When We Were Young
66 I Put A Spell On You
Notas iniciais

I PUT A SPELL ON YOU
HOGWARTS
1975
5°YEAR
—Eu sou gay. – Dimitre proferiu. Lily revirou os olhos.
—Eu sei.
—Mas se eu sou gay, porque eu fiquei com, Marlene McKinnon, Mia Carcia e Cora Wegman?
—Porque você queria provar a si mesmo que conseguia gostar de garotas? – Lily sugeriu, penteando os cabelos ruivos. Dimitre a olhou impressionado.
—Acho que é isso.
—Você é tão idiota, Dimy. – ela riu e deu um beijou estalado na bochecha do menino. — Então o que acha? – ela perguntou, rodando no vestido rosa claro que ela usava.
—Criança de mais. – Dimitre respondeu. Lily torceu o nariz, mas tirou o vestido. – Seus peitos cresceram, Lily? – Dimitre riu. Lily corou, e deu uma risadinha
— Dimitre!
—Ué. Posso ser gay, mas ainda entendo de garotas. – ele riu .– Então, com qual idiota vai mesmo a Hogsmeade? O de sempre?
—Sim, o de sempre. – Lily disse com um sorrisinho – Nicholas. Ele é um sonho.
—Ta mais pra pesadelo. – ele resmungou, mas logo sorriu, pois sabia que o Dempsie fazia bem para a amiga.
—E com quem você vai?
—Com os meninos. – ele respondeu e Lily ficou emburrada. Ela gostava de Remus, tolerava Peter, detestava Sirius, mas ela odiava James. Ela sempre o odiou por azarar Severus sempre que possível, mas agora odiavam mais ainda por ele ficar atrás dela, a chamando para sair, desde o término dele com Adhara.
Dimitre suspirou, para a cara emburra de Lily. James e Sirius sempre azaravam Sev, quando Dimitre não esta por perto para impedir.
—Porque anda com eles? Eles são maldosos com Sev! E ele é nosso amigo. – ela falou, levemente irritada. Ela pegou um vestido vermelho e sapatilhas pretas, e se olhou no espelho.
—Eu sei. Já pedi desculpas para Sev, mas eu gosto dos garotos. – Dimitre murmurou..
Lily o olhou de lado, enquanto rodava na frente do espelho, para ver se estava bonita.
—Você gosta deles? – ela indagou.
—Gosto, eles são meus melhores amigos.
—Não Dimy. Eu quis dizer amorosamente. – ela falou, o olhando com atenção. Dimitre arregalou os olhos, e abriu a boca sem saber o que falar. Lily arqueou a sobrancelha e ele corou fortemente.
—Não! – ele negou prontamente. – Esse ficou lindo. – ele murmurou tentando mudar de assunto e ela perde o foco da conversa e sorri se olhando no espelho.
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Dimitre estava deitado em sua cama, quase dormindo, quando seus amigos entraram no quarto. Eles entraram fazendo algazarra, mas quando perceberam Dimitre dormindo, fecharam as cortinas dele e fizeram menos barulho. Dimitre sorriu, ao perceber que Sirius que tinha mandado os meninos pararem de gritar.
Eles começaram a conversar entre sim, aos sussurros, e Dimitre estranhou, levantando a cabeça, e se aproximando da cortina em volta da sua cama. Eles conversavam meio animados, mas levemente quietos.
—Semana que vem é Lua Cheia! – escutou a voz animada de James. – Nossa primeira Lua Cheia com o Aluado.
—Eu não estaria tão animado assim. Vai ser assustador...
—Vai ser super maneiro. – Sirius riu. – Vamos ver um lobisomem transformado pessoalmente, isso não é incrível? As maioria das pessoas que fizeram isso, não viveram para contar a história.
Dimitre ficou chocado. Ele começou a ligar as coisas, em sua cabeça. Como Remus sempre desaparecia um tempo do mês, e como os meninos pareciam sempre ficar aos cochichos quando isso acontecia. Dimitre ficou tão chocado, que levantou com tudo, agitando as cortinas. Ele se sentou em choque na cama, e sua cortina abriu abruptamente.
Os meninos o encaravam. Remus com cara de pânico. Peter roendo a unha nervoso. James com os olhos cerrados. Sirius com um sorrisinho de lado. Dimitre abriu a boca sem saber o que falar. E James pegou a varinha apontou na cara dele.
—O que você ouviu? – ele perguntou.
—James, calma. – Sirius falou, ficando na frente da varinha. – O que você ouviu, Dimy?
—Ahn...Ahn... – Dimitre gaguejou, ele entrou olhou Remus. – Você é um lobisomem?!
Remus engoliu em seco, e olhou para Dimitre, como se fosse chorar.
—Ele é, e daí? – James empurrou Sirius para o lado, e colocou a varinha na garganta de Dimitre. – Você não vai contar isso para ninguém, ouviu, Dimy?
—É, claro que não. – Dimitre murmurou, levemente assustado. Sirius empurrou James para trás e sorriu.
—Dimy não contaria. – ele falou. – Ele faz parte da gangue.
Remus suspirou aliviado.
—Obrigado, Dimy. – ele murmurou. Dimitre assentiu.
—Como... como aconteceu?
Todos se sentaram na cama de Dimitre, e começaram a conversar. Dimitre descobriu sobre o Mapa do Maroto, e que eles tinha se transformado em animagos, além da triste história, de como Remus foi mordido.
Quando todos foram dormir, Remus abraçou Dimitre agradecido, e Dimitre já não estava mais assustado. James pediu desculpas, e disse que ele só queria proteger os amigos dele.
Sirius sorriu para Dimitre, deitado na cama dele. E Dimitre da dele sorriu para Sirius. Os dois riram.
—O que?
—Nada... eu só sabia que você aceitaria o Remus. – ele murmurou. Dimy corou. – Eu percebi, enquanto conversávamos. Eu gosto de conversar com você, Dimy. Mesmo que por algum motivo você não esteja falando comigo.
—Eu também gosto de conversar com você, Sirius. – Dimitre sorriu. — Mesmo que não saiba o motivo que estou irritado com você.
—Eu sei, eu sou muito incrível.
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Dimitre tinha feito sexo.
Com um garoto.
E foi tão incrível, que ele tinha vontade de chorar só de lembrar.
—Eu não acredito! Eu não acredito! Eu não acredito! Eu não acredito! – Lily gritou, enquanto pulava na cama. Dimitre riu alto. – Você fez sexo! Isso é tão...tão porra! – os dois riram alto.
Dimitre olhou Lily, se sentindo muito bem e feliz.
—Você gostou? – ela perguntou curiosa.
—Se eu gostei? Eu a-m-e-i.
Depois daquela noite Dimitre virou quase um ninfomaníaco. Ele descobriu um monte de garotos em Hogwarts, que gostavam de garotos como ele, mas mantinham em segredos. Garotos com namoradas, até.
Dimitre amava sexo.
Mas cometeu um erro trágico ao fazer com sonserino traiçoeiro.
Ele andava com Lily, de braços dados, pelos corredores em direção ao Salão Principal, para o jantar. Olharam os papais jogados no chão, confusos, e vários dele colados nas paredes.
—O que é isso? – Dimitre perguntou curioso.
Lily se agachou e pegou um do chão, ela arregalou os olhos em choque, e olhou o amigo.
—Lily? – ele perguntou. Lily olhou o amigo e escondeu o papel.
—Vamos pro dormitório...
—Me deixa ver. – ele pediu, erguendo a mão. Lily negou com a cabeça.
Dimitre bufou, ao ver as pessoas o encarando e cochichando, enquanto apontavam para ele. Ele vai até a parede e arranca um papel colado lá. Ele abre a boca, e olha o papel. Ele olhou ao redor, vendo as pessoas rindo agora, e voltou a encarar o papel sem saber o que fazer.
No papel estava Dimitre e Avery fazendo sexo, mas apenas o rosto de Dimitre aparecia, o sonserino estava de costas, salvando sua imagem.
—Oh, Dimy. – Lily murmurou. Dimitre se virou para Lily, que o encarava tristemente e mais a frente ele viu os Marotos com os papéis na mão e o encarando. Adhara gritava com as suas Chanels para elas arrancarem todos os papeis das paredes. Dimitre fechou os olhos com vergonha, ele se virou e saiu correndo, sem olhar para trás. Ouviu seu irmão que aparecera no corredor gritar seu nome, mas ele continuou correndo sem rumo.
Quando parou de correr tinha saído de Hogwarts e estava na orla da Floresta Proibida. Cansado, se jogou em um tronco, e suspirou pesadamente. Pegou um baseado que Sirius tinha lhe dado mais cedo, e acendeu.
—Se escondendo? – Severus apareceu, andando calmamente até o amigo.
—Me seguindo? – Dimitre rebateu.
Sev deu de ombros e tira um daqueles papéis do bolso. Ele desamassou e olhou para o papel, Dimitre corou e pegou da sua mão o papel e queimou com a varinha.
— Então agora todos sabem sua sexualidade? – Severus perguntou, enquanto os dois assistiam o papel queimar.
Severus soube sobre a sexualidade de Dimitre, logo depois de Lily. Dimitre estranhamente confiava muito nele, apesar de tudo que James falava sobre ele, Dimitre considerava Severus um dos seus melhores amigos.
—Aparentemente. – Dimitre bufou, dando uma longa tragada no baseado. – Eu não sei o que fazer.
—Não sabe o que fazer? – Sev revirou os olhos – Seu irmão te aceitaria numa boa, você me disse que ele uma vez ele beijou um cara, certo? E Lily e eu já sabemos e os seus amigos... – ele murmurou com nojo –... Te aceitariam também, se são seus amigos. Adhara estava furiosa, dizendo que ia bater em que tinha feito isso. Seus amigos que importam, os outros não.
Dimitre sorriu, e passou um braço pelo ombro de Severus.
—Sabe se você desse um jeito no cabelo e no seu nariz eu te pegaria. – ele riu. Severus revirou os olhos, e deu uma risada. – Mas você não ficaria comigo. – Dimitre murmurou. Severus o olhou com uma sobrancelha arqueada a sobrancelha. – Porque você ama a Lily.
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—Finalmente. – Lily disse apoiada no quadro da Mulher Gorda. Dimite e Sev tinham ficado lá fora por um tempo e depois foram à cozinha e eu roubaram um hidromel, para fazer Dimitre mais feliz. Então Dimitre estava completamente bêbado. — Ele esta bêbado?
—Claro que não. – Dimitre gargalhou violentamente.
—Eu tentei pará-lo. – Sev falou, apoiando o amigo nos ombros.
—Sabe, Sev... – Dimitre balbuciou. – Na verdade, para eu te pegar, você só precisa dar um jeito no cabelo, o nariz é seu charme. – ele riu. Lily riu também e Sev passou Dimy para ela.
—Até amanhã, Sev. – Lily sorri e depois falou a senha para Mulher Gorda que olhava irritada Dimitre. Ele mostrou o dedo médio para ela, que abriu a boca alarmada.
—Que absurdo! – ela gritou e Lily o puxou para dentro.
—Cala a boca, sua gorda. – Dimitre gritou.
—Seu menino endiabrado. – ela gritou de volta e Lily teve que o segurar para que ele não fosse rasgar aquele quadro todinho.
—Gorda!SUA GORDAAAAAAAA! – ele berrou. Lily o puxa com mais força tentando não rir.
—Fica quieto, Dimy! – ela brigou.
—Lily. Li-ly. – ele riu. – Nome engraçado. Li-ly. – ele gargalhou.
Lily deu uma risadinha.
—Li-ly eu tenho muitos segredos além de ser gay. – ele murmurou. Ela o ajudou a subir as escadas. – O Remus ele todo mês faz coisas estranhas. Ele é estranho. – ele falou, e Lily o olhou curiosa. – E o Sev ele gosta de uma garota, tipo muitooooo. E o James , eu realmente acho que ele é retardado mental.
Lily gargalhou e abriu a porta do dormitório masculino. Os meninos estavam acordados e olharam para a porta ansiosos.
—Ele ta bêbado, está dizendo sobre segredos e coisas que Remus faz todo mês. – Lily comunicou e os meninos se entreolham, depois ela beijou a testa de Dimitre. – Eles vão cuidar de você, Dimy.
Ela saiu do quarto, e Dimitre se virou para os amigos, com um sorriso bobo no rosto.
—Eu não to bêbado. – ele falou enrolado. – Me sinto bastante sóbrio. Li-ly ta exagerando. – ele deu risada. – Li-ly. É um nome engraçado.
—Vem cá. – Sirius riu, o puxando para se apoiar nele. – Vamos dar um banho em você.
—Por quê? Não estou sujo. – Dimitre reclamou, enquanto Remus tirava a sua roupa com feitiços.
—Está fedendo a bebida. – falou Peter, pegando a toalha de Dimitre, como James havia mandado. Os meninos o deixaram só de cueca e o levaram para o banheiro, enquanto Frank dormia roncando na própria cama,
—Não quero tomar banho. – Dimitre soluçou bêbado. Mas Sirius e James o empurram e o colocaram embaixo do chuveiro. Remus ligou e um jato de água fria, bateu nas costas nuas de Dimitre. — Nãoooooooooo. – ele gritou. – Sai! Sai! Não queroooo. – Dimitre berrou. Os meninos riram, e com acenos de varinhas, Remus fez o sabonete voar e começar a passar na pele de Dimitre.
Depois que acabaram, ele colocaram Dimitre na cama dele, e foram dormir.
Sirius se sentou na sua cama, e olhou os amigos dormindo. Antes de Dimitre cair no sono, Sirius se sentou na cama dele, e acariciou seus cabelos. Ele aproximou o rosto da orelha dele e sussurrou:
—Eu sabia que você gostava de mim.
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—Isso que é música de verdade. – Dimitre disse, quando o LP de I Put a Spell on You começou a soar pelo toca-discos. Sirius sorriu, concordando.
Sirius e Dimitre estavam na Casa dos Gritos. Amanhã seria uma noite de Lua-Cheia, então Remus estava irritado no dormitório, como sempre ficava antes da Lua-Cheia, James estava trepando com alguma menina, Addie estava assistindo o treino de Adam e Peter provavelmente estava vagando pelos corredores parecendo um fantasma, como fazia utilmente.
Dimitre sabia agora, quem era realmente os Marotos. Os Srs. Aluado, Tetas, Rabicho, Almofadinhas e Pontas. Eles eram incríveis, aos olhos de Dimitre. E agora ele estava incluso na amizade.
—I put a spell on you…– Sirius cantarolou, em pé enquanto dava um trago no baseado entre seus dedos.
O quarto estava coberto por uma neblina de nicotina. E Dimitre observou Sirius.
Sirius fumava o olhando, enquanto dançava a música lentamente. Dimitre estava deitado na cama velha que tinha no quarto, apenas apreciando a dança sensual do Black.
Sirius sorriu malicioso para Dimitre.
Dimitre corou. Ele pensava muito em Sirius. Ele tentava não pensar, mas, droga Sirius era tão lindo.
Sirius Black era extremamente lindo etodo mundo sabia disso. Dimitre mais que ninguém, bem talvez Emmmeline mais do que ele.
Dimitre observou os olhos parecerem uma tempestade, enquanto ele fumava o baseado, com aquele sorriso malicioso que assombrava seus sonhos.
Sirius se aproximou e engatinhou na cama até está por cima de Dimitre, que tinha perdido o fôlego com a súbita aproximação do garoto. Sirius tinha o rosto determinado, quando assoprou a fumaça na boca de Dimitre. O loiro puxou a fumaça para dentro e depois soltou lentamente no rosto do Black.
— I put a spell on you…— Sirius cantarolou novamente, olhando com atenção para o rosto do outro. – Because you’re mine...
Dimitre sorriu e Sirius olhou sua boca antes de se aproximar e selar os seus lábios lentamente, fazendo o loiro lamentar por ser tão devagar. Sirius riu travesso, e o beijou com mais força, sugando o ar de Dimitre.
Ele passou os braços pelo pescoço de Sirius, o puxando para mais perto. A língua de Sirius serpenteou pela boca dele, com extrema maestria. Um arrepio correu pelo corpo de Dimitre e ele gemeu nos lábios molhados de Sirius. Em respostas Sirius se mexeu levemente em cima dele e fez uma fricção gostosa. Os dois gemeram junto e Sirius se ajeitou investindo nele sobre as roupas, causando mais fricção.
Dimitre perdeu o fôlego ao sentir a ereção de Sirius em sua cocha e gemeu novamente. Sirius devorou sua boca, exigindo o controle e Dimitre simplesmente cedeu aos encantos do garoto, se sentindo completamente nas nuvens.
—Você beija bem. – Sirius sussurrou ofegante. Deixando o queixo apoiado no peito de Dimitre, com a boca deliciosamente vermelha.
Aquilo só podia ser um sonho.
Sirius o olhou travesso e desceu a mão pela barriga dele e apertou seu pênis por cima da calça. Dimitre soltou um gemido angustiado.
—Sirius. – ele chamou. Ele o olhou com a mão sobre o volume na calça do loiro – Deixa comigo. – ele sussurrou.
Virou-se ficando por cima. Tomou o controle, e lhe deu um chupão forte no pescoço.
—Maldito. – Sirius sussurrou com um sorriso. Dimitre sorriu satisfeito e abriu a camisa de Sirius botão por botão dando beijos a cada botão aberto. Depois partiu para sua calça, desafivelando seu cinto rapidamente
Quando ficou cara a cara com a ereção, extremamente dura de Sirius, sorriu novamente e ergueu os olhos para o Black. Ele estava apoiado pelos cotovelos o olhando ansiosamente e quando Dimitre o abocanhou quase gozou ao ouvi-lo gemer seu nome.
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—Sempre fico nervoso antes de uma Lua-Cheia. – Remus murmurou. – Ainda mais agora, que morro de medo de machucar um de vocês. E amanhã é seu aniversário Addie. Você deveria estar comemorando não passando junto comigo, na minha… pior forma.
—Relaxa, Aluado. – Addie sorriu carinhosa. E o beijou na bochecha, Remus corou e sorriu para ela. – Tudo vai dar certo. Sempre da.
— Isso mesmo, Remus. Pare de ser um cagão. – Sirius riu, os meninos riram. E Sirius lançou um olhar malicioso para Dimitre. Dimitre corou, os dois não tinham comentado nada sobre o fato de Dimitre ter o chupado e ele gozado na boca do loiro.
—Remus, só relaxe. – Dimitre murmurou.
Remus olhou de Dimitre para Sirius.
—Vocês tão bem? – ele perguntou.
—Claro. – Dimitre deu de ombros.
—Vocês estão estranhos. – Remus observou, fazendo Dimitre ficar mais corado. — Fizeram as pazes?
—Verdade. – Pontas disse, colocando o pijama, não ligando de tirar a roupa perto de Addie. – Ficam se olhando esquisito, até Rabicho percebeu.
—É. – Peter concordou, colocando o seu pijama de patinhos. Addie deu uma risadinha, e Dimitre olhou para ela, ele corou mais ainda ao perceber o olhar da garota.
Sirius totalmente tinha contado para ela.
—Vocês são idiotas. – Sirius passou um braço pelo ombro de Dimitre. – Eu e Dimy só gostamos de conversar muito e agora estamos bem.
—O que isso quer dizer? – Peter perguntou confuso.
—Acho que quer dizer que agora eles dividem segredos só entre eles. – Remus riu e James ficou emburrado, com um claro ciúmes de Almofadinhas. Addie gargalhou.
—Somos bem íntimos, não é Dimy? – Sirius sussurrou no ouvido de Dimitre de modo provocativo.
—Mas relaxe, James... – Dimitre falou, tentando ignorar Almofadinhas. — Você e Sirius ainda podem trepar no armário de vassouras
Dimitre, Remus, Peter e Addie gargalharam. Enquanto James emburrava a cara.
O boato que estava rolando na escola era que James e Sirius estavam tendo um caso. Pois uma garota do terceiro ano jurou, que viu eles dois beijando Emmeline Vance, juntos.
—Isso é ridículo. – disse James – Vocês sabem que são só boatos idiotas.
—Claro. – Remus riu. – O fato de você de repente ter virado veado não tem nada haver com isso.
Gargalharam de novo. E James os olhou com os olhos semicerrados.
—É um cervo! – ele gritou.
—Nossa, Jay. – Dimitre fingiu preocupação. — Está tão estressado. – ele riu travesso. – Sirius não está cuidando direito do seu pauzinho? É, isso?
Remus e Peter gargalham e James me socou Dimitre no braço. Addie sorriu, e sussurrou algo no ouvido de Sirius.
—Ah é? Você vai ver, seu bichinha. – James falou. Dimitre riu, não ligando que o amigo o chamasse assim.
James o empurrou e subiu em cima dele, fazendo cócegas.
—Não! James, para! Eu não sou a Addie. – Dimitre gritou gargalhando.
—Diga! Diga que quer pegar no meu pauzão. – James berrou.
Remus riu, e pulou em cima dos dois para ajudar Dimitre. Sirius gargalhou e fez a mesma coisa. Addie sorriu para os meninos, e saiu rindo do dormitório. Peter riu, e se preparou.
—Agora é minha vez!
—NÃO, PETER!
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—Não!Animagos...Não. – resmungos acordaram Dimitre. Ele se levantou e surpreso percebeu Remus se debatendo levemente em sua cama, suando, e resmungando. – Não! Lobisomem... – ele murmurou, no meio do sono. – Monstro!
Dimitre foi até lá,e se sentou na beirada da cama dele.
—Remus. – ele chamou baixinho. – Aluado, acorde. – ele repetiu. Remus acordou assustado e Dimitre logo percebeu que ele estava chorando, então o puxou para um abraço e deixou-o chorar em seu ombro.
—Desculpe. – Remus murmurou. Dimitre apenas sorriu, e ficou com Remus, até ele pegar no sono novamente. Depois se levantou e foi até a cama.
—Foi muito legal o que fez pelo Aluado. – Sirius falou. Ele estava deitado na cama de Dimitre, sorrindo. O loiro sorriu, e se deitou ao lado dele, fechando as cortinas.
—Ele fica nervoso, por vocês. – Dimitre disse. Sirius assentiu e seu apoiou em um cotovelo em uma clássica pose de Deus Grego. – Não vamos conversar sobre o que aconteceu? – Dimitre perguntou. E Sirius sorriu.
—Sobre o que? Sobre a gente ter sido esmagado pelo Peter ou sobre você ter me chupado?
Dimitre sorriu sacana.
—Você me beijou primeiro. – ele rebateu. Ele sorriu e me beijou o loiro.
—Eu sei. – ele murmurou subindo em cima do garoto. – A culpa é sua ser tão fodidamente sexy.
Dimitre fechou os olhos gostando dos beijos molhados, e das mordidinhas de Sirius.
—Sirius? E Emmeline?
—O que tem ela? – Sirius perguntou, continuando os beijos em Dimitre. O loiro gemeu. – Nós não temos nada sério.
—Mas...oh, mas ela gosta de você. – Dimitre sussurrou.
—Eu sei, mas... eu gosto de você também. – Sirius sussurrou, e voltou a beijá-lo e dessa vez Dimitre sentiu ele descer os beijos.
E então fizeram o sexo mais sujo de suas vidas.
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