When We Were Young

106 It's Oh So Quiet


Notas iniciais
HELLO CHANELSSSSSSSSSSSSSSS ♥ Quero primeiro agradecer a: — Wolfie — Giovanna Di Angelo Riddle — Ayla Black — Mahilia — Ana Black — Leah Hatter — Ana Beatriz — Setembro — Malika — Valarie Lockwood Obrigada, Chanels, amei todos os lindos comentários que deixaram ♥ Agora, temos o capítulo de nossa querida Marlene Mckinnon, mano, amo ela ♥ aqui nós iremos conhecer um pouco mais dela, depois me falem o que acharam nos comentáriossss. E durante o capítulo escutem o link que está no título do capítulo :)) CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

IT'S OH SO QUIET

HOGWARTS

1977

6th YEAR

Sshh

Shh

It's, oh, so quiet

sshh shh

It's, oh, so still

shh shh

You're all alone

shh shh

And so peaceful until

Marlene Mckinnon não era uma vagabunda quebrada e insegura. Ela dizia isso para si mesma toda manhã, para nunca esquecer. Mas isso ficava difícil quando se tinha Sirius Black como namorado. Ela tentava confiar nele, mas a cada dia ficava mais e mais paranoica. Cheirando a camisa dele, escondida, procurando marcas no corpo dele, vigiando Emmeline Vance por aí. Então, ela tentava aproveitar com Sirius, ser uma boa namorada, confiar nele e em troca recebia orgasmos de explodir os miolos. E carinho.

Merlin, como Marlene amava quando Sirius a fazia um carinho ingênuo, apenas segurar sua mão e a acariciar com o dedão, ou mexer em seu cabelo. E ela amava quando Sirius a olhava de onde quer que tivesse e perdesse o olhar entediado de sempre para sorrir para ela e a chamar com o dedo.

Ela se lembrava da época em que só beijava e flertava com Sirius para irritar os nervos de Emmeline, e de tanto ficar perto dele, beijar ele, conversar com ele, ela foi se apaixonando. Mesmo com os protestos de suas amigas. Mesmo ela sabendo que Sirius era um idiota. Ela acabou o amando.

Ela amava o seu sorriso.

Os seus olhos.

As suas mãos.

A sua boca quando ele soprava a fumaça do cigarro para fora.

Tudo. Era como diziam você está quieta, calma, em paz, então você se apaixona, o céu parece começar a cair, você nunca esteve mais apaixonada, você quer rir, quer chorar. Fere o coração e quer morrer. Até que acaba, então começa novamente.

—Ei, Lene. Quer namorar comigo?

Foi assim que Sirius a pediu em namoro em setembro de 1976. Foi simples e direto. Logo depois os dois estavam na Casa na Árvore, ele sentado na poltrona e ela em seu colo, os dois compartilhando um baseado aos beijos e risadas.

Mas a vida de Marlene não girava em torno de seu amor estúpido pelo estúpido Sirius Black. Quando ela tinha 14 anos a sua mãe, Martha Mckinnon foi morta em uma emboscada por Comensais da Morte e seu pai, Martin Mckinnon tinha ficado escondido por 2 meses para poder fugir dos Comensais. Seus irmãos mais novos assustados ficaram com seus tios, até que o pai voltasse, já que seu irmão mais velho estava preso em uma expedição no Brasil. Marlene se lembrava quando seu pai a veio buscar em Hogwarts, dois meses depois que voltou para casa. Finalmente haviam liberado o corpo de sua mãe para o enterro, mas os Comensais haviam a deixado irreconhecível, foi um enterro de caixão fechado, mas mesmo assim foi um grande enterro a Auror Martha Mckinnon havia morrido, o enterro teve acompanhamento do Ministério e muitas pessoas foram, pessoas que sua mãe havia salvado.

Naquele dia ela não chorou, já havia se passado tanto tempo, que ela apenas ficou segurando a mão do seu irmão do meio e ficou com o mais novo no colo. Com Lily e Dorcas, ao lado dela e o resto de seus amigos atrás. Marlene olhou Sirius aquele dia, e ele lhe deu apenas um olhar, não falou palavras reconfortantes, não perguntou se ela estava bem, apenas parou ao lado dela, a olhou e segurou a mão de seu irmão. Aquilo foi o suficiente. Só que aquele enterro não era sobre Sirius Black, era sobre sua mãe, a pessoa que cuidou dela a vida inteira, havia morrido. Marlene achou que soube lidar com aquilo muito bem, depois que chorou bastante, ela não mudou sua personalidade como Emily, ela não teve um ataque de pânico como a Emmeline e agiu como uma vagabunda, ela não ficou quebrada e louca como a Adhara. Ela ficou forte, porque ela não era uma vagabunda como Emmeline, não era quebrada como Adhara ou insegura como Emily. Ela não era nada disso.

Marlene Mckinnon não era uma vagabunda quebrada e insegura.

—Lene. — Sirius sorriu, se sentando ao lado dela na aula de Transfiguração. Ela sorriu de volta para o namorado e lhe deu um selinho e discretamente cheirou a gola de sua camisa.

—Oi, Six. — ela disse, continuando a escrever em seu pergaminho.

—O que é isso?

—É uma carta para meu irmão. — ela disse. — Tommy está fazendo 9 anos hoje. — ela contou. — Michael me disse que eles vão ter uma festa e bolo… — ela murmurou, então olhou o namorado. Ela sabia que Sirius podia ficar entediado em questão de segundos, mas agora ele só a olhava, sem qualquer expressão. — Sirius… você sabe quem é Tommy e Michael, certo?

—Tommy é o seu irmão mais novo, só não mais novo que o Ben e Michael é seu irmão mais velho, loiro e burro, que nem você me disse. — disse Sirius. Ele arrastou a cadeira para mais perto de Marlene, que continha um sorriso. — Você é minha namorada, Lene. — ele disse, a beijando no queixo. — Eu sei tudo sobre você.

—Ah é? — ela riu.

—Quer apostar? — perguntou Sirius.

—Qual é minha cor favorita?

—Vermelho.

—Meu doce favorito?

—Você não gosta de doces.

—Eu sou loira de verdade? — ela indagou. Sirius fingiu pensar, o que fez Marlene rir e bater em seu ombro.

—Sim, você é. — ele riu e ela segurou seu rosto para lhe dar um beijo. — Eu conheço você.

O professor estava demorando para chegar, então Marlene terminou sua carta, enquanto seu namorado começava uma guerrinha de bolinhas com James e Peter. Ela riu, desviando de uma e Sirius gritou que a protegia, levando um monte de bolinha na cara.

—Cuidado, ele tem que ficar bonito para mim. — ela brincou, o beijando na testa, onde uma bolinha havia acertado. — Amor. — ela chamou. Sirius mexeu no cabelo e olhou para ela. — Você… você nota alguma coisa na Dorcas? Diferente...

—Como assim? — ele indagou, olhando para Dorcas sentada com Frank algumas carteiras atrás deles.

—Tipo… ahn… como você. — ela murmurou, tentando fazer Sirius entender, mas o namorado apenas franziu mais a testa.

—Incrivelmente sexy e maravilhoso? — ele indagou. — Ou babaca? Addie adora me chamar assim…

—Não! Tipo… gostar de… de coisas que… que não é normal para todo mundo.

—Do que está falando, Lene? Eu não estou…

—Abram na página 420. Vamos falar sobre Felix Felicis ou Sorte Líquida! Quem aqui é sortudo?

Sirius olhou para Marlene, esperando ela explicar para ele, mas ela fingiu que estava prestando atenção na aula. Ela não disse nada.

You fall in love

Zing boom

The sky up above

Zing boom

Is caving in

—Talvez, eu devesse fazer uma Felix Felicis para eu ser a garota sortuda que se apaixonou pelo Sirius e que ele não fodeu com a cabeça. — comentou Marlene para Lily. Sua amiga ruiva ergueu a cabeça do dever de Feitiços que fazia e revirou os olhos, mas depois olhou gentilmente para a amiga e tocou sua mão.

—Marlene, se você sabe que ele é assim… porque você se sujeita a isso? — Lily perguntou a loira.

Mas ela não sabia. Amor era surdo e cego era o que diziam e também muito idiota. Talvez fosse isso, quando Marlene está perto de Sirius, ela fica surda, cega e idiota.

—Tenho que ir para o treino. — disse Marlene, se levantando e catando sua mochila. — Te vejo depois, tá?

—Tudo bem. — suspirou a amiga.

Marlene assentiu com um sorriso e se virou, saindo de se dormitório. Assim que a porta se fechou atrás dela, ela perdeu o sorriso. Ela andou sozinha pelos corredores de pedra e depois pelo extenso gramado até o campo de quadribol. Acenou para algumas pessoas no caminho, e então entrou no vestiário, onde as Chanels estavam uma loucura, todas falando sem parar e aos gritos, muito animadas, afinal Adhara Black tinha voltado. Foi uma comoção na escola inteira quando viram Adhara entrar no Salão Principal de uniforme da torcida. Ela voltou com tudo.

Adhara estava de uniforme de treino com Emmeline ao seu lado, segurando uma prancheta, aparentemente passando tudo que fizeram nesses últimos meses para a amiga. Todas pensaram que Adhara voltaria como capitã e Emmeline então seria a co-capitã, não mais capitã como estava antes, mas ela quis que Emmeline continuasse como capitã, então agora as duas eram co-capitãs.

Marlene foi para seu armário ao lado de Emily, que estava sem blusa, e começou a tirar a sua também, para o treino.

—Eu achei que não iria voltar. — começou a Adhara. Todas se viraram para ela. Frank quicando no lugar. — Eu realmente achei, mas… eu tenho que por minhas merdas no lugar. Eu deixei vocês na mão, saindo tão inesperadamente, e me desculpem, mas sei que Emmeline cuidou muito bem de vocês. — ela sorriu. Marlene percebeu algumas cicatrizes no corpo dela, dado ao acidente que teve. — E graças a todo o trabalho de Emmeline, o esforço de vocês e o que vamos fazer agora… nós vamos ganhar essa taça! — ela disse. As Chanels gritaram animadas e Marlene gritou junto batendo palmas. — Vamos pro campo!

As Chanels foram saindo e Marlene foi terminar de se arrumar. Emily a avisou que já ia e saiu de braços dados com Frank. Marlene prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo e ajeitou sua franja para que ficasse bem alinhada. A alguns armários dela Emmeline também terminava de se arrumar, Marlene a viu colocando o shortinho e reparou na bunda dela, para então desviar e fechar a porta do armário.

Emmeline Vance. Como Marlene a odiava aos 13 anos. Como ela tinha inveja.

Não era como se Marlene não fosse bonita, ou não chamasse a atenção dos garotos. Ela era considerada umas das mais bonitas da Grifinória e se orgulhava bastante disso. Mas Emmeline era a melhor bunda de Hogwarts, era sua rival sobre Sirius, era a garota que a deixou com um olho roxo no primeiro dia de aula do primeiro ano. Ela tinha inveja que a amizade dela com Sirius era muito maior do que ela tinha. Eles eram amigos, tinha o interesse amoroso, mas eram amigos e Marlene sentia que se não fosse a atração entre eles, os dois não seriam amigos.

Só que isso passou. Ela não olhava mais Emmeline com ódio e inveja. Era como se todas as brigas, todas discussões, todas as traições, tivessem evaporado. Marlene entrou para a gangue e todos viraram amigos e Emmeline veio junto, e ela não ter beijado mais Sirius desde dezembro de 1975, a mais de 1 ano, ajudou muito também. É claro que Marlene contava, ela gostava de se lembrar. Também gostava de lembrar que Sirius havia encenado toda uma cena para terminar com Dimitre em junho de 1976. E ele não ficava com os dois desde então.

Marlene sentia dó dos dois, por Sirius ter quebrado seus corações e fodido com suas cabeças. Ela sabia que Dimitre ainda gostava de Sirius, pelo jeito que ele olhava, mas ela preferia fingir não perceber. Ela preferia notar que ela nunca havia tido seu coração quebrado e a cabeça fodida por Sirius. Já havia chorado algumas vezes, porque ele começou a namorar Cindy Gray, ou porque beijou Emmeline e Dimitre, só que nunca havia tido seu coração destroçado.

Ela agradecia a Merlin por isso.

—Muito bem, Marlene! — berrou Emmeline. Marlene sorriu no topo da pirâmide e ergueu os dois braços, depois pulou para frente dando um giro e caiu nos braços de Frank.

—Bom salto, Nº5. — disse Adhara para ela. — Caiu muito bem, também.

—Obrigada, Nº1. — ela respondeu, com um sorriso, se sentindo um pouco cansada. Marlene sempre fazia os saltos e piruetas mais difíceis. Ela se alongou um pouco, colocando as mãos nos pés, com as pernas retas, se achando gostosa quando Frank a olhou por um instante e logo desviou o olhar.

Tati Corecha pulou alguns mortais, sem que Adhara pedisse e Marlene notou que ela fazia isso olhando para Jacques Burke sentado com Severus Snape nas arquibancadas, Marlene não sabia se ele estava olhando para a garota, mas ele sorriu.

Ela continuou a olhar as arquibancadas e viu seu namorado fumando um baseado com Remus ao lado dele comendo um sapo de chocolate e Dimitre ao lado de Remus praticando alguns feitiços. Ela mandou um beijo para Sirius que pegou e depois levou a frente da boca então levantou dois dedos e lambeu entre eles. Ela riu, entendendo a referência.

—Ele realmente sabe como chupar uma menina. — comentou Emmeline ao lado dela. Ela assentiu. — Acho que garotos também, Addie me disse que ela ensinou tudo que sabe para ele…

As duas riram.

—Sente falta de Freddie? — perguntou Marlene. Emmeline assentiu, soltando um muxoxo.

—Eu deveria tê-lo fodido até derreter se cérebro, quando tive a chance. — disse Emmeline. — Eu sai com esse cara nos Dias dos Namorados, e ele até que beija bem, mas foi tentar colocar os dedos na minha calcinha e eu fiquei “Querido, isso não é meu clitóris.” — ela contou. Marlene gargalhou. — Sabe a quanto tempo eu não tenho um orgasmo que não foi causado por mim? Eu estou considerando foder James.

—James? A coisa tá séria, então. — disse Marlene.

—Ou eu posso roubar Sirius de você. — falou Emmeline e em seguida gargalhou. Marlene riu também, ela havia entendido que era uma brincadeira, só que ela não sabia se era paranoia dela ou se esse tinha um fundo de verdade na frase de Emmeline.

Wow bam

You've never been so nuts about a guy

You wanna laugh you wanna cry

You cross your heart and hope to die

—Amiga, fique calma…

—FICAR CALMA? — ela chorou. — MINHA FAMÍLIA TODA MORREU! — gritou Jackie Rudetsky, aos prantos.

Uma semana depois que Adhara voltou para torcida ouve ataque de Comensais. A família de Jackie Rudetsky de trouxas e mestiços, havia sido morta e torturada, seus avós, seus pais, até mesmo o gato da família e a irmã de 5 meses. Só sobrou a irmã mais velha que mora com o marido. Se não fosse por ela, Jackie nem ao menos teria uma família mais.

Marlene não gostava quando chegava as notícias do Profeta Diário pelas corujas, sempre tinha alguém chorando, alguém triste. E dessa vez foi pior, foi um ataque em massa, em várias casas de mestiços, de pessoas que trabalhavam no Ministério. Ela viu Nicholas Dempsie passar correndo, os irmãos Diggory abraçados, e muito mais pessoas, a maioria da Lufa-Lufa, alguns da Grifinória e Corvinal, mas nenhum da Sonserina. Ela escutou choros pelo Salão Principal, choro dos que tinham o sobrenome na lista de mortos, machucados severamente ou desaparecidos.

—Tudo bem com a família de vocês? — perguntou Alice, se sentando a mesa com eles. — Ainda não vi o jornal…

—Minha tia foi torturada, mas conseguiram a salvar a tempo. — disse Dorcas, respirando aliviada.

—Que bom, Dorcas. — disse Marlene, tocando a mão da amiga, querendo confortá-la, mesmo que no momento estivesse se sentindo mal.

—Muita gente morreu? — ouviram Adhara perguntar, quando se sentou ao lado de Lily, e começando a pegar sua comida.

—Famílias inteiras. — contou Remus.

—Que saco. — ela disse, simplesmente. — Marlene, me passe a salada, por favor… que foi?

Adhara franziu a testa, mas foi apenas ela que percebeu. Dorcas estava preocupada com a carta de seu pai, Lily já voltava para seu livro de poções, Remus e Alice conversavam sobre a lição de Herbologia, que acharam particularmente difícil, tinham que cultivar uma Mimbulus Mimbletonia. Marlene respirou fundo e deu de ombros, batucando a mesa, deixando sua comida intocada, ela sorriu para Adhara.

—Nada. — ela falou, rindo. — Porque?

—Não sei, você estava com uma cara estranha…

—Oi, gostosa. — Sirius disse, quando se sentou ao seu lado e lhe deu um beijo na bochecha. Marlene sorriu para ele, e o beijou. James se sentou do outro lado de Sirius e começou a comer, esfomeado.

—O que é isso, amor? — ela perguntou apontando para uma carta amassada na mão de Sirius.

—Umas merdas do Régulus. — ele disse. — Ele foi pego chapado na estufa com a idiota da namorada dele e Narcissa me mandou uma carta de três pergaminhos sobre como a culpa era toda e exclusivamente minha… e que eu ia foder com Régulus como fodi com Addie...

—E você está bem?

—É, claro. — ele riu e pegou uma maçã. — Vamos para o meu dormitório?

—Não posso, prometi estudar com a Lily depois do jantar. — disse Marlene. Sirius a olhou pidão.

—Falte. — ele pediu.

—Não posso. — disse Marlene decidida. — Eu tenho que ir bem nos NIEMs para eu conseguir ser uma auror. Igual à minha mãe, lembra? Minha mãe.– ela falou. Sirius soltou um muxoxo, mas deu de ombros.

—Então, passa no meu dormitório antes de dormir, certo?

Ela assentiu e o deu um selinho de despedida, se sentindo estranha.

—Lily, eu te encontro na biblioteca. — ela falou para a amiga, se levantando e pegando suas coisas. Lily assentiu e Marlene saiu andando, deixando para trás sua comida intocada e Sirius grudando seu ombro no de James e parecer cochichar alguma coisa. Marlene tinha a impressão de que ele estava falando sobre a carta e sobre Régulus.

Marlene odiava quando Sirius não dividia seus segredos com ela.

'Til it's over and then

shh shh

It's nice and quiet

shh shh

But soon again

shh shh

Starts another big riot

—Isso, isso. — berrou Marlene, olhando para o teto da cama de Sirius. Ela se sentia suar e colocou as mãos na cabeça, rebolando gostosamente no colo dele, o sentindo bem fundo dentro de si, dando-a tanto prazer que ela só queria continuar berrando até ficar sem voz. — Me fode! Me fode! — ela pediu.

Marlene sentiu as mãos de Sirius apertarem fortemente seu quadril largo. Ficando os dedos na sua pele, a avermelhando, então ela agarrou os pulsos dele, empurrando suas mãos contra o colchão, ficando então as suas unhas na pele dele e rebolando devagar. Sirius a olhou gostando e ela sorriu, rebolando mais devagar ainda.

—Você é tão gostosa, Lene. — ele murmurou, quando ela se curvou para beijá-la. Ela sorriu feliz e se ergueu para continuar a rebolar, mas Sirius a agarrou a virando na cama para que trocassem de posição. Ela então, abriu as pernas rapidamente e Sirius começou a arremeter nela com uma mão segurando sua cocha e a outra apoiada no colchão. Marlene agarrou o rosto dele, para que ele a beijasse. Depois ela olhou fundo em seus olhos, tão bonitos. Ela achava que podia se afundar naqueles olhos. Sirius sempre a olhava como se estivesse esperando algo, seus olhos passando por ela, como se esperassem o movimento para então atacar. Olhos tão calmos e quietos, eles te olham até que você se apaixone por eles, fique louca por eles, então, te fazem querer morrer.

—Diz que me ama. — ela pediu. Sirius apenas a beijou no pescoço.- Sirius. Sirius! — ela chamou. Ele levantou o rosto para ela, parando de se mexer, franzindo a testa. — Ahn… nada. Continua. — ela disse, o abraçando. Sirius voltou a arremeter nela e voltou a gemer, mas Marlene não conseguiu. Ela fechou os olhos com força e arranhou Sirius, ele gostou, só que como ela não parou ergueu o rosto novamente. — Sirius, eu não posso! Para! Para!

—Lene, calma. — ele disse preocupado, saindo de dentro dela. — Eu te machuquei…

Ela ficou e voltou para cima dele, Marlene apoiou suas mãos no peito de Sirius que a olhava confuso, ela sentia o pênis de Sirius ainda duro, enfiado bem no meio de sua bunda, mas ela não se mexeu.

—Ninguém me peguntou…. Você não perguntou… — ela disse nervosa. — Eu não… Eu tenho que ir, está bem? — ela disse, saindo do colo dele e cantando suas roupas pela cama. Ela colocou sua calcinha e sua saia depressa, mas não achou sua blusa, ficando apenas de sutiã.

—O que? Lene? — ele indagou. Marlene se levantou, abrindo as cortinas com tudo e pulando para fora da cama. Remus estava em sua cama lendo um livro, Peter dormia com a boca suja de alcaçuz, Frank estava fazendo alguma lição e James saia do banheiro com a toalha enrolada na cintura e os cabelos molhados. Eles a olharam imediatamente.

—Marlene? — chamou Remus, franzindo a testa. — O que…

—Lene! — gritou Sirius, se levantando da cama junto com o lençol, o enrolando rapidamente na cintura.

Marlene apenas começou a andar para fora do dormitório e quando abriu a porta deu de cara com Dimitre que a olhou surpreso, ela bufou e passou por ele correndo, escutando o namorado a chamar.

Só que ela não voltou.

You blow a fuse

Zing boom

The devil cuts loose

Zing boom

So what's the use

Wow bam

Of a falling in love

—Você acabou de voltar de um sexo selvagem com seu namorado, então porque está com essa cara triste? — sussurrou Dorcas, de sua cama, as cortinas abertas. Ela estava com a cabeça no travesseiro, sem cobertas e olhava a amiga. — Isso não é normal.

Marlene que estava com a cabeça no travesseiro olhava para o teto, com o cobertor a cobrindo toda e as mãos descansando na barriga. Ela se virou de lado e encarou a amiga. Dorcas sorriu para ela, gentilmente.

—Ninguém me perguntou. — ela murmurou. — Eu sei que não é como se eu falasse muito disso… na verdade, eu nunca falo, mas… ainda assim eu fico triste.

—Perguntou o que, Lene?

—Se eu estou bem, porra. — ela disse, se sentando. — Todo mundo vive perguntando para a Addie se ela tá bem, ou pro Remus com suas crises existenciais, Peter e sua depressão por comida, Dimitre se ele está bem que Sirius está comigo, Emmeline se ela está bem com o pai dela ou sobre Freddie... mas ninguém me pergunta se eu estou bem! E você? Nem você me perguntou porra nenhuma, que grande amiga você é…

—Lene, se alguém te perguntasse… o que você diria? — perguntou Dorcas, também se sentando e botando as pernas nuas para fora da cama.

Que eu não sou uma vagabunda quebrada e insegura.

—Deixa pra lá. — ela murmurou, voltando a se deitar.

—Todo mundo tem suas próprias merdas acontecendo. — disse Dorcas, se infiltrando nas cobertas de Marlene. — Ahn… Sirius com a família, certo? Addie com… seu trauma. — ela murmurou. — Peter com a perda de Mary que ele nunca superou. Remus e… suas crises existenciais. Emily e o fato de estar sem família nenhuma… todo mundo tem suas merdas, Lene. Você tem as suas… mesmo que não pareça, mas você pode compartilhar com a gente… não precisa agir como uma vaca.

Marlene sorriu e abraçou a amiga apertado. Ela sentia muita falta de sua mãe, e o desejo de ser tornar tão incrível quanto ela só crescia cada vez mais em seu peito. Ela queria ser incrível, como a sua mãe.

It's, oh, so quiet

It's, oh, so still

You're all alone

And so peaceful until

—Effy, não! — brigou uma voz. Marlene se escondeu atrás da prateleira e pegou um livro pela lombada e o tirou, para então espiar. Do outro lado estava Regulus Black com o rosto cansado e duro e sua namorada Effy Lestrange com um sorriso malicioso e as pupilas dilatadas. Ela tirou um saquinho com um pó branco das vestes. Marlene notou que era o famoso pó de fada. — Guarda isso! Nós fomos pegos chapados na estufa! Quase fomos expulsos, temos que cumprir detenção por um mês inteiro e agora você quer ficar chapada na biblioteca?

—Sim! — ela riu.

—Você é louca! Você… você já está chapada… — ele suspirou. — Effy, vai procurar um de seus amigos e me deixa em paz, está bem? Eu tenho que estudar para o NOMs…

—Argh, você é um namorado tão chato! — ela bufou, mas fez o que ele disse e saiu, indo embora da biblioteca.

Marlene observou quando Regulus suspirou outra vez, ele tinha os olhos negros, diferente de Sirius, eles eram muito bonitos e inexpressivos. Ela reparou como ele tinha o mesmo nariz que Sirius e a boca também, mas ela era só um pouquinho mais cheia. Os cabelos negros e mais curtos que o de Sirius. Marlene o achou lindo.

Regulus virou seu rosto e ela se assustou, colocando o livro de volta no espaço. Ela fechou os olhos com força e se encostou na prateleira e segundos depois Regulus apareceu no corredor em que estava, a olhando curioso. Ela deu um sorriso sem graça e fingiu que estava procurando um livo qualquer.

—Oi. — ele disse.

—Oi. — ela sorriu.

—Eu podia jurar que vi alguém me olhando através de um espaço entre os livros. — ele comentou. Ela o olhou de lado, folheando o livro.

—Ah é?

—Uhum. Era um olho castanho. — ele disse se aproximando. — Igualzinho ao seu.

—Que coincidência. — ela riu. Regulus riu também e olhou para o livro que ela estava folheando.

—”Como cuidar de coceiras causadas por plantas aquáticas em lugares específicos”. — leu Regulus. Marlene corou fortemente e fechou o livro colocando de volta na prateleira. — Por onde andou nadando, Srta. Mckinnon?

—Me chame de Marlene. — ela disse. Regulus sorriu.

—Marlene… como vão as coisas? — ele indagou. Ela franziu a testa para ele.

—Você quer dizer como vai Sirius?

—Não… não. — ele disse, desviando o olhar.

—Tudo bem, então. As coisas vão muito bem, as coisas estão dando um jeito…. as coisas sentem falta, mesmo que não admitam… acredito nisso. — ela murmurou. Regulus deu um sorrisinho para ela e ela o achou uma gracinha com quele sorrisinho de lado.

—Ahn, fico feliz que as coisas estão bem… Obrigado, Marley. — ele disse e saiu do corredor.

Marlene sorriu para o nada, gostando do apelido e gostando do irmão mais novo do seu namorado.

You ring the bell

Bim bam

You shout and you yell

Hi ho ho

You broke the spell

Gee, this is swell you almost have a fit

This guy is 'gorge' and I got hit

There's no mistake this is it

Marlene entrou no dormitório e apenas Emily estava lá, sentada em sua cama, sorrindo para uma flor que segurava na mão. Ela viu Emily pegar a varinha e encher um copo de água e colocar a flor ali. Ela parecia muito feliz.

Marlene jogou sua bolsa em cima da cama e ia se deitar, mas sua pena caiu de sua bolsa para o chão. Ela se agachou para pegar e viu a ponta de uma revista saindo por debaixo da cama de Dorcas. Ela tocou a revista com as pontas dos dedos e então puxou, se sentando no chão.

Emily pareceu não notar e foi para o banheiro, ao mesmo tempo que Adhara entrava no dormitório, a cara inexpressiva e entediada, Marlene imaginou que ela não estivesse tento um dia bom. Adhara se sentou na própria cama, massageando a cabeça e a olhou de lado. Marlene ainda no chão encarava a revista pornográfica masculina, tinha um homem na cama, mostrando seu tanquinho.

—Isso é secreto. — comentou Adhara, pegando uma blusa no malão. Ela tirou a roupa toda, ficando pelada e colocou a blusa. Era o uniforme de quadribol de Adam.

—Não para mim. — murmurou Marlene de volta, tentando abrir a revista, mas as páginas pareciam simplesmente coladas. Ela olhou Adhara, que agora colocava um tapete roxo no chão. — Isso é um tapete roxo no meio do dormitório? — ela perguntou, mirando Adhara deitar no meio do quarto, em cima do tapete roxo felpudo. Marlene notou que ela estava usando o uniforme de quadribol de Adam.

—Sim. — ela respondeu, simplesmente. — E ninguém pode deitar, pisar ou tocar. — ela falou.

—Ahn… está bem. — murmurou Marlene. — Eu deveria chamar o Remus ou coisa assim?

—Não. — respondeu Adhara. Marlene suspirou e a olhou por um instante para então voltar seu olhar para a revista em suas mãos. — Não precisa chamar ninguém.

—O que tem na revista? Eu sei que você sabe… só por esse seu olhar e eu sei que não é um monte de pintos! — falou Marlene. Adhara suspirou.

—Dorcas colocou um feitiço, depois…

—Depois que o que?

—Nada.

—O que tem na revista? — indagou Marlene, ficando irritada, mas Adhara parecia apenas entediada.

—É segredo. — disse Adhara.

—Por favor, Addie. O que tem na porra dessa revista? – indagou Marlene, impaciente. Adhara a olhou sem interesse e finalmente falou:

—Vaginas. Está cheia de fotos de vaginas.

Marlene soltou a revista a deixando no chão mesmo e se levantou com tudo. Emily saiu do banheiro e olhou para as duas, vendo a cara entendiada de Adhara e a confusa de Marlene e depois viu a revista no chão. Ela arregalou os olhos, tentando entender o que acontece.

—Marlene…

Marlene saiu andando.

'Til it's over and then

It's nice and quiet

shh shh

But soon again

shh shh

Starts another big riot

—Amico Carrow chama elas de sapatões porque precisa enfiar o dedo nelas. — comentou Marlene. Dorcas franziu a testa e a olhou, comendo sua torrada de café da manhã.

—O que?

—Você sabe… garotas que colam velcro, fazem briga de aranha, lésbicas. — disse Marlene, olhando para uma garota na mesa da Corvinal que tinha os cabelos crespos e também curtos, como os de um homem.

—Ela não é lésbica só porque tem cabelo curto. – retrucou Dorcas.

—Ela usa calça cargo. — disse Marlene simplesmente.

—E? — falou Dorcas cruzando os braços, ficando um pouco embaraçada.

—E ela tem unhas curtas e Merlin… ela usa anel de coquinho. — falou Marlene, revirando os olhos. — Mais sapatão não existe.

—Para de falar sapatão. — brigou Dorcas, ficando incomodada. Marlene cruzou os braços para ela.

—Porque? Porque você liga?

—Do que você está falando, Marlene? — perguntou Dorcas exasperada.

—Eu só to dizendo que se alguém quiser virar sapatão, talvez devesse, sei lá agir como uma, para não ter confusão. — disse Marlene. Dorcas corou e não conseguiu falar nada.

Marlene viu seu namorado se sentar ao seu lado e aos poucos chegar o resto da turma para o café da manhã. Adhara a olhou e depois mirou Dorcas que tinha o rosto vermelho olhando para baixo. Emily seguiu o olhar da amiga, mas se sentou ao lado de Frank, franzindo a testa.

—Qual é o assunto? — indagou James, tomando suco de abóbora.

—Célia Bustraft. — disse Marlene, indicando a garota na mesa da Corvinal.

—Oh, Merlin, a maior cola velcro da Corvinal, de longe. — riu James, espiando a garota, até Remus bater no ombro dele para que parece de olhar tão descaradamente.

Marlene olhou para Dorcas com a sobrancelha levantada, com uma cara de deboche estampando seu rosto.

—Viu. — ela disse. — Podemos ver quem é sapatão ou não de longe. — ela falou para Dorcas que a encarava. — Não é legal, quando alguém mente para você sobre o que é. Não é legal!

Dorcas voltou a olhar sua comida e a mexeu nela com o garfo.

—Eu não sei sobre o que está falando.

You ring the bell

Bim bam

You shout and you yell

Hi ho ho

You broke the spell

Se sentir sozinho era algo que todo mundo se sentia a um ponto. Pelo menos era o que Marlene achava, não importava o qual popular, o quão rodeado de pessoas você era, uma hora você iria se sentir sozinho. Porque a vida não é feita apenas de coisas boas o tempo inteiro, tem as coisas ruins, as coisas que te deixam triste e sozinho, você não pode controlar quando elas vão acontecer, elas só acontecem.

E Marlene era popular, ela recebia pelo menos uma dúzia de flores no Dia dos Namorados de admiradores secretos, a pessoa que já recebeu mais flores no Dia dos Namorados era Evie Zamora com vinte e cinco e logo depois vinha Adhara e Leh Soto com vinte cada, então Marlene se sentia muito bem pela sua quantidade de flores. E ela era rodeada de amigos, todos gostavam dela, até mesmo Emmeline agora gostava dela. Mas nem isso a salvava de se sentir sozinha algumas vezes, abandonada. Era assim que ela se sentia quando viu Dorcas com Emily e Frank, o quanto eles pareciam muito mais amigos do que um dia Marlene já foi com Dorcas, a mesma coisa para Lily e Dimitre que pareciam ter uma conexão enorme. E Marlene ficava de lado. Sozinha. Pelo menos até ir ficar com Sirius, ele a fazia se sentir bem, muito menos sozinha e ela sentia que fazia a mesma coisa por ele. Ela nunca admitiria em você alta, mas ela morria de medo de Sirius terminar com ela, quando ela o via conversando com outras pessoas ela já sentia seu coração bater mais rápido, como se ele fosse escapar pelos seus dedos, tão facilmente.

—Oi. — murmurou Dimitre. Marlene se virou para a voz dele e deu um sorriso. Ele se sentou ao seu lado na Mesa da Grifinória.

—Oi, Dimy. — ela disse de volta.

—Está tudo bem?

—Sim, tudo ótimo, e com você?

—Tem certeza? Desde o café da manhã que você e a Dorcas parecem meio tensas… e você não prestou atenção em nenhuma aula…

—Você me observa. — murmurou Marlene, com um sorrisinho no rosto. — Eu já notei isso.

—Eu só… – Dimitre tentou falar.

—Você só me observa porque eu estou com Sirius. Você sente falta dele. — ela cortou, sem parecer irritada. — Mas eu não o tirei de você, não fui eu, sabe disso, certo?

—Eu sei. Eu sei. — disse Dimitre, mexendo no próprio cabelo. — É uma droga. Sirius é uma droga.

—Você gosta dele e eu também, é uma droga mesmo.– disse Marlene.

—E Emmeline?

—Emmeline… — suspirou Marlene, mexendo na comida. — Ela também. Todos nós gostamos de Sirius Black. O maior babaca da Grifinória. — ela deu uma risadinha. Dimitre sorriu também.

—Você acha que vai ficar com ele para sempre? — indagou Dimitre. Marlene deu de ombros, ela realmente não sabia.

—Eu não tenho certeza, tudo pode mudar em um segundo. — falou Marlene. — Ele pode se sentir sozinho… e eu não vou ser suficiente.

The sky caves in

The devil cuts loose

You blow blow blow blow blow your fuse

When you've fallen in love

sshh

—Você está bem? — indagou Sirius, com Marlene sentada em seu colo, mexendo em seu cabelo. Ela deu um sorriso e passou os dedos por suas madeixas.

—Porque eu não estaria? – ela quis saber.

—Eu sei que você disse que não quer falar sobre o que aconteceu no dormitório, mas… você está encarando Dorcas como se fosse matá-la a meia hora… você está estranha. — ele murmurou. Marlene o olhou, só agora percebendo que encarava a amiga. Ela estava cheia de dúvidas, confusa se aquilo era realmente verdade, que sua melhor amiga podia estar mentindo para ela todos esses anos, que ela era na verdade uma pessoa totalmente diferente. Que ela usava uma máscara o tempo inteiro. Que ela havia mentido.

Marlene sorriu para o namorado outra vez e o deu um beijo, segurando em seu cabelo.

—Esqueça isso. — ela pediu, com o sorriso no rosto. – E me beije com essa sua boca sensacional. — ela falou. Sirius sorriu e eles se beijaram. Ela o olhou apaixonada, mas viu que Dimitre estava os encarando e cerrou os olhos para aquilo até que Sirius começou a beijá-la no pescoço e Marlene desviou então o olhar para Dorcas que a olhou de volta. Ela deu um sorriso para ela, que fez a amiga corar. Não era como se Dorcas estivesse com medo dela. Era como se Dorcas estivesse medo da verdade que Marlene tinha nas mãos. Marlene achou engraçado aquele olhar.

Mas Marlene nunca faria mal a Dorcas, afinal era não era uma vagabunda que pensava em si mesma, ela não era tão quebrada que não ligava para os outros, ou insegura que tinha que fingir ser algo que não era. Marlene não era nada disso.

Marlene Mckinnon não era uma vagabunda quebrada e insegura.

Notas finais
EAEEEEEEEEEEEEEE? GOSTARAM? Marleneeeeee, menina, ai ♥ Vocês shippam ela e Sirius? Porque eu shippo demais, na verdade, eu shippo todo mundo com todo mundo, sou louca assim mesmo fkjghfkdjghjkdh ME FALEM O QUE ACHARAMMMM. PRÉVIAS: 1º: "-Você não é anormal. Você é como todo mundo." 2º: "- Mas veja eu andando sozinho, eu escuto falarem de mim, me chamarem de bicha, chupa rola, vagabunda…" 3º: "- Você deveria tomar cuidado, eu posso me confundir e enfiar meu grande pinto sapatão no seu traseiro por engano." 4º: "Girls like girls like boys do, nothing new" 5º: "- Eu quero beijar você agora. —Você é gay? " 6º: "-Eles todos que se fodam!" 7º: "-Oh! Dorcas! " 8º: "-Não ouse me deixar sozinha de novo!" 9º: "- No final, todas se rendem a James Potter." 10º: "- E você me deixou! " ACABOU AS PRÉVIAS! PRÓXIMO CAPÍTULO É DA DORQUINHASSSSSSSSSSSSSSSSSS. CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! xoxo ~Aurora