Notas iniciais
OLÁ CHANELS ♥ TUDO BOM? Eu to ótima!! QUINZE COMENTÁRIOOOS. VOCÊS CONSEGUIRAM ♥ E foi tipo muito rápido, e eu amei todooos. Todo mundo debatendo, mostrando suas opiniões. AMEI ♥ MUITO OBRIGADA, CHANELS ♥ Eu nem ia postar o capítulo, porque eu e Vênus encomendamos um banner, mas ai eu pensei, e achei que VOCÊ MERECERAM! ENTÃO AQUI UM CAPÍTULO LINDJOOO PRA VOCÊS! Bem, Vênus foi roubada. Levaram o celular e a bolsa com o computador, então está super dificil de conversarmos, pois ela ainda vai comprar um celular novo, e computador ela nem sabe. E por isso também temos bastantes comentários para responder, porque ela não está podendo responder, então com calma, vou assumir os comentários delas e responder todos vocês. Mas obrigada pelos comentários, Chanels, e desculpe estar meio desaminada, estou super cansada, tive uma semana de provas horrível. ( scrr matemática espero que eu consiga) CRONOGRAMA: Com 15 COMENTÁRIOS o próximo sai dia 21. Com 10 COMENTÁRIOS PARA BAIXO sai dia 25. ENJOYYY ♥

LOVE TODAY

HOGWARTS

1975

4thYEAR

—Feliz Dia dos Namoradoooos! – James cantarolou. Sorri feliz, e ele se sentou ao meu lado, para me abraçar e me beijar. O beijei de volta.

— Feliz Dia dos Namoraods, Jay. – falei de volta, lhe beijando mais uma vez.

Estávamos no Salão Principal e era dia 14 de Fevereiro. O meu primeiro Dia dos Namorados com o Jay.

—Quer ir para Hogsmeade? – James me perguntou, ainda com os braços laçados na minha cintura. – Podemos fazer um passeio romântico e ir na Zonko’s comprar algumas coisas para nossas pegadinhas. Acabei de sair da minha detenção de uma semana por enfeitiçar a goles para seguir o time da sonserina e ficar batendo neles.

Eu ri, e concordei gostando da idéia. Sirius soltou um muxoxo para nós dois e no minuto seguinte Cindy chegou e se sentou no colo dele.

—Hey, Six. – ela riu e o deu um longo beijo molhado. – Feliz Dia dos Namorados. – ela sorriu. Sirius sorriu de volta, a apertando na cintura para outro beijo. – Vamos a Hogsmeade hoje, sim? Eu vou levar o seu presente. – ela riu de novo e o beijou, depois se levantou passou pelo irmão dando um tapa na cabeça dele e foi para a mesa da Sonserina.

Sirius olhou para mim e James completamente tenso. Eu sorri marota.

—Você esqueceu-se de comprar um presente para ela, né? – indaguei, mesmo já sabendo a resposta.

—O que eu faço? Ela vai ficar tão triste e brava. – Sirius resmungou, com as mãos na cabeça. Suspirei e ele em olhou pedindo ajuda.

—No Natal, quando teve a festa lá na Mansão, vários convidados me derem presentes. E eu ganhei uma saia azul marinho de pregas, muito bonita. Mas eu já tenho várias, então...pode dar para ela. – falei. Sirius sorriu agradecido e me deu um beijo estalado no rosto. – Eu sou ou não sou a melhor prima que você poderia ter?

—Com certeza, a melhor. – ele riu e me deu um beijo estalado na bochecha. Remus ao lado dele, embrulhava um presente.

—É o presente da Fran. – ele contou.

—O que é? – perguntei curiosa. Ele abriu o presente, já que ainda não tinha embrulhado.

—Eu estava sem dinheiro... então eu fiz eu mesmo. – ele falou baixinho. Olhei o pedaço quadrado de madeira, que tinha pregos formando um coração, e varias linhas vermelhas ligando os pregos.

—É, lindo, Remus. Você fez sozinho? – perguntei, e ele assentiu. Sorri, e acariciei sua mão. – Ela vai amar.

Remus sorriu confiante e terminou de embrulhar o presente. Comi uma torrada, e olhei Emily a alguns lugares de distancia, olhando um bilhete vermelho na mão e depois para mesa da sonserina, mais especificamente para Theo.

—Acho que ele convidou Valentine. – James falou, dei de ombros fingindo não ligar e me virei para James com um sorriso. – Vou te dar o seu presente lá no passeio. – ele sussurrou no meu ouvido, sorri contente e nos beijamos de novo.

—Meu primeiro Dia dos Namorados com o Jay. – suspirei feliz. Ajeitei minha roupa me olhando no espelho. Eu usava uma saia preta de pregas e uma blusa rosa bebê de pelos, por dentro da saia. Também usava uma meia sete oitavos preta e uma bota preta de salto que só ia até o tornozelo. Coloquei o colar de coração que usava toda dia, desde que Jay me deu quando me pediu em namoro. E a pulseira que Adam tinha me dado. – Como estou? – perguntei. Emmeline Mary sorriram para mim.

—Linda. – ela disseram em uníssono Sorri satisfeita, e ajeitei meu cabelo no espelho. Emmeline me deu o gloss e eu passei em meus lábios com cuidado.

—Eu... – Mary suspirou, então sorriu para nós contente. – Petelzinho me convidou para ir para Hogsmeade com ele. Hoje!

Eu e Emmeline nos entreolhamos chocadas e demos gritinhos indo sentar ao lado e Mary na cama.

—Ele te convidou como? – Emmeline perguntou interessada. Mary sorriu levemente.

—Foi depois do café da manhã. Ele só... me chamou. – ela riu feliz. Sorri para ela.

—Se ele te magoar, fala pra gente que nós chutamos a bunda dele. – falei. Emmeline concordou comigo e Mary riu para nós.

—Eu amo vocês, amiguinhas.

Olhei surpresa Lily sair da cama dela com Dimitre junto. Ela sorriu para mim, assim como Dimitre.

—Ahn...? – Emmeline ofegou.

—Dimy estava em ajudando a escolher um vestido para meu encontro. – ela falou, e deu uma volta nos mostrando o vestido. Ela então se sentou na cama para colocar uma meia calça.

—Ah é? – arquei a sobrancelha para Dimitre. Ele corou e ajudou Lily a puxar a meia calça.

— E com quem você vai sair? – Emmeline indagou curiosa.

— Nicholas Dempsie. – ela murmurou tímida.

—Tipo um dos caras mais populares da Lufa-Lufa? – ri. Ela concordou um pouco vermelha. – Ele te convidou?

—Sim. Eu fiquei muito surpresa. – ela respondeu com um sorriso. – Ele é bonitinho e engraçado. Acho que vai ser legal.

—Vai sim. Você tem que é no final já pular em cima dele e levar ele a loucura com essa bundinha. – Dimitre riu e deu um tapinha na bunda de Lily. Olhei aquilo surpresa novamente, e Lily apenas continuou rindo com Dimitre.

—Tenho que ir. – ele falou, se levantando da cama. – Vou sair com a Marlene.

—O que? – perguntei e arregalei meus olhos. Emmeline gargalhou e Lily deu uma risadinha.

—Algum problema?

—Marlene é uma das garotas do Sirius. – murmurei. Emmeline gargalhava com a mão na barriga.

—Sirius tem namorada. – Dimitre falou confuso.

—Sirius não liga pra isso. – Mary de deu ombros.

—Bem... ela me chamou pra sair. – Dimitre falou.- Devo dizer que não posso ir?

—Não!Não! – Emmeline disse apressada. Ela começou a empurrar Dimitre para fora do quarto. – Saia com ela. De uns beijinhos! Quem sabe uns amassos. Se divirta, Dimy. – ela o beijou na bochecha e fechou a porta, o deixando do lado de fora. Ela então riu marota. – Sirius vai ficar tão pirado.

—E então? Pronta para o melhor dia dos namorados da sua vida? – perguntou James.

—Me impressione, James Potter. – brinquei o puxando pela gola da camisa. James me beijou na bochecha e nós fomos até a casa de chá onde ele me pediu em namoro. Pedimos uns biscoitos e um pouco de suco, já que eu não gosto de chá e ficamos namorando e nos beijando.

—Feliz Dia dos Namorados, Jay. – falei, e lhe entreguei o seu presente. James rasgou o embrulho animado e arregalou os olhos.

—INGRESSOS PARA CONHECER PESSOALMENTE TODOS OS INTEGRANTES DAS VESPAS DE WIMBOURNE? – ele berrou, fazendo todos da Casa de Chá nos olharem. Eu ri, e ele me beijou várias vezes.

—Você é incrível! Feliz Dia dos Namorados, Tetas. – James sorriu para mim, me dando uma caixinha rosa. Sorri feliz, e abri a caixinha.

—Own, Jay. – falei. Peguei o pingente de morango que estava na caixinha. Era um pingente todo prata e detalhado. – Eu amei. – murmurei sincera.

James sorriu orgulho, e me beijou na bochecha. Ele pegou o pingente e colocou para mim na minha pulseira.

—Gostou mesmo? – ele indagou. – O seu presente foi tão... incrível.

—É, claro que gostei, Jay. Morangos significam muito no nosso namoro. – ri, e James sorriu aliviado. — Ficou lindo na minha coleção. – apontei. Agitei minha pulseira na frente dele. – Olha tem uma coroa, porque eu sou a rainha de tudo. – menti e James riu concordando. Não queria que ele soubesse o significado dela, quando Adam me deu. – E uma guitarra, bem... você sabe o Adam me deu. É igual à guitarra que ele tem. – murmurei, olhando James com cuidado. James solou um muxoxo, mas me pediu para continuar. – Esse meu avô me deu. – apontei para a Torre Eiffel. – Ele disse que eu sou a francesinha dele. – ri. – E por último, meus pais me deram essa aqui. – mostrei para ele à coruja. – É igual à Magenta.

Ele sorriu assentindo. E fiquei feliz que ele não era aquele tipo de namorado que nunca escuta o que a namorada diz. James sempre presta atenção em mim.

Senti a mão dele na minha perna e eu coloquei minha mão debaixo da camisa dele, o alisando na barriga. O senti se arrepiar e dar um sorrisinho nos meus lábios, antes de intensificar o beijo e apertar minha coxa com mais vontade. O puxei pelo pescoço, sedenta dele e ele me beijou ainda mais apaixonadamente.

Escorreguei minha mão para as calças dele, escondida pela toalha da mesa e James soltou um gemido baixinho nos meus lábios.

Ficamos naquele amasso até James não aguentar mais.

—Eu vou pedir a conta e a gente vai pra outro lugar, ok? – perguntou ele.

—Ok. – respondi.

Quando ele terminou de pagar, me olhou constrangido.

—Eu vou no banheiro primeiro e já volto.

—Certo. – respondi com um sorrisinho e James se levantou, tentando esconder o volume das calças. Me levantei e o segui sorrateiramente, o encurralando no banheiro. James me olhou surpreso e eu o empurrei lá pra dentro.

—Você é maluca. – riu ele trancando a porta.

—Você me deixa maluca. – respondi o puxando para um beijo.

—Não... você sempre foi maluca. – riu ele me levantando pelas coxas e me prensando contra a parede. Rodeei a cintura dele com minhas coxas e continuamos naquele beijo fogoso e cheio de volúpia. Eu amava os beijos dele. James tirou minha blusa e eu soltei o sutiã. Amei os beijos que ele me deu nos seios, e tremi ai sentir os dentes dele mordiscarem de leve meus mamilos – Addie... – chamou James me colocando no chão. Eu tirei minha meia calça rapidamente. – Fica de costas pra mim. – pediu ele. Obedeci e James levantou minha saia e abaixou minha calcinha. — Empina bem. – sussurrou ele me abraçando por trás, colocando uma mão nos meus seios, enquanto a outra desafivelava o cinto dele. Empinei a bunda esfregando-a nos quadris dele. James soltou um gemido e logo estávamos transando ali, no banheiro da casa de chá. Duas pessoas tentaram entrar, mas nem nos importamos. – Oh, Addie... você é tão gostosa... – gemeu James. Eu não estava em condições de responder. Sentia James me penetrar por trás, enquanto massageava meu clitóris com uma mão e me segurava na cintura com a outra. Eu estava delirando de prazer. Mas logo notei que James estava quase chegando lá, pelo modo como ele se movimentava e gemia. Eu já tinha aprendido a reconhecer o padrão.

—Jay, espere, por favor...

—Agora? – perguntou ele. O sentei no vaso e me sentei em cima dele. O beijei carinhosamente e ele tentou relaxar um pouco, para conter o próprio orgasmo. Então, quando ele parecia estar no controle, comecei a rebolar em seu colo. James jogou a cabeça para trás, com um sorriso satisfeito no rosto – Oh, isso é bom demais...

—Eu sei. – ri no ouvido dele.

Logo eu estava me movendo enlouquecida, tentando alcançar o clímax, como se, caso eu não me movesse rápido e forte o suficiente, fosse tudo fugir por entre meus dedos. Segurei os cabelos de James com força, enquanto me movia com vigor no colo dele. E quando aquele calor louco me atingiu, eu soltei um gemido mais alto do que deveria. Senti as duas mãos de James apertarem a minha bunda e ele tremeu por inteiro.

—É só você gozar... que eu perco o controle. – riu ele respirando ofegante – Eu estava tranquilo e no controle... mas foi só notar que você estava quase lá... – ele me beijou no queixo e eu sorri o beijando nos lábios.

—É mesmo?

—É muito excitante saber que você está prestes a gozar. – explicou ele – E ai... eu fui bem? – perguntou ele me olhando com um sorrisinho convencido.

—Amor, o crédito foi todo meu. – respondi me levantando e puxando calcinha.

—Eu passei metade do tempo como sendo o ativo... então eu tenho cinquenta por cento do crédito, ok? – perguntou ele se guardando dentro das calças e nós dois demos uma risadinha. Coloquei o sutiã e a blusa de volta, mas não coloquei a meia calça ao ver que ela tinha acabado rasgando.

Saímos do banheiro, com caras culpadas e recebemos um olhar repreendedor de Esme Betchley da Corvinal, uma garota gorducha do sétimo ano. Quando estávamos saindo do estabelecimento, topamos com Lily e Nicholas Dempsie, que conversavam de mãos dadas. Nicholas se curvou e beijou Lily nos lábios.

—Lily está bem bonita naquele vestido. – disse James distraidamente, segurando a porta para que eu passasse – E o cabelo dela é bem bonito, né? – adicionou ele – Você podia tentar ficar ruiva. Deve cair bem em você. Digo... qualquer coisa cai bem em você. Você é perfeita... mas acho que ruivo seria ainda mais legal.

—Vou pensar no seu caso. – respondi dando as mãos para ele.

—O que você tem achado da Evans? – perguntou James e eu o olhei – Digo, ela era um porre. Mandona. Certinha. E toda uma gama de elogios que Almofadinhas tinha pra ela... mas agora ela até que está bem legal, né? Acho que o Dimitre fez bem a ela. – riu ele e eu olhei para James sentindo algo estranho no estômago.

—Por que você fica falando da Evans o tempo todo? – perguntei fazendo bico e o olhando de cara fechada. James deu um sorrisinho que eu julguei muito irritada.

—Eu não falo da Evans o tempo todo. Não me diga que está com ciúmes!

—Eu não estou com ciúmes! De onde tirou essa ideia ridícula? – perguntei zangada e James apertou meus lábios de leve.

—Desse seu biquinho lindo. – riu ele e eu dei um tapa em sua mão – Não precisa ter ciúmes, Addie. Eu sou tooooodo seu. – adicionou ele me abraçando. – O que quer fazer agora? – perguntou James.

—Eu não sei. – respondi. – O que você marcou com os garotos?

—De nos encontrarmos depois na Casa da Árvore. – respondeu James – Mas Sirius deve estar com a Cindy no Três Vassouras... quer tomar uma cerveja amanteigada? – perguntou ele.

—Ok. Pode ser.

Andamos até o Três Vassouras e vimos Cindy sentada numa mesa com Diana Rosier, as duas parecendo muito envolvidas num papo qualquer. Do outro lado do Três Vassouras estava Frank e Melody Bostic, junto de Dimitre. Olhei para James, que estava olhando as duas mesas. Duas pessoas faltavam ali...

—Onde estão Sirius e Marlene? – perguntamos ao mesmo tempo, nós dois com sorrisinhos divertidos no rosto.

—Não acredito... será?! – perguntou James.

—Eu acho que deveríamos descobrir. – andamos juntos pelo Três Vassouras, procurando pelo cachorro do meu primo, até que o encontramos próximo do banheiro, no maior amasso com Marlene – Sirius ultrapassa todos os limites de canalhice. – ralhei e James deu uma risadinha.

—Ele vai virar uma lenda, isso sim. – riu James.

—Vai mesmo... porque ele vai morrer agora. – anunciei.

—Você vai matar o Sirius? – perguntou James, me olhando descrente.

—Eu não. Mas ela vai. – respondi apontando com o polegar para Cindy. James se virou e viu Cindy Gray vir pelo corredor. Vi meu namorado sair correndo e empurrar Sirius para dentro do banheiro masculino, deixando uma confusa Marlene para trás. Caminhei até ela e sorri – Olá, Nº 5. – cumprimentei com um sorrisinho.

—O que...?

—O que raios você está fazendo com o Dimitre? – perguntei a olhando com autoridade.

—Ahn...?

—Eu não posso controlar o cachorro do meu primo... oi, Cindy! – eu disse assim que a garota chegou.

—Oi, Addie, licença. – riu ela entrando no banheiro feminino.

—Então... eu não posso controlar o meu primo. Mas eu não quero minhas chanels magoando quem não merece ser magoado e Dimitre é um amorzinho!

—Eu sei, eu sei... – riu Marlene – Mas sabe como é, né? A gente só deu uns beijos...– ela botou a língua para fora.

—Eu não quero saber. Não dê esperanças pro Dimy se você não vai ser uma boa namorada pra ele.

—Ok... – resmungou Marlene e Sirius saiu do banheiro ao lado de James.

—Tudo certo? – perguntou James.

—Sim, vamos? – perguntei dando o braço pra ele.

—Sim, vamos. – riu Sirius passando o braço pelos meus ombros e piscando para Marlene.

Mary sorriu para Peter, que estava encostado na vitrine da Dedos de Mel, a esperando. Ela se virou para a vitrine de uma loja qualquer e passou o gloss da sorte de Addie, nos lábios.

Ela então se virou, e andou para que Peter pudesse vê-la. Ele sorriu assim, que a avistou e andou até ela.

—Oi, Petelzinho. – ela murmurou. Ele sorriu mais uma vez e a beijou na bochecha.

—Oi, borboletinha. – ele murmurou de volta. – Você está muito bonita. — Mary suspirou, o olhando sonhadoramente. E girou, fazendo sua saia rodada branca girar junto.

—Você acha? – ela perguntou tímida. Peter sorriu assentindo.

—Quer ir comigo na Dedos de Mel? – ele perguntou. Mary concordou, e suspirou novamente quando Peter segurou a mão dela, para irem para dentro da loja. Ela riu, que Peter nunca perdia uma chance de comprar chocolate.

Entraram na loja, atraindo alguns olhares curiosos, que Peter gostou de receber.

—Eu vou comprar uma coisa. – Mary disse para ele, e se afastou. Peter foi até o caixa e sorriu cúmplice para o atendente do caixa, e lhe passou alguns galeões. O atendente o deu uma caixa de bombons. Mary chegou e riu para Peter colocando no dedo dele, um anel de pirulito. Peter riu e lambeu o pirulito do dedo, assim como Mary que tinha um igual no dedo dela. Mary pagou os anéis de pirulito e puxou Peter para fora da Dedos de Mel. – Vamos dar uma volta? – ela indagou.

Peter assentiu, guardando os bombons nas vestes. Eles andaram de mãos dadas por Hogsmeade, entrando em algumas lojas, e fazendo besteiras. Foram até a Casa dos Gritos, e dividiram um baseado de salvia, rindo e conversando o tempo inteiro.

No final do encontro, Mary estava simplesmente feliz, adorando o quanto ela e Peter tinham em comum, e quanto tinham se divertido. Peter decidiu que era a hora e antes de entrarem para Hogwarts, parou embaixo de uma árvore bonita e sorriu para Mary.

—Borboletinha. – ele murmurou, e pegou a caixa de bombons das vestes. – Eu comprei isso para você.

Mary pegou a caixa com um sorrisinho. Não seria o seu Peter, se não te desse chocolates, ela pensou.

Mary abriu a caixa e surpresa viu várias borboletas coloridas saírem da caixa e formarem um coração na sua frente. Ela arregalou os olhos, e olhou o que sobrou na caixa. Um pequeno anel estava lá. O anel tinha uma borboleta de com asas azuis nele, o pingente não parecia ser muito caro, e as pérolas que faziam as asas da borboleta não parecia tão legitimas. Mas Mary amou aquele anel com todas as suas forças.

Ela colocou a mão na boca surpresa, quando olhou Peter e ele estava com uma perna ajoelhada a sua frente.

—É isso, sei lá...mas acho que amo você. Amo de todas as maneiras possíveis. Sem pressa, como se só saber que você existe já me bastasse. Sem peito, como se só existisse você no mundo e eu pudesse morrer sem o seu ar. – ele falou nervoso. – Eu te amo, Mary. – ele suspirou e ela sorriu feliz. – Quer namorar comigo?

Mary o olhou longamente, chorando. Ela então pegou o anel e o colocou junto do anel de pirulito no dedo.

—Sim!

—Sabia que eu parei de comprar meus doces, para te dar o anel?

Quando chegamos à Casa da Árvore, estava tudo silencioso, como imaginávamos que estaria. Sirius vinha logo atrás de mim e James, cantando Emmeline, apesar dela apenas revirar os olhos pra ele, sem lhe dar muita atenção. Remus vinha junto de Lily, ambos falando sobre seus respectivos encontros. Mary e Peter deveriam estar a caminho também. Ninguém vira os dois desde muito cedo, ainda em Hogsmeade.

Abri a porta e olhei para dentro da Casa da Árvore, para notar que havia um casal dormindo no sofá. Pisquei chocada ao ver Peter deitado e Mary cochilar com a cabeça em cima do peito dele. Os dois dormiam, na verdade, e as roupas deles jaziam no chão.

Minha

Borboletinha

Tinha perdido

A virgindade?!

Fechei a porta de uma vez, fazendo muito barulho e piscando em choque. Mary... Mary tinha feito aquilo.

—O que houve? – perguntou James.

—Você tá com uma cara engraçada. – riu Remus – Está tudo bem?

Estava tudo bem? Minha pura e inocente Borboletinha tinha feito algo carnal e sujo, como sexo. E ainda estava deitada e nua no sofá. Ela tinha perdido a virgindade num sofá?!

—Addie... o que foi? – perguntou Lily – Você parece que viu a professora McGonagall dançando tango com o Flitwick. – riu ela.

—De onde tirou isso? – perguntou James com um sorrisinho.

—Eu vi uma vez. – respondeu Lily e Sirius e James se entreolharam com um enorme sorriso.

—Segredos obscuros da nossa Minie... ela já foi líder de torcida, toda gostosona de uniforme. Já foi capitã do time de Quadribol... e agora dança tango com... o Flitwick é um duende? – perguntou James.

—Eu não sei... – respondeu Sirius – Algumas perguntas não foram feitas para serem respondidas. A vida necessita de alguns mistérios... mas eu estou prestes a matar um. – riu Sirius avançando e abrindo a porta. Mas em seguida ele a fechou e ficou com uma cara de choque, como quem quer rir e chorar ao mesmo tempo.

—Oh, não... temos dois deles, agora. – riu James – Ok. Eu sou o próximo. – riu ele abrindo a porta – Oh... – ele fechou a porta.

—Entramos num círculo vicioso? – perguntou Remus.

—Peter e Mary transaram. – riu James – Eles ainda estão dormindo aí dentro. – disse James apontando para a sala com o polegar. Lily e Remus abriram a boca, em completo choque.

—RABICHO FEZ O QUE?! – gritou Emmeline chutando a porta Mary acordou com o barulho e se sentou, limpando os olhos. Peter fez uma careta e piscou confuso – EU CAPO VOCÊ PETTIGREW!

—Calma, Emms... é só sexo. – riu Sirius – Não é como se você nunca tivesse feito.

—Mary! Ele fez sexo com Mary! Nossa doce e inocente Mary! – rosnou Emmeline, parecendo ligeiramente desconcertada.

—Gente! – eu disse batendo palmas e me recompondo, enquanto Peter e Mary se escondiam embaixo de um cobertor – Vamos ter bom senso, né? Todo mundo para fora! – saímos e escutamos Mary e Peter conversarem lá dentro, aos cochichos. Minutos depois Peter abriu a porta e recebeu um olhar mortal de Emmeline.

—O que você fez com a minha Borboletinha, Rabicho, seu cretino?! – rosnou ela.

—Bem... eu a pedi em namoro. – respondeu ele parecendo orgulhoso de si mesmo. Ficamos olhando em choque para os dois e Mary se aproximou.

—É sério isso?! – perguntei, em choque.

—Sim. Eu sou a namorada do Petelzinho. – riu Mary, parecendo muito feliz, abraçando Peter, que sorriu parecendo orgulhoso de si mesmo.

—OOOOOWN! – gritou Emmeline entrando e abraçando os dois – Magoe a Mary e eu mato você, Rabicho. – rosnou Emmeline – Sejam felizes! – adicionou ela num tom gentil, enquanto todos nós ríamos.

Eu estava tomando café da manhã, vendo Sirius, James, Peter e Dimitre fazerem uma competição de quem bebia o suco mais rápido. James ganhou, Sirius se engasgou e começou a tossir. Rabicho ficou em segundo e Dimy em terceiro, enquanto dava palmadinhas nas costas do meu primo, com um sorrisinho.

Olhei para o outro lado da mesa e vi Frank e Dorcas cutucarem Emily super agitados.

—Vamos! Quero todos os detalhes! – riu Frank – Como foi dar uma segunda chance para o Nott?

Não acredito que ela tinha feito isso. Sirius escutou também, pois assim que desengasgou, se virou para ela.

—Não basta falar merda, vai começar a andar com gente de merda também? – perguntou ele ríspido. Emily corou de leve mexendo com suas torradas.

—Por que não vai cuidar da sua vida? – perguntou Dorcas – Ou por um acaso se esqueceu que sua namorada é da Sonserina?

—Cala a boca, esquisita. – mandei irritada. – Ou eu vou ai calar para você. – Dorcas desviou o olhar, assim como Emily, mas Frank me olhou bravo. Eu sustentei o olhar dele, o olhando tão irritada quanto ele me olhava.

—E Cindy é super legal. Nott é um idiota. – resmungou Remus.

—Mas pelo menos ele tem atitude. Não é, Emily? Como foi o encontro ontem? – perguntou Frank, desviando o olhar do meu.

—Não foi nada de demais, ok? – perguntou ela, timidamente – Eu disse que eu iria com ele apenas pra gente se conhecer melhor. Passei o dia inteiro escutando Nott se gabar, sinceramente, só prestei atenção em vinte por cento das coisas que ele falava. Nos outros oitenta eu estava pensando na minha coreografia do balé. – resmungou ela e Sirius deu uma risadinha.

—Você faz balé, Valentine? – perguntou Ambrose, com Thomas ao lado dela, lhe beijando o pescoço. Valentine concordou com um aceno de cabeça – Deve ser bem flexível.

—Ela consegue fazer uma abertura negativa. – concordou Dorcas – Não é, Emily?

—Minha mãe me colocou no balé quando eu tinha cinco anos. – disse ela dando de ombros.

—Por que não está nas líderes de torcida? – perguntou Remus, franzindo a testa. Eu já estava me irritando com ele por estar falando tanto com Emily. – Você dança bem, é bonita e flexível... poderia estar...

—Oh, não. – riu Emily negando com a cabeça, com um sorrisinho ansioso.

—O que foi? Algum problema com as líderes de torcida? – perguntei num sibilo. Ela me olhou muito rapidamente, mas não teve coragem de me encarar pra responder. Olhei Remus irritada e ele corou para mim.

—Eu não iria querer chamar atenção. Eu não nasci pra isso. – respondeu ela, timidamente. – Sem falar que eu acho que não conseguiria lidar com a pressão, também.

—Sim, todos nós sabemos que você não sabe lidar com pressão, não é, Valentine. – riu Emmeline. Emily deu de ombros, pegando a cereja do bolo que estava comendo, quando o correio chegou.

—Ah! Que bom que chegou. Eu quero saber quem ganhou o jogo de ontem. – riu Frank procurando sua coruja no meio de todas as outras. Peguei meu suco, que Sirius me entregava e entreguei para ele um punhado de torradas com mel. Estava para preparar umas pra mim, quando minha coruja pousou na minha frente, trazendo uma carta. Pisquei, surpresa e peguei a carta.

—É dos meus pais. – murmurei surpresa, eles já tinham mandado uma semana passada. James esticou o pescoço para ver melhor e eu abri a carta – Querida Addie. Nós estamos bem. Não se assuste. Fomos atacadosno Beco Diagonal. O ataque foi apenas um recado, já que eles não sabem se somos ou não traidores de sangue. Fique tranquila e não deixe o Profeta te assustar. – eu li em voz alta e todos me olharam, chocados.

—Outro ataque dos Comensais. – resmungou Emily, abrindo seu jornal, mas eu catei o jornal dela para ler, já que eu não assinava o Profeta. Emily deixou eu pegar o jornal sem falara nada. – Claro que tentaram atacar o papai. Ele tinha que falar aquele tanto de besteira na última entrevista, não tinha? – resmungou ela, me olhando enquanto eu lia o jornal. – Várias famílias foram atacadas essa noite, por razões ainda desconhecidas...? – ela conseguiu ler, quando apoiei o jornal na mesa.

—Desconhecidas? Comensais de Morte! – riu James – Desde quando a razão é desconhecida?

—Ninguém nunca acusa os Comensais de Morte no Profeta. – respondeu Emily – Normal já... – ela voltou a ler. – ... por razões desconhecidas. Entre elas os Prewett, os Abbot, os Crouch, Valentine e Black, deixando mortos e feridos. – Emily deu um suspiro e uma coruja pousou em frente a ela. A garota pegou uma carta e suspirou parecendo mais leve – Meus pais estão bem. Eles não falaram quem morreu.

—Foi um Abbott. Olha o Rupert Abbot ali. A irmã dele tá chorando até, também. – murmurou Remus, apontando para a Lufa-Lufa. Vi Jane Abbott chorando abraçada ao irmão.

—A Abbott está gostosa, não acham? – Sirius perguntou a analisando com um sorrisinho.

—Ela acabou de perder alguém da família, Sirius. Você não vai dar em cima dela agora. – falei. Ele me deu um sorriso travesso, ainda olhando a loira chorar.

—Eu vou confortar ela. – ele disse fazendo um cara inocente.

—Você já viu o tamanho do irmão dela? – perguntou Dimitre. – Já viu o tamanho dos bíceps dele?

—E você já? – James indagou, olhando Dimitre esquisito.

Dimitre corou e gaguejou:

—E-eu... é difícil não ver. O cara é gigante! – ele falou. Olhamos todos Rupert Abbott novamente.

—Ele é gostoso. – Emmeline comentou. Concordei, fazendo James me dar um olhar emburrado.

—Quem será que morreu? – Remus questionou. – Deve ser um parente bem próximo. – ele murmurou ao escutar o choro sofrido de Jane Abbott.

—Todo dia alguém recebe uma carta falando que um parente morreu... isso está saindo de controle. – murmurou Peter, passando o braço ao redor do ombro de Mary. Ela sorriu para ele, se aconchegando em seu peito.

—Precisamos fazer algo a respeito disso! – disse Sirius ficando de pé.

—De acordo. – disse James e os dois ficaram lado a lado, numa pose destemida.

—Sim, realmente. – concordou Remus – Vocês dois precisam terminar de fazer as tarefas de poções. – e quando ele disse isso, todo mundo começou a rir. Mas quando Emmeline olhou Emily e Dorcas irritada as duas pararam de rir.

—Emms... – Sirius murmurou no ouvido dela. Emmeline deu uma risadinha.

—Sim, Six? – ela perguntou, com um sorrisinho travesso. Sirius passou um braço pelo ombro dela, e escorregou para o chão e se encostando no sofá assim como ela.

—Eu sinto sua falta. – ele sussurrou. Emmeline corou, e suspirou quando Sirius a beijou no pescoço. Mas ela não o deixou beijá-la na boca.

—Não pode fazer isso. – riu ela parecendo se divertir.

—Mas, Eeeeemms... – murmurou ele manhosamente.

Bufei extremamente alto e Emmeline mais corada ainda se separou de Sirius, subindo para o sofá. Sirius me olhou feio e eu o olhei mais feio ainda.

James riu, e eu me ajeitei em seu colo.

—Qual a nossa aula agora? – ele perguntou, me acariciando na cintura.

—Poções. – murmurei o beijando na boca.

—Temos que ir. – Remus falou, terminando de fazer a lição de Feitiços. Ele guardou as coisas apressado na bolsa. Todos nos levantamos calmamente, enquanto Remus resmungava que iríamos no atrasar.

—Calma ai, nerd. – riu Sirius, passando o braço pelo ombro de Remus e caminhando para fora da Casa na Árvore.

Entrelacei meus dedos com o de James, e Emmeline andou na nossa frente, olhando muito para a bunda do meu primo.

—Você precisa se controlar, Emmeline. – ralhei com ela.

—Eu tento. Mas seu primo não me deixa em paz! – resmungou ela – E na verdade... – ela respirou fundo – Eu estou bem comportada. Ele está assim justamente porque eu estou resistindo. – ela baixou o tom de voz – A última vez que eu cai em tentação foi antes do aniversário dele!

—Ainda era namorada do Jacques. – disse uma voz atrás de nós. Olhamos para trás e vimos Emily, Dorcas e Frank. Frank quem tinha dito e Emily olhou feio para ele – O que? Só comentei. Não é como se eu fosse contar pra ele.

—Sim, Frank tem mais o que fazer além de se meter na vida dos outros. – concordou Dorcas.

—Será que podemos parar de brigar entre nós, pelo menos aqui dentro? – perguntou Emily revirando os olhos – O que Vance faz com o namorado dela é problema dela. – resmungou ela fazendo um movimento de pulso e eu reconheci o movimento do feitiço “accio”, que era o que tínhamos aprendido na última aula.

—Eu não pedi pra me defender, Valentine.

—Não estou te defendendo. – resmungou Emily sem nos olhar – To falando que o funeral é seu, Vaca Vance.

—Como é que é?! – rosnou Emmeline, mas Marlene gargalhou ao lado de Lily, logo atrás Emily.

—VAAAAACA VAAAANCE. – cantou Marlene, e foi tão engraçado que até eu ri. Emmeline me olhou horrorizada e eu tentei disfarçar, mas simplesmente não deu e Dorcas e Marlene começaram a cantar aquilo. Peter e James se uniram ao coro e Emmeline começou a correr atrás de Peter para acertá-lo com o livro de poções.

Quando chegamos na sala de poções, a turma da Sonserina já estava lá. Emmeline esqueceu Peter e James e foi para junto de Jacques, namorar um pouquinho.

—Diz que ele não está vindo. Diz que ele não está vindo... – escutei Emily resmungar e acabei rindo com Mary.

—Ele está vindo. – murmurou Frank.

—Oi, boneca. – disse Theo, se aproximando com Rabastan, que parecia ligeiramente entediado – Como foi o seu dia?

Emily tentou sorrir para ele, mas o sorriso saiu um tanto forçado e Theo sorriu achando que ela estava sem jeito perto dele. Ele é um idiota metido.

—Ah... foi bom, né. – resmungou Emily – Se eu conseguir não queimar minhas sobrancelhas nessa aula vai ser melhor ainda. – adicionou ela, porque na última aula ela tinha mesmo explodido o caldeirão e queimado as sobrancelhas, mas Madame Pomfrey deu um jeito rapidinho.

Poções realmente não estava entre minhas matérias favoritas, mas não era meu ponto fraco, de qualquer maneira. Me sentei com Mary e Emmeline as ajudando, olhando como Lily e Severus pareciam arrancar suspiros do professor Slug a cada mexida de caldeirão. Peter e James estavam tentando encostar umas vagens babosas em Remus, que tentava se concentrar e esquivar ao mesmo tempo das mãos deles. Sirius e Cindy davam risadinhas, enquanto Rosier ficava sobrando na mesa deles e fazendo a poção basicamente sozinha.

Emily estava com Frank, Marlene e Dorcas, já que Dimy estava com o super casal maravilha de poções. Mirei Rabastan quando notei que James estava ocupado tentando convencer o professor Slug que ele não tinha colocado algumas ovas de fada nos bolsos. Ele dividia a mesa com Theo e Amico, falando baixinho sobre qualquer coisa, apesar de Theo o tempo todo mirar a mesa de Emily, sendo completamente ignorado por ela. Jacques estava com Aleto e os dois conversavam tranquilamente enquanto faziam sua poção.

Com o final da aula, tendo absoluta certeza que tinha tirado pelo menos um “E” na pior das hipóteses, saímos eu, Mary e Emmeline, super satisfeitas com nós mesmas. Emmeline, por incrível que pareça, era muito boa em poções, tendo mãos firmes para cortar e misturar os ingredientes. O problema dela era mais se lembrar a ordem das misturas.

—Oh, poções é legal. – riu ela satisfeita – Pena que deixa as mãos fedendo. – adicionou ela.

—E tem uns animais nojentos. – concordou Mary.

—Por favor, nós estudamos com Sirius, Pettigrew e James. Eles fazem competição de peido embaixo do cobertor. Não existem animais mais nojentos que eles. – eu ri e nós três gargalhamos.

—Eu escutei isso. – ralhou James passando a mão pela minha cintura – E em minha defesa... eu nunca ganhei essa competição.

—Claro. Sirius é um campeão sem rival em peidar. – resmunguei – Minha infância traumatizada que o diga.

Todos nós gargalhamos e Sirius olhou para nós, ainda abraçado com Cindy, lá de trás.

—Ok, amor. E agora? – perguntou James. Jacques se aproximou com as mãos dadas com Emmeline e os dois se olharam com carinho – Qual nosso tormento... digo... aula. Qual nossa próxima aula?

—James. Já estamos em Março. Até agora não decorou nosso horário? – perguntei rindo para ele.

—Ele muda todos os anos. Uso minha memória para coisas mais importantes... como por exemplo as suas pintinhas estrategicamente posicionadas.

—Nada melhor do que pintas estrategicamente posicionadas. – riu Jacques sonhadoramente.

—Algo que sou obrigada a concordar. – disse James.

—Eu tenho alguma pinta estrategicamente posicionada? – perguntei surpresa.

—Sim. Bem na dobrinha da virilha. – riu James.

—Emmeline tem uma no finalzinho das costas. – riu Jacques parecendo se lembrar de algo lindo.

—Amor! Não diz uma coisa dessas! – ralhou Emmeline – Ou eles vão saber as coisas que eu deixo você fazer! – ralhou ela e Jacques corou de leve.

—Emmeline. Eu já te vi pelada. Não tem nada a ver com posições favoritas. – riu ele.

—JACQUES! – ralhou Emmeline corando de verdade e ele deu uma risadinha fugindo do tapa dela. James deu uma risada e se curvou para sussurrar na minha orelha.

—Eu quero te comer de quatro qualquer dia desses. – sussurrou ele eu escutei Remus pigarrear lá atrás, junto de Peter. Sorri marota para James, sentindo o rosto esquentar de leve – E qual é a nossa aula?

—Transfiguração, amor. Transfiguração.

—Afe... vou ter que aturar a Sonserina de novo? Temos aulas demais com a Sonserina! Poções, Transfiguração, Defesa Contra as Artes das Trevas... e vocês têm Runas juntos também. – resmungou ele.

—Pois é. – resmungou Mary – Mas eu acho que eles também não gostam de ter aula com a gente.

—Amor, é claro que gostam. – eu disse com um sorrisinho – Ter aula com a Grifinória significa ter aula comigo, com você e Emmeline. E nós somos maravilhosas.

—Vamos, Emms... a gente podia dar uma volta, só eu e você, na Casa da Árvore, depois do treino. – escutei Sirius propor para Emmeline. Bufei esperando minhas Chanels terminarem de se alongar, enquanto Frank terminava de fazer uma punição de cinquenta flexões por ter me enfrentado.

—Sirius. Você não desiste? – ralhou Emmeline.

—De você, nunca? – perguntou ele tendo certeza de que Marlene estava distante demais para escutar. Revirei os olhos alongando e fazendo uma abertura.

—Pois desista, amor. – riu Emmeline – Como você pode se lembrar, eu tenho um namorado. – riu ela prendendo o cabelo num rabo de cavalo.

—Mas você nunca me esqueceu, que eu sei. – disse ele.

—Você está sabendo demais, não acha? – perguntou Emmeline.

—Sirius Black! Quer parar de atrapalhar o meu treino? – perguntei me levantando e olhando sem paciência para ele – Vai pro chuveiro que o treino de quadribol já acabou! – ralhei.

Ele me olhou feio, por eu ter estragado o flerte dele, mas não me enfrentou. Apenas saiu chutando a grama, xingando baixinho. Olhei para Emmeline, que me olhou como se perguntasse “o que?”.

—Depois eu digo que ele é um cretino e você não me escuta. – resmungou Frank para Marlene, que bufou de leve – Sério. Eu não entendo o que vocês veem nele. – resmungou ele terminando suas flexões e massageando o peito fazendo careta.

—O que não há para ver. – riu Mikayla e as Brits deram risadinhas.

—Ok, ok, chega de papo. – resmunguei – Vamos começar o ensaio. Temos uma Sonserina de Zamora para derrotar. Marlene. – ela me olhou atentamente – Eu vou querer fazer uma pirâmide e...

—Amiguinha... é a professora McGonagall. – cortou Mary. Pisquei surpresa e olhei para o lado. Mary tinha razão e a professora vinha apressada, com um semblante triste.

—Senhorita McKinnon. – disse ela e nós reconhecemos o tom dela. O mesmo tom que o professor Flitwick usara para avisar a Tony Vane, da Corvinal, que a irmã dele tinha sido assassinada. O mesmo tom que a professora Minerva tinha usado para falar a Melody Bostic que a mãe dela estava muito ferida no Mungus. Por isso eu vi o rosto de Marlene empalidecer – Você pode me acompanhar até minha sala? Você também, Longbottom.

Olhei para Frank, que olhava de olhos esbugalhados para a professora.

—Aconteceu algo com a minha mãe? – perguntou ele. Mas a professora simplesmente suspirou e saiu andando.

Tentei fazer o meu melhor no treino, mesmo sem dois de meus melhores atletas. Notei que Frank e Marlene eram simplesmente essenciais para tudo o que eu tinha planejado, então foi o treino mais difícil que eu tive na vida. Acabei encerrando mais cedo e todas voltamos apressadas, sem nem mesmo tomar banho, para o Salão Comunal. Marlene não estava lá, mas Frank sim. Emily estava ao lado dele, de mãos dadas, enquanto o garoto parecia muito preocupado.

—O que houve, Frank? – perguntei doente de preocupação.

—Meu tio foi morto. – explicou ele num suspiro – Meu pai não foi por pouco. – adicionou ele – Céus... ele se machucou pra valer e não pode ir pro Mungus, pois estão com medo que ele sofra uma emboscada... – sussurrou ele, como se fosse difícil falar. Emily o abraçou e eu me sentei do outro lado dele para abraçá-lo também. Frank suspirou, parecendo estar sofrendo muito.

—Adhara. – chamou Emily. Eu a olhei – Marlene também não está nada bem. Ela subiu pro dormitório. Dorcas está com ela... – explicou ela – Talvez fosse bom se... bem... se você.

—Está bem. – murmurei com polidez. Ela concordou com um aceno de cabeça e eu me levantei. Outras chanels se aglomeraram ao redor de Frank. Imaginei que Emmeline faria isso, mas quando a procurei com o olhar, ela já estava subindo as escadas. A segui rapidamente e quando chegamos à porta, escutamos Marlene chorando muito alto. Entramos e a olhamos. Marlene estava deitada no colo de Dorcas, que a afagava no cabelo, enquanto a menina chorava desconsolada – Marlene... – murmurei – O... o que houve?

—Mataram a mãe dela. – respondeu Dorcas – E colocaram o pai dela a prêmio. – explicou a garota com dor na voz. Eu sabia que o pai de Marlene era da Corte dos Bruxos e um forte aliado de Crouch e Richard Valentine – O pai dela está desaparecido... – escondi minha boca com as mãos, chocada, enquanto Marlene chorava e chorava.

Emmeline se aproximou dela e a puxou, fazendo-a ficar de pé.

—Pare com isso! – ralhou ela – Apenas pare! – disse Emmeline. Mas Marlene apenas continuou chorando.

—Emmeline! – ralhei.

—Não! Pare! – insistiu Emmeline – PARE DE CHORAR! – gritou ela agarrando Marlene pelos braços e a chacoalhando. – Você é uma das pessoa mais fortes que eu conheço e você tem dois irmãos mais novo e um mais velho! – disse Emmeline – Então pare de chorar. Você não está sozinha!

Concordei com um aceno de cabeça e então abracei Marlene. Dorcas fez o mesmo e logo eu notei que nunca teria imaginado que aquilo um dia poderia acontecer. Não durou muito e todas estavam chorando em silêncio, enquanto Emmeline afagava a cabeça de Marlene fraternalmente, como se sempre tivessem sido melhores amigas.

—Emmeline tem razão, Lene... – murmurei – Você não está sozinha. Ninguém está.

Escutamos um barulho na janela e nos viramos. Era a coruja de Marlene. A garota se desvencilhou de nós e correu até a janela. Ela pegou a coruja e tirou a carta que ela trazia de maneira quase bruta, para ler em voz alta.

—Marlene, eu te amo... eu estou vivo e bem escondido. Por favor, cuide de... de... de... – ela não conseguiu terminar de ler e sorriu aliviada entre as lágrimas – É a letra do meu pai... ele está vivo... oh! Ainda bem! Ainda bem! – chorou ela – Eu odeio essa guerra maldita! Odeio!

A porta se abriu de uma vez e vimos Lily entrar. Ela olhou direto para Marlene e entrou correndo para abraçá-la.

—Eu acabei de ficar sabendo! Eu sinto muito! – chorou a ruiva e Marlene a abraçou de volta.

—Obrigada, meninas ... muito obrigada...

Crazy Eyes e Peter estão namorando.

Essa era a fofoca mais quente de Hogwarts no momento. Todo mundo estava falando sobre isso. A todo o momento, alguém parava Remus para perguntar se era verdade, já que ele era o maroto mais acessível, por gentil com todo mundo.

Olhei para o lado e Peter e Mary se beijando entre risadinhas, para depois colocar chocolate um na boca do outro. Encarei a mão de Mary, vendo o anel de borboleta azul brilhar.

Estávamos no final de março e estávamos na frente para ganhar a Taça de Quadribol. Sonserina logo atrás. E estávamos em segundo para a Taça das Casas, com a Corvinal liderando, mas na Taça das Lideres de Torcidas, estávamos empatadas com a Sonserina. Por isso os treinos estavam mais puxados, e eu vivia incentivando minhas Chanels para não amolecerem.

Jay chamou minha atenção me beijando no pescoço. Sorri para ele e segurei seu rosto para beijá-lo na boca. Vi mais um curioso, espiando Mary e Peter do outro lado do Salão Comunal. E no mesmo lado Sirius e Marlene conversando próximo. Ele a abraçava e ela fungava em sua blusa.

Voltei a olhar James, mas agora ele tinha uma careta no rosto, olhando a Professora Mcgonagall, que tinha acabado de entrar. Eu ri, sabendo que ele estava enrascado. Passei do seu colo para o seu lado no sofá.

—Sr.Potter. – ela murmurou, com os lábios cerrados. James sorriu para ela maroto.

—Sim, querida professora? – ele perguntou.

—Não me teste, Potter. – ela falou, e cruzou os braços. – Eu sei que foi você que pintou aqueles alunos do primeiro ano de rosa!

James levantou as mãos para cima.

—Não fui eu! – ele disse, mas logo gargalhou. – Okay, fui eu. Desculpe.

—Desculpe? – Professora Minerva, quase gritou. – Detenção! Vamos! – ela rugiu. James suspirou e me deu um beijinho, antes de seguir ela para fora da Torre.

Remus se arrastou para o meu lado rindo.

—James sempre se encrenca. – ele riu. Concordei, abraçando o seu braço.

—Como vão as coisas com a Francesca? – perguntei, querendo saber o que ela andava fazendo.

—Bem. – ele respondeu e corou. – Ela ultimamente nos nossos... amassos... ela está ficando toda pelada!

Gargalhei, para a cara super corada de Remy.

—E você?

—Não! Claro que não! – ele murmurou envergonhado. Ri novamente. Eu amava a timidez de Remy.

Ele era tão fofinho.

— Cai fora. – ela resmungou. Mas o garoto apenas se aproximou com um sorriso completamente sacana no rosto. – Eu disse cai fora! – ela empurrou o peito dele. Ele riu.

—Amo quando me bate. – ele disse. Evie revirou os olhos. – Bate na minha bunda?

Evie não se contou e soltou uma risadinha. Nathan sorriu sacana mais uma vez. E se aproximou, mas Evie se afastou ao um garoto virar o corredor. Era Amos Diggory.

—Hey, Amos, né? – Nathan sorriu para ele. O garoto sorriu de volta meio incerto. – Já te vi por ai. Não me leve a mal ou coisa assim, mas você parece um cheirador de calcinhas. – ele disse, e fingiu que cheirava uma calcinha.

Amos corou e mostrou o dedo do meio, antes de sair em passos duros. Nathan riu para Evie assim que o garoto virou o corredor.

—Ele é melhor amigo do Connor Falahee e do Nicholas Dempsie. Os dois do time de quadribol. – Evie falou, o olhando de lado, como se ele não merecesse uma olhar completo dela. – Os dois podem te dar uma surra. Ainda mais com esses seus braços magrelos.

—Eu vou conversar com eles, então. Vou ser maduro e educado e depois só vou os mandar se fuder. – ele falou. Evie riu. Nathan levantou os braços e ergueu a camisa, mostrando o braço nu. – Além disso, olha só. Isso é músculos! – ele disse.

Evie suspirou desistindo, e se virou com um sorriso tão sacana quanto o de Nathan. Ela tocou no braço dele, onde ele apontava.

—Uau. – ela fingiu estar impressionada. – Que tal me levar para um armário de vassouras com esses seus braços musculosos?

Sorri para o meu namorado. Ele estava me olhando com um biquinho nos lábios. Entrei na sala da detenção e o monitor do quinto que cuidava da detenção de James, me encarou. Sorri para ele charmosamente.

—Hey... Aiden, né? – indaguei. Ele assentiu, me olhando de cima abaixo. – Você aprece legal, Aiden, você é legal? – ele assentiu com a cabeça várias vezes novamente. — Ótimo! Você me daria um tempinho com meu namorado?

Ele se levantou da mesa.

—Sim.Sim. – falou. O beijei na bochecha.

—Obrigada. – falei. Ele andou até a porta e antes que saísse o chamei. – Não precisa voltar rápido.

A porta se fechou e eu a tranquei com um feitiço. James me olhava com um sorriso imenso no rosto.

—Meu bebê ficou de detenção, é? – perguntei, fazendo um biquinho e em aproximando dele.

James assentiu, e me mostrou as mãos com calos. Beijei seus dedos lentamente. E o empurrei para a cadeira. James se sentou, e eu me sentei em seu colo. Sorri maliciosa, e peguei seu dedo e chupei, o encarando travessa. James suspirou baixinho, me olhando com desejo. Terminei de chupar e ri. Abri os botões da sua blusa, mas a deixe lá e beijei em volta de seus mamilos. Ajeitei-me em seu colo e me curvei para lambe-lo do pescoço até a orelha. James estremeceu e eu chupei seu lóbulo. Ele me agarrou na cintura com força, mas o empurrei novamente, e tirei minha blusa de líder de torcida. James sorriu ao ver meus seios. Eu tirei o sutiã e o deixei cair no chão junto da blusa. Ele tentou tocar meus seios, mas dei um tapa estalado nela. Eu mesma agarrei meus seios e os empinei para James ver. Dessa vez ele gemeu e eu senti seu pênis coberto pela calça tremer. James me olhava com água na boca, então puxei sua cabeça contra meus seios e ele começou a chupá-los e morde-los desesperadamente.

Gemi manhosamente, e segurei James nos cabelos com força, o forçando ainda mais. Rebolei em seu colo e ele gemeu, com meu mamilo duro em sua boca. O empurrei mais uma vez e me levantei, tirando minha calcinha. Girei-a nos dedos e joguei em James. Ele riu e guardou no bolso. Me virei de costas para James e me agachei no chão de quatro.

—Addie? – ele chamou.

—Você não disse que queria me comer de quatro, Jay? – perguntei, olhando para trás. Ele me olhava cheio de desejo, o pênis já para fora. – Vem, baby.

Ele veio desesperado e se ajoelhou atrás de mim. Ele subiu minha saia para cintura e alisou minha bunda. Ele me masturbou um pouco e então enfiou o pênis lentamente. Gemi alto, e ofeguei. James gemeu também, começando a me estocar com força. Apoei minhas mãos no chão, querendo arranhar algo.

—Oh, James. – gemi, quando o senti me acariciar no clitóris. James parou de se mexer e se curvou sobre minhas costas para me beijar na nuca e no ombro. Ele então foi para trás e voltou com tudo. Gritei, gozando com força. James começou a gemer mais alto, e voltou a se mexer com entusiasmo. Voltei a gemer, me arrepiando e tremendo toda. Sensível com o orgasmo que tinha tido. James acariciou aquele outro buraco na minha bunda, mas não fez nada, voltando a se curvar sobre minhas costas estocando e agarrando meus seios.

—Addie. Isso, Addie. – ele geme no meu ouvido. – Você é tão gostosa. – ele murmurou ofegante.

Gemi, sentindo outro orgasmo. James começou a me masturbar rapidamente.

—Puta que pariu! – gemi. James tremeu e eu senti o liquido dele me preenchendo. Caímos cansados no chão frio. James me abraçou, com um sorriso satisfeito e me beijou.

Ouvimos batidas a porta, e ainda tremendo me levantei, arrumando minha saia e colocando o sutiã e a blusa. Vi James subir as calças e a fechar, e eu abotoei sua camisa. Ele voltou a se sentar na mesa para voltar a detenção, e eu o beijei um pouco. Fui até a porta e abri, vendo Aiden Stwefer, junto de Professora Mcgonagall. Sorri para os dois.

—Desculpe professora, não quis atrapalhar. – passei pelos dois, e Mcgonagall me olhava como se soubesse exatamente o que eu e James tínhamos feito ali. – Até mais, Minie.

Notas finais
MARY E PETER, PORRA!!!!!!!!!!! CRAZY EYES E PETELZINHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ♥ HEUEHUEHUEHEHUHUEH MUITO AMOR. DIMY E LILY ♥ LINDOOOOOOOOS. James e Addie dois safadinhos :)))))) Capítulo safado, fofo, com uma pitadinha de drama heuehue adoro. 1° Prévia: "Olhei Emmeline confusa. Ela e Jacques estavam brigando no lado de fora do Salão Principal. Eles tinham começado apenas levemente bravos, agora estavam em sussurros enfurecidos. — O que ta acontecendo? – perguntei a Mary. Ela estava dando bejinhos em Peter, mas se virou para mim. Ela cerrou os olhos para Emmeline e Jacques. —Jacques está com ciúmes de Sirius. Porque Emms e Sirius são amigos de novo, e ta rolando esse boato de que eles tão ficando. E Emms prometeu para o Jacques que não era verdade, mas ele não está confiando tanto nela, porque ela contou que já traiu ele. – Mary me contou. – E com a falta de confiança, Emms também está dando ataques de ciúmes e qualquer coisa está fazendo os dois brigarem, apesar de ficarem se amassando por ai. —Eles estão tendo uma crise. – exemplifiquei." 2° prévia: "-Não foda com a Emmeline, Sirius Black! – murmurei desafiadoramente. Meus olhos cerrados, olhando com firmeza no seus olhos cinzas. – Ou eu fodo você. E quando ele me encarou de volta, ele sabia que eu não estava falando foder no sentindo bom da coisa." 3°prévia: "Coloquei minha mão na coxa de James, que fechou os olhos, com o copo a meio caminho da boca. Escorrego a mão até as “partes” dele e ele tosse de leve, me olhando assustado, mas eu nem olho de volta, fingindo-me de interessada no assunto do Sr. Potter. —Isso é ruim? – perguntei. – As vassouras? —É só mais dor de cabeça. Os empresários que mexem com vassouras estão desesperados. – disse o Sr. Potter ainda olhando o livro. —Sempre ficam no pé do amigo de Fleamont quando mudam a legislação sobre objetos mágicos de transporte. E Fleamont sempre ajuda ele. – concordou a Sra. Potter. Começo a mexer minha mão, masturbando James por debaixo da mesa, mantendo meu rosto o mais inocente possível. Mas James respira fundo e põe o copo na mesa com mais força do que esperava. —Sobe e desce... – murmurou ele, vermelho. – Os preços... os preços... – disse ele" 4°prévia: "-Eu vou falar uma verdade pra você. —Ok. Diga. —Eu sou uma pervertida. Acho que eu sou uma versão do meu primo, só que de saias. Eu descobri isso com o Rabastan, mas só me permiti ser isso com você. Eu amo sexo. —Fico feliz de ouvir isso, minha safadinha. – riu ele me beijando no queixo. —Jay. – murmurei. —O que? – respondeu ele levantando o rosto. —Eu posso te pedir uma coisa? —Claro. —Abafe o quarto, para que ninguém escute a gente... —É uma boa. – disse ele estendendo a mão para pegar a varinha na cabeceira da cama. —E esquece que sou sua namorada." 5°prévia: "-FLEAMONT! – escutamos Euphemia gritar – NOSSO JAMES ARRUMOU UMA NAMORADA! —O QUE? – perguntou o Sr. Potter, lá do andar de baixo. —ADDIE! ACABEI DE FLAGRAR OS DOIS NAMORANDO! VOCÊ TINHA QUE TER VISTO A CARA DELES! —Ok... – disse James absurdamente vermelho, indo para a porta e a abrindo. – SERÁ QUE DÁ PRA VOCÊS SEREM NORMAIS E BRIGAREM COMIGO? – ele bateu a porta zangado e eu não sabia se ficava em choque ou se caía na gargalhada – Qual é. Não é como se eu tivesse feito algo incrível. —Você quer que seus pais briguem com você? – perguntei achando hilário. —Seria mais normal do que aquilo. – disse ele apontando com o polegar para a porta – Minha mãe saiu feliz da vida. Que porra foi essa? —Espere só até Sirius descobrir o que ela quis dizer com “flagrar os dois namorando”. 6°prévia: "-Hoje eu vou comer a Emmeline. – murmurou Sirius olhando para seu reflexo." SEIS PRÉVIASSSSS. QUERO COMENTÁRIOSSS. PORQUE O PRÓXIMO CAPÍTULO PROMETEEEEEE ♥♥ CRONOGRAMA: Com 15 COMENTÁRIOS o próximo sai dia 21. Com 10 COMENTÁRIOS PARA BAIXO sai dia 25. Me falem o que acharam do capítulo e mandem força para Vênus :) xoxo ~Aurora