Notas iniciais
HI CHANELS ♥ Quero agradecer a: — Bubblegum Bitch ( menina Addie não é nifomaniaca heuehueh relaxa) — Soto. — Valarie Lockwood. — gutor. — Luiza Avelino. — Callidora. — Lais. — Ayla Black. — Bianca Lupin Black. — Setembro. — Noble. — Anne Hunt. — Vênus. OBRIGADA TODAS VOCÊS CHANELS ♥ ♥ Eu dedico esse capítulo a vocês ♥ E Chanels, Vênus ela está bem, obrigada todo mundo que ficou preocupada com ela ♥ Assim que ela comprar um celular novo e um notebook, vamos nos comunicar melhor, e ela vai poder postar capítulo também. Esse capítulo vai deixar todo mundo louco heuehueh To só querendo ver a reação. E última coisa ADDIE E JAMES NÃO SÃO NINFOMANÍACOS, RELAXEM EHUEHUEHEUH enjoy ♥

SIDE TO SIDE

HOGWARTS

1975

4°YEAR

Olhei Emmeline confusa. Ela e Jacques estavam brigando no lado de fora do Salão Principal. Eles tinham começado apenas levemente bravos, agora estavam em sussurros enfurecidos.

—O que ta acontecendo? – perguntei a Mary. Ela estava dando beijinhos em Peter, mas se virou para mim. Ela cerrou os olhos para Emmeline e Jacques.

—Jacques está com ciúmes de Sirius. Porque Emms e Sirius são amigos de novo, e ta rolando esse boato de que eles tão ficando. E Emms prometeu para o Jacques que não era verdade, mas ele não está confiando tanto nela, porque ela contou que já traiu ele. – Mary me contou. – E com a falta de confiança, Emms também está dando ataques de ciúmes e qualquer coisa está fazendo os dois brigarem, apesar de ficarem se amassando por ai.

—Eles estão tendo uma crise. – exemplifiquei. Mary assentiu – Mas Emmeline realmente não está traindo o Jacques...

—Eu sei. – respondeu Mary – Por mais que Sirius tente convencê-la do contrário...

Peter riu e dividiu uma tortinha de abóbora com Mary.

—Sirius está pagando uns alunos do terceiro ano para soltar esse boato. Ele realmente quer Emms de volta. – ele disse. Bufei indignada.

—Sirius é um babaca. Um babaca! – rugi, completamente irritada, amassando uma torrada com um soco na mesa.

Mary e Peter pularam para trás e escutei uma risada atrás de mim.

—Porque eu sou um babaca, prima? – falou, a voz daquele cachorro. Me virei irritada e o puxei pela orelha.

—Idiota. Idiota. Idiotaaa. – murmurei, torcendo a orelha. Sirius gemeu de dor, e me olhou com um biquinho. Algumas pessoas nos olhavam risonhas.

—Não foda com a Emmeline, Sirius Black! – murmurei desafiadoramente. Meus olhos cerrados, olhando com firmeza no seus olhos cinzas. – Ou eu fodo você.

E quando ele me encarou de volta, ele sabia que eu não estava falando foder no sentindo bom da coisa.

Emmeline e Jacques se sentaram um do lado do outro e Sirius piscou para Emmeline.

—Boooom dia, Emms! – disse ele e Emmeline estava tão irritada que soltou:

—Vá à merda, Sirius! Não vejo nada de bom hoje. – resmungou ela e Jacques bufou.

—Somos dois então, Emmeline. – ralhou ele – E não adianta nada tratar Black assim, pra ser só sorrisos pra ele quando eu der as costas.

Sirius sorriu satisfeito e se sentou do outro lado da mesa, ao lado de Remus, que o olhava com censura.

—Pare de me encher o saco. – pediu Emmeline – Não é como se você não flertasse com todas as suas clientes!

—Eu não flerto com ninguém, tá legal? – ralhou Jacques, irritado.

—Não?! Eu vi você de segredinhos com Dido Shafiq ontem mesmo. – ralhou Emmeline e Jacques revirou os olhos.

—Apenas negócios, Emmeline. Não tinha nada de flerte. – resmungou ele e eu bufei.

—Vocês dois. Parem já com isso! – resmungou Frank – Roupa suja a gente lava em casa, não em público.

Emmeline revirou os olhos e Jacques fez o mesmo. Voltamos a comer, quando o correio coruja chegou. A coruja de Jacques normalmente o procurava na mesa da Sonserina antes de vir procurá-lo na nossa mesa, mas nas últimas vezes ela nem se deu ao trabalho de ir para o outro lado do salão. Como sempre ela trazia uma caixa cheia de coisas, normalmente os itens inocentes que ele vendia na escola. Mas dessa vez ela trazia uma carta também, só que eu não fiquei prestando atenção. Peguei meu exemplar do Profeta Diário e olhei a capa. Um novo Chefe dos Aurores tinha sido indicado, um tal de Rookwood e eu lembrei que ele era amigo de Bellatrix e por tanto, provavelmente, não era boa pessoa. Bufei irritada com o quanto nosso Ministério estava sujo e comecei a procurar por coisas importantes quando notei que Jacques se levantou.

Olhamos para ele, que ainda lia a própria carta com o rosto pálido. Ele olhou para a mesa da Sonserina, depois para Emmeline, depois para a mesa da Sonserina de novo e então para a carta.

—Está tudo bem, Jack? – perguntei franzindo a testa e ele negou com um aceno de cabeça.

—O que houve? – perguntou Emmeline e eu vi o garoto engolir em seco.

—JACQUES BURKE! – gritou alguém do outro lado do salão. Todos nós olhamos e vimos Dido Shafiq se aproximar parecendo simplesmente furiosa. Jacques parecia tentado a sair correndo. Emmeline se colocou de pé, assim como eu e Mary, todas nós cruzando os braços e olhando desafiadoramente para Dido, que vinha com uma carta nas mãos – Você sabia disso? – perguntou ela sacudindo a carta e nós olhamos para Jack. Ele negou com um aceno de cabeça e Emmeline pegou a carta dele – Bem, eu espero que você termine com essa mestiça então! Ouviu?! O quanto antes, ou eu te garanto que nunca mais vai vender nem mesmo uma varinha de alcaçuz aqui nessa escola, ouviu?! – brigou Dido antes de se virar e sair marchando. Olhei para Emmeline que parecia enojada lendo a carta que Jacques recebera.

—Acho que seu pai ouviu falar que você anda se relacionando com uma sangue ruim, Jacques. – sibilou ela olhando para ele – E pra resolver isso ele resolveu noivar você com aquela vaca. Vocês estão noivos. – adicionou ela e Jacques olhou para o chão parecendo perdido – Vocês estão noivos desde o natal. – adicionou ela e Jacques engoliu em seco – Quando pretendia me contar isso? – perguntou Emmeline jogando a carta no rosto dele – Quando pretendia me contar que seu pai o proibira de sair comigo, já que você é o único filho homem dele? – perguntou Emmeline parecendo furiosa – Responde, Jacques!

—Eu não ia te contar. – resmungou Jacques, cruzando os braços – Não é como se eu estivesse cogitando casar com você. Não faz diferença se... – e então ele levou um tapa de Emmeline.

—Desculpe se eu sou só uma distração, seu idiota. – rosnou ela.

—Isso foi bem grosseiro, Jack. – ralhei e Jacques olhou com desdém para Emmeline.

—Oras, Emmeline. Nós dois sabemos que eu não posso ter nada com você além de um romance de colégio. – disse ele e Emmeline pareceu ainda mais ofendida – Sua mãe é trouxa. O que esperava? Eu sou do diretório, eu não deveria nem estar namorando você, mas...

—Pois saiba, seu idiota, que a minha mãe é... – Emmeline engoliu a raiva e o empurrou – Minha mãe é muito melhor do que qualquer bruxo de merda da sua família! Minha mãe é muito melhor do que você, ou Dido Shafiq!

—Como quiser, Emmeline. – resmungou Jacques revirando os olhos – Me desculpe por ter te contado algo que não é da sua conta. Apenas da merda da minha família. – devolveu Jacques pegando sua caixa de encomendas e saindo da mesa da Grifinória. Ficamos todos em silêncio e Emmeline se sentou tentando não chorar de raiva.

HOGWARTS EXPRESS

Emmeline bufou para Jacques e eu revirei os olhos cansada. Eles começaram a brigar novamente, como tinham feito no Salão Principal. Com gestos bruscos e expressões faciais nada boas.

Estávamos no Expresso de Hogwarts, que nos levaria para casa para a Páscoa. Eu iria direto para a casa de Jay assim como Sirius. E eu tinha vindo procurar Emms e a encontrei com Jacques do lado de fora de uma cabine em que provavelmente estavam os sonserinos.

—Eu não quero saber Emmeline! – Jacques acabou gritando. – Você fica dando risadinhas com ele o tempo todo e agora vai passar a páscoa com ele?

—Eu vou passar a páscoa com a minha melhor amiga! – devolveu Emmeline – Que por acaso é prima dele. E você? Vai passar o feriado com a piranha da sua noiva, como papai mandou você fazer?!

A porta da cabine se abriu e Theo e Rabastan botaram a cabeça para fora. Rabs corou ao me ver e eu lhe dei um sorrisinho sem graça.

—Ahn, Jacques? – Theo murmurou com um sorriso sacana. – Diana Rosier e Mirtha Flint estão aqui e eu e o Rabastan vamos pegar elas, quem sabe dividir. E bem... sua DR ta atrapalhando.

—Desculpe, Theo. – Jacques falou bravo. – Eu e Emmeline já acabamos aqui. – ele murmurou. – E nós vamos dar um tempo. – adicionou ele a olhando zangado.

Emmeline piscou surpresa, assim como eu, Theo e Rabs, mas logo fez uma cara extremamente brava.

—Sim. Estamos dando um tempo. – ela falou, e Jacques perdeu um pouco da pose brava. – Se divirta com a vaca da Rosier. Mas cuidado com a Flint, ela tem furúnculos. Na vagina!

Emmeline bateu o pé e se virou rodando os cabelos e saindo a passos duros. Olhei Jacques de lado.

—Você sabe que isso não vai resolver nada e que você falou coisas desnecessárias para ela, não é? – questionei Jacques. Ele assentiu, e entrou na cabine cabisbaixo. Me virei para Rabs e Theo. – Boa sorte com a Flint e a Rosier. – sorri. – Mas é verdade. Todo mundo diz que a Flint tem furúnculos.

Theo riu, e entrou na cabine. Rabs foi atrás dele, mas parou na porta e sorriu para mim.

—Eu estou te esquecendo. Tentando. – ele murmurou. Meu coração apertou, mas eu sorri feliz.

—Espero que dê certo. – falei. O abracei, e Rabs me apertou de volta, me abraçando pela cintura. – Quero ser sua amiga de novo. Pra te manter na linha.

—Em breve, apesar que eu acho que serei eu quem te colocarei na linha. – ele riu e entrou na cabine. Antes de fechar a porta vi Sev em um canto lendo. Jacques ao seu lado de braços cruzados, e no outro banco Diana Rosier sentada, olhando Mirtha Flint no colo de Theo o beijando.

—Addie! – me virei para a voz e sorri. Os braços de Adam me envolveram e ele me apertou com força. Ele me beijou na bochecha. – Boa Páscoa. Te vejo, depois?

—Na verdade vou pra casa do Jay. – falei. Adam fez um biquinho e acariciou minha cintura.

—Ok. Consigo ficar um tempo sem te ver. – ele murmurou fingindo confiança. Eu ri e o belisquei no braço.

—Não consegue não. – discordei. Ele riu, acariciando o braço.

—Verdade. Não consigo.

POTTER’S HOUSE

Achei que a senhora Potter iria quebrar minhas costelas. Juro que nunca, ninguém, me abraçou forte daquele jeito. Olhei para James, com desespero, mas ele apenas ria se divertindo.

—Mas você está cada dia mais linda, Addie. – riu ela. Quando me soltou e se virou para Sirius, ele fez uma careta.

—Sra. Potter! Eu quero um abraço também!

—Só se me prometer nunca mais me chamar de senhora. Credo. É Euphemia. Já disse. – ralhou ela. Mas Sirius a abraçou com força, fazendo com que os pés dela saíssem do chão – Oh, meu Merlin, Sirius. – riu ela.

Andei até James, que ria da cena.

—Vem, Addie. Vou te levar no seu quarto. – disse ele me puxando.

Subimos as escadas correndo e no lugar de me levar para o quarto, ele me levou até o banheiro. Fechou a porta e me beijou desesperado.

—Eita. Que fogo, heim?

—Seu primo é um cretino. – resmungou ele me empurrando contra a parede – Empatou TODAS as nossas fodas o mês inteiro e ainda por cima fica vigiando a gente.

—Nem me fale. – resmunguei tirando a camisa dele.

—Estou louco por você, Addie. – murmurou James no meu ouvido – Louco, louco, louco. – senti a mão dele puxar minha calcinha para baixo, enquanto ele abria o zíper da calça.

Foi quando Sirius bateu na porta.

—Tia Euphemia mandou descer, James e Addie. Agora. – escutamos a voz dele. James me olhou como se estivesse sendo obrigado a comer ouriços.

—Eu odeio ele. – choramingou ele recolocando a camisa enquanto eu colocava a calcinha de volta – Eu nunca mais vou deixar Sirius transar com ninguém na vida dele. Nunca mais.

—Calma, campeão. Temos o recesso inteiro ainda. – disse sorrindo. James me olhou indignado e apontou para as próprias calças. O volume era enorme.

—Como eu vou pra sala assim?

—Hum... boa pergunta. – murmurei piscando para ele. Abri a porta do banheiro e encontrei Sirius me olhando com cara de censura.

—Se te pegam, vai ser o maior escândalo, sabia? – perguntou ele.

—Só se me pegarem. – respondi sorrindo e descendo as escadas.

Os pais de James estavam na sala de jantar. O pai dele estava lendo um livro qualquer e o jornal enquanto a mãe dele colocava os pratos para servir o jantar.

—Deve estar faminta, não é, Addie? – perguntou Euphemia.

—Ah, sim. Faminta.

Euphemia finalmente se sentou e eu a imitei. Sirius se sentou do meu lado e quando James desceu as escadas, sentou do outro lado, sem que ninguém ficasse do outro lado dele. A mãe dele fez um aceno com a varinha e então o jantar veio flutuando.

—Quer gelo no seu suco, James? – perguntou minha sogra sem olhar para o filho, realmente.

—Sim. – respondeu James com uma careta. Ele baixou a voz e sussurrou no meu ouvido – E nas minhas bolas também.

Quase engasguei ao rir e a senhora Potter fez o suco e as pedras de gelos caírem no copo dele.

—O que disse, James?

—Quero bolo, também. – disse James.

—Só depois do jantar. Como foi a visita Ministério hoje, Fleamont?

—Ah... o preço das vassouras subiu de novo, agora que aumentaram a rigidez para a venda de tapetes voadores. Além dessa guerra. Está deixando todo mundo nervoso.

Coloquei minha mão na coxa de James, que fechou os olhos, com o copo a meio caminho da boca. Escorreguei a mão até as “partes” dele e ele tossiu de leve, me olhando assustado, mas eu nem o olhei de volta, fingindo-me de interessada no assunto do Sr. Potter.

—Isso é ruim? – perguntei. – As vassouras?

—É só mais dor de cabeça. Os empresários que mexem com vassouras estão desesperados. – disse o Sr. Potter ainda olhando o livro.

—Sempre ficam no pé do amigo de Fleamont quando mudam a legislação sobre objetos mágicos de transporte. E Fleamont sempre ajuda ele. – concordou a Sra. Potter. Começei a mexer minha mão, masturbando James por debaixo da mesa, mantendo meu rosto o mais inocente possível. Mas James respirou fundo e colocou o copo na mesa com mais força do que esperava.

—Sobe e desce... – murmurou ele, vermelho. – Os preços... os preços... – disse ele tentando disfarçar. Sentia o olhar dele na minha orelha, mas me recusei a olhá-lo. Sirius olhou para ele sem entender.

—Sim. É uma loucura. Falam que se liberarmos tapetes mágicos, a venda de vassouras vai cair. – concordou o Sr. Potter.

—Quer um pouco de pernil, Sirius? – perguntou a mãe de James.

—É tão gostoso... – murmurou James fechando os olhos, com a voz tremida. Disfarcei a minha risada, achando aquilo hilário.

—E o quê que Bartô acha disso tudo, Fleamont? – perguntou a Sra. Potter.

—Ele quer proibir a venda de tapetes mágicos, pois acha que são irresponsáveis.

—Por que, irresponsáveis? – perguntou Sirius aceitando o pedaço de pernil.

—O risco de ser visto pelos trouxas. Um tapete chama muito mais a atenção. – explicou o Sr. Potter.

—O risco deixa tudo divertido, não é, James? – perguntei sacana.

—Oh... – riu ele, suando frio – Addie...

—Está tudo bem, James? – perguntou Sirius.

—Maravilhoso... – respondeu ele rindo enquanto eu seguia o masturbando por debaixo da mesa. Foi quando Sirius baixou os olhos e viu. Olhei para ele, risonha e ele virou o rosto para a Sra. Potter, em choque.

—Bartô é um homem muito precavido. – concordou a Sra. Potter.

—Mas não sabe a dor de cabeça que me dá por conta disso. Craig não sabe dar conta sozinho. E eu sou um ótimo amigo. – resmungou o pai de James. James tremeu de leve e falou um “aah...” – Tudo bem, filho? – perguntou o homem sem nem olhar direito pra James.

—Mordi a língua... mas to ótimo... – riu ele.

—Quer mais pernil, James? – perguntou senhora Potter.

—Não... – murmurou ele.

—EU quero! – disse Sirius quando a Sra. Potter quase nos olhou. – Quero muito pernil!

—Muito... delicioso... – murmurou James.

—Sim, James adora o pernil que eu faço.

—É tão gostoso... – murmurou James, delirando.

—Ele sempre come tudo.

James me olhou com a testa completamente molhada de suor.

—Ah, hoje eu vou... comer... – e então ele socou a mesa – Meu Merlin, como eu vou comer...

—Comer tudinho? – perguntei.

—Tudinho. – concordou ele.

—Prove o pernil, Addie. – pediu a Sra. Potter.

—Claro, Sra. Potter.

—James falou que você entrou para o time de quadribol. – disse Euphemia colocando pernil no meu prato – Você deve jogar bem.

—Ela monta muito bem... – murmurou James jogando a cabeça pra trás.

Sirius bufou zangado e eu ri me divertindo, sem soltar James e sem parar de mexer a mão.

—Eu já era ótima. Jay me fez melhorar até. – sorri.

—Ela é muito ótima. – Jay concordou.

—E então, Addie. Você sabe se meu James arrumou alguma namorada? – perguntou a Sra. Potter.

—Oh, pelas barbas de Merlin... – gemeu James baixando o rosto.

—Não fique com vergonha, James, já está na época de começar a namorar... e bem... Addie é uma mocinha muito bonita, gentil e...

—Gostosa... – murmurou ele.

—James! – ralhou a Sra. Potter, mas Fleamont começou a rir e disfarçar de tosse.

—É só uma brincadeira nossa. – disse rindo.

—Ainda assim. Isso não é maneira de se dirigir a uma mocinha como a Addie! – ralhou ela.

—Addie não é uma santinha, Euphemia. – ralhou Sirius.

—Do que está falando? Eu sou super comportada.

—Meu Merlin, Addie... – murmurou James, ainda com a cabeça baixa.

—Estou vendo o quanto é. – sibilou Sirius.

—Só está zangado porque eu dedurei pra Emmeline que você estava ficando com a Marlene. – disse sem parar de masturbar James por debaixo da mesa.

—Quem são essas? Emmeline? Eu me lembro dela. – riu Euphemia, tranquilamente, comendo sem notar o que estava acontecendo. – James, use o guardanapo.

—Vou me sujar todo. – lamentou James, tremendo.

—Por isso que deve usar o guardanapo. Gostou do suco?

Sinto a calça dele esquentar e por fim o largo. James soltou suspiro aliviado e se aprumou na mesa.

—Tava maravilhoso... – riu ele, feito bobo. Ele suspirou, sorrindo e pegando um pedaço de pernil – Maravilhoso, ai ai...

O jantar seguiu tranquilamente, apenas com Sirius bufando vez ou outra. Mas eu e James ficamos apenas rindo. Depois do jantar e da sobremesa – torta de chocolate – o Sr. Potter foi para a sala de estar, para fumar um cachimbo e a Sra. Potter foi com ele.

—Vocês são loucos? – sussurrou Sirius, indignado.

—Eu não fiz nada... – disse James com uma careta – Ah... a porra secou... isso vai doer na hora de tirar a cueca.

Engasguei rindo, novamente.

—E se vissem vocês? – perguntou Sirius.

—Ah, Sirius. Para de ser chato. – resmunguei comendo minha torta – Foi só uma brincadeirinha.

—Irresponsável!

—Você quer vir falar de responsabilidade comigo? – perguntei me levantando – Eu vou tomar banho. Com licença.

Levantei-me e estava para sair da sala quando escutei meu primo:

—James Potter. Senta essa bunda suada ai, agora mesmo!

—Sirius... pela nossa amizade. Me deixa ir! – pediu James – Eu fico te devendo.

—Não vem com essa!

Eu apenas ri e subi as escadas. Minha mochila já estava no banheiro, então só fui me despindo, mas logo escutei alguém bater na porta.

—Está ocupado.

—Me deixe entrar, por favor. – pediu James. Sorri marota, sozinha e me encostei na porta.

—O que eu ganho com isso?

—Addie, para de brincar com fogo. – ralhou ele – Sabe o que eu tive que prometer pro seu primo pra ele deixar eu vir?

—O que?

—Vou ter que nadar pelado no lago. Agora abre essa porta.

—É sério isso? – perguntei.

—Addie, pelo amor de Merlin, abre essa... – abri a porta. Estava só de toalha e o encarava risonha – porta...

Ele entrou e trancou a porta do banheiro.

—Você está muito tenso, Jay. – digo rindo.

—Tenso? Eu to é duro. Você é maluca. E eu amo sua maluquice... – riu ele vindo até mim para me beijar.

Ele não era o único que estava no fogo, então minhas mãos foram direto para o cinto dele. Ele ficou me beijando enquanto eu o desafivelava. Tirei a calça dele e ele foi caminhando comigo até o boxe, ainda de cuecas. Senti as mãos de James tirarem a minha toalha para jogá-la em cima da pia. Depois ele fechou a porta do boxe e abriu o chuveiro, fazendo a água quente cair.

—Amanhã – começou ele, entre meus lábios – vamos fazer isso na banheira. No outro banheiro.

—Se Sirius deixar, né?

—Ele vai deixar. Nem que a gente tenha que dar uma poção de sono pra ele. – rosnou James tirando a cueca, depois de deixar a água do chuveiro cair sobre si.

Fiquei olhando o corpo dele, achando-o sexy. Todo magrinho e saradinho. Quando ele ficou nu, ele me beijou de novo. Senti a intimidade dele na minha barriga. Ele estava mesmo muito aceso. O empurrei de leve e dei as costas para ele, empinando a bunda. Ele olhou para mim e mordeu o lábio.

Coloquei uma mão em uma nádega e sorri.

—Vem, Jay.

Ele veio num desespero que fiquei surpresa que não tenha tropeçado em si mesmo. Logo senti James entrar por trás e ele gemeu gostosamente, assim como eu.

—Ah, Addie... – riu James me empurrando com os quadris. A parede gelada contra meus seios era excitante, mas logo as mãos quentes de James vieram de encontro aos meus mamilos – Eu sou tão sortudo. Tão sortudo. – riu ele.

—Cale a boca e fode, James. – disse rindo.

—Você está querendo falar coisas sujas? Eu não sei se sou bom nisso... – riu ele me beliscando nos mamilos – Posso te dar uns tapinhas?

—Cale a boca, James. – repeti rindo.

—Mas você, heim? – riu ele se afastando e me fazendo virar – Isso é jeito de falar com seu namorado, é? – perguntou ele, rindo, com malícia. Ele se sentou no chão do banheiro e deu um tapinha no próprio colo – Vem cá, vem? Quer foder? Então vamos foder, sentados no chão do banheiro.

—Jay... – disse rindo e ficando de joelhos, em cima dele. James me olhou cheio de desejo – Quer que eu sente, quer?

—Quero, céus, Addie. – resmungou ele me puxando, mas eu dei um tapinha na mão dele.

—Tsc, tsc, tsc.

—O que? – perguntou ele parecendo quase aflito.

—Tem que merecer, Jay.

—E como eu faço pra merecer? – perguntou ele me beijando nos seios.

—Vai ter que me contar a fantasia mais safada que você já teve. – eu disse.

—Ah, Addie... – riu ele meio sem jeito – Você me masturbou na frente dos meus pais... não há nada que minha imaginação faça para superar isso.

—Ai, que fraco, você. – disse fazendo biquinho.

—Mas bem... – ele engoliu seco – Eu já pensei em você mudar de forma enquanto a gente... transa. – murmurou ele – Porque, ai parece que eu estou fazendo com um monte de garotas diferentes.

—Seu pervertido. – disse rindo e baixando o quadril o suficiente para que a cabeça de baixo dele me tocasse – E o que mais?

—Addie, não dá pra pensar nesse momento. Não sobrou sangue no meu cérebro.

—Ok. Diz uma coisa que quer fazer comigo. Pensa com a cabeça de baixo, vai?

—Nesse momento eu só quero que você sente e rebole, Addie. – riu ele com as mãos trêmulas na minha cintura.

—Só isso? – pergunto marota.

Então ele franze a testa e me olha sem jeito.

—Bem... tem uma coisa... que você nunca fez... e que eu queria fazer...

—O que? Anal? Porque isso eu não faço.

—Não... eu queria que você... – ele suspirou fundo – Fizesse uma espanhola e depois... Bem... caísse de boca, sabe? E engolisse.

Me afastei dele um pouquinho.

—Agora?

—Bem... você já está ai, né? – riu ele.

—Ok. – disse rindo.

—Você já fez isso antes? – perguntou ele.

—É segredo. – respondi o segurando na base e então ficando de quatro na frente dele.

—Oh... dá pra te ver pelo reflexo pelo vidro do boxe... – riu ele. James realmente falava demais. Fiz a espanhola, o apertando e apreciando seus gemidinhos. Então quando o coloquei na boca, ele tremeu inteiro. – Oh... assim... – fechei os olhos o beijando devagar. Ele jogou a cabeça para trás, colocando a mão na minha cabeça, mas sem guiar meus movimentos. O mordisquei bem devagarzinho e o lambi de baixo até em cima, fazendo com que ele gemesse de novo. O beijei novamente, na cabecinha, passeando a língua por ela e então, sem aviso, coloquei uma boa parte na boca, tirando bem devagar. – Uoou... – murmurou ele rindo – Isso, Addie... isso... – levantei meus olhos para encará-lo. Ele riu ainda mais – Você faz uma carinha de safada, tão sexy... – murmurou ele. Mudei meus cabelos e olhos. Deixei ambos verdes e voltei a chupá-lo – Isso... é tão... legal... – gemeu ele. Fiquei naquele movimento erótico um tempo, tentando colocar cada vez mais dele na minha boca. Cada gemido dele me excitava mais – Addie. Se masturba enquanto me lambe. – pediu ele. Concordei, meio sem jeito. Então fui brincando com ele e comigo mesma. No começo estava um tanto desengonçada por ter que fazer as duas coisas ao mesmo tempo, mas logo fui pegando o jeito. Senti os dedos de James enroscarem nos meus cabelos e ele começou a ditar um ritmo mais rápido com a minha cabeça. Os gemidos deles foram ficando mais rápidos também e eu entendi que logo ele chegaria ao ápice – Addie, oh... Addie... posso gozar na sua cara? Esse é o sonho... deixa? – perguntou ele.

Tirei James da boca e comecei a masturbá-lo com a mão mesmo. Então quando senti o jorro quente no meu queixo, passeei meus lábios sobre a cabeça de baixo dele, me lambuzando inteira.

James olhou para meu rosto e sorriu quando passeei a língua pelos lábios.

—Você... é... a... melhor... – murmurou ele rindo feito bobo. – Aaah... Addie... você é tão sexy... – riu ele.

Fiquei de pé e me enfiei de baixo do chuveiro, limpando o rosto.

—Gostou, amorzinho? – perguntei sentindo-me extremamente bem.

—Eu amei. – riu ele pegando o sabonete e me abraçando por trás, para me ensaboar. Senti as mãos dele passearem repetidas vezes pelos meus seios e logo ele estava me cutucando lá atrás.

—Céus, Jay. De novo? Não cansa? – perguntei rindo.

—Olha só a nossa situação! Como eu posso ficar calmo? – perguntou ele. Ele me beijou no ombro e me mordiscou no ombro – E eu não canso de você.

Sorri, jogando a cabeça para trás, sentindo as mãos de James brincarem com meus seios, enquanto eu esfregava a bunda nele. Tomar banho demorou muito mais do que imaginei. Mas foi ótimo sentir os lábios de James contra os meus enquanto a água quente caía sobre nós.

Saímos do banheiro, eu vestida e ele de toalha, tomamos muito cuidado para que não nos pegassem. James nem cogitou ir para o quarto dele, onde ele deveria dormir com Sirius. Ele foi direto para meu quarto.

—Não estamos nos arriscando demais? – perguntei.

—Nada. Minha mãe vai ir direto pro quarto dela e meu pai também. E o quarto deles é no andar de baixo. – garantiu ele – Vamos pra cama?

—Claro. – disse rindo.

—Não vamos precisar disso, não é? – perguntou ele tirando minha camisola, passando-a por minha cabeça.

—Céus, James. Vou ficar assada. – brinquei. James riu com malicia no meu ouvido.

—Eu faço com carinho, Addie. – prometeu ele me dando beijinhos carinhosos – Mas é que sabe-se lá quando vamos ter oportunidade de novo.

—É verdade. – digo pulando na cama. James se deita do meu lado e rola para cima de mim – James... sabe quando eu disse que ia ficar assada?

Ele deu uma risadinha.

—Hum?

—Eu vou falar uma verdade pra você.

—Ok. Diga.

—Eu sou uma pervertida. Acho que eu sou uma versão do meu primo, só que de saias. Eu descobri isso com o Rabastan, mas só me permiti ser isso com você. Eu amo sexo.

—Fico feliz de ouvir isso, minha safadinha. – riu ele me beijando no queixo.

—Jay. – murmurei.

—O que? – respondeu ele levantando o rosto.

—Eu posso te pedir uma coisa?

—Claro.

—Abafe o quarto, para que ninguém escute a gente...

—É uma boa. – disse ele estendendo a mão para pegar a varinha na cabeceira da cama.

—E esquece que sou sua namorada.

Ele ficou parado com a varinha na mão, piscando, tentando entender o que eu tinha dito. Então ele baixou a varinha e me olhou confuso.

—Como assim?

—Você sempre é carinhoso, sempre é todo meigo. Muito mais do que eu imaginei que fosse. Na real, você era super tímido. Se eu não tivesse ido te chamar no ano novo a gente nunca teria transado.

—Claro que teríamos.

—Pare de falar que você é um moleque safadão, James. Você não é. – eu disse rindo – Mas eu quero que seja. Hoje. Essa noite. Eu não quero sexo, eu não quero amor... – deixei meus cabelos vermelhos – Eu quero foder. Eu quero não conseguir andar amanhã de manhã. Eu quero que me deixe marcada, eu quero te arranhar até sangrar. Eu quero que seja sujo e violento. Pelo menos uma vez.

—Céus... você É prima do Sirius. – riu James.

—E então, acha que dá conta? – perguntei. James sorriu pra mim, seu enorme sorriso. Mas havia perversão nele também.

—Abaffiato. murmurou ele. – Ok, Addie. Sem amor. Só sacanagem?

—Só sacanagem. Pra ver como é.

—Não pode voltar atrás, heim?

—Ainda acha que eu sou covarde? – perguntei franzido a testa. Mas James sorriu de um jeito, que me lembrou Rabastan. Meu estômago deu um salto e ele me puxou com força me virando na cama.

—Fica de quatro pra mim. – pediu ele. Não... não foi um pedido. Era uma ordem. Sorri gostando do tom dele. James segurou meu quadril com força e entrou com mais força ainda. Quase doeu. Ele repetiu o movimento, na mesma intensidade. Era delicioso. Abracei o travesseiro e o mordi, completamente excitada com o movimento de James atrás de mim. Senti a mão dele se enroscar nos meus cabelos e puxá-los para trás, dolorosamente, me fazendo largar o travesseiro. Aquilo me deixava com uma sensação de completa vulnerabilidade. Ele nunca tinha feito aquilo daquele jeito. Era gostoso de um jeito diferente. Eu nunca tinha notado o quanto ele era forte. O quanto ele era mais forte que eu. O jeito como ele puxou meus cabelos não deixava com que eu movesse a cabeça.

—Ai, James. Devagar. – murmurei. Mas a verdade era que eu não queria que ele desacelerasse. Era exatamente aquilo o que eu queria.

—Você disse que queria sacanagem e não amor. – riu James. Senti um tapa dolorido e excitante na minha bunda, mas logo James me soltou e se curvou sobre mim, sem parar de mover o quadril. Os dedos dele foram até os meus seios, para apalpá-los. – Você é tão gostosa, Addie. Tão gostosa. – murmurou ele. Ele parou de estocar – Se vira. Eu quero olhar pra você. – disse ele. Obedeci, gostando de não estar no controle. De não saber como seria. Ele me deitou na cama, rindo pra mim, daquele jeito maldoso. Ele pegou minhas pernas e as colocou nos próprios ombros, ficando com a cabeça entre minhas canelas – Você é tão flexível. – Ri, concordando, enquanto ele esticava minha perna – Você sabe que está fodendo com a minha futura namorada caso a gente termine, não sabe? – riu ele voltando a entrar em mim, mas a posição não me deixava com muito ar para falar. Tentei olhá-lo de maneira questionadora, entre os gemidos e expressões de prazer. Ele apenas riu fechando os olhos e se movendo com força e velocidade. Todo o meu corpo tremia. Era tão excitante – Até onde chegou com Rabastan?

—Sério, Jay? – murmurei sem ar – Agora?

—Eu só quero que diga que eu sou melhor que aquele almofadinhas de merda. – rosnou James me empurrando com mais força – E foi você quem começou falando daquele babaca. – eu gargalhei.

—Ci-ciúmes? – perguntei.

—Não gosto de pensar... – arfou ele – Que ele tocou em você. Só diz. Eu sou melhor ou não sou, Addie?

—Você é único, Jay. – respondi rindo, adorando, completamente excitada.

—Não quero saber se sou único. – disse ele vindo ainda mais forte – Eu quero que fale o meu nome e diga que eu sou o melhor.

—Você é o melhor. – disse gemidamente. James riu roucamente. Eu estava com muito calor. Muito calor.

—Diz: James, você é o melhor. Eu não ouvi você falar meu nome, Adhara.

—James Potter. Você é o melhor! – disse rindo, amando. James se sentou me puxando para seu colo, arfando.

—Diz que é toda minha, Adhara. – disse ele me mordendo no pescoço, empurrando e puxando meu quadril em cima dele, de maneira frenética. Eu podia senti-lo ainda mais completamente naquela posição. Era a minha favorita. Adorava esfregar-me nele daquele jeito erótico. – Diz. E eu quero ouvir o meu nome.

—Mas você tem um ego enorme. – ralhei, rindo – Pra quê quer ouvir o seu nome?

—Porque é sexy. Fala a droga do meu nome e diz que é minha, vai.

—Eu sou toda... ah... Merlin. – murmurei amando o movimento, a situação. – Oh, Jay, você me deixa maluca.

—Diz meu nome e que é só minha, Adhara. – disse ele com autoridade. – Diz que eu sou o melhor e que você é toda minha.

—Eu sou toda sua, James Potter. E você é... oh... o melhor... – disse gemendo – Você já gozou? – perguntei surpresa com o fôlego dele.

—Aqui no quarto não. Relaxa que eu vou aguentar bastante tempo, Addie. Ou vai me dizer que cansou? – provocou ele.

—Não cansei, James Potter. – disse o olhando com desafio, mordendo o lábio e arqueando a sobrancelha.

—Então quica no meu colo. – sibilou ele – Quica, vai, Adhara.

Sorri marota para ele e obedeci.

—Assim, James Potter? – perguntei.

—Ah, o modo como você fala “Potter” é tão sexy. – riu James.

—Não me chame pelo sobrenome.

—Nem fodendo. – riu ele – Vai que eu conjuro alguém aqui. – brincou ele voltando a me deitar na cama – Goza pra mim, Adhara. Eu quero sentir você perder completamente o controle. – murmurou James voltando a ficar por cima. Ele se movia num ritmo delicioso, mas eu preferia ficar por cima. Me sentia mais sexy e sentia James mais dentro de mim. Então rolei com ele e caímos da cama. Mas ele não se importou. Meu joelho esfolou no tapete, ardendo de leve, mas estava tão eufórica, tão excitada, que nem me importei. Ficamos um pouco naquela posição, até que James se levantou comigo ainda colada nele. Minhas pernas ao redor da cintura dele. Ele me empurrou contra a parede, segurando minhas coxas. – Você é tão gostosa, Addie. – sussurrou ele – É a garota mais gostosa daquela escola. Toda a hora que eu te vejo eu fico me perguntando... – ele mordiscou a minha orelha e sussurrou roucamente – Quando eu vou te foder de novo.

—Fica louco pensando em mim, não é? – gemi alucinada. James era maravilhoso na cama. Estava sendo, de longe, a melhor vez de todas.

—Demais. – concordou ele, arfando – Fico pensando quando vou te ouvir gemer pra mim. Eu adoro quando geme pra mim. Então geme.

—Me faz gemer, Potter.

—Ah, eu vou fazer. – riu James.

—Não pare. Não pare. – pedi, sentindo o orgasmo vir – Meu santo Merlin. James não pare.

—Não vou parar. Eu quero te ouvir gemer pra mim, bem alto. Vai. – riu ele se movendo novamente com velocidade.

Aquele calor gostoso que antevia o orgasmo foi me tomando. Aquela sensação maravilhosa, que só James me fazia ter. O abracei com força, amando o modo como ele me empurrava.

Foi quando a porta abriu.

—Addie, você quer mais um pedaço de bolo, minha queri... – A Sra. Potter tinha entrado com o bolo na mão. Todo o calor que eu estava sentindo esfriou completamente. De repente, tudo ficou muito frio. Ela nos olhou, corando com violência, com a boca ficando aberta, pelo choque.

James olhou dela para mim. Escorreguei para o chão, usando o corpo dele para me esconder dela, desejando simplesmente sumir. Euphemia Potter seguiu nos encarando durante longos segundos, como se tivesse congelado no mesmo lugar. James sorriu sem jeito e tossiu.

—Não, mãe. Valeu... E... hum... eu e Addie estamos ocupados agora. Você poderia sair e fechar a porta para a gente morrer de vergonha e arrependimento por não ter trancado o quarto?

—Hum... ok... – disse ela pegando a maçaneta – Eu... hum... volto mais tarde.

—Obrigado, mãe. – disse James. Euphemia fechou a porta e ele me olhou. – Cinco minutos... ela não podia ter esperado cinco minutos? – lamentou ele.

Trocamos um olhar nervoso e envergonhado.

—Você está encrencado? – perguntei.

—Eu não sei... Eu acho que ela é sensata o suficiente pra não querer conversar com os seus pais, mas... não acho que vamos ter chances de...

—FLEAMONT! – escutamos Euphemia gritar – NOSSO JAMES ARRUMOU UMA NAMORADA!

—O QUE? – perguntou o Sr. Potter, lá do andar de baixo.

—ADDIE! ACABEI DE FLAGRAR OS DOIS NAMORANDO! VOCÊ TINHA QUE TER VISTO A CARA DELES!

—Ok... – disse James absurdamente vermelho, indo para a porta e a abrindo. – SERÁ QUE DÁ PRA VOCÊS SEREM NORMAIS E BRIGAREM COMIGO? – ele bateu a porta zangado e eu não sabia se ficava em choque ou se caía na gargalhada – Qual é. Não é como se eu tivesse feito algo incrível.

—Você quer que seus pais briguem com você? – perguntei achando hilário.

—Seria mais normal do que aquilo. – disse ele apontando com o polegar para a porta – Minha mãe saiu feliz da vida. Que porra foi essa?

—Espere só até Sirius descobrir o que ela quis dizer com “flagrar os dois namorando”.

James bufou zangado indo pegar um par de calças e eu vesti minha camisola.

—Meus pais acham maravilhoso me flagrar transando com minha amiga e meu melhor amigo vai brigar comigo por eu estar comendo a garota mais gostosa da escola. Minha vida não faz o menor sentido. – resmungou ele.

—Se serve de consolo... – eu digo o abraçando por trás – Você é o melhor, James Potter. – escuto James rir sem jeito, bagunçando os cabelos e alguém bate na porta.

—Quem é? – pergunta James.

—Sou eu, filho. Só quero te parabenizar por finalmente ter arrumado uma namorada! – disse o senhor Potter do outro lado.

—Obrigado, pai. Obrigado me constranger ainda mais nesse momento.

—E antes que eu me esqueça, você está de castigo. – adicionou ele – Vamos trancar o seu quarto quando vocês forem dormir, para evitar que você pule para o quarto da Addie.

—Obrigado, pai. – resmungou James. Mas escutamos o Sr. e Sra. Potter se afastarem com risadinhas – Viu? Não é só a sua família que é maluca.

—Eu adoro os seus pais, Jay. – digo rindo.

—Hoje eu vou comer a Emmeline. – murmurou Sirius olhando para seu reflexo.

Ele não era um expert em sexo, mas já tinha experiência o suficiente. Era hora de realizar uma de suas fantasias. Emmeline, com seu rostinho sexy, sua bunda maravilhosa e beijos viciantes. Finalmente estava confiante o suficiente para ter certeza de que faria tudo direito. Emmeline não era uma santinha. Ela já tinha alguma experiência e ele não queria fazer feio.

E, além disso. Emms e o idiota do Burke tinham terminado. E nada mais impedia Emmeline de cair de amores por ele.

Saiu do banheiro e encontrou Adhara, impaciente no corredor.

—Céus, Sirius. Você demora mais do que eu pra se arrumar. Fala sério. – resmungou ela querendo entrar no banheiro.

—Ei. Não me culpe se te pegaram no pulo do gato ontem à noite. Eu disse que estavam se arriscando demais. – resmungou ele – Você e James não tomam jeito.

—Ah, vai perturbar outro, ok? – resmungou ela ficando vermelha.

Sirius sorriu e foi para a cozinha, tomar café da manhã. James estava horrorizado ouvindo um discurso constrangedor sobre poções que evitavam gravidez da Sra. Potter, enquanto o pai dele apenas olhava achando graça.

Sirius se sentou e pegou um pedaço de bolo, cheio de fome.

—Bom dia. – disse casualmente.

—Bom dia. – murmurou Fleamont.

—Acho que Sirius deveria escutar também. – disse James, horrorizado.

—Escutar o que? – perguntou levantando o olhar para o amigo.

—Minha mãe está me falando que não são hipogrifos quem deixam os bebês na chaminés dos bruxos. – explicou James – Sério. Ela me pega transando e acha que eu não sei sobre isso...

—Você não sabia que mulheres menstruavam. Do que está reclamando? – perguntou Sirius.

—Todo jovem tem que receber instrução sobre isso. – ralhou a Sra. Potter – Seus pais já tiveram essa conversa com você, Sirius?

—Sobre sexo? – perguntou ele – Quando eu tinha seis anos. – ele respondeu casualmente.

—Que? – perguntou James o olhando chocado. Sirius deu de ombros.

—Mas você era apenas uma criança! – disse a Sra. Potter.

—Minha família acha que devemos saber sobre essas coisas o quanto antes. – disse antes de morder um grande pedaço de bolo – Mas Adhara não morava com a gente nessa época. Ela certamente precisa escutar tudo isso. – disse com um sorriso – Vocês poderiam repetir para ela. E James, como um bom namorado, pode escutar de novo. – adicionou olhando para James.

O amigo o olhou completamente indignado.

—Com amigos como você... – resmungou James.

—Você estava traçando a minha prima. – cortou Sirius.

Os dois trocaram um olhar zangado e James deu de ombro.

—Temos um empate técnico, então?

—Você é um cuzão. – sibilou Sirius, arrancando uma risada do Sr. Potter – Que horas Emmeline vem?

—Pouco antes do almoço. – respondeu James.

—Quem é Emmeline? Sua namorada, Sirius? – perguntou a Sra. Potter.

—Não. Minha namorada é a Cindy. Mas logo vou ser solteiro. Pra sempre. – respondeu sorrindo.

—Parece um pouco triste e solitário, não acha? – perguntou o Sr. Potter o olhando por cima dos óculos – Todos precisam encontrar sua metade.

A Sra. Potter acariciou os cabelos do marido, com um sorriso gentil.

—Isso mesmo. Só não pode ser tão precoce. Como o James aqui. – disse ela.

—Ontem vocês pareceram achar maravilhoso! – ralhou ele batendo a testa na mesa e colocando as mãos sobre a cabeça.

—Nós estávamos preocupados achando que você jogava no outro time. – respondeu Fleamont com uma risadinha. Sirius até se engasgou com o bolo, em sua crise de riso.

James o olhou completamente indignado.

—Como é? – perguntou ele.

—Nós iríamos te amar de qualquer jeito, James querido. Mas ficamos felizes de saber que um dia poderemos sonhar com netos. Mas não agora.

—Eu não mereço vocês. – resmungou James fechando a cara e apoiando a bochecha no punho – Estou pagando por tudo o que eu fiz com Ranhoso e pelo que ainda vou fazer.

—Quem é Ranhoso? – perguntou a Sra. Potter.

—Um garoto insuportável da Sonserina. – respondeu James.

—Ele é a razão de nossas detenções. E é o namoradinho esquisito da Evans. – adicionou Sirius.

—E quem é Evans? – perguntou o Sr. Potter.

—É a garota mais chata do nosso ano. – respondeu Sirius.

—Evans não é chata. Ela é ok. – defendeu James – A Addie gosta dela. – adicionou ele, pegando uma maçã.

—E daí? A Addie gostava do Rabastan... talvez ainda goste. – disse Sirius sem pensar. Mas então ele olhou de soslaio para James. Ele tinha fechado a cara.

—Estou comendo. Você pode não falar desse cara?

—E quem é Rabastan? – perguntou a Sra. Potter.

—É o ex da Addie. – respondeu Sirius. Os pais de James trocaram uma risadinha cheia de entendimento.

—Ele não é o ex dela. Eles nunca namoraram. – sibilou James – Eles tiveram... um rolo.

—É... isso. – riu Sirius achando graça do ciúme de James.

—E Addie me disse que eu sou muito melhor que ele.

—Sim... as mentiras que as mulheres contam... – riu Sirius.

—Ela fala dele pra você? Vocês são primos! – disse James, parecendo preocupado.

—Não... ela fala mais do batedor da Sonserina, o Cook. Ela o admira bastante, mas acho que é só porque ele é batedor também... e dos bons. – respondeu Sirius.

—O Cook? Mas... bem... eu vôo melhor que ele. – disse James convencido – Não vôo? – perguntou ele parecendo preocupado.

Sirius apenas deu de ombros.

—Não acho que a senhorita Black esteja com você por conta de sua habilidade de voo, James. – murmurou o Sr. Potter.

—Está brincando? Ela só está comigo por conta disso e do meu rostinho bonito. – riu James.

—Pois eu duvido que você gostaria de uma pessoa que fosse superficial assim. – riu Fleamont.

James concordou revirando os olhos.

—Chama-se “brincadeira”, pai. Já ouviu falar?

Emmeline chegou no exato momento em que o almoço ficou pronto. Ela usava uma jaqueta jeans rosa, um vestido curto preto com um cinto branco e um sapato de salto alto. Ela ainda usava um óculos escuros que a deixavam com uma aparência mais velha. Ela estava bonita, com sempre. Mascava um chiclete e tinha um sorriso debochado, cheio de divertimento.

—Oi, Six. – riu ela.

—Emms. – suspirou Sirius, com a imaginação funcionando à mil.

—O dia está bastante ensolarado. Acho que dá pra entrar na piscina hoje. – riu ela colocando a mochila em cima do sofá – Onde está a Addie e o Jay?

—Foram flagrados ontem a noite trepando. – riu Sirius – E agora estão tendo que ouvir aquela velha conversa sobre sexo. – explicou ele a puxando pela cintura – O que nos dá algum tempo para nos divertir.

—Mas já? – riu ela, marotamente. E o empurrou pelo peito, mas Sirius segurou sua mão.

—Claro. Pra quê perder tempo?

—Porque eu estou morrendo de fome. E eu tenho um namorado. Bem quase. – respondeu ela fazendo biquinho e tirando os óculos – E eu tenho que falar com os Potter antes, não é? Eu sou uma menina educada.

—Menina? – riu ele arqueando uma sobrancelha.

—Claro. – respondeu ela com um sorriso maroto antes de fazer uma bola com o chiclete.

Sirius a soltou lentamente e ela lhe deu as costas, para ir em direção à cozinha. Ficou a olhando caminhar. O gingado hipnótico de Emmeline era delicioso de olhar. Mal podia esperar para ficar a sós com ela.

A seguiu para a cozinha e Emmeline deu umas batidinhas na porta. Ela a abriu lentamente e entrou.

—Olá. Eu cheguei. – Sirius olhou para a prima e James. Addie estava com os cabelos completamente vermelhos e James parecia uma lástima. – O que é isso ai? – perguntou ela para um livro que a Sra. Potter olhava com Addie.

—É meu book de casamento. Estava aqui olhando com Addie, vai que ela anima com a ideia, não é? – riu a senhora Potter.

—Addie casando? – perguntou Emmeline com um sorrisinho – Estavam transando na posição do cavalo da pata quebrada? Pra seus sogros já virem pensando em casamento? – brincou ela. Addie ficou ainda mais vermelha e James o olhou com uma expressão curiosa. Provavelmente ele não fazia ideia do que era a posição do cavalo da pata quebrada. Como ele também não sabia, apenas deu de ombros.

—Cala a boca, Emmeline. – pediu Addie ficando com os cabelos ainda mais berrantemente vermelhos.

Emmeline fez outra bola com o chiclete.

—Espero não ter chegado muito tarde, senhora Potter. Mas é que eu estava com minha mãe, no hospital.

—Sirius nos contou sobre ela. Como ela está? – perguntou o Sr. Potter, que baixou o jornal para olhar Emmeline.

—Nada bem. – respondeu Emmeline – Mas os médicos falaram que ela melhorou muito, apesar de ainda não poder sair de lá.

—Não seria melhor levá-la para o Mungus, querida? – perguntou a senhora Potter, gentilmente, mas Emmeline encolheu um pouco e perdeu de leve seu jeitinho maroto – Nossos curandeiros são mais confiáveis do que esses trouxas.

—Não temos dinheiro pro Mungus... – murmurou Emmeline – Como minha mãe costumava ser fuzileira, ela tem direito a se tratar gratuitamente no hospital do exército. – ela explicou um pouco sem jeito, se sentando ao lado de Addie.

—Oh... entendo. – murmurou a Senhora Potter olhando significativamente para o marido, que apenas concordou em silêncio.

Sirius se sentou ao lado de James e logo a Sra. Potter serviu o almoço. Comeram sem conversar muito, pois o constrangimento de James e Addie ainda era muito evidente. Logo depois do almoço, a Sra. Potter serviu um pudim de leite e eles comeram até não aguentar mais.

Os quatro adolescentes foram para o quarto de James, conversar e jogar snap explosivo, mas tudo o que Sirius conseguia fazer era pensar em quando teria a chance de ficar sozinho com Emmeline e seduzi-la. Tinha grandes chances agora que ela e o babaca estavam dando um tempo. Os pais de James estavam vigiando para que ele e Addie não ficassem sozinhos e isso acabava atrapalhando suas chances com Emmeline.

—Ei. Por que não vamos dar uma volta? – perguntou ela – Está fazendo um calorão... podíamos ir tomar um sorvete.

—Ótima ideia. – disse James – O que acha, Addie?

—Claro. – respondeu ela e todos olharam para Sirius, que simplesmente concordou sorrindo.

Os quatro avisaram que iriam tomar um sorvete e os Potter apenas deram de ombros. Foram para a praça e compraram, cada um, um sorvete. Emmeline viu um vestido numa loja e olhou para Addie, com um sorriso.

—Olha. Não é lindo? – perguntou Emmeline.

—Sim. Pena que não tenho dinheiro trouxa. – murmurou Addie.

—Eu tenho. – disse James.

—Eu também. Querem dar uma olhada na loja? – perguntou Sirius.

—Mesmo, Six? – riu Emmeline.

—Claro. Por que não? – perguntou Sirius.

Entraram na loja e Emmeline pegou o vestido da vitrine. Addie pegou um outro. Quando Emmeline entrou no provador, para experimentar, Sirius entrou logo atrás dela, depois de olhar para os lados e verificar que ninguém estava olhando.

—Six?

—Emms...

A puxou com desejo e a beijou com urgência. Emmeline simplesmente o enlaçou com os braços, se entregando ao momento. Ela era sempre intensa e sabia apreciar cada momento com ele e isso era uma das coisas que mais gostava nela. Ele sentia muita falta.

—Eu não posso, Six. – ela murmurou. Ele apertou na bunda, e Emmeline gemeu.

—Vocês tão dando um tempo, Emms. Não é traição. – ele falou, e voltou a beijá-la.

Emms o empurrou pelo peito novamente, e o olhou com a boca vermelha, que Sirius achou muito sensual.

—Mas... eu gosto do Jacques. – ela murmurou, e Sirius se curvou para beijá-la no pescoço. – E estamos dando um tempo, mas... – ela gemeu, com ele lhe deu um chupão. – Nós vamos voltar. Eu tenho certeza. – ela falou manhosamente. Ele desceu as mãos e apertou a bunda dela.

—Tem, é? – ele perguntou apertando com força e a puxando para encaixar os quadris nos dela.

—S-sim. – ela gemeu. Sirius apertou novamente e encarou Emmeline completamente lascivo.

—Certeza? – ele perguntou novamente, acariciando sua bunda e a apertando de um jeito gosto.

Emmeline ofegou e olhou Sirius nos olhos. Lembrando do quanto era bom os amassos com ele.

—Não. – ela sussurrou, o olhando nos lábios. Sirius sorriu e a puxou para um beijo cheio de desejo.

Ficaram se beijando por um tempo e logo sentiu a pressão nas calças. Emmeline o deixava completamente fora de si. E Sirius também. Ele sentia tanta falta de beijar Emmeline.

Desabotoou o vestido dela e o retirou com pressa.

—Vamos ver como vai ficar nesse outro vestido. – sussurrou ele. Emmeline sorriu e concordou, marota, esquecendo completamente Jacques Burke. Sirius a puxou mais para si, a beijando no pescoço e empurrando o vestido dela para baixo. A apertou na bunda com força e ela riu baixinho em seu ouvido. Passeou com as mãos pelo quadril dela e logo enfiou os dedos na calcinha dela. Sentiu a garota cravar as unhas em seus braços, com expectativa. Suspirou no pescoço dela, louco de tesão. A queria com tanta vontade que chegava a doer. Queria se aliviar nela. Há anos sonhava com isso. Sentiu a pele lisa e depilada de Emmeline debaixo de seus dedos. Procurou pelo caminho tão sonhado e a tocou carinhosamente ali. Ela gemeu baixinho em seu ouvido e isso o arrepiou inteiro. Voltou a explorá-la, procurando pelo local que ela gostasse mais, por padrões preferidos. Logo lembrou que ela gostava mais que ele introduzisse o dedo nela, do que acariciasse o clitóris. – Abre as minhas calças, Emms... – pediu baixinho no ouvido dela.

Emmeline o arranhou na barriga, de leve, descendo as mãos até sua calça. Quando ela a desabotoou, ele gemeu de alívio, pois estava bastante apertado ali. Os dedos de Emmeline o abraçaram com cuidado e isso lhe roubou outro gemido. Emmeline deu uma risadinha e moveu a mão, lentamente, fazendo com que Sirius se arrepiasse mais uma vez.

—Assim? – perguntou ela travessa.

—Céus, Emms... – murmurou ele tentando se concentrar em satisfazê-la mais um pouco com as mãos. Mas o modo como ela o massageava simplesmente o enlouquecia.

Sentiu a mão livre da garota tocar seu peito e então ela o empurrou com força, contra a parede do provador. Sirius a olhou sem entender. Ela afastou-se dele, com um sorriso divertido e desceu até ficar de joelhos na frente dele. Sentiu um calor, cheio de ansiedade e expectativa. Emmeline o segurou com firmeza o olhando nos olhos com o sorriso mais safado que uma garota poderia dar. Achou que gozaria na cara dela só pelo modo como ela o olhava. Mas Emmeline aproximou o rosto dele e quando os lábios dela o tocaram, ele precisou morder um dedo para não fazer barulho. Ela o beijou na cabeça, de maneira sensual, erótica. E ela o olhava enquanto fazia aquilo, com a sombra de seu sorriso safado ainda em seu rosto.

Ela deu uma risadinha travessa e passeou os dentes por ele. Respirou fundo, temendo que ela o mordesse, mas ela não o fez e aquilo só o excitou ainda mais. A língua quente dela o tocou e o provou longamente, por todo seu pênis. Desde a base até a cabeça. Seus joelhos tremeram de leve, quando ela fez isso. Queria ficar olhando para ela, enquanto ela fazia aquilo, mas seus olhos insistiam em fechar sempre que ela o lambia ou beijava de maneira provocante ou diferente.

Quando Emmeline finalmente o colocou por inteiro na boca, Sirius achou que ficaria louco. Poderia transar com metade da escola, parecia que nunca estaria pronto para Emmeline. Parecia que por mais que estivesse habituado com as farras, ela sempre o surpreenderia ou superaria as expectativas.

Soltou outro gemido baixo, amando o modo lento como ela movia a cabeça. E sempre que ela o olhava nos olhos, com aquele sorriso safado, enquanto o lambia de cima a baixo... céus...

—Emmeline... – sussurrou completamente fora de si – Vem cá.

Ele a deitou no chão e a beijou com urgência. Queria aquela garota para si de qualquer maneira. O chão deveria estar bem frio, pois ela se arrepiou toda e pareceu ficar meio tensa. Mas não ligou. Logo esquentava de novo. A beijou no pescoço, enquanto tirava a calcinha dela.

—Si-Sirius... – murmurou ela, num tom que ele nunca tinha escutado.

—Ah, Emmeline... eu te quero tanto. – sussurrou para ela – Eu sou louco por você, Emmeline. – disse encaixando-se entre as pernas dela.

A olhou nos olhos, sorrindo e estranhou ao notar que ela tinha perdido todo o ar travesso e parecia quase assustada. Provavelmente ela não esperava que ele fizesse aquilo. Gostou de surpreendê-la e então entrou. Primeiro notou que era muito apertado. Muito mais do que imaginou que seria. Emmeline fechou os olhos e fez uma careta de dor. Ele entrou mais um pouco, achando aquilo tudo muito estranho. Sentiu algo diferente lá embaixo, como se tivesse rasgado alguma coisa. Emmeline cravou as unhas nele e soltou um gemido que era claramente de dor.

Confuso, saiu de dentro dela e ela encolheu-se ainda mais. Sirius piscou, sem entender nada e Emmeline abriu os olhos, cheios de água. Ele olhou para baixo e notou que estava sujo de sangue.

—Mas... o que raios...? – murmurou completamente confuso. Virgem? Emmeline é virgem? Perguntou pra si mesmo – Hum... Emmeline... – ele deu uma risadinha nervosa, sem saber como proceder – Há algo que você queira me contar? – Emmeline soltou um suspiro e então o encarou com desafio. Ela o puxou pela nuca e o beijou, mas Sirius levantou a cabeça, sem saber como agir, a olhando no rosto. Mas Emmeline apenas o puxou novamente para um beijo o forçando a se mexer.

HOGWARTS EXPRESS

Olhei para a janela do expresso de Hogwarts e depois Peter e Mary se beijando e dei uma risadinha. Mary parecia tão feliz. Ela me olhou e sorriu.

—Quer chocolate, amiguinha? – ela perguntou, estendendo um bombom na palma da sua mão. – Petelzinho me trouxe alguns.

Aceitei o bombom, e o dividi com Remus, que simplesmente era vidrado em chocolate. Limpei a boca dele que ficou suja e ele riu, mordendo mais um pedaço.

James me olhou de lado e vi o ciúme nos olhos dele. Mas ele apenas continuou jogando snap explosivo com Dimy. James perdeu e Dimy riu.

—Meu irmão ta namorando. – ele contou – Mellaria Vayne. Ele passou a páscoa na casa dela. Ele me disse que transaram no quarto dos pais dela.

Rimos, da careta de Dimy.

—E você e Marlene? – Mary perguntou. Virei-me curiosa.

—Bem... A gente se beijou, mas sei lá eu não gostei muito. – ele respondeu corado. James riu.

—Não foi por causa do Sirius?

—Como assim por causa do Sirius? – Dimy perguntou rápido.

—Não foi porque ela é a garota do Sirius? – James perguntou explicando. Dimitre concordou, levemente corado.

—É por isso também. Mas eu beijei no mesmo dia a Cora Wegman da Corvinal. – ele falou. James assobiou, jogando uma carta.

—Ela é gostosa. – falei. James concordou.

—Não gostei muito. – ele falou tímido. James o olho esquisito e apontou o dedo na cara dele.

—Você beijou duas gostosas e não gostou? Você é gay, é? – ele perguntou. Dimitre abriu a boca em choque, mas foi poupado de responder, quando a porta da cabine se abriu.

Emmeline e Sirius entraram dando risadinhas. Mary olhou os dois chocadas, depois me encarou. Suspirei irritada e cruzei os braços. Emmeline e Sirius se sentaram lado a lado, fazendo Dimy se levantar para sentar ao lado de Remus.

—Oi, meu amor. – Emms beijou Mary na bochecha, depois Rabicho. Sirius logo a puxou e começou a beijá-la no pescoço. James riu, assim como Peter. Dimy desviou o olhar e Remus os olhou com censura.

—Remy! – a porta da cabine se abriu de novo, e Sirius e Emmeline se separaram, afinal não queriam que o affair deles viesse a público. Era a Putacesca. Ela sorriu para Remus e sentou no colo dele. – Eu senti sua falta.

Remus corou, e ela o beijou na boca. Desviei o olhar com uma careta. E cruzei os braços.

—Vou ir comprar mais chocolate. – murmurei, odiando os barulhos de beijo de Remus e Francesca. Sai da cabine dando de cara com Jacques. Ele parecia horrível. Cheio de olheiras e meio pálido.

—Oi, Addie. – ele sorriu tristemente, e me beijou na bochecha. – Com licença. – pediu. Colocando a cabeça para dentro da cabine. Jacques era sempre tão educado. – Emmeline? Emms... podemos conversar? – o escutei falar, observando suas costas. Emmeline falou alguma coisa e aparece na porta, e saiu andando na frente cheia de arrogância. Jacques suspirou e a seguiu cabisbaixo.

Os fiquei espiando, meio escondida. Os dois estavam próximo. Jacques estava visivelmente abalado e triste e Emmeline empinava o nariz. Ele começou a falar bastante, e agarrou as mãos delas as beijando e falando que a amava. Isso pareceu amolecer Emmeline, que o olhou melhor. Ela começou a falar também, e fez uma cara triste. Jacques ficou vermelho e os dois se abraçaram com força. E instantaneamente ele pareceu ficar melhor.

Emmeline o beijou, e Jacques sorriu a beijando de volta, com a maior empolgação que podia fazer.

Depois eles se separaram, e Jacques saiu sorrindo estonteante. Logo depois, Sirius saiu da cabine, passando por mim escondida e andou até Emmeline. Ele sussurrou algo no ouvido dela, e ela sorriu, assentindo e o deixando a guiar para uma cabine vazia. Suspirei irritada.

Emmeline não tinha nem pensando duas vezes. Ela ia quebrar o coração de Jacques Burke.

Notas finais
TeamSix ou TeamJacques? Emmeline é uma piranha ou não? HEUHEUHEUEH ME DIGAM O QUE ACHARAMMM ♥ Ficaram bravos? Querem matar a Emmeline? Ou acham que ela ta certa? heuheuheuheuheuh E o Rabs ta esquecendo a Addie com a Diana Rosier :((((((((( hueheuheuh E A EMMS ERA VIRGEMMMMM?????? COMO ASSIM? PRÉVIAS: 1° - " Emily me deixava segurar o seu braço sem falar nada. A joguei dentro de um boxe e fechei a porta entrando junto. Emily já tinha os olhos abaixados esperando. —Vamos ficar aqui por um tempo. Para despistar. – murmurei, pegando um baseado e ascendo. Emily ergueu o olhar e sorriu. – Para de sorrir, se não eu bato na sua cara. – falei, tragando. Ela sorriu, mas logo parou. —Tudo bem, Chanel." 2° - "-Oh, porra. – ela gemeu, tentando se segurar nas prateleiras, enquanto Nathan metia nela, fazendo-a quicar. – Me fode. Me fode, seu idiota. – ela gemeu alto, enrolando ainda mais as pernas ao redor da cintura dele. —Ei, eu não sou um idiota. – ele parou de se mexer e ela o olhou irritada. – Bem eu sou, na verdade. —Cala boca e me fode! – ela começou a se mexer, o forçando a voltar a meter nela." 3° - "-O professor mandou estudarmos ele. – a garota falou. Ele concordou. – É um livro raro, só tem esse aqui na biblioteca, tive sorte de pegar antes que alguém. Alias, meu nome é Mikayla Blackwood. Mas pode me chamar de Ayla, se quiser. – ela corou. Jason corou de volta. Ela estava flertando com ele? —Ahn, sou Jason Travers. – ele esticou a mão, e ela apertou. —Eu sei. – ela mordeu o lábio. – Então... quer estudar comigo?" 4° - "Severus riu junto de Lily e Dimitre mostrou a língua para os dois. Ela começou a fazer carinho em Dimitre novamente e Severus mais uma vez ficou feliz ao saber o segredinho de Dimy." 5° - "-Cala a boca, vadia. – ela murmurou e colocou a mão a barriga dela, onde ela sabia que tinha um piercing. Ela puxou o piercing o arrancando de seu umbigo e ela gritou de dor abafada pela sua mão. – Não se meta com os sonserinos. - Aleto sentiu o sangue escorrendo pela sua mão, e beliscou a barriga da garota, que choramingou.– Se contar isso para alguém, eu vou arrancar outras coisas de você. – ela sussurrou aproximando o rosto da garota assustada. – Vaca." 6° - "A 1° Ele estava estupidamente apaixonado por Adhara Black. E ela não estava por ele. Então ele tinha que esquecê-la. A 2° o ano estava acabando e ele precisava tirar notas boas para deixar o pai orgulhoso. A 3° ele talvez teria que se casar com Katherine Greengrass, apesar de ela ter andando estranhamente afastada ultimamente. A 4° ele estava se preparando para ser um futuro comensal. Rabastan focava nisso e apenas nisso. E no meio tempo fumava com Theo e se amassava Diana Rosier." 7° - "-Ele é tão lindo. —Ohhhh. – riram Leh e Dido, a beliscando na barriga. Kat riu, afastando as mãos delas. —Eu definitivamente estou apaixonada por ele. – ela contou corada. Evie a olhou de lado e jogou uma carta na cama." 8° - Leh se sentou em seus quadris, e o acordou com reboladinhas. Avery riu, e já puxou a cueca para baixo. Foderam selvagemmente. A mão de Avery tampando com força a boca de Leh, para que ela não geme alto. Leh gozou duas vezes, até que Avery terminou em jatos na sua barriga. Ela se ajoelhou na cama, e Avery deu um tapa forte em sua bunda." 9° - "Ela realmente achava que a garota seria uma ótima substituta. E no passado ajudaria ela com isso. Mas agora ela tinha roubado seu homem sem nem tentar. Evie era a rainha. Ela era Evie Zamora. Evie a odiava profundamente, mas por Adam se sentia obrigada a não fazer coisa alguma." 10° - "-Eu amo você, pra caralho. – ele murmurou. Sorri feliz. – Tipo... você não é só minha namorada. É minha amiga. É uma marota. – ele riu. – Você é a melhor namorada, Adhara. Eu te amo, pra caralho. —Eu também te amo, pra caralho, Jay." FIM DAS PRÉVIAS! EU DEI 10 PRÉVIAS GENTEEEE 10!!! QUERO 15 COMENTÁRIOS PARA POSTAR O PRÓXIMOOOO! E genteee próximo capítulo COMPLETAMENTE sonserinoooooo ehueheuheuheuheuh. Então se querem ele logo 15 COMENTÁRIOOOOS ♥♥♥♥♥ ME CONTEM O QUE ACHARAM DO CAPÍTULO E DAS PRÉVIASSSS ♥ xoxo ~Aurora