When We Were Young
121 Our Last Summer
Notas iniciais

OUR LAST SUMMER
MARROCOS
1977
SUMMER
Emmeline gargalhou, abrindo os braços e Peter riu junto, dirigindo a mobilete. Ela olhou Siriu e Adhara na frente que também riam, cada um dirigindo sua própria mobilete. Eles passaram por umas ovelhas, as assustando. Adhara riu, cruzando com a mobilete de Sirius que tinha um cigarro pendido na boca e depois indo para o seu lado. Eles deram as mãos por um segundo e gargalharam se separando. Pararam em frente a estrada de asfalto, finalmente saindo dos caminhos de areia.
Peter desceu da moto e tirou do bolso de trás da calça um pergaminho sujo. Ele olhou franzindo a testa e depois para a estrada.
—Para que lado? — indagou Emmeline, olhando para os lados.
—Ahn… acho que esse mapa é uma merda. — ele comentou. Emmeline catou da mão dele, escutando as risadinhas de Adhara e Sirius ao lado deles.
—Isso não é um mapa. — ela bufou. — É um teste de múltipla escolha para idiotas retardados. — ela falou, jogando o pergaminho amassado em Peter.
—É… eu me confundo facilmente. — murmurou Peter, olhando para Emmeline. Ela usava um short branco de cintura alta curto, e um biquíni azul, deixando um decote nos seus seios medianos, os quais Peter encarava fixamente.
—Então, Wormtail, encontre o aeroporto, e eu checo se meus peitos ainda estão aqui. — ela falou, com um sorrisinho notando o olhar do garoto. — Trabalho em equipe, certo?
—Ce-certo. — ele gaguejou, desviando o olhar.
—Merda! Merda! — berrou Adhara, quase caindo de sua mobilete. — Que bicho é esse?
Os três olharam para Adhara e Emmeline saiu de cima da mobilete dela indo até a amiga a ajudar, enquanto ela gritava tentando tirar um bicho do meio dos seios.
Sirius e Peter ficaram olhando Emmeline com as mãos nos peitos de Adhara por um momento, até que escutaram um barulho e olharam para cima, vendo um avião passando bem perto. Eles se entreolharam e sorriram.
—Sigam aquele avião! — berrou Peter, subindo na mobilete e dando partida. Sirius o imitou subindo na dele e indo atrás. Emmeline bufou, correndo para subir na mobilete que Adhara dirigia.
—Idiotas!
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Remus estava sentado em cima do seu malão, com a cara amarrada de quem havia sido obrigado a estar ali, o Sol fazendo seus cabelos ficarem ainda mais aloirados. James em pé ao seu lado, sorria simpático para todos que passavam acenando para ele. Lily voltava do aeroporto com um sorvete na mão, notando como as pessoas de Marrocos estavam encarando bastante James.
—São todos tão simpáticos. — comentou James, cutucando o ombro de Remus, que parecia envergonhado com a regata preta que usava.
—James… porque você pegou as roupas do seu primo? — indagou Lily, o olhando com a testa franzida.
—Minha mãe disse que eu que tinha que pagar já que queria roupas novas, mas eu não tinha mais mesada, gastei tudo com salv… doces, ai eu peguei do meu primo, achei que iriam ser mais estilosas, mas fazer o que. — James deu de ombros, colocando as mãos na cintura.
Lily e Remus trocaram um olhar e ao mesmo tempo deram um sorrisinho maroto.
—Seu primo é gay, certo? — indagou Remus, vendo a regata rosa que o amigo usava, que tinha um coração rosa mais claro no meio e o shorts branco meio curto e principalmente apertado na bunda.
—Rufus? Não, ele só é criativo. — respondeu James. Remus assentiu cético e Lily deu uma risadinha.
—Bonjour. Comment ça va? (Olá. Como está?) — chegou um dos taxistas que ficavam em frente ao aeroporto. As línguas de Marrocos eram árabe e francês que era obrigatório aprender, então as pessoas locais usavam essa língua para se comunicar com os estrangeiro.
Lily sabia extremamente pouco de francês e James nada, então os dois olharam para Remus, que conseguia desenrolar um pouco.
—Eh bien, merci. (Bem, obrigado.) — falou Remus, se levantando do seu malão.
—Super, peut-être que je peux vous montrer les merveilles de notre pays? (Excelente, talvez eu posso lhe mostrar as maravilhas do nosso país?) — indagou o moço, com um sorriso.
—Ça a l'air génial, mais non. (Parece ótimo, mas não.) — respondeu Remus.
—Et votre ami? Nous avons beaucoup de petites filles pour lui. (E o seu amigo? Temos muitos meninos mocinhas para ele.) — ele disse. Remus gargalhou e olhou James, já que o moço havia apontado para ele.
—O que ele disse?
—Ele gostou da sua blusa. — riu Remus. James sorriu e agradeceu o moço.
Escutaram um grito alto e logo reconheceram. James deu um sorriso gigantesco, vendo Sirius em uma mobilete indo até eles, com um dos braços para cima, berrando o nome de James com a língua para fora. Logo atrás dele, estava Peter e Adhara e Emmeline.
—Sirius! — berrou James e Sirius pulou da mobilete correndo até o amigo e se jogando em cima dele. James o abraçou o agarrando, enquanto gritavam juntos. Ele pulava com Sirius no colo dele. — Férias! Férias! Férias!
—Ahn… super gays eles, certo? — o moço falou, fazendo Lily e Remus o olharem com risadas. Os dois voltaram a olhar os garotos muito abraçados.
—Sim. — respondeu Lily.
—Ei, Ruivona. — riu Emmeline, abraçando Lily que a abraçou de volta com força. Mas elas se separaram quando viram Adhara chegando perto de Remus. James e Sirius pareceram fazer a mesma coisa.
—Remus. — sorriu Adhara parada em frente a ele. Ela olhou dentro de seus olhos âmbar e continuou sorrindo. Ele sorriu de volta. Se olharam por alguns instantes, poucos meses longe um do outro, mas pareciam anos e mesmo assim sentiam os mesmos sentimentos que sentiam na última vez que se viram.
—Adhara. — ele murmurou.
—Eu posso cheirar a tensão sexual. — sussurrou Sirius para James, sem na verdade sussurrar ou ser discreto.
O rosto de Remus corou, mas ele não desviou o olhar de Adhara.
—Se beijem logo. — escutaram Peter falar, com o braço de James em volta do ombro dele. — Assim poupa o nosso tempo.
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—Me passa isso. — riu James, catando o baseado da mão de Sirius. Eles estavam na caminhonete do taxista, que tinha banco de trás, além da parte de carga. As mobiletes presas no teto e os malões no banco do passageiro e no banco de trás, com Emmeline e Peter, enquanto o resto estava na parte de carga, amontoados.
—James, vamos mijar no babaca do Mark. — disse Sirius, pegando o baseado.
—Porque?
—A casa não está terminada. — comentou Emmeline, rindo, olhando para trás, do banco de trás. — A piscina nem está cheia.
—O que? Aquele desgraçado. — bufou James. — Ele disse que era luxuosa quando eu e Lily falamos com ele. Nós pagamos.
—Relaxa. — riu Adhara, com o baseado na boca, com o ombro encostado no peito de Remus, eles ficavam se encarando momentaneamente, sem realmente falar um com o outro. — Nós encontramos 100 gramas de maconha embaixo do piso da cozinha. — ela falou, fazendo todos vibrarem. Não era tão bom quanto salvia, mas, com certeza, dava para o gasto.
—Essa vai ser a melhor última semana de férias das nossas vidas. — gargalhou Sirius, se debruçando pela janelinha que os separava do banco de trás. Emmeline ascendeu um baseado para ele e ele se levantou se segurando em cima do carro.
Lily se levantou também, se apoiando no mesmo lugar que Sirius, os dois ergueram os braços, gritando e rindo juntos. Depois ele passou um braço pela cintura de Lily e os dois gritaram mais. James olhou aquilo e trocou um olhar com Remus que riu junto dele.
Emmeline olhou para trás gargalhando, dividindo um baseado com Peter. Ela olhou para a cara dele, parecia que ele estava desconfortável, então olhou para baixo e viu pela bermuda jeans dele, o volume que o seu pênis totalmente duro estava fazendo. Ele parecia estar sem cueca, pois o pênis estava fazendo marca até na cocha. Ela deu um sorrisinho e deu uma olhadinha para Peter, que estava vermelho e olhava para janela da caminhonete, a abrindo rapidamente para botar a cabeça para fora e sentir o vento no rosto.
Eles chegaram de volta a casa e todos pularam para fora, ajudando a catar os malões dos recém-chegados.
—Então, sobre os quartos, foi tudo escolhido democraticamente. — disse Sirius, parando ao lado de James.
—Como?
—Bem, Addie escolheu o dela e tiramos o resto à sorte e… você não estava aqui. — ele falou, com um sorrisinho sem dentes.
—O que?
—Você e Lily ficaram com o barracão, mas arrumamos um colchão. — disse Adhara, parando do outro lado de James e apontando para cima da casa, mostrando o colchão apoiado na meia parede.
—Que merda, não tem nem teto. — ele reclamou.
—Deveria ter chego antes para as férias. — falou Emmeline.
—E eu? — indagou Remus, já que eles não haviam citado o seu nome.
—Vai ficar no meu quarto. — murmurou Adhara. — Se você quiser. — ela falou. Remus deu um sorriso e assentiu, fazendo James bufar irritado.
—E Frank e Alice? Eles também não chegaram ainda.
—É, mas Emily ficou com o quarto que tem uma parede sem porta bem no meio, que fica meio que dois quartos, então o outro é de Frank e Alice. — disse Sirius. James parecia que bateria nele. — Aliás, temos algo pra te contar.
—O que?
—Finalmente o líder dos babacas chegou. — escutaram uma voz e se viraram para Rabastan que saia da casa, com Emily atrás dele.
—Você tá de sacanagem. — disse James, semicerrando os olhos.
—Foi o que dissemos para Emily. — disse Emmeline, também com cara feia.
—Feliz em me ver, Potter? — indagou Rabastan, passando um braço pelo ombro de Emily, enquanto ela ria e abraçava a cintura dele.
—Eu vou te matar antes dessas férias acabarem. — ele falou.
—Não se eu te matar antes, babaca. — disse Rabastan. — Você tem tanta sorte que minha sobrancelha cresceu de volta.
—O que? — indagou Sirius, confuso. Emily riu já que sabia da história.
—Nós não temos ideia do que você está falando, Lestrange. — sorriu Lily, angelicamente. James olhou para ela com um sorriso e nem ligou que Rabastan parecia a ponto de sacar a varinha para lhe azarar.
—Vamos fingir que ele não existe e aproveitar! — berrou Peter, tirando a camisa e correndo em direção a piscina. Ele se jogou com tudo e gritou de dor quando caiu no chão duro. — MERDA! MARK!
Um garoto negro, meio magro saiu da casa, com um pacote de maconha na mão e óculos escuros. Ele sorriu para Peter, se aproximando da piscina.
—Sai dai. — ele riu. — Vamos chapar como vadias loucas!
—Mark! — gritou Adhara, andando até ele, os outros foram a seguindo. — Você disse que ia encher a piscina antes que voltássemos.
—Já voltaram?
—Encha a merda da piscina ou eu vou foder com você. — ela disse, ficando cara a cara com ele.
—Quando quiser, lady. — ele disse.
—Eu não tomo um banho há dois dias. — ela disse, irritada. — Não podemos usar magia por causa do idiota do seu primo que está aqui… — ela comentou, querendo dizer sobre o primo de Mark que era trouxa e dono da casa e não sabia nada sobre magia.
—Você está cheirando a suor… e morango. — ele falou, com um sorriso. — Gosto disso numa mulher, vamos se amassar?
Ela revirou os olhos irritadas e se virou para James.
—Isso é culpa sua, ele é seu amigo. — ela disse.
—Eu odeio ele. — James deu de ombros. — Não é, Mark?
—Você me ama, seu homossexual. — ele disse. — Vocês todos me amam e são todos homossexuais. Especialmente as meninas, espero.
Adhara cansou e o chutou na canela, o fazendo cair para trás. Ela se virou e sorriu para os amigos.
—Vamos chapar.
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—É aqui. — murmurou Adhara. Remus colocou o mão dele em frente a cama de casal encostada na parede sem pintura e olhou Adhara no meio do quarto.
Ele a achou linda. Estava com um short jeans de cintura alta, que era dobrado na barra, fazendo ficar bem curto, tinha um cinto preto já que o short era meio folgado propositalmente. Uma blusa branca que parecia ser de Sirius, pois era grande, apesar de que Adhara havia amarrado e feito um nó, deixando sua cintura e barriga toda a mostra. Ele observou todas as tatuagens dela e como a faziam ficar ainda mais bonita do que ela já era.
Remus estava a encarando por tanto tempo que seria estranho, mas Adhara parecia fazer a mesma coisa. Estavam se lembrando do último momento que compartilharam sozinhos como estava agora. A noite na Casa dos Gritos em que fizeram juras de amor um para o outro. Quando se amaram tanto que podiam morrer naquele momento mesmo.
—Você não respondeu nenhuma das minhas cartas. — ela falou. — Eu senti sua falta, Remus.
—Eu li e respondi a todas, só… não consegui mandá-las. — ele respondeu, pegando algo do bolso de trás da bermuda. Era um bolo de cartas amassadas. — Eu senti sua falta também. — ele falou, sincero. Estendeu o braço para ela que catou o bolo de cartas de sua mão e deu uma olha, todas endereçadas a elas.
Remus sabia tudo que Adhara havia feito nas férias, ela lhe contava tudo nas cartas. Em alguns momentos seu coração doeu, mas mesmo assim não conseguiu respondê-la. Ela pegou a primeira carta e abriu. A primeira frase era sobre a morte da mãe de Remus.
Adhara fechou os olhos com força e o mirou tristemente.
—Sinto muito pela sua mãe, Remy. — ela falou, se aproximando dele. Tocou sua mão com as pontas dos dedos. Era como Remus havia dito para James e Lily. Ele sabia que se tivesse dito que sua mãe havia morrido no começo das férias, Sirius e muito menos Adhara teriam ido viajar, e ele sabia que os amigos precisavam disso, sabia que todos precisava estar bem por aquele momento. Não queria atrapalhar ninguém com as coisas que lhe aconteciam.
Sentiu os dedos de Adhara subirem pelo seu braço, fazendo seus pelos claros se arrepiarem e a mão dela foi para sua cintura, assim como a outra e logo sentiu os braços dela o abraçando pela cintura, apoiando a cabeça em seu peito. Remus suspirou e a abraçou de volta, sentindo o maravilhoso cheiro que vinha dela. Ela tirou o rosto de seu peito e olhou em seus olhos. Remus sentia tanta falta de olhar dentro daqueles olhos que pareciam a água de um oceano e eles pareciam brilhar, enquanto se olhavam. As mãos de Adhara apertaram em suas costas e ele botou as duas em seu rosto, a acariciou com o polegas, sentindo a pele macia de seu rosto. Seus rostos se aproximaram devagar, como não tivessem pressa alguma, como se o que fosse acontecer fosse o que eles fariam pelo resto da vida deles. Os lábios se tocaram calmamente e Adhara soltou um ofego aliviado, se beijaram devagar, as línguas se tocando tímidas, seus corpos se juntaram a medida que o beijo se aprofundava mais, a medida que suas línguas se tocavam com mais fervor. Gemerem nos lábios um do outro. Adhara sentiu a língua de Remus serpentear pela sua, fazendo seus joelhos tremerem de excitação. Seus lábios começavam a doer pelo tempo que passavam se beijando, parecia ter passado apenas alguns segundos, mas seus lábios diziam ao contrário. Se separaram juntando suas testas e sorriram ofegantes um para o outro.
—Eu quero estar com você, Adhara. — ele murmurou. — Pelo pequeno infinito que a vida nos permitir.
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—Cadê o Dimy? — indagou James, sentado em uma cadeira de praia que parecia mais uma maca que Sirius estava deitado com as pernas em cima dele. Sirius bufou dando de ombros, o que fez Emmeline dar uma risadinha, sentada em frente a eles.
—O primo de Mark é gay. — ela contou. — Dimitre foi bem mais rápido que Sirius. — ela riu.
—Eu nem tentei. — falou Sirius, dando de ombros. — O cara não é bonito o suficiente para mim. — disse. Colocando só braços para trás da cabeça, usando apenas um óculos escuros e uma bermuda, exibindo totalmente seu corpo.
Emmeline espiou o abdômen pelo qual já passaram a mão e beijara muitas vezes e depois para o rosto de Sirius, que estava a olhando de volta, dava pra notar mesmo com os óculos escuros, pois ele tinha um sorrisinho safado no rosto que fazia Emmeline tremer nas bases.
—Por favor, será que dá para pararem de se comerem com os olhos? — indagou James. — Estou me sentindo desconfortável. — ele disse.
—Não sei sobre o que está falando. — Emmeline se fez de dissimulada.
Escutaram risadas altas e Marlene, Dorcas e Michelle apareceram indo até eles. Quando chegaram elas estava passeando pela vila que tinha perto da casa. James sorriu para elas abrindo os braços.
—Minhas garotas! — ele berrou.
—Oi, Jay. — riu Marlene, se sentando no colo dele para lhe dar um beijo na bochecha. -Cadê a Lily?
—Colocando as coisas dela no barracão que vocês deixaram pra gente. — ele disse, fazendo cara feia. As meninas riram.
—Não fique chateado, James. — falou Dorcas, bagunçando o cabelo dele. — Vai ter tempo sozinho com Lily sozinho, quer dizer… mais que já teve esse verão. — disse. Elas riram novamente e Marlene se levantou para ir atrás de Lily, com as meninas atrás dela.
—Elas se resolveram. — comentou Emmeline, as vendo entrar na casa. — Dorcas é sapatão e tem uma quase-namorada e Marlene está de boa com isso, contanto que Dorcas sempre seja honesta com ela. — contou. James que adorava uma fofoca ficou atento, enquanto Peter chegava e se sentava ao lado de Emmeline.
—Tem mais alguma fofoca? — indagou James.
—Remus e Addie tão se catando no quarto. — contou Peter, pegando o baseado de sua orelha para acender.
—Parece que teremos muito mais casais esse ano. — disse Emmeline, erguendo as sobrancelhas para James. — Remus e Addie, Emily e Lestrange, Dorcas e Michelle, Alice e Frank que já devem ter se acertado completamente… James e Lily. — ela disse, com um sorrisinho. Peter deu uma risadinha cúmplice com ela, mas Sirius fechou a cara, revirando os olhos pelos óculos escuros.
—Não estamos juntos. — murmurou James, olhando para o barracão, que dava para ver a cabeleira ruiva de Lily.
—Como não estão juntos? Ela nem reclamou que vão ficar no mesmo quarto. — disse Peter, confuso. — E você disse que ela tinha aceitado sair com você.
—Eu sei, mas ainda não aconteceu. — ele respondeu, nervosamente. — Quando chegarmos em Hogwarts… podemos parar de falar sobre mim e…
—Uau, primeira vez que você não quer ser o centro das atenções. — debochou Sirius. Emmeline e Peter gargalharam e James lhe mostrou a língua. — Dimitre ainda ‘tá fodendo? — indagou Sirius, colocando só óculos no meio do nariz para ver Peter, que assentiu.
—Me assustei quando passei na frente do quarto pela altura dos gemidos, achei que alguém estava morrendo, até que notei que Emily e Rabastan estavam também fodendo no quarto ao lado. — comentou. Sirius revirou os olhos, voltando a colocar os óculos normalmente e deitando a cabeça na cadeira de praia.
Escutaram buzinas e perceberem um táxi chegando, dentro do táxi pareciam escutar gritos.
—Eu já pedi desculpas. — berrou Alice, descendo da caminhonete.
—Eu não ligo, por Merlin! — respondeu Frank, também saindo.
—Dane-se. — ela disse, enquanto Frank pagava o taxista que parecia doido para sair dali.
—Alice! Eu só…
—Nunca para de falar. — ela disse, saindo andando com Frank atrás dela.
—E você para?
—Vá se ferrar, idiota. — ela berrou, se virando para ele. Os dois se encararam irritados.
—Ahn.. Frank, Alice… — os dois se viraram para os amigos que o olhavam de perto da piscina, assim como as meninas que os encaravam do barracão.
—Como foi a América? — indagou Sirius. Emmeline deu um soco no braço dele.
—Foi uma longa viagem. — murmurou Frank, vendo Alice sair de perto deles, indo para atrás da casa. — Só isso.
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—Então, o que deu em você?
Alice se virou, vendo Emmeline caminhando até ela, apenas de biquíni. Ela suspirou e passou a mão pelos cabelos curtos.
—Ele… ele estava com outra na América, Emme. — contou Alice, parecia que choraria. — Não estávamos juntos, mas… eu cheguei alguns dias antes para fazer uma surpresa e ele estava lá com aquela linda garota e… me senti uma merda.
—Isso é um saco, Alice. — disse Emmeline, encostando na parede ao lado dela.
—Eu fingi que estava tudo bem, mas não está. — ela disse, apoiando a cabeça no ombro de Emmeline, que a abraçou pela cintura. — Fiquei com tanto ciúmes.
—Vocês só precisam recomeçar. — comentou Emmeline. — Esqueçam o passado. Sirius… a garota americana, eles não importam, certo? — disse.
—Certo. — suspirou Alice. — Vou me controlar. — ela murmurou e mordeu o lábio. — Vai ser fácil já que quando eu olho ele só quero me esfregar na cara dele toda. — contou. As duas sorriram e se abraçaram com saudades.
—Ei, piranha louca, queremos um amasso também. — brincou Marlene. As duas se viraram para ela que chegava com Lily e Dorcas, que se juntaram em um abraço coletivo.
—Espero que você e o Frank fiquem bem. — disse Lily, beijando a bochecha de Alice que sorriu.
—Aliás, como foi com James e “as coisas que vocês tinham que fazer”? — indagou Alice. Lily corou e sorriu.
—Foi ótimo.
—E cadê Addie e Emily? — indagou Alice, ainda abraçando as meninas.
—Provavelmente fodendo. — riu Dorcas.
—Sem ofensas, Alice. — riu Marlene. — Mas você está fedida. — elas riram alto.
—Onde é o chuveiro? — riu Alice.
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—Que gostoso. — gargalhou Peter pelado, se ensaboando todo, enquanto James encima de uma escada jogava a água de uma garrafa nele. Estavam dentro da piscina vazia. Sirius estava sentado com as pernas dentro da piscina, de frente para eles. Frank estava segurando a escada para James gargalhando junto de Mark. — No peito, no peito. — falou Peter e James jogou água. — Isso, legal.
As meninas do outro lado da piscina, com os meninos de costas para elas, entraram também na piscina vazia, segurando a risada.
—Está bom? — indagou James.
—Quase, quase. — disse Peter, esfregando os mamilos. — Estou limpo! — berrou, erguendo os braços.
—Como está a água? — indagou Sirius, olhando as meninas com uma risada, já que era o único de frente para elas.
—Está ótima. — riu Peter. — Minhas bolas estão formigando agora… — ele se virou e viu as meninas. — Merda! — escondeu o pinto com as mãos, quase se abaixando.
—Queridas damas, esse é o vestiário masculino. — comentou James.
—Viemos checar o racionamento de água. — debochou Marlene. — Ou já que Dimitre tá ocupando o primo de Mark, poderíamos usar um Aguamenti de vez uma garrafa de água. — ela comentou. Os meninos se entrelharam.
—É por isso que precisamos de Remus, antes que fazer essas coisas. — comentou James.
—Se nos dão licença, precisamos nos lavar. — falou Emmeline, parando ao lado de Marlene.
—Seus peitinhos precisam de banho? — indagou Mark.
—O que disse? — semi cerrou os olhos Emmeline.
—Nada, nada. — desconversou Mark.
—Bom. — ela disse, descruzando os braços. — Alice quer falar com Frank. — ela empurrou a amiga para o namorado que a esperava.
—Ahn… desculpe, Frank, eu exagerei. — ela murmurou.
—Tudo bem, eu falo realmente falo demais as vezes. — ele respondeu. Alice deu um sorrisinho e o puxou pelo pescoço para um beijo com muita língua.
—Ótimo, resolvido! — Marlene bateu palmas. — Agora vazem e se eu ver qualquer um de vocês espiando o nosso festival de vaginas, vou fazer de suas bolas suco de abóbora.
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—Droga. — disse James, olhando para o céu escuro. Havia escurecido a algumas horas e todos estavam fazendo alguma coisa pela casa. — Nem tem um teto. — ele murmurou, cruzando os braços.
—James… — ele escutou Lily, mas não se virou para ela.
—Não tem teto, não tem água… como vamos tomar banho ou cagar direito?
—James!
Ele finalmente se virou para ela e a viu em um lindo vestido cor-de-rosa meio transparente que mostrava o biquíni preto que usava por debaixo do vestido. Ela sorria e seus cabelos ruivos estavam presos em um rabo de cavalo meio frouxo, com alguns fios caindo pelo seu rosto sardento.
—Uau, Lilybeans.
—A vida é uma surpresa, James, nunca sabemos o que vai acontecer em seguida. — ela disse.
—Você é a mulher mais linda que eu já vi na minha vida. — ele disse. Lily continuou com o sorriso no rosto que ficou corado. Ele se aproximou dela e olhou para o céu. — Eu te disse que te compraria uma estrela. — falou. Lily riu. — Qual você quer?
Ela olhou para cima e depois para ele. Apoiou suas mãos nos ombros dele e aproximou mais seus corpos.
—Tons de vinho. O amor dança pela minha mente. — ela cantou. As mãos de James foram para a cintura dela e começaram a dançar lentamente.- Não posso escapar dessa vez. Tudo por causa de você. — cantarolou, olhando dentro dos olhos dele. James nunca se sentiu inseguro com garotas, sempre sabia o que dizer para conquistar uma menina e sempre sabia quando elas estava tento conquistá-lo, mas olhando dentro dos olhos verdes de Lily Evans ele simplesmente não sabia o que fazer, queria beijá-la pela primeira vez, queria poder abraçá-la e chamá-la de namorada, queria estar com ela. — Ontem, “amor” era uma palavra qualquer e tudo por causa de… você.
Eles pararam de dançar lentamente e ficaram apenas olhando um para o outro, bem próximos e James novamente sentia que não sabia o que fazer. Tentava desvendar nos olhos dela, se ela queria seu beijo, tentava…
—O que é isso? — indagou. Escutaram bem ao longe o som de uma música.
—Acho que é uma festa. — comentou Lily e para confirmar escutaram o grito animado de Sirius no andar de baixo.
—VAMOS INVADIR ESSA FESTA!
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—VAMOS, PETER! — berrou James botando a cabeça para fora da janela. Peter estava correndo na frente da caminhonete velha que haviam alugado com um taxista e era apenas iluminado pela luz da lanterna da caminhonete. As casas eram bem separadas uma da outra e no meio do nada.
—Fareje, Wormtail, use esse nariz gigante. — gritou Emmeline.
—Vamos lá, Peter.
—Continue correndo.
Gritavam incentivando Peter que continuava correndo na frente da caminhonete, já que ele havia jurado que conseguiria farejar a festa para eles. Peter foi para um lado, mas logo foi para o outro saindo do campo de visão da caminhonete.
—Pra onde ele foi? — indagou Frank. — Peter!
Ele apareceu novamente, olhando para os lados e a caminhonete parou o esperando, então ele recomeçou a correr.
—Vai, segue ele!
—ACHEI! — escutaram o grito dele. Peter estava em cima de uma pequena colina, olhando para baixo, sorrindo e gritando.
—Esse rato sortudo. — riu James.
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Estavam em frente a porta da festa e Adhara tocou a campainha com todos atrás dela. Esperaram alguns segundos, se entreolhando com risadas.
—Vamos entrar. — disse Marlene. Adhara deu um passo para frente tocando na maçaneta para abrir a porta, mas abriram antes que ela.
—A francesa deixou a blusa dela… — um garoto negro sorriu para eles curioso, parando de falar. Atrás dele havia várias pessoas dançando.
—Ahn… com licença, você fala inglês, certo? — indagou Adhara, como se não falasse francês. — Ainda bem, porque estamos perdidos.
No minuto seguinte estavam todos dançando na festa do tal Juan.
Sirius gargalhou com um cigarro pendendo na boca, enquanto tinha as mãos para frente, dançando com Emmeline, que estava a sua frente rebolando. Ele olhou Dimitre que dançava ao lado dele com o primo de Mark, os dois parecendo se divertir bastante. Sirius e Dimitre trocaram um olhar, dançando com seus respectivos pares e sorriram um para o outro. Os dois conseguiam sentir a tensão sexual que tinha entre os dois desde que se encontraram a alguns dias atrás. Emmeline se virou para ele, dançando de frente para ele. Ela deu um daqueles sorrisos safados que Sirius tanto adorava nela e passou o braço pelo seu pescoço, os dois se beijaram rapidamente, logo voltando a dançar como se nada tivesse acontecido. Ela gargalhou, voltando a dançar virada para Alice. Emmeline olhou para o lado e depois da piscina viu Peter dentro da casa fuçando dentro de casacos que estavam jogados dentro do sofá, ele catava tudo que tinha e guardava nos bolsos. Ela riu vendo aquilo. Notou como o cabelo de Peter parecia claro, meio aloirado, não mais aquela cor meio bosta que sempre pareceu ter. Ele havia engordado um pouco desde que ela o fizera ficar magro, mas nada tão drástico. Quando notou que estava encarando Peter demais se assustou e desviou o olhar, continuou dançando, agora no meio de Alice e Frank já que Sirius estava pegando uma garota ao lado deles.
—Se eu não fosse hétero eu te convidaria para fazer sexo comigo e Frank. — disse Alice, bêbada no ouvido dela. Emmeline gargalhou e se virou para amiga, agarrando o rosto dela para lhe dar um selinho. Alice riu e escutaram Frank atrás delas:
—Não entendi o que está acontecendo, mas não faço nenhuma objeção. — brincou.
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Remus deixou Sirius cair no sofá, praticamente desmaiado. Ele estava completamente molhado e por isso Remus pegou sua varinha para secar o amigo que acordou por um momento se sentando. Remus esperou a reação dele e ficou observando Sirius tirar todas as suas roupas, totalmente bêbado, até ficar pelado, coçar o saco e se deitar novamente no sofá. Ele se virou com a bunda para cima e Remus franziu a testa olhando um pouco mais de perto. Um sorriso se abriu na boca de Remus, vendo a pequena tatuagem na bunda de Sirius.
Escutou Adhara entrar no quarto, os dois não estavam tão bêbados quanto o resto da gangue, mas ainda assim estavam um poucos altos. Adhara mais que Remus já que a licantropia dele já estava o fazendo ficar sóbrio. Ela parou ao lado dele e sorriu também olhando a bunda nua de Sirius. Já era de manhã, haviam chego a algumas horas e Adhara e Remus tinha dormido na cama e quando Remus acordou para ir fazer xixi na moita lá fora encontrou Sirius todo molhado, jogado no gramado.
—Se um dos dois quiser me foder, faça isso antes que eu durma de novo. — escutaram a voz debochada de Sirius. Remus corou tendo algumas lembranças e isso o fez trocar um olhar com Adhara, que sorria divertida.
—É a sua assinatura? — indagou Remus, os dois ainda mirando a tatuagem de Sirius. — Quando disse que Sirius havia feito uma tatuagem na bunda eu não acreditei. — ele riu. Ela sorriu, caminhando até a cama. Remus observou ela tirar o short jeans, fazendo a blusa branca ficar quase como um vestido, mas mostrando a polpa da sua bunda e a calcinha preta de renda que fazia um contorno em suas nádegas. Ela se sentou na cama, com os pés descalços tocando no chão.
—Então, você realmente leu minhas cartas. — ela murmurou, tirando o sutiã, sem tirar a blusa.
—Claro que sim. — ele respondeu, passando em frente a porta entreaberta.
—Eu realmente… por um momento, pensei que tivesse esquecido sobre nós. — ela murmurou. Quando os dois se deitaram para dormir um pouco, estavam muito mais bêbados que naquele momento, apenas se deitaram de frente um para o outro sem se tocar, até que enquanto dormiam acabaram se abraçando e acordaram com o rosto de Remus deitado sobre os seios de Adhara, abraçando sua cintura.
—Eu nunca vou me esquecer de você. — falou Remus, tirando a sua blusa e a deixando cair no chão. Ele retirou os sapatos e então a bermuda, ficando com uma samba canção que tinha vários pintos cor-de-rosa nela, que James havia dado a ele de aniversário. — Isso é provavelmente a última coisa que eu faria na minha vida. — falou. — Tudo o que aconteceu naquela noite foi verdadeiro, todos as coisas que eu disse, todos os meus sentimentos.
—Nada mudou nesses três meses?
—Nada mudou. — ele disse, se curvando para segurar o rosto de Adhara. Ele a beijou na testa e foi a empurrando para trás lentamente para cima da cama. Ficou por cima dela, se encaixando no meio de suas pernas. — Eu estou completamente e devastadoramente apaixonado por você.
Adhara gemeu baixinho, sentido o calor do corpo de Remus contra o seu. Ela já podia sentir a leve pressão do pênis dele em sua coxa. Os lábios de Remus estavam em seu pescoço, seus dentes a deram uma mordidinha que a fez se arrepiar por inteiro. A mão forte de Remus passou pela sua cintura nua e foi direto para um dos peitos, apertando com tanto gosto que Adhara gemeu. Ela jogou sua cabeça para trás quando a outra mão de Remus foi para o meio de suas pernas, tocando na sua intimidade por cima da calcinha, quando ele a arrastou para o lado e toca em seu clitóris latejante para dedilhado, Adhara sentiu que entraria em combustão, só aquele pequeno toque estava a fazendo delirar completamente. O dedo de Remus era gentil, mas preciso, parecia saber exatamente o que estava fazendo, mesmo que ele não fosse o cara mais experiente do mundo. Gemeu quando o dedo dele entrou, começando a fodê-la daquele jeito. Sua boca esmagou a dela e as línguas serpentearam uma para a outra, se beijaram até que o fôlego acabasse e Adhara começasse a gemer na boca de Remus, completamente entregue. Ele a fodia com os dedos furiosamente, ela se arrepiava e se contorcia na cama.
—Remus, caralho… Remus! — ela gemeu, jogando a cabeça para trás mais uma vez, tentou agarrar alguma coisa, qualquer coisa. Seus dedos torceram a fronha do travesseiro que ela agarrava com força. Sentiu seu orgasmo chegando e Remus pareceu sentir também, pois tirou a mão de dentro dela a fazer ofegar e o olhar raivosa. Ele deu o sorriso mais safado que Adhara já havia o visto dar na vida.
Foi a vez de Remus gemer quando Adhara agarrou seu pênis por cima da samba-canção com força. Sem dó nenhum. Ela enfiou sua mão dentro e tocou a pele quente de Remus, passou suas unhas na virilha dele, sentindo-o arrepiar. Tocou novamente na intimidade dele, começando a masturbá-lo. Ela podia sentir toda extensão do pênis de Remus, enquanto ele a beijava no pescoço. Sentia a cabeça inchada e as veias saltadas. Com a mão livre agarrou o pescoço de Remus e o puxou para um beijo, o empurrou subindo em cima dele e continuando a beijá-lo, o pênis dele no meio da sua bunda. Ela ficou rebolando, fazendo uma fricção gostosa. O beijou no peito e deu uma mordida em sua virilha.
O pênis de Remus, em pé a sua frente, parecia até tremer de excitação, ela segurou na base e deu uma lambida até o topo, trazendo sua mão trabalhar junto. Escutou seu nome sair da boca dele como música e chupou a cabeça inchada e sua mão subia e descia depressa. Tirou as mãos e substituiu pela boca, ela abocanhou até onde conseguia, erguendo os olhos para Remus, enquanto ele a observava como se fosse uma obra de artes. Ela chupou e quando tirou a boca fez uma barulho incrivelmente sexy. Voltou a lamber toda extensão e abocanhou novamente, tentando colocar tudo na boca, mas o pênis de Remus era simplesmente grande, o maior que ela já havia visto. Sentiu a mão dele em seus cabelos, ditando um ritmo para a subida e descida da cabeça dela. A expressão no rosto dele era sublime, parecia em extremo prazer. Ele agarrou o cabelo dela com força, mas dessa vez para a fazer parar. Ele puxou o rosto dela contra o seu e a virou na cama, ficando novamente por cima.
—Me fode, Remus John Lupin. — ela pediu.
—Eu senti tanta sua falta… Adhara… — ele gemeu, com a ponta do pênis enfiada dentro dela. Adhara jogou seus quadris contra ele, tentando ter mais contato, mas ele segurou seu quadril com uma mão e seu cabelo com outra a fazendo olhar em seus olhos. — … eu vou te comer com tanta força… você não tem ideia. — foi a coisa mais sexy que ele já havia lhe dito.
Ele enfiou com tudo nela.
Adhara gritou tão alto que Sirius acordou momentaneamente no sofá. Ele olhou os dois por um momento, deu um sorriso malicioso e voltou a apagar.
Ela sentia prazer pelo corpo inteiro. O pênis de Remus parecia queimar dentro dela e ela gritava cada vez mais. O quadris de Remus, encontravam com força o dela, parecia que ia cada vez mais fundo. Os dois se beijaram com fervor, se agarrando um ao outro. Os gemidos dos dois foram abafados pela boca um do outro.
—Remus… eu te amo. — gemeu Adhara. — Remus!
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Emmeline acordou aos poucos, se espreguiçando na cama a qual ela dividia com Dimitre que estava de cueca deitado com a cabeça perto dos pés dela. Ela se sentou e olhou para a cama ao lado vendo Marlene deitada ali com Mark e percebeu uma barreira mal feita de travesseiros entre eles.
Se levantou da cama, se espreguiçando mais uma vez, usando apenas uma blusa larga e uma calcinha branca. Escutou gemidos altos e caminhou pelo quarto bagunçado e abriu a porta. Passou em frente ao quarto que Emily e Rabastan dividiam com Alice e Frank e viu que Rabastan já estava acordado, sentado na cama, com Emily ainda dormindo, ele parecia estar desenhando em um pergaminho e quando a olhou deu um aceno educado. Emmeline e Rabastan nunca foram amigos, como Rabastan foi de Mary quando ele estava com Adhara, nunca tiveram uma conversa, mas não se odiavam, só que desde que ela traíra Jacques sentia um pequeno ódio de Rabastan dirigido a ela. Continuou andando e agora passou em frente a porta entreaberta do quarto de Adhara, Remus estava por cima dela a beijando no pescoço, sua samba-canção no meio das pernas e sua bunda amostra, deixando bem claro o mexer de quadris dele contra o dela, que gemia alto, com a blusa embolada para cima, mostrando um dos peitos que Remus agarrava com força. E percebeu Sirius deitado no sofá pelado e dormindo, parecendo nem escutar os gemidos extremamente altos do casal na cama. A porta do quarto de Dorcas e Michelle estava fechada, era o menor quarto com apenas uma cama de solteiro. O último quarto do longo corredor era o de Peter estava com a porta também fechada e Emmeline passou direto. Imaginou se no barracão James e Lily já haviam acordado, mas decidiu não ir lá para ver.
Ela saiu sentindo o Sol bater em seu rosto e fazer sua pele ficar quente rapidamente. Foi até uma mesinha, que tinha umas garrafas vazias e uns baseados prontos e pegou um, mas antes que colocasse na boca notou uma caixa que parecia ser presa ao chão. Se abaixou e abriu a caixa, tinha o que parecia ser uma pequena alavanca ali, puxou-a para cima e imediatamente a mangueira que estava para o alto começou a cair água, parecendo um chuveiro até. Revirou os olhos para a imbecilidade de Mark e entrou na piscina que logo mais estaria cheia. Tirou a blusa, ficando de calcinha e foi para debaixo de onde a água caia. Sorriu ao sentir a água refrescante em sua pele e ficou por ali alguns minutos, antes de sair da piscina.
Ela colocou a blusa de volta, mesmo estando molhada e voltou para dentro da casa. Não sabia o que estava pensando quando entrou no quarto de Peter e o encontrou contando notas de dinheiro trouxa.
—Oi. — disse Peter. Emmeline sorriu, mordendo o lábio e fechou a porta, se encostando nela.
—Oi. — respondeu. — Todo mundo ainda está apagado. — ela comentou.
—Menos Addie e Remus. — riu Peter. — “Oh, Remus. Oh, Remus” — ele brincou, tentando imitar a voz de Adhara. Emmeline gargalhou, vendo que ele estava sem camisa.
—O que está fazendo? — indagou.
—To contando o dinheiro trouxa que roubei ontem, vou em Gringotes quando voltarmos para trocar por galeões. — ele disse, mostrando as notas.
—E você não tem nem um pouco de vergonha disso? — ela riu.
—Não. As vezes eu roubo de pessoas que me fazem eu me sentir inferior. — ele contou.
—Como quem? — indagou, indo até ele.
—Normalmente, pessoas que são bonitas e fazem muito sexo. — ele disse. — Por isso vivo roubando os galeões de Sirius ele tem tantos que ele nem nota.
—Ah é?
—Deveria tentar um dia. — ele riu. Emmeline se sentou na cama que ele estava deitado.
—Porque você não só tenta fazer sexo com alguém? — indagou ela.
—Bethany Toots falou pra todas as garotas que eu sou um canalha. — ele disse. — Minhas chances em Hogwarts são praticamente nulas.
—Mas deveria tentar.
—Aham, quem vai querer fazer sexo com… — ele parou de falar ao Emmeline colar sua boca na dele. Emmeline não podia acreditar que estava o beijando e nem ele, pois se afastou arregalando os olhos. — O que?
—Eu só… — ela o beijou novamente, tocando seu rosto. — Eu sei que está meio sozinho… eu também estou. — ela comentou. Os dois se beijaram novamente. — Se contar para alguém, eu te mato. — murmurou. Peter a encarou por um tempo e começou a se beliscar. — Pare de se beliscar. — ela riu, agarrando os braços dele. — Você está acordado e está na hora do seu navio zarpar.
Emmeline o beijou novamente, descendo sua mão para o pênis de Peter. Ele gemeu baixinho com o toque dela.
—Estou acordado. Estou acordado.
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—Precisamos usar óculos de Sol no quarto. — comentou James. Lily havia jogado aquele feitiço pra que o óculo de grau de James virasse de Sol também, por causa do Sol quente que batia neles. Eles estavam cada um em um colchão de solteiro, mas os colchões estavam colados, mesmo que nenhum dos dois estivessem se tocando.
—É como um paraíso. — comentou Lily com seu biquíni preto e um sorriso no rosto. James deu um sorriso para ela com os braços atrás da cabeça. Ele havia ido pegar um baseado, mas quando viu o nariz torcido de Lily, fingiu que só pegaria uma garrafa de água e voltou a se deitar. Ele sabia que ela ainda não gostava de baseado.
—Trás um sentimento bom. — disse James. Lily o olhou com um sorriso. — Se eu morrer amanhã, morrerei feliz.
—Bem… mas, eu não ficaria feliz com isso. — disse Lily, voltando a olhar para o céu, ajeitando seus óculos de Sol. O coração dele parou ao escutar aquilo e tentou ao máximo segurar o imenso sorriso.
—Então, eu ficaria e te contaria piadas de pênis. — ele disse. Lily riu.
—Eu gostaria disso. — ela sorriu. — Dizem que seu pênis é mesmo uma piada. — brincou.
—É mesmo, mas normalmente ele gosta de contá-las de pé. — falou. Lily gargalhou divertida e os dois trocaram um olhar divertido.
James achava Lily tão linda. Ele tentou não olhar para o corpo dela, mas não conseguiu se segurar e deu uma olhada. Ela não era a garota mais magra, como Adhara ou como Emmeline, ela tinha bastante peito, mas não tanta bunda, seu quadril era largo e James a achava simplesmente linda. As sardas que pareciam pequenas estrelas em sua pele estavam espalhadas pelo seu nariz e bochechas e também pelo seu busto. Ele não corou quando notou que Lily o tinha pego no flagra, mas deu um sorriso amarelo, mas não envergonhado. James Potter não se envergonhava fácil.
Mas Lily não comentou nada sobre aquilo, apenas disse:
—Agora que os gemidos de Addie e Remus pararam parece ser seguro descer.
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—Remus fode bem pelo seu sorriso. — comentou Emmeline, se deitando na cadeira de praia ao lado da de Adhara.
A loira deu um sorriso malicioso e olhou Remus dentro da piscina que estava cheia até a metade, com James em seus ombros, fazendo briga de galo com Peter em cima dos ombros de Sirius. Dorcas e Michelle eram as juízas no canto da piscina e Dimitre estava tirando fotos com a polaroid de Mary, de todos por ali. Ele mirou em Adhara e Emmeline que sorriram para foto e voltaram a se olhar marotas.
—Eu admito que estou tendo problemas para andar direito. — comentou Adhara. Emmeline gargalhou alto, olhando a bermuda de Remus que havia acabado de sentar na beira da piscina para conversar com Dimitre e o primo do Mark.
—Ele só fode bem ou o pau dele é grande? — indagou Emmeline, curiosa.
—O maior que eu já tive. — respondeu Adhara, colocando os óculos de Sol e suspirando. — E ele fode bem.
Emmeline abriu a boca para falar algo, mas ela mirou Peter se jogando na água com James e Sirius, todos rindo muito quando Alice empurrou Frank com tudo na piscina e depois se jogou com ele. Logo Marlene tinha se jogado na piscina puxando Lily com ela, todos entraram na piscina, apenas Adhara e Emmeline ficando no Sol e Emily e Rabastan se beijando na sombra. Antes que Emmeline pudesse desviar o olhar, Peter a encarou de volta, ele deu um sorrisinho no rosto e ela desviou o olhar, não sabendo porque corou. Depois de um tempo, James e Sirius estavam junto de Adhara e Emmeline.
—Estão juntos agora? — indagou Sirius. Adhara o olhou e viu que ele olhava para Remus.
—Mais ou menos. — murmurou, acariciando os cabelos de James, que tinha sentado no chão ao lado da cadeira de praia que ela estava deitada. — Nada oficial.
—Achei que estivessem namorando quando escutei os “Oh, Addie” e “Oh, Remus”. — brincou James. Sirius e Emmeline gargalharam e Remus chegou se sentando ao lado de James, com uma cerveja na mão.
—Isso é inveja, James? — ele perguntou, com um sorriso maroto. — Que você está dormindo com Lily e mesmo assim não tão se pegando?
Eles gargalharam alto e James emburrou a cara. Escutaram passos e Rabastan apareceu ali, ele tossiu desconfortável.
—Ahn… Emily está me esperando no quarto e… acabou nosso Chá de Lua. — ele comentou. — Ela pediu pra eu pegar com um de vocês aquelas coisas trouxas que parecem um balão…
—Camisinha. — riu Emmeline.
—Eu que não vou te dar minhas camisinhas. — bufou James.
—Você nem usa camisinha, James. — retrucou Sirius, já que o amigo usava apenas Chá de Lua.
—Mas se eu usasse não daria as minhas para ele…
—Sirius tem camisinhas na mochila dele, pode pegar. — Remus cortou James que emburrou a cara mais uma vez.
—Valeu, Lupin. — disse Rabastan, pronto para ir embora.
—Não vai morrer por usar algo trouxa? — debochou Sirius. Rabastan lhe deu um sorriso sarcástico.
—Te aviso depois que eu terminar de transar com a minha namorada, enquanto isso você pode esperar usando tua mão direita como tem feito nos últimos dias. — rebateu Rabastan, se virando para ir embora. Remus, Emmeline e Adhara começaram a gargalhar alto e James continuou com a cara feia, não rindo por respeito a Sirius.
—Ele é um babaca. — disse James a Sirius, tocando no ombro dele, como uma mãe.
—Vou pegar mais bebidas. — riu Emmeline, se levantando, ela havia visto Peter entrando lá. Ela passou pela piscina e jogaram água nela o que a fez rir e correr para dentro da casa, assim que entrou na cozinha viu Peter lá comendo um pedaço de bolo que Lily havia feito. — Oi, Wormtail. — ela disse.
—Oi. Coincidência? — ele indagou, guardando o resto do bolo na geladeira.
—Na verdade, não, eu vim reiterar do que acontecerá com você se mencionar para alguém que..
—… que eu te fodi até seu cérebro derreter. — ele completou, com um sorriso.
—Não, você não…
—Eu fodi sim. — ele disse, todo convencido.
—Nunca vai acontecer novamente.
—Por que não? — ele perguntou.
—Bem… você não me merece. — ela conseguiu dizer, ele se aproximou dela parada no meio da cozinha.
—Não gosta de fazer sexo, sabe… regularmente?
—Eu...eu...
Os dois se encararam e naquele momento Emmeline pensou em Mary, não havia pensado antes, mas agora com Peter se ajoelhando em frente a ela e a empurrando para subir no balcão de pernas abertas a fez pensar, mas quando os dedos de Peter empurram seu biquíni para o lado e sua língua a tocou ela não pensou em mais nada.
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POTTER’S HOUSE
—James, isso não é uma boa ideia. — falou Remus, vendo o amigo com o barril de cerveja amanteigada. James deu um sorriso maroto para ele.
Haviam chego ontem a noite de Marrocos. Hoje já era o último dia de férias e então finalmente iriam para o seu último ano em Hogwarts. Os pais de James sairiam em poucos minutos e voltariam apenas na tarde seguinte, pois resolveram viajar e claro que para James isso significava uma festa super irada.
—Relaxa, Remus, só vai ser a melhor festa do ano…
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