When We Were Young

64 It's Always That Cake Thing


Notas iniciais
HELLO CHANELSSSSSSSSSSS!!! Primeiro de tudo EUUUUUUU recebi TRÊS RECOMENDAÇÕES NOVASSSSSS. To muito feliz!!!!! Obrigada Nehemia, Frank e Callie ♥ As recomendações de vocês foram simplesmente incríveis, sério, me emocionei. ESSE CAPÍTULOS É DE VOCÊS ♥ E agora um agradecimento especial a senhorita Callidora, que me mata se eu não falar isso aqui, obrigada pelas dicas e ajudas ♥ love u sdjasldkhjaskd E Frank obrigada pela recomendação, foi uma surpresa ( piscada) CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

IT'S ALWAYS THAT CAKE THING

HOGWARTS

1975

5thYEAR

Eu olhei para cima e observei o teto da cama do Adam, as cortinas eram verdes, e desenhadas, pareciam as que tinham na Casa dos Blacks. Suspirei, sentindo meu coração apertar um pouco, com um leve vazio nele. Senti beijos no meu ombro, e Adam me abraçou, beijando meu pescoço. Sorri, e ergui sua cabeça para lhe dar um beijo casto no lábios.

—Que foi? — ele perguntou, mordendo meu queixo.

—Primeira vez, que eu estou em Hogwarts, sem a Mary. — murmurei, ele parou de morder meu queixo, e me olhou. Ele acariciou meu rosto, e me deu um beijo na testa. – É uma sensação esquisita.

—Sinto muito, Sugar. — ele sussurrou. Agarrei seu rosto com as duas mãos e o beijei lentamente.

—Você me faz feliz. Então, eu to bem. — falei. Adam sorriu, e subiu em cima de mim, acariciando minha coxa, ele subiu a mão lentamente até tocar minha intimidade. Eu suspirei, com um sorrisinho. — Sim, estou muito bem.

Ele riu, e continuou me acariciando, e se debruçou para me beijar.

—ESTÃO ACORDADOS, SEUS MACACOS DO SEXO? — Nathan gritou, abrindo a cortina.

Nós suspiramos, e Adam olhou para Nathan, nós dois nem nos cobrimos. Me sentei e sobri meus seios, enquanto Nathan olhava pra gente, fingindo masturbar um pênis invisível. Jason estava sentado na cama dele com uma careta de nojo para Nathan.

—Mulciber e Avery ‘tão dormindo ainda, melhor sair antes deles acordarem. — Nathan falou, sorrindo malicioso. — Não sou um bom amigo?

—Sim, ótimo. — Adam bufou. — Agara se manda, porra. — ele fechou as cortinas e eu ri, me separando dele e começando a me vestir. Adam me olhou com um biquinho.

—Eu ainda tenho que tomar banho. – falei.

—Toma comigo. — ele pediu escondendo minha saia, embaixo do travesseiro. Eu ri e peguei a saia a colocando enquanto ele acariciava minha bunda. — Vamos ficar aqui o dia inteiro. — ele apertou minha bunda.

—E perder o primeiro dia de aula? — perguntei, me sentando em seu colo, já completamente vestida. — Esse ano você tem NIEMs e eu NOMs não podemos matar aula. — murmurei e beijei sua boca.

—Mas que namorada responsável. — ele riu. Me levantei e sai da sua cama, mandei um beijo para ele, e quando estava quase na porta, vi Mulciber se levantar da sua cama, completamente pelado, Soto saiu de lá e piscou pra mim antes de correr para fora do dormitório. Não pude contar uma careta, ao ver com que ela se dignava a transar. Mulciber sorriu para mim, e acenou com um olhar malicioso. Revirei os olhos e sai do dormitório, subi as escadas depressa, já familiarizada com o Salão Comunal da Sonserina. Algumas pessoas já estavam no Salão, e percebi que sem Mulciber lá não ganhei olhares estranhos ou ameaçadores.

Vi Rabs, sentado no sofá com os amigos, e não disfarcei meu olhar de ódio para Theo, que retribuiu igualmente. Rabs bateu no braço dele e sorriu torto pra mim, ele me chamou com um aceno, e eu fui até ele, os meninos riram, até mesmo Theo. Rabs revirou os olhos para eles, e se levantou e sorriu para mim.

—Hey, Addie. — Rabastan murmurou.

—Hey. — cruzei os braços. Antes que ele falasse mais alguma coisa, eu soltei: — Eu vi você no enterro da Mary.

Ele engoliu em seco, assim como os meninos que ficaram sérios.

—É… — ele sussurrou.

—Ela gostaria disso. — murmurei. — Obrigada.

Rabastan me olhou surpreso e sorriu para mim. Sorri lentamente de volta.

—Addie… eu não vou deixar Mulciber te machucar. Eu prometo. — ele murmurou e olhou Theo de lado. — E eu estou falando sério. — Theo bufou.

—Você é um amor, Rabs. — falei, tocando em seu ombro. — É uma pena que seja tão idiota. — beijei sua bochecha e sorri. Sai do Salão Comunal da Sonserina, tentei desamassar minha roupa, e pensei que tinha eu aprender feitiços inúteis, mas muito úteis que nem o Remus.

Arrumei meu cabelo, e o joguei para atrás, andando pelos corredores. Aquele ano era meu. A coroa seria minha. Eu tinha certeza disso. Algumas pessoas me olhavam enquanto eu passava, mas não tinham muitas pelos corredores ainda. Eram olhares de admiração, alguns mesclado com ódio e inveja. Apreciei os olhares, e empinei o nariz, subi para a Torre da Grifinória.

A Mulher Gorda me olhou e cruzou os braços. Sorri charmosa.

—Está bonita hoje. — falei, sorrindo gentilmente. O rosto dela suavizou, e ela mexeu no cabelo, sorrindo.

—Você acha?

—Sim e acho que o quadro do Homem Magro está espiando você. — sussurrei. Ela riu, e as bochechas dela ficaram vermelhas.

—Oh, Adhara. — ela riu, balançando a mão. — Eu sei que aquele danadinho tem posto os olhos em mim muitas vezes ultimamente.

Ela olhou para os lados e viu se vinha alguém, então olhou pra mim.

—Não tem a senha, né? Pode entrar, docinho. — ela riu. — Só não conte a ninguém.

—Não vou. — falei. — Tenha um bom dia. – Entrei no quadro e revirei os olhos. Dei de cara com Frank, ele já estava pronto, com o uniforme de torcida, o que me fez sorri. O abracei pelo pescoço e lhe dei um beijo na bochecha.

—Meu Chanel Nº4. Minha melhor vadia.– sorri, ele sorriu de volta e fez uma reverência brincando.

—Minha Deusa Chanel Nº1, estou pronto para lhe servir. — ele falou. Gargalhamos juntos. — Vá colocar seu uniforme. — Frank disse. — Pra rebolar essa bundinha pela escola e mostrar quem manda.

Eu ri e assenti.

—Você sabe meu milkshake trás todos os garotos para o jardim. — cantarolei. Frank riu, e começamos a fazer uma dancinha, rebolando a bunda. Frank bateu na minha bunda, e eu subi para meu dormitório, quando olhei a porta, vi meu nome escrito assim como os das meninas. Suspirei e fechei os olhos ao ver a falta do nome da Mary. Aquilo doeu meu coração. Abri os olhos, quando escutei uma gritaria dentro do quarto, então entrei e fechei a porta atrás de mim.

Emmeline apontava o dedo para Emily gritando com ela, e Emily respondia com descaso. Marlene estava sentada na cama dela rindo, e penteando os cabelos. Lily estava ao lado de Emmeline tentando acalmar ela, e Dorcas do lado de Emily.

—Que porra tá acontecendo? — perguntei cruzando os braços. Elas pararam com a gritaria e olharam para mim. Emmeline foi a primeira a se pronunciar, furiosa.

—Primeiro essa vagabunda, está com a cama no lugar da cama da Mary! — Emmeline falou, vermelha, quase fumegando de raiva.

—A culpa não é minha! — Emily se defendeu. — Não fui que coloquei a cama ali!

—Não interessa, piranha. — Emmeline cortou. — E agora ela me olha com essa porra de narizinho empinado e me chama de vaca. Ela e a esquisita ali.

—Eu não estava falando com você. Muito menos Dorcas.– Emily falou, chegando perto de Emmeline. Dorcas já se postou ao lado de Emily, segurando o braço dela. — E quem você tá chamando de piranha, Emmeline? Você que trepa com o namorado de outras pessoas. — Emily sussurrou venenosa.

Emmeline se jogou pra cima de Emily, sendo segurada por Lily. Emily percebi estar um pouco receosa, mas mesmo assim também se jogou para frente, tentando se atracar com a Emmeline. Marlene começou a gargalhar na cama, se divertindo com a briga, olhei para ela de lado, e ela parou de rir na hora.

—Vem aqui! Fala na minha cara! Fala na minha cara! Piranha do caralho! — Emmelien berrou.

—Piranha é você, Emmeline. – Emily rebateu, a olhando com nojo.

Fiquei um pouco surpresa. Emmeline e Emily realmente não se gostavam, parecia até pior do que Emmeline com Marlene. As duas tentaram se atracar de novo, e Lily já me olhava desesperada.

Revirei os olhos para aquilo que acontecia a minha frente.

—Okay. Já chega. — berrei. Emmeline parou, não antes de dar um empurrão no peito de Emily.

—Emmeline, onde está indo? — Lily perguntou, quando Emmeline começou a ir para o banheiro. — Dentenção! Para as duas. — Lily falou, de nariz empinado, cruzando os braços e mostrando o broche de monitora em seu peito. Dei uma risadinha, e Emmeline a olhou chocada, assim como Emily.

—Mas, Lily…

—Vocês me ouviram. — Lily riu. — Primeira detenção que eu dou. — ela falou sorrindo.

—Estou orgulhosa. — falei sorrindo. Lily riu, e saiu para fora do dormitório. Emmeline bufou e foi para o banheiro. Marlene saiu do dormitório dando risadinhas, e depois de dar um abraço em Emily, Dorcas saiu também.

Olhei Emily, enquanto tirava a roupa, ela me olhou de volta.

—Você chamou ela de vaca? Você e Dorcas?– perguntei. Emily riu e assentiu. — Você está se saindo uma completa vadia. — falei. Emily sorriu. — Pena que é tudo uma fachada. — murmurei para ela, antes de entrar no banheiro, onde Emms tomava um banho.

—Monitor? Que vergonha. — James sussurrou na orelha de Remus.

—É um crime! — Sirius sussurrou na outra orelha de Remus.

—Você não se envergonha...disso? — Peter apontou dramaticamente para o broche de monitor que brilhava no peito de Remus.

—Onde erramos com você? — James berrou. Remus riu, tomando o suco de abóbora.

—Você nos envergonha, Lupin. — Sirius falou com a mão no peito.

—Nos decepcionou, Remy. — falei. Remus me olhou e sorriu, eu ri também.

—Eu acho que o Remus, está uma gracinha com esse broche. — Emily riu, se sentando entre James e Remus, e em seguida beijando Remy na bochecha. Remus corou fortemente, e não conseguiu segurar o sorriso bobo.

—Esse broche desgraça nossa reputação. — Sirius falou, apontando para o rosto de Remus. — Como vamos continuar andando com você?

—Não tem nada para dizer em sua defesa, Lupin? — James perguntou.

Todos com o rostos fingidos de decepção. Eu ri, mas imitei a cara deles.

—Não vou nem comentar, silêncio é a minha resposta. — Remus falou, olhando para gente com um sorriso no rosto. Percebi que Emily olhava de canto para ele, com um olhar apaixonado. Fiz uma careta, e no momento seguinte senti braços em volta de mim.

Adam beijou minha bochecha, depois me deu um beijo nos lábios.

—Só vim desejar um bom dia. — ele murmurou. Sorri e o beijei, até Nathan o tirar de lá e o levar para a mesa da Sonserina.

—Odeio esse cara. — James murmurou. Sirius riu.

—Eu gosto dele. — ele disse. James olhou Sirius de lado.

—Eu sei que gosta, afinal totalmente treparia com ele se fosse uma garota, não é? — James debochou. — Talvez, também agora , não é? Liberaria a porta dos fundos.

—Claro que não, não sou um viado que nem você. — Sirius riu. Dimitre se levantou na hora e olhou Sirius magoado, antes de sair resmungando que ia procurar Severus.

—O que tá acontecendo entre você e o Dimy? — Remus perguntou, enquanto comíamos o café da manhã. — Vocês estavam tão colados que James estava com ciumes, agora se afastaram.

—Aconteceu nada, droga, vá encher o saco de outra pessoa, Remus. — Sirius bufou se levantando. Nos entreolhamos.

—Eu vou. — murmurei. Me levantei para ir atrás de Sirius, quando passei em frente a mesa da Sonserina, mandei um beijo para o meu namorado. Sirius estava virando o corredor para nossa primeira aula quando o alcancei. Eu segurei seu braço, e ele me olhou. — Ta. Me conta o que aconteceu.

—Eu… Porra. — Sirius bufou, bagunçando os cabelos com raiva. — Quando fomos acampar… Eu fiquei bêbado. — ele murmurou. Franzi a testa, querendo saber onde isso ia chegar. — Eu e Dimitre fomos para a nossa barraca e… conversamos, então quando eu fui ver, nós estávamos bêbados e muito perto. E ele tava deitado lá. Tipo… muito perto. — ele sussurrou. Abri a boca chocada, começando a entender. — Então… Dimitre me beijou.

—Não! — coloquei a mão sobre a boca chocada.

—Sim! Ele até enfiou a língua na minha boca! A língua dele estava na minha garganta!

— E o que você fez?

—Eu queria, então eu o deixe me beijar por um tempo, até que…

—O que?

—Eu fingi que estava dormindo. — Sirius fez uma careta. — Eu me sinto… mal.

—Você deveria. — murmurei chocada. — Bem, Dimitre sempre aparentou ter uma queda por você.

—E no outro dia, ele me perguntou se eu lembrava de alguma coisa, e eu disse… Lembro de nada, bro.

—Bro? — perguntei. — Bem, tudo vai fica bem, eu acho.

—Argh. Você não entende? Isso que eu fiz, é pior do que o “Eu amo bolo” do Remus.

—Pior?

—Sim. Eu totalmente, fiz “Eu amo bolo” com Dimitre. — Sirius se martirizou. -Dimitre me beijou e eu joguei um “Eu amo bolo” para ele.

—Você totalmente jogou “Eu amo bolo” para ele. — concordei. — Mas pelo lado bom, agora está comprovado que você é a maior vadia da família Black. — gargalhei. Sirius fechou a cara para mim.

—Cala a boca, Adhara. — Sirius resmungou com um bico indignado.

—A verdade dói não é mesmo, Black? — cantarolei, entrando na sala ouvindo seus passos atrás de mim.

—Então nós duas faremos a seleção juntas, como no ano passado. — Zamora falou, notando em um pergaminho. — Faremos amanhã e quarta Corvinal e Lufa-Lufa farão a delas.

—Quem é a nova capitã das lideres da Corvinal? — perguntei curiosa, para saber quem substituiria Francesca.

—Ava. — Zamora respondeu. E fez uma careta. — Uma pena, Francesca era mais vadia que ela. Vou ter que destruiu aquela piranhazinha, para ela virar uma capitã descente. — ela murmurou. Revirei os olhos para ela. Como achei que tínhamos acabado a reunião, já me virei para sair da sala. — Adhara. — Zamora me chamou. — Lembre-se que todas as lideres de torcida devem refazer o teste para entrar. Sem exceções.

—Eu sei. — sorri marota. — Eu sou do tipo que quebra as regras? — debochei. Sai da sala rebolando.

Rabastan suspirou, mas ajeitou a blusa do uniforme de quadribol. Ele desceu da vassoura e apoiou o bastão no ombro.

—Parece que vamos manter o mesmo time do ano passado. Bons jogadores, estão em falta. — Adam falou, como capitão do time. — Mas se lembrem, todos são substitutíveis. — ele falou, olhando atentamente Theo, que bufou para ele. – Dispensados.

—Que cara de dor é essa? — Theo perguntou, mesmo não parecendo tão interessado.

—Eu vou assumir minha responsabilidade, Theo. — Rabastan falou. — Me deseje sorte.

—Morra. — Theo riu, e saiu para o vestiário, onde Rabastan tinha visto Mirtha Flint entrar.

—Ela tem furúnculos! — Rabastan gritou para Theo, que sem se virar mostrou o dedo do meio para Rabastan.

Rabastan suspirou novamente, realmente sentindo que ia morrer naquele momento. Ele viu Adhara, seu primeiro grande amor, correr para os braços de Adam Cook, e os dois se beijaram intensamente. Rabastan não deixou de reparar, no quanto Adhara estava mais gostosa que o ano passado, se era possível. Então ele virou e viu Katherine, perto das arquibancadas, provavelmente esperando ele e Theo. Ela também estava muito gostosa naquela roupa de líder de torcida, apesar de ser magrinha. Rabastan fechou os olhos e juntou forças, começando a caminhar em direção de Katherine.

—Oi, Rabastan. — Kat sorriu. — Cadê o Theo? — ela perguntou espiando por cima do ombro dele.

—Kat…

—Que estranho você sair sem ele. — ela comentou.

—Eu preciso falar com você…

—Ele está tomando banho, é?

—É importante…

—Theo vai demorar?

—Quer namorar comigo?

—Eu acho que ele… — Katherine se virou para Rabastan, chocada. Ela abriu a boca, sem entender. – O que você disse?

Rabastan se ajoelhou e pegou a mão dela.

—Katherine Greengrass, você aceita namorar comigo? — ele perguntou. Kat cobriu a boca com a outra mão.

—Está falando sério, Rabastan?

—Estou. Muito. — Rabastan respondeu, engolindo em seco, mas mantendo a pose que deveria. Seu irmão ficaria orgulhoso dele, Rabastan tinha certeza.

Katherine sentiu o coração apertar, e ela olhou par ao vestiário onde Theo estava, mas deu um sorriso feliz, e suspirou como se estivesse encantada. Ela puxou Rabastan, para ele se colocar de pé, e o beijou calmamente. Ela fechou os olhos, e sentiu o garoto a abraçar pela cintura. Katherine fingiu que era Theo quem a pedia em namoro, e beijou Rabastan completamente apaixonada. Quando eles se separaram, e ela abriu os olhos, sentiu o coração morrer um pouco, ao ver Rabastana sua frente. Mas mesmo assim ela disse:

—Eu não poderia dizer não.

—Eu… eu vou...oh, porra. — gemi, rebolando no colo de Adam. Ele riu, apertando minha cintura e me ajudando a subir e descer em cima dele. Senti meus peitos balançarem e Adam olhou para eles encantado. – Eu vou me atrasar. — sussurrei, enquanto ele sugava o bico do meu peito.

—Se atrase. — ele murmurou, dando uma mordidinha no meu seio. Gemi alto, quando ele desceu a mão e começou a acariciar meu clítoris. Ele chupou meu peito fortemente.– Você fica tão mais sexy, quando geme assim tão gostoso pra mim, Adhara.

Eu gemi o nome dele, jogando a cabeça para trás, louca de prazer. Adam gemeu, quando empurrei o peito dele, o fazendo deitar na cama, e comecei a rebolar sem parar, arranhando o peito dele. Ele agarrou minha bunda, segurando as duas nádegas com força.

—Eu tenho que ir fazer o teste para as Chanels. — murmurei, me sentindo suar, enquanto meu cabelo grudava em meu rosto. — E você me interrompe, para fazer um pouco de sexo selvagem?

Adam sorriu malicioso, e nos girou na cama, começando a meter em mim com força.

—Sempre, Sugar. — ele sussurrou, com o rosto enterrado no meu pescoço. Passei minhas pernas pela sua cintura, e o abracei querendo mais contato, não importando com o quanto estávamos suados.

Adam meteu forte, e eu dei um gemido alto, gozando, Adam sorriu ao me ver, e deu um gemido rouco e longo. Ele se deitou ao meu lado e tirou a camisinha, dando um nó.

—Sem camisinha tem mais contato, mas você tem razão é a mesma coisa praticamente. — murmurei ofegante. — Chá de Lua me da enjoo. — resmunguei, me sentando e prendendo meus cabelos. Peguei meu uniforme e coloquei rápido. Eu deixaria para tomar um banho depois do teste, poderia fingir que estava me exercitando. — Você vai ir me ver?

—É, claro. — Adam sorriu. Sorri de volta e o dei um beijo nos lábios. Ele colocou a cueca, e saiu da cama dele comigo.

—Vai me levar até a porta? Que cavalheiro. — eu ri.

—Porra, termina isso logo, seu idiota! — escutei uma voz gemida. Eu e Adam nos entreolhamos, e olhamos para a cama de Nathan que ia pra frente e pra trás com força. — Para de tentar enfiar esse dedo ai! Oh, isso. — a voz gemeu novamente.

—Você quis de quatro, cachorra. Como não quer que eu contemple esse segundo buraco maravilhoso? — escutamos a voz de Nathan. Eu e Adam nos seguramos para não gargalhar.

—Cachorra é você! — a voz rosnou. — Oh! Oh! To gozando… OH! NATHAN! — Nathan gemeu também, e a cama parou de se mexer e tudo ficou quieto. — Sai de cima de mim, retardado. — a voz resmungou, depois da cama mexer um pouco a cortina se abriu, e Evie Zamora saiu de ela, colocando a saia do uniforme de líder de torcida da Sonserina. Nathan estava completamente nu na cama, com o rosto vermelho, como se tivesse sido esbofeteado

—Uau. — murmurei, chocada.

—Uau. — Adam concordou.

Evie se virou para nós, tão chocada quanto a gente. Nathan riu.

—Escandalosa ela, não é?

Evie olhou para Nathan irritada, e suspirou.

—Isso. Nunca. Aconteceu. — ela murmurou pausadamente. Ela olhou irritada para Nathan, e pegou a calcinha que Nathan agora passava no pinto. — Idiota! — ela berrou, saindo com a calcinha na mão.

—Evie? — Adam murmurou, meio admirado. — Como?

—Ela me ama. — Nathan riu, colocando os braços atrás da cabeça.

—Men-ti-ra. — Emmeline gargalhou. Eu ri também. — Nathan e Evie? C-H-O-C-A-D-A.

—Sim. E você não pode contar pra ninguém. Nem pros meninos. — murmurei. — Ela é melhor amiga do Adam. — revirei os olhos. Emmeline assentiu, e nós nos encarando e depois começamos a gargalhar juntas. Disfarçamos ao ver Evie vindo em direção a nós duas. Emmeline entrelaçou o braço com o meu e nós duas esperamos Evie chegar.

—Adhara. Posso falar com você? — ela perguntou, me encarando de braços cruzados.

—É, claro. — falei com um sorrisinho. — A não ser que você estava com a voz cansada, sabe?

Emmeline engasgou rindo alto. E eu segurei minha risada. Evie me olhou mortalmente e pegou meu braço. Andei com ela até atrás do vestiário.

—Não conte para mais ninguém. — ela murmurou.

—Relaxa, eu não vou. — bufei, cruzando os braços. — Adam já pediu.

—Ele pediu? — Evie perguntou com um sorrisinho.

—Sim, meu namorado é um ótimo amigo. — murmurei, cerrando os olhos. Evie perdeu o sorriso e deu de ombros.

—Obrigada, eu acho. — ela sussurrou e saiu de lá antes que eu pudesse falar mais alguma coisa. Revirei os olhos e sai de trás do vestiário. Minhas Chanels já estavam todas juntas, com roupas de treino, e mais algumas garotas que queriam tentar entrar para equipe estavam lá também. Empinei o nariz e sai andando até lá. Emmeline já estava lá com uma prancheta, quando cheguei ao lado dela. Ela apitou o apito forte, e todas se enturmaram a nossa frente.

—Infelizmente, nós temos apenas uma vaga aberta. — falei, cruzando os braços. As minhas Chanesl comemoraram, sorrindo aliviadas e dando saltos. Enquanto as que queriam entrar para a equipe começaram a resmungar. — Se alguém quiser dizer algo, erga a mão.

Uma menina, provavelmente do terceiro ano, ergueu a mão timidamente.

—Fala.- Emmeline falou.

—Porque só tem uma vaga aberta?

—Porque somente uma Chanel não pode estar aqui conosco. — Emmeline murmurou. — E para deixar avisado, a menina que entrar será Chanel Nº16. Não haverá outra Chanel Nº3.

—Porque?

—Porque eu disse assim. — Emmeline berrou. Ergui a mão e ela se acalmou. — Okay. Quando eu disse o seu nome de um passo a frente. — Emms disse, mas ficou quieta olhando a prancheta.

Me virei para ela, esperando.

—Emms?

—Emily Valentine? — ela perguntou, com os lábios crispados.

Emily saiu do meio das garotas com um sorriso. Eu sorri para aquilo e Emmeline a olhou com raiva.

—Vamos começar! — berrei. Começamos a ver quem poderia ocupar a vaga, enquanto minhas Chanels, nos ajudavam. Era um processo, onde eu via a capacidade das candidatas, e assim que elas pisavam na bola, Emmeline riscava o nome delas da lista. A candidata tinha que ser perfeita, para ocupar o lugar da Mary. até que sobrou Emily e Melody Bostic. — Dois mortais para frente. Um para trás. Estrelinha. Cambalhota para o lado. Giro duplo. Mortal. Mortal. — eu berrei. Melody Bostic caiu no chão, mas Emily continuou. Eu sorri. — Mortal! — Emily caiu no chão, rindo um pouco e eu fui até ela, com Emmeline e minhas Chanels atrás de mim. Emily me encarou deitada no chão e eu estendi a mão para ela. — Bem-vinda a equipe, vadia!

—Você tá uma gostosa, nesse uniforme, Valentine. — Sirius falou, com um sorriso malicioso.

—Você pode olhar, Black, mas é melhor manter essas mãos dentro da cueca. — Emily riu. Sirius sorriu para ela e piscou.

—Ela vai ser uma ótima Chanel. — eu falei.

—Talvez um dia que aos meus pés. — Frank riu, passando o braço pelo ombro de Emily, orgulhoso.

—Um dia. — Emily riu.

Eu acariciei o cabelo dela.

—Minha nova Chanel Nº3. — eu murmurei.

Emiyl abriu a boca chocada e deu um sorriso.

—Sério?

—Aham. — eu ri. Ela e Frank comemoraram. Peter me olhou por um instante, mas engoliu em seco e voltou a comer. Mas Emmeline me encarou, morrendo de ódio.

—O que? Você não pode fazer isso!

—Emms… — eu murmurei. — Não tem sentindo ter uma Chanel Nº16, se somos 15.

—Você está brincando comigo?

—Emms…

—E ainda vai ser essa vadia? — ela apontou para Emily. — Você não pode fazer isso. Não pode!

—Emms! Mary não vai voltar. Ela nunca mais vai voltar. Ela morreu. Ela foi embora! – eu falei dura. — Supere. — eu segurei a mão dela, mas Emmeline se soltou de mim e me olhou quase chorando antes de sair correndo do Salão Principal.

Suspirei, mas Remus segurou minha mão.

—Ela vai ficar bem. Ela só precisa sentir a dor da perda.

—Eu sei. — murmurei.

—Ela vai superar qualquer dor, quando tiver uma noite comigo. — Sirius riu.

—Porque 98% do que o Sirius diz é ele cantando alguma garota e os outros 2% é ele sendo um babaca? — Dimitre perguntou baixinho. Todos ficamos quietos. Eu e James quase gargalhando. Remus olhou risonho para Sirius e Peter não ouviu continuando a comer. Emily e Frank começaram a rir baixinho. — Eu… falei em voz alta?

—Sim. — respondi. Dimitre abriu e fechou a boca, mas depois crispou os la´bios.

—Bem, é verdade, não é? — ele falou, olhando Sirius.

Meu primo engoliu em seco, desviando o olhar para a comida.

—Eu concordo. — Remus riu. Começamos a gargalhar, até que o Professor Dumbledore chamou nossa antenção.

—Ontem a noite. Foi uma noite de alegria para aqueles que acabaram de chegar. — Professor Dumbledore, falou olhando gentilmente os alunos do primeiro ano. — Mas hoje, é uma noite para nos lembrarmos. – ele falou. — Daqueles que já nos deixaram. — ele suspirou. — Cloé Samuels. Uma menina difícil devo dizer. Alguém que conseguiu confudir todos os professores, já se passando pela irmã gêmea em um teste quando a irmã ficou doente. — Zoé Samuels, sorriu tristemente na mesa da Corvinal.- Francesca Johannink, aluna excepcional, além de gentil. Uma das melhores alunas que Hogwarts já teve, com certeza teria um futuro promissor.

Remus fechou os olhos, e James passou o braço pelo o ombro dele, o confortando.

—Connor Falahee. Nossa batedor da Lufa-Lufa, já fez sua casa muitas vezes campeã. Uma pessoa boa, que morreu para ajudar os outros. — escutei a irmã dele chorar na mesa da Lufa-Lufa. E eu cruzei meu olhar com Samuel, que me olhou tristemente. — Aiden Stwefer. Um monitor diferente dos outros. Nunca vi alguém usar tanto o banheiro dos monitores com a namorada. — vi a namorada de Aiden chorar tristemente, enquanto ria, e eu fechei meus olhos para o que viria a seguir. — Mary MacDonald. Ela espalhava alegria por onde passava. Uma das meninas mais gentil que pude conhecer.

Escutei alguém chorar baixinho e logo percebi que era Peter, já sendo amparado por James e Remus. Um lágrima desceu pelo meu rosto, mas eu passei a mão no rosto a secando rapidamente.

— A dor de perder alguém em vida é pior do que a dor da morte. Se nos lembrássemos todos os dias que podemos perder alguém subitamente, nós amaríamos mais intensa e livremente, e seríamos mais tolerantes e compreensivos. Ninguém pode afirmar que não há nada a perder porque tudo pode ser sempre perdido. — Professor Dumbledore, falou olhando a todos nós com atenção. — A sentimento pior do que perder alguém que ama, e é quando você percebe que perdeu a si mesmo. A guerra está por vir, não se percam dentro dela.

Notas finais
O QUEEEEEEEEEEEEEEE? SIRIUS E DIMITRE SE BEIJARAM??? COMO ASSIM? É ISSO MEMOS PRODUÇÃO?? KASJDHAKSDHKASHDKASHD Emmeline e Emily tretrando asdjaksdh adoro treta. Quem não gosta, não é mesmo? aljfhalshkasd Gente, desculpa trazer Mary a tona, e fazer vocês tristes, não é minha intenção askjdhakshdkasdhkashdkahdkjh Emily na torcidaaaaaa, adoroooosdkasdkjhskdjhaskjdh E A ZAMORA E O NATHANNNNAD KJASDHKAJSHDKJAD ADORO MAIS AINDA KAJSDHASHDKASDHKAHD PRÉVIASSSSS: 1º: "Senti aquele comichão doloroso na barriga, e gemi. Os meninos me olharam, e eu me levantei, me sentindo tonta. Então, eu pisquei e quando abri os olhos eu via tudo diferente, mas pisquei novamente, e voltou ao normal, tentei falar com os meninos, mas saiu um som latido da minha boca. Eles me encararam, preocupados, me senti tonta e cai no chão tremendo. Eles gritaram. —MEU MERLIN! – escutei Remus, gritando, enquanto eu tremia no chão. – Eu matei a Addie! ELA VAI MORRER!" 2º: "-Mas... nós somos incríveis. Fizemos um Mapa de Hogwarts, e agora vamos nos tornar ilegalmente animagos, para ajudar nosso louco, lobo, LUPIN! – ele berrou, e pulo abraçando Remus, ele soltou Remus de súbito e subiu no sofá, ao nosso lado. – NÓS SOMOS OS MAROTOS!" 3º: " -Adhara... – Rabs gemeu no meu ouvido. Eu dei uma risadinha, e o beijei na boca. Rabastan me apertou na cintura, e desceu uma mão pela minha barriga, a infiltrando em minha calcinha, gemi quando os dedos dele, se mexeram. – Você geme tão gostoso. – ele murmurou, me fazendo gemer mais alto." DESCULPEM SÓ TRÊS KJSDHKASHD EU TO MANDANDO MUITA PRÉVIA NO GRUPO DO WHATS KAJSDHAKSDHKASHDK ACABOUUUU ASKJHASD Me falem o acharam do capítulo e das prévias!!!! 15 COMENTÁRIOS PAR AO PRÓXIMO CAPÍTULO ♥ xoxo ~Aurora