When We Were Young
52 The Break Up
Notas iniciais

THE BREAK UP
HOGWARTS
1975
4°YEAR
—Eu não to bêbado. – riu James, se apoiando em mim. – Okay, eu to muito bêbado. – ele gargalhou. Ri, o achando engraçado. –Addie! – ele me chamou, olhando para os lados bobamente.
—Sim, Jay? – perguntei, sorrindo gentilmente.
Ele sorriu para mim, e lambeu meu rosto do queixo até quase a testa. Gritei de nojo, e o empurrei. Ele gargalhou, me cutucando nas costelas. Empurrei suas mãos.
—Que nojo, Jay. – briguei, mas acabei rindo depois. Ele riu, também, encostando a cabeça no encosto do sofá. Eu me curvei e o dei um beijo estalado na boca, ele balbuciou algo, e ficou encarando o teto completamente chapado.
O cutuquei nas costelas, mas James já estava completamente apagado. Com a boca aberta, e os cabelos mais bagunçados que o usual.
Eu o tinha levado da festa para o Salão Comunal, o que se provou uma tarefa muito difícil, pois Jay estava mais que bêbado e queria dançar com todas as estatuas que passávamos.
Remus entrou no Salão Comunal, e sorriu para mim. Ele também não estava bêbado. Ele se sentou ao meu lado, e eu apoiei minha cabeça em seu ombro.
—Não bebeu? – ele me perguntou. Neguei com a cabeça. – Deixei a Fran, no Salão Comunal. Ela queria que eu entrasse. – ele me contou. – Eu... Eu acho que ela queria fazer sexo comigo.
—E porque você não foi? – perguntei. Ele suspirou.
—Eu... não sei. – ele murmurou, com a testa franzida. – Eu sou bem idiota.
Ri, e concordei. Marlene entrou no Salão Comunal completamente bêbada e acenou para nós rindo e descalça. Ela subiu para o dormitório, engatinhando nas escadas e acabou deixando os saltos no meio dela. Escutei gargalhadas e mais uma vez o quadro se abriu. Frank e Emily entraram rindo aos montes, e Emmeline e Sirius atrás bêbados e se pegando, enquanto andavam.
Frank e Emily se sentaram a nossa frente, e Emily tirou os sapatos para colocar as pernas no colo de Frank. Ele começou a massagear seus pés.
Emmeline me viu e deu um gritinho apontando o dedo na minha cara. Ela se sentou no meu colo rindo muito.
—A Mary... – ela soluçou. – Está dormindo com o Peter na Casa da Árvore. – ela sussurrou. – Eu e o... – ela agarrou o rosto de Sirius, lhe apertando as bochechas e o puxando para perto. – Eu e o Sirius vimos. Os dois. Nós estávamos indo lá para transar. – ela riu, mas colocou um dedo sobre a boca e fez shhhh. – Não pode contar pro Jack.
Revirei os olhos. E Sirius riu, beijando Emmeline.
—Frank. – chamei. Ele me olhou. – Está bêbado?
—Não muito. Eu e Emily decidimos só dançar nessa festa. – ele contou, beliscando o pé de Emily.
—Então, ajude Remus a cuidar do Sirius e do Jay, para eu poder cuidar dessa bêbada Emmeline. – mandei. Ele deu de ombros e concordou, lançando um olhar censurador para Emmeline e Sirius. Olhei Emmeline, que tinha escorregado para o chão e estava se agarrando com Sirius de novo. Os dois muito bêbados, mas fazendo esforço para se pegarem.
O quadro se abriu, e Dimitre caiu de quatro. Ele se levantou confuso, e claramente muito bêbado.
—Onde eu to? – ele murmurou, olhando pro lados. Eu ri.
—Dimy? – Remus chamou. Ele olhou para Remus e apertou os olhos tentando focar, mas seus olhos foram para baixo e ele olhou Sirius e Emmeline.
Sua boca abriu em uma careta.
—Sirius! – ele chamou, apontando para Sirius. Sirius se separou de Emmeline e sorriu para Dimitre.
—Dimy! – ele riu e abriu os braços. – Junte-se a nós. Emmeline deixaria.
—Sim, eu deixaria. – riu Emmeline, beijando Sirius no pescoço.
—Não... Não eu... – Dimitre estava confuso, então apenas correu até Sirius, o puxando pelo braço, e o carregando escada acima. Sirius meio mole o seguiu rindo. Ri daquilo confusa, assim como Frank, Emily e Remus.
Emmeline olhou as escadas e começou a chorar. Ela estava tentando tirar os sapatos de salto alto e não conseguia.
—Eu... Eu não consigo tirar, Addie. – ela chorou. – Não sai! – ela começou a chorar alto e isso acordou James, que nos olhou confuso e depois começou a rir do teto, que segundo ele se mexia.
Me ajoelhei ao lado de Emmeline e tirei seus saltos altos. Ela sorriu aliviada, e parou de chorar.
—Eu achei que nunca mais iriam sair. – ela falou, apertando os pés, e tentando colocar eles no meu rosto. Me esquivei do pé dela, levantei-me e puxei Emmeline comigo. Beijei James na boca, e ele tentou me agarrar, mas fugi de suas mãos. Beijei Remus na bochecha. E mandei um beijo para Frank. Que soprou um beijinho pra mim.
—Vamos, Emms. – chamei. Ela agora estava tentando puxar os saltos altos dela da minha mão para tacar em Emily. – Meninos cuidem do Jay, do Sirius e do Dimy. – falei.
—Ei, Addie. – Frank falou, quando eu estava na escada. – Espera a Emily. – ele pediu. Cerrei meus olhos, mas cruzei meus braços e esperei. Emily corada veio atrás de mim, e começamos a subir as escadas puxando Emmeline.
Joguei Emmeline na minha cama. E ela gemeu, caindo toda mole.
—Não deixa ela dormir. – mandei. Emily assentiu e começou a tentar conversar com Emmeline, que a xingava de volta.
Tirei meu vestido e salto, e coloquei uma blusa de Sirius para eu dormir, que era bem grande e preta, parecia um vestido. Vi Marlene deitada na cama de Dorcas, se abraçando nela com roupa e sapatos. Fui até Emmeline e comecei a puxar o vestido dela pela cabeça. Emily me ajudou e deixamos ela de calcinha e sutiã. Tirei a maquiagem dela, e prendi seus cabelos.
Muito bêbada Emmeline, se deitou na minha cama, e eu a cobri.
—Valeu. – falei para Emily. Ela assentiu, indo para perto do malão trocar de roupas. Escovei dentes e fui me deitar, fechei as cortinas, e me cobri, instantaneamente Emmeline me abraçou. Fiz cafuné em sua cabeça e ela ronronou. Ela quis conversar um pouco, então falei com ela e fofocamos. Quando ela cansou, fechei os olhos me deixando dormir.
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—Emms. – resmunguei a empurrando. Ela riu, e continuou a me dar beijinhos no pescoço. Acordei de vez e a empurrei. Ela choramingou e me puxou de volta. – Emmeline, para. – resmunguei novamente me sentando.
Eu tinha acabado de acordar, sendo molestada por Emmeline.
—Qualé, Addie. – ela riu, se sentando. – Não é traição se tem o mesmo encanamento.
Revirei os olhos. Odiava quando ela falava aquilo.
—Eu não ligo. – falei para ela. – Eu não traio, Emmeline. Nunca. Entendeu?
Ela bufou, e tirou o sutiã.
—Sério? – ela apontou para os próprio seios. – Você pode perder o controle, Addie.
Ela pegou minha mão e a colocou sobre um dos seios dela. Tentei tirar, mas ela puxou de volta, e apertou. Respirei fundo, e a olhei com raiva, mas Emmeline não parece ligar. Imaginei que ela ainda devia estar meio bêbada. E ela estava.
—Eu tenho um namorado. – tirei minha mão com força. Ela riu maliciosa.
—Ontem você me disse que ele deu em cima da Evans. – ela falou venenosa. Fechei a cara. – E você vem reclamando que ele fica falando dela.
—Cala a boca. – mandei, dando meu maior olhar de desprezo. Emmeline se calou, e juntou os joelhos contra o peito.
—Quer ficar chapada?
—Ta. – murmurei. Assim, ela esqueceria e pararia de me encher o saco. Ela foi para o malão dela pegar. – O que é? – perguntei, olhando o pedaço quadrado.
—LSD. – ela riu. – É trouxa. Vamos coloca na boca.
Coloquei sobre a língua como ela mandou e Emmeline fez o mesmo.
—Quanto tempo para fazer efeito? – perguntei.
—Uns 20 minutos. Mas compensa, acredite.
Dei de ombros, e olhei Emmeline. Ela ainda estava de calcinha e tinha colocado o sutiã de volta e eu apenas com a blusa de Sirius.
—Então... Sirius e Cindy terminaram. – ela riu feliz.
—Não do à mínima.
—E agora ele é só meu. – ela continuou.
—E da Marlene. – adicionei.
Emmeline continuou durante vinte minutos falando e falando sobre Sirius, mesmo eu dizendo que não dava a mínima.
Minha visão começou a ficar estranha. Pisquei, mas só piorou. Pisquei novamente e ondas apareceram na minha visão.
Eu ri e Emmeline riu também, mas o som fazia eco na minha cabeça, e eu não conseguia focar meu olhar, vendo ondas sobre o rosto de Emmeline.
—Agora só relaxa. – escutei Emmeline sussurrar. Nós nos deitamos lado a lado, eu olhando para o teto cheio de ondas, e ela rindo e falando algo que eu não conseguia prestar atenção. Eu ri, e me virei para Emmeline, foi quando eu percebi que ela estava muito perto, e me abraçava.
Ela gargalhou sobre algo, e eu gargalhei com ela. Ergui minha mão tentando parar as ondas a minha frente. Fechei os olhos com força e quando eu abri Emmeline estava em cima de mim, de quatro. Ri, e ela também.
Eu te amo, Addie.
A escutei dizer, e respondi que também a amava. Ela riu, e me deu um beijo na bochecha. Depois na outra, e depois no nariz. Então ela ficou a centímetros da minha boca, e eu ofeguei, quando ela sentou no meu colo.
—Eu estou vendo um unicórnio na sua cabeça. – sussurrei. Tentando pegar o unicórnio que dançava em cima da cabeça de Emmeline. Ela não riu, apenas se curvou mais, me deixando confusa, e colou nossos lábios.
Ela começou a me beijar, e dizer que me amava, mas eu só queria pegar o unicórnio. Olhei bem para cima, para onde o unicórnio tinha voado, e vi uma foto minha e de um garoto, foquei o olhar e percebi que era James.
James meu namorado.
Empurrei Emmeline, que achou que era brincadeira e riu, me puxando para outro beijo. Ela começou a rebolar no meu colo, e colocou uma mão minha em sua bunda. Empurrei-a novamente, e como nós duas estávamos fracas, ela caiu ao meu lado.
—Eu não quero um unicórnio. – murmurei. – Não quero. – gritei para ela. Ela se sentou parecendo tão confusa quanto eu. – Eu não quero você, Emmeline.
Ela me olhou magoada e começou a chorar dizendo que estava muito confusa. Ela tentou me beijar novamente soluçando, mas eu a empurrei na cama e me levantei confusa. Andei pelo dormitório, tentando focar em algo coisa. Vi Emily em um canto, falando algo para mim, mas não prestei atenção e desci as escadas.
Por algum motivo eu precisava achar James. Eu queria falar com ele.
O vi parado nas escadas do dormitório masculino. Mas ele não estava sozinho. Lily Evans estava com ele e os dois riam.
De repente tudo que Emmeline me falou, começou a soar na minha cabeça. As vezes que James falava que Lily era bonita, quando mencionava ela. Quando ele deu em cima dela na festa. James e Lily. James e Lily.
Eu estava confusa, e iria sair dali, mas James me viu, e correu até mim dando um beijo na minha bochecha. O empurrei e ele me olhou surpreso.
Ele falou algo, me olhando confuso. Mas eu apenas via ondas sobre ele, e luzes. Ele tentou segurar minha mão, mas eu puxei. Ele falou novamente, e apontou para meu cabelo. Meu cabelo estava descontrolado, e eu coloquei minha mão sobre minha cabeça sentindo ela rodar.
—O que você estava falando com Lily Evans? – perguntei. Ele deu de ombros.
—Só estávamos conversando, ela me viu azarando uns alunos do segundo ano e veio brigar.
—Você acha ela bonita. – murmurei. Ele me olhou mais confuso. – Você acha que ela é mais bonita do que eu.
—O que?
Meu coração batia com força no peito. E minha mente rondava em eu traindo James. Eu beijando Emmeline. Ergui o olhar para ele e só conseguia ver ele beijando Lily. James beijando Lily.
—Eu... eu acho que estamos... acabados, James. – falei. Ele arregalou os olhos.
—O que? Addie? O que?
—Eu não gosto mais tanto de você. – murmurei, e vi o unicórnio que estava no dormitório saindo pelo quadro. – Vá ficar com a Evans.
Virei- me seguindo o unicórnio. Escutei James gritar meu nome, várias vezes, mas eu apenas atravessei o Salão Comunal, e sai pelo quadro procurando pelo unicórnio. Desci as escadas atrás dele, não vendo nada além do unicórnio.
Percebi que Mary e Peter passaram por mim. Ela tentou falar comigo, mas eu apenas via o unicórnio. Desci mais escadas atrás dele, e o vi saindo por uma janela. Corri até lá e me curvei procurando o unicórnio.
Comecei a gritar por ele. Mas eu não sabia seu nome. Ele tinha um nome?
Senti braços na minha cintura, me puxarem para fora da janela. Olhei Adam, ele me olhava preocupado, e tentou falar comigo. Como eu não respondi, ele me puxou com ele, e me levou para o Salão Comunal da Sonserina, passamos pelo grupinho de Evie e eu vi Rabastan me olhando, enquanto Adam me levava para o dormitório dele.
—Addie. – ele me chamou, segurando meu rosto. Ele pegou algo no malão e um copo, jogou três coisas lá dentro, e usou um feitiço para amassar e misturar, depois me deu para beber. Tinha gosto de chá e, como eu odiava, quase vomitei. – Melhor?
Suspirei olhando ao redor, tentando focar. As ondas diminuíram, e as cores fortes que em deixavam tonta pararam.
—Eu... eu to...
—Chapada. Muito chapada. – ele falou. – Sua pupilas estão gigantes.
—Eu não me sinto bem. – murmurei. Ele assentiu, e eu bebi mais do copo, com uma careta, tentando não vomitar. – Eu achei que aquilo ia me deixar chapada como quando fico chapada com salvia, mas isso é...
—O que era?
—LSD.
—LSD? Você deve ter entrado em uma bad trip. – ele falou. – As vezes é bom, mas as vezes te pega. Você estava quase caindo pela janela.
—Estava? – perguntei surpresa. – Não acredito que andei pela escola chapada. E descalça. – murmurei, agradecendo que a blusa de Sirius parecia mais um vestido.
—Você podia ter entrado em grandes problemas. – ele concordou. Terminei de beber o que Adam me deu, quase morrendo. Ele me disse que era uma mistura de gengibre, camomila, narciso, e uma pitada de algo que ele não quis me contar.
—Eu acho que fiz uma grande besteira. – falei nervosa. Me lembrando de tudo, desde que acordei. – Eu e Emmeline... Por Morgana, o que eu fiz?
—Addie...
—Adam, eu fodi com tudo. Eu totalmente fodi tudo.
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James encarou o quadro por onde Addie saiu completamente sem reação. Algumas pessoas encaravam ele, querendo saber o porque dele ter gritado.
James sentia o coração batendo forte em seu peito. Ele subiu as escadas do dormitório, ainda sem reação. Ele abriu a porta, com força, e a fechou com um chute. Se virou para os amigos, que agora o encaravam.
Frank e Remus estava jogando snap explosivo e Sirius tentava acordar um Dimitre de ressaca. A porta atrás de si abriu, e Peter entrou feliz da vida. James continuava parado olhando para o nada.
—James? – Peter chamou.
James não o olhou sentindo aquela estranha sensação em seu coração. Aquela dor estranha. Como se ele realmente tivesse partido ao meio. Ele se sentia traído, jogado de lado como uma batata estragada. Se sentia extremamente mal.
Como Addie pode ter feito isso com ele? Até ontem eles se amavam. Ela disse que o amava. Ela disse.
James estava confuso, e levemente bêbado e com muita ressaca. Mas estava perfeitamente claro em sua mente que Addie tinha dado um pé na bunda dele.
Ele nunca tinha sentido isso. Mas sabia o que era. O coração dele estava partido. Addie tinha partido seu coração. Mas James sabia que na verdade não importava em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não iria parar que você o consertasse. Apesar de que ele queria muito isso.
Ele olhou os amigos, e tentou conter o soluço.
—Addie terminou comigo. – ele soluçou. Todos arregalaram os olhos, até mesmo Dimitre que acordou na hora, o olhando com a boca aberta. – Porque ela terminou comigo?
Sirius se levantou chocado, e James andou até a própria cama e se jogou de bruços nela, chorando no travesseiro. Querendo que o mundo parasse para que ele pudesse consertar o coração dele que não parava de bater freneticamente em sue peito. Sirius se sentou ao lado de James, e o tocou no ombro. James se jogou nos braços do melhor amigo, chorando.
—James, você está bem? – ele perguntou. James chorou, o que foi uma resposta. Sirius suspirou, e olhou para os amigos pedindo ajuda.
Remus se levantou e foi correndo pegar seus chocolates. Peter colocou Beatles para tocar.
—Peter! – Remus brigou. Peter o olhou confuso. – Beatles acalmam o Sirius. Elvis que acalma o James.
—Certo, desculpe Remus. – Peter falou, e trocou o disco de Beatles para Elvis.
Frank desceu as escadas correndo, provavelmente para procurar Addie, e Dimitre tropeçou até debaixo da cama do Sirius, onde ergueu uma tabua e catou uma garrafa de hidromel. Todos foram até a cama de James.
Sirius extremamente bravo dava tapinha nas costas de James, que chorava em seu ombro. Remus dava chocolates para James, e Dimite hidromel. Peter nervoso ficava trocando toda hora o disco, sem saber o que fazer.
—Porque ela faria isso comigo? Porque, Almofadinhas?– James choramingou, comendo um pedaço de chocolate. – Nós estamos apaixonados!
—Eu não sei. – respondeu Sirius. James chorou quando Remus lhe deu um bombom de morango.
—Eu a amo tanto. – ele fungou. – Ela é o amor da minha vida! – ele gritou desolado. – Ela é! Oh, Addie! – James chorou.
Remus enfiou um chocolate na boca de James, e logo depois Dimite o fez beber hidromel.
—Você tem quatorze anos. Você não faz à mínima idéia de quem é o amor da sua vida. – ralhou Sirius. James apenas chorou mais.
—O que vamos fazer? – Peter perguntou. – Fazê-lo ficar gordo e bêbado?
—Bem... parece um bom plano para agora. – Remus sussurrou. – Pelo menos até ele parar de chorar pela Addie.
—OH! Addie! – ele chorou, apontando para Remus. – Eu a amo tanto!
Remus enfiou outro chocolate na boca dele. James fungou comendo o chocolate, e tirando os óculos para limpar as lágrimas. Dimitre deu mais hidromel para James, que agora já estava bêbado novamente.
—Eu acho que vou ir falar com a Mary. – Peter sussurrou para os amigos. Remus assentiu, e Peter saiu correndo do dormitório.
—Onde ele vai? – James perguntou, colocando os óculos de volta. – Eu quero ele aqui. Ele não pode ir atrás de Mary. Eu estou sofrendo. – James bateu no próprio peito. – Quero todo mundo sofrendo comigo! Meu coração está partido. – chorou James.
Sirius olhou James de lado, e crispou os lábios. Ele tentou se segurar, mas não conseguiu e olhou James duramente.
—Essa é a hora perfeita para falar o que eu já tinha te avisado. – ele falou bravo. E Remus fez uma careta, entendo o que Sirius iria fazer. – Eu. Te. Disse.
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