Adam a olhou e deu de ombros.

—Ela está me dando espaço. – murmurou Rabastan.

—Vou ir falar com ela. – Adam contou, se levantando. Evie bufou, mas Adam andou mesmo assim até Addie. Ele a chamou e James fez uma careta. – Vem comigo. Eu quero te mostras uma coisa.

Addie assentiu e beijou James, antes segui-lo.

—Então o que é?

Ele a levou misterioso para o dormitório dele. E Addie olhou ao redor parecendo cheia de memórias. Adam sorriu para isso e pegou o violão. Ele começou a toca.

— Se soubesses como eu gosto do teu cheiro, teu jeito de flor, não negavas um beijinho a quem anda perdido de amor. Não importa quanto tempo eu tenha que esperar, nunca vou desistir de você. – ele cantou, fazendo uns acordes no violão e batucando.

Addie sorriu encantada. E suspirou, entendo o significado da música

—Era uma poesia. Estou passando para música agora. – ele contou, ainda dedilhando o violão. – O que achou?

—Vai ser uma canção incrível, Adam. – ela disse. E Adam sorriu.

Ele sabia que seria incrível.

NATHAN AND JASON TRAVERS

—Oh, porra. – ela gemeu, tentando se segurar nas prateleiras, enquanto Nathan metia nela, fazendo-a quicar. – Me fode. Me fode, seu idiota. – ela gemeu alto, enrolando ainda mais as pernas ao redor da cintura dele.

—Ei, eu não sou um idiota. – ele parou de se mexer e ela o olhou irritada. – Bem eu sou, na verdade.

—Cala boca e me fode! – ela começou a se mexer, o forçando a voltar a meter nela.

Ele a segurou pelas nádegas, e passou o dedo por aquele outro buraquinho aperto. O que lhe rendeu um tapa no rosto e gemidos mais altos. Nathan riu, a lambendo no pescoço e mordendo no ombro a fodendo com mais força ainda. Querendo que ela gemesse mais alto e mais alto. Escorregava para dentro dela com facilidade, sentindo os músculos internos dela responderem e o apertarem com força.

Ela deu um gritinho alto, o arranhando nas costas por debaixo da camisa. Ele a agarrou nas coxas a abrindo mais, e começou a se mexer furiosamente. Tanto que batiam na parede e em tudo ao redor. Derrubando vassouras e esfregões no chão, e objetos de limpeza das prateleiras.

—Ooooooh. – Nathan gemeu gozando. A garota gozou também com uma careta e olhos serrados. Nathan soltou as pernas dela, a deixando ficar em pé.

Ela começou a ajeitar as roupas, assim como ele.

—Você faz uma cara ridícula quando goza. – Evie disse com um sorriso, antes de sair do Armário de Vassouras.

Nathan riu, saindo do armário. Encontrou o primo e Adam sentados juntos na biblioteca. Jason estudava e Adam fazia esquemas de quadribol.

—Estou achando que vamos perder a taça. Precisamos que a Corvinal perca para a Lufa-Lufa e ai vamos competir com a Grifinória e ver quem ganha. – ele murmurou, olhando com atenção as estatísticas de jogo. – Mas estou com essa sensação...

—Eu também. – Nathan concordou, bambeando a cadeira para trás. –Eu to com essa estranha sensação no meu anus. – ele murmurou. Adam e Jason o encararam com as sobrancelhas arqueadas e Nathan riu dando de ombros. – Ei, se um urso e um tubarão lutassem quem ganharia?

Adam franziu a testa pensando sobre o assunto e Jason revirou os olhos.

—Mas onde eles estariam lutando? Na água? Ou na terra? – indagou Adam.

—Na...

—Você deveriam estudar. Ano que vem temos N.I.E.M.s. – Jason os cortou. Nathan botou a língua pra fora e deu de ombros.

—Eu acho que digo por mim e por Adam, quando digo que nós somos preguiçosos e incompetentes. – ele disse. Adam deu de ombros, voltando às estáticas de jogo.

Jason revirou os olhos e murmurou que iria pegar um livro. Deixando os dois voltarem à discussão Urso VS Tubarão. Entrou na sessão de aritmância, procurando um livro o qual o professor havia indicado na última aula.

—Está procurando esse livro? – uma voz perguntou. Jason se virou e viu uma garota de cabelos castanhos longos até um pouco abaixo dos seios — não que Jason estivesse encarando os peitos delas, é claro- e olhos castanhos esverdeados. Usava a roupa de líder de torcida da grifinória. E ela sorria para ele. Ele olhou o livro nas mãos delas. Era o livro que procurava.

—É, sim. – ele murmurou em resposta.

—O professor mandou estudarmos ele. – a garota falou. Ele concordou. – É um livro raro, só tem esse aqui na biblioteca, tive sorte de pegar antes que alguém. Alias, meu nome é Mikayla Blackwood. Mas pode me chamar de Ayla, se quiser. – ela corou. Jason corou de volta. Ela estava flertando com ele?

—Ahn, sou Jason Travers. – ele esticou a mão, e ela apertou.

—Eu sei. – ela mordeu o lábio. – Então... quer estudar comigo? – ela perguntou, mexendo na aba do livro. Jason sorriu timidamente e assentiu. Ela sorriu mais. – Que tal hoje antes do jantar?

—Seria ótimo.

Ela assentiu. E o deu um beijo na bochecha. Jason reparou que ela teve que ergue os pés, ela era meio baixinha, mas não tanto. Jason corou e Mikayla deu um sorrisinho.

—Até mais tarde.

JACQUES BURKE

—Então, eu quero essa lista toda. – Addie murmurou para ele. Jacques assentiu olhando a lista estranha. – Você não vai perguntar o porque eu quero essas coisas?

—Não. – ele respondeu, guardando o pergaminho no bolso. – Sou profissional. – ele sorriu para a garota. Addie sorriu de volta, e pegou um saco cheio de galeões.

—Eu acho que isso aqui dá. – ela falou, o entregando. – E se sobrar, pode ficar com o troco.

—Obrigado, Addie. – ele disse. Addie sorriu e o beijou na bochecha, antes de sair rebolando toda cheia de pose.

Jacques entrou no Salão Comunal da Sonserina, e andou até o sofá verde que estavam os amigos. Ele se jogou ao lado de Severus, que fazia uma lição qualquer.

—Quem era? – perguntou Theo, se dando a liberdade de fumar um baseado, já que não tinha nenhum monitor no local.

—Addie.

Rabastan arregalou os olhos, mas parou se controlando.

—Eu vou esquecer ela. – contou aos amigos. Todos riram – É sério. – ele murmurou – Um dia eu vou esquecer Adhara Black e nunca mais vou me apaixonar de novo.

—Eu duvido. – resmungou Jacques – Se pudéssemos ter controle sobre isso, eu iria me desapaixonar de Emmeline. – adicionou – Eu mereço alguém melhor que ela.

—Sim, alguém de sangue mais limpo. – riu Theo e Jacques bufou.

—Sangue não tem nada a ver com isso – resmungou em resposta.

Eles riram novamente, e passaram a tarde pelo Salão Comunal, saindo apenas para as aulas.

Jacques foi parado algumas vezes com pedidos de alunos por drogas, o que normalmente acontecia. Já que era oficialmente o “traficante” de Hogwarts, por ser um Burke.

No outro dia, depois de mais algumas aulas, as quais Jacques prestou muita atenção, ele foi com Emmeline para uma sala vazia.

Jacques suspirou feliz. Emmeline o chupou fazendo um estalo bom de ouvir. Ele gemeu, e ela sorriu para ele, voltando a enfiar seu pênis na boca. Ele a acariciou nos cabelos.

—Oh, Emms. – ele gemeu. – Você chupa tão...Ahhh.- ele gemeu, quando Emmeline enfiou de surpresa um dedo no seu buraco proibido. Ele gozou e Emmeline engoliu tudo, com um sorrisinho sacana.

—Foi bom, meu amor? – ela perguntou. Ele riu, assentindo. Ele puxou as calças e afivelou o cinto.

Estavam no meio da primavera. Final de abril, faltando só alguns meses para completarem o ano. Jacques passava a maior parte do tempo estudando, então Emmeline falava que o trabalho dela era o ajudar a relaxar.

—Ótimo, Emms. – ele a beijou na boca.

—Eu tenho que ir agora, amor. – ela falou, o abraçando pelo pescoço. – Vou para o dormitório tirar um cochilo.

Ela saiu da sala. E logo depois Jacques. O que ele não percebeu é que Emmeline tirava um cochilo toda quinta.

SEVERUS SNAPE

—Seu é pai um idiota, Sev. – Lily murmurou cortando o Ditamno em pequenas fatias. Sev deu de ombros, bufando. Dimitre do seu outro lado concordou com Lily.

—É verdade Sev. Não ligue para ele. – ele falou, adicionando o Muco de Verme Gosmento no caldeirão. Severus adicionou Moly e Lily adicionou o as fatias de Ditamno. A ruiva começou a mexer o caldeirão no sentido horário, pois ela sempre gostava de fazer isso e Severus começou a corta a Casca de Wiggentree.

Assim que a poção começou a ferver, Dimitre adicionou a Cacas de Wiggentree. Lily voltou a mexer a poção e assim que ela atingiu a coloração necessária, chamou o professor.

—Esplêndido, Sra. Evans. Como sempre. – ele sorriu para Lily e Sev. Ele olhou Dimitre. – Continue andando com esses dois e vai virar tão bom quanto eles. – ele piscou e riu se afastando.

Lily sorriu satisfeita e Severus também.

—Ainda bem que você estão em ajudando. Odeio poções.- Dimitre murmurou, deitando a cabeça na mesa.

A algum tempo Severus tinha se permitido a gostar e ser amigo de Dimitre. Lily vivia dizendo que o garoto era legal, então Severus cedeu. E agora Dimitre era um grande amigo.

Lily riu e acariciou os cabelos do loiro.

Severus poderia ficar com ciúmes se não soubesse o segredinho de Dimy. Ele percebeu que Dimitre encarava Black.

—Sirius Black é um idiota. Jacques que o diga. – ele falou. – Não sei porque é amigo dele.

—Ele é legal... bem comigo. – Dimy, o olhou culpado.

—Ele é legal com a Marlene. – riu Lily. Dimitre riu junto, meio corado. – Ainda não acredito que você beijou ela.

Severus riu junto de Lily e Dimitre mostrou a língua para os dois. Ela começou a fazer carinho em Dimitre novamente e Severus mais uma vez ficou feliz ao saber o segredinho de Dimy.

AMICO AND ALETO CARROW

—Ela é tão gata. – Amico murmurou, olhando Francesca rindo ao longe. Aleto o olhou de lado e revirou os olhos.

—Ela é uma vaca. – ela respondeu. Amico deu de ombros, voltando a olhar Francesca. – Não acredito que ta apaixonadinho por ela.

—Não acredito que ta apaixonadinha pelo Jacques. – ele retrucou. Aleto corou e fechou o livro que estava lendo, para bater no irmão com ele. Amico riu, tentando desviar do ataque da irmã.

—Você prometeu não contar pra ninguém. Cala a boca, Amico! – ela rugiu. Ele segurou seus braços rindo.

—Own, se não fossem irmãos seriam um casalsinho tão bonitinho. – Theo debochou, se sentando ao lado dos dois. Rabastan, Jacques e Sevurus também estavam juntos e sentaram com eles.

Os irmão se separaram com uma careta de nojo.

—Eca! – Aleto murmurou. Jacques sorriu para ela.

—Ei. – ele chamou. Aleto se virou para ele com um sorriso. – Ta afim de estudarmos poções na biblioteca? Já que somos uma dupla na aula, acho que seria bom. Além de que Sev totalmente me trocou por aquele garoto russo da grifinória.

—O nome dele é Dimitre. – Severus contou.

—É, eu vejo ele com o Black e a Evans. – Jacques murmurou com uma careta.

—Seria legal estudar com você, Jacques. – Aleto disse, chamando a atenção para ela. – Quando? – perguntou ansiosa.

—Toda quarta seria ótimo. – ele respondeu. Aleto assentiu.

—Ótimo. Quarta, então. Ótimo! – ela sorriu. Ele sorriu divertido.

—Ótimo. – ele riu.

Severus revirou os olhos, se servindo e Rabastan e Theo riram. Theo se curvou para Amico.

—Sua irmã podia não dar tão na cara.

—Cala a boca. – Amico sussurrou de volta.

Eles comeram e riram, depois Amico saiu e seguiu Francesca até o campo de quadribol. Ela sempre ia antes que sua equipe de torcida e tomava uma ducha antes do treino. Ele a espiou pela porta. Os seios empinados e os lindos mamilos cor de ameixa. A bunda torneada e linda, e a pele morena brilhando. Ele sentiu o sangue fever ao se lembrar que tudo aquilo era do Lupin. Francesca terminou sua ducha e Amico esperou do lado de fora, assim que ela saiu. ele andou até ela. Francesca se assustou, mas sorriu.

—Oi, Amico. – ela disse. Eles tinham conversado no baile que Adhara Black tinah dado em sua mansão na França.

—Oi, Francesca. – ele sorriu. – Eu... Tudo bem?

—Tudo sim. Vou fazer um treino da minha equipe agora. E você? – ela perguntou, e começou a se alongar. Amico suspirou, a vendo colocar as mãos nos pés e deu uma checada na bunda dela.

—Quer sair comigo? – ele perguntou de uma vez. Francesca piscou surpresa e se endireitou.

—Ahn... eu tenho namorado. – ela murmurou. Amico deu de ombros.

—Ele é um idiota.

—Ele não é um idiota. – Francesca retrucou irritada. – Agora me de licença que eu tenho um treino para comandar. – ela saiu.

Amico a olhou com raiva e saiu andando na direção aposta. Ele olhou para trás para ver se ela ao menos olharia para ele. Mas ela não olhou, então ele continuou andando.

Francesca se virou para ele, assim que Amico olhou novamente para frente.

Amico andava a passos duros pelos corredores assombrando todos os primeiranistas que via. Encontrou Aleto, em seu dormitório.

—Francesca é... uma vaca. – ele disse. Aleto se sentou na cama. E Amico se sentou ao lado dela contando tudo. Aleto ouviu pacientemente e começou a acariciar os cabelos do irmão, e assim que ele dormiu, saiu do dormitório.

Ela chegou no campo de quadribol, e viu as lideres de torcida da Corvinal saindo do vestiário, mas ela notou que felizmente Francesca ainda estava lá. Ela entrou escondida no vestiário, e colocou o capuz da blusa preta que usava. Ela apagou as luzes, e Francesca gritou. Ela andou até a garota, e a jogou no chão. Subiu em cima dela, não se importando que estava ficando molhada pela ducha.

Francesca gritava, mas Aleto tampou sua boca.

—Cala a boca, vadia. – ela murmurou e colocou a mão a barriga dela, onde ela sabia que tinha um piercing. Ela puxou o piercing o arrancando de seu umbigo e ela gritou de dor abafada pela sua mão. – Não se meta com os sonserinos. — Aleto sentiu o sangue escorrendo pela sua mão, e beliscou a barriga da garota, que choramingou.– Se contar isso para alguém, eu vou arrancar outras coisas de você. – ela sussurrou aproximando o rosto da garota assustada. – Vaca.

THEO NOTT

—Eu tenho certeza que vocês vão dar ótimos comensais. – Mulciber falou. Theo, Rabastan e os irmãos Carrow riram animados.

—Eu não acredito que já está treinando e nem se formou ainda. – Theo falou impressionado.

—O Lorde gostou do ataque que eu fiz na Crazy Eyes. – ele contou. Rabastan perdeu o sorriso, mas logo se recompôs.

—Foi super legal mesmo. – Aleto riu. Mulciber a olhou de cima a baixo com um sorrisinho.

—Legal, você saindo por ai e arrancando piercings de barrigas alheias. – ele riu. Os meninos riram também, principalmente Amico.

—Ela era uma vaca. – Aleto falou simplismente. – E não contem para ninguém. Posso me dar mal por isso. – ela pediu.

—Claro que não vamos contar. – Theo falou. E Rabastan e Mulciber concordaram. – Sei que você não quer que Jacques saiba que você é uma total psicopata.

Os garotos riram, e Aleto começou a bater neles divertida.

—Mas, enfim. – Mulciber riu. – Eu e Avery estamos fazendo contatos. Definitivamente você vão conseguir se juntar ao Lorde das Trevas. Principalmente você Rabastan. Seu irmão fala de você toda hora para o Lorde.

Eles conversaram mais um pouco, mas quando o Salão Principal começou a encher, resolveram para.

Theo suspirou para Emily Valetine.

—Ela é bonita, admita. – ele falou para Rabastan.

—Eu nem olho na cara dela direito. – ele respondeu.

—Ela é um lindo grifo. – Theo suspirou.

—Ela é só uma putinha. – Kat murmurou para ele, parecendo irritada. – Para de correr atrás dela. Ela claramente não está afim de você.

—Algumas pessoas sabem dar ótimos conselhos, mas não segui-los, não é? – Rabastan murmurou, olhando Kat com uma sobrancelha arqueada.

—Porque você não cala a boca, e vá correr atrás da Black como um cachorrinho como você sempre faz? – ela questionou.

Theo gargalhou, assim como os amigos que estavam junto.

—Boa, Kat. – Theo riu, e ergueu a mão. Kat bateu nela feliz.

Ele sorriu para Kat, achando bonito o jeito com ela riu para ele e começava a contar sobre uma história qualquer de líder de torcida. Mas parou de prestar atenção em Kat, quando Emily levantou e saiu do Salão Principal, com a esquisita da Meadowes.

Ele correu até elas, deixando Kat de lado, e começou a andar do lado de Emily, que tomou um susto ao vê-lo.

—Theo, oi. – ela falou surpresa. Ele sorriu para ela charmosamente.

—Oi. – ele respondeu.

Dorcas riu.

—Vou deixar vocês sozinhos. – ela murmurou. Emily a olhou com raiva, mas a garota se afastou mesmo assim. Theo sorriu satisfeito e passou um braço pelo ombro de Emily.

—Então, já te contei sobre a vez que eu estava voando numa vassoura e...

RABASTAN LESTRANGE

Rabastan suspirou lendo a carta do irmão. Rodolfo na carta contava detalhadamente sobre como tinha matado e torturado uma família inteira de trouxas, com códigos que eles tinham criado para caso de alguém pegar a carta.

Ele pegou a varinha e usou o feitiço que geralmente usava para ascender um baseado, e a carta começou a pegar fogo. Ele a observou queimar e quando estava no final e quase queimando seus dedos soltou e deixou o vento levar as cinzas da carta.

Rabastan estava confuso. Ele sabia que a pureza do sangue era importante. Ele sabia. Sempre soube. Mas não entendia como matar crianças ajudaria. Ele diria que era um mal necessário, mas na verdade ele não fazia idéia do que pensar.

Então simplesmente não pensava. Tinha quatro coisas importantes acontecendo em sua vida no momento. E por agora queria somente focar nelas.

A 1° Ele estava estupidamente apaixonado por Adhara Black. E ela não estava por ele. Então ele tinha que esquecê-la.

A 2° o ano estava acabando e ele precisava tirar notas boas para deixar o pai orgulhoso.

A 3° ele talvez teria que se casar com Katherine Greengrass, apesar de ela ter andando estranhamente afastada ultimamente.

A 4° ele estava se preparando para ser um futuro comensal.

Rabastan focava nisso e apenas nisso. E no meio tempo fumava com Theo e pegava Diana Rosier.

—Oh, Rabs. – ela gemeu em seu ouvido, enquanto ele mexia os dedos contra ela. Ele estava beijando o seu pescoço, o que o impedia de ver seu rosto. O que fazia Diana parecer Addie, ainda mais o chamando de “Rabs”. Porque diabos todas as garotas o chamavam assim?

Addie estava certa. Ele era um romântico. Um romântico idiota.

—Está gostando? – ele perguntou, enfiando dois dedos dentro dela. Ela gemeu manhosamente e murmurou que sim. Ele tirou o rosto do pescoço dela e começou a beijá-la na boca. Ela mordeu seu lábio e abriu seu cinto e puxou seu pênis duro para fora. Ela começou a masturbá-lo. E Rabastan gemeu movendo os dedos contra ela.

Ficaram naquele amasso até estarem satisfeitos. Saíram juntos do armário de vassouras e Diana o puxou pela camisa para lhe dar um último beijo. Uma pessoa passou por eles em passos calmos, e Rabastan abriu os olhos a tempo de ver Kat virar no corredor. Mas Diana continuou a beijá-lo, e Rabastan piscou surpreso.

Katherine me viu beijando outra garota e não fez um escândalo?

Deu de ombros e continuou seu caminho. Subiu os degraus e virou em um corredor qualquer. Foi quando notou que tinha alguém ali, na janela. Sentada, desenhando qualquer coisa. Rabastan se aproximou e notou que era a tal da Valentine. O sonho de consumo de seu amigo Theo. Francamente... o que ele vê nela?Passou direto e ela não lhe dirigiu palavra. Foi como se nem tivessem se visto. Continuou andando pelo corredor, quando cruzou com Crazy Eyes e Adhara.

—Rabs! – chamou Addie e ele piscou confuso – Precisamos da sua ajuda.

—O que houve? – perguntou sem jeito.

—Eu esqueci de fazer minha tarefa de adivinhação! Eu posso ler sua mão? – perguntou Mary, parecendo desesperada. Olhou ao redor, com medo de ver alguém. Não queria ser visto com Crazy Eyes. Não mais. Mas só tinha Valentine no corredor, então deu de ombros e estendeu a mão – Eu preciso ler a mão de quatro pessoas. Só falta mais uma.

—Minha mãe adora essas coisas de adivinhação. Ela costuma brincar com um tarô algumas vezes. – disse enquanto Mary analisava sua mão – O que está vendo.

—Engraçado. – riu ela parecendo realmente achar graça de algo – Você vai sofrer muito por amor.

—Não me diga. – resmungou fechando a cara e notou que Addie fez o mesmo.

—Credo, Borboletinha. Você leu a mesma coisa nas quatro mãos! Na minha, na de Emily, na do Rabs...

—Mas é diferente. – riu Mary – Eu sei por quem você vai sofrer por amor. E é engraçado.

—Eu não vejo graça nenhuma nisso. – resmungou Rabastan.

—Mas não se preocupe. Seu sofrimento vai ter fim e você vai ser muito feliz no fim das contas. – riu Mary e Rabastan piscou surpreso – E o amor da sua vida é alguém que você conhece e ao mesmo tempo não conhece. – adicionou ela – E... deixe-me ver. Você vai ter dois filhos! Vai passar por momentos difíceis, mas que vão ajudar a forjar seu caráter.

—E não é isso que momentos difíceis fazem? – perguntou Rabastan.

—Acho que sim. – riu Mary olhando sua mão – Seu nome será conhecido por todos, Rabs... mas eu não sei se vai ser de uma maneira positiva... – adicionou ela e Rabastan sentiu alguém se aproximar.

—Quantos litros de sangue essa mão vai derramar, Mary? – perguntou Valentine passando por eles.

—Talvez o seu, Valentine. – riu ele fechando a cara – Se defender as merdas que seu pai faz.

—Não defendo. – resmungou ela se virando e mostrando os dois dedos médios para ele.

Por um momento achou os olhos verdes dela bonitos e quase entendeu o que Theo tanto insistia em ver nela.

Mas apenas quase.

KATHERINE GREEGRASS

Ela sorriu, escutando o que Theo falava com atenção. Ele riu, e contava coisas sobre si mesmo para ela. Ele adorava falar sobre si mesmo, mas Kat não ligava, ela também adorava falar sobre si mesma.

— Então eu disse: “Rabastan essa é a Poção Wiggenweld”. E ele teve que refazer toda a poção. – ele riu. Kat riu junto. – Eu tirei um O, diferente de Rabastan eu sei ler.

Kat riu mais uma vez.

—Então se você é tão inteligente assim, que tal me ajudar? Eu sou péssima de poções. – ela mentiu. Kat era ótima em poções, achava até que Slug iria a chamar para o clube particular dele, quando tivesse idade.

—É, claro, Kat. – ele sorriu charmosamente.

Kat se derreteu toda.

Theo Nott era tão gato. Ele era lindo e malvado, ou seja super sexy. Mas ele estava vidrado na vaca da Valentine.

—E quando, podemos estudar? – ela perguntou, colocando a mão no joelho dele. Ele se ajeitou no sofá, se encostando e colocando um braço no sofá, o que fazia o braço dele ficar em volta dos ombros de Kat.

—Bem, que tal hoje à noite? – ele indagou, a olhando nos olhos. Ele pegou um cacho moreno dela, e enrolou no dedo.

Kat sorriu. Eles flertavam assim sempre. E Kat adorava.

—Seria perfeito. – ela riu, se aproximando do garoto.

—Qual é, Kat, será que não pode nos deixar em paz? – eles se viraram para a voz de Rabastan. Kat abaixou a cabeça e se afastou.

—Cala a boca, Rabastan. – ela murmurou chateada. Ela se levantou. – Até mais, Theo.

Ela saiu do Salão Comunal, em direção aos dormitórios. Foi direito para o dormitório de Evie, que era onde elas geralmente se encontravam. Assim que entrou, viu Evie, Dido e Leh, na cama jogando cartaz, só de sutiã e shorts.

—Kat. – riu Evie, dando espaço para ela. – Estava dando em cima do melhor amigo do seu noivo de novo? – ela perguntou maliciosa.

—Ele é tão lindo.

—Ohhhh. – riram Leh e Dido, a beliscando na barriga. Kat riu, afastando as mãos delas.

—Eu definitivamente estou apaixonada por ele. – ela contou corada. Evie a olhou de lado e jogou uma carta na cama.

—Quer que a gente de um jeito na Valentine? – ela perguntou. – Vai ser mais fácil agora que Black não está mais a protegendo.

—Não precisa. Eu mesma vou conquistar, Theo. – sorriu Kat.

DIDO SHAFIQ

Dido se olhou no espelho e sorriu contente. Tinha conseguido perde um quilo e meio e os peitos não tinha diminuído. Ajeitou os seios na blusa de líder de torcida para que ficassem mais empinados. E puxou a saia pra mostrar as coxas.

Ela viu pelo canto de olho Evie entrando no seu dormitório e deitando na sua cama. Ela sorriu para a garota que sorriu de volta. Dido se deitou ao lado de Evie.

—Adam está apaixonado pela Black. – ela murmurou. – E não por mim.

—Ele é um idiota, se não vê a garota incrível que você é. – falou Dido, sentindo raiva de Adam Cook.

—Sim, ele é. – Evie riu. Ela olhou Dido, e se ajeitou na cama, para que dividissem um travesseiro. – Quer me animar, Dido? – ela perguntou.

O coração de Dido parou, e ela assentiu rapidamente. Evie a deixou se aproximar e Dido a beijou na boca. As duas começaram a se beijar lentamente, e depois cada vez mais rápido. Dido queria beijar mais Evie, mas a garota colocou a mão em sua cabeça e a empurrou para baixo.

Quando terminaram Dido, estava feliz e Evie relaxada. Evie se sentou e colocou a calcinha de volta.

—Vamos lá pra baixo. – ela disse. Dido assentiu, sentindo a vagina apertar, por ela não ter relaxado. Mas mesmo coma calcinha ensopada ela desceu atrás de Evie para o Salão Comunal.

Evie se sentou ao lado de Leh, que beijava o namorado idiota. E Nathan chegou e se sentou ao lado dela, logo foi espantado por Dido.

—Não acredito que está trepando com ele. – a loira murmurou. Evie riu, e deu de ombros, olhando Nathan agora roubar doces de algumas crianças.

—Ele é gostosinho.

—Ele é um idiota. Eu sou bem melhor que...

—Dido. – Evie a cortou, a olhando duramente. – A gente só se acaricia. Nada mais. Você sabe disso.

—Sim, eu sei. – ela concordou, abaixando a cabeça. – Não somos sapotonas.

—Exatamente. — Evie assentiu satisfeita, e começou a mexer no cabelo de Kat, que tinha se sentado no chão, a frente delas.

Dido suspirou, e olhou Evie de lado. Dido era sapatona e sabia disso. E Dido era ainda mais sapatona por Evie.

A garota por quem ela estava perdidamente apaixonada.

LEHANNA SOTO

Leh odiava que Alice era toda perfeitinha. E que toda a família aparentemente a amava. E Leh era só a outra prima. Merlin, como ela odiava ser a outra prima.

Antes ela queria ser a prima. A menina de ouro da família Soto. Mas agora em Hogwarts, ela é popular. Tem um namorado, e todo mundo a teme. Isso era muito mais do que Alice poderia ser.

—Oh! Isso, porra. – seu namorado gemeu em seu ouvido. Leh revirou os olhos e continuou fumando seu cigarro, enquanto ele metia nela. Ele apertou seus peitos dolorosamente, mas Leh, apenas deixou ele terminar. – Oooooh. – ele gemeu demoradamente, gozando dentro dela. Stefan suspirou, e a abraçou, para dar beijinhos em seu ombro. – Foi bom?

—Foi ótimo, amor. – ela sorriu. Eles se beijaram, e assim que Stefan dormiu, Leh se levantou, sem nem ao menos colocar uma peça de roupa. Ela andou até a cama ao lado da do namorado.

No dormitório do namorado, tinha mais Avery, Mulciber, Adam, Nathan e Jason. Apesar do seu namorado andar mais com Tony Vane da Corvinal, ele era bem amigo de Avery e Mulciber.

Ela abriu a cortina da cama de Avery, e sorriu ao ver o garoto só de cueca. Avery era um nojo, mas Merlin ele fodia tão bem.

Leh se sentou em seus quadris, e o acordou com reboladinhas. Avery riu, e já puxou a cueca para baixo. Foderam selvagemmente. A mão de Avery tampando com força a boca de Leh, para que ela não gemesse alto. Leh gozou duas vezes, até que Avery terminou em jatos na sua barriga.

Ela se ajoelhou na cama, e Avery deu um tapa forte em sua bunda.

—Agora volta pra lá, gostosa. Na próxima, te como de quatro. – ele sussurrou.

Leh riu, e foi dormir na cama do namorado. Acordou no outro dia com beijos carinhosos do namorado, e foi para o café com as amigas.

—Ele é gostoso. – riu Evie, apontando discretamente para Yuri Petrovich. Dido e Kat riram concordando. Depois do café Dido e ela foram juntas para a aula de História da Magia. E como Dido estava ficando com Aiden Stwefer um monitor gatinho, ela tinha arranjado uma nova dupla.

Yuri.

—Obrigada por fazer dupla comigo. – ela falou. Yuri deu de ombros, e olhou para trás, ela percebeu que ele olhava para Mellaria Vayne, a namorada dele.

—Mel é a dupla da Jayne Poole. – ele falou. Leh assentiu e sorriu, olhando para os lados. Depois olhou para o garoto, e colocou a mão sobre a cocha dele.

—Eu estava pensando, que nós podíamos fazer uma sessão de estudos juntos. O que acha? – ela perguntou maliciosa. O garoto a olhou friamente e tirou a mão dela de sua cocha.

—Não, obrigado. – ele respondeu.

E Leh não podia acreditar.

CINDY GRAY, DIANA ROSIER AND MIRTHA FLINT

—Como assim você me traiu com Amos Diggory? – Sirius perguntou chocado. Cindy o olhou chorosa e agarrou sua mão desesperada.

Ela tinha tido um amasso com Amos Diggory, na biblioteca, atrás da sessão de alquimia, onde geralmente ninguém ia. Ela estava lá apenas lendo quieta, quando ele chegou e começou a flertar com ela, e bem... acabaram se beijando.

—Eu estava biblioteca estudando. Estudando! – ela murmurou. – E só aconteceu. Eu quis ser honesta e te contar.

Sirius cruzou os braços não acreditando naquilo. Ele riu.

—Você me traiu. – ele murmurou. Cindy assentiu, sentindo as lágrimas. – Remus estava certo. Carma é uma droga.

— O que? – ela perguntou confusa.

—Eu trai você com Marlene. E as Chanels da minha prima. E outras garotas. – ele contou. – Eu trai você várias vezes.

Cindy começou a chorar, soltando a mão de Sirius.

—Como assim?

—Nós estamos quites agora. – ele disse. – Podemos continuar namorando, mas saiba que não sou muito monogâmico.

Ela ofegou surpresa, e colocou a mão sobre a boca soluçando.

—Eu estava triste por ter beijado alguém, e você me diz que me traiu várias vezes? Que trepou com um monte de outras garotas? – ela questionou.

—Bem... sim. – disse Sirius.

—Seu... babaca! – ela gritou nervosa. Sirius mordeu os lábios, e ela rugiu sentindo as lágrimas secarem. – Você é um nojo, Sirius Black! Babaca! Sua... puta.

— A verdade é que eu não presto... você talvez devesse tentar o meu irmão. Ele parece ser mais correto... pelo menos nesse...

Mas ela não o deixou continuou. O chutou com força nas bolas e se afastou. Ela saiu andando irada.

Ela tinha ficado brava consigo mesma por ter feito algo horrível como traição, mas agora só sentia que devia ter deixado Amos colocar as mãos em sua calcinha.

—Amos. – ela o viu virando o corredor. – Podemos conversar? – perguntou, passando em frente a um armário de vassouras.

O armário dos amassos, como os alunos apelidaram, já que todos os casais iam lá para se pegar.

—Eu estou pronta, Rabastan. – Diana sussurrou manhosamente. – Vamos transar. Vamos!

Rabastan piscou surpreso, e parou de masturbá-la.

—Sério? – ele perguntou.

Diana gemeu frustrada, e empurrou a mão do garoto de volta para entre suas pernas.

—Depois que me fazer gozar. Agora, continue, Rabs! – ela mandou. Rabastan riu, voltando a masturbá-la com maestria. Assim que Diana chegou lá, Rabastan começou a beijá-la, sentindo a garota o acariciar por cima da calça.

—Aqui no armário de vassouras? Quer perder a sua virgindade aqui? – ele perguntou, mas no momento seguinte bateram na porta.

—Rabastan! – era a voz de Theo. – Temos treino de quadribol agora! Faz ela gozar e vamos!

—Estou indo.

—Anda logo! Se nos atrasarmos o Cook capa a gente.

Diana riu, e puxou Rabastan para um último beijo, antes de ele sair com Theo, em direção ao campo de quadribol.

Ela se ajeitou, arrumou a saia, e prendeu os cabelos em um firme coque. Ela saiu do armário de vassouras e seguiu pelo corredor.

Diana não sabia o que tinha dado nela, mas ela com certeza iria se deixar perder a virgindade naquele armário de vassouras, com Rabastan, se não tivessem sido interrompidos.

Ela continuou pelo corredor e viu a amiga Mirtha passar e piscar para ela.

Mirtha era uma piranha, e tinha consciência disso.

Ela estava no momento se amassando com Theo Nott, Maxxie Rae, Gale Aldine e ela totalmente queria entrar nas calças de Sirius Black. O namorado de uma de suas melhores amigas.

Então ela só esperaria eles terminarem, e daria o bote.

Ela achou Maxxie encostado em um corredor com uns amigos, que ele logo mandou embora, quando viu Mirtha andando em sua direção.

—Oi, gatinho. – ela disse. Ela chamava todos os meninos com quem se pegava assim.

—Oi. – ele sorriu.

Ela fez a cara de safada que sempre fazia, e o puxou pela cintura. Os dois se beijaram sensualmente demais para um local público.

—Sabe o que estão dizendo? – ele sussurrou contra sua boca.

—O que?

—Que você tem furúnculos genitais. – ele riu.

Mirtha revirou os olhos, mas sorriu maliciosa.

—Bem... você sabe muito bem que eu não tenho furúnculos nenhum lá embaixo.

Maxxie riu, assentindo, e a puxou para um armário de vassouras. Passaram à tarde lá se amassando. Rindo quando alguém passava do outro lado da porta.

Ao anoitecer Mirtha saiu e foi direito para o dormitório. Encontrou Cindy chorando por ter terminado com Sirius Black e Diana a consolando.

—Ele é um babaca, eu sempre te disse. – Diana murmurou. – Eu sempre te falei que ele gostava da McKinnon e da Vance.

—Isso é verdade. – Mirtha concordou, tirando os sapatos. – Todas dissemos que ele era um babaca que não gostava de verdade de você.

—Mas você está saindo com o Rabastan. – Cindy apontou chorosa. Diana deu de ombros. – Ele gosta da Black. Todo mundo sabe disso.

—É, eu sei. – ela disse. – Mas ele está esquecendo ela, e eu estou ajudando. Como Mirtha está ajudando Theo a esquecer a Valentine. – ela riu. Mirtha riu maliciosa.

—Você está dando uns malhos com Theo? – Kat perguntou surpresa. As três se viraram para ela. Mirtha assentiu lentamente. –Oh, legal. – ela murmurou confusa, antes de sair do dormitório.

—Essa ai é pirada. – Mirtha riu maldosamente.

—Sim, Rabastan me falou que ela é totalmente obcecada com ele. – falou Diana.

—É melhor calarem a boca. – fungou Cindy. – Não querem se meter em problemas com a Zamora. – ela enxugou uma lágrima.

—Oh, Mirtha. – Diana falou. – Acho que devíamos cuidar do nosso bebê.

Mirtha riu concordando e as duas abraçaram Cindy.

EVIE ZAMORA

Evie não suportava Nathan Travers. Ela o achava irritante, chato, escandaloso. Ou seja, um nojo. Mas mesmo assim não conseguia parar de trepar com ele.

Evie achava que era porque ele era melhor amigo de Adam, e ela estava afim de Adam, e por isso transava com Nathan, porque ele era o mais próximo que ela teria de Adam. Mas na verdade Evie só não queria admitir que gostava.

—Então eu e Adam decidimos que se for na água o tubarão ganha, a menos que seja um urso polar. Mas se for na terra e for um urso normal, o tubarão perde. Então a luta rela seria urso polar e tubarão. O que você acha? – ele perguntou.

—Eu realmente não me importo. – ela respondeu. Nathan riu. Ela o olhou mais atentamente. – O que você está fazendo?

—Só um pouco de estúpido e puro vandalismo. – ele riu, agitando uma latinha de spray e desenhando na parede de pedra um pênis gigante.

Ela se deixou rir.

—Como está o Adam? – ela perguntou. – Nós andamos meio afastados ultimamente.

—Ele está apaixonado. Apaixonado: que ou aquele que está dominado por paixão amorosa, por amor intenso e profundo. Que ou aquele que denota paixão, arrebatamento; exaltado. – Nathan proferiu. – Ou seja, ele tá ferrado.

—Do que você ta falando? – Evie perguntou, o achando maluco.

—Sei lá, eu só estava tentando soar inteligente. – ele falou. Evie revirou os olhos e deu dois tapinhas nas costas dele.

—Não funcionou. – ela falou maldosamente e saiu andando.

Ela olhou satisfeitas, as pessoas abrirem espaço para ela. E algumas abaixarem a cabeça. Ela viu em outro corredor, Adhara Black passando de mãos dadas com James Potter, e sentiu raiva da garota, ao mesmo tempo que se sentia impressionada.

Ela realmente achava que a garota seria uma ótima substituta. E no passado ajudaria ela com isso. Mas agora ela tinha roubado seu homem sem nem tentar.

Evie era a rainha. Ela era Evie Zamora.

Evie a odiava profundamente, mas por Adam se sentia obrigada a não fazer coisa alguma.

—Eu totalmente vou transar com o Six nessa festa. – riu Emmeline. A olhei dela do com total descaso e Mary bufou, ajeitando o cabelo.

—Para de ser uma piranha, Vaca Vance. – falei maldosamente. Emmeline me olhou irritada, e jogou um travesseiro em mim, que com meus reflexos de batedora, consegui rebater.

Mary riu, e eu terminei de passar meu batom rosa choque e ajeitei meu vestido. Terminamos de nos arrumar, e andamos escondidas pelos corredores, em direção a Sala de Música abandonada.

Era uma festa organizada pelos populares, já que o Professor Dumbledore e a Professora Minerva tinha saído de Hogwarts para algum compromisso chato no Ministério. Então aproveitamos a chance, é claro.

Senti uma mão em minha cintura, e eu sorri para o meu namorado o beijando na boca. Demos as mãos, e eu vi Emmeline dando risadinhas, enquanto Sirius a abraçava.

Mary, irritada, puxou Peter para andarem mais rápido. Dimitre os seguiu olhando para Emmeline e Sirius com uma expressão estranha no rosto. Remus andou ao meu lado.

—E ai? Francesca está bem? – perguntei. – Soube que ela estava na enfermaria.

—É algum acidente com o piercing dela. Ela disse que enroscou em uma blusa e que puxou e saiu. – ele me contou. – Mas sei lá, ela parecia assustada...

—Acha que alguém atacou ela? – perguntei surpresa. Ele assentiu com pesar.

—Ela anda meio assustada agora, então estou passando mais tempo com ela e sabe beijando ela, e a deixando saber que gosto dela.

—Você é um ótimo namorado, Remus. – sorri.

—Eu sou melhor. – riu James. Ri, o puxando para um beijo.

Chegamos à festa, a qual já tinha algumas pessoas. Vi ao longe Rabastan se amassando com Diana Rosier, e fingi não dar a mínima para aquilo. Ao lado deles impressionantemente estava Kat, conversando muito animada com Theo.

Olhei de olhos cerrados, Zamora dançando com Adam, e bebendo. Os dois rindo muito.

—Olha só a Mirtha. – riu James. Mirtha Flint estava deitada em uma mesa gritando e rindo, sem blusa, enquanto garotos bebiam bebidas em seu corpo.

—Ela é gostosa. – Sirius apareceu ao me lado. – Será que ela tem mesmo furúnculos genitais?

—Não sei, mas ela é melhor amiga da Cindy, então sem chances. – falei. Sirius me deu um sorrisinho sem graça.

—Eu meio que...ahn... quebrei o coração da Cindy em pedaçinhos?

O olhei chocada, e James gargalhou.

—O que? Mas...Eu estava começando a gostar dela, idiota. – falei brava. James continuou rindo, e foi buscar uma bebida para desengasgar.

—Ei! Ela quebrou o meu também. – ele se defendeu. – Ela me traiu com o Diggory. E me chutou nas bolas.

Abri a boca em choque e comecei a gargalhar, enquanto Sirius me olhava de braços cruzados.

—Toma, idiota! – gargalhei. – É o karma! – ri, alto. James voltou com as nossas bebidas, e eu contei para ele. Nós dois começamos a gargalhar junto, e Sirius nos deixou, irritado. Ele foi direto para perto Dimitre, que estava conversando com Lily.

—Ai... – James limpou uma lágrima. Ri, e bebi do meu hidromel.

—Jay, hoje não estou muito afim de beber. – falei. – Então pode ser descontrolar, porque você não vai ter que se preocupar comigo, tirando a roupa por ai. – ri. Ele sorriu, e bebeu o hidromel dele todo com uma careta.

—Me mantenha longe do Ranhoso e perto do banheiro. – ele falou, indo pegar outro hidromel. Comecei a beber o meu calmamente, dançando um pouco no ritmo da música.

Emmeline estava se pegando com Jacques em uma parede, mas tinha olhos atentos em Sirius, que no momento estava bem comportadinho ao lado de Dimitre. Procurei Cindy, e a encontrei bebendo uma garrafa de hidromel, olhando Sirius com ódio.

Francesca e Remus estavam em um sofá, dando beijos românticos, e ela sorria feliz para Remus. Do outro lado vi Aleto encarando Francesca mortalmente, o que achei muito suspeito.

—Hey, Black. – fechei a cara, e me virei para Mulciber.

—O que quer, babaca?

Ele arqueou as sobrancelhas.

—Quero passar. – ele disse. Revirei os olhos e dei um passo para o lado. – Obrigado.

Ele passou olhando meus seios.

—Ele é um idiota. – olhei e vi Chanel n°6. Sorri para ela e concordei. Então prestei atenção no garoto ao lado dela.

—Oi, Jason.

Ele sorriu tímido, e Chanel n°6 me olhou entusiasmada e o puxou para a pista de dança.

—Voltei. – tomei um susto com Jay. – Já estou meio bêbado. – ele riu. – Marlene estava lá com Frank, eles me fizeram beber.

—Claro. – ri. – Cadê a borboletinha?

—Ela e o Rabicho saíram para trepar. – ele falou. Ri, e terminei de beber meu hidromel. – Addie.

—Sim, amor?

—Eu amo você, pra caralho. – ele murmurou. Sorri feliz. – Tipo... você não é só minha namorada. É minha amiga. É uma marota. – ele riu. – Você é a melhor namorada, Adhara. Eu te amo, pra caralho.

—Eu também te amo, pra caralho, Jay.

Notas finais
Capítulo sonserino ♥ Com términos e agressões e revelaçõessss, qual personagem mais gostaram? HEUHEUEHUEH ME CONTEM ♥ Vídeo do shipp Leh e Sirius: https://www.youtube.com/watch?v=Wu7mTU9-dHY ( só vão ver a tradução da música) Vídeo do shipp Emms e Jacques: https://www.youtube.com/watch?v=l8in_4VfZLI AGORA AS PRÉVIAS: 1° - "-Sirius! – ele chamou, apontando para Sirius. Sirius se separou de Emmeline e sorriu para Dimitre. —Dimy! – ele riu e abriu os braços. – Junte-se a nós. Emmeline deixaria. —Sim, eu deixaria. – riu Emmeline, beijando Sirius no pescoço." 2° - "Ela não riu, apenas se curvou mais, me deixando confusa, e colou nossos lábios. Ela começou a me beijar, e dizer que me amava, mas eu só queria pegar o unicórnio. Olhei bem para cima, para onde o unicórnio tinha voado, e vi uma foto minha e de um garoto, foquei o olhar e percebi que era James. James meu namorado. Empurrei Emmeline, que achou que era brincadeira e riu, me puxando para outro beijo." 3° - "-O que? Addie? O que? —Eu não gosto mais tanto de você. – murmurei, e vi o unicórnio que estava no dormitório saindo pelo quadro. – Vá ficar com a Evans. Virei-me seguindo o unicórnio. Escutei James gritar meu nome, várias vezes, mas eu apenas atravessei o Salão Comunal, e sai pelo quadro procurando pelo unicórnio." 4° - "-Eu a amo tanto. – ele fungou. – Ela é o amor da minha vida! – ele gritou desolado. – Ela é! Oh, Addie! – James chorou. Remus enfiou um chocolate na boca de James, e logo depois Dimite o fez beber hidromel. —Você tem quatorze anos. Você não faz ideia de quem é o amor da sua vida. – ralhou Sirius." só quatro prévias, sorry ehueheuhe QUE DIABOS É ESSE UNICÓRNIO? HEUHEUHEUEHUEH ~respostando o texto~ "Bem Chanels, como sempre quero agradecer as Chanels maravilhosas que sempre comentam, muito obrigada ♥ Mas temos um problema :( não sei se é uma fase ou sei lá, mas os comentários na fanfic decaíram muito mesmo, o capítulo passado só teve 10 comentários, e eu sei que tenho que agradecer também, pois algumas fanfics não conseguem 10 comentários, mas tipo wwwy tem 169 acompanhamentos, e a muito tempo não temos recomendação ou uma base de comentários :( Eu pensei que talvez não estejam gostando da história, ou sei lá, então é o seguinte, o próximo capítulo ou tem 15 COMENTÁRIOS ou só sai no final de outubro, talvez no meio porque posso ficar com dó das Chanels que SEMPRE comentam. Então o cronograma é esse: 15 COMENTÁRIOS OU SEM CAPÍTULO POR TEMPO INDETERMINADO." ~respostando o texto~ Só quero dizer que se eu ver que mesmo se não bater quinze comentários as Chanels se esforçaram eu posto, mas bem por enquanto é isso QUINZE COMENTÁRIOS, CHANELS! Me contem o que acharammmm ♥ falta pouco para o fim do quarto ano o que será que vai acontecerrr? xoxo ~Aurora