Notas iniciais
Hello!Hello!Hello! Chanels, me desculpem. O capítulo passado teve 17 comentários, e eu não postei no dia que tínhamos combinado.Além de estar ocupada com coisas da escola. eu esqueci totalmente de postar. E se vocês estão se perguntando porque a Vênus não postou, é que ela ta doente.Coitadinha, ela ficou internada. Então não teve como ela postar. Mas relaxem a Vênus já está ficando melhor, e hoje mesmo ta indo pra casa. E se ela continuar boa ( espero que sim :) ) ela via postar o capítulo de DOMINGO. Sim , como eu furei com vocês e não postei no dia do combinado vamos postar outro este domino, ou quem sabe sábado. E Chanels, eu e Vênus revesamos, eu respondo os comentários de um capítulo e ela de outro, por isso tem alguns capítulos sem comentários respondidos.Quando a Vênus puder ela via responder todas vocês. Vamos lá para ao nosso cronograma: Se esse capítulo tiver 20 COMENTÁRIOS o próximo sai amanhã. Se tiver 15 COMENTÁRIOS sai domingo (01/05) e de tiver MENOS DE 15 COMENTÁRIOS sai dia 03/05. Eu sei que pode ser chato pedir uma média de comentários, Chanels. Mas é que quando eu não falo nada cai muito os comentários, entendem? Ai eu sempre deixo um avisinho, para vocês colaborarem e mostrarem que estão gostando da fic. E girls fiquem atentas as notas, elas são importantes :) ENJOY BITCHES :D (capítulo meio sad, então uma carinha super feliz)

MUDBLOOD

HOGWARTS

1974

4th YEAR

Theodore Nott beijava de uma maneira muito diferente da de Remus. Remus era sempre tão gentil e inseguro... ele nunca parecia saber o que estava fazendo. Mas Theo não era assim. Ele parecia muito acostumado a beijar. Tanto que foi ela quem ficou um tanto sem jeito com a maneira que ele ditava as coisas.

Nem estava pensando direito quando o chamou praquele amasso. E agora estava levemente arrependida.

—Não. Ai não. – disse pela terceira vez, quando ele tentou colocar a mão dentro de sua blusa.

—Relaxa, gata. – riu ele como se não ligasse para a timidez dela. Ele a beijou com vigor no pescoço e ela se arrepiou toda.

—Não deixa marca. – pediu com a voz baixa, querendo esconder o quanto que estava nervosa. Nunca tinha tido um amasso daqueles, tendo que conter a pessoa. Mas isso parecia apenas divertir Theo.

—Mas eu quero deixar. Pode deixar em mim também.

—Eu não quero deixar marca em você... – murmurou levemente assustada e se encolhendo contra a parede do armário.

—O que foi, grifo? Está com medo? De uns beijinhos?

—Por que me chama de grifo? – perguntou franzindo a testa.

—Porque você parece um quando fica com raiva. – riu ele. Fechou ainda mais a cara, se sentindo insultada – Oh, não me entenda mal. É que os grifos são animais orgulhosos, protetores, leais, fortes e destemidos. Sem falar que são bem intimidadores quando zangados. Igual a você. – ele a pressionou contra a parede do armário e sorriu – Lembra quando veio me perguntar se Zamora estava aprontando algo com a sua amiga? Daquela vez você parecia muito um grifo.

—Não gosto que mexam com meus amigos. – disse arfando – E sua varinha está me machucando. – adicionou sentindo a ponta da varinha pressionar seu quadril. Theo deu uma risadinha e colocou a mão no bolso traseiro da calça. E de lá tirou a própria varinha.

—Não é a minha varinha. – riu ele se curvando para beijar seu pescoço. Corou violentamente, sem saber o que fazer. Céus. Se seus pais soubessem o grau de intimidade que estava tendo com aquele garoto... ficaria de castigo pelo resto da vida... provavelmente teria que terminar os estudos em casa... – Você fica uma gracinha com o rosto todo vermelho assim... – riu ele acariciando sua cocha. A mão dele foi deslizando por sua pele e Emily sentiu o coração acelerar. Mas não de excitação. De medo mesmo.

—Pare. Não estou gostando. – pediu assustada.

—Pare de ser medrosa. A Grifinória não é a casa dos corajosos e destemidos? – perguntou ele a puxando e apertando sua bunda com muita força. Sua pele sensível provavelmente ficaria marcada.

—Não. Theo... assim não. – pediu manhosa, assustada.

—Shiiii... você vai gostar. – riu ele, baixinho, em seu ouvido, enquanto as mãos rodeavam sua coxa, para tocar sua calcinha.

—Theo. Não! Para. – pediu segurando a mão dele – Eu... eu vou gritar. – ameaçou, mas ele beijou sua boca, como se quisesse fazê-la calar-se. Tentou virar o rosto, assustada com o modo como ele tirava a sua calcinha do lugar. – Nuunf... – resmungou entre os lábios dele.

—Relaxa. Você vai gostar. Relaxa. – riu ele a tocando lá embaixo. Mas não estava gostando. Estava assustador. Tentou empurrá-lo, mas ele era muito forte. – Calma, boneca. Fica quietinha que não vai doer. Vai ser bom. – riu ele a tocando com o dedo de maneira horrível. Já estava quase aos prantos. Tentou empurrá-lo de novo e de novo, mas não conseguiu. Ele colocou mais ainda os dedos dentro de si e isso só machucou. Não estava excitada, não estava confortável. Só estava com medo e com muita vergonha. Não deveria estar ali. Não deveria estar fazendo aquilo. Sentiu a outra mão de Theo descer até sua blusa e começar a desabotoar os botões. Fechou os olhos, querendo fugir dali e quando ele baixou o rosto para beijá-la no decoto, achou que iria desmoronar.

—Por favor, pare. – disse com a voz arrastada. Ele piscou, parecendo levemente surpreso e se afastou.

—Hey. Não precisa chorar. – riu ele – Medrosa. Nem parece que é da...

Mas ela estava com medo dele... e se sentindo muito ofendida e desrespeitada. Apenas lhe deu uma boa joelhada entre as pernas e ficou satisfeita de vê-lo ficar sem ar, caindo de joelhos.

—Seu... pervertido! – ralhou dando um tapa no rosto dele e saindo correndo de dentro do armário, enquanto tentava arrumar a blusa.

Queria muito chorar. Estava tremendo. Sua calcinha ainda estava fora do lugar, lhe causando desconforto. Mas não poderia arrumar ali no corredor. Continuou andando, com medo que Nott a seguisse e quando chegou nas escadas, encontrou Frank.

—Hey! Onde você estava? O que houve?

—Me tire daqui. – pediu chorando, sem conseguir se conter. Se sentia muito suja, usada. E era sua culpa. Nunca deveria ter dado liberdade pra ele. O que seus pais iriam dizer? Céus... o que iriam pensar dela se soubessem o que ela tinha feito? O que Theo tinha feito? Iriam falar dela pra sempre... e ela não tinha a auto confiança de Addie. Apenas iria se sentir um lixo, suja, contaminada... – Só me tire daqui.

—Ok... – murmurou Frank passando o braço ao redor de seu ombro. Subiram uns lances de escada e entraram num corredor qualquer – O que hou...

Mas um grito o cortou. Os dois se entreolharam, assustados, e sacaram as varinhas.

Sangue de lama. Imunda...

Odiava aquele tipinho. Sentia puramente nojo. Pessoas como aquela só mereciam uma coisa. Serem colocadas em seus respectivos lugares. Gente como aquele tipinho não mereciam estudar com ele, um puro sangue de oito gerações.

Mulciber a seguiu discretamente, pensando no que iria fazer com ela. Queria mandar um recado. As pessoas achavam que Hogwarts era o porto seguro para gente como aquela... mas era mentira. Não era. Dumbledore era apenas um velho louco. E ele não iria proteger ninguém. As pessoas tinham que saber que Hogwarts logo estaria limpa daquela sujeira. Daquela poluição trouxa.

E ele seria o primeiro a mandar esse recado. Iria marcá-la pra sempre. Mostrar pra ela o lugar onde ela deveria ficar para sempre. Era isso que ele iria fazer...

Seria lento.

Seria doloroso.

Seria cruel.

Seria humilhante.

E ela mereceria cada segundo de dor, crueldade e humilhação. Gente como ela deveria ser inteligente e saber que sua presença era um insulto a gente superior como ele. Por isso a seguiu de longe. Esperando que ela ficasse sozinha...

Ela estava com Vaca Vance, mas a outra sangue imundo saiu com Jacques, aquele traidor de sangue... ele teria a parte dele também, um dia... E agora sua presa estava andando aos saltinhos, sozinha pelo corredor. E quando ela parou para olhar uma borboleta que tinha pousado na janela, ele viu a oportunidade perfeita.

Olhou ao redor e viu que estavam sozinhos naquele corredor. Sorriu satisfeito e apertou o passo, indo na direção dela. A garota se curvou na janela, estendendo o dedo e a borboleta pousou no dedo dela.

—Oi, amiguinha. Qual é o seu nome? – perguntou Crazy Eyes, de maneira irritante e infantil. Ela deveria ter algum tipo de retardo mental só podia... quando ficou exatamente atrás dela, olhou ao redor novamente. Simplesmente sozinhos, para sua sorte. Sorriu, vitorioso e a segurou pela trança que ela tinha na lateral da cabeça. Com a outra mão tampou a boca dela.

—Não grite. Não resite. Ou vai ser pior. – a garota tremeu, assustada, mas não resistiu. A puxou até a porta em frente à janela. Abriu a porta com um chute e a trouxe para dentro. Ficou de costas para a porta e apoiou as costas na madeira. Depois procurou pela varinha da garota, pelos bolsos dela. A garota tentou impedi-lo, mas ele a jogou contra a parede, fazendo com que ela batesse a cabeça com violência. Sentiu a garota pesar, a medida que ela ficava tonta, pela pancada. Aproveitou para pegar a varinha e para jogá-la no outro canto da sala. Depois forçou Crazy Eyes a se deitar no chão. A garota tentou lutar para se livrar dele, então a socou com força no rosto e pegou a própria varinha – Não deveria ter vindo pra Hogwarts, sangue ruim. – rosnou com a varinha apontada para a testa dela – Gente que nem você deveria ficar escondida no lixo. Não aqui, com bruxos de verdade.

—Eu sou uma bruxa de verdade. Sou tão bruxa quanto você. – disse ela tranquilamente, o olhando com aqueles olhos esquisitos. Mulciber rosnou, ofendido, com aquelas palavras. Viu o olho dela inchar rapidamente por conta de seu soco. Ela precisava de uma marca. Algo que fizesse com que todos se lembrassem do que ela era.

—Você acha mesmo? – riu cruelmente. A fez se virar e se sentou em cima das costas dela. Depois levantou a saia da garota, expondo as coxas dela.

—O que vai fazer? – perguntou ela, parecendo assustada – Eu vou contar pro meu Petelzinho. Eu vou contar pra Addie! – disse ela. Mulciber deu uma risadinha, se divertindo com o medo dela. Beliscou a coxa dela e gostou de ouvi-la reclamar. Depois apontou a varinha para ela.

—Quero ver andar de saia daqui pra frente, sangue ruim. – riu Mulciber.

Escutou o grito e não pensou duas vezes. Apenas correu. Correu o mais rápido que conseguiu, com a varinha já em mãos. Era um grito feminino e sofrido, que a lembrou imediatamente do grito que Emily Valentine dera ao colocar o colar amaldiçoado que recebera há um tempo atrás.

Por isso a pressa. Será que outra pessoa tinha se machucado?

O grito virou choro. Virou súplica. E ela se desesperou ainda mais. Abriu a porta de onde achava que vinha o som e viu Mulciber se levantando, com as mãos sujas de sangue.

—Ótimo. Mais uma sangue ruim veio pra ser marcada. – riu ele.

Lílian Evans odiava quando as pessoas a chamavam daquela maneira e quando o garoto tentou azará-la, fez um feitiço escudo para se defender. Mas a azaração dele foi tão forte que a jogou para trás. Mal teve tempo de fazer outro feitiço escudo, quando ele a azarou de novo.

—Corre... corre, Lily. – pediu Mary com a voz chorosa. Olhou para a perna dela e viu muito sangue escorrendo pela coxa dela. Respirou fundo e se defendeu de outro feitiço de Mulciber, para depois tentar atacá-lo.

—Petrificus Totalus! – disse e sua azaração o jogou para trás, por mais que ele usasse um feitiço escudo. Mas isso pareceu irritá-lo. Mulciber voltou a atacá-la de novo, de novo e de novo. Se defendeu como pode, olhando preocupada para Mary, que parecia muito zonza no chão – O que fez com ela?!

—O que ela merecia, mas não se preocupe. Vou fazer com você também! – ameaçou ele. Lily não recuou. Ela esperou que ele lançasse mais uma azaração, e no lugar de fazer um feitiço escudo, pulou para o lado e gritou:

—EXPELLIARMUS!

A varinha dele voou para longe e ele a olhou zangado.

—Como ousa, sua sujeitinha de sangue ruim?

—Travalíngua! – disse zangada e a língua de Mulciber colou no céu da boca – Seu covarde. Se acha o fortão por duelar com garotinhas mais novas, não é? – perguntou zangada. Mulciber foi recuando, andando de costas e Lily entrou na sala. Se abaixou ao lado de Mary, sem baixar a varinha e a olhou preocupada – Tudo bem?

—Ele machucou a minha perna... – murmurou ela. Lily concordou com um aceno de cabeça. A perna dela sangrava muito. Soltou um suspiro e a afagou na bochecha.

—Vou te levar para a Ala Hospitalar, ok? – perguntou Lily. Notou que o garoto estava se abaixando, mas a varinha dele estava longe, então não respondeu ao movimento dele de maneira ágil. Foi um erro, porque tinha uma outra varinha ali e ele a usou para desarmá-la.

—Foge, Lily. Ele vai te machucar também. – choramingou Mary. Lily a pulou e ficou de braços abertos, se colocando como um escudo para proteger a colega.

—Eu não vou te deixar aqui, sozinha com ele. – disse antes de ser arremessada contra a parede. Sentiu uma imensa dor na parte de trás da cabeça e ficou zonza. Mulciber se aproximou e a jogou no chão, de costas pra ele. – Me solta! – exigiu se debatendo, mas não conseguiu se livrar dele. Ele se sentou em suas costas e apertou suas coxas com firmeza – Me solte!

—Cale a boca, sangue de lama. Eu vou te dar o que merece. – rosnou ele.

—Você vai sair de perto dela. – rosnou uma voz autoritária.

—Ou vai se meter em sérios problemas. – riu uma outra debochada. Conhecia aquelas vozes.

Eram James Potter e Sirius Black.

—Sua mãe nunca te ensinou que é feio sentar em cima das meninas, Mulciber... ou você é só burro mesmo? – perguntou outra voz. Era Frank.

—O QUE VOCÊ FEZ COM A MINHA BORBOLETINHA?! – gritou uma voz guinchada, que ela reconheceu como a de Peter Pettigrew.

—Petelzinho, minha perna está doendo... – choramingou Mary.

—Pete, tire a Borboletinha daqui. Milly, ajuda ele. – disse James – Sirius, Frank...

—Nem precisa pedir. – riu Sirius – Então. Eu não gosto da Evans, mas ninguém mexe com uma colega de casa e fica por isso mesmo.

—Sem falar que você machucou a Mary. – ralhou Frank.

—Então nós vamos machucar você. – riu James – E muito.

Mulciber se levantou de cima dela e ele começou a duelar com Sirius, James e Frank. Sirius e James duelavam muito bem. Eles eram acostumados a duelar, nas confusões que arrumavam, praticamente o tempo todo.

Olhou para o chão, onde Mary tinha estado deitada e viu o rastro de sangue que tinha ficado pelo caminho que ela fez pra fora da sala. Aquilo era tão horrível. Ela e Mary eram tão bruxas quanto qualquer um ali. O que Mary já tinha feito pra quem quer que fosse, para que fosse atacada daquela maneira?

Olhou furiosa para Mulciber, que tentava se defender da melhor maneira possível. Mas era um três contra um. Ele estava obviamente em desvantagem.

Foi quando Avery apareceu na porta. Ele olhou em choque para dentro da sala e sacou a varinha. Ele estava para azarar James pelas costas, quando ela lançou uma azaração nele, por reflexo. Frank notou que tinha mais alguém ali e logo ele a estava ajudando a derrotar Avery.

Nunca tinha duelado pra valer. Era muito diferente de fazer os exercícios em sala de aula. Não tinha instruções dadas por alguém. Não tinha um passo a passo... era pensar rápido e agir rápido, para não se machucar.

E ela nunca tinha feito aquilo. Basicamente só se defendia... mas logo as azarações e os contra feitiços começaram a aparecer em sua mente. Logo dançou aquela dança, se deixando levar pelo instinto. Logo era como se sempre tivesse sido um deles. Era como se fosse natural.

Ela não era melhor que Frank, James ou Sirius... mas ela estava conseguindo se defender e atacar. Melhor do que quando estivera contra Mulciber.

As cadeiras voaram e quebraram. As janelas se estilhaçaram. Suor escorria de sua testa. E quando Avery e Mulciber estavam no chão, sentiu uma euforia muito grande no peito.

—Vamos. – disse James segurando sua mão – Precisamos sair daqui.

Concordou e se deixou levar por ele. Nunca tinha andado de mãos dadas com ele, mas não achou que ele tivesse reparado. James Potter era perdidamente apaixonado por Addie e todos sabiam disso... mas ela corou de leve assim mesmo.

Correram até o Salão Comunal e respiraram fundo, tentando recuperar o fôlego.

—Precisamos contar pra Emmeline e pra Addie... – murmurou Sirius – A perna da Borboletinha estava bem machucada.

Concordaram e subiram as escadas dos dormitórios. Addie estava gargalhando ao lado de Marlene, as duas na cama da prima de Sirius.

—Eu acho que Avery acertou aquele feitiço confusão em mim... – disse Frank colocando a mão na cabeça, parecendo verdadeiramente confuso – Chanel? Você sabe que essa ai é a N°5, não sabe?

—É claro que eu sei, N°4. – riu Addie – O que vocês querem? Lily, por que deixou todo mundo entrar no nosso dormitório? – perguntou ela.

—Addie... atacaram a Mary. – murmurou James – Peter e Emily levaram ela pra Ala Hospitalar.

—Ela se machucou, Addie. – murmurou Sirius.

Addie piscou em choque e pulou da cama, passando muito rápido por eles. Lily trocou um olhar com os garotos e correu atrás dela. Só pararam de correr ao chegarem na Ala Hospitalar.

Dumbledore estava lá e falava muito sério com o professor Slughorn, que parecia completamente constrangido. Mas Addie não parou para escutar e nem Lily. As duas entraram e viram Mary deitada na cama, com cara de choro. Peter parecia chocado e Emily enojada.

Addie ficou furiosa, pois os cabelos dela ficaram extremamente vermelhos.

Pois Mulciber tinha talhado na coxa de Mary as seguintes palavras:

Sangue Ruim.

E Madame Pomfrey ainda não tinha conseguido fazer as palavras saírem...

Notas finais
OHHHHHHHHHHHHHH MARYYYYYYYYY :((((((((((((((( SAD SO SAD! O que acharam? A guerra está entrando em Hogwarts e a primeira afetada foi Mary. A nossa borboletinha vai ficar bem?A marca vai sair? Ou talvez tenha tanta magia negra que puff ela morre? heuhuheuheuh E esse começo? Theo e Emily? Theo babaca puffff. Quando uma garota diz para você para, sacou? Novamente o avisinho: Se esse capítulo tiver 20 COMENTÁRIOS o próximo sai amanhã. Se tiver 15 COMENTÁRIOS sai domingo (01/05) e de tiver MENOS DE 15 COMENTÁRIOS sai dia 03/05. E a prévia do próximo capítulo: "Os cabelos de Adhara ficaram mais negros do que a própria escuridão. Seus olhos se fecharam em um preto que parecia sem fundo. A pele branca como a luz da lua. E o rosto distorcido em raiva. Adhara Black nunca esteve mais intimidadora. - I AM A BLACK! O grito ressoou por toda Hogwarts. A partir daquele dia, todos sabiam que ninguém nunca mais iria ousar encostar em Mary McDonald." Uou, prévia tensaaaaaaaaa heuehuehuehueh com quem Addie está falando? Amamos vocês , Chanels. Desejem boa sorte para Venusinha :) e que ela fique boazinha logo. BYE BITCHESSSSS.