When We Were Young
70 The Thoughts of Frank Longbottom
Notas iniciais

THE THOUGHTS OF FRANK
HOGWARTS
1975
5th YEAR
—Alice, eu estou pronto... — Frank falou, concentrado. Então ele fez uma careta. — Não assim não… Alice, eu te amo. Não! Muito desesperado… Alice… vamos… Alice. Merda!
—Com que você tá falando?
Frank deu um berro, e se virou. Uma menina o olhava, com uma sobrancelha arqueada. Ela tinha cabelos morenos e bem curtinhos quase no queixo, jogados para o lado. Seus olhos eram escuros e curiosos, e ela o encarava de cima abaixo.
—Você quase me fez borrar as calças. — Frank falou.
—Desculpe. — a garota disse, o olhando com divertimento.
—Tudo bem, eu achei que tava sozinho.
—Então, estava falando sozinho? — ela perguntou. Frank abriu a boca, e fechou.
—Não. – mentiu.
—Você sabe quem tá dando essa festa? — ela perguntou, apontando para a porta da sala vazia do sétimo andar, de onde saia o som de uma música agitada.
—Não tenho ideia. E você?
—Não… eu só vim com essas amigas… bem, não amigas, elas são provavelmente prostitutas, ou só meio vagabundas.
Frank riu, gostando da garota.
—Provavelmente, é da Zamora. Ela sempre da festas, para manter a popularidade no teto. — Frank falou. A garota deu de ombros. — Então, porque resolveu vir?
Eles viram Yuri Petrovich e Mellaria Vayne saírem aos beijos da festa, entrando em um armário de vassouras em seguida. A garota fez uma careta, e se virou para Frank.
—Me divertir um pouco, mas eu não to procurando um namorado nem nada, eu tenho um. Bem, eu tenho um cara.
—Quem?
—Porque?
—Talvez eu conheça. — Frank murmurou.
—Não, ele é mais velho. — ela respondeu. Os dois ficaram quietos, e um garoto saiu da festa vomitando na parede. — Porque não está lá dentro? Dando em cima de uma quartanista sem autoestima, como todo cara faz?
—Eu já to interessado em alguém.
—Qual o nome dela?
—Alice. — Frank respondeu. — E qual é o seu nome?
—Hellena. — ela respondeu. — Hellena Halfman.
—Eu sou…
—Frank Longbottom. — ela o cortou. — Eu sei. Você é popular. — ela riu.
Frank riu.
—Que ano?
—Quarto. — ela respondeu.
—Ah sim, claro.
—Porque? Não sou madura suficiente para você? — ela cruzou os braços, se encostando na parede.
—Não, é que… você não tem aquele olhar desesperado, que sabe que em alguns meses ira ter que fazer uma das provas que alterara todo seu futuro. — ele respondeu.
—Você tem esse olhar. — Hellena observou.
—Eu sei. Os NOMs me assustam.
—Então, essa Alice, é a que trepava com o Mulciber? — ela perguntou. Frank fez uma careta.
—Trepava, no passado.
—Eu sei que é no passado, sou do quarto ano, não uma idiota. — Hellena rebateu revirando os olhos. Ela escorregou pela parede, se sentando no chão. — E você já tentou ficar com ela? Realmente, tentou?
—Nós estávamos meio juntos, até que ela disse que eu estava a enrolando de novo e a gente meio que terminou nosso não-namoro. – Frank suspirou. — E agora ela está na festa, provavelmente se pegando com Jace Meyer.
—Minha amiga já trepou com Jace Meyer. Ele é tão gostoso. — Hellena falou, apertando a mão contra o peito.
—O- O que? Porque?
—Eu só to dizendo que se ela ta trepando com o Meyer, não tenha tantas esperanças de tê-la de volta.
—Eu não to. — Frank murmurou. — Eu não to com esperanças. É por isso que estou aqui.
—Está se escondendo? — Hellene falou, fazendo uma careta de pena.
—Não.
—Fugindo?
—O que? Não! Fugindo? — Frank falou, confuso, começando a andar em círculos. — Eu só não podia ficar lá vendo a garota que eu realmente amo, flertando com um cara.
—Quer chiclete baba-bruxa? — Hellena perguntou. Frank assentiu, e foi até ela, que lhe entregava o chiclete. Frank o pegou, e percebeu uma cicatriz estranha no ante braço dela. Hellena percebeu, e puxou o braço, se levantando em seguida.
—Eu deveria entrar, sabe? Tentar socializar um pouco.
—Ah, sim claro. — ele proferiu. Hellena lhe deu um sorrisinho, e se virou para entrar de volta para festa. — Espera! — Frank chamou. — Ahn, acha que tem algo que eu possa dizer para a Alice? Algo que a faça se apaixonar de volta?
—O que você tem em mente? — Hellena indagou.
—Okay. Ahn...Alice, as vezes eu penso que com a guerra que está vindo, estamos perdidos, mas então eu vejo você do outro lado do corredor. E o modo como põe o cabelo atrás da orelha. Você me vê e então sorri. E isso faz todo o barulho da guerra cessar, e eu só posso escutar você falando meu nome. — Frank proferiu. Ele olhou Hellena, que estava com a boca meio aberta, e a testa franzida. — Ai, meu Merlin! Que vergonha… eu ia dizer isso para ela, eu ia!
—Okay, calma. — Hellena falou, enquanto Frank se sentava no chão perdido. — Frank, ela não liga para a guerra, para o modo como ela coloca o cabelo atrás da orelha, ou para o barulho. Isso não importa. Ela não quer nada disso. O que ela quer… é se sentir menos assutada do que já está. Ela quer um cara que esteja menos apavorado do que ela. Ou só um que não esteja mais apavorado que ela. Então, se você puder ser esse cara, ótimo, mas se não puder, não será o cara dela. — Hellena se sentou, de volta encostada na parede.
—Eu nunca vou ser o cara dela, não é?
—Com essa atitude não, meu amigo. — ela falou. — Não.
Frank viu Addie e Adam saindo da festa. Addie estava jogada por cima do ombro de Adam, os dois rindo muito, parecendo meio bêbados.
—Frank! — Addie sorriu, ela olhou Hellena. — E garota que eu não faço a mínima ideia de quem seja! Hey!
—Hey. — Frank e Hellena falaram junto.
—Se divertindo, minha diva? — Frank perguntou. Addie gargalhou, mordendo as costas de Adam como resposta.
—Porque estão aqui fora? — Addie perguntou, com a voz meio enrolada, ainda sobre o ombro de Adam. — Deveriam estar lá dentro curtindo a festa da Ava Fawley!
—Uhhh. — Frank murmurou, olhando Hellena.
—Isso é surpreendente. — ela murmurou.
—Do que vocês estão falando? — Adide perguntou. — Quer saber? Não importa, vou fazer um tchaca-tchaca-na-butchaca agora.
Adam saiu correndo e Addie gargalhou gritando.
— Tchaca-tchaca-na-butchaca? — Hellena riu. Frank também riu, e se levantou, para se sentar ao lado da garota, encostando na parede.
—Você devia provavelmente entrar, não é? — Frank perguntou. — Se quiser socializar…
—Você pediu minha opinião. — Hellena o cortou.
—Eu só ia dizer que se quiser socializar, pode socializar comigo. — Frank murmurou. Hellena sorriu, e acenou com a cabeça, concordando. Eles ficaram em silêncio, e prestaram atenção na música que vinha da sala.
—Essa música é demais. — Hellena murmurou, encostando a cabeça na parede e olhando Frank.
—É essa música é demais. — Frank a olhou também.
—É… demais. — Hellena sussurrou.
—Quer dançar comigo? — Frank perguntou. Hellena arregalou os olhos, e abriu a boca sem saber o que dizer.
—Uh, não. — ela disse.
—O quê?
—Bem, eu… só...uh uh, não.
—Nossa puxa, obrigado. Não tenho confiança alguma agora…
—Eu não danço em público. — Hellena o cortou novamente. — Não faço demonstrações de públicas de afeto. — ela balançou a cabeça. — Casais que fazem isso me dão nojo. É, tipo: “Sério? Vocês vão começar a se amassar aqui no meio do Salão Principal, enquanto o jantar é servido?”.
—Primeiro, estamos sozinho, nesse corredor assustador. E, segundo, era só uma dança.
Hellena o encarou, e se levantou, indo para o meio do corredor. Ela parou lá, e cruzou os braços.
—Então?
Frank riu, e se levantou.
—Se prepare que eu sou uma vadia que sabe rebolar.
—É uma música lenta. — Hellena observou. Frank passou os braços pela cintura dela, e ela pelo pescoço dele.
—Não uma música em que eu não rebole minha bunda. — Frank falou. Hellena gargalhou, e Frank sorriu, gostando da risada dela. — Viu? Olha só. — Frank disse, rebolando, enquanto dançava lentamente com ela, os fazendo ficar mais perto.
—Não acredito que estou fazendo isso. É a coisa mais totalmente clichê e brega. — ela murmurou, próxima ao rosto de Frank. Ela fez uma careta. — Seu saco tá me espetando.
—’Pera, o que? — Frank perguntou. Os dois se afastaram, e viram um aviãozinho de papel flutuante, espetando Hellena na cintura. Frank pegou o aviãozinho e leu. — Merda. Tem professor vindo. — ele disse.
—Como assim?
—Geralmente, quando vai ter uma festa, quem está dando a festa suborna terceiranistas para ficarem de sentinelas e quando um professor está vindo, eles mandam aviõezinhos de papel para avisar. — Frank explicou. No momento seguinte a porta se abriu com tudo e várias pessoas saíram correndo. Dimitre saiu da festa e olhou Frank.
—Salve-se, Frank! — ele berrou. — E se lembre para Lily eu estive estudando a noite inteira! — ele berrou novamente, saindo correndo. Hellena olhou Frank.
—O que fazemos agora?
—Hum… corra!
Os dois começaram a correr, junto com todos os adolescentes bêbados na festa. No meio disso, Frank agarrou a mão dela, e os dois gargalharam descendo as escadas, com Hellena guiando o caminho. Eles viram Filch virar um corredor, e se esconderam, atrás de umas estátuas, até que Fich saiu, e eles voltaram a correr.
Frank percebeu que já estavam no campo de quadribol, perto dos vestiários. Hellena continuou andando, mas Frank parou.
—Onde estamos indo? — ele perguntou.
—Eu estava pensando em ir para as arquibancadas, ver as estrelas… — Hellena murmurou. — As vadias que eu divido dormitório, devem estar bêbadas, e elas são mais chatas do que nunca bêbedas. Quer me acompanhar?
—É, seria legal. — Frank concordou. Os dois subiram para a arquibancada mais alta, e se sentaram lá, olhando para o céu.
—Então… você tem que focar nos NOMs que precisa para sua carreira. Já sabe o que vai ser? — Hellena perguntou.
—Hum… eu quero ser auror. Quero morar em uma casinha bonita perto dos meus amigos, e ser auror. — Frank falou sorrindo. — Eu vou me tornar um dos melhores aurores do Ministério, e fazer uma família.
—Uau, você sabe exatamente o que quer.
—Sim. E você?
—Bem, eu gosto de aritmancia.
—Aritmancia?
—E eu toco bateira… sabe o que é uma bateria, né? — ela indagou, Frank assentiu. — Eu toco bateria para ajudar a eliminar a agressividade,.
—É muito agressiva?
—Claro. — ela riu.
—Você é feliz?
—Feliz? — Hellena pergunta, estranhando a pergunta.
—Você se acha uma pessoa razoavelmente feliz? Tipo, alegre?
—Você é?
—Bem, sou…
—Eu não diria que sou alegre. — Hellena o cortou, e Frank observou que ela fazia muito isso. — Eu estou pronta pra sair daqui, sabe? Assim que eu acabar Hogwarts, eu vou viajar. Não vou ficar aqui vendo essa guerra estúpida. Eu vou embora.
—Você ainda tem três anos.
—Eu sei disso, idiota. — Hellena falou. Frank riu, não se sentindo ofendido.
—Então, você é mesmo todo feliz e otimista? Se for, eu vou bater em você.
—Eu sou, especialmente agora.
—Você sabe que eu estou namorando, né?
—Você tem um cara.
—Eu tenho um cara. — Hellena concordou. – Bem, já deve ser de madrugada, me leva para o meu dormitório? — ela perguntou, e se levantou, antes de Frank responder, então ele apenas a seguiu, eles ficaram quietos o caminho, até a Torre da Corvinal. Frank já tinha passado muito tempo lá, atrás de Alice, então a encantada aldrava de bronze no formato de uma águia, fixada na porta de madeira envelhecida, já lhe era familiar. — Eu durmo aqui. É.
—É. Hum, ei.
—Sim? Sei lá, quer dar uma volta comigo um dia desses? — Frank indagou.
—O que estávamos fazendo agora? — ela disse. Frank, a olhou desconcertado. — De qualquer maneira, quer entrar?
—E o seu namorado?
—Não vou estuprar você.
—Oh. Sim, é eu sei. — Frank falou. — Mas e suas colegas de quarto?
—Só não faça barulho.
Eles entraram no Salão Comunal vazio, e Hellena pegou sua mão e subiu para seu dormitório. Abriram a porta do quarto, e entraram devagar. Frank viu garotas bêbadas jogadas em suas camas, quase nuas. Eles se sentaram na cama de Hellena, e ela tirou os sapatos, cruzando as pernas, e se encostando na cabeceira da cama. Frank se sentou ao lado dela. Ele sentiu algo em sua perna e viu que era uma calcinha e uma blusa, provavelmente o pijama de Hellena.
—Calcinha de coraçãozinho? Minhas favoritas. — ele riu. Hellena revirou os olhos e guardou a calcinha e a blusa.
—Sabe quando eu fico muito alegre? — Hellena murmurou. — Ás quatro horas, quando o Sol entra pela janela, e faz minha cama ficar toda quente, então eu deito nela e fico costurando roupas. Quando eu era pequena eu gostava mais de desenhar roupas, mas agora eu prefiro fazê-las, e eu só… eu não fico tão feliz quanto quando eu estou sozinha, fazendo meu lance.
—Eu entendo. Eu nunca fico sozinho…
—Você já fez sexo?
—O que? — ele perguntou.
—Só estou perguntando.
—Sinceramente?
—Não, minta para mim. — ela debochou.
—Não ainda. Tipo, eu cheguei muito perto, mas não… não que eu não tivesse tido várias oportunidades.
—Oh, claro, várias garotas querem fazer sexo com você?
—Bem, sim. — Frank falou, os dois riram baixinho. — Garota, eu sou uma beldade, as gatinhas me amam.
—Elas amam Sirius Black, você elas acham legal.
—Como sabe? — Frank indagou. Hellena deu de ombros. – E pra você saber eu sou um Sirius Black. Garotas, ficam loucas comigo.
—Você quer fazer sexo com a Alice? — ela perguntou.
—Sim. Muito. — ele respondeu, confuso com a repentina mudança de assunto.– Mas com a Alice eu também fantasio em segurar a mão dela, beijar o rosto dela. E com tipo… Leh Soto eu só fantasio fazendo sexo com ela.
—A virgem e a vagabunda. Clichê.
—E você, já fez sexo?
—Não é da sua conta. – Hellena murmurou, se deitando na cama. Frank se deitou também e ela o olhou. — Me de sua mão. — ela pediu. Frank ergueu a mão dele e ela segurou entrelaçando os dedos deles. — Quem eu sou? A virgem ou a vagabunda?
—Nunca conheci alguém como você.
—Boa resposta. — ela sussurrou, e pegou o braço de Frank, o fazendo abraçá-la e os dois ficarem de conchinha. — Eu tenho problemas em dormir com alguém.
—Tudo bem. Eu vou embora.
—Não. É que eu sempre odiei alguém respirando em cima de mim, mas… não vá, podemos ficar deitados um pouco, e eu posso fechar meus olhos e ver como é. — ela falou. Eles ficaram de conchinha e Hellena fechou os olhos. — Seu coração está batendo muito rápido.
—É, desculpe.
—Está tudo bem, Frank Longbottom.
ஐ
—Você dormiu no quarto dela, na cama, dela e não trepou com ela? — Sirius perguntou.
—É. — Frank murmurou. James e Sirius o olharem chocados.
—Você passou a noite toda com essa garota. E realmente não trepou com ela?
—É.
—Merlin, eu to tão confuso. — Sirius murmurou, desacreditado. James concordou com ele.
—Seus idiotas, não é só porque conheceu uma garota que já tem que transar com ela.
—Obrigado, Remus. — Frank agradeceu.
—Você é um frouxo, Frank. — Peter falou, colocando a mão no ombro de Frank. — Não importa o que Remus diga. Sinto muito.
—Nós somos amigos…
—Ela pegou sua mão, e colocou em volta dela! Na cama dela! — Sirius falou exasperado.
—Para dormir! — Frank se defendeu.
—Você realmente acredita nisso? — James bufou. Dimitre chegou ao lado deles e sorriu.
—Então, qual o assunto?
—Frank é um frouxo virgem que não consegue comer uma garota. — James deu de ombros. Frank e Remus o olharam ofendidos. — Ei, desculpe. Mas até o Peter não é mais virgem.
—Isso é verdade. — Peter falou. — Eu tive um total de 3 transas. Mais que o Remus vai ter a vida inteira. — Peter murmurou. James e Sirius gargalharam, e até Dimitre riu um pouco.
—Não precisam jogar na minha cara que eu vou ser virgem para sempre. — Remus murmurou.
—A culpa é toda sua, parvo. — Sirius falou. — Eu nunca vi alguém tão ansioso para entrar nas calças de alguém quanto Valentine quer entrar nas suas.
Remus corou, e Frank sorriu malicioso.
—Isso é verdade. – ele murmurou. Lily Evans entrou na sala ao lado de Snape, e James sorriu.
—Ei, Evans. Ei. — ele chamou. — Ta afim de aprender uns feitiços comigo? Eu tenho uma varinha bem potente. — ele berrou. A sala toda riu, e o rosto de Lily ficou vermelho de raiva.
—Vai se catar, Potter.
—Ela não gosta de você, nem um pouquinho. — Sirius falou. James fez um biquinho e deu de ombros.
—Eu gostaria de aprender um feitiços com você, Potter. — Sonya Bobbin sorriu. James sorriu charmoso, e se aproximou dela. — Eu queria ver essa sua varinha… potente.
—Nojento. — Addie murmurou, chegando na sala. Ela olhou Sonya e fez um gesto com a mão. — Vai embora, vai. — Sonya foi embora, e Frank riu.
—Ei, para de empatar minhas fodas. — James falou.
—Nós estamos aqui para treinar, não para transar.
—E se formos treinar a arte de transar? — Peter perguntou.
—Cala a …
—Olá, olá, olá, crianças. — riu a Professora Marrythought, entrando na sala. Ela parou a frente do grande grupo de alunos na sala. — Bem-vindos ao Clube de Duelos. Como todos sabem sou a Professora Marrythought de Defesa Contra As Artes das Trevas.
A Professora começou falar algumas coisas, sobre como se postar em um duelo, coisa que Frank sabia desde o primeiro ano, então ele não estava prestando realmente atenção. Ele viu Hellena entrando na sala devagar, e se postando junto ao grupo de alunos da Corvinal. Ele sorriu para ela, que apenas acenou com a cabeça.
—Ali, ela. — Frank cutucou Sirius e James, apontando discretamente Hellena.
—Aquela ali? — James perguntou alto, apontando com o braço esticado para Hellena.
—James! — Frank abaixou o braço dele, nervoso, enquanto Sirius se segurava para não gargalhar. — Sim, ela.
—É gata.
—Eu lembro dela. — Sirius murmurou. — Ela queria pegar o Remus.
—Sério? — Frank indagou.
—Aham.
—Agora eu vou deixar você me mostrarem o que já aprenderam. Se separem em duplas… Sr. Potter e Sr. Black, em duplas de casas diferentes. — a Professora interrompeu os dois.
Antes que Frank pudesse se mexer, Hellena estava a sua frente, sorrindo torto com a varinha na mão.
—Então…
—Então…
—Pode ser minha dupla? Ou vai procurar Alice? — Hellena perguntou. Frank bufou e olhou Alice de dupla com Jace Meyer.
—Acho que ela está muito bem.
As pessoas se separaram em duplas. Frank viu Addie de dupla com Rabastan, os dois rindo um pouco e se provocando. Viu Sirius em dupla com seu irmão mais novo, que o olhava em desafio.
—Nada de feitiços perigosos. Apenas desarmar e azarações. — a Professora proferiu. Agora que estão prontos. Duelem!
Antes de Frank piscar, Hellena o desarmou, e riu com sua varinha na mão. Ela devolveu a varinha para Frank, e os dois fizeram o cumprimento e começaram a duelar.
—Protego. — berrou Frank, em seguida lançando uma azaração não-verbal, a qual Hellena se defendeu. — Então… acha que eu tenho chances contra o Meyer?
—Não. É como minha mãe diz, é tudo biologia. Seleção Natural. A fêmea escolhe o macho mais forte para os filhotes terem mais chance de sobreviver.
—Bem, não sei se sou o macho mais forte…
—Vamos lá. — Hellena bufou, e lançou uma azaração de furúnculos que Frank defendeu. — Confiança é sexy, Longbottom.
—Eu sei, é o que minha mãe sempre diz. — Frank falou com pesar. Hellena riu, e se distraiu, o que fez Frank conseguir desarmá-la. Eles voltaram a duelar, e Frank notou o modo com ela respirava o cabelo para fora do seu rosto, e como os olhos dela brilhavam a cada encantamento.
—Eu quero viajar. — Hellena contou. — Ontem você me fez pensar no que eu quero fazer… e eu não quero só sair do país para fugir da guerra. Eu quero viajar. Tem tanta coisa no mundo que eu quero conhecer, tanta coisa que eu quero ver. Tanta coisa que eu quero viver, sabe? – Frank parou de duelar e encarou Hellena. — Droga, isso foi idiotice. Desculpe…
—Não foi idiotice. Foi… me deu vontade de viajar com você.
ஐ
Hellena desceu as escadas e andou pelos corredores, em direção ao campo de quadribol, para ir para as arquibancadas como sempre fazia. Ela viu uma menina de cabelos pretos, sentada na arquibancada.
—Aqui é legal, não é? — a menina riu, com uma garrafa de hidromel na mão. — Parece que o mundo todo é infinito. — ela murmurou. — Sou Alice.
—Hellena.
—Somos da mesma casa, não é? — Alice perguntou.
—Sim.
—Você… eu vi você conversando com Frank, não sabia que o conhecia.
—Ahn… o conheço só um pouco.
—Você gosta dele? — Alice indagou, bebendo mais hidromel.
—O quê? Não, não. Eu… tenho um cara. — Hellene murmurou. — Ahn… mas eu sou amiga do Frank, eu acho. Ele é legal.
—Não! Frank é um máximo. Ele é meu melhor amigo, sabe? — Alice falou exasperada. — Quando eu estava com o babaca do Mulciber, ele sempre estava lá. Ele sempre me apoiou em tudo, incluindo minhas terríveis relações amorosas. E eu posso contar tudo para ele. — ela contou. — Ele dá os melhores conselhos, e ele é tão animado e não dá a mínima para o que pensam dele. Você devia ver ele com Emily Valentine, o carinho que ele sente por ela, uma coisa de irmãos. É tão fofo. — Alice falou rápido. — E os caras da nossa idade são tão egoístas.
—É, eles nunca calam a boca. — riu Hellena, olhando Alice.
—Né? — berrou Alice. — Eu estou cansada desses babacas que só falam merda e dos seus pequenos e finos pênis.
—Não estamos mais falando sobre Frank. — Hellena murmurou.
—Não! É Jace Meyer!
—Ele é um babaca?
—O maior babaca do mundo. — Alice berrou abrindo os braços. — Talvez só não mais que Sirius Black, mas, mesmo assim, o maior babaca. Mas sabe o pior? Eu sabia disso. Eu sabia que ele ia dizer pra todo mundo que nós… Porque eu fiquei sabendo de toda garota com quem ele já ficou, então porque seria… Então, sei lá.
—As vezes é o cara que você deixo escap… — Hellena ficou quieta, vendo Frank entrar no campo de quadribol, para treinar para as lideres de torcida.
—Deixou o que? — Alice perguntou. Hellena voltou a atenção para ela.
—O que?
—Você ia dizer algo.
—Ahn não, não. Bem, eu ia, mas eu esqueci, Puff. — riu Hellena.
—Foi há um segundo atrás.
—Estranho, não é? — Hellena murmurou.
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—Não transe com Jace Meyer. — Frank falou, para Hellena. Ela o olhou e fechou o livro que lia. Frank se sentou a frente dela, na mesa da biblioteca.
—Como você sabe? — Hellena perguntou.
—Peter viu vocês conversando, então eu fui lá e perguntei, e ele me contou.
—Ele é inacreditável. — Hellena murmurou.
—Ele é um babaca. Não perca sua virgindade com ele.
—Por que não? — Hellena indagou. — Como sabe se sou virgem?
—Ele é um babaca. — repetiu Frank.
—E? Meu hímen não é algo precioso para ser guardado para o cara certo quebrar. Isso não existe. E se eu fazer, um dia o sexo vai ser estilo filme pornô e vai ser magnífico. Mas antes eu tenho que treinar do meu jeito. Então, me diz Frank, porque eu não posso acabar logo com isso?
—Achar a pessoa certa é importante. — Frank falou exasperado. — Jace Meyer não é a pessoa certa.
—Quer saber, Frank? — Hellena bufou, elevando a voz. — Você está apaixonado por Alice. E o sorriso dela. E o modo como ela coloca o cabelo atrás da orelha. E a pele perfeita dela. Tipo, quem tem a pele tão perfeita daquele jeito? — ela falou.
—A sua pele é boa.
—Isso é porque eu dou muito duro para ela ficar assim, mas esse não é o ponto. — ela suspirou. — O ponto é que você está apaixonado por Alice. Então, eu vou transar com o Jace. — ela proferiu. Frank sorriu. — Porque está sorrindo?
—Você está afim de mim.
—Que? Não. Que? — ela gaguejou. — Agora você é confiante porque sua mãe e eu dissemos para você ser?
—Bem, sim, e porque Addie disse que se eu não virar homem, ela vai me dar um tapa na bunda, não dos bons.
—Eu deveria ir. — Hellena murmurou, enquanto Frank, se curvava para ela. — Eu… — ela suspirou, os lábios perto do de Frank.
—Perdeu a Alice, agora tá atrás de outra Longbunda? — Mulciber riu. Frank se virou para ele, irritado.
—Do que me chamou?
—Você ouviu. — Mulciber riu. Frank se levantou, e Hellena olhou chocada Frank chegar perto de Mulciber. Ela olhou ao redor e viu que algumas pessoas se aglomeravam perto deles, percebeu a amiga dele Emily Valentine lá, junto de Remus Lupin.
—Eu acho que você sabe meu nome, tanto quanto eu sei que seu nome é babaca. — Frank falou. Mulciber lhe deu um empurrão no peito, e Frank caiu para trás batendo a cabeça em uma estante.
—Eu vou matar esse cara. — Emily berrou, indo para cima de Mulciber. Remus a segurou pela cintura. — Me solta. Eu vou acabar com ele, por achar que pode tocar no meu melhor amigo. Esse babaca pretensioso, filho da puta.
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—Você tentou socar Mulciber no rosto. — Hellena falou. — Você falhou miseravelmente.
—É, eu sei. — Frank murmurou, sentado na maca da enfermaria, com a cabeça enfaixada. — O que está olhando? — ele perguntou, vendo Hellena sentada na maca ao lado dele, com o Profeta Diário na mão.
—Os comensais atacaram de novo. Uma cafeteria. Os trouxas estavam tomando café, e eles foram lá e decidiram que este seria o último café da vida deles. — ela murmurou. — E o Ministério diz que é um acidente.
—É, o… — Frank começou a falar, mas viu Hellena abaixar a cabeça, e seus ombros balançarem. -Hellena? — ele chamou. Ela levantou o rosto coberto por lágrima.
—Eu não sei porque estou assim, é só… Droga.
—É assustador. — Frank murmurou.
—Ás vezes tudo parece muito… difícil. — ela fungou.- E eu não se se vou aguentar, ou não sei… se vou ser forte o suficiente para ficar sozinha.
—Você é forte. Confie em mim. — Frank pediu. — E você não ficara sozinha, você tem… Você tem a mim agora.
Hellena se jogou nos braços de Frank e o beijou. Frank passou os braços pela cintura dela a beijando de volta e sentindo diabretes em sua barriga, como quando beijava Alice. O que o deixou confuso, porque ele se sentia bem beijando Hellena. E não queria parar tão cedo, de beijar os lábios doces e macios dela. Eles se separaram por um instante, mas Hellena o puxou de volta o beijando novamente, apertando os cabelos na nuca dele forte.
—Eu provavelmente deveria ir para o meu dormitório. Está ficando tarde. — ela sussurrou, entre beijos.
—Sim, você provavelmente deveria ir. — Frank respondeu.
—Eu já to indo, não me apresse. — ela sorriu, o beijando mais uma vez.
ஐ
Frank suspirou, lendo o bilhete que Hellena havia o enviado. Dizia para encontrá-la na frente da porta do Salão Comunal. Ele olhou Sirius dormir de bruços no colchão pelado, e viu um chupão em sua nádega direita, achou estranho que Emmeline desse chupões na bunda, mas apenas foi até o malão dele e pegou duas camisinhas. As guardou no bolso e pegou a caixa que levaria para Hellena.
Ele saiu do Salão Comunal e se esgueirou pelos corredores escondido para que ninguém o visse, e desceu as escadas. Parou em frente a porta, e Hellena o puxou para dentro, e em seguida correram para o dormitório.
—O que é essa caixa? — Hellena perguntou, se sentando na cama dela e fechando as cortinas. Frank se sentou também e lhe entregou a caixa. Hellena abriu, e o olhou chocada. -Roupas?
—Pra você fazer novas, porque você gosta… de costurar.
—Você é completamente ridículo. — ela murmurou. E o olhou. — Eu estou muito afim de você.
Ela empurrou o peito de Frank subindo no colo dele. Frank riu, a segurando na cintura e a beijando. Ele colocou suas mãos por dentro da blusa de Hellena, e subiu suas mãos pelas costas dela, até o fecho do sutiã e desceu novamente. Hellena suspirou, e se sentou no quadril dele, para tirar a própria blusa. Frank olhou os seios dela cobertos por um sutiã branco meia taça. Ele levou as mãos lentamente até os seios dela, e os segurou.
Frank podia nunca ter feito sexo, mas já tinha passado todas as outras bases, então ele sabia o que estava fazendo, mas não sabia o quanto experiente Hellena era. Ela suspirou, e Frank apertou seus seios.
—É uma sensação estranha. Alguém apertando meus peitos. — ela sussurrou. Frank riu, e tirou a própria blusa.
—Quer aperta os meus? — ele perguntou.
Hellena riu, e Frank também, mas quando ela abriu o fecho do sutiã e deixou ele cair, Frank parou de rir. Ele votou a colocar as mãos nos seios dela agora desnudo. Ele queria fazê-la sentir tudo.
—Frank. — ela chamou, quando ele se sentou, com ela em seu colo, para beijá-la no pescoço, enquanto massageava seu seio. Hellena suspirou.
—Sim?
—Nós vamos fazer sexo? — ela perguntou.
—Se você quiser.
—Eu quero.
—Então, eu quero.
—Ótimo.
—Ótimo.
Hellena riu, e segurou o rosto de Frank, o beijando. Ela enfiou a língua em sua boca querendo saboreá-lo. Frank colocou as mãos em suas coxas, e subiu uma para dentro da saia, ele a tocou por cima da calcinha e Hellena gemeu baixinho. Frank afastou a calcinha e a acariciou gentilmente. Hellena gemeu seu nome, e o beijou na boca.
Ela se afastou dele e tirou a saia e a calcinha. E o olhou, Frank então tirou a calça e a cueca. Os dois se enfiaram dentro das cobertas. Hellena olhou a tenda que o pênis duro de Frank, fazia com a coberta.
—Desculpe. — ele murmurou.
—Tudo bem. Nós vamos fazer sexo, e isso… — ela apontou para o colo dele. — Significa que me acha gostosa.
—Bastante.
—Vamos continuar? — ela perguntou. Frank assentiu, os dois voltaram a se beijar, e Frank rolou para ficar em cima de Hellena, eles se beijaram, para se esquentarem novamente, e quando começaram a dar gemidinhos pelas passadas de mão, Frank se postou na entrada dela.
Eles se olharam, e Frank entrou devagar. Hellena gemeu e fez uma careta, Frank parou um pouco para ela se acostumar, então continuou e enfiou tudo. Eles se olharam novamente, depois olharam para onde estavam conectados. Os dois ofegaram, e Frank começou a se mexer bem devagar.
—Frank. — Hellena o chamou. — Sexo, é legal.
—Concordo. — ele riu.
ஐ
Frank sorriu. Ele estava muito sorridente, desde a noite passada. Ele piscou para Emily e Dorcas, e fez uma reverência de brincadeira para Adhara, e saiu do seu Salão Comunal depressa. Como tinha combinado com Hellena, depois da primeira vez deles juntos na noite passada, eles iriam se encontrar na porta do Salão Comunal, depois do almoço.
Ele desceu as escadas para o quinto andar, sorrindo e cumprimentando todos que passavam por ele. Ele parou na porta do Salão Comunal, estranhando que Hellena, não estava esperando por ele como disse que faria. Então, ele esperou, passou meia hora, e Hellena não aparecia, Frank já tinha se sentando ao lado da porta. E quando ela abriu ele se levantou correndo.
—Que susto. — Kim Karen falou com a mão no peito. Ela cruzou os braços. — O que tá fazendo aqui grifinório?
—Ahn… eu queria falar com Hellena, por favor, Hellena Halfman. — ele pediu. Kim descruzou os braços e abriu a boca sem saber o que falar. Ela o olhou com pena.
—Eu não sabia que você a conhecia. — ela falou.
—Sim, somos amigos…
—Ela não está. Em Hogwarts. — Kim contou. Frank franziu a testa. –De manhã cedo, ela foi convocada pelo Professor Dumbledore, a mãe dela estava no hospital, porque o pai dela bateu tanto nela, que ela quase morreu. Dumbledore, a levou para visitar a mãe dela, e deixou ela com Jace Meyer, o monitor do 7º ano.
—Então, ela já vai voltar? Ou vai ficar com a mãe…
—Era um hospital trouxa. — Kim o cortou. – A mãe dela era trouxa, ela foi levada para um hospital trouxa, e…
—O que?
—O hospital foi atacado. Comensais entraram, matando todos os trouxas. Todos. E depois botaram fogo para que ninguém escapasse.
—O que você está tentando dizer? — ele perguntou, sentindo o estômago embrulhar e os olhos se encherem de lágrimas.
—Ela morreu, Longbottom. Eu sinto muito. – ela murmurou. Frank deu um passo para trás balançando a cabeça. – Ela morreu.
—Não. Eu vi ela ontem!
—Foi má sorte. A mãe dela foi levada para o hospital e uma hora depois o hospital foi atacado. Ela e Jace, eu tenho certeza que lutaram, mas… eles morreram.
—Não. Não! Não faz sentindo.– Frank murmurou, sentindo vontade de vomitar. Ele correu, sem olhar para trás, e foi até a janela mais próxima, vomitando por ela. Ele vomitou todo o almoço, e ainda vomitou mais um pouco, se sentindo horrível.
Ele suspirou, e viu suas mãos tremendo de nervoso. Ontem tinha sido uma das melhores noites da sua vida. E de Hellena também.
É como ela disse sobre os trouxas que tomaram seu café pela última vez sem saber. Ela tinha feito sexo pela primeira e única vez, sem saber que seria a última vez em que faria em sua vida.
ஐ
Frank estava andando pelos corredores, tinha acabado de chegar do enterro de Hellena Halfman. Além da família de Hellena, só tinha corvinos ali, mas de grifinório apenas ele, e Emily que o tinha acompanhado.
Emily seguiu Frank, mas ele andava quase correndo.
—Frank, o que você vai fazer?
—O que eu deveria ter feito a muito tempo. — ele respondeu, começando a correr de verdade, e subindo todas as escadas, ofegando, mas sem parar nenhum um segundo até chegar ao quinto andar. Ele tomou fôlego e andou até a Torre da Corvinal. Ele bateu com tudo na porta várias vezes, até que alguém abriu. Ele passou pela pessoa, e entrou correndo. — Alice! — ele berrou. — Alice!
Alice desceu as escadas do dormitório e olhou Frank chocada, ele foi até ela e a puxou pela cintura, a beijando com fúria.
—F-frank…
—Alguém me disse que o modo como você sorri, ou como coloca o cabelo atrás da orelha, não são importantes, que não é para isso que você liga. Mas, Alice… eu acho que é para isso que você liga. Porque o modo como você coloca seu cabelo atrás da orelha e o modo como sorri quando me vê. É o que me faz ficar forte. O que me faz não ficar assutado. E eu estou assutado, Alice, mas você me faz ficar forte. — Frank disse. — Eu te amo, Alice.
Alice sorriu, passando os braços pelo seu pescoço, e o puxando para um beijo.
Hellena Halfman disse que essas pequenas coisas que vemos em alguém que amamos não são o que realmente importa, mas ela estava errada, as pequenas coisas nas pessoas que amamos, é o que nos deixa mais apaixonado por elas.
Hellena estava errada, e agora ela se foi antes que percebesse isso.
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