When We Were Young

87 I Want To Hold Your Hand


Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOOOOOO, CHANELS ♥ ♥ Me desculpem por essa demora em postar capítulo novo, é que eu fui viajar e tive que ir pra escola por causa de apenas um professor, mas FINALMENTE eu to de férias e agora começam OFICIALMENTE A MAROTINHA DE WWWY!! Para acabar o sexto ano faltam pouquíssimos capítulos, então vai ter essa pequena grande maratona, a cada 12 comentários ou 10 dependendo do meu humor, sai capítulo novo DIRETO! ENTÃO, COMEMTEMMMMMM! Obrigada por todos os comentários, que logo serão respondidos, eu amei cada um, obrigada Chanels ♥ Adam e Addie ainda nada, será que nesse capítulo vão se resolver? E GENTE O FINAL DESSE CAPÍTULO TA MARA!!!!! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ ENJOY ♥

I WANT TO HOLD YOUR HAND

HOGWARTS

1976

5th YEAR

Os NOMs. Era agora. Iriamos realizar por duas semanas os testes teóricos pela manhã e pela tarde os testes práticos. Os exames iriam receber os feitiços anticola mais fortes que existem. Não poderiamos usar Penas de Resposta Automática, ou Lembróis, Punhos-de-Cola Destacáveis ou Tinta Autocorretora.

O primeiro teste, era Teoria dos Feitiços, estava programada para hoje de manhã, e todos revisamos nossas anotações e livros. Como eu tinha memória fotográfica, apenas folheie os livros, desconcentrada, pensando demais em como eu e Adam agora não nos falávamos a um mês e meio. Eu nem sabia mais se estávamos namorando de verdade, ou se isso logo iria passar e voltaríamos a ser como sempre. Mas agora era junho, e logo chegariam as férias.

—Addie, pode me testar? — Emmeline me pediu, pirando. — Por favor.

—Emms, é claro, mas relaxe, você realmente se empenhou, vai se sair bem. — sorri. Ela sorriu de volta, e eu peguei o livro em sua mão para testá-la.

Quando chegou a hora, turmar por turma foi chamada no Salão Principal, que tinha sido arrumado para o teste. As mesas das quatro Casas tinham sido retiradas e substituídas por muitas mesas individuais, de frente para a mesa dos professores no fundo do salão.

Fomos colocados em seus lugares, e eu estava em terceiro na segunda fileira. Ao meu lado estava Rabastan, e a duas fileiras à minha esquerda e quatro cadeiras atrás estava Sirius, parecendo entediado, lendo sua folha. A três cadeiras a frente dele e a uma fileira de mim estava Lily, já escrevendo.

Suspirei, e virei a folha e peguei minha pena. A primeira pergunta era: a) cite o encantamento e b)descreva o movimento de varinha exigido para fazer objetos voarem. Sorri me lembrando de um livro voando na cabeça de James e sorri, começando a escrever.

Tivemos os testes práticos naquela tarde, e na terça-feira tivemos os testes de Poções, e Peter explodiu um caldeirão no teste prático dele. Fizemos mais testes pela semana, e Remus, eu e Lily fizemos o de Runas juntos. Agora estávamos fazendo o teste teórico de DCAT e de tarde teríamos o prático. Eu estava indo muito bem em todos os testes, apenas confundi as imagens na minha cabeça no teste de Trato das Criaturas Mágicas e confundi a habilidades de alguns animais.

Terminei o teste e o virei, e coloquei a pena por cima, estalei meu pescoço, e relaxei na cadeira. James também tinha acabado e piscou para mim, ele deu um enorme bocejo e arrepiou os cabelos, deixando-os ainda mais despenteados do que antes. Ele virou-se e sorriu para Sirius que ergueu o polegar para ele, descontraído na cadeira, inclinando-a sobre as pernas traseiras. Deitei minha cabeça na mesa, observando seus cabelos negros caírem sobre seus olhos, em um tipo de elegância que diziam que apenas os Blacks tinham. Sorri ao ver duas mesas ao lado de Siruis, Remus absorto em seu teste, ele estava muito pálido e com cara de doente, pela lua cheia que se aproximava, ele estava coçando o queixo com a ponta da pena, franzindo ligeiramente a testa.

Emmeline estava uma cadeira atrás dele, com os cabelos bagunçados e os olhos correndo pelo teste. Emily estava concentrada em seu teste lá no fundo, perto de Frank e Alice que tinham acabado e agora flertavam por olhares. Marlene sorria satisfeita para seu teste e Dorcas não mostrava nenhuma expressão. Peter estava uma fileira do lado e quatro cadeiras a frente ansioso, roía as unhas, olhava fixamente para a prova, arranhando o chão com os pés.

Voltei meu olhar para James, e agora ele escrevia algo em um pergaminho, me perguntei se era “L.E” como ele andava fazendo, como Sirius me contava.

—Descasem suas penas, por favor! — esganiçou-se o Professor Flitwick. – Você também, Stebbins! — ele berrou para um corvino. — Por favor, continuem sentados enquanto recolho os pergaminhos. Accio!

Mais de cem rolos de pergaminho voaram para os braços estendidos do Professor Flitwick, derrubando-o para trás. Várias pessoas riram. Dois estudantes nas primeiras mesas se levantaram, seguraram o professor pelos cotovelos e o levantaram.

—Obrigado… obrigado. — ofegou ele. — Muito bem, todos podem sair!

Nos levantamos e nos encontramos na porta, apenas os Marotos. Sirius passou um braço pelo ombro de Remus com um sorriso.

—Você gostou da décima pergunta, Aluado? — ele perguntou, quando saímos do saguão.

—Adorei. — Remus respondeu imediatamente. — “Cite cinco sinais que identifique um lobisomem”. Uma excelente pergunta.

—Você acha que conseguiu citar todos os sinais? — perguntou James, caçoando com fingida preocupação.

—Acho que sim. — Remus respondeu, sério, quando nos reunimos aos alunos aglomerados às portas de entrada para chegar ao jardim ensolarado. — Primeiro: ele está sentado na minha cadeira. Segundo: ele está usando as minhas roupas. Terceiro: o nome dele é Remus Lupin.

Todos rimos, menos Rabicho que estava sério.

—Eu citei a forma do focinho, as pupilas dos olhos e o rabo peludo. — ele disse ansioso. — Mas não consegui pensa em mais nada…

—Como pode ser tão obtuso, Rabicho?! — exclamou James, impaciente. — Você anda com um lobisomem uma vez por mês…

—Fale baixo. — Remus implorou.

Começamos a descer o gramado em direção ao lago.

—Acho que foi moleza. — Sirius comentou. — Vai ser uma surpresa se eu não tirar no mínimo um Excepcional.

—Eu também. — disse James. Ele enfiou a mão no bolso e tirou um pomo de ouro que se debatia.

—Onde você conseguiu isso?

—Afanei. — ele respondeu, displicente. E começou a brincar com o pomo deixando-o voar uns trinta centímetros e recapturando-o em seguida, seus reflexos excelentes. Rabicho o observava assombrado.

Paramos à sombra de uma faia à beira do lago, e nos atiramos na grama. O sol ofuscava na superfície lisa do lago, à margem do qual as meninas estavam risonhas, com os pés na água.

Remus apanhou um livro e começou a ler, concentrado. Sirius passou os olhos pelos estudantes que andavam pelo gramado, completamente arrogante e um pouco entediado.

James continuou a brincar com o pomo, deixando-o voar cada vez mais longe, quase fugir, mas sempre recapturando-o no último segundo. Peter o observava boquiaberto. Toda vez que James fazia uma captura particularmente difícil, ele exclamava e aplaudia. Passado cinco minutos de repetições dessa cena, eu revirei os olhos, me perguntando porque James não mandava Rabicho se controlar, mas ele gostava muito de atenção para fazer isso. Percebi que James, encarava Lily a beira do lago, e que toda hora desarrumava os cabelos mais ainda.

—Quer guardar isso? — disse Sirius, finalmente, quando James fez uma boa captura e Peter deixou escapar um viva. — Antes que Rabicho molhe as calças de excitação?

Peter ainda corou ligeiramente, e James gargalhou, dando um sorriso para meu primo.

—Se estou incomodando. — ele retrucou e guardou o pomo inquieto no bolso. Sirius era o único para quem James teria parado de se exibir, eu sabia disso.

—Estou chateado e entediado. Gostaria que já fosse lua cheia. — Sirius murmurou, desapontado.

—Você gostaria. — disse Remus, sombrio, por trás do livro que lia. Sorri para ele, e fez um mínimo carinho em seus cabelos.– Ainda temos Transfiguração se está entediado poderia me testar. Peguei aqui… — ele estendeu o livro para Sirius. Mas Sirius deu uma risada abafada.

—Não preciso olhar para essas bobagens, já sei tudo. — ele falou, metido.

—Isso vai animar você um pouco, Almofadinhas. — comentou James em voz baixa. — Olhem quem é que…

Sirius virou a cabeça. Ficou muito quieto, como um cão que farejou um coelho. Ele sorriu.

—Excelente. — disse baixinho. — Ranhoso.

Os dois se levantaram ao mesmo tempo, com as varinhas em punho. Eu, Remus e Peter ficamos no mesmo lugar. Eu suspirei cansada, Remus continuou lendo seu livro, mesmo que seus olhos não se movessem, e uma ligeira ruga tivesse aparecido entre suas sobrancelhas, e Peter olhou de Sirius e James para Snape, com uma expressão de ávido antegozo no rosto.

—Você está muito quieta. — Remus murmurou.

—Vai fazer dois meses… acho que terminamos, Remus. — sussurrei, mas antes que Remus me respondesse, escutamos James gritar:

—Tudo certo, Ranhoso?

Snape reagiu rápido, já sabendo que seria atacado, e estava com metade da varinha para fora da capa, quando James gritou:

—Expelliarmus!

A varinha de Snape voou quase quatro metros de altura e caiu com um pequeno baque no gramado às costas dele. Sirius soltou uma gargalhada.

—Impedimenta! — disse, apontando a varinha para Snape, que foi atirado no chão ao mergulhar para recuperar a varinha caída.

Os estudantes ao redor se viraram para assistir. Alguns haviam se levantando e foram se aproximando. Outros pareciam apreensivos, ainda outros, divertidos.

Snape estava no chão, ofegante. James e Sirius avançaram empunhando as varinhas, James, ao mesmo tempo espiando por cima do ombro Lily à beira do lado. Peter se levantara assistindo à cena avidamente, contornando Remus para ter uma perspectiva melhor.

Eu sempre me metia quando via James e Sirius, enchendo o saco de Snape, mas eu simplesmente não me levantei. Eu estava tão concentrada nos meus próprios problemas que nem liguei para Snape.

—Com foi o exame, Ranhoso? — perguntou James.

—Eu vi, o nariz dele estava quase encostando no pergaminho. — disse Sirius maldosamente. — Vai ter manchas enormes de gordura no exame todo, não vão poder nem ler uma palavra.

Várias pessoas que acompanhavam a cena riram. Peter soltava risadinhas agudas.Snape era claramente impopular, talvez só não menos que Mulciber, mas Mulciber era pelo menos temido. Snape tentou se erguer, mas a azaração ainda o imobilizava, ele lutava como se estivesse amarrado por cordas invisíveis.

—Espere… para ver. — arquejou, encarando James com uma expressão de mais pura aversão. — Espere… para ver!

—Espere para ver o quê? — retrucou Sirius calmamente. — Que é que você vai fazer, Ranhoso, limpar o seu nariz em nós?

Snape despejou um jorro de palavrões e azarações, mas com a varinha a três metros de distância nada aconteceu. Olhei ao redor, procurando por Rabastan, Jacques ou Amico, mas nenhum dos três estava a vista.

—Lave sua boca. — James disse friamente. — Limpar!

Bolhas de sabão cor-de-rosa escorreram da boca de Snape na hora, a espuma cobriu seus lábios, fazendo-o engasgar, sufocar… comecei a não aguentar mais, e deixando meus pensamentos sobre Adam de lado, já iria me levantar, quando:

—Deixem ele em PAZ!

James e Sirius se viraram, e James imediatamente levou a mão livre aos cabelos. Lily marchou até os dois em passos duros, as meninas estavam logo atrás, mas não foram para perto como Lily fez.

—Tudo bem, Evans? — disse James, e o seu tom de voz se tornou imediatamente agradável, mais grave e mais maduro.

—Deixem ele em paz. — repetiu Lily. Ela olhou para James com todos os sinais de intenso desagrado. — Que foi que ele lhe fez?

—Bom. — explicou James, parecendo pensar na pergunta. — É mais pelo fato de existir, se você me entende…

Muitos ao redor gargalharam, Sirius e Peter inclusive, mas Remus aparentemente absorto em seu livro não riu, assim como eu ou Lily.

—Você se acha engraçado. — ela disse, com frieza na voz. — Mas você não passa de um cafajeste, tirano e arrogante, Potter. Deixe ele em paz.

—Deixo se você quiser sair comigo, Evans. — respondeu James, depressa. — Anda, sai comigo e eu nunca mais encostarei uma varinha no Ranhoso.

Ás costas dele, a azaração de Impedimento ia perdendo efeito. Snape estava começando a se arrastar pouco a pouco em direção à sua varinha caída, cuspindo espuma enquanto se deslocava.

—Eu não sairia com você nem que tivesse de escolher entre você e a lula-gigante. — replicou Lily.

—Mau jeito, Pontas. — disse Sirius, animado, e se voltou para Snape. — Ei!

Mas tarde demais, Snape tinha apontado a varinha diretamente para James, houve um lampejo e um corte apareceu em sua face, salpicando suas vestes de sangue. Ele girou, um segundo lampejo depois, Snape estava pendurado no ar de cabeça para baixo, as vestes pelo avesso revelando pernas muito magras e cuecas encardidas.

Muita gente na pequena aglomeração aplaudiu. Sirius, James e Peter davam gargalhadas. Lily, cuja a expressão se alterara por um instante como se fosse sorrir, disse:

—Ponha ele no chão!

—Perfeitamente. — e James acenou com a varinha para o alto. Snape caiu embolado no chão. Desvencilhou-se das vestes e se levantou depressa, com a varinha na mão, mas Sirius o petrificou, e Snape emborcou outra vez, duro como uma tábua.

—DEIXE ELE EM PAZ! — berrou Lily. Me levantei depressa, caminhando até eles, já que Lily puxara a própria varinha, e os meninos a olharam preocupados.

—Isso já foi longe demais. — eu disse. — Soltem Snape, e vamos deixar isso pra lá…

—Deixar pra lá? — Lily gritou. — Você acha isso certo? Isso o que eles fazem? — ela me perguntou. Eu não falei nada, apenas me postei na frente dos meninos. Lily apontou a varinha para mim. — Você vai defender eles?

—Ah, Evans, não me obrigue a azarar você. — pediu James, sério, se postando a minha frente protetor.

—Então desfaça o feitiço nele!

James suspirou profundamente, então se virou para Snape e murmurou um contrafeitiço.

—Pronto. — disse, enquanto Snape se levantava. — Você tem sorte que Evans esteja aqui, Ranhoso…

—Não preciso da ajuda de uma sangue ruim imunda como ela! — Snape berrou.

O olhei chocada demais, e Lily pestanejou.

—Ótimo. — respondeu calmamente. — No futuro, não me incomodarei. E eu lavaria as cuecas se fosse você, Ranhoso.

—Peça desculpas a Evans! — berrou James para Snape, apontando-lhe a varinha ameaçadoramente.

—Não quero que você o obrigue a se desculpar. — gritou Lily, voltando-se contra James. — Você é tão ruim quanto ele.

—Quê? Eu NUNCA chamaria você de… você sabe o quê!

—Despenteando os cabelos só porque acha que é legal parecer que acabou de desmontar da vassoura, se exibindo com esse pomo idiota, andando pelos corredores e azarando qualquer um que o aborreça só porque é capaz… até surpreende que sua vassoura consiga sair do chão com o peso dessa cabeça cheia de merda. Você me dá NÁUSEAS!

—Uau. — murmurei.

—E você? Porque não fez nada? Costumava ser amiga dele, antes de virar… igual a Zamora. — Lily balançou a cabeça, e se virou para Sirus, com um olhar irritado, ele sorriu para ela e Lily virou as costas e se afastou depressa.

—Evans! — berrou James. — Ei, Evans!- mas Lily nem olhou para trás. — Qual é o problema dela? — perguntou James, tentando, mas não conseguindo fazer parecer que fosse apenas uma pergunta sem real importância para ele.

—Lendo nas estrelinhas, eu diria que ela acha você metido, cara. — disse Sirius.

—Certo. — respondeu James, que parecia furioso agora.- Certo… — houve outro lampejo, e Snape mais uma vez, ficou pendurado no ar de cabeça para baixo. — Quem quer ver eu tirar as cuecas do Ranhoso?

Entrei no Salão Comunal com Remus. As meninas estavam sentadas no sofá e fomos até lá. Lily cruzou os olhares comigo, e arrebitou o nariz irritada.

—O que eu deveria fazer? — indaguei. — É Sirius e James.

—Todos idiotas.

—Idiotas que são importantes para mim. — retruquei.

—Então, você deveria ensiná-los a não serem babacas. — ela me disse, se levantando. — Tem uma surpresa para você no dormitório. — ela falou, e saiu do Salão Comunal. Dorcas foi atrás dela e pegou o braço de Marlene a arrastando junto. Emmeline me olhou e riu.

—Eu achei bem engraçado. — ela disse, e se levantou com Emily. — Você vai gostar da surpresa. Vai lá. — ela apontou com a cabeça para as escadas do dormitório.

Ela catou o braço de Remus, me deixando sozinha, e eu franzia testa, tentando não correr para o dormitório. Abri a porta com meu nome, e quase ofeguei surpresa. Adam me olhou do meio do dormitório, ele deu um sorrisinho. E eu fingi não ficar nada feliz com isso.

—Você deveria estar treinando. — murmurei, evitando o olhar.

—Eu resolvi matar. — ele me falou. Quase sorri ao escutar o som da voz dele, mas me segurei novamente. Adam me encarou, então olhou para o teto, como quem não quer nada, o olhei confusa e também mirei meu olhar no teto. Tinha várias imagens coladas perfeitamente no tsto, formavam um desenho bonito de um céu estrelado, com várias constelações, por todo o teto.

—O que é isso? — indaguei em um sussurro.

—O teto do salão de entrevista da Academia Rise. — ele murmurou. — Eu pesquisei um pouco, e se você passar pelo NOMs, vão te chamar para um entrevista, e esse… é o teto de lá. – ele falou. — Mas podem vir fazer a entrevista aqui, então isso pode ter sido por nada… mas valeu a pena.

—Tem a minha constelação. — murmurei, vendo Adhara parecer brilhar no teto, na Constelação Canis Major.

—Eu achei que se olhasse todo dia antes de dormir, quando chegasse a hora não iria ser tão aterrorizante. — ele disse, gentilmente. Eu suspirei, olhando para o tero, mas para conter minhas lágrimas.

—O que você quer, Adam? — indaguei.

—Addie, me desculpe… — ele murmurou, se aproximando.

—Não. Não! — eu falei. — Você não pode desaparecer assim da minha vida e voltar quando você quiser.

—Eu sei, é que… meus pais sempre desaparecem… as pessoas desaparecem na minha vida, e quando você começou a fazer planos…

—Você não vai me perder. — eu berrei, chorando. — Adam, eu te amo, mas… esses últimos meses têm sido… horríveis.

—Eu sei, para mim também. — ele sussurrou, me encarando intensamente, ele catou algo do bolso e eu percebi ser a minha pulseira de pingentes, que ele havia dado. Toquei em meu pulso, só agora percebendo que ela não estava lá. — Eu tinha achado que você havia jogado no chão depois que eu entrei no vestiário, mas então vi que o fecho estava quebrado. Eu consertei. — ele murmurou, erguendo a pulseira, ele pegou devagar na minha mão, ele prendeu a pulseira em meu pulso e eu percebi um pingente novo, ao lado do da Torre Eiffel. — É a Estatua da Liberdade, para te dar boa sorte no teste. — ele murmurou.

Olhei a pulseira, a amando imensamente, e olhei Adam por cima dos cílios. Era como se nunca tivéssemos ficado separados. Olhávamos do mesmo jeito de sempre, sem aquela raiva da última vez.

—Merlin, eu te odeio. — murmurei, o puxando pelo pescoço para o beijar. Adam abraçou minha cintura, desesperado, me beijando de volta. Nos abraçamos como nunca antes, e Adam me puxou para o seu colo. Caímos devagar em minha cama, ainda nos beijando, mais apaixonados do que nunca.

Tiramos nossas roupas devagar, aproveitando cada pedaço novo exposto de nossas peles, nos beijando e sentindo o coração um do outro bater, em nossos peitos colados.

Adam me beijou pela barriga, fazendo uma trilha de saliva com sua língua, até minha calcinha. Ele me beijou por cima dela, e eu ofeguei segurando seu cabelo. Adam me beijou na coxa, e puxou minha calcinha pelas minhas pernas, me fazendo tremer de antecipação, gemi seu nome tão aliviada, quando ele me tocou com sua língua, e agarrei o lençol, o apertando com meus dedos. Sentindo ondas de prazer pelo meu corpo, a medida que Adam empurrava carinhosamente sua língua contra meu clítoris.

O puxei para cima, e o abracei, esmagando meus seios em seu peito. Ele me beijou, e tirou sua cueca devagar. Não nos preocupamos com camisinha. Não nos preocupamos com nada. Apenas sentimos. Senti Adam entrar em cima, devagar, parecendo me matar a cada centímetro que ele entrava mais. Gemi em sua boca, quando ele entrou completamente em mim, e senti seus beijos em meu queixo, sussurrando que me amava.

—Eu quero estar aqui por você, Addie. — ele sussurrou em meu ouvido, enquanto se mexia em cima para mim. — Para sempre.

Eu quis chorar, mas apenas o entrelacei com minhas pernas e braços, e o deixei se mexer em cima de mim, indo para frente e para trás, gemendo junto com ele em uma estocada mais forte. Adam me beijava, carinhoso, apaixonado, cheio de saudade, me amando forte e me estocando tão forte quanto.

O ouvi gemer no meu ouvido, quando comecei a rebolar, me sincronizando com suas estocadas, deixando tudo mais gostoso, mais intenso, e melhor. Ele agarrou minha anca forte, e seus dedos afundaram ali. Minhas unhas o arranharam nas costas, e minhas pernas o apertaram contra mim. Eu rebolando cada vez mais rápido, querendo chegar a aquele lugar maravilhoso. Querendo chegar com Adam. Querendo amar com Adam.

Cheio de ofegos e juras de amor sussurradas, chegamos juntos ao clímax.

Me deitei no peito de Adam, o acariciando com carinho. Beijei seu peito feliz, e voltei a repousar minha cabeça nele, fazendo círculos com meu dedo em sua barriga.

—Quando que você soube que queria tocar música pelo resto da vida? — indaguei, curiosa, sentindo meu peito irradiar de felicidade.

—Não sei. — ele murmurou.

—Sério… quando foi o momento?

—Bem, teve essa vez, meu pai e minha mãe brigaram feio, eles gritaram um com outro, gritaram comigo e tacaram coisas um no outro, até que um se machucasse tão feio que foi parar no Mungus. — ele murmurou, me contando. Adam não gostava de falar sobre os pais dele, na verdade era quase como se ele não os tivesse, apenas tivesse a avó dele, como parte da família. – Naquele dia, depois de sair do quarto do hospital, eu peguei um ônibus até a casa da Astrid, ela tomou um susto, mas me ajudou. Eu peguei a minha guitarra, que eu sempre deixava lá e naquela noite eu toquei como se eu pegasse fogo, e eu não ligava se eu era bom, apenas nada mais importava… até você. — ele disse, erguendo meu queixo e me dando um selinho demorado e cheio de emoções. — Agora você é tudo que importa.

Sirius tapou os olhos de Dimitre com uma bandana, e começou-o a guiar pelas escadarias de Hogwarts. Dimitre o perguntava o que era a risadas, mas Sirius apenas beliscava sua bunda, e o empurrava pelos corredores.

Sirius o guiou para a Casa dos Gritos, com a ajuda de Peter que estava por lá, apenas esperando para mobilizar a árvore. Sirius levantou o polegar para Peter, que piscou e saiu correndo. Dimitre indagou novamente sobre o que Sirius tramava, mas ficou sem resposta novamente, e ouviu o rangido da porta.

—Chegamos. — Sirius disse, tirando a venda de Dimitre. Ele olhou ao redor.

—Você me trouxe para a Casa dos Gritos? — Dimitre perguntou, mas então ele franziu a testa, quando Sirius pegou a varinha e fez um aceno. O quarto todo começou a se remodelar, a cama quebrada, desde que James tinha pulado ali em cima, voltou ao normal, brilhando, com cobertores e travesseiros. Os papéis de parede se colocaram novamente, o lustre voltou a ter todas as peças, a janela se arrumou.

—Eu andei treinando. — Sirius sorriu. — Muito bom, não é? — ele disse. — Provavelmente vamos destruir tudo na próxima lua cheia, mas para agora está ótimo.

—E pra que isso? — Dimitre perguntou, achando muito estranho o modo como Sirius estava o olhando. Ele viu Sirius colocar um disco para tocar e era o mesmo que tocava quando se beijaram pela primeira vez naquela cama. — Isso é você tentando ser romântico?

—Eu sou romântico. — Sirius falou, com a testa franzida.

—Tanto quanto uma ararambóia. — debochou Dimitre, mas Sirius o calou, quando tirou a camisa, o distraindo.

Dimitre suspirou.

Sirius era lindo demais. Ele tinha uma beleza aristocracia, seus cabelos perfeitos e negros caiam sobre seus olhos, o deixando com um olhar mais sexy, naqueles olhos de tempestade, que o olhavam sabendo que era bonito, sabendo o que causam nos outros.

Quando alguém era muito bonito, ou muito inteligente, poderia ser tornar arrogante, mas Sirius era arrogante desde que nasceu. O nariz empinado era uma característica dos Blacks, e isso só o deixava mais desejável. Sirius já era bonito, mas ele saber disso e o usar isso ao seu favor, o faziam tentador.

—Admirando? — Sirius perguntou em um sussurro, dando a Dimitre o olhar mais lascivo que ele já havia visto. Até mesmo o som da voz de Sirius era erótico para Dimitre.

—Talvez. — Dimitre sorriu. Observando a tatuagem na costela de Sirius, até sua tatuagem fazia Dimitre enlouquecer.

—Deita. — Sirius mandou. Dimtre obedeceu e deitou na cama, tirando os sapatos e se ajeitando no travesseiro. Sorrindo para Sirius, que estava muito sério, desafivelando o próprio cinto.

Sirius deixou as calças caírem, e saiu delas devagar, sem apressar nada, afinal eles tinham tempo de sobre. Ele ficou apenas de cueca e mirou Dimitre, que tinha um grande volume na calça. Ele sorriu para aquilo, o fato de o deixar excitado sem nem ao menos tê-lo tocado. A música tocava ao fundo, e Sirius pegou um cigarro o acendendo e se mexendo lentamente, na batida de música.

Ele tragou o cigarro fundo e soltou a fumaça no ar, e deu um passo a frente. Dimitre reparou em como os olhos de Sirius faziam contraste com a fumaça que o rodeava. Sirius colocou o cigarro entre os dentes, e subiu em cima dele, tirando suas roupas e rasgando sua cueca. Dimitre sussurrou o nome dele, e já abria as pernas, enquanto Sirius tirava a cueca, mas Sirius não fez nada.

—Sirius? — ele chamou, achando que Sirius riria e o deixaria na vontade, mas Sirius pegou a mão de Dimitre, e chupou três dedos dele.

Dimitre ofegou, vendo Sirius chupar seus dedos, voluptuoso. Então, Sirius mordeu o lábio inferior, e se sentou no colo do loiro levando os dedos dele para o meio de suas nádegas. Ele lhe deu um sorriso malicioso e Dimitre finalmente entendeu. Ele enfiou um dedo dentro de Sirius devagar, amando ver a reação que o causava, ao ter um dedo todo introduzido nele. Ele mexeu o dedo dentro dele, e sorriu, ao ver Sirius se arrepiar e gemer gostosamente em seu colo. Sirius abriu os olhos, que até então estavam fechados, apenas aproveitando, e o mirou como se esperasse mais, Dimitre introduziu mais um dedo dentro dele, e os rodou, e abriu para alargar Sirius um pouco, percebeu que o maior fez uma pequena careta, mas em seguida tinha a cabeça para trás, rebolando tão lentamente que era quase imperceptível. Ele gemeu baixinho, quando o terceiro dedo foi introduzido, fez mais uma careta, mas continuou rebolando vagarosamente.

Sirius o puxou para um beijo, agarrando o pênis esquecido do loiro, os dois gemeram um na boca do outro, fazendo uma guerra, chupando um a língua do outro, mordendo os lábios, sedentos um pelo outro.

Dimitre retirou os dedos de Sirius, que soltou um muxoxo, mas Dimitre apenas o beijou e o empurrou para que se deitasse na cama. Ele se deitou ao lado dele, e passou a mão por sua cintura, e pela bunda, dando uma sutil apertada ali, para então ir para a coxa e a levantar lentamente. Com a mão livre e sobre o olhar atento e obsceno de Sirius, ele chupou seus próprios dedos e depois massageou a se próprio. Dimitre beijou o ombro de Sirius.

—Vou devagar. — ele murmurou, no ouvido de Sirius, o beijando atrás da orelha. — Vou aos poucos.

—Enfia tudo. — Sirius disse de volta, com firmeza.

Dimitre sentiu seu pênis chegar a tremer, e grudou seu peito nas costas dele, colocou sua boca na nuca do maior, e mirou seu pênis no local apertado, e até então imaculado. Ele empurrou contra Sirius, primeiro indo mais devagar, mas quando Sirius apertou sua cintura, ele empurrou com todo seu pênis contra a bunda do Black.

Sirius soltou um gemido doloroso, mas tão aliviado, que Dimitre quase gozou ao ouvi-lo. Ele abraçou Sirius, e arremeteu contra ele, dessa vez devagar, para que ele se acostumasse. Dimitre não sabia dizer se o Black estava chorando, como ele havia feito na primeira vez dele, ou se estava aguentando muito bem.

—Como ‘ta? — ele sussurrou.

Sirius sorriu. Doía como o inferno, mas estava tão bom, que mesmo que a dor fosse aguda e horrível, ele não pararia até que se aliviasse. Ele sentiu Dimitre arremeter contra ele mais uma vez, então novamente e novamente, até que Sirius tivesse seu rosto contra o colchão, gemendo em deleite, uma perna levantada para melhor acessibilidade, e o corpo inteiro pegando fogo. Estava tão gostoso e tão doloroso ao mesmo tempo, que Sirius não conseguia mesclar as reações, apenas gemendo relativamente alto, enquanto Dimitre mantinha a boca em sua nuca, gemendo seu nome baixinho.

—Tão bom… — Sirius chiou, rebolando de volta no pênis de Dimitre. — Tão...tão...Dimitre… — ele começou a gemer, sentindo a sensação pré orgasmo. Dimitre sentindo que o maior o apertava mais, agarrou o pênis dele, o masturbando. Sirius deu um gemido alto e lânguido, e caiu na cama, após gozar intensamente, com Dimitre ainda dentro de si, gozando em seu interior, com um gemido ainda mais alto que o dele.

Dimitre saiu de dentro de Sirius, aos poucos, e o Black sentiu sua bunda arder, mas era uma sensação gostosa. Dimitre beijou Sirius nas costas, então o abraçou, entrelaçando seus dedos. Sentindo-se muito feliz e satisfeito.

—Sirius. — ele chamou. Sirius soltou um resmungo qualquer, cansado demais, para formular palavras ou se mexer. – Eu tenho algo para dizer a você, e acho que você entendera. — ele murmurou. — Quando eu te digo aquela coisa… eu quero segurar a sua mão. — ele disse, apertando a mão de Sirius. — E quando eu te toco, eu me sinto feliz por dentro, então...deixe-me segurar sua mão. – ele murmurou. — Eu te amo, Sirius.

Sirius sorriu. Ele havia entendido. Ele havia sentindo. E mesmo que estivesse com um sorriso no rosto, ele sentiu seu coração se apertar.

Ele queria deixar Dimitre segurar sua mão, mas e se… ele simplesmente não conseguisse?

Notas finais
ADAM E ADDIE DE VOLTAAAAAA! CHORA, BEBÊ, CHORAAAAA! KFJGHKFJDHGJKDFHGKJDFHGJKDFHGJKDHGKJH ♥ E teve a cena escrita pela J.K, essas foram as exatas palavras dela, só que com a Addie no meio, eu fiquei lendo no livro pra escrever James nesse capítulo zzzzzz E SIRIUS DANDO O RABETÃO DELE, ADOROOOOOOOO! KJFGHKJFGHKJ PRÉVIASSSSSSSSSSSSS: 1º:"- Na próxima vez que você me apunhalar pelas costas eu vou fazer bem pior que isso, eu vou te matar, ouviu?" 2º: " - Você foi indicada! Indicada para ser Rainha do Baile!" 3º: "-Você quer ser meu namorado?" 4º: "-Não posso mais fingir, você escolheu o seu caminho e eu o meu." 5º: "-Então, você e o Adam? Estão super bem? —Fingimos estar." 6º: "-Eu estava no dormitório e Sirius e Emmeline apareceram lá e me expulsaram. " 7º: "-Como pode fazer isso com Dimitre?" 8º: "-Tanto faz, bicha." EPAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, TEM TRETA NO PRÓXIMO CAPÍTULO? TALVEZZZZZ KFJDGHDKFJGHJKG PARA AJUDAR NA MARATONA, COMENTE! O PRÓXIMO SAI ASSIM QUE BATER 10 OU 12 COMENTÁRIOS :) CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ xoxo ~Aurora