Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOO CHANELS ♥ Desculpa a demora, eu perco a noção do tempo real. Muito obrigada por todas que estão tendo paciência e continuam acompanhando a fanfic, para aqueles que gostam de ler a fanfic, mas não aparecem, aqui está meu convite para você! Deem um hello!! Eu iria amar! Sim, capítulo passado eu matei a Dido Shafiq a.k.a Dido Injustiçada. Sorryyyyy! Espero que aproveitem o capítulo e que prestem atenção nesse gif MARAVILHOSO! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ ENJOY ♥

HOUND DOG

HOGWARTS

1977

6th YEAR

—Eu só sinto… essa necessidade de ficar com Emmeline. — disse Sirius, olhando para os Marotos de olhos arregalados. — Eu não estou conseguindo me controlar! — ele disse desesperado, agarrando os lençóis da cama. Remus lhe deu um olhar por cima do livro que lia, um olhar de deboche. Peter achou engraçado e olhou o amigo interessado e James franziu a testa. — Quando eu a vejo andando… eu só quero… tê-la. — ele disse, sentindo o peito bater rápido.

—Você é um cachorro, Sirius. Um cachorro muito mal! — falou Remus, com o livro na frente da cara dele.

—Eu sei! — lamuriou Sirius, jogando a cara no travesseiro.

—Sério, você é o maior babaca. — disse Remus, revirando os olhos.

—Emmeline é muito gostosa, Almofadinhas. — falou Peter, com um sorrisinho sonhador na cara. — Eu totalmente te entendo… – disse. Remus o olhou chocado. — … se bem que sinto falta de ver ela com o uniforme de torcida… mas também acho que se eu visse um só ia pensar em Dido Shafiq morta… seu pescoço quebrado...

—É… — murmurou Sirius, levantando a cabeça do travesseiro. — E eu definitivamente não conseguiria me concentrar com Emmeline… naquele uniforme… Oh, Merlin! — ele lamuriou novamente.

—Eu não acho que você deveria trair Marlene. — comentou James. Sirius se sentou na cama chocado. Peter arregalou os olhos tanto que sentiu arder. Remus deixou o livro cair na cama e foi para a cama de Peter se sentar ao lado dele. — Que foi…

—Repete. — disse Peter. E Sirius e Remus assentiram querendo a mesma coisa. James ficou quieto e suspirou mexendo no cabelo.

—Eu só acho que você não deveria trair sua namorada, Almofadinhas. — ele murmurou. Sirius franziu a testa e cerrou os olhos.

—Pontas. — ele disse. — Você por um acaso está dizendo isso porque Marlene é melhor amiga da Ruivona? — ele indagou. James o olhou culpado. — POTTER!

—Desculpe! É que ela totalmente não gostaria que você traísse Marlene e… eu não quero guardar segredos do meu precioso Lírio! — falou James. Remus começou a rir e Peter o acompanhou, mas Sirius cruzou os braços parecendo até mesmo com ciúmes. – E, sério, Sirius, porque não termina com Marlene e transa com Emmeline? Tipo você e Emmeline se separam, ai volta, ai se separam de novo, porque não só ficam juntos? Transando, fumando, sendo felizes. — ele disse. Remus assentiu concordando. — Isso faria minha Lily feliz, porque ela totalmente odeia que você namore Marlene...

—Eu sou mais importante que a Ruivona! — bufou Sirius. — Ela nem tem sentimentos…

—… só testículos. — acrescentou Peter. – Todo mundo sabe disso.

—Além de que ela nem gosta de você. — falou Sirius. James soltou um barulho chocado.

—Lily me ama! Ela só não sabe ainda… — ele disse, como se isso fosse óbvio, mas então ele bufou. — Mas Emmeline é muito gostosa e ela anda te dando uns olhares…

—Obrigado! — disse Sirius. Remus voltou a bufar e revirar os olhos e voltou para sua cama.

—De vez ficar pensando em trair a sua namorada, talvez devesse se resolver com Frank! — mandou Remus. — Você teve coito com a namorada dele… e também se resolver com Dimitri, pelas cuecas sujas de Merlin! — ele acrescentou, parecendo irritado. — E também cuidar da sua namorada que teve a cabeça rachada por uma pedra…. E …. e – Remus bufou pele milésima vez, com o livro erguido em frente ao seu rosto, mas seus olhos estavam parados em um ponto fixo sem ler nada, além de que o livro estava de ponta cabeça. Sirius arfou sobressaltado e Remus olhou por cima do livro dele. — O que foi? — ele perguntou. Sirius olhou para baixo com horror, encarando sua mão.

—Tem algo na minha mão. — ele disse.

—O que é? — indagou Remus. Sirius levantou a mão mostrando o dedo do meio para Remus.

—Você me conte o que é. — disse Sirius, ainda fingindo olhar a mão com horror. Remus fechou a cara e James revirou os olhos, lambendo um baseado para fechá-lo, sem desviar o olhar para os amigos.

—Não acredito que caiu nessa de novo. — ele disse. Peter gargalhou, enquanto Remus lançava um de seus olhares para Sirius, que agora mostrava sua mão para Peter.

—Vocês vão para a aula de Feitiços hoje? — Remus indagou, deixando o livro de lado, pra mexer em sua mochila, checando alguns pergaminhos.

—Sim, para ver meu Lírio.

—Se James for eu vou.

—Não sei se eu estou emocionalmente pronto.

Remus revirou os olhos para Sirius, enquanto os outros davam risadinhas.

—Quando é que você vai falar com Frank? Ele e Alice estão em crise e a culpa do sexo pode até ter sido do Peter, mas a de mentir foi sua. — falou Remus.

—Não sei se estou emocionalmente pronto para isso também.

—Quando que você está emocionalmente pronto para qualquer coisa, Sirius? — indagou Adhara, encostada na porta do dormitório. Ela sorriu para os Marotos e entrou fechando a porta atrás de si.

—Acho que ainda vamos saber. — respondeu Sirius. Ela se sentou ao lado de James e suspirou.

—Argh, eu mato por um pouco de salvia agora. — ela disse, aceitando o baseado de James, ela colocou entre os lábios e deixou o ex-namorado acender para ela. — Todas as minhas Chanels estão loucas, queriam fazer uma rebelião total, elas estão sentindo-se peladas. — riu Adhara. — A única bem com isso é Emily, que não deu a mínima e Dimitre… ficou chateado por não ter ficado tanto tempo na equipe, mas não se importou muito…

—Uma pena, ele fica com uma bundinha sensacional naquele uniforme. — comentou Sirius.

—Você só não consegue parar de ser uma vagabunda, não é? — falou Remus.

—E você e Emmeline? — indagou Adhara curiosa. — Ela me contou tudo é claro… sexo na floresta, uau.

—Foi demais. Não me sentia daquele jeito fazia tempos. — sorriu Sirius, se deitando no chão. Ele colocou a cabeça na perna de Peter e pegou o baseado que Adhara passou para ele.

—Antes de você entrar estávamos tendo um debate se Sirius deveria ou não trair Marlene. — contou Peter, pegando o baseado. — Remus votou não, eu votei sim e James está meio a meio, quer desempatar?

—É, claro que Sirius não deveria trair, Marlene, isso é ridículo.

—Obrigado! — suspirou aliviado Remus. Sirius fez uma careta.

—Mas Emmeline está se sentindo muito sozinha, estou tentando voltar a ser como era antes com ela, só que acho que vocês deveriam conversar. — falou Adhara e Sirius voltou a sorrir e Remus a resmungar. — Ela ficou muito sozinha, depois que todo mundo descobriu que ela bateu na cabeça da Marlene com uma pedra. Ficou sozinha após você fazer sexo com ela e então ficar bravo com ela.

—O que eu deveria fazer? Ela realmente bateu com uma pedra na cabeça da minha namorada. — disse Sirius, exasperado. — Droga, eu vou conversar com ela.

—Isso é tudo culpa daquela maldita pílula! – berrou Remus, fazendo todos o olharem. James começou a rir, já meio chapado. — Não tem graça, Pontas.

—Calma, Aluado. — ele riu. — A pílula não fez nada.

—Ele já contou para vocês sobre a Teoria da Pílula? — perguntou Adhara, com um sorriso.

—Sim, ele já nos apresentou sua teoria maluca. — falou Sirius.

—Não é maluca, é real! — disse Remus. — Todo mundo mudou depois da pílula, tudo mudou! Olha só o que aconteceu, pedradas na cabeça, o término do casal que mais tinha chances de ser pra vida toda… as líderes de torcida acabaram… teve uma morte!

—O que a morte de Dido Shafiq tem a ver com a Teoria da Pílula? — indagou James, com cara de confusão. — Não gosto de pensar sobre Dido… fico me lembrando que já me peguei com ela… com uma garota morta…

—Conheço o sentimento. — murmurou Peter.

—Merlin, prestem atenção, seu bando de parvos idiotas. — falou Remus, sacudindo James e Peter.

—Você anda falando muito essa palavra. — comentou Adhara, tragando o baseado. — Teddy só sabe falar parvos agora…

—Todo mundo mudou! Frank, Alice, Dimitre, Lily! Addie… — ele parou de falar, arregalando os olhos. Os meninos arregalaram os olhos também e Adhara os olhos com uma sobrancelha arqueada.

—Addie o que? — ela indagou.

—Bem, Addie… você mudou pra caralho. — respondeu Peter. — Você estava toda depressiva antes da pílula, eu achava que qualquer dia desses iriamos te encontrar morta com seu fantasma dividindo o banheiro com a Murta-Que-Geme e de repente… você está toda alegre e feliz, parece até mesmo a Adhara de sempre, a Chanel Nº1. – ele desatou a falar, enquanto os outros três olhavam para ele com as bocas abertas e chapadas. — Fizemos até mesmo uma reunião sobre isso…

—Fizeram uma reunião sem mim? — ela indagou, magoada.

—Foi uma Reunião dos Machos. — disse James. — Não dos Marotos, nunca te deixaríamos de fora, Tetas. — ele sorriu.

—Você não me chama assim faz muito tempo. — comentou Adhara, ela deu um sorrisinho olhando para as próprias mãos. — Acho que eu não estava me comportando como a Tetas… mas eu voltei, vadias. — ela riu. James e Peter se jogaram em cima dela gargalhando, mas Remus e Sirius ficaram agora sentados lado a lado sorrindo para o montinho de três pessoas a frente deles.

—Acha que ela voltou? Que ela está bem? — sussurrou Sirius para Remus.

—Ela está fingindo muito bem, não é? — respondeu Remus.

—ADDIE! — berrou Emmeline, logo ela apareceu na porta. — É uma emergência, vamos! — ela disse, entrando no quarto só para puxar a amiga do chão e sair correndo. Os meninos se entreolharam e saíram correndo atrás.

—Eu espero que isso não seja uma real emergência, porque eu estou levando só uma garrafa de hidromel. — disse James.

—A Grifinória ganhou a Taça das Líderes de Torcida. — sorriu McGonagall. Eu pisquei surpresa e Emmeline ou meu lado começou a pular e bater palmas animadas.

—Mas as equipes acabaram…

—Sim, contamos os pontos que as equipes tiveram e a Grifinória ganhou. Dumbledore acha que vocês merecem saber quem ganhou, por todo o esforço em que botaram na equipe. — disse McGonagall. Emmeline estava exultante, pulando no lugar e gritando a torcida da Grifinória.

—Mas Dido…

—Seria fantástico se a Sonserina tivesse ganhado, mas elas ficaram em segundo por poucos pontos, Srta. Black. — me informou a Professora. — Uma tragédia o que aconteceu.

—Sim, uma tragédia. — murmurei. Emmeline me abraçou sorrindo e eu a abracei de volta. — Ganhamos graças a você. — falei. Ela deu um sorriso tímido.

—Eu só fiz o que você me ensinou… e tenho certeza que os últimos jogos em que você participou trouxeram muitos pontos para nós. — ela me respondeu. — Somos melhores juntas do que separadas, Addie. — ela disse. Eu sorri para ela. Eu sentia falta dela, nós éramos melhores amigas desde antes do nosso juramento por pizza, quando Mary ainda estava conosco.

—Com certeza, Emme.

—Uma salva de palmas para a última equipe de torcida da Grifinória. — falou a Professora McGonagall, enquanto eu e minhas Chanels sorríamos para a câmera na mão de Filch e eu e Emmeline segurávamos a taça em nossos braços.

Hogwarts inteira aplaudia, a Grifinória vibrava em peso, urrando e até socando a mesa entusiasmados. Emmeline e eu nos entreolhamos com um sorriso e ela cutucou Emily que tinha uma cara de entediada, ela nos olhou e torceu o nariz, mas deu um grande sorriso assim como Frank ao seu lado que não conseguia manter os quadris quietos. Nós já iríamos sentar, mas eu olhei o troféu em meus braços, o nome da equipe de torcida da Grifinória no Troféu e me lembrei de alguns troféus que eu tinha com meu nome na Sala dos Troféus no terceiro andar, por ser uma ótima capitã e uma batedora notável e então olhei para a Mesa da Sonserina.

—Eu poderia dizer algo, Professora? — indaguei, ela me olhou surpresa, mas consentiu. Suspirei e passei o troféu para Dimitre ajudar Emmeline a segurar. Apontei minha varinha para minha garganta e usei o feitiço amplificador. — Oi. — eu disse. — Eu sou Adhara Black, não que todo mundo já não sabia quem eu sou. — falei. Escutei Sirius gritar meu nome e James aplaudir, fazendo Peter assobiar, mas algumas pessoas o imitaram e eu sorri. — Eu sei que muitos de vocês só estão esperando para ver se eu vou falar alguma coisa sobre Adam Cook… — falei, sentindo dor ao dizer esse nome. — … ou meu quase-casamento com meu primo. Só que eu não iriei falar sobre nada disso. — disse, simplesmente. – Eu estou aqui para falar sobre Dido Shafiq. Ela merecia estar aqui para segurar esse Troféu. — disse. — Por isso queria chamar aqui a equipe da Sonserina para receber esse troféu com a gente… — falei. Elas ficaram quietas por um tempo, então Leh Soto se levantou com um sorriso e começou a caminhar até nós, logo todas as sonserinas da equipe de torcida as seguiam. Elas se misturaram conosco e eu voltei para o lado de Emmeline segurando o troféu com ela e Leh e Kat. Todas sorrimos, enquanto Diretor Dumbledore começava a aplaudir, fazendo todos o seguirem por livre e espontânea vontade. Filch começou a tirar fotos apreçado e quando terminou Leh me abraçou, a abracei de volta, vendo minhas Chanels abraçarem as sonserinas, o Troféu esquecido no chão.

—Muito bem. Muito bem. Isso foi muito bonito de sua parte, Srta. Black. — falou Slughorn ao lado de Dumbledore. Eu podia ver McGonagall sorrindo orgulhosa. Todas começaram a ir se sentar, mas eu ainda não tinha terminado.

—Eu não terminei. — disse, sendo a única a ficar em frente a Mesa dos Professores. Emmeline me olhou confusa no corredor entre a Mesa da Sonserina e Grifinória, onde as líderes estavam misturadas. — Eu queria dizer também que … nada disso importa. Esse estúpido Troféu que todas nós ligamos tanto. — falei, franzindo a testa. — Porque tudo isso é tão importante? Porque ser a mais popular… ser a Rainha do Baile é a coisa mais importante? Ou essas fofocas idiotas que sempre estão rolando pelos corredores. — indaguei a todos. — Não é. E infelizmente Dido morreu antes de perceber isso… quando sairmos de Hogwarts isso não vai passar de lembranças e tudo que vamos nos importar é com a guerra. — eu disse. — Isso que é importante e que todos deveríamos pensar. Não é importante saber se Adhara Black realmente chupou Rabastan Lestrange atrás de um arbusto nos Jardins. Ou se Emmeline Vance realmente bateu com uma pedra na cabeça de Marlene Mckinnon. — eu falei, exasperada. Professora McGonagall começou a andar em minha direção, mas eu jurei que vi Dumbledore fazer um sinal para que ela parasse. — Não é importante saber se Leh Soto e Yuri Petrovich estão namorando, nem se Aleto e Amico Carrow realmente se beijaram na festa do Slug. — falei, escutei um soco na mesa vindo da Sonserina, mas eu não parei. — Não é importante saber quem meteu a porrada em Theo Nott ano passado, nem se Jackie Rudetsky realmente foi pega chapada na Sala de Feitiços. — continuei. — Droga, não é importante saber se realmente Dido Shafiq era gay. Parem de fofocar sobre coisas estúpidas e comecem a pensar em como vão proteger aqueles que amam quando a guerra finalmente estourar. Porque nem todos são sangue puros e ricos, porque nem todos são da Sonserina, a maioria não é. — eu suspirei fundo. — O importante é se proteger e proteger aqueles que amam… — eu disse, sentindo uma lágrima infeliz escapar e rolar pela minha bochecha. — … tudo pode mudar de um segundo para o outro, se não tomarmos cuidado podemos perder aqueles que amamos e ver quem ama morrer é pior do que a própria morte. — falei. — Que Dido Shafiq descanse em paz.

—Caralho, Addie, aquilo foi… — Sirius não terminou de falar, se sentando ao meu lado nas arquibancadas.

—Como me achou? — perguntei, olhando a bonita vista do campo de Quadribol. Ele mostrou o Mapa do Maroto no bolso e eu sorri.

—Você saiu correndo. Hogwarts inteira começou a enlouquecer. — disse Sirius. — Um monte de gente começou a chorar, eu juro, nunca vi tanta gente chorando ao mesmo tempo, teve uns babacas da Sonserina que riram, mas começaram a vaiar tanto eles que só restou eles calar a boca para não apanhar. — ele me contou. — Todo mundo levou a sério o que você disse.

—Eu estava falando sério.

—Não, eu estava. — ele disse, fazendo uma piadinha com o seu nome. Eu ri, mesmo sendo uma das piadas mais sem graças e idiotas que eu já tinha escutado. Sirius riu também, mas nós dois começamos a rir muito e bastante alto, gargalhando e balançando os ombros. — Addie, porque… não trouxe seu gato? O Satanás?

—Lúcifer. — corrigi. Ele deu de ombros. — Eu quis o deixar com Teddy… para ele se sentir mais em casa… mais perto de mim, sabe? — falei. Sirius sorriu.

—Está quase escurecendo. — comentou ele, quando finalmente pararmos de rir que nem dois idiotas.

—Lua Cheia. — sorri. — Animado?

—Sempre. — ele respondeu com um sorriso. — Melhor semana do mês, a menstruação do Aluado. — ele disse.

—Acho que vou já ir para a Casa dos Gritos, conversar com Remy um pouco. — falei, me levantando e limpando minha saia. Sirius segurou minha mão e me olhou com carinho.

—Todo mundo acha que você está bem, mas você sabe que não tem que fingir que está, certo? Não tem que mentir. — ele me perguntou, se levantando e ficando a minha frente. Eu assenti e abracei sua cintura, apoiando meu rosto em seu peito, ele me abraçou de volta e eu senti meu coração acelerar.

—Eu nunca mentiria para você. — menti.

—Louco, lobo, Lupin. — cantarolei, entrando no quarto na Casa dos Gritos. Fechei a porta e Remus sorriu para mim, sentado na cama. Ele sempre ficava lá esperando a Lua Cheia, enquanto olhava pela janela. – Sentiu minha falta, Remy? — indaguei, afinal eu havia ficado algumas horas sozinha na arquibancada antes de Sirius chegar.

—Sempre. — ele sorriu. Me sentei ao seu lado e toquei sua mão pálida. Ele sempre ficava mais pálido perto da Lua Cheia. — Foi um discurso poderoso, Addie. — ele me disse. — Você está bem?

—Sinceramente? Eu estou “3”. — falei, com um sorriso genuíno. — Você?

—”10”. — ele respondeu, olhando para janela. — Na Lua Cheia é sempre um “10”. — falou. Eu peguei de dentro da minha capa de Hogwarts uma barra de chocolate, a preferida de Remus, abri e mordi um pedaço, então passei para ele que deu mordeu um pedaço grande com seus caninos.

—Hoje vamos nos divertir na Floresta Proibida, sim? — falei. — James e Sirius querem ver se conseguimos assustar alguns centauros, eu acho isso uma ideia estúpida, mas amanhã prometo te contar todas as façanhas que Sirius e James aprontarem e sempre são muitas. — eu ri. Ele riu também.

—Não acho certo ficarmos passeando por ai. — ele murmurou.

—Vai dar tudo certo, Remy. Sempre da. — falei, segura.

Mas não deu. Quando finalmente escureceu eu me transformei e observei em silêncio a transformação dolorosa de Remus em um lobisomem e logo os meninos chegaram em sua forma animaga, nós pulamos um pouco pelo quarto e saímos para a Floresta Proibida, estava tudo bem, mas então o lobisomem Remus pareceu ficar mais agitado e quando eu vi ele tinha machucado a pata em um galho afiado e ficou nervoso quando James tentou se aproximar, mas ele só queria que Remus parasse de ganir e voltasse a brincar e por isso ficou o provocando. Só me lembro de ter ficado paralisada, afastada com Peter guinchando atrás de minha pata, Remus uivando alto e rosnando para James até que o jogou com tudo contra uma árvore e a reação de Sirius foi se jogar em cima de Remus, mordendo suas orelhas, pois ele parecia que ia fugir de nós. E a próxima coisa que eu vi foi Sirius sangrando no chão, Remus fugindo, James desmaiado perto de uma árvore, Peter correndo entre as folhas no chão e eu latindo alto, sem saber o que fazer.

—Vocês nunca vão me acompanhar novamente. Nunca mais. — falou Remus, extremamente sério. Estávamos na enfermaria. Remus deitado no leito do meio, James do lado esquerdo e Sirius do direito. Tínhamos dando uma desculpa medíocre e horrível para Madame Pomfrey sobre como os meninos se machucaram, mas ela parecia ter acreditado. Olhei Remus com as bandagens de sempre, cobrindo alguma cicatriz nova, principalmente a que Sirius havia deixado atrás de sua orelha e a em sua mão que ele havia machucado no galho. James tinha tido um ombro deslocado e batido a cabeça com força, ele agora usava uma bandagem bem feita pela Madame Pomfrey e tinha uma cara de cansaço maior que a de Remus. Sirius apenas havia quebrado um braço e cortado a testa, tinha sido desesperador quando eu vi o osso de seu braço para fora, mas Sirius desmaiou rapidamente pelo corte na cabeça, ele usava uma tipoia e se levantou de sua cama para subir na de Remus e sentar de pernas cruzadas.

—Cara, relaxe. — ele disse, simplesmente, pescando um sapo de chocolate do colo de Remus. – Eu nem lembro se doeu, James também, então relaxe.

—Relaxe? Eu podia ter matado vocês dois. — ele disse, olhando James que havia acabado de sentar aos seus pés. — Eu podia ter machucado Addie e Peter também…

—Mas não machucou. — falou James. — Eles estão bem, eu e Sirius estamos bem. — ele sorriu. – Estamos todos bem.

—James! Você não entende? — Remus perguntou desesperado. Nós ficamos quieto e James perdeu o sorriso no rosto, ele ia falar algo, mas Remus foi mais rápido. — Eu sou um lobisomem, eu sou perigoso, sei que eu acham que eu sou algum tipo de animal de estimação que vocês podem brincar algumas vezes ao mês, mas eu não sou! — ele falou, elevando a voz, mas se acalmou. — Eu poderia ter matado vocês… eu nunca me perdoaria… — ele murmurou. Remus passou a mão pelo rosto e notamos que ele estava praticamente chorando. Me lembrei de quando lhe falamos que sabíamos que ele era um lobisomem. Remus chorou baixinho, tentando secar as lágrimas. — Me desculpe...

—Remus, nós todos sabíamos do risco quando decidimos fazer isso por você, está bem? Nós sabíamos disso e quisemos mesmo assim. Porque você é o Aluado. Um maroto. Você não tem nada pelo o que se desculpar… – ele disse. — Isso vai soar extremamente gay… — falou James, ganhando um sapo de chocolate na cara, atirado por Sirius. — … mas nós te amamos e aceitamos que nos deixe com alguns roxos de vez em quando. — ele disse. Eu sorri, indo também me sentar na cama de Remus, sendo seguida por Peter que também sorria.

Remus deu um sorriso tão fofo, que até mesmo Sirius deu um sorriso de volta para ele. Remus tinha o rosto corado e os olhos baixos para o seu colo, vermelhos e molhados pelas lágrimas, parecendo com vergonha. Sirius passou um braço pelo ombro dele o que fez Remus corar mais e apoiar a cabeça no ombro do meu primo.

—Porque continua com essa cara? — indagou Sirius. Remus disse nada. — Aluadoooooo, o que foi?

—Nada. — ele murmurou.

—Aluadoooooooo. — falou Sirius.

—… outra… — disse Remus. Eu sorri já sabendo o que era.

—Outra, o que? — indagou James.

—… cicatriz… eu consegui mais uma cicatriz…

—Oh, então é por isso que você parece mais legal que o usual. — disse James, fazendo cara de surpreso. Remus olhou para ele e riu.

—Aluado, você é tão fofo. — disse Sirius, com um sorrisinho. Nós rimos e Remus riu também.

—Eu poderia te matar se eu quisesse. — murmurou Remus. Sirius amável respondeu:

—Eu sei.

—Sirius, podemos conversar, por favor? — pediu Emmeline, segurando a mão de Sirius antes que ele voltasse a subir para o dormitório. Ele a olhou e suspirou, assentindo. Era de madrugada e apenas Peter e Addie estavam com Remus na Lua Cheia, ele havia proibido Sirius e James de irem atrás porque ainda estavam machucados, mas já acostumado a não dormir nas Luas Cheias, Sirius decidiu levantar e ficar na Sala Comunal até cansar.

—O que foi, Emme? — ele indagou. Ela suspirou e passou a mão pelos cabelos, o olhando com seus eletrizantes olhos azuis. Sirius reparou em como ela tinha um olho levemente roxo, como se tivesse levado um soco de alguém.

—Eu sinto muito, eu realmente sinto muito. — ela disse, honestamente. Ela continuou segurando a mão dele. — Eu já me desculpei com Marlene, não que ela quis me ouvir, na verdade ela jogou um pente na minha cara. — ela falou, apontando para o próprio olho.

—Enquanto nós dois estávamos fodendo, minha namorada estava desmaiada no meio da floresta, Emmeline. — falou Sirius, carrancudo. Emmeline fez uma careta e soltou a mão dele, se abraçando.

—Eu estava chapada, nada fazia sentindo, eu juro que eu nunca faria isso se não tivesse comido todos aqueles cogumelos. — ela falou. — Eu prometo Sirius, eu nunca machucaria Marlene assim de propósito.

Os dois se olharam e Emmeline deu um passo para frente. Ela tocou o braço bom de Sirius e acariciou ali. Então, subiu até que passasse pelo ombro dele e fosse para seu pescoço, ela lhe acariciou os cabelos e Sirius gostou do toque, mas ela desceu até que pousou a mão em seu peito. Emmeline notou uma das tatuagens de Sirius que a camisa não tampava e achou muito bonita, tocando a pele dele por cima da tatuagem.

—Emme…

—Eu não tinha notado que sentia tanta a sua falta. — ela murmurou, voltando a mão para seu pescoço, dando mais um passo para frente. – O que eu queria te dizer Sirius, aquele dia era que… eu não conseguia te tirar da minha cabeça. — ela contou, o olhando por cima dos cílios. — Porque você fode tanto com a minha cabeça, Sirius? Porque?

—Eu não faço de propósito. — ele murmurou. Os dois se aproximaram mais, até que suas testas estivessem coladas.

—Me bata. — ela repetiu as palavras que disse na noite do acampamento. — Eu quero sentir algo, Sirius. — ela murmurou. Sentiu a mão dele tocar suas costas e então enfiar a mão nos seus cabelos, agarrando os cabelos em sua nuca com força. Ela ofegou sorrindo e os dois se beijaram devagar e intensamente.

—Emmeline, nós vamos mesmo fazer isso? — Sirius indagou, quando viu Emmeline descer a mão para suas calças.

—Eu preciso sentir você.

—Você está bem? — Emily perguntou para Remus, no café da manhã. Ele sorriu e assentiu, tinha sido uma Lua Cheia calma, não havia nenhuma cicatriz nova, apenas machucados que podiam ser curados facilmente e nem Adhara e Peter haviam se machucado, apenas estavam mais cansados do que nunca.

—Sim, estou. E você, Emily? — ele perguntou, com um sorriso gentil. Dando a Peter ao seu lado uma torrada, ele tinha a cabeça deitada na mesa e apenas empurrou a torrada contra sua boca, ainda de olhos fechados. Adhara do outro lado de Remus estava na mesma situação, a cabeça deitada contra seus braços, dormindo na mesa.

—Sim, também. — ela disse. — Você está um pouco pálido, certeza que está bem, Remus? — ela perguntou.

—Obrigado pela preocupação, Emms, mas prometo que estou bem. — disse Remus.

—Ainda acreditando na Teoria da Pílula? — Emily quis saber. Remus arregalou os olhos, assentindo depressa demais, o que fez Emily rir.

—Você e os Marotos são os únicos que sabem sobre isso. — ele disse, olhando para os lados, mas nenhum dos seus amigos havia chego ainda. — Não conte a ninguém. — Remus pediu. Emily sorriu e assentiu.

—Meus lábios estão selados. — ela prometeu. — Mas sabe estou começando a acreditar nessa Teoria da Pílula. — ela comentou, começando a se servir. Remus a imitou, depois de dar mais uma torrada para Peter. — Frank parece até outra pessoa as vezes, sabe? As vezes eu pego ele só olhando para o nada… eles estão dando um tempo, esse negócio com Alice realmente fodeu com ele. Ela, claro, que quer resolver tudo, mas ele realmente se magoou com tudo isso.

—Addie mudou também, ela está agindo como Chanel Nº1, mesmo que nem tenha Chanels mais. — falou Remus. — A Teoria existe, Emily. — ele disse, tocando a mão dela por cima da mesa. — Todo mundo mudou!

Emily riu de como ele parecia louco, mas viu Rabastan se levantando da Mesa da Sonserina e lhe dando um olhar antes de sair andando para fora do Salão Principal. Emily revirou os olhos e se levantou, mordendo uma maçã que Remus comia e se despedindo dele depressa. Ela saiu correndo atrás do namorado até que o encontrou no lugar de sempre deles, a esperando encostado na janela.

—Dando mãos com Remus Lupin, hã? — ele disse. Ela riu e foi até ele.

—Oh, sim. — ela disse. — Ele me pediu em namoro novamente, prometeu que não está perdidamente apaixonado por Adhara. — ela falou, seriamente. Rabastan a olhou de lado, vendo como ela estava zombeteira, ele acabou sorrindo o que fez ela o beijar nos lábios. — Eu disse para ele que só tinha que terminar com você antes e voltaria para ele… — ela continuou brincando, o que fez Rabastan a empurrar contra a parede com cuidado e a beijar na boca. — … isso é só uma despedida, certo, Rabs? — ela indagou divertida. — Sabe, eu tenho que ir para o amor da minha vida Remus Lupin.

—Grifinórios são tão piadistas. — falou Rabastan, emburrado.

—Sempre temos as melhores piadas.

Adhara olhou o copo vermelho em sua mão mais uma vez e jogou um pouco de pó de fada, finalmente, se sentou entre seu primo e James em um sofá e observou Emmeline dançar com uma cara como se estivessem fodendo. Ela rebolava, e ele a abraçava por trás, passando a mão pelo corpo inteiro dela. Isso fez Adhara dar uma risadinha e dar um gole em sua bebida.

—Ela tem que fazer isso na minha frente? – seu primo perguntou parecendo desesperado. – Ela é tão gostosa. – ele resmungou, olhando para seu copo.

—Você fala como se você não traísse Marlene com Emme, cada vez que ela vira as costas. – Adhara rebateu, bebendo de seu copo mais uma vez. — Sério, o que tem de errado com vocês dois? Porque decidiram recomeçar isso...

—Ele tem é sorte, enquanto meu Lírio não quer nada comigo, ele tem DUAS atrás dele. – os dois olharam o Potter que parecia realmente indignado. — E Dimitre também se bobear...

—Pelo menos nenhum ex-namorado de vocês é um futuro comensal da morte ou o melhor amigo do seu primo, ou está morto... – os três ficam calados depois de suspirar, continuando a observar a dança pornográfica de Emmeline. Adhara falou aquilo em tom de brincadeira, mas os três ali sabiam que aquela verdade doía no peito dela. Ela bebeu mais um gole de seu copo.

—Cadê o Remus? – Sirius perguntou, depois de observar Emmeline por um tempo.

—Olha ele ali. – Adhara apontou, vendo seu amigo lobisomem dançando junto com Peter a dança do robô. – Eles tão se divertindo. – ela falou, se sentindo ficar boba.

—Que fofos. – Sirius murmurou, bebendo de seu copo sem pó de fada.

—Eu to ficando muito louca. – murmurou Adhara com um sorriso, já sentindo os efeitos do pó de fada em si mesma.

—Eu também. – James murmurou para ela. Ele também tinha colocado um pouco de pó de fada em seu copo e eles sorriram um para o outro como se já previssem exatamente o efeito que aquela droga faria nos dois.

—Ótimo. Simplesmente ótimo pra caralho. – Sirius resmungou bebendo mais de seu uísque de fogo, ele virou a cabeça vendo sua prima sentada no colo de seu melhor amigo enquanto os dois davam um amasso violento.

—Eles estão juntos de novo é, amor? – sua namorada se sentou em seu colo passando os braços pelo seu pescoço, ela lhe deu um beijo no pescoço como sempre fazia quando o via, e Sirius sorriu gostando do carinho.

—Estão tendo uma recaída. – ele disse, colocou um braço em volta de Marlene e o outro continuou segurando a bebida. – Efeitos do pó de fada, amanhã já volta tudo ao normal. – ele garantiu. Marlene riu baixinho, vendo a mão safada de James ir para a bunda de Adhara.

—A gente podia seguir o exemplo deles e dar uns amassos também. – ela falou sedutoramente e mordeu levemente o lóbulo de sua orelha.

—Acho uma ótima ideia – respondeu Sirius. Ele passou a mão pelo rosto de Marlene, o olho roxo, o queixo um pouco machucado, e os pontos ao lado de sua cabeça. Sirius a achou bonita mesmo toda ferrada e ela o olhou e sorriu, agarrando seu pescoço para o dar um beijo de tirar o fôlego.

—Lene. – eles quebraram o amasso, para olhar Lily em pé segurando uma Dorcas muito bêbada. – Eu estou conversando com um gatinho lufano e ele é muito legal, mas Dorcas ta caindo de bêbada. Pode levar ela de volta para o Castelo? Acho que aconteceu algo entre ela e Michelle... – Lily perguntou, olhando diretamente para os olhos de Marlene e Sirius percebeu que por alguma razão ela não estava vermelha pelo esforço de carregar Dorcas e sim de outra coisa, pois seus olhos desviavam o tempo inteiro para James e Adhara, se amassando.

—Argh… tudo bem. – Marlene resmungou. Ela beijou o namorado mais uma vez e se levantou, puxando Dorcas para seus braços. – Vem Dorcas. — ela disse. — Você vem, amor?

—Vou ficar mais um pouco, pra cuidar desses dois – Sirius respondeu e apontou para o amigo e a prima que ainda se pegavam. – Quem sabe depois eu passe no seu dormitório. – ele disse. Marlene sorriu maliciosa e Sirius deu um tapinha em sua bunda de despedida. – Vai lá. – ela lhe soprou um beijo e saiu segurando Dorcas.

—Vou voltar para o lufano. – Lily murmurou, agora ela encarava os dois que se pegavam no sofá com mágoa.

—Eles tão só muito chapados. – Sirius disse pra ela. Lily franziu a testa, e corou.

—E o que eu tenho a ver com isso? – ela riu nervosamente e saiu em direção ao lufano. Sirius revirou os olhos, meio entediado.

— Ei. Vocês dois. — ele disse e cutucou a prima que se desgrudou de James e o olhou com os lábios inchados e borrados de batom vermelho. James também o encarou e sua boca estava na mesma situação que a de sua prima. – Eu vou dar uma volta e depois venho pegar vocês, não saiam daqui para transar. – ele disse autoritário.

—Ta bom, mamãe. – resmungou James, puxando o rosto de Adhara de volta para o dele.

Sirius se levantou do sofá, passando por entre as pessoas, para dar uma geral na festa. Ele viu Michelle dançando com o namorado, e ele a agarrava brutalmente, e ela não parecia muito feliz com isso, mas mesmo assim continuava com ele, o deixando a beijar.

—Parece que alguém está sem namorada. – ele sorriu ao escutar a voz e se virou para Emmeline, que por um acaso tinha perdido a blusa e estava de shorts jeans e sutiã.

—Parece que alguém está sem blusa. – ele disse e ela mordeu os lábios o olhando sensualmente.

—Strip Snap. – ela comentou, dando de ombros, se aproximando, mas antes que ela o tocasse ele lhe segurou o pulso.

—Lily ainda está aqui. – ele falou. Os dois olharam a ruiva que agora não parecia tão interessada no lufano e estava olhando para o próprio copo.

—Então, vamos para um lugar mais reservado. – Emmeline sorriu maliciosa e saiu rebolando com Sirius em seu alcanço.

—Onde é isso? – eles tinham subido as escadas da casa e acabado em um quarto grande, com uma grande cama de casal no centro.

—Acho que é o quarto dos pais. – Emmeline murmurou, olhando um porta retrato de um homem e uma mulher segurando um bebê. Ela deu um pequeno gritinho ao sentir Sirius a puxando com força contra ele. Emmeline riu e rebolou friccionando sua bunda no pênis já duro de Sirius.

—Adoro quando faz isso. – ele murmurou e ela rebolou mais, as mãos de Sirius apertando com força seu quadril contra ele.

—Oh, Six. – ela gemeu ao sentir a ereção dele contra sua bunda. Estavam se pegando com força, passando a mão um sobre o corpo do outro como se nunca fossem parar, mas ela sentiu Sirius hesitar por um momento e Emmeline se virou confusa. — O que? — ela perguntou, o olhando pelos cílios.

—Nada, só… — ele deu de ombros.

—Não vai me dizer que agora você está se sentindo culpado. — disse Emmeline, cruzando os braços, e dando um passo para trás. Sirius franziu a testa, e coçou a cabeça. — Nunca se sentiu antes.

—Ela teve nove pontos na cabeça…

—Eu sei.

—Ela passou uma noite desmaiada na floresta…

—Eu sei.

—Então, como podemos fazer isso? Ainda mais a culpa sendo… sua. — Sirius perguntou, exasperado. Emmeline continuou de braços cruzados, e olhou para baixo como se fosse chorar. — Digo… é minha também, você não está me forçando a trair minha namorada… mas foi você que bateu na cabeça com uma pedra...e...

—Eu preciso de você, está bem? — ela disse, o cortando. Sirius ficou quieto a mirando. — Eu não tenho ninguém, Sirius. — ela murmurou. — Addie… ela está tão distante… e… eu só estou me sentindo muito sozinha, mesmo rodeada pelos nossos amigos, eu só sinto… como se não tivesse ninguém. Você nunca se sentiu como se não tivesse ninguém? — disse Emmeline. Ela limpou uma lágrima rebelde, e ergueu o olhar para Siruis. — Eu preciso de você agora, você me faz eu me sentir bem.

Ele deu um passou para frente, e passou a mão pelo rosto de Emmeline, limpando uma lágrima dela. Ele se curvou e a deu um beijo calmo nos lábios. Emmeline o agarrou com força, com se nunca fosse soltá-lo novamente e Sirius agarrou de volta com a mesma intensidade. Eles começaram a se amassar, carinhosamente e ardentemente passando a mão um pelo corpo do outro. Mas sem deixar de tocar os lábios um no outro. As mãos dele passavam pelo corpo dela com vontade sentindo a pele dela quente como nunca.

Emmeline o beijou no pescoço e Sirius agarrou seus seios cobertos pelo sutiã, e puxou o mamilo para fora o beliscando. Ele sorriu ao escutar ela dar um gemido, mas não um gemido surpreso, apesar de tanto tempo sem se tocarem eles se conheciam, sabiam os movimentos um do outro, sabiam do que gostavam e não gostavam.

—Emmeline.... – ele murmurou, a virando e a empurrando para cama de bruços. Ela sorriu e ele tirou seu shorts, lhe dando um tapinha na bunda, enquanto ela se apoiava em seus cotovelos. Depois deu um tapa mais forte e Emmeline gemeu, mordendo o lábio.

—Isso, Six. – ela gemeu. Saboreando o fato de dizer novamente esse apelido.

Emmeline se sentou na cama, observando como Sirius era bonito, enquanto ele tirava sua camisa e depois desafivelava suas calças e a deixava cair por suas pernas, a tirando com um simples chute. Ela se deitou e apoiou a cabeça no macio travesseiro, sentindo Sirius passar as mãos por suas pernas até ficar por cima de si. Ela o abraçou pelo pescoço, tocando seus ombros no processo, querendo senti-lo o quanto perto de si possível, mas Sirius se afastou para abaixar as alças de seu sutiã e o tirá-lo com uma destreza que seria impressionante se Emmeline já não o conhecesse. Ela sentiu beijos quentes no vale entre seus seios e as mãos fortes o apertarem com a força necessária, eles quase cabiam perfeitamente nas mãos deles e Emmeline desejou que coubessem. Ela observou Sirius ficar de joelhos na cama e pegar em uma de suas pernas dando beijos em sua panturrilha e indo cada vez mais para cima. Ele lambeu e chupou a parte interna da cocha dela, e ela gemeu baixinho apreciando, colocou uma perna por cima de seu ombro e sentiu os dedos dele afastarem sua outra perna, até que estivesse aberta o suficiente para ele.

Sirius suspirou e tocou a calcinha dela com as mãos tocando a parte ensopada de prazer. Emmeline respondeu suspirando e sentiu a língua de Sirius a tocando através do tecido fino da calcinha, ela se remexeu e ele puxou a calcinha para o lado. Ele a tocou diretamente com a língua no entumescido clitóris, sentiu ela se retrair gemendo seu nome com vontade.

—Sirius, eu preciso de você dentro de mim. — ela disse. Ele a olhou, vendo como estava ofegante mesmo que ele mal a tivesse tocado com a língua. Ele lambeu os lábios molhados. — Eu preciso que você me foda até que eu não consiga mais anda. — falou Emmeline, vendo a boca vermelha de Sirius molhada e seus olhos acinzentados por meio dos cachos pretos que caiam pelo seu rosto. Com um simples movimento Sirius rasgou a calcinha de Emmeline que sorriu, vendo ele agora tirar a própria cueca e jogar para longe sem se importar em onde cairia. Ele voltou para cima dela tocando seu rosto e descendo uma mão para seu pescoço, fechando a mão lá com carinho. Os dois se olharam e se precisar descer o olhar, Sirius enfiou com tudo seu pênis na intimidade de Emmeline. Os dois gemeram se encarando e ele apertou um pouco sua mão no pescoço dela. Ele arremeteu contra ela uma vez, duas, três, até que não podia mais contar e só continuar metendo, sentindo as unhas dela o arranharem, as coxas delas o apertarem no quadril. Escutar os gemidos aliviados dela, que ela soltava a cada vez que ele voltava com tudo contra ela.

Sirius encostou a testa na dela ofegando enquanto a beijava na boca. Eles se encaram enquanto gozavam juntos, observando as feições de prazer um do outro.

—Emmeline, o que estamos fazendo?

—Eu não sei. — ela respondeu, suspirando. Sirius caiu deitado ao lado dela, olhando para o teto, os dois pelados. — Quando começamos a ficar juntos, não era traição.

—Não, nós éramos só crianças que gostavam um do outro, você foi a primeira menina que eu beijei. — falou Sirius. — Uma das primeiras com quem transei… a sua vagina está registrada no meu cérebro para sempre. — ele disse. Os dois ficaram quietos por um tempo, normalizando a respiração. — Somos boas pessoas, certo?

Emmeline olhou em seus olhos e deu um longo suspiro.

—Nós somos pessoas tão horríveis!

Tão horríveis.

Sirius arrumava as calças enquanto saia olhando para os lados com Emmeline atrás lhe apertando à bunda. Ele se virou, e ela sorriu, mas Sirius notou, nenhum dos dois parecia completamente feliz, ou satisfeito, apesar dos sorrisos nenhum dos dois estava na verdade feliz. Sirius pode ver no olhar de Emmeline, que ela estava desapontada, com o que ele não sabia, mas ela deu mais um sorriso, e ficou nas pontas dos pés.

—Até mais, Sirius. – ela disse e beijou sua bochecha, para sair de perto dele, voltando para a festa.

Sirius caminhou pelas pessoas dançantes na festa, até de volta ao sofá que tinha deixado os amigos e agora pode perceber que eles estavam tentando transar por cima das roupas pelo jeito que se agarravam, furiosamente.

—Vamos embora. – ele os chamou, mandando. Os dois se desgrudaram rindo de nada.

—Onde estava? – perguntou James, acariciando a cintura de Adhara.

—Depois eu conto. Cadê Remus e Peter? – Sirius indagou. Ele olhou para os lados procurando os amigos, mas não achou nenhum dos dois. Quando não os encontrou de jeito nenhum, viu Lily saindo da casa, ele correu atrás dela, e parou antes que saísse. – Preciso de ajuda, Evans. – ele disse. Lily soltou um muxoxo, mas assentiu e foi atrás dele, para perto do sofá. Ela perguntou o que ele queria e Sirius separou James e Adhara que tinham voltado a se agarrar.

—Leva esses dois de volta pra Hogwarts, tenho que achar Remus e Peter. – ele pediu. Ela soltou outro muxoxo. – Você não quer que eles sejam pegos e percam pontos da nossa casa. — murmurou Sirius. Lily bufou, mas saiu com os dois cambaleando atrás dela.

—Vamos. E sem gracinhas. – ela mandou, os puxando. Os dois riram e a seguiram para fora da festa.

—Lírio, você está linda essa noite. Amo essa sua blusinha rosa, porque mostra suas lindas sardinhas. – James falou bobamente, com um braço em volta de Adhara, que riu incansavelmente de algo. Lily corou e subiu a blusa escondendo o decote, que aparecia.

—Obrigada. – ela resmungou para ele.

—Eu gosto de você, Lily Evans. – disse James. Lily se assustou ao ver que ele tinha soltado Adhara e que ele agora estava na frente dela, para a olhando parecendo muito bêbado. Ele ergueu a mão, e tocou no cabelo ruivo dela, ele enrolou com o dedo e sorriu. – Mas você não gosta de mim. – ele disse e fez um biquinho fofo. Lily deu um sorrisinho e revirou os olhos. – Ou você… gosta? – ele indagou, o rosto perto do dela. A boca de James estava cheirando a bebida, mas mesmo assim Lily não conseguia se afastar imediatamente dele. Ela piscou surpresa, e James sorriu. — Nós nos divertimos nas detenções, não é?

—Potter... – ela murmurou, confusa. James continuou com o sorriso no rosto, e tocou no braço dela, e desceu para sua cintura, a qual ele coloco as duas mãos. Lily tocou os ombros dele como que para afastá-lo e tentava colocar sua mente em ordem, mas o whisky de fogo a atrapalhava. E ela viu James se aproximar mais ainda.

—Isso é tão legal! – ele escutaram o grito estridente de Adhara.

Lily se soltou de James rapidamente e virou seu olhar para Adhara, assim como James. A loira estava em cima de uma cama elástica, pulando sem parar e gargalhado alto a cada pulo que dava. James sem se abalar sorriu e correu até a cama elástica. Ele subiu lá e logo os dois estavam pulando junto e rindo e até se beijando enquanto pulavam de mãos dadas.

—Nós temos que ir. – Lily reclamou, se aproximando dos dois, que não demonstraram sinal de parar. Ela se encostou na borda de metal da cama elástica, com os braços cruzados.

—Sobe com a gente, Lily. – pediu Adhara, a olhando pidona. – Vem. – ela a chamou com as mãos, parando de pular e ficando na frente da Lily, a olhando de cima.

—Vem, Lírio. – James chamou também e esticou a mão assim como Adhara. Lily se aproximou devagar, desistindo de os fazer ir atrás dela e deu cada mão para um e os dois a puxaram para cima cama elástica.

—Temos que ir embora. – berrou Lily, pulando na cama elástica com os dois.

Os dois a ignoram enquanto pulavam dando cambalhotas e giros, em volta dela. Ela acabou rindo e se deixou levar, pulando com eles, tentando dar cambalhotas. Os dois riam alto, bastante chapados e pulavam cada vez mais alto. Adhara acabou cansando e se deitou na cama elástica, os outros dois a imitaram e ficaram deitados com Lily no meio dos dois. Ofegantes demais para falar, então ficaram quietos olhando para o céu escuro e com estrelas brilhantes.

—Que sono. – falou Adhara, manhosa.

—Temos que voltar para Hogwarts. – disse Lily, tentando se levantar, mas Adhara passou o braço pela sua cintura e James a fez colocar a cabeça sobre braço dele, enquanto ele acariciava os cabelos da loira.

—Vamos dormir só um pouquinho, Lily. – pediu Adhara, ela levantou a cabeça e beijou os lábios da ruiva e depois se debruçou e beijou o de James. Lily piscou, e viu os dois se deitando, e fechando os olhos, realmente dormindo em poucos segundos. Ela suspirou e fechou os olhos assim como eles.

—Só um cochilo.– sussurrou Lily, nervosa. — Temos que voltar para Hogwarts.

—Aluado! Rabicho! – berrou Sirius. Ele andava pela casa procurando pelo dois amigos, já havia visto Frank com Dimitre, até mesmo viu Emily saindo escondida com Lestrange atrás dela. As pessoas dançavam, se amassavam e bebiam e a gritaria estava extremamente alta, junto com a música. Sirius finalmente achou Remus dançando com uma garota desconhecida. – Aluado! – Sirius o chamou olhando enquanto Remus enfiava a língua na garganta da menina. – Aluado. – ele riu surpreso e o puxou e percebeu que o amigo estava bem chapado.

Remus sorriu para o amigo e bebeu mais de seu copo batizado, ele estava bem no começo da festa, rindo e dançando, mas então ele viu algo que fez seu coração doer, sua cabeça girar e a raiva entrar em seu corpo. Então, ele apenas resolveu se entregar aos prazeres do álcool e drogas.

—Almofadinhas, meu caro! — ele riu. — Você conhece… — ele apontou para a garota que estava enfiando a língua na garganta a pouco tempo. — … qual seu nome mesmo?

—Hestia Jones. — ela respondeu. — Eu sou do mesmo ano que você só que da Corvinal...

—Vem, vamos achar, Peter – Sirius o puxou pela mão, deixando a tal Hestia Jones com que o amigo estava irritada. Achar Peter foi mais fácil pois ele estava com umas cordas laranjas neon o enfeitando e com um apito verde neon na boca, o apitando sem parar, enlouquecidamente. – Rabicho, vamos embora, cara. – mas o amigo também chapado, começou a dançar e se balançar na frente dele. – Para! – ele disse. Remus atrás de Sirius falava algo, mas Sirius não ouvia direito. – Remus, não sai de perto. – ele mandou, sem se virar para olhá-lo, tentando fazer Peter parar de dançar.

Remus falava algo mais alto tentando chamar a atenção de Sirius, que brigava com Peter que tentava lhe tirar as roupas para colocar cordas neon nele.

—Eu acho que sou homossexual. – Remus gritou tão alto que os dois pararam de brigar e se viraram para ele.

—O que? – Sirius perguntou incrédulo e Peter começou a apitar sem parar o seu apito verde neon, com os olhos arregalados.

—E acho também... que sou apaixonado por você ou tenho uma queda – ele disse. Sirius estava chocado demais. — Digo… eu só… quero foder você. — Remus estava muito louco e só queria alguém para afogar as magoas e usou sua pequena atração por Sirius para fazer isso. — Eu sou Siriussexual.

—Aluado... – Sirius murmurou. Remus foi pra frente esmagando sua boca na de Sirius que ficou sem reação com os braços parados, Remus o beijava desajeitadamente.

Sirius simplesmente não ligou e o beijou de volta, sentindo os resultados dos copos de uísque de fogo. Os dois se agarram e Peter parou de assoprar o apito o deixando cair de sua boca em choque total. Sirius e Remus andaram até encostarem em uma parede onde continuaram a se pegar fortemente. Sirius sempre tinha achado Remus muito magrelo, mas ao tocar as costas dele e sentir a força com que o garoto o abraça pelo ombro, começou a achar ao contrário. Ele o beijava como uma fome indescritível, podia sentir cada músculos do corpo de Remus contra o seu, sua perna acabou indo para o meio das pernas dele e ele sentiu. Ah, como sentiu. Escutou um gemido de Remus e mexeu novamente sua perna contra o meio das de Remus.

Remus acabou achando uma porta e os dois caíram para dentro, acabando se afastando arfantes.

—Tira a roupa, Almofadinhas. – Remus murmurou, e Sirius parou para respirar e pensar um pouco, mas Remus parecia bastante afobado, tentando desafivelar suas calças. Sirius observou o trabalho das mãos do amigo em suas calça e gemeu quando ele enfiou a mão dentro de sua cueca. — Tire suas roupas agora mesmo. — ele disse, apertando o pênis de Sirius.

—Tem certeza, Aluado? — murmurou Sirius, tentando recobrar um pouco de senso, mas parecia impossível com a massagem extremamente gostava que o amigo fazia nele. — Porra… você é um dos meus melhores amigos… — ele gemeu, ao sentir Remus apertar novamente seu pênis com força.

—Que se foda isso. – falou Remus. Ele se soltou de Sirius que resmungou em desaprovação. Ficou observando Remus tirando a própria blusa e olhando para Sirius que desceu os olhos pelo peito de Remus, mirando as cicatrizes, se sentindo levemente confuso. Até que decidiu que achava Remus muito gostoso e o observou abaixar as próprias calças. — E me chupe.

Antes que Remus precisasse repetir qualquer coisa Sirius já estava ralando os joelhos no chão. Uma mão sua segurando a coxa de Remus com força, a outra estava abraçando a bunda dele o trazendo mais para perto, enquanto sua boca pressionava a cabeça inchada de Remus. Ele o chupou, fazendo arrepios subirem pela espinha de Remus que olhou para baixo. Era extremamente excitante ver Sirius tentar engolir ele inteiro, ao mesmo tempo que sua língua passeava por toda sua extensão latejante. Remus não se lembrava quando fora a última vez que recebera um boquete, por isso estava se deliciando completamente.

—Nossa, Aluado... você é tão grande.

Sirius abriu seus olhos devagar, se acostumando com a luz. Ele sentiu um coberto macio sobre seu peito nu e se espreguiçou, mirando o teto e reconhecendo o local que estava. Sirius se sentou e o coberto escorregou para o colo dele, logo notou que estava totalmente desprovido de roupas, não era a primeira vez que isso acontecia, então ele não ligou, olhando em volta. Rapidamente notou que estava na Casa na Árvore. Tomou um susto ao encontrar Remus sentado no sofá com as pernas junto ao peito, o olhando com um coberto em volta dele. A primeira coisa que Sirius percebeu foi que ele parecia sem roupas por baixo do cobertor, isso o fez arregalar os olhos.

—Aluado! — ele disse, se levantando depressa. — Oh, Merlin! Oh, Merlin! — ele falou desesperado, sem saber o que fazer. — Eu to pelado… e você… MERLIN! A gente trepou? Remus…

—Cala a boca, Sirius. — mandou Remus, mas ele parecia tão assustado quanto o amigo. — Eu não achei minhas estúpidas roupas!

—O que? — Sirius indagou confuso, olhando ao redor. — Cadê as minhas roupas… nós viemos para cá pelados? O que aconteceu?

—… não sei. — murmurou Remus. – Eu estava muito chapado…

—Certo. Certo. — disse Sirius, com as mãos na cintura, andando de um lado para o outro. — Estávamos na festa… você me beijou… fomos para um quarto… eu te chupei… oh, Merlin… ai acho que nos arrumamos e viemos para cá para trepar… nós trepamos? — indagou Sirius, confuso.

—Minha bunda não está doendo por motivo nenhum. — murmurou Remus, desviando o olhar envergonhado. Isso fez Sirius ter um ataque do coração e começar a repetir sem parar “Oh, Merlin”. — Sirius! Sirius!

—O QUE? — ele berrou de volta, puxando os cabelos. — Aquilo são... — ele olhou para uns panos vermelhos jogados no chão. Teve um rápido lapso de memória, em que ele estava deixando Remus colocar aquela venda vermelha em seu rosto e também prender seus pulsos com elas. — Ta tudo bem… eu só fodi meu melhor amigo…

—Você não me fodeu! — brigou Remus.

—Você tem uma palavra mais culta para o ato que fizemos? — indagou Sirius, revirando os olhos. — Nós transamos, fizemos sexo, tivemos um pente rala, nós dois trepamos com força nesse mesmo sofá em que você está sentado…

—Eu me sinto como um concubino. — sussurrou Remus, enfiando a cara no cobertor. — Você tem namorada…

—É com isso que você está preocupado? Remus! Nós trepamos…

—Eu entendi! Eu entendi, porra! — berrou Remus, se levantando enrolado na coberta. Ele começou a andar procurando por suas roupas novamente, demorou um tempo em que Sirius estava totalmente pirando e Remus reclamando para achar as roupas e quando ele finalmente as achou Sirius já estava sentado no sofá ainda pelado, mas mais calmo. — Sirius, preste atenção em mim. — mandou Remus, após vestir suas roupas amassadas.– Preste muita atenção em mim. — ele sussurrou assustadoramente. — O que aconteceu na Casa na Árvore vai morrer na Casa na Árvore. — ele disse, Sirius assentiu minimamente. — Se contar para alguém eu vou cortar o seu pênis fora e dar para grindylows comerem, depois eu vou assassinar você. — ele disse, fazendo Sirius arregalar os olhos. — Eu estou literalmente dizendo que vou te matar. Você está acompanhando?

—Sim, Remus.

—Então, repita… O que aconteceu na Casa na Árvore… — ele começou, se curvando e ficando cara a cara com Sirius.

—… vai morrer na Casa na Árvore. — completou Sirius. Remus assentiu e se endireitou, fazendo uma ligeira cara de desconforto. Ele fechou os olhos com força e massageou a têmpora. — Está doendo…?

—Sirius, nós não vamos ter essa conversa. — disse Remus, andando estranho até a porta. Remus olhou o amigo que o encarava com um sorriso malicioso e suspirou. — Eu sou uma pessoa má, não sou?

—Todos somos. — Sirius deu de ombros.

—Merlin, eu preciso da porra de um chocolate.

Notas finais
Vamos esquecer tudo que aconteceu no capítulo e apenas nos lembrarmos de que sim! WOLFSTAR ACONTECEU, PORRAAAAA! SIRIUS E REMUS TRAN-SA-RAM! E teve mais umas lembranças de Jadhara ( era assim o nome do shipp? kjghjkgg) Espero que tenham gostado! PRÉVIAS: 1º: "-Oh! Sirius!" 2º: "-Você é a pessoas mais inteligente que eu conheço, Evans. - elogiou James." 3º: "-Eu fiz algo que me… arrependo." 4º: "-Porque você não me beija? " 5º: "-Você realmente quer saber, Ranhoso? Quer saber o que Remus faz lá no Salgueiro Lutador?" 6º: "-VOCÊ ESTÁ LOUCO, SIRIUS?" 7º: " Eu confiei em você! EU CONFIEI EM VOCÊ! " 8º: "-Foi Magia das Trevas, e se você acha que isso é brincadeira está pior do que eu achei que estava." 9º: "-EMILY E RABASTAN! - berrou Remus, mas o casal pareceu não o escutar e viu a ex-namorada abrindo as calças de Rabastan Lestrange. - AH! AHHHH! MEUS OLHOS! MEUS OLHOS!" 10º: "-Conheceu muitos lobisomens na vida, hã? —Não outros que eu gostaria de foder. " ACABOOOOOOOOOOOOOOOOU! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO, CHANELS? OU 10? POSTO CAPÍTULO NOVO ASSIM QUE CHEGAR A 10 COMENTÁRIOS ( se tiver kfdjghkdjfhg) Me mostrem o interesse de vocês no capítulo, comentem o que quiser ♥ xoxo ~Aurora