When We Were Young

60 It's A Wonderful Nigth


Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ♥ WWWY CHEGOU EM 1.000 COMENTÁRIOOOOOOOOOOOOOS!!!!! ♥♥♥♥♥ Sério, to muito feliz, amei, adore ♥♥ MUITO OBRIGADA, CHANELS ♥ EU E VÊNUS AGRADECEMOS MUITOOOOO ♥ Muito obrigada mesmo, por nos ajudarem a chegar a esse tanto de comentários ♥ E muito obrigada pelos 16 comentários do capítulo passadoooo. E também quero agradecer a todas as Chanels, que estão no grupo do whats, mandando nudes e perguntando do capítulo novo. MUITO OBRIGADA ♥ Masssssssss o capítulo vai ser dedicado a uma pessoa em especial, né non? CALLIEEEEEEEEEEEE SUA LINDJA ♥ O capítulo é todidinho dedicado pra você, crush ( desculpe valarie, desculpa luiza, vocês são crushs também, mas a Callie é ♥) Callie amorizinho, espero que goste do capítulo ♥ love u AGORAAAAAAA, COMO JÁ ESTÃO ACOSTUMADOS NÉ???/ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO! VLW? FLW! ENJOY ♥

IT’S A WONDERFUL NIGHT

ADDIE’S HOUSE

1975

SUMMER

A primeira vez que ele tinha vislumbrado a vizinhança da avó, a tinha achado imunda, nojenta, suja, feia, infestada de pulgas, fedida... resumindo, um terror. Mas com o passar do tempo, começou a ver graça naquele lugar trouxa. E o que começou como sendo uma obrigação, ter que ficar com a avó nas férias, se tornou algo que ele amava fazer. Principalmente depois...

Adam se debruçou sobre o parapeito e viu Addie pentear os cabelos, se olhando no espelho, parecendo abatida. Sim... ele amava a casa de sua avó.

Addie não estava cem por cento livre naquelas férias. Devido ao que ela presenciou no ataque dos Comensais, ela estava sofrendo um estresse pós traumático. Então ela estava tendo que frequentar um psicólogo. Sua avó quem indicara uma. Ela era uma medibruxa, que resolveu estudar medicina trouxa e acabou descobrindo muita coisa interessante. Addie estava se arrumando para sua terapia, então não fazia sentido chamá-la agora. Além do mais, precisava terminar a música que estava escrevendo. Já estavam na metade das férias, onde basicamente Adam ensinava Addie a tocar violão, eles trabalhavam, ela assistia aos ensaios dele e eles saiam com a banda.

Saiu da janela e pegou sua guitarra, seu caderno de notas e desceu as escadas. Despediu-se da avó, que o chamou. Voltou para junto dela e ela lhe deu um sorrisinho.

—Os clientes reclamaram que você estava muito disperso hoje, Adam. – ralhou ela – Se você continuar assim, eu tiro Adhara do cargo de ajudante, ouviu?

—Sim, senhora! – riu constrangido – Desculpe, vovó. Eu estava preocupado com ela... Addie não está nada...

—Eu sei. Mas se você não agir normalmente com ela, ela vai se encher de você. Esteja lá pra ela se ela pedir, mas não a sufoque. – aconselhou sua avó. Não tinha o costume de ignorar os conselhos dela, então concordou e saiu de casa. Pegou sua bicicleta e pedalou até a casa de Marshall, o baixista de sua banda.

—Hey, Marshmallow. – disse com um sorrisinho e Marshall revirou os olhos, indignado. Marshall era o quarto filho de uma família de trouxas incrivelmente altos. Ele era o mais baixinho da família, mesmo medindo 1,93m. Até a mãe dela era mais alta, com 1,95m. Marshall era muito tímido, calmo e gentil. O rosto era cheio de espinhas e ele estava usando aparelho, mas a namorada dele, Esther (que tinha míseros 1,59m), não se importava. Ele tinha uma voz bonita e normalmente o acompanhava no vocal – Está pronto?

—Sim. – respondeu ele colocando o baixo nas costas e pegando o skate. Depois foram até a casa de Eddy, o tecladista.o encontraram terminando de lavar seu carro. Seria um carro velho na época da mãe dele, mas a mãe dele cuidara tão bem do carro e Eddy seguira o mesmo exemplo, que o carrinho era até bem simpático e nunca tinha falhado – Hey, Eddy.

—Marshmallow, Cookie. – zombou ele – Onde está a Sugar? – perguntou ele se referindo à Addie – Ela não vai vir assistir nosso ensaio? – Eddy era alto também, com a pele bem escura, os olhos cor de mel e o cabelo comprido e cheio de tranças. A irmã dele, Diana, estava conversando com uma amiga, na porta de casa, e acenaram para eles.

—Addie está ocupada. Receio que não teremos plateia essa tarde.

—Mas ela vai vir assistir a gente na competição de bandas, né? – perguntou Marshall.

—Ela prometeu que viria. Talvez até traga uns amigos.

—Alguma amiga também? – perguntou Eddy – De preferência bonita, com carinha de safada?

Adam lembrou-se imediatamente de Emmeline.

—Até pode ser, mas a amiga dela vai estar babando no primo dela, então... – deu de ombros e Eddy soltou um muxoxo – Termine logo ai pra gente ir lá pra Astrid. Seu teclado já está lá, né?

—Claro. Deixei lá hoje de manhã. – respondeu Eddy – Só um minuto e eu termino aqui.

Dez minutos depois estavam descendo a rua para irem até a casa de Astrid. A garota estava lá, fumando um cigarro, sentada na cerca de casa. A “melhor amiga dela” estava sentada ao lado dela e as duas conversavam risonhas. As duas se conheciam desde os dois anos e os pais de ambas sempre acharam a amizade delas linda. Claro, eles não sabiam que as duas iriam completar três anos de namoro, já.

—Astrid! Lisa. – cumprimentou Adam.

—Hora de fazer barulho. – riu Lisa – Eu já vou. Tenho que ir pro trabalho.

—Sim, a loja de discos não vai se arrumar sozinha. – riu Eddy e Lisa lhe mostrou a língua.

Astrid era ruiva, com o rosto bem sardento. Os olhos eram grandes e castanhos, os cabelos muito finos e na altura do queixo. Pequena, magrinha e com um rostinho inocente, Astrid era a melhor baterista que ele tinha visto. Ela começara a tocar com seis anos e já tinha participado de umas quatro bandas, mas sempre sofrera preconceito por ser uma garota, roqueira.

—Vamos? A garagem está pronta. – riu ela. Adam concordou. Todos entraram, encostaram suas bicicletas e skate, para então irem montar seus equipamentos, ligar tudo na caixa de som, etc, etc – Onde está a Sugar? Ela não vem?

—Não. Ela está ocupada nessa tarde. Mas vai vir nos assistir na competição. – garantiu Marshall e Astrid concordou dando de ombros e se sentando no banco da bateria. Ela fez uma sequência simples para aquecer e marcar o tempo e logo todos a seguiram, para esquentarem pro ensaio.

Foi a tarde toda assim e quando deu o horário de Addie voltar da terapia, Adam disse que precisava ir.

—Mas já? – perguntou Eddy – Fica mais uma hora. A gente pode ir tomar uma cerva. O Marshall roubou a identidade do irmão dele, sempre conseguimos comprar cerveja sem problemas.

—Desculpe... mas não vai dar... – mas então lembrou-se do conselho de sua avó e deu de ombros – Quer saber? Vamos ensaiar mais um pouco. Mas nada de cerveja, ok? Caso contrário vai dar merda.

—Porque Marlene está aqui? – Emmeline me perguntou. Eu ri e a abracei.

—Oi, Emms. – falei. Ela bufou, olhando Marlene, ao lado de Lily e Dorcas. Sirius conversava com os meninos, encarando Marlene com um sorrisinho sacana. Marlene usava um vestidinho curto e apertado, e Sirius não tinha deixado isso passar. – Sirius chamou, ela, Lily e Dorcas, pra ser gentil.

—Sirius é um idiota. – ela murmurou.

Frank chegou ao meu lado, e sorriu me dando um beijo na bochecha.

—Como vai, minha Chanel? – ele riu. O abracei.

—Como está ela está? – perguntei, me referindo a Emily. Ele suspirou, e deu de ombros.

—Ela sumiu. Eu fiquei em casa, esperando ela vir atrás de mim, e ia até a casa dela, mas ela sumiu, então decidi, aproveitar o meu verão. Quando ela estiver pronta, ela vai vir falar comigo.

Assenti, e o cutuquei nas costelas, com um sorriso de lado.

—O que Alice, está fazendo aqui? – perguntei, olhando a garota conversando com Remus. Ele sorriu, e Emmeline, fez um biquinho, e foi atrás de Sirius, o abraçou pelo braço. Frank riu de Emmeline, mas se virou para mim.

—É um encontro. Ela me chamou para um encontro. – ele contou, sorrindo.

—Vai namorar com ela?

—Calma. É só o primeiro encontro. – ele riu. – E Sirius me mataria.

Eu ri, e Alice sorriu para mim e para Frank.

—Quando a banda estiver tocando, a abrace por trás, e dance com ela. – mandei. – Sussurre que gosta muito dela. Ela vai ficar completamente caída por você.

Ele sorriu.

—Okay, vou fazer isso.

Remus e Alice vieram até nós, e Frank a puxou para conversarem, sorri para Remus.

—Está bonita, Addie. – ele falou. Eu estava de shorts, uma blusa da banda do Adam rasgada em alguns lugares, e a jaqueta de couro dele, e também seu óculos de sol, mesmo que já estivesse de noite.

—Obrigada, você também.

—Esse é a melhor roupa que arranjei para um show de rock. – ele riu. Olhei sua jacketa de coro, jeans escuros, e uma blusa dos Stones. – A jacketa é da minha mãe.

—Você está lindo, Remy. – ri. – Super sexy.

Remus corou. E eu o beijei na bochecha, escutei risadas e Adam chegou com a banda, ele sorriu me abraçando apertado.

—Olá, Sugar. – Eddy sorriu, eles começaram a colocar os equipamentos no chão. Estávamos nos bastidores do show, que logo iria começar.

—Esses são os amigos da Addie. – Adam apresentou todo mundo, para ao meu lado.

—Porque Sugar? – Sirius perguntou.

—Bem, Cookie sempre precisa de um pouco de Sugar, não é? – ele riu. Todos riram, e eu corei, olhando Adam com um sorriso.

Remus sorriu, olhando para baixo.

—Tudo bem? — indaguei.

—Sim, Sugar. É engraçado. – ele sorriu.

Sirius veio para o nosso lado.

—Acho que vou trepar com a Lene. – ele falou. Adam riu, e foi para perto de Astrid, e eu e Remus olhamos Sirius. – O que? Eu tenho que ficar em abstinência de sexo, porque Emmeline ta de luto?

—Você é um babaca. – murmurei, irritada. Ele me abraçou pela cintura.

—Eu não quis dizer isso. – ele falou. – Eu só acho que não devo ficar sem beijar ninguém, porque Emmeline está triste. Todo mundo está. – revirei os olhos e ele beijou minha bochecha. – Desculpa.

O show ia começar, e meus amigos saíram dos bastidores, para irem para a platéia, eu fiquei mais um pouco e abracei Adam.

—Eu sei que você vai ser incrível. – murmurei em seu ouvido, e o beijei na bochecha longamente.

O show começou. Esther estava ao meu lado observando a banda tocar. Tínhamos lugares de honra e ficávamos bem em frente ao palco. Adam estava especialmente lindo naquele dia e cantava com tanta energia que parecia que a alma dele estava na música.

Eu amava observar Adam tocando. Assim que ele começou a cantar eu percebi. Quando ele estava no palco, era como se a guitarra e ele fossem um só, o instrumento uma extensão natural do seu corpo.

—Eu quero é teu abraço, como um laço a rodear meu corpo inteiro sem faltar pedaço. Sem deixar espaço no meu coração! – cantou ele eu suspirei – Eu quero é ser teu urso, sem pelúcia, que você possa segurar bem forte em qualquer preocupação... – Suspirei e lembrei de Adam cuidando de mim depois da minha primeira experiência com um bicho papão – Então vamos brincar... de nobreza. Você é minha princesa e por mais que não pareça, fui teu par na realeza, criada na minha imaginação...

Suspirei e Esther fez o mesmo ao meu lado. Céus, nós estávamos tão caídas.

—Marshall, eu te amo! – gritou ela batendo palmas e pulando animada. Dei uma risada e peguei um cigarro. Ofereci um a ela e ela agradeceu, aceitando – Eles são ótimos. Eles são os melhores! – disse ela e eu concordei.

Olhei para o lado, e vi Emmeline dançando com Dimitre, e mais atrás Sirius puxando Marlene pela mão e a levando para o banheiro, Emmeline aparentemente não tinha percebido, ainda dançando com Dimitre. James ao lado dela, ria sacana, para o banheiro, e conversava com Lily. Pela cara dele, parecia que ele estava flertando com ela, como fazia comigo, mas pela cara de Lily, ele não estava tendo muito sucesso. Frank estava perto de mim, fazendo o que eu mandei ele fazer com Alice, logo eles começaram a se beijar felizes. Remus, estava ao meu lado, e eu sorri, pegando na mão dele, e dançando enquanto observava Adam, cantando.

Quando a apresentação deles acabou, outra banda foi para o palco e eu e Esther fomos até a banda. Minha boca secou ao eu olhar Adam. Ele estava todo suado, mas um tipo de suor tão limpo que parte de mim se sentia tentada a lamber o seu rosto, como se ele fosse um pirulito. Mas não fiz isso.

Adam sorriu para mim e pegou o cigarro que estivera em sua orelha.

—Gostou, minha princesa?

—Oh, que cantada feia. – zombou Eddy.

—Você não conhece os Black. Eles são realeza. – riu Adam e eu sorri cruzando os braços.

—Foi maravilhoso. – disse Esther abraçando o namorado.

—Nós somos os melhores. – riu Astrid batendo a mão na de Eddy.

Ficamos escutando outras bandas e bebendo cerveja. Sirius saiu do banheiro e veio até mim com um sorriso.

—Marlene era virgem. – ele murmurou. – Mas ela quis fazer mesmo assim. – ele sorriu.

—Você é uma puta. – murmurei de volta.

—Não conte para Emmeline. – ele pediu.

Emms estava ao lado de Eddy, conversando com ele normalmente, sem qualquer sinal de estar brava ou chateada.

Aos poucos meus amigos foram embora, porque Peter bebeu e começou a chorar, James tentou acalma-lo, mas acabou chorando junto, e derrubando bebida na roupa de Lily, o que a deixou muito brava. Remus pegou os dois para ir embora, e deixou Sirius por responsabilidade de Dimite.

Lily, Dorcas e Marlene, foram embora, pois a ruiva não parava de reclamar sobre James, e Dorcas estava bêbada e gritando que Marlene perdeu a virgindade em um banheiro público.

Então ficou apenas Frank e Alice, no meio da multidão, que ainda escutava outras bandas tocarem, aos beijos, e Dimitre e Sirius que ficaram bebendo cerveja, e rindo juntos.

—Vocês foram super bem. – Emmeline murmurou para Eddy.

—Sim, gata, mas agora vamos encher a cara! – disse ele e eu concordei prontamente.

Andamos até o bar e Adam e Marshall foram pegar as bebidas. Cervejas trouxas. Eu não gostava tanto assim, mas era o que tinha e eu não iria reclamar. Emmeline adorava. Eddy sabia o caminho até o telhado e nos guiou até lá. Ficamos bebendo, rindo e fumando, sob a luz das estrelas. Depois entramos na kombi de Adam, e fomos para o parque abandonado, Eddy começou a tacar pedras do penhasco, e Emmeline teve que o puxar para longe da beirada, pois ele estava bêbado demais. Ele cantaroala uma música, e dançava agarrando Emmeline, ela ria, e o deixava a abraçar.

Eu olhei para Adam e ri. Ele riu também, e vimos Astrid dando estrelinhas ao nosso lado. Marshall e Esther se beijavam, sentados no chão, e eu bebia cerveja com Adam.

—Sirius transou com a Marlene. – contei para Adam, mas eu olhava Emmeline, enquanto ela flertava com Eddy. – Acho que Emmeline sabe.

Ele riu e terminou a garrafa de cerveja, e jogou no chão.

Quando Adam passou o braço pelos meus ombros, os amigos dele começaram a tossir e a se afastar de maneira nada discreta para o carro e ficou óbvio o que aconteceria em seguida.

Adam me olhou com um sorriso torto e suspirou, nossos amigos já indo embora no carro. Sentamos-nos cada um em um balanço como sempre, apoiei meu rosto na corrente e sorri para ele.

—Eu não sou romântico? – perguntou ele jogando a bituca de cigarro longe – Cantei uma música romântica, te trouxe para o nosso refugio, para ficarmos a sós, sob a luz das estrelas... abrindo mão da festa, pós – show.– riu ele. Inclinei-me um pouco na direção dele e sorri.

—Bem... vamos ver se vai valer a pena.

Adam suspirou e desviou o olhar, com um sorriso sacana.

—Tipo isso, porque a festa tava super animada, sabe? – perguntou ele. Dei um tapa no peito dele e ele gargalhou me puxando pela nuca e se aproximando demais. Nossos lábios roçaram e eu encerrei a distância, me entregando finalmente ao beijo dele. Meu dedo roçou na covinha em sua bochecha, e Adma desceu as mãos para a minha cintura. Céus, como eu estava desejando o beijo dele. Parecia que todo o meu corpo formigava. Parecia que eu levantaria voo sem vassoura. Eu já tinha beijado Adam antes, mas aquela vez foi à melhor de todas.

Ele me beijava com a emoção, que ele tinha ao cantar em um show. Agora como a guitarra de Adam e ele, nós dois éramos um só.

Notas finais
ELES BEIJARAMMMMMMMMMMMMMMMMM UHHHHHHHHH ♥ Finalmente né non? heuheuh adoro, o que que será que vai acontecer com esse dois? Começo do capítulo com a perspectiva do Adam, e depois o primeiro show dele, onde Addie ficou toda encatadaaaa. E MARLENE PERDEU A VIRGINDADE PARA SIRIUS BLACK??? EMMEILINE ISSO PODE? Gente, o Eddy é uma dlç, sério uau! Agora para as prévias: 1° - "-Nós chamamos o Adam. – minha mãe riu. – E a avó dele. Eles vão vir. —Adam e Addie si beijaram! – Teddy me dedurou. Todos gargalharam, e eu corei, pegando uma faca para ajudar minha mãe a cortar, algumas coisas. —Não foi nada demais. – murmurei. —Um beijo nunca é nada demais. – Willow riu. Ela se aproximou de mim. – O que sentiu quando beijou ele? —Borboletas na barriga. – sorri." 2° - "-Eu estava com fome. – Adam sorriu. —Quem bom que veio, porque você está com fome, e... nós temos comida pra você comer. – falei, me achando completamente estúpida, mas Adam sorriu grandemente. —Adoro comida pra comer! – ele disse, corei novamente." 3° - "Minha mãe abriu um sorriso chocada, e começou a cutucar meu pai para que ele visse. Minha avó e meu avô riam baixinho. E eu corava olhando Adam chupar a minha mão." 4° - "- -Hoje foi demais. – ele falou. – Vocês são tipo uma família de verdade, nunca tinha visto uma de perto, é impressionante. —Bem, nem sempre foi assim. – contei, o puxando para se sentar na minha cama. – Antes na Casa dos Black, era um horror, não éramos nem de perto, essa família de agora. Mas viemos pra cá e tudo melhorou. – falei. – E como são os seus pais? —Eles são ok. Eles se casaram por obrigação, nem ao menos gostam um do outro, dormem em quartos diferentes. – ele murmurou. – Eles não fazem muita parte da minha vida, eu honestamente não me lembro de fazermos uma refeição juntos, sem ser quando tem visitas. Não tenho noticias deles faz tempo, eles apenas me mandam dinheiro. —Adam... —Está tudo bem. – ele sorriu. – Eu tenho a minha avó, além de que não ligo de ficar sozinho. —Mas essa é a questão... – eu sorri para ele. – Você não está sozinho. Não mais. ACABOU AS PRÉVIAS, SORRY, AMO VOCÊS. 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO CAPÍTULO ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO CAPÍTULO ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO CAPÍTULO ♥ Callie, gostou? heuehueh ♥ xoxo ~Aurora