Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOO CHANELS! Então Chanelsssss, acabou minhas provas, graças a Deus, vou escrever maissss, Vênus voltou da viagem que ela fez e vamos escrever bastante. Então se esse capítulo tiver 20 COMENTÁRIOS o próximo sai amanhã ( pera é hoje ehuehue to postando as duas da manhã). Se alcançar 15 COMENTÁRIOS sai dia 27/04 ( quarta-feira) e de tiver MENOS DE 15 COMENTÁRIOS sai dia 04/05. OKAY? E acho que depois da prévia você vão se esforçar para sair amanhã. ENJOY, BITCHES.

MESS AROUND

HOGWARTS

1974

4°YEAR

Rabastan me olhava magoado, ou no mínimo ofendido. Seu olho ainda estava roxo, pois, depois que eu disse para Professora Minerva o que Rabastan tinha feito com o emocional de James, ela achou melhor me dar uma detenção e deixar o olho dele sarar naturalmente.

—Você é a namorada mais durona que eu poderia ter. – James me diz beijando minha bochecha com um braço laçando minha cintura.

—Eu sei. – mordisco seu lábio inferior, fazendo James dar um sorrisinho.

—Eu não acredito que perdemos o jogo por causa dele. – Sirius reclama. – Tínhamos o jogo ganho e ai eles descobriram o ponto fraco de James.

—Não fica assim, Six. – Marlene chegou se sentando em seu colo, aproveitando que não tinha nenhum professor por perto no Salão Principal. – Você foi super bem. Todo mundo está falando que você e Addie são a melhor dupla EVER. – ela diz animada. Sirius sorriu passando os braços pela cintura dela.

—Você também foi super bem. Toda gostosa dando aqueles saltos. – ele diz para ela. Marlene da uma risadinha e Sirius beija seu pescoço.

—Como eu fui Sirius? – perguntei assim que vi o olhar magoado de Emmeline. Essa menina não se decide, no dormitório ela só falava sobre como Jacques é fofo, mas é só Sirius se agarrar com alguém que ela ficava toda magoada.

—Você foi perfeita, Addie. – ele sorriu.

—Obrigada. – digo, me servindo de torradas. Estava passando geleia nela quando Remus riu baixinho do nada, nos fazendo olhar para ele. Como sempre tímido, Remus corou fortemente.

—Ahn... O que foi? – ele pergunta, e eu sinto vontade de apertar a bochecha dele de tão fofo que ele estava.

—Aluado, seu apelido lhe cai perfeitamente bem. – ri James.

—Não, é que... Eu estava observando a Addie.

Sorrio e James fecha a cara.

—Como é que é?

—Não desse jeito, James. – Remus responde rapidamente. – Eu percebi isso há alguns dias atrás e acho muito... fofo.

—O que você acha fofo? – pergunta Emily, enciumada franzindo o cenho. Frank revira os olhos, com um sorrisinho nos lábios.

—Sempre no café da manhã, Addie come torrada com geleia. E sempre ela faz quatro. Mas ela primeiro faz duas para Sirius e depois para ela. – ele fala. – E é simplesmente automático. Porque enquanto ela passa geleia na torrada ele coloca suco para ela e depois para ele. – ele aponta. E Sirius congela o braço que estava colocando suco para mim.

Ele me encara e da um sorriso divertido. Sorrio de volta.

—Awnnnnnn. – Marlene fala. – Isso é tão fofo. É como se cuidassem um do outro. – ela beija Sirius na bochecha.

—Addie. – James me olha pidão. – Faz torrada pra mim também?

—Faço, amor. – ele sorri, e eu termino de passar geleia na torrada e dou para ele.

—Sai fora, James. – Sirius pega a torrada da mão dele, levando para o próprio prato.

—Addie! Sirius roubou minha torrada!

—E ele fica beijando qualquer garota! E fingi que eu não existo! – chorou Emmeline. Estávamos no dormitório. Eu estava na banheira tentando relaxar, quando Emmeline entrou reclamando sobre como não conseguia parar de pensar em Sirius. – Por que ele não podia ser que nem o Jacques? Porque, Addie?Ah, o Jacques... ele é tão fofo. – ela choraminga, sentada no chão do banheiro, encostada na banheira.

—Eu sei, querida. – digo para ela, fechando os olhos. – Acho que você que precisa relaxar agora, não é? – ela funga e ficamos em silêncio por alguns minutos. Estava quase cochilando quando sinto as pernas de Emmeline na banheira. Já nua, ela se sentava na outra ponta da banheira, nossas pernas esticadas e se enroscando.

—O Jacques fica dizendo que me ama. – ela resmunga, prendendo os cabelos. – E eu quero dizer de volta, mas eu não consigo. Acho que vou dizer da boca pra fora, porque pelo menos ele fica feliz.

—Mas isso seria maldade.

—Eu sei. – ela choraminga novamente. – Sinto saudade dos amassos do Six. Ele é tão mais ousado que o Jacques.

—Mas vocês não tiveram o momento quase foda de vocês? – pergunto confusa.

—E depois disso ele nunca mais tentou nada. Estou pra ficar virgem de novo. Meu hímen vai crescer novamente. Estou dizendo...

Não respondo nada, apesar de dar uma risadinha, e Emmeline para de falar. Mas no máximo cinco minutos depois, escuto-a dando um gemidinho. Fico quieta e ela da outro gemidinho movendo de leve a perna. Abro meus olhos e vejo Emmeline com a mão dentro da água, no meio das pernas. Se não fosse pela espuma na água eu conseguiria ver perfeitamente Emmeline se masturbando.

—Para de fazer isso. – reclamo, cutucando a bochecha dela com o meu pé. Ela da uma risadinha e me encara, ainda mexendo a mão.

—Porque, amor? Tentada a me ajudar? – ela pergunta, depois da mais um gemidinho. Quando olho Emmeline mais uma vez, me lembro de Sirius falando sobre como ela gemia alto e como a cara dela ficava linda suja de gozo.

—Eu tenho o Jay, agora. – digo um pouco emburrada. Ela apertou os seios que apareciam por ela estar sentada e vi seus mamilos ficarem duros.

—Quando o encanamento for o mesmo não é traição. – ela me diz dando um sorriso maroto. Reviro os olhos, não entendendo o que ela quis dizer. O que raios é um encanamento?

—Termina logo. – resmungo, ela então ri e fica passando o pé na minha perna de propósito. Emmeline riu um pouco mais alto, mas logo depois volta a gemer.

Encostei minha cabeça na borda da banheira, fechando os olhos e sentindo calor, cada vez que Emmeline dava um gemido mais alto.

—Sirius. – ela sussurrou baixinho, revirei os olhos e ela gemeu mais uma vez o nome do eu primo. – Oh, oh, oh. – ela deu aquele gemidinhos que Sirius falou e se remexeu toda, me fazendo olhá-la. Ela estava com as costas arqueadas, me fazendo ver com mais clareza seus peitos medianos, que logo afundaram na água quando Emmeline voltou a se deitar. – Ah , isso foi bom.

—Você devia é gemer o nome do seu namorado. – digo, ela da uma risadinha.

—Já que eu não posso ter o Sirius, pelo menos posso pensar nele, né?

Dou uma risadinha e me levanto, molhando o chão do banheiro. Pego minha toalha e me seco.

—Agora você deixa tudo lisinho, Addie? – Emmeline pergunta olhando para minha vagina. Eu nem conseguia mais sentir vergonha com Emms, nós éramos como unha e carne.

—Eu não sei. Às vezes eu deixo um pouco às vezes tiro tudo. Gosto mais sem.

—Ta bonitinha. – ela sorri, saindo da banheira. Pego a blusa de quadribol do Jay e coloco, para usar de pijama.

—Queria que Jacques fosse do time, para eu poder usar a blusa dele. Você fica tão sexy assim.

—Ele pediu para eu usar todos os dias para dar sorte no próximo jogo. – digo cheirando a blusa. Beijo Emms na bochecha. Ela já tinha colocado uma calcinha e uma blusa. – Eu já volto, os meninos convocaram uma reunião. – ela ri e se deita na cama de Mary, onde a mesma já dormia.

Desço as escadas do dormitório feminino e subo para o masculino. Nem bato na porta, ao entrar. Encontro um Remus muito vermelho de braços cruzados, um Peter pensativo, e um James e Sirius rindo enquanto liam um livro.

—Qual é a finalidade da reunião? – pergunto. Eles me olham e Remus cora ao olhar minhas coxas.

—Addie! Você ta sem calça! – James aponta, entre o choque e a indignação.

—Eu sei. – digo me sentando em seu colo. – To usando sua blusa como pediu. – beijo seu pescoço.

—Mas quase da pra ver sua bunda! – ele reclama, dou risada e o beijo na boca.

—Quem sabe eu não durmo com você então? Para você me vigiar. – ele cora, passando os braços pela minha cintura.

—Até parece. – resmunga Sirius. – Podemos começar a reunião?

—Não! Isso não vai acontecer, vocês não vão levar isso adiante. Eu não vou deixar! – Remus dispara.

—Ah, é? – James pergunta. – E como exatamente você vai nos impedir? – Remus fica mudo e abre a boca várias. James sorri vitorioso.

—Sobre o que estão falando? – pergunto. Sirius me da o livro e vi que era aquele livro sobre animagos.

—Isso é demais. Vamos mesmo fazer isso? – eles assentem tão animados quanto eu. Leio as páginas por um momento enquanto Jay acaricia minhas costas. – Uau, isso definitivamente vai ser difícil. Precisamos de muita coisa. – comento. – Acho que posso arranjar com o Jacques.

—Certo. Nós todos vamos dar alguns galeões e Addie vai pedir as coisas com o Jacques. E então vamos começar a por em pratica. – fala James.

—Pera, amor. Tem algumas coisas que podemos roubar. Tipo a folha de mandrágora . – ele assente.

—Vamos montar um plano. – ele me faz sentar na cama e se levanta. Jay pega um pergaminho e anota tudo que eu pediria para Jacques. E em outro anota tudo que podemos roubar do estoque da escola. – Aqui, Addie. – ele me entrega o pergaminho.

—Vamos pegar os galeões. – Sirius fala. Ele e James vão cada um até o seu malão. Peter os imita e vejo Remus indo fazer a mesma coisa.

—Remmy, o que ta fazendo? – ele me olha confuso.

—Pegando os galeões. – ele responde.

—'Cê ta doido cara? Você nem vai beber a poção. – Sirius diz, parecendo indignado

—Guarda pra comprar seus chocolates. – Peter diz dando para James alguns galeões.

Remus cora e assente, guardando os poucos galeões de volta.

—Toma, Addie. – James me entrega os saquinho, com os galeões que ele, Sirius e Peter deram.

—Eu pego o meu depois. – eles concordam. – E o que acham de fazermos uma reunião sobre o mapa? Já mapeamos tudo. Temos agora que desenhar.

Remus pega no seu malão milhares de pergaminhos com anotações que nós fizemos sobre Hogwarts, quando explorarmos. Já tínhamos achado todas as passagens secretas e a Sala Precisa. E a cozinha e também os Salões Comunais.

—Temos que organizar. – James diz enrugando a testa.

—Bem, vamos começar o trabalho?

Passamos a noite inteira organizando nossos pergaminhos e anotações. Sirius e eu começamos a fazer alguns esboços do mapa, pois como tínhamos feito aulas de etiqueta, caligrafia e desenho estavam inclusos. Mas isso não quer dizer que somos tão bons quanto Emily. Mas tínhamos decidido não envolver mais ninguém além de nós naquele esquema. Fizemos de lápis para poder apagar e fazer o esboço o melhor possível.

—Aqui Addie. – Peter me aponta. –É a passagem da bruxa de um olho só. Que vai para o porão da Dedos de Mel. Devemos colocar a senha, Addie? – ele me pergunta.

—Definitivamente, Rabicho. – respondo, escrevendo a senha para passar pela passagem secreta. Eu já tinha feito as masmorras e tudo até o terceiro andar, enquanto Sirius fazia do quarto até o sétimo. E Remus fazia os jardins. — Seria bom um mapa que além de nos mostrar os lugares, mostrasse as pessoas também.

—Assim nunca seriamos pegos pelo Filch. – Peter fala com um ar sonhador. Todos nós nos entreolhamos e sorrimos um para os outros.

—Capa de invisibilidade? – James pergunta.

—Capa de invisibilidade! – concordamos. Saímos do dormitório espremidos na capa. Tínhamos crescido e agora nossos pés ficavam para fora, aparecendo, enquanto andávamos. Mas mesmo assim fomos correndo para a biblioteca. Eu com apenas um par de meias do Sirius no pé.

—Deixa que eu vou. – eles concordam e eu saio da capa de invisibilidade, e ando nas pontas do pé, até a entrada da Área Restrita. Escuto um assobio de James e dou uma risadinha.

Abro a porta, com um feitiço e entro hesitante. A área restrita era um pouco sombria, as estantes eram pretas e tinha livro com cores fortes e com nomes bizarros. Tinha até livro de um conto sobre uma princesa e um trasgo. Aquilo me deu arrepios.

Corro até livros que falavam sobre todos os tipos de mapas e pego dois, que apreciam ser os mais interessantes. Mas passo por uma sessão que tinha algo sobre animagos e pego um livro. Mas um outro livro me chama a atenção. A lombada era toda preta, com apenas escrito em verde metálico “FEITIÇOS PROIBIDOS”. Pego o livro e enfio no meio dos outros. Saio e fecho a porta. Sorrio ao ver os pés dos meninos se mexendo sem parar e entro de volta para a capa.

—Peguei o que precisávamos e mais. – eles sorriem e Jay passa o braços pela mina cintura enquanto voltávamos para o dormitório. Me deitei na cama de Sirius e escondi o livro que tinha pego especialmente para mim embaixo de seu travesseiro. – Vamos estudar agora?

— É claro, Addie. Amanhã é sábado. – dou de ombros e pego um dos livros sobre mapas, e vou lendo. Mas nem percebo quando pero de ler e começo a mexer no cabelo de James que tinha deitado a cabeça na minha barriga, enquanto lia o livro sobre animagos. Ele sorriu manhoso para mim, me lançando uma piscadela e eu sorri de volta.

—Está com sono? – assinto e ele se levanta se sentando encostado na cabeceira. – Vem aqui. – ele ergue o braço e eu me aconchego nele, enquanto James envolve seu braço sobre mim. Escuto seu coração batendo quando deito a cabeça no seu peito e sorrio. Ele começa a me fazer um delicioso cafuné e eu acabo cochilando, inebriada com o cheiro do perfume dele.

Acordo lentamente e sonolenta. O quarto estava escuro e pela janela pude ver que ainda devia ser de madrugada. James estava me abraçando e percebi que agora estávamos deitados. Sirius estava jogado largado na cama de James, com as pernas quase caindo para fora. Remus estava enrolado em um pequeno casulo de coberta, onde só se via seu nariz. Peter estava guinchando, usando um coberto cheio de coraçõeszinhos e “Petelzinhos” escrito, que Mary tinha feito para ele. E Frank dormia com as cortinas fechadas, então não dava pra saber como ele estava.

—Jay. – chamo. Ele abre os olhos bem devagar.

—Que? – ele pergunta. Acaricio sua bochecha e dou lhe um beijo nada casto na boca.

Ele suspira no meio do beijo e nos escondemos embaixo dos cobertores. O beijo foi esquentando e quando ele me chupou no pescoço, eu soltei um gemidinho. James pegou a varinha e a brandiu, fechando as cortinas da cama. Depois ele nos isolou acusticamente com um feitiço, largando a varinha em cima do travesseiro.

Voltamos a nos beijar e James apertou minha coxa com força, me beijando cheio de desejo. A mão dele foi subindo lentamente, me matando de expectativa. E quando ele começou a levantar a minha blusa, ele travou completamente.

Interrompendo o beijo, ele passeou a mão pelo meu quadril e me encarou boquiaberto.

—Você está sem calcinha?! – perguntou ele, completamente chocado.

—Esqueci de colocar... – murmurei marota. Achei que ele ia rir, mas ele fechou a cara.

—E se alguém tiver visto as suas minhas partes? Heim? Não pode fazer isso! Depois te arranjo uma cueca. – reviro os olhos e me sento, mas James me faz deitar novamente – Eu disse depois. – riu ele voltando a me beijar.

Sorri nos lábios dele e voltamos a nos beijar. James tirou a blusa e a jogou de lado. Depois ele me olhou de maneira sacana.

—O que foi? – perguntei.

—Está só com a minha camisa. Sem calcinha e sem sutiã... eu notei que estava sem sutiã. Dava pra ver os bicos dos seus seios. – riu ele – Posso tirar a sua minha blusa?

—Pode. – disse sorrindo. James engoliu em seco e respirou fundo.

—Ok. – disse ele parecendo animado. Ele se ajoelhou na cama e segurou a barra da blusa. Depois ele a tirou lentamente. Fiquei de joelhos, na cama, completamente nua, na frente de James. Ele engoliu em seco novamente e soltou um suspiro – Addie... eu nunca vi algo tão perfeito em toda minha vida. – riu ele.

—Posso tirar sua roupa também? Ou vou ficar com vergonha.

—Ok. – riu James se deitando e tirando a calça do pijama. Ele estava muito duro sob a cueca e corou mais do que nunca antes de tirá-la. E antes que eu pudesse dar uma boa olhada, ele se escondeu embaixo do cobertor – Vem pra cá? Vamos ficar juntinhos...

—Ok. – respondi me escondendo com ele. James me abraçou com força e me beijou de novo. Senti o membro dele tocar minhas coxas e ele gemeu gostosamente, me puxando mais pra ele.

Me aproximei mais e ele soltou um suspiro. Ele estava pegando fogo, muito corado e até as lentes dos óculos dele estavam embaçadas. Tirei os óculos dele e os coloquei atrás do travesseiro. James sorriu, fechando os olhos, para em seguida tocar nos meus seios com desejo.

Ele me apertou com alguma força, chegando a doer, mas eu gostei do toque dele. Depois ele me beijou nos seios, como num pedido de desculpa e foi a minha vez de gemer baixinhos.

Me aproximei mais dele e o pênis dele se encaixou entre minhas coxas. James soltou um gemido quase sofrido e segurou meus quadris. Ele ainda estava de olhos fechados e começou a fazer movimentos de vai e vem, se masturbando nas minhas coxas. Era muito excitante. Muito mesmo.

Ele acariciou meus mamilos e me mordiscou no queixo, soltando outro gemido gostoso de ouvir.

—Está bom assim?

—Está maravilhoso... – murmurou ele – Eu preciso ir ao banheiro... – lamentou ele.

—O que? Agora?! – perguntei quase indignada.

—Ou eu paro agora ou vou terminar isso em você. Não quero te sujar... – murmurou ele sem jeito.

Sorri para ele e me enfiei embaixo do cobertor. Fui para o meio das pernas dele e o segurei com firmeza. James soltou outro gemido e eu o coloquei na boca, para chupá-lo de leve.

—Pode gozar na minha boca, Jay. – digo. Ele deu uma risadinha e concordou.

—Ok... ok... – murmurou ele.

Voltei a chupá-lo lentamente, o provando de cima a baixo. Ele respirava acelerado, desesperado e louco de tesão. O vi segurar o cobertor com força e logo os gemidos dele ficaram constantes e ele explodiu na minha boca.

Ele tinha um gosto muito forte. Muito mais do que o de Rabastan. Respirei fundo, engolindo lentamente e então, tentando não fazer careta, voltei para o lado de James. Ele sorria feito bobo.

—Ah... isso... isso foi... a melhor coisa que eu já senti na vida... – murmurou ele – Oh, Addie... – ele se virou e me abraçou – Eu te amo tanto. Aiai...

Ele se aconchegou em mim manhosamente e eu sorri o achando fofo.

—Eu te adoro, Jay. – respondi. Ele levantou a cabeça e me olhou com um olhar determinado.

—Mas um dia vai me amar. E nós vamos casar e ter dois filhos, um cachorro e vamos ver todos os shows de Rock trouxa com nossos bebês.

Dei um sorrisinho e neguei com a cabeça.

—Calma, Potter... só temos quinze anos.Ou melhor eu tenho quinze anos. — ri, lembrando que James ainda tinha quatorze — Quero me divertir.– murmurei me aconchegando nele. – Mas só pra você saber, um filho só e um gato, porque eles devem ser mais fáceis de cuidar.

—Vamos nos divertir pra sempre, Addie... – prometeu James me abraçando – Mas provavelmente deveríamos nos vestir... pro caso do seu primo acordar e vir averiguar o que estamos fazendo com as cortinas fechadas.

—É verdade. – respondo sorrindo, penso no escândalo que Sirius faria, se nos visse pelados embaixo das cobertas.

Coloquei a blusa de volta e Jay colocou apenas a calça do pijama.

—Addie? – tínhamos deitado de novo com as cabeças no travesseiro, nos fazendo ficar muito próximos.

—O que?

Ele acaricia minha cintura, e pude perceber que ele estava vermelhinho.

—Você quer que eu...bem, que eu... – ele mordeu os lábios, levemente nervoso. – Quer que eu te chupe? – dou uma risada alta, e James cora fortemente.

Pego a mão dele e dou um beijinho nos dedos, depois levo até o meio das minhas pernas. Jay soltou um gemidinho, e apoiou o outro braço no travesseiro, o fazendo ficar levemente curvado sobre mim, já que eu estava deitada de costas.

—Vamos começar, assim. – ele assente, com a mão parada. – Já fez isso, Jay? – ele nega, me olhando com receio. – Nunca? Mas você já beijou outras garotas.

—É, mas... nunca dei uns amassos tão fortes assim.

—Quer saber como eu gosto? – ele assente mais uma vez. – Eu gosto mais que pressione o clitóris, mas é claro não deixe de enfiar os dedos. – coro um pouco, mas disfarço fazendo pose de confiante. – Não enfie três dedos de uma vez, eu sou virgem, então é muito...

—Apertado? – ele me interrompe, começando a mexer os dedos, pelas minhas dobras, procurando o clitóris.

—Sim. – digo manhosamente. Ele acha o meu clitóris e começa a pressioná-lo devagar, com medo de me machucar. – Jay! – gemo. Ele enfia um dedo em mim e se curva para dar beijos no meu pescoço. – Oh... isso, Jay.

James lambe meu pescoço e então o suga com força, me fazendo soltar um ofego.

—Está em dando um chupão, Potter? – pergunto. Ele sorri e para de sugar meu pescoço me dando um beijo faminto nos lábios.

—Estou sim, algum problema? – ele ri.

Então o puxo pelo pescoço e o sugo embaixo da bochecha.

—Nenhum problema.

Ele se aconchegou em mim manhosamente e eu sorri o achando fofo.

Depois de eu ensinar Jay como eu gosto, ele conseguiu me fazer ter um orgasmo, o que definitivamente o deixou muito satisfeito. Nós voltamos a dormir abraçados e Jay me fez mais uma vez um cafuné delicioso.

Acabo caindo no sono, completamente aconchegada nos braços dele.

—PUM! – escuto bem no meu ouvido, enfio a cara no travesseiro.

—Sirius Black é bom que você não tenha peidado na minha cara! – ele e Peter começam a rir alto e me sento na cama com o cobertor enrolado na minha cintura. – Seu porco!

Ele gargalha e dá um soquinho na mão de Peter.

—Você não acordava com eu te chamando, tive que arranjar outro método.

—Você é nojento, Sirius. – Remus fala pra ele, forrando a cama.

—Qualé, você riu. – Sirius aponta. Remus me olha envergonhado.

—Cadê o Jay? – pergunto, me levantando ainda em volta da coberta.

— O Jaaay. – Peter debocha. – Tá tomando banho. Ele acordou suado.

—Estranho,né? – Remus comenta. – Está frio, como ele está suando?

Sirius me olha e cruza os braços.

—Você é uma garota safada, Adhara! – acusa. Dou uma risadinha e deixo a coberta cair na cama.

— Eu não sei do que está falando, Sirius. – beijo sua bochecha. – Bom dia!

Vou até Peter e o beijo na bochecha, e ele cora, depois vou até Remus e faço o mesmo.

—Tetas? – Peter me chama.

—Sim, Rabicho? – pergunto, ajudando Remus a terminar de forrar a cama.

—Você está... você está sem calcinha? – ele pergunta, muito vermelho.

Remus engasga e Sirius ofega.

—Ahn, não? – os três me olham chocados. Remus corado, Peter corado também, mas talvez por outro motivos. e Sirius raivoso se aproxima de mim e enfia a mão dentro da blusa. –Sirius! – brigo. Ele passa a mão sobre meu quadril e depois tira a mão, irritado.

—ADHARA! Coloque já uma calcinha! – ele grita.

James sai do banheiro, já com roupa e nos olha confuso.

—O que aconteceu?

—Seu tarado! Pervertido! CADÊ A CALCINHA DA MINHA PRIMA? — berrou Sirius.

James cora fortemente e dá de ombros.

—Ela veio sem calcinha, cara.

Meus cabelos ficam cor de rosa, com o olhar dos garotos em cima de mim.

—Você foi até a biblioteca sem calcinha? – Peter pergunta chocado. Dou um risadinha constrangida e Sirius atira em mim uma cueca.

—Coloca! Anda! – coloco a cueca e cruzo os braços.

—Satisfeitos?

—Oi... é Remus,certo? – Remus ergueu a cabeça, tirando os olhos do pesado livro que lia.

A garota a sua frente o olhava curiosa. Uma bela garota, Remus percebeu. Ela tinha a pele levemente parda, cabelos castanhos, com ocasionais ondulações, olhos grandes e de um acastanhado escuro, adornado de cílios pequeninos. O rosto formando um belo triângulo, destacando os trejeitos do nariz arredondado e da boca bem modelada. As bochechas firmes acompanham a beleza de todo o resto, acrescidas de duas pequenininhas pintinhas no lado esquerdo que oferecem ainda mais graça.

Ele a conhecia, o nome dela era Fracesca Johannink. Assim como Addie que era a Bitch Queen da Grifinória, e Zamora que era da Sonserina. Fracesca era a da Corvinal.

—Ahn... sim. Prazer. – Remus ergue a mão e a garota riu achando graça.

—O prazer é todo meu , querido. – ela se sentou em seu colo assustando o garoto que deixou o livro cair no chão.

—O que você está fazendo? – ele pergunta assustado.

—Estou abraçando o meu novo namorado. – ela sorriu maliciosa, passando os braços pelo pescoço dele. Remus ofegou corado. Uma garota mais velha e muito bonita estava sentada sem eu colo e ele não tinha ideia do que fazer.

—O que?

—Eu te acho super fofo. E você é amigo da Adhara. E eu sei seu segredinho, então...

—Meu o que? – ele sussurrou quase sem voz. Completamente chocado. Não deveria ser sobre seu segredo peludo...seria?

—Seu segredinho sujo e sexy. – ela ri. – Super sexy. – ela beija seu pescoço dando uma risadinha baixinha, fazendo o garoto se arrepiar. Remus cora, olhando a garota temeroso. – Meu lobinho sexy. – ele perde o fôlego e a garota ri mais uma vez.

—Como?

—Eu sou observadora, e bem... te vi uma vez na Ala Hospitalar e escutei seus amigos falando. Mas está tudo bem, não vou contar a ninguém, contanto que... – ela o olhou de maneira misteriosa.

—Que? Contanto que o quê? – Remus estava desesperado, praticamente esquecendo que tinha uma garota em seu colo.

—Contanto que você seja meu namorado, lindinho, fofinho e comportadinho. – ela sorri travessa. – E que faça tudo o que eu quiser.

—Mas... mas eu gosto... gosto de outra garota. – ele respondeu, pensando em Emily.

—Amor, eu não dou a mínima. Ou você é meu namorado, ou todo mundo vai saber sobre seu segredinho sujo. – ela ri, como se não o estivesse ameaçando. Remus engole em seco. – E então, o que me diz? – ela pergunta.

Remus respirou fundo antes de levantar o rosto, em consentimento. A garota sorriu satisfeita e o beijou, como se selasse o contrato.

Emily olhou Remus completamente chocada. Ele estava de mãos dadas com Fracesca Johannink, (Frank tinha lhe falado sobre aquela garota) e lhe dizia que não podiam ficar juntos, porque agora ele estava NAMORANDO ela.

— Are you shitting me? Are you really shitting me? – ela perguntou chocada.

—Não, Milly… – ele baixou os olhos parecendo envergonhado.

—Não me chame assim! Não me chame de Milly depois disso!

—Desculpe.

—Sabe de uma coisa Remus? Você pensa que as garotas não se atraem por você porque você é um nerd, mas do fundo do meu coração eu te falo que isso não é verdade. Na verdade é porque você é um asshole. – ela fungou de leve e olhou para a Corvina que a encarava parecendo sem jeito. Emily queria falar algo, mas apenas os olhou querendo chorar, com o coração completamente partido.

Remus corou e desviou o olhar de Emily, que lhe virou as costas completamente magoada.

Valentine andou irada pelos corredores. Ela simplesmente não podia acreditar que Remus estava namorando. Ele era um verdadeiro babaca e tudo o que Frank tinha dito era verdade. Nunca deveria ter tido esperanças de que ele a pediria em namoro. Mas ela sabia o que fazer. Ah, ela sabia sim.

Se Remus não a queria, ela conhecia alguém que iria querer. E tinha certeza de que sua família adoraria... afinal, aquele idiota era ao menos um puro sangue.

—Eu não gosto quando você conversa com ele!

—Jay! Adam e eu somos amigos, é claro que vamos conversar. – respondo cruzando os braços, porque sempre que eu cruzava os braços isso chamava a atenção de Jay.

—Ele não é seu amigo. Ele é amigo da Zamora. Ele traiu sua confiança, lembra?

Adam ri baixinho.

—Olha só pra cara dele. – James aponta irritado. – Todo confiante, como se pudesse tirar você de mim em um segundo.

—Ele não pode! Eu sou sua namorada, Jay. – digo docemente.

—Adam? Querido, o que faz aqui com os Grifinórios? – assim que escuto aquela voz nojenta, fico irritada, mas me viro calmamente, vendo Zamora chegar com a gangue dela. Kat vinha com Rabastan e Theo, sendo que Rabastan parecia estar brigando com a noiva.

—Eles são meus amigos. – brinca Adam.

— You wish. – resmunga James. Sirius ri.

—Vocês estavam tendo uma DR? – perguntou Dido rindo. – Saiba que estou sempre aqui, Potter. – ela pisca.

—Não fale comigo, sua... sua estupradora. – James responde, segurando minha mão, fazendo um biquinho engraçado.

O grupinho ri, e Dido faz um biquinho também, provavelmente para zoá-lo.

—Relaxa, Potter. Eu não vou tentar roubar, Addie de você. – Adam, diz colocando a mão sobre o ombro de Jay.

—É verdade, James. Addie e Adam nem nunca fizeram nada. Se for ter ciúmes, tenha de Rabastan. – Mary fala, sorrindo.

—Mary, isso não ajuda. – Peter murmura pra ela, que cora.

—Isso é mentira. Régulos me contou que você foi pro dormitório do Cook. – James fala emburrado, apontando para Régulos que passava no corredor.

—Régulos! Porque você contou pra todo mundo sobre aquele dia no dormitório da Sonserina? – pergunto. Ele cora e o amiguinho dele, Crouch dá uma risadinha.

—Sirius me disse que eu tinha que contar pra ele tudo o que você fazia com os Sonserinos. – ele responde e olho para Sirius, que fazia sinais para Régulos parar de falar.

—Você mandou Régulos me espionar?

—Isso está ficando muito interessante. – Soto comenta, fazendo o grupinho da Sonserina todo rir.

—Você estava saindo com o Lestrange. Conversando com os amigos dele. Eu tinha que me certificar que ele não iria levar você pro lado negro da força. – Sirius responde.

—Você tá brincando, certo? – pergunto, mas Sirius dá de ombros. –Você é um escroto, Sirius! – começamos a discutir, com Sirius se defendendo e eu o xingando de vários nomes diferentes.

—Ah, Emily! – Emmline aponta no meio da discussão. Valentine se aproximava com a cara que Theo disse que lhe lembrava um grifo enfurecido – Agora só falta o Remus, e estamos completos.

Eu olhei para Sirius emburrada e me virei em seguida para olhar Emily, que chegava completamente vermelha.

—Emily, você viu Remus? – perguntou meu Jay.

—Eu não quero saber nada sobre ele e aquela vaca! – ela diz.

—O que? Sobre o que você...

—THEO! – ela grita, ignorando James.

Theo se vira pra ela, só a tempo de Emily esmagar sua boca na dele. Todos gritamos surpresos. Mary estava com as duas mãos na bochecha chocada. Emmeline ri alto, e Sirius assobiava.

Eles se separam e Emily pega na mão dele, o puxando.

—Pra onde estamos indo? – ele pergunta.

—Para um armário de vassouras.

—Ahn, Emily? E Remus? – James pergunta.

—Eu já disse que não quero saber anda sobre aquele babaca e a sua namorada ridícula. – ela grita arrastando Theo, que aprecia muito feliz no momento.

—Remus tem uma namorada? – pergunto. Os meninos dão de ombros.

—Oh, é sobre aquela vadia que ela estava falando. – Zamora diz. Me viro e vejo Remus vindo de mãos dadas com Francesca Johannink. Ela vinha sorrindo para nós e Remus extremamente corado.

—Oi. – Remus diz.

—Ahn, e essa é? – digo apesar de saber muito bem quem ela era.

—Fracesca. – Remus responde. – Minha namorada.

—O que? – Peter questiona.

—Sim, namorada. – ela sorri, e eu sinto vontade de socar aqueles dentes perfeitos. – A amiga dele passou por aqui? Acho que ela não aceitou muito bem. Mas bem, eu e Remus estamos apaixonados.

—Você me da vontade de vomitar. – digo. James me acotovela, e Zamora ri baixinho. Mas Francesca apenas sorri.

—Vamos, Remus? Eu quero te mostrar o banheiro dos monitores. – ela ri e sai rebolando de mãos dadas com o meu Remusinho.

—Who the fuck does she think she are? – grito, pronta para ir atrás dela e socar aquela cara de sonsa.

—Addie! – James me agarra, e eu começo a bater em seus ombros.

—Me solta. – brigo. – Ela vai levar Remus para o banheiro. Remus! O Remus é da Emily!

—Na verdade parece que o Theo é da Valentine, e não Lupin. – riu Katherine.

—Uma grande melhora no gosto dela. – debochou Rabastan – Acho que agora vou ter que tentar lembrar do rosto dela. O Theo tá caidinho, isso vai dar em namoro, coitado.

—O que quer dizer com isso?! – perguntou Sirius fechando a cara – Emily é boa até demais pra ele. – Rabastan fez um barulho desdenhoso com a boca – E, Addie, qual o problema da namorada gostosa do Remus?

—Remus certamente foi obrigado a ir com ela! – digo fechando a cara para Rabastan, pois não tinha gostado do jeito que ele falara de Emily.

—Oh, sim... realmente obrigado a ir para o banheiro dos monitores com aquela gostosa. – debochou Rabastan – Pobre Lupin... – ele deu uma risadinha e Adam riu com ele, mas os dois disfarçaram depois que eu os olhei feio.

—Ela vai tirar a inocência dele. – Emmeline fala pesarosa, com a mão sobre o peito.

—Pobre Remus. – Mary fala.

—Que pobre o quê, Crazy Eyes. – Dido ri. – A Putancesca é bonita, ele vai totalmente gozar nas calças.

—Isso está errado. Ontem mesmo ele estava em perguntando se devia ser mais ousado com Emily. – digo. – Como Remus simplesmente está apaixonado por outra garota, que não é a Emily?

—What? – Sirius grita. – Você está preocupada com isso? OH MY GOD. James e Remus estão namorando... Eu tenho que arrumar uma namorada. – ele então se vira para Peter. – Não ouse arrumar uma namorada antes de mim, Rabicho. – Sirius sai pisando fundo, com Emmeline o olhando com uma careta. Mary a belisca e Emms muda de cara antes que Jacques perceba.

—Addie. – Zamora me chama. – Podemos conversar por um segundinho?

—Sobre?

—Sobre a Competição das Líderes de Torcida. – ela responde calmamente. Solto um suspiro e concordo, apesar de não estar nem um pouco com vontade de falar com ela.

—Pode ir, amor. Eu vou estar logo atrás de vocês. – beijo James, e ele, as meninas e Peter saem para o Salão Comunal. Rabastan e Jacques também vão embora, sendo seguidos por Régulos que tinha observado tudo quieto e impressionado. Me viro para Zamora, tentando parecer completamente confiante. Ela faz um sinal com a mão e suas minions se dispersam.

A segui até um corredor vazio e ela me olhou com seus olhos intimidadores – Escute aqui, Black. Você acha que pode competir comigo e me destronar. Mas você não pode. Eu mando nessa escola, ouviu? Eu. E se você ficar no meu caminho para a taça, o trono ou qualquer outro objetivo meu... – ela se aproximou e estreitou os olhos – Você acha que eu já fiz o que podia pra te machucar? Acredite. Eu ainda nem comecei. – riu ela antes de se virar. Assim que ela deu alguns passos pra longe, foi minha vez de sorrir.

—Alguém está se sentindo ameaçada? Bom saber. – disse a encarando. Zamora se virou e voltou marchando até mim. Nos encaramos de braços cruzados.

—Não compre essa guerra, Black. Você não vai vencer.

—Que cortesia sua me avisar disso... até parece que quer me fazer desistir antes mesmo que eu comece a tentar... – devolvi.

Nos olhamos intensamente por alguns segundos e então nos viramos ao mesmo tempo. Fiquei esperando que ela me azarasse, mas ela não...

Teve coragem..

Ela sorri e mexe no meu cabelo, colocando uma mexa atrás da minha orelha.

-Você sabe o que Francesca está fazendo? – ela pergunta.

-Não. Você sabe?

-Ela está pegando um dos seus mascotes. Ela quer que todos percebam que ela pegou um deles, e que você não pode fazer merda nenhuma sobre isso. – Cruzo os braços – Eu tenho que admitir, Addie. Você é muito popular. A mais popular da Grifinória. – ela me fala. – E se ela destruir você vai tentar me destruir depois. E não queremos que isso aconteça, não é?

-Pode deixar, Evie, que eu mesmo vou cuidar disso.

-Eu sei que vai. – ela ri. – Vai ser difícil, ela fincou as unhas nele.

-Tudo é mais fácil quando se é bonita. – respondo sorrindo maldosa.

-Como se você soubesse. – ela da um sorrisinho irritante.

-Oh, não fique com inveja. – dei o mesmo sorrisinho irritante.

-Don't worry.

-I never do.

Remus engoliu em seco. Estava de pé, no banheiro dos monitores. Era um lugar muito bonito, sem dúvidas, com um lindo vitral colorido, com um desenho de uma sereia, que penteava os cabelos compridos e dourados.

Mais no centro do banheiro havia uma enorme banheira, com várias torneiras douradas. Havia ainda um boxe com chuveiro e um sofazinho branco, que parecia muito confortável. Apesar dele não entender o motivo para se ter um sofá dentro do banheiro...

—Bonito, não é? – perguntou Francesca andando pelo banheiro e tirando a capa do uniforme – Você sabia que quando se tranca o banheiro por dentro, não tem como abri-lo por fora?

—Hum... – murmurou nervoso – Ok, realmente muito bonito... posso ir agora? – perguntou sentindo as mãos suarem.

—Ah, Remusinho. Nós não vamos embora agora. – riu ela – Eu vou dar um banho em você. – disse ela começando a desabotoar a blusa. Remus abriu a boca em choque.

—O... o que?

—Um banho, bem gostoso e relaxante. No meu amado namoradinho. – riu ela. Remus engoliu em seco e quando ela colocou a mão em sua gravata, a segurou pelo pulso.

—Você está me desrespeitando. – disse fechando a cara.

—E você está me contrariando. Eu já disse o que acontece caso você me contrarie. – disse ela tranquilamente. Remus engoliu em seco, ainda nervoso. – Você poderia ser expulso. Poderia colocar Dumbledore em problemas. Céus. Poderia fazer o diretor ser expulso... e com Dumbledore fora de Hogwarts... o que seriam dos estudantes nascidos trouxas? Há uma guerra lá fora, querido. E Dumbledore é a maior proteção dos alunos que não são puros sangue, sabe? – ela passou o dedo pelo contorno de seu queixo e sorriu – Não vai ser egoísta, vai? Não vai querer causar tantos problemas pra tantas pessoas... quando tudo o que eu peço, é um banho gostoso, relaxante e confortável. Não é nada de demais.

Remus a olhou em choque. Esperaria aquilo de um Sonserina, não de uma Corvina... o mundo estava cheio de gente assim... em todos os lugares. Talvez até mesmo na Grifinória...

Baixou os olhos, vencido, sem ter como argumentar contra aquilo. Sentiu as mãos dela soltarem sua gravata, tirarem sua capa e desabotoarem sua camisa. Engoliu em seco, completamente corado, morrendo de vergonha.

Francesca passou um dedo por uma de suas cicatrizes e soltou um suspiro, o olhando com o que parecia ser compaixão. Ela lhe deu um beijo em uma das marcas e o olhou nos olhos.

—Dói muito? – perguntou ela lhe afagando na cicatriz. A olhou levemente surpreso com o modo como ela o olhava. Concordou com um aceno de cabeça e baixou o rosto – Oh, Remus... tadinho de você... – murmurou ela parecendo estar falando aquilo pra valer. Ela soltou um suspiro e o beijou onde Fenrir o tinha mordido, no ombro – Vem. Eu vou cuidar de você agora, ok? – Concordou com um aceno de cabeça, ainda assustado com tudo aquilo. Ela então levou as mãos para o seu cinto e o desafivelou. Sentiu todos os cabelos de sua nuca arrepiarem. Ela passeou as mãos pelo seu peito e então pela barriga, para em seguida irem para o botão da calça. Deveria estar tão vermelho que se alguém o visse diria que estava sangrando pela cara. Mas Francesca não pareceu ligar e continuou abrindo sua calça. O botão. O zíper. E um segundo depois sua calça estava no chão, com sua cueca branca aparecendo, assim como suas coxas e as canelas finas. – Está nervoso? – perguntou ela com um sorrisinho. Apenas concordou com um aceno de cabeça – Já ficou nu na frente de uma garota? – perguntou ela. Ele negou com um aceno de cabeça – Oh... eu sou a primeira a te ver só de ceroulas? – ele concordou ainda mais sem jeito – Oh, meu lobinho... – riu ela passeando a mão pelo elástico de sua cueca – Tire a minha blusa, meu lobinho sexy.

—Hum?!

—Isso mesmo. Tire. – riu ela – Desabotoa os botões e tira a minha blusa.

Remus engoliu em seco e esticou os dedos até os botões da blusa dela. O que será que ela iria querer fazer? Desabotoou o primeiro botão e pensou em como Emily parecera magoada... queria explicar para ela... mas como poderia sem revelar seu segredo?

Desabotoou outro botão, se perguntando se seus amigos poderiam ajudá-lo... mas pensando bem, do jeito que eram, nenhum deles iria entender sua situação. Iriam apenas zoá-lo por estar pedindo ajuda por ter uma garota mais velha querendo escravizá-lo sexualmente...

Desabotoou mais um, se perguntando se ela iria escravizá-lo sexualmente... e se ele iria ou não gostar disso.

Provavelmente não deveria gostar, afinal era algo errado. Mas... ele era um adolescente, com hormônios em fúria. Não dava pra ser um garoto comportado, ponderado, racional e bonzinho o tempo todo...

Algumas vezes até mesmo ele perdia o controle...

Não tinha bebido até vomitar na festa na casa da Addie? Não tinha beijado Addie na festa de aniversário dela? Não tinha apertado os peitos de Emily na festa de aniversário de Sirius? Não tinha usado o espelho de James para ver as garotas trocarem de roupa? Ele também tinha suas aprontadas, mesmo sem ser influenciado por Pedro, Sirius e James.

Certo?

—Quanto tempo vai levar pra abrir o próximo botão, meu lobinho fofo? – perguntou ela com um sorrisinho. Ele riu sem jeito, sem saber o motivo de sorrir. Não era como se precisasse se desculpar por estar demorando.

Certo?

—Desculpe... – murmurou assim mesmo, desabotoando mais um botão. Agora só faltava mais um. A garota o olhava parecendo se divertir com o nervosismo dele – Eu vou ter que tirar sua roupa toda?

—Já viu alguém tomar banho de roupa?

—Mas... mas eu também?

—Lobinho... ninguém toma banho de cuecas. – riu ela. Remus desabotoou o último botão e Francesca tirou a blusa de uma vez. Então ela lhe deu as costas – Eu tiro o resto ou não vamos terminar isso hoje. – riu ela tirando a saia, o sutiã... quando ela tirou a calcinha, notou que estava a olhando hipnotizado. Seu pênis pulsava loucamente em sua cueca, colocando a cabeça pra fora, como se quisesse espiá-la também. A Corvina sorriu marota pra ele e andou felinamente, para se ajoelhar na sua frente. Abriu a boca, completamente chocado. Ela puxou sua cueca para baixo e o segurou com firmeza no membro rijo. Soltou um gemido insano e quando ela o chupou de leve, na cabeça, como se fosse um picolé, quase gritou de tesão – Você é tão fofinho, todo excitadinho assim. – riu ela. A garota ficou de pé e o segurou no pênis, como se fosse uma coleira e ela quisesse levá-lo para um passeio – É tão inexperiente... mas mesmo assim é sexy. – ela foi andando para a banheira e ele a seguiu, olhando para bunda redonda e carnuda dela, que mesmo que não fosse tão grande como a de Emmeline, era linda de ver – Sabe, você tem uma aura perigosa... e eu adoro perigo. Por isso você é tão sexy.

—Você... você não tem nem um pouquinho de medo? – perguntou ainda surpreso.

—Claro que não. Ou não ficaria sozinha com você, certo? – ela entrou na banheira e ele a seguiu, afinal ela ainda o puxava de maneira bastante persuasiva. – Muito bem. – disse ela quando ele se sentou – Eu agora vou dar um banho beeeem gostoso no meu novo namoradinho. Meu lobinho sexy.

—Eu acho que você tem alguns parafusos a menos.

—O que são parafusos? – perguntou ela franzindo a testa. Ele respirou fundo, pensando numa maneira de explicar, mas ela deu uma risadinha debochada – Seu bobo. Eu sei o que é um parafuso. – ela sorriu e se aproximou mais dele – Muito bem... – ela abriu algumas torneiras e um cheiro doce começou a tomar o banheiro. A banheira começou a se encher com água enquanto ele tentava não olhar demais para os mamilos cor de ameixa dela – Quer tocar? – perguntou ela beliscando um deles, com um sorrisinho. Ficou com vergonha demais para responder – Oh, você é tão timidozinho. Eu decido por você. Toque nos meus seios, querido. – ele a olhou completamente envergonhado, mas ela não se acanhou. A garota Corvina subiu em seu colo, colocando cada coxa de um lado de seus quadris e sorriu. Seu membro estava tocando o maravilhoso bumbum dela – Toque, lobinho. – concordou com um aceno de cabeça e, com as mãos trêmulas, a apertou de leve nos dois macios e redondos seios. Soltou um suspiro, extremamente excitado. Francesca sorriu e o mordeu de leve nos lábios, num beijo sensual e molhado, do tipo que ele nunca tinha tido sóbrio.

Apertou os seios dela, cheio de desejo, se perguntando se seria um canalha nojento por estar gostando de tudo aquilo. Não tinha o direito de gostar daquilo... não é? Pensou em Emily mais uma vez e parou de apalpar a garota.

—Eu... eu não deveria estar fazendo... – começou, mas ela o mordeu com força no lábio.

—Você pode e você vai. Simplesmente porque você não tem escolha. Conforme-se. – riu ela – E me entretenha. – adicionou ela movendo o quadril, fazendo com que a bunda roçasse ainda mais em seu pênis.

-Sirius Black está namorando Cindy Gray. – essa era a fofoca que rodava Hogwarts inteira. Tinham se passado trinta minutos que ele tinha pedido a menina em namoro, mas já estava sendo um inferno. Vieram tantas garotas falar comigo para saber se era verdade, que eu tive que mandar minhas chanels me protegerem e chutarem a bunda de quem mais tentasse se aproximar.

—Ele tá de sacanagem com a minha cara? – Emmeline gritou no nosso dormitório. – Ele disse que não queria uma namorada! Porque ele é a porra de um pássaro livre! E agora ele vem e namora Cindy fodendo Gray?

Mary me olhou temerosa, enquanto eu fazia uma trança nela, já que já tinha feito na outra parte do cabelo.

-Emms...

-Não! Não, Addie! Ele é um canalha! – ela deu um grito de raiva;

— Eu sei.

—Mas que raiva! — ela rosna, socando com força um travesseiro. — Aquele puto!Ridículo!

Ela joga o travesseiro na porta, que se abre logo em seguida. Marlene olha para nós curiosa.

—O que que foi isso? — ela ri.

—Sirius está namorando Cindy Gray. – Emmeline responde com ódio.

Marlene deixou o livro que carregava cair no chão e olhou Emmeline em choque.

-O que?

-Você ouviu.

-Ele me disse que não queria namorar agora. – Marlene fala inconformada. – Ele disse que é um...

-Pássaro livre. – Emmeline completa com ela.

-Porque ele fez isso? – os olhos da Marlene brilham pelas lágrimas.

-Ele fez isso porque é um babaca! – Emmeline diz. Ela passa por Marlene saindo do dormitório. Fala sério... pobre Jacques Burke...

Marlene começa a chorar, e eu e Mary trocamos um olhar.

-Já acabei sua trança, borboletinha. – digo. Beijo sua bochecha. – Vá atrás de Emmeline. – ela assente e sai do dormitório. – N°5! – chamo. Ela funga e me olha.

-O que, Chanel? – sento ao lado dela na cama.

-Você é uma Chanel. Nós Chanels, não choramos por garotos. – ela da uma risadinha. – Quer ficar chapada? — ela me olha por um momento, antes de aceitar.

Eu e Marlene sentamos na minha cama e eu peguei o baseado que eu escondia em uma caixinha embaixo dela. Acendo com um isqueiro, que Adam tinha me dado, e entrego o baseado que iríamos dividir pra ela.

-Eu não fumo muito na verdade. – ela funga. Marlene leva o baseado até a boca e traga tossindo um pouco. Pego o baseado fumando facilmente. – Sirius é tão idiota, né? – ela diz quando passo o baseado pra ela novamente.

-É.

-Eu achei que ele gostasse de mim. Ele me diz coisas tão fofas, sabe?

Passei a tarde toda ouvindo Marlene falar sobre Sirius, mas pelo menos já estava acostumada com Emmeline falando sem parar sobre Sirius, então não foi realmente tão difícil. Marlene não era tão irritante quanto Emmeline a fazia parecer. E observando ela, Marlene era muito bonita.

-O que acha que eu tenho que fazer, Chanel? – ela me pergunta. Nesse ponto já tínhamos acabado com o baseado e estamos completamente chapadas.

-Você é bonita, Marlene. Arranja outro cara. – digo rindo bobamente. – Um que te faça ficar louca, sabe?

-Sirius me faz ficar louca.

-Bem, Sirius também me faz ficar louca, mas nem por isso estou com ele, não é?

Notas finais
E O QUE ACHARAM? QUEM É ESA FRANCESCA QUE ESTÁ PEGANDO O REMUSINHO?QUE ISSO? EMILY E THEO FINALMENTE? SIRIUS NAMORANDO? ZAMORA VS ADDIE? ADDIE CONFORTANDO MARLENE????????HEUEHUEHUEHEUHEUHE ALTAS COISAS NESSE CAPÍTULO. JADDIE 4EVERRRRRRR. GUYS, AMEM JADDIE COMO EU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! A Emms é muito safadenha heuehuehuehhe e a Addie,andando sem calcinha pela escola, eu uma vez quando era pequena fiquei assada e andei sem calcinha no sitio ai um carrapato fico na minha perereca euehuheuheuheuheuhe ( não dentro guys heuheuheuhe) Gente vocês são TEAMSIX OU TEAMJACK? PRÉVIASSSS: "Odiava aquele tipinho. Sentia puramente nojo. Pessoas como aquela só mereciam uma coisa. Serem colocadas em seus respectivos lugares. Gente como aquele tipinho não mereciam estudar com ele, um puro sangue de oito gerações. Mulciber a seguiu discretamente, pensando no que iria fazer com ela. Queria mandar um recado. As pessoas achavam que Hogwarts era o porto seguro para gente como aquela... mas era mentira. Não era. Dumbledore era apenas um velho louco. E ele não iria proteger ninguém. As pessoas tinham que saber que Hogwarts logo estaria limpa daquela sujeira. Daquela poluição trouxa. E ele seria o primeiro a mandar esse recado. Iria marcá-la pra sempre. Mostrar pra ela o lugar onde ela deveria ficar para sempre. Era isso que ele iria fazer... Seria lento. Seria doloroso. Seria cruel. Seria humilhante. E ela mereceria cada segundo de dor, crueldade e humilhação. Gente como ela deveria ser inteligente e saber que sua presença era um insulto a gente superior como ele. Por isso a seguiu de longe. Esperando que ela ficasse sozinha..." Uma prévia grande,ham?Quem vai ser atacado?Vai ser bem feio,guys. E PLEASEEEEEEEEEEEE DEEM DICAS DE BÔNUS QUE NO PRÓXIMO CAPÍTULO NÓS COLOCAMOS NA NOTAS E VOCÊS VOTAM! ENTÃO DEEM DICAS DE BÔNUS QUE VOCÊS GOSTARIAM DE VER AQUI! AJUDEM COM BÔNUS! E SE LEMBREM: 20 COMENTÁRIOS o próximo sai amanhã ( hoje).MAIS DE 15 COMENTÁRIOS ( ou quinze) sai dia 27/04 ( quarta-feira) e de tiver MENOS DE 15 COMENTÁRIOS sai dia 04/05. BYE CHANELS.