When We Were Young
69 Show Me The Way
Notas iniciais
SHOW ME THE WAY
HOGWARTS
1975
5th YEAR
James sorriu maldoso, e Sirius ao seu lado gargalhou.
—O que foi, Snape? Perdeu alguma coisa? — James perguntou, empurrando o rosto de Snape no chão. Depois de um grande duelo, ele tinha conseguido tirar a varinha de Snape.
—O nariz dele é que não foi. — Sirius falou. Os dois gargalharam.
—Fala, Ranhoso, a quanto tempo você não lava esse cabelo? — James perguntou, rindo, ainda segurando o rosto de Snape contra o chão.
—Me..humf...solta.
—O que disse? Não consegui ouvir. — falou James. — Fala mais alto, Seboso.
—Seu filho...humf da puta!
—Uauuuu, alguém está bravinho. — Sirius riu. — Que isso, estamos nos divertindo.
—O que vocês estão fazendo? — Adhara perguntou, cruzando os braços. — Vocês querem ganhar mais uma detenção da Lily? — ela olhou Snape no chão, e pegou a varinha dele, e os livros dele jogados, no chão. — Vamos, deixem ele ir.
—Porque deveríamos? — James perguntou, olhando Snape com nojo. — Acabamos de pegar ele chamando uma menina do terceiro ano, de sangue ruim. Esse escroto.
—Solta ele, James. — Addie pediu novamente, evitando olhar Snape no chão. James não se mexeu. — Sirius. O que acha que Dimitre vai dizer sobre isso?
Sirius a olhou receoso.
—Me solta. — Snape murmurou.
—Ele é um babaca. — James falou.
—Você também. — Addie rebateu.
—Me solta. — Snape repetiu.
—Porque você se importa? – James indagou.
—Porque sim, oras.
—Me.Solta. — Snape murmurou mais uma vez.
—James, deixe ele em paz…
—ME SOLTA! — Snape gritou, conseguindo, chutar James que caiu para trás, ele se levantou sem ver e com tudo ergueu a mão tentando socar a cara de Sirius, que desviou a tempo. Mas ele acertou outra coisa.
Eles escutaram um grito, e Snape ofegante olhou para frente. Addie tinha caído no chão com o nariz sangrando, ela olhou para Snape, que a encarou chocado, ele olhou para mão que tinha se machucado ao socar o rosto da garota.
—Addie… Eu…
—QUE PORRA QUE VOCÊ FEZ, RANHOSO? — Sirius berrou, se jogando para frente e derrubando Snape. Ele caiu em cima do garoto e começou a socar seu rosto. Snape tentava se defender da fúria de Sirius.
James se sentou no chão, ao lado de Addie e a olhou, mas ela o empurrou.
—Sirius! PARA! — Addie berrou, sentindo sangue escorrer do seu nariz. Ela se levantou e empurrou Sirius, o tirando de cima de Snape.
—Parar? Olha o que ele fez com você…
—Olha o que você fez comigo! Isso é culpa sua e de James! — ela falou. — Deixe Snape em paz! — Addie chutou os livros de Snape para ele, que pegou sua varinha e saiu correndo sem olhar para trás.
Addie os olhou irritada, e Sirius abriu a boca para falar com ela.
—Não fale comigo. — ela falou, com os cabelos vermelhos. — Eu vou para enfermaria. E vocês é melhorem rezar para que meu nariz não fique defeituoso.
Ela saiu, sem olhar para trás, e James viu um livro que Snape tinha esquecido. Era o livro de poções. James pegou e guardou nas vestes.
—Vamos atrás dela.– James murmurou.
—Nós vamos morrer.
—Eu sei. Jovens cavalheiros como nós morrem cedo.
ஐ
—Idiotas. — Remus falou.
—Sabemos disso. — Sirius resmungou.
—Palermas. Imbecis. — Remus continuou. — Seus mentecaptos obtusos!
—Nós sabe… ‘pera o que? — James perguntou confuso.
—Parvos! Parvos!
—Eu poderia me sentir ofendido, mas eu não sei do que está nos xingando. — Sirius falou e James concordou.
—Babacas! — Remus acusou.
—Ahhhhh, sim, desculpe. — Sirius falou dando de ombros.
—Addie deveria fazer vocês virarem pó! — Remus falou, entrando na enfermaria, onde Addie estava recebendo cuidados.
Peter que estava ao lado de Remus, olhou os dois amigos, e cruzou os braços desapontado.
—Vocês estavam zoando com o Seboso, sem mim? — ele perguntou desacreditado.
—Desculpe, Rabicho. Essa vontade é maior do que nós. — James falou. -Só de ver aquele cabelo escorrido, eu já…
—VOCÊS, IDIOTAS!
—Tiraram o dia para nos chamar de idiotas. — Sirius murmurou, enquanto ele e James se viravam para Lily Evans que andava furiosa até eles. — E aí, Evans?
—E ai? Eu digo o que é “e aì” é a detenção que vocês vão receber! — Lily falou. — Sexta-feira. Não ligo se tem uma droga de treino de quadribol. Agredir um aluno é intolerável.
—Eiii, ele que agrediu a Addie. — James se defendeu.
—Cala a boca, Potter. Você é o ser mais nojento, viril e sem escrúpulos que eu já conheci! — Lily apontou o dedo para ele. Sirius riu, e ela se virou para ele. O olhos verdes brilhando raivosos. -E você não é melhor do que ele. — Lily se virou e saiu indo embora.
—Isso significa que você não vai pra Hogsmeade comigo, docinho? — James berrou. Lily nem olhou para trás.
—Docinho? Vergonha de você. — Sirius falou.
—Eu achei brilhante. – Peter disse.
—Obrigado, Peter. — James falou, mostrando a língua para Sirius. – Okay. Vamos entrar.
—Para nossa morte e dolorosa. — Sirius murmurou.
Eles entraram na enfermaria, e viram todas as Chanels da Addie em volta da cama, falando sem parar, e esperaram elas se virarem os atacando, mas nenhuma delas fez isso. Viram Addie sentada na maca, com o nariz roxo, mas no lugar.
—Não tantas visitas de uma vez. — Madame Pomfrey reclamou.
—Podem ir Chanels. — Addie disse. As Chanels sairam aos poucos, ficando só Emmeline, Emily e Frank.
—Você não contou para elas? — Sirius perguntou.
—Contou o que? — Emmeline quis saber. — Que Addie tropeçou em um livro e caiu de cara no chão? Eu queria ter visto isso. — Emms riu. Addie bufou, e pegou um espelho olhando o nariz.
—Frank, puxa o meu saco.
—Você continua maravilhosa, mesmo com o nariz roxo. Nunca vi nariz roxo tão sexy quanto esse. — Frank riu.
—Okay, me sinto melhor. — Addie sorriu.
—Eu tenho que ir. — Frank falou, e deu um beijo na bochecha de Addie.
—Onde? Você tem andado sumido Frank. — Emmeline falou.
—Logo vocês vão saber porque. Tenho que resolver umas coisas.– Frank respondeu com um sorriso, e saiu da Enfermaria.
—Meninas, vocês podem ir buscar Adam para mim? — Addie perguntou. Emms e Emily falaram que sim, e saíram juntas. Addie se virou para os amigos. — Eu não contei, porque eu sou uma ótima amiga, e todo mundo ia odiar vocês, e o Sev também. Então como eu sou uma ótima amiga, você vão fazer tudo que eu quiser, por uma semana inteira. Começando com meu dever de Transfiguração. E eu quero bem feito, entenderam?
—Sim, Addie. — Sirius e James responderam. Remus riu.
—Patifes! — ele falou.
—Horário de visitas acabou, meninos. — Madame Pomfrey falou. — E Srta. Black, se não estiver se sentindo tonta, pode ir também.
—Acho que vou ficar, obrigada Madame Pomfrey. — Addie respondeu.
—Está se sentindo tonta? — Peter perguntou, quando Madame Pomfrey entrou para a sua sala.
—Não, só não quero sair por ai, com esse nariz horrivel. — Addie falou, se deitando na maca. — Vejo vocês depois, idiotas. E você também Remy.
—Ei, porque sou idiota? — Peter perguntou.
—Porque eu disse que é. Agora vão.
Addie observou os amigos irem embora, e deitou a cabeça no travesseiro.
—O que aconteceu com você?
Addie quase gritou, ao olhar a cama ao lado, que antes tinha cortinas em volta, agora estava aberta. Rabastan a olhou curioso. O braço esquerdo estava enfaixado, e a bochecha tinha uma marca de batom vermelha.
—O que aconteceu com você? — Addie perguntou.
—Acidente de quadribol. — Rabastan respondeu.
—Acidente de corredor. — Addie falou, e Rabastan riu. — O quão ruim está? — ela perguntou, tocando o nariz de leve.
—Pior do que imagina. — ele disse. Addie o olhou horrorizada. — Estou brincando. Não estão tão ruim.
Addie suspirou aliviada, e observou Rabastan. Se lembrou do dia em que eles se beijaram naquela mesma maca, depois dela ter se afogado.
—Você se lembra…
Os dois começaram ao mesmo tempo e riram.
—Quando você se afogou? — Rabastan perguntou. Addie assentiu. — Eu fiquei desesperado. Estava me apaixonando por você e nem percebia.
Addie sorriu.
—Eu sei nadar agora. — Addie disse. — Adam me ensinou.
—Ele sabe que você tá aqui?
—Não ainda. — Addie suspirou. — Eu gosto muito dele, Rabs.
—Eu sei.
—E você gosta muito de Kat?
—Um pouco. — ele respondeu. Addie ergueu uma sobrancelha. — Não.
—Essa marca de batom é dela? — Addie perguntou. Rabastan limpou a marca da bochecha.
—Sim. Nós voltamos.
Eles ficaram quietos por um tempo. E a cabeça de Addie ficou cheia de pensamentos, que não paravam de vir, a enchendo de dúvidas e questionamentos.
—Posso te contar um segredo? — Addie indagou, olhando para frente. Sentindo a garganta entalada.
—Claro, Addie. — Rabastan respondeu surpreso.
—Eu estou assutada. — ela falou, de uma vez e suspirou aliviada. — Não gosto de me sentir assim, mas… droga, eu estou assutada. – Addie confessou, com os olhos cerrados, odiando se sentir fraca, mesmo que só um pouco. — Aquele dia no Salão Comunal da Sonserina, eu vi o ódio no olhar daquelas pessoas. E me assusta que você vai se tornar igual. E que um dia nós vamos ter que lutar por aquilo que acreditamos, e vamos morrer. — Addie murmurou, o olhando acusadora.– Eu não quero lutar com você, Rabastan.
—Eu também não quero lutar com você, Addie. — Rabastan murmurou, aborrecido, quase com raiva. — Eu penso nisso, o tempo inteiro. Nas pessoas que… eu vou ter que matar pela causa. E eu não quero isso, mas… é uma sensação estranha, sabe?
—Sei, eu entendo sobre sensações estranhas.
Ficaram em silêncio mais uma vez e Addie o olhou com um sorrisinho, se sentindo um pouco aliviada, por poder conversar sobre isso com alguém.
—Um dia podemos estar assim novamente. Juntos e machucados, mas um estará com a varinha jogada no chão e o outro com a varinha em riste. E para um de nós a guerra vai acabar, porque só os mortos conhecem o fim da guerra.
ஐ
—Aqueles babacas! Filhos da puta! — Severus berrou nervoso, passando as mãos no cabelo.
Jacques o olhou com uma careta. Theo e Amico gargalharam, e Aleto, não prestou atenção, olhando Jacques.
—Okay. Explique. — Jacques falou.
—Eles vieram me importunar de novo. Aqueles babacas, e ai eu…
—Você…?
—Eu soquei Adhara no rosto. — Severus sussurrou.
—O que? — Jacques berrou. Theo gargalhou.
—Eu queria ter visto isso.
—Não é engraçado. — Jacques censurou Theo. — Porque?
—Foi sem querer… foi culpa daqueles escrotos.
—Ah, eu queria ter visto aquela vadia com o rosto cheio de sangue. — Theo comentou. Jacques revirou os olhos.
—Você pode ser expulso. — Jacques falou para Severus.
—Eu sei.
—E quando você socou ela, ela se levantou e te deu um cruzado de direta? — Amico perguntou, apontando para o rosto de Severus. O lábio cortado, e o olho roxo. — Foi super maneiro quando ela socou a cara do Theo no Salão Principal.
—Aquela garota tem um punho muito forte, tá legal? — Theo se defendeu, massageando o queixo, que uma vez Adhara tinha socado com força.
—Não, foi o Black. — Severus murmurou. – Eu odeio eles! — ele berrou.
Rabastan riu, entrando no dormitório. O braço estava enfaixado ainda.
—Quem você odeia? — ele perguntou.
—Adivinha só: Sev socou a cara da Black! — Theo contou entusiasmado. Rabastan olhou Severus chocado.
—Você o que?
—Foi um acidente! — Severus murmurou. Ele contou para Rabastan o que tinha acontecido.
—Potter e Black são babacas. — Rabastan murmurou.
—Eu quero me vingar! — Severus falou. — Aqueles babacas vão ter o que merecem.
Todos sorriram cruelmente, gostando da ideia. Eles sorriram e olharam para Aleto, que era ótima em vinganças. Jacques olhou os amigos, e viu o olhar sádico deles.
—O que vocês vão fazer?
—Ensinar uma lição para aqueles grifinórios nojento. — Aleto riu.
ஐ
—A Black está fora da vingança, como o combinado. — Aleto murmurou, anotando algo em um pergaminho. Os meninos a olharam com atenção. — Mas Lupin e Pettigrew estão dentro.
—Lupin é okay. — Jacques falou, não gostando da ideia.
—É, Jacques está certo.
—Escutem, vocês querem se vingar ou não? — Aleto perguntou. — Lupin sabia que Emmeline te traia com o Black.
Jacques crispou os lábios e deu de ombros.
—Ótimo. — Aleto sorriu. — Pettigrew está por conta…
—Eu não vou participar. — Jacques a interrompeu. — Digo, não vou atrapalhar vocês, mas não quero participar disso.
—Bebezão. — Amico debochou, enquanto Aletro riscava algo do pergaminho.
— Pettigrew está por conta de Amico. — Aleto falou. Amico assentiu. — Lupin está por conta…
—Minha. — Theo pediu. — Aquele nerdzinho quer o meu grifo. Isso não vai ficar barato. — ele disse. Amico riu, olhando Rabastan de lado, que revirou os olhos, engolindo em seco.
—Okay. Black está por conta de Rabastan e Potter por conta do Sev. — ela continuou. — Agora o que vocês vão fazer é…
Amico você vai seduzir uma grifinória, para que você consiga entrar no Salão Comunal deles.
—Hey. — Amico sorriu para a garota. Phoebe Robins. A garota sorriu de volta, mexendo no cabelo. — Novo corte de cabelo? Está bonita.
—Você percebeu? — ela perguntou com um sorriso.
—É, claro, não tem como notar. Está definitivamente bonita. — Amico falou charmoso, mas por dentro achando a garota magra de mais para ser gostosa.
—Qual seu nome mesmo?
—Amico. Mas você pode me chamar do que quiser.
Quando estiver dentro, e depois de foder a garota até os miolos dela saírem pelas orelhas, você vai procurar o dormitório do Pettigrew. E lembre-se: Não seja visto.
Amico olhou a garota pelada, depois que a fodeu, e pegou a capa da grifinória dela, se enrolando todo, e saindo do dormitório feminino. Ele desceu as escadas correndo, e olhou para o Salão Comunal. Tinha algumas pessoas, então discretamente, subiu para o dormitório masculino. Procurou a porta com o nome do Pettigrew e entrou devagar, tinha ninguém dentro, apenas alguém dentro do banheiro, tomando um banho.
Amico achou a cama de Pettigrew, e abriu o malão dele.
Amico sorriu.
Depois que abrir o malão, você já sabe o que fazer.
Os marotos estavam indo para o almoço, e entraram no Salão Principal. Se sentaram a mesa da grifinória como sempre.
Então aconteceu.
Ouve uma explosão e todo mundo gritou, então do teto, começaram a cair várias cuecas. Algumas normais, mas a maioria de patinhos, ou hipogrifos.
Peter olhou horrorizado.
—Minhas cuecas! — ele berrou. Todos começaram a rir, apontando para ele enquanto Peter corria desesperado para tentar pegar suas cuecas, que caiam por todo Salão Comunal. As garotas riam, vendo as cuecas infantis de Peter.
Os amigos, se levantaram para ajudar. Mas Peter, olhou para o lugar onde Professor Dumbledore sentava, e lá flutuando estava o cobertor que Mary tinha feito para ele. E estava escrito “Cuidado. Pegou Pettigrew, morreu.”
Theo. O que você vai fazer é o seguinte…
—Hey, Lupin. — Theo chamou. Remus virou o pescoço, e desacelerou o ritmo, olhando Theo desconfiado. Theo chegou perto dele e sorriu. – E aí?
—O que você quer?
Você vai fingir que quer falar com ele sobre Emily Valentine. Que quer saber se ele acha que você tem chances com ela.
—Tipo… Como a Emily tá? — Theo perguntou. — Eu poderia perguntar para Adhara, mas não acho que ela gostaria de falar comigo. E você é um cara legal.
Remus o olhou, ainda desconfiado. Mas Theo deu seu melhor sorriso. Remus então falou, que Emily parecia estar bem, que não chorava ou coisa assim. E Theo fingia que escutava, mas estava distraído pensando no plano, e nas coxas de Emily.
—Você está ouvindo? — Remus perguntou, cruzando os braços.
—É, claro, Lupin. Bem, até mais.
E quando ele virar as costas, você o estupora. E eu sei, o que está pensando Theo, “Porque não o estuporar de uma vez”, eu só achei que iria querer saber sobre a ridícula da Valentine.
Theo apontou a varinha, e estuporou Remus. O menino caiu no chão, e Theo correu, colocando um saco de pano preto na cabeça dele e o arrastando até um armário de vassouras. Theo fechou a porta, e se virou, e tirou as calças de Remus.
Depois de tirar as roupas dele, cole o papel nas costas dele, e o leve para o Salão Principal. E lembre-se: Não seja pego.
Remus respirou ofegante pelo pano preto. Ele sentia frio, e duas mãos segurando seus braços e o empurrando depressa, quase correndo. Percebeu que seus pulsos estava presos um ao outro. Quando Remus pensou em falar alguma coisa, o saco preto foi tirado do seu rosto, e ele foi empurrado para frente com tudo.
Remus abriu os olhos, e se virou para trás, mas quem quer que tenha sido tinha ido embora. Então, Remus se virou para frente com horror. Estava no Salão Principal, apenas de cuecas, com todo mundo o olhando. Remus começou a ofegar, e todo mundo começou a gritar e rir.
—Remus. — ele se virou, e Addie andava até ele correndo. Mas Remus se sentiu em pânico. Olhou seu corpo magrelo e cheio de cicatrizes, e se virou saindo correndo. Por algum motivo, todos riram mais ainda, e começaram a gritar “Virgem”.
Remus não sabia que tinha um papel colado em suas costas escrito “Virjão”.
Rabastan. O seu é que tem mais perigo de ser exposto, então você tem que começar o boato de dentro, e culpar outra pessoa.
—Hey, Diana. — Rabastan sorriu para a garota, sentindo falta dos amassos com ela.
—Uau, lembrou que eu existo? — a garota rebateu. — O que quer?
—Só queria conversar. — Rabastan riu.
—Você terminou com Kat, e de repente quer conversar comigo? Conta outra, Rabastan. — a loira falou. Rabastan riu, assim como algumas pessoas que estavam pelo Salão Comunal.
—É sério.
—E sobre o que você quer conversar? — ela perguntou, revirando os olhos.
—Mirtha está bem?
—Como assim? É sobre os furúnculos, porque…
—Não. É que Cindy, contou para Jacques sobre o bebê…
—Que bebê? — Diana berrou, chamando atenção de todo mundo.
—O bebê da Mirtha. — Rabastan falou simplesmente. Todos cochicharam, e Diana abriu a boca chocada.
—O que?
—Cindy disse que Mirtha está desesperada, porque ela está carregando um bebê. Um bebê com furúnculos.
—Mas… de quem?
—Sirius Black.
Depois que você soltar o boato para Diana, espere ver como vai espalhar. O boato tem que se espalhar por todo escola, para ter mais efeito. Theo vai estar ocupando Mirtha Flint, então vai dar tempo de ter caos até ela desmentir. Então converse com Adhara Black.
—Hey, Addie. — ele chamou. Addie se virou para ele com um sorriso.
—Hey, Rabs. Tudo bem?
—Sim, só queria te dar parabéns. — Rabastan falou.
Faça Adhara contar para Black.
—Porque? — Addie riu.
—Você se livrou do seu casamento com Sirius. — Rabastan deu de ombros, como se fosse anda. Addie franziu a testa em confusão.
—Como assim?
—Ué, não ouviu? Mirtha Flint está grávida de Sirius. Eles vão ter um bebê cheio de furúnculos e vão ter que se casar.
Addie o olhou chocada.
Adhara vai cuidar do resto. Que é fazer a informação chegar ao alvo. Nós já demos furúnculos para ele, agora o desespero.
Adhara estava gritando com Sirius no meio do Salão Principal. O garoto tentava entender, enquanto Adhara batia nele com força.
—O que? Porque? — Sirius tentava desviar de Adhara.
—Ela tá grávida! Ta grávida! — Adhara berrou. — Seu idiota!
—O que? Quem tá grávida? Que porra ‘cê tá falando? — Sirius perguntou.
—Mirtha Flint está grávida de você! — Adhara berrou, e toda Hogwarts ficou quieta os olhando. — Vocês vão ter um bebê cheio de furúnculos e vão ter que casar!
Sirius a olhou chocada. James que bebia suco de abóbora espirrou tudo pela boca. Remus parou com o garfo no ar, e a comida caiu na mesa. Peter parou de comer bolinhos e de boca cheia encarou Sirius. Emmeline arregalou os olhos, chocada.
—O que? — Sirius perguntou sentindo que ia morrer.
—Eu te disse que transar com ela era enrascada! — James falou. — Ela te passou furúnculos! E agora um bebê!
Sirius começou a ofegar, sentindo o pinto coçar, por causa dos furúnculos. Ele se levantou, e procurou por Mirtha Flint, mas ela não estava em nenhum lugar.
—Porra. Caralho. Porra. Caralho. Merda! PUTA QUE PARIU. — ele berrou. Ele tinha acabado de comer rosquinhas com Peter, e as sentiu revirarem na barriga. Ele sem se aguentar, se curvou, e vomitou, conçado o pinto sem parar. Quando ele parou, se sentou no chão. — Eu vou morrer. Eu vou me matar. Isso mesmo! Meu Merlim, eu vou morrer!
Sirius começou a ter um ataque de pânico no chão, e Addie se ajoelhou ao lado dele e viu a Professora Minerva andar em passos duros até Sirius.
—Sr. Black, me acompanhe. — ela pediu. Sirius olhou os amigos chocados, e saiu atrás da Professora Minerva. Ela o levou para a Sala do Diretor, onde Mirtha Flint estava sentada de braços cruzados, irritada.
Sirius se sentou ao lado dela.
—Eu vou ser pai? — ele perguntou, sentindo a boca seca, e seus poros transpirarem.
—Sim, e vamos ter que nós casar. — Mirtha falou, séria. — Claro que não, idiota! — ela debochou. — Aquela vadia da Cindy espalhou esse boato ridícula, porque descobriu que a gente transou.
Sirius sentiu o coração parar e ele suspirou aliviado.
—Então, porque eu estou aqui?
—Sr. Black. — Dumbledore falou. — Creio que um caso sério de furúnculos está se espalhando pela escola, você e Srta.Flint terão que ficar de quarentena na enfermaria, até estarem curados.
—E quanto tempo vai ser?
—Uma semana. Sem contado com outras pessoas.
—Uma semana sem sexo? — Sirius perguntou, coçando o pinto por cima da calça.
—Melhor do que ser pai, não acha? — Professora Minerva perguntou, irritada.
Siruis engoliu em seco, e olhou para o pinto.
—Acho que os furúnculos estão explodindo.
Severus, você ficou com o mais difícil. O líder. Potter está sempre pelos corredores mexendo com alguém, então ele está sempre atento. Você deve ser aproximar com cuidado.
Snape andou pelos corredores, e acho Potter roubando caramelos de uns alunos do segundo ano. Ele arrumou a capa, e observou as crianças saírem resmungando, e Potter rindo e comendo os caramelos. Snape andou atrás de Potter.
Você tem ser muito cauteloso. Ele não pode ver você.
Snape o seguiu até que estivessem em um corredor vazio. James parou.
—Então, quem está me seguindo? — ele falou, se virando, começando a puxar a varinha.
Snape arregalou os olhos, e o estuporou rápido demais, antes de Potter pudesse vê-lo. Potter caiu duro no chão e Snape suspirou aliviado, e foi até ele o puxando pelo braço.
Você vai ter que escondê-lo em uma armário de vassoura, e esperar até anoitecer, para que possa o levar para o campo de quadribol, sem testemunhas.
Depois que acabou o jantar, Snape correu até o armário de vassoura onde tinha escondido Potter. Ele o fez flutuar, e foi com ele para o campo de quaribol.
Snape parou quando chegou ao depósito de vassouras. Ele arrombou a porta, e pegou uma, e foi com Potter, até o aro de meio, que era o mais alto de todos. Severus olhou para cima.
Você vai ter que esquecer que não tem habilidade nenhuma em voar, e vai ter que o levá-lo até lá em cima. E rápido, para voltar para o Salão Comunal, antes do toque de recolher. E para o plano, vocês sabe os feitiços.
Snape apontou a varinha para o rosto adormecido do grifinório e murmurou o encantamento. Ele sorriu ao ver os cabelos de Potter e com um feitiço tirou as roupas dele. Então subiu em cima da vassoura e o ajeitou, com nojo do quão perto estavam.
Snape voou até o aro mais alto. Até onde a goles tinha que entrar, ele tirou a varinha do bolso.
—Levicorpus. — Snape falou. Ele sorriu, e Potter flutuou e virou de ponta cabeça. Snape pegou a corda das vestes, e o amarrou de ponta cabeça no aro. Depois jogou um feitiço para os nós ficarem mais fortes.
Saia de lá e não seja visto por ninguém. Espere até o próximo dia.
James abriu os olhos, assustado. Uma claridade bateu em seus olhos, e ele fechou os olhos com força. Ele respirou ofegante, e abriu os olhos mais uma vez.
Ele escutou risadas, mas não via nada, então ficou tentando se soltar, mas estava preso. Olhando para baixo, viu as pessoas apontando e rindo, os professores vindo correndo de Hogwarts. Suspirando, olhou para cima, vendo seu pinto pelado e encolhido.
James ficou nos aros por mais um tempo, ouvindo mais pessoas chegarem para verem o que aconteceu, até que os professores derem um jeito de o descer. Quando James chegou no chão, era possível que a escola toda já estava lá.
—Que pinto pequeno, Potter. — alguém berrou.
—O pinto dele está escondido nas bolas, ele tem um pintão, ta? — Peter berrou. Todos gargalharam e Remus o encarou.
—Você sabe o que disse agora?
Os professores levaram James para a enfermaria, e os amigos dele correram atrás. Enquanto a Madame Pomfrey checava James, ele olhou Sirius, que estava na enfermaria em quarenta, por causa dos furúnculos.
—Meu pinto não é pequeno. — James falou. — O sol moeu minhas bolas, e o pinto entrou pra dentro.
—Você foi encontrado pelado, nos aros de quadribol, com o cabelo verde…
—O que? Meu cabelo tá verde? — James berrou.
—...isso é fim de carreira, Potter.
Quando Madame Pomfrey acabou, Remus e Peter entraram para ver James. Peter tinha comprado toda uma nova linha de cuecas. E Remus estava vestido da cabeça aos pés, blusa de manga longa, gola alta, luvas. Sirius estava pensando seriamente em não fazer mais sexo na vida.
—O que aconteceu conosco? — James perguntou, com a mão no peito – Alguém está tentando acabar com nosso legado.
—Nós fomos humilhados, mas isso nos fez ainda mais populares. — Sirius murmurou. — Isso deu terrivelmente certo e incrivelmente errado.
Depois de tudo isso, parabéns meninos, vocês cumpriram o plano. Agora é minha vez.
Aleto, o que você vai fazer?
Esperem para ver.
Aleto sorriu, vendo Emmeline, entrar no Salão Principal, e se sentar com os amigos. Potter e Black já tinha saído da enfermaria, e estavam novamente andando pelos corredores. Lupin ainda estava traumatizado, e tinha um rumor que Pettigrew disse que ninguém nunca mais veria uma cueca dele se quer.
Mas o alvo de Aleto estava ali, sorrindo e achando que estava tudo bem, que nada aconteceria. Então, Aleto puxou a varinha, e discretamente apontou para a mesa da Grifinória. Seu irmão a olhou com um sorriso, e cutucou os amigos, para que todos vissem o que iria acontecer me seguida. Aleto apontou a varinha e sussurrou:
—Sickstick. — o encantamento saiu pela sua varinha e atingiu seu alvo. Rapidamente Aleto guardou a varinha e observou, para ver se seu feitiço funcionava.
Emmeline Vance, colocou a mão na barriga, se sentindo mal. Ela se levantou.
—O que você fez? — Jacques peguntou.
—O feitiço do enjoo. É feito para causar espontânea dor de barriga, vômito e diarreia. – Aleto murmurou com um sorriso.
Emmeline Vance vomitou um jato verde com tudo para frente. Atingiu Addie e Frank, que gritaram. Emmeline saiu da mesa, vomitando no chão. As pessoas começaram a gritar.
—AI MEU MERLIM! — Addie gritou, com vômito sobre o rosto. — EMMELINE!
Emmeline vomitou mais um jato para frente, antes de sair correndo do Salão Principal, fazendo um rastro de vômito atrás dela.
—Ela tá indo cagar! — alguém berrou.
Aleto gargalhou com os amigos.
—Missão Comprida, meninos.
Fale com o autor