When We Were Young

21 Get Crazy Like a Muggle


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY ^-^ Gente... o capítulo só seria pra semana que vem... maaaaaaaaaaaaaaas Recebemos mais uma recomendação. Não poderíamos deixar barato, não é mesmo? Então aqui vai o próximo capítulo, antes da hora mesmo! =D Em agradecimento à Giovanna Di Angelo Riddle , que nos fez uma linda recomendação.Amamos cada palavra, foi simplesmente incrivel.Obrigada ^-^ Gostaria de agradecer também à Venus (minha xará hehehehehe) que fez um maravilindo Dcast pra nossa fic. Ficou perfeito! Link nas notas finais, ok?E no final do capítulo. True:Verdade. Dare: Desafio. Whore: Puta. E gente que triste que o Alan ( Snape) morreu, né? Fiquei muito triste! Levantem suas varinhas o/ ENJOY ;D

GET CRAZY LIKE A MUGGLE

ADDIE’S HOUSE

1974

SUMMER

As coisas tinham saído completamente do controle.

—Não era pra ter tanta gente assim! – digo olhando para Emmeline, que ria achando graça – Fala sério... tem gente aqui que eu nem conheço... – olhava para um pessoal de penteados esquisitos e coloridos, que eu suspeitava serem trouxas – Como eles entraram aqui?

—Trouxas sabem como entrar em festas boas, amiga. Aceita que dói menos. – riu Emmeline – E dessa vez o Sirius vai ser todo meu agora que aquela cachorra da Marlene não vai aparecer.

—Sirius convidou ela. – disse dando de ombros. Emmeline me olhou completamente furiosa, mas eu sorri e ela entendeu que eu só estava tirando uma com a cara dela.

—Idiota. – riu Emmeline. Ela estava metida numa roupa de couro, com uma bota de salto. A calça era de couro, preta, tão justa que parecia pintada nela. Ela usava uma jaqueta de couro por cima de um tomara que caia vermelho – Aquela garota, ta totalmente quebrando as regras.Olhas as roupas! – apontou Emmeline. Olhei para o lado que Emmeline apontava e vi a garota, que parecia completamente descolada, tímida, olhando para a festa como se perguntasse como raios tinha ido parar ali.

—Aquela é a Valentine.Emily Vanlentine, te falei sobre ela.Eu achei que ela precisaria se enturmar. Ela vai pra Hogwarts, sabe? – perguntei a olhando – Mas você está certa, ela quebrou as regras da festa! Ela está vestida normalmente. Não tá fantasiada de trouxa.

—Vamos até ela então! – disse Emmeline – Já que perdemos nossa Borboletinha pro Rabicho. – resmungou Emmeline.

Ela estava chamando Peter de Rabicho desde que ele cortara o cabelo e deixara um tufo na nuca, solitário, que parecia um rabinho peludo. Sirius tinha adorado o apelido e estava repetindo o tempo todo. James ainda não tinha chegado, mas ele prometera que viria.

—Ok. Vamos transformá-la em uma aliada antes que Marlene a pegue e a transforme em alguém insuportável, tipo a Meadowes.

—Sim. Vamos lá. Operação salvamento! – riu Emmeline me puxando na direção de Valentine, que estava escorada na parede, olhando distraidamente para Mikayla Blackwood, que estava vestida de hippie. Ela era um ano mais velha que a gente e estava conversando animadamente com um garoto bonitão da Corvinal. Eu tinha convidado gente de todas as casas, de todas as idades e estava surpresa por até os alunos da Sonserina estarem vestidos como trouxas. – Ei, Valentine! – riu Emmeline chegando na garota. Ela sorriu gentilmente, apesar de parecer um tanto intimidada.

—Olá... desculpe. – disse ela, constrangida, mas em seguida me olhou – Obrigada por me convidar por sua festa. Desculpe por não estar vestida como trouxa... meus pais não me deixaram vir vestida como trouxa, porque acham que vai contra a...

—Foda-se. – corto sorrindo – A gente vai te colocar numa roupa trouxa, vem com a gente! – digo sorrindo. Achei que ela ficaria constrangida ou com cara de pastel, mas ela riu animada.

—Sério? Posso usar uma roupa tipo a sua? – perguntou ela para Emmeline – Eu sempre uso vestidos. Adoraria usar uma calça. Ficaria melhor pra dançar.

Eu estava usando uma blusa folgada e comprida, que chegava nas minhas coxas e um short tão minúsculo que quase não dava pra ver.

—Ah. Isso não é um vestido. – digo levantando a blusa e mostrando o short e um pedaço da barriga.

—Ah. Eu não tinha visto. Achei que era um vestido curto. – riu ela – Tudo bem. Só me coloquem numa roupa que não tenha babados, espartilhos e que não seja um vestido, por favor.

—Não gosta de moda bruxa? – perguntou Emmeline.

—Não. – riu ela – Mas meus pais me obrigam a me vestir como se fosse uma boneca. – resmungou ela.

—Ok. Vamos adotá-la, Addie. – disse Emmeline com um sorriso divertido.

—Isso. Você está oficialmente convidada para o time das mais gostosas de Hogwarts. Você é gostosa, não é? – perguntei.

Valentine deu de ombros, rindo constrangida.

—Não sei dizer.

—Vamos tirar a roupa dela e descobrir. – disse rindo para Emmeline. Emmeline concordou, morrendo de rir e eu senti a mão de alguém na minha cintura.

—Eu gosto do plano. Addie, posso ver se você é gostosa? – perguntou James. Me virei, com um sorriso animado e quando o vi tive vontade de mordê-lo.

—Jaaaaay! – digo o abraçando.

—Como pode ver, ele é território proibido, Valentine. – disse Emmeline nas minhas costas – O meu Six também é. Então fica esperta.

—Quem é Six?

—O primo dela.

—Ah! O irmão de Régulus? – perguntou Valentine. Soltei James e olhei para a novata com um sorrisinho.

—Não deixe o Sirius saber que se refere a ele como o irmão de Régulus. Ele vai ficar furioso. – riu James me abraçando, apoiando o queixo no meu ombro. Ele usava uma calça jeans, uma jaqueta e os cabelos estavam relativamente compridos, mesmo que continuassem espetados e apontados para todas as direções.

—Ok. – riu Valentine – Onde vocês vão trocar minhas roupas?

—No meu quarto. – respondi – A gente se vê daqui a pouco, Jay.

—Ok. Vou procurar pelo Almofadinhas e os outros.

—Dá um tapa na cabeça do Rabicho por mim. – disse Emmeline sorrindo.

—Quem? – perguntou James, rindo.

—Peter. Você vai entender quando ver. – adicionei. James pareceu completamente determinado a encontrar Peter naquele momento.

Ri um pouco e fui puxando Valentine comigo, mas quando estávamos chegando nas escadas que levavam para meu quarto, a garota tropeçou no próprio vestido e caiu em cima de um garoto. Ele a olhou feio.

—Tome cuidado, desastrada. – resmungou ele. Senti o sangue gelar ao notar que era Rabastan. Ele estava vestindo uma blusa florida, com uma calça boca de sino. A namorada dele usava um vestido florido e uma faixa na testa.

—Desculpe. – disse Valentine.

—Não era pra estar a caráter? – perguntou Greengrass para Rabastan. Ele deu de ombros e me viu. Ele soltou a noiva imediatamente, como se abraçá-la fosse errado e me olhou chocado.

—Não fale assim da minha amiga. – digo abraçando o braço de Emily, que olhava feio para Rabastan – Vem, Emily.

—Ok. – disse ela. Passamos por eles e Emmeline meteu o dedo médio na cara de Rabastan, quando passou.

Quando chegamos no meu quarto, Emmeline se jogou no meu tapete felpudo.

—Eu vou roubar esse tapete roxo pra mim!

—Não mesmo! – digo sorrindo – Vamos ver... o que vamos colocar na Emms.

—Em mim? – perguntou Emmeline.

—Não. Na outra Emms... temos que arranjar um apelido pra você, Emily. Pra diferenciar. – disse para a novata, que estava olhando maravilhada para meu quarto.

—Nossa... que sapato lindo! – disse ela olhando meus all stars que estavam pendurados pelos cadarços no cabideiro – Posso usar eles?

—Vamos ver, meu bem. – disse Emmeline – Primeiro vamos te tirar desse vestidinho, ok?

—Ok. – disse Emily começando a tirar o vestido, sem absolutamente nenhuma cerimônia. Ela era bem magrinha, mas tinha os peitos relativamente grandes. Não tanto quanto os meus, é claro. E ela não tinha a bunda muito grande também, mas era redonda e empinadinha. Os olhos eram verdes e os cabelos loiros, que ela logo soltou, desfazendo o penteado sofisticado. – Ahh. Agora sim. – riu ela colocando as mãos nos quadris, sem parecer envergonhada por estar só de sutiã e calcinha. Ela parecia outra pessoa agora que não estava com os pais – Ok. O que eu vou vestir?

—O que sugere, Emmeline. Você tem mais experiência com essas coisas.

—Você prefere o estilo hippie sexy como a Addie ou mulher confusão do rock, tipo eu? – perguntou Emmeline com um sorriso animado no rosto, mexendo nos cabelos compridos de Emily, provavelmente pensando num penteado pra ela.

—Sei lá. Eu não faço a menor ideia do que significa o que você falou. – riu Emily – Meus pais são chatos que doem. Apesar de não serem elitistas, não querem que eu estude os trouxas. São meio loucos os dois. Façam o que quiserem de mim. Só não me coloquem em um vestido, por favor.

—Ok. Vamos fazer assim... – disse Emmeline pegando uma calça vermelha, boca de sino e uma blusa muito curta, extremamente colorida, com as mangas compridas, enormes, que caíam folgadas – Tenta essas... e o sapato... algo de salto. Você é baixinha. Tem que usar salto.

—Ok. – riu Emily colocando a blusa, que não chagava no fim das costelas – Não estou muito exposta?

—Que nada! – riu Emmeline.

Emily vestiu a roupa e eu concluí que ela tinha ficado muito bonita, apesar de estar sim, bem exposta. Ofereci um par de botas preto e Emmeline pegou um cinto da mesma cor. Penteei o cabelo de Valentine, que caía muito liso e comprido até quase o meio das costas.

—Pronta! – digo olhando para ela – Está linda e a caráter. Vamos lá implicar com Greengrass.

—Oh... nem me fale daquela garota. – resmungou Valentine colocando o dedo na língua.

—Você não gosta dela? – perguntei animada.

—Não. Ela é a pessoa mais “argh” que eu conheço. Mas tinha que fingir que era amiga dela pros meus pais não ficarem zangados comigo. Afinal os Greengrass são mais liberais, que nem a gente e...

—Não vamos ficar falando de política, ok? – cortou Emmeline cruzando os braços – Vamos beber, dançar e dar uns beijos nuns garotos bonitos.

—Ok. – disse Emily parecendo animada.

—Vamos! – concordei. Fomos as três descendo as escadas e vimos a festa de cima.

Meus pais tinham liberado a casa.Adam tinha arrumado álcool e Henry o ajudou a fazer um monte de drinks (meus pais nem sonhavam com isso, é claro). Willow tinha feito a comida, minha mãe a decoração e Henry tinha emprestado alguns discos para a trilha sonora animada. Tudo trouxa.

Tudo simplesmente perfeito.

—Que música legal. – disse Emily.

—Break On Through do The Doors. – disse exibindo meu recém adquirido conhecimento sobre música trouxa.

Emily sorriu animada e Emmeline a olhou franzindo a testa.

—Animada. Vamos dançar! – disse Emily me puxando pelo pulso. Sorri animada e fui com ela. Dançamos um pouco, rindo bastante. Emmeline logo se juntou a nós, mas quando Sirius chegou, a abraçando pro trás, eu soube que ela não ficaria muito tempo.

—Quem é a amiga de vocês? – perguntou Sirius vindo para perto de mim.

Emily nem parecia ter visto que ele tinha chegado, pois parecia mais interessada em dançar de olhos fechados. Ela até que dançava bem.

—É a Valentine. – respondi. Sirius a olhou surpreso e sorriu.

—Já que ela está ai para te entreter... vou roubar Emmeline, ok?

—Divirta-se. – respondi.

Sirius voltou para perto de Emmeline, que fuzilava Emily com os olhos, sabe-se lá porque, e sussurrou alguma coisa em seu ouvido, a fazendo sorrir. Os dois se encararam e desapareceram na muvuca.

Voltei a dançar com Emily, que parecia ter esquecido de tudo e apenas dançava animada ao som de A Castle Full Of Rascals do Deep Purple. Mikayla Blackwood apareceu e me cutucou. Ela era da Grifinória também e era da equipe de líderes de torcida.

—Olá, Addie. Que beleza de festa. – riu ela.

—Sim. – concordei dançando.

—Deixa eu te perguntar. Quem é aquela garota que está com Rabastan?

—Greengrass. É a namorada dele. – respondi com algum desdém. Mikayla deu uma risadinha e piscou pra mim.

—Não por muito tempo se depender de mim.

—Oh. De nós. – disse sorrindo.

Mikayla olhou para Emily, que ainda dançava balançando a cabeça, sem saber muito bem como se mover com o som da música. Estava até engraçado.

—Sua nova amiga?

—Ainda está em fase de testes. – respondi sorrindo. Mikayla riu também e acenou, saindo de perto. Puxei Emily e ela me olhou com o sorriso mais feliz do mundo – Vamos beber um pouco de ponche?

—Claro. – respondeu ela. Mas então piscou – O que é ponche?

—É uma bebida... ah. Só vem. – digo rindo. Ela simplesmente deu de ombros e fomos na direção da mesa, que estava cheia de salgadinhos, copos e o ponche. Servi um pouco para ela e um pouco pra mim. Brindamos e bebemos.

—Hum! Isso é uma delícia! – disse ela sorrindo e se servindo com mais.

—Eu sei, querida. Só o melhor numa festa minha. – respondi sorrindo e avistando Rabastan dar um beijo casto em Greengrass e se afastar dela, indo em direção ao banheiro. Sorri com malícia, mas então me lembrei que Emily não conhecia mais ninguém além de mim.

Para minha sorte, Remus apareceu bem na hora, vestido com uma roupa estranha e um quepe.

—Oi, Addie. Estava te procurando. – riu ele.

—Remusinho, lindo! Deixa eu te apresentar minha amiga. Essa é Emily Valentine. – digo animada. Remus se vira e olha para a garota, com aquele sorriso gentil dele.

—Ah. Olá. Sou Remus. Remus Lupin. Prazer.

—O prazer é meu. – respondeu ela – Suas roupas são bem diferentes das de todo mundo...

—Ah... é o uniforme de um tio meu que lutou na guerra do Vietnã. – respondeu Remus.

—Guerra do Vietnã? – perguntou ela.

—Foi uma guerra trouxa. – disse Remus, como que querendo dizer que não era importante.

—Me conte sobre. Seu tio era tipo um auror trouxa? – perguntou ela, parecendo interessada, antes de dar mais um belo gole no ponche. Sorri vendo que aquela era a oportunidade perfeita para escapulir. Remus ficaria horas e horas falando sobre história trouxa.

Me afastei de fininho e corri para o banheiro onde Rabastan estava. Abri a porta de uma vez e ele quase se mijou todo.

—Puta que pariu, Addie! – ralhou ele tentando “se guardar”, rapidamente. Apenas ri e fechei a porta – O que você está...?

Mas ele não terminou de falar. Eu resolvi ser babaca. Simples assim. Puxei Rabastan pela gola da camisa e o beijei. Senti as mãos dele na minha cintura, me apertando com força, mas ele me afastou hesitante. O olhei com as sobrancelhas arqueadas.

—Não quer? – perguntei sabendo que ele estava louco de vontade para me beijar. Ele riu daquele jeito safado dele e me puxou novamente. – To numa vontade louca de dar...

Ele me beijou daquele jeito meio louco dele. As mãos dele me apertando, querendo explorar meu corpo. A calça dele ainda estava aberta, então eu o empurrei contra a parede e o prensei contra a parede, roubando um gemido rouco dele. Ele me beijou com desejo no pescoço e eu o beijei na gola da camisa, apenas para deixá-la marcada. Como eu disse... eu queria ser babaca...

E aproveitar um pouquinho dele. Ele levantou minha blusa, eufórico, achando que eu estava de vestido, e meteu a mão no meu shortinho. Senti os dedos dele tentarem desabotoar meu shortinho de maneira quase desesperada e eu joguei a cabeça para trás gargalhando e me afastando dele.

—O que foi? – perguntou ele completamente excitado.

—Sabe o que é? Passou... — disse dando as costas para ele, pronta para deixá-lo sozinho ali, mas ele me puxou de volta.

—Passou é? – perguntou ele com um sorriso malvado.

—É. Passou.

—Vem cá que eu trago a vontade de volta. – rosnou ele conseguindo desabotoar meu short. Eu ri novamente, mas minha risada se transformou num gemido quando ele me tocou naquele lugar íntimo que só ele já tinha tocado – E ai? Tá voltando? – sussurrou ele no meu ouvido.

Eu o empurrei novamente contra a parede e ri maliciosa. Ele riu pra mim do mesmo jeito.

—Está me dando vontade de brincar com você. – digo desabotoando a camisa dele. Rabastan sorriu enquanto eu beijava o peito dele, descendo os beijos cada vez mais. Senti a mão dele na minha cabeça, e guiando para o membro dele, que ainda estava para fora, completamente pronto para uma diversão irresponsável.

—Pode brincar... pode brincar...

—Quer que eu brinque com você? – perguntei o segurando com firmeza e quase passando só a pontinha da língua na cabeça dele. Rabastan gemeu baixinho e concordou com um aceno de cabeça – Alguém já brincou com você... melhor do que eu? – perguntei o olhando nos olhos, enquanto o segurava muito próximo dos meus lábios. Rabastan negou rapidamente com a cabeça. Sorri marota e me levantei – Sabe o porquê?

—Por que?

—Porque nunca vai achar alguém melhor do que eu. – respondi o soltando e perdendo o jeito maroto – Então, na próxima vez que vier na minha casa, não traga aquele saco de sarna pra esfregar na minha cara, ouviu? – perguntei zangada e simplesmente saí do banheiro me sentindo extremamente satisfeita comigo mesma.

Andei até onde tinha deixado Remus e Emily e os encontrei numa conversa sobre a guerra trouxa. Emily olhava para Remus como se ele estivesse revelando a verdade mais importante do universo e Remus parecia simplesmente feliz por ter alguém que finalmente parecesse gostar de seus relatos históricos. Não é que história trouxa fosse chata. Mas nem eu ou algum dos marotos tinha paciência para escutar os longos sermões sobre história do mundo trouxa que Remus era capaz de fazer.

—... então, o mundo inteiro ficou tenso quando o bloqueio de Cuba quase foi rompido. Poderia ter sido o fim de tudo, sabe?

—Mas os trouxas tem armas assim tão poderosas? – perguntou Emily, parecendo chocada.

—Sim. Poderiam explodir o planeta inteiro e...

—E vamos voltar para a pista de dança, Emily. – eu digo sorrindo – Ou os dois pombinhos querem privacidade? Meu quarto está a sua disposição, Remus... – eu paro para apreciar o olhar chocado e as bochechas coradas dos dois – Se Sirius já não estiver usando com Emmeline, é claro. Mas sempre tem o banheiro, saca? Você coloca ela em cima da pia e manda bala.

—Addie! – ralhou Remus, completamente vermelho – Eu nunca desrespeitaria uma garota dessa maneira! – ralhou ele.

—Eu sei que não. – digo carinhosamente abraçando o braço dele e sorrindo para Emily – Eu só estava brincando. Ele é o garoto mais fofo do nosso ano, Emily. – adiciono para a garota que parecia um pouco tensa.

—Tudo bem. – riu ela, nervosamente – E sim, ele é mesmo muito fofo.

—Eu posso falar com você um minuto? – escutei a voz de Rabastan. Ele segurou meu braço com firmeza, ignorando Remus e Emily – Num lugar mais calmo.

—Que tal... não? – perguntei fechando a cara.

—Ah. Prefere que eu fale aqui?

—Ele está te incomodando, Addie? – perguntou James se aproximando e segurando a mão de Rabastan.

—Não amola, Potter. – resmungou Rabastan.

—Essa é a casa da Addie. Se você não se afastar eu vou ter que tomar medidas drásticas.

—Por exemplo? – perguntou Rabastan com algum desdém.

—Eu vou chamar os pais dela. – riu James – Eles não andam muito felizes com a sua família, sabe? Eles estão cientes que ele está aqui, Addie?

—Não. – respondi sorrindo para James. Rabastan soltou um muxoxo e olhou furioso para meu querido Pontas.

—Eu não achei que fosse ficar chateada por eu trazer a Kat. – disse Rabastan de cara fechada.

—Addie não está chateada com isso. – disse James cruzando braços – Está?

—Claro que eu estou. – respondi – Ela nunca tratou minha nova amiga com cortesia. – adicionei puxando Emily, que parecia simplesmente chocada por ter sido colocada na conversa. A olhei intensamente e ela concordou.

—É. Eu odeio Greengrass. Isso. – murmurou ela – Nunca me tratou bem... a irmã dela é muito legal, mas Katherine é um pesadelo. Sério. Como você consegue ficar com ela? – Emily deu um sorriso malvado e disse – Sem falar que lá em Beauxbatons ela era mais rodada que rodinha de hamster.

James engasgou ao rir. Remus piscou sem jeito. Eu dei uma gargalhada simplesmente amando Emily Valentine naquele momento.

—Como é que é? – ralhou Rabastan zangado.

—Não conhece a referência? – perguntou Emily sorrindo de maneira cruel – Quer dizer que ela beija qualquer um. Ela chegou a ter herpes. E não foi na boca. – adicionou ela.

—Emily. Esse tipo de coisa não se fala! – disse Remus. Emily encolheu, parecendo achar que, só porque Remus tinha ralhado com ela, tinha passado dos limites.

—Ah... desculpe.

—Que nada. É bom Rabastan saber disso. Espero que esteja limpinho, Rabastan. – digo puxando Emily dali. Ela veio com um sorriso sem jeito.

—Eu falei demais?

—Não. Você falou o suficiente. – respondi com um sorriso satisfeito.

—Aquele Rabastan era bonitinho. Mas Remus é mais. Ele é tão fofo. – disse ela com um sorriso – Mas o Potter não é de se jogar fora. Ele veio correndo assim que viu Rabastan falar com você.

—Ele é um fofo. – disse sorrindo – Os marotos todos são... menos o meu primo. Ele não é fofo. Ele é um canalha, safado, que tira proveito de qualquer garota inocente em que coloque as mãos. Mas eu amo ele e você não pode falar mal dele.

—Ok. – respondeu ela com um sorriso – Podemos beber mais ponche? – perguntou ela.

—Não. Vou te apresentar para outra pessoa, que também é território proibido, ok? – pergunto franzindo a testa.

—Ok. Quem é dessa vez? – perguntou ela, sorrindo.

—Adam Cook. Ele tem coisas mais legais para beber. – explico – Vamos ficar mais loucas que o batman. E olha que o batman é um cara fantasiado de morcego que sai a noite pra bater na bandidagem.

—O que? – perguntou Emily parecendo completamente perdida.

—É coisa trouxa. – respondo e ela cai na gargalhada.

Andamos juntas até um pessoal mais velho. Adam estava conversando com Sebastian Avery e Veigar Nott, cada um fumando um cigarro. Mas assim que eu me aproximei, Adam sorriu e veio andando na minha direção. Ele me deu um abraço e sorriu pra mim.

—Olá, Addie! Está linda, como sempre.

—Oi, Adam. Você está lindo como sempre também. – digo sorrindo – Conhece minha amiga? Emily Valentine? – Emily sorriu e ofereceu a mão para ele. Adam deu um beijo na mão dela, mas logo voltou a olhar pra mim.

—Encantado. No que posso ajudar? – perguntou ele com aquele sorriso charmoso.

—Eu queria provar um pouco de hidromel. – respondi animada. Adam concordou sorrindo e voltou para juntos dos amigos. Ele se abaixou, onde tinha uma caixa de madeira. Ele a abriu e tirou a garrafa dourada de lá e me ofereceu. Tomei um grande gole, achando o doce gosto da bebida simplesmente maravilhoso. Ofereci para Emily, que deu um golinho e sorriu.

—Delícia. – riu ela.

Ficamos com os garotos ali, mais um tempo, mas Emily logo parou de aceitar o hidromel. Eu, por outro lado, simplesmente continuei bebendo com Adam até a garrafa acabar.

—Eu já vou. – disse meio tonta – Tenho que achar o Jay e beber mais ponche.

Adam olhou para Emily e sussurrou alguma coisa pra ela. Ela concordou e me puxou pelo braço.

—Juízo, heim? – perguntou ele.

—O que ele te falou no ouvidinho, heim? – perguntei enciumada. Emily sorriu pra mim e falou perto do meu ouvido.

—Ele pediu pra que eu cuidasse direitinho de você, porque você é a garota dele.

Sorri extremamente satisfeita.

—Hoje eu sou a garota do James. – digo com um sorriso meio bêbado. Emily deu de ombros e logo voltamos para a mesa do ponche, onde Remus e James conversavam sobre qualquer coisa – Por que estão tão sóbrios? Vamos BEBER! – digo pegando um copo e o levantando animada.

James concordou, pegando um copo e Emily fez o mesmo. Até Remus pegou um.

Remus estava sentado no sofá, apenas observando como as coisas rumavam para onde ele achou que iriam rumar. Emmeline tinha ficado furiosa quando viu que Marlene tinha vindo e Addie ficou furiosa quando viu que Dorcas tinha vindo. Mas foi Sirius quem as convidou e agora ele estava naquela sinuca, tentando despistar uma de cada vez, para aproveitar da companhia da outra.

Remus preferia apenas assistir. Só tinha bebido um pouquinho, não querendo ficar bêbado. Soltou um suspiro e viu Emily Valentine se aproximar. Ela estava vermelha e descabelada, com a testa levemente suada.

—Que festa maravilhosa. – disse ela – Nunca tinha participado de uma festa tão ótima!

Remus sorriu gentil para ela. Emily se sentou ao seu lado, com um copo de ponche na mão e sorriu para ele.

—Que bom que está se divertindo.

—Sim... mas eu cansei de dançar... meus pés estão me matando... – murmurou ela levantando os pés e os girando para aliviar a pressão nos calcanhares – É sempre assim? Com vocês?

—Basicamente... apesar das festas normalmente serem na rua ou em Hogwarts.

—Mesmo com a guerra... pera. – Emily piscou e sorriu animada – Vocês fazem festas assim na escola?

Remus concordou com um sorriso e achou adorável o modo como ela pareceu achar aquilo fantástico.

—Basicamente. Quando se está em Hogwarts... – ele suspirou de maneira sonhadora – Dá até pra esquecer da guerra.

Emily soltou um suspiro sonhador também e sorriu.

—Isso parece maravilhoso. – riu ela – Estou tão feliz por ter sido convidada... por ter conhecido todos vocês... – ela colocou uma mexa atrás da cabeça – Apesar de ainda me sentir meio penetra, sabe?

—Isso passa, não se preocupe. – disse Remus com um sorriso, para tentar deixá-la mais a vontade – Logo você vai se sentir completamente enturmada.

Emily sorriu contente e bebeu mais um gole de seu ponche, olhando ao redor.

—E por que você não está bebendo e se divertindo com os outros? – perguntou ela.

—Ah... eu não gosto muito de beber. – respondeu ele dando de ombros.

—Por que não? – perguntou ela – É a primeira vez que eu bebo... parece ótimo.

Remus sorriu para a novata e passou um braço ao redor dos ombros dela, sem absolutamente nenhum tipo de segunda intenção.

—Bem... já que é sua primeira vez, eu vou explicar meus motivos para preferir não beber. E vai ser fácil de explicar, já que a festa está cheia de exemplos vivos dos estereótipos que eu prefiro evitar.

—Estereótipos? – perguntou Emily, curiosa.

—Sim. – riu Remus – Sabe... quando bebemos, acabamos, na maioria das vezes, entrando em alguns estereótipos, entende? Por exemplo... tem gente que bebe e... começa se achar o ser mais sensual do mundo, e para provar isso para o mundo, acaba fazendo todo tipo de coisa constrangedora...

—Como o que? – perguntou Emily, com um sorriso curioso no rosto.

—Bem... temos ali o claro estereótipo da garota que vira stripper. Acompanhada do estereótipo do ostentador. – disse Remus apontando para uma mesa, onde Addie dançava alucinadamente. Ela já tinha tirado a blusa e movia o corpo de maneira super sensual. O short curto, a bota de cano longo e salto. O sutiã prendendo o delicioso busto avantajado dela. De pé, ao lado dela, estava James, também sem camisa. Ele jogava galeões nela e gritava parecendo simplesmente alucinado.

—LINDA! ESSA É MINHA NAMORADA! DANÇA PRA MIM, BABY! DANÇA!

Emily cuspiu o ponche, caindo na gargalhada em seguida, escondendo a boca com uma das mãos. Ela olhou para Remus, completamente chocada e ele riu da reação dela.

—Não devemos fazer alguma coisa? – perguntou a novata.

—Não... o primo super protetor dela está ali.

—Addie! – gritou Sirius se aproximando. Ele também estava sem a camisa – Desce daí, sua maluca!

—E agora. – continuou Remus, calmamente – Veremos o claro estereótipo de bêbada histérica, que acaba chorando.

—Não fuja, Sirius! Admite pra mim! Vamos! – gritou Emmeline, que vinha atrás de Sirius, aos prantos – Você gosta mais dela, não é? Ela é loira, bonita e inteligente. Admita! Só admita!

—Agora não, Emmeline! – Resmungou Sirius.

—Não! – chorou ela parecendo quase aflita – Me beije! Me beije! – pediu ela se jogando nos braços dele. Sirius acabou cambaleando para trás e caindo em um sofá com a garota em cima dele e os dois acabaram ficando ali se agarrando loucamente.

—Minha nossa... – murmurou Emily rindo de se acabar – É sempre assim?

—Toda a vez. – riu Remus. Ele apontou para o outro lado – Ali temos mais dois tipos de estereótipos – Disse apontando para outro sofá, onde Frank Longbottom estava sentado parecendo completamente zonzo e incapaz de raciocinar. Ao lado dele estava Dorcas Meadowes, que o abraçava e vez ou outra dava uns beijinhos nas bochechas – O tipo carente, exibido por Dorcas Meadowes... Se jogando em cima do Frank, super amorosa... amorosa demais, sabe? Meio pegajoso, até... Nem um pouco legal.

—Eu conheço o Frank desde que éramos criancinhas. – riu Emily achando graça do garoto – Meus pais querem me noivar com ele, sabia?

—Mesmo? – perguntou Remus, sem nunca se acostumar com aquelas tradições estranhas dos puro-sangue – Bem... Frank é legal.

—E que tipo de bêbado ele é? – perguntou Emily olhando novamente para Remus, com o mesmo sorriso curioso.

—Ele é o tipo que vai falar: eu nunca mais bebo de novo... – riu Remus – Aquele que bebe, faz besteira e se arrepende em seguida. Aquele que justifica tudo o que fez de absurdo falando...

—Eu tava bêbado, não estava pensando. – concluiu Emily. Remus concordou com um aceno de cabeça e fez uma careta assim que Frank jogou-se em cima de Dorcas para beijá-la – Uhuul! É isso ai, Frank! – riu Emily levantando o copo como se brindasse.

—E nós estamos para ver mais um tipo de estereótipo bêbado. – riu Remus. Emily o olhou atentamente – O tipo barraqueiro.

—Barraqueiro?

—FRANK LONGBOTTOM, SEU MALDITO FILHO DA PUTA! O QUE EU DISSE QUE IRIA FAZER COM VOCÊ SE TE VISSE PERTO DA MINHA DORQUINHAS DE NOVO? – gritou Marlene que vinha como uma harpia furiosa. Dorcas empurrou Frank, que caiu praticamente desmaiado no sofá – E você, Dorcas! O que eu falei sobre esses garotos que não te dão valor nenhum! Quer acabar que nem eu? Gostando de um garoto que... – ela se virou e viu Sirius e Emmeline num pega furioso, com Emmeline sentada no colo de Sirius e o garoto a segurando com força na bunda – VACA VANCE!

Emmeline se soltou de Sirius e olhou furiosa para Marlene.

—Do que foi que me chamou? – perguntou Emmeline.

—VACA VANCE!

—Por que, Sirius? Por que você gosta mais dela do que de mim? Isso não é justo! Não é! – choramingou Emmeline. Marlene não se abalou e partiu pra cima dela e as duas começaram a discutir furiosamente enquanto Sirius saía de fininho para longe delas. Até Addie parou seu strip-tease para ajudar Emmeline, que chorava enquanto Marlene a xingava de uma porção de nomes.

—Minha nossa... não devemos... – começou Emily. Remus sorriu e negou com a cabeça.

—Marlene vai xingar Emmeline, até Addie perder a cabeça, ameaçar tirar os brincos pra partir da cima dela. James vai interferir e pedir calma e Addie vai levar Emmeline pro quarto e Dorcas vai levar Marlene pro quintal. – explicou Remus.

E foi exatamente isso que aconteceu. Sirius acabou fugindo para o lado deles e se sentou ao lado de Emily, jogando a cabeça para trás.

—Essas garotas vão me deixar louco, Aluado. – resmungou Sirius, que parecia muito bêbado.

—Eu preciso de mais álcool. Mas parece que acabou o álcool... – lamentou James chegando também. – Sirius! Vamos comprar mais álcool. Eu pago. Eu pago todas as bebidas!

—Vamos falar com o Cook. Ele pode arrumar bebidas pra gente. – disse Sirius se levantando, animado. Os dois saíram com os braços nos ombros um do outro, cambaleando até Adam Cook.

—Ali tem mais um estereótipo bêbado. O da rodinha de violão... – disse Remus apontando para a janela. Cook estava do lado de fora, com uns amigos da idade dele, tocando violão, enquanto fumavam salvia e bebiam cerveja – Sempre tem alguém que prefere se afastar da música que está tocando no aposento, para tocar violão... dar um ar mais cult pra festa, sabe?

—Entendi. – riu Emily parecendo surpresa – Você é tipo um guru do álcool, Remus.

—Eu gosto de observar... quer ver mais alguns estereótipos? – perguntou ele.

—Sim! O que mais você tem pra mostrar. – riu ela dando mais um golinho no ponche.

—Bem... ali temos o estereótipo das bêbadas felizes. – disse Remus apontando para Lily e Mary, que riam absurdamente alto e de maneira extravagante, apontando para algo mais distante. Foi quando reconheceu Peter. Uns trouxas (ele achava que eram trouxas) estavam desenhando coisas obscenas no rosto de Peter, que estava desmaiado de bêbado, roncando alto, completamente incapaz de se defender – E ali temos o tipo o Morto Vivo. – adicionou ele sorrindo – Pedro nunca aguenta beber muito e logo cai de sono e ninguém consegue acordar ele.

—Pobrezinho... – riu Emily ficando de quatro em cima de Remus, para colocar o copo vazio em cima de uma mesinha, ao lado de sofá, mas ela logo voltou para o próprio lugar. – E aquele ali. Que estereótipo é aquele? – perguntou ela apontando para o lugar onde Rabastan e a noiva conversavam. Ela estava chorando e ele parecia simplesmente furioso.

—Ah. O típico casal que resolve discutir a relação depois de beber. – riu Remus. Emily revirou os olhos.

—Fala sério. Não tem nem um mês que ela começou a sair com ele. Que raios de relação é essa? – riu ela. Remus deu de ombros. Emily o olhou e sorriu marota e ele se perguntou o que ela diria – Ok. Eu vi vários motivos para que você não quisesse beber... mas qual é o seu principal medo? Qual é o seu estereótipo?

—Eu não sei. Eu nunca fiquei muito bêbado... – riu Remus olhando para Frank – Mas imagino que seria tipo o Frank ali. A última vez que eu bebi, Adhara me roubou um beijo e eu não soube o que fazer. Fiquei em choque.

—Entendi. – riu ela, soltando um suspiro – E qual é o meu estereótipo? – perguntou ela o olhando com um sorriso.

Remus sorriu e se aproximou dela, com o rosto.

—Eu diria que você é o tipo que finge que está realmente bêbada, apenas para esconder a timidez. – riu ele. Emily sorriu e negou com o rosto.

—Não estou muito bêbada. Estou alegre. E eu realmente não sou tímida. – riu ela se escorando no sofá.

—Hum... Acho que preciso te observar então.

—Vamos fazer uma aposta. – disse Emily o puxando pela mão e o levando até o que tinha sobrado do ponche. Ela serviu meio copo para si e meio copo para ele – Vamos tentar descobrir qual é o estereótipo do outro. Quem acertar primeiro terá o direito de pedir um favor para o outro. Qualquer favor. O que acha?

—Eu acredito estar na vantagem, já que você já bebeu bastante.

—Então você não tem nada a perder. – disse ela levantando o copo, em um brinde, para em seguida virá-lo de uma vez.

Remus soltou um suspiro.

—Sabe... Sirius e James ficariam furiosos se eu entrasse numa aposta dessa sem a participação deles.

—Quer dizer que está fora? – perguntou Emily sorrindo com as sobrancelhas arqueadas.

—Fora? Estou completamente dentro, baby. – riu Remus.

BLACK SKINHEAD

—O jogo funciona da seguinte maneira. – explicou Emmeline para os que sobraram na festa. Os marotos, Adhara, obviamente, Emily (que iria dormir lá), Mary, Rabastan, Jacques, Lehanna Soto (uma garota que todo mundo sabia que traia o namorado, menos ele) Aryana Cillen (uma garota da Corvinal que parecia estar querendo dar uns beijos no Frank antes dele ficar super bêbado) e Marlene, que parecia um tanto descolada sem Dorcas (a garota tinha capotado de sono) – Nós giramos a garrafa. A pessoa pra quem a garrafa apontar escolhe: verdade ou desafio. – ela olhou para cada deles – Se escolher verdade, a pessoa que girou a garrafa faz uma pergunta. A garrafa está azarada. Quem a segurar falará a verdade e somente a verdade. – Ela olhou determinada para Sirius, que encolheu de leve – Ou... caso a pessoa não quiser revelar seus segredos sujos... ela pode pedir desafio. Mas eu vou avisando – Ela os olhou de novo, com um sorriso cafajeste – Vale qualquer coisa. Mão boba, boca boba, sexo... afinal, esse não é um jogo para virgens. – riu ela. Os marotos se olharam animados, assim como Rabastan e Jacques.

—Falou a guru do sexo. – debochou Marlene. Emmeline se sentou e colocou a garrafa no chão, olhando Marlene com desafio.

—Você não faz a menor ideia do que eu aprontei nas minhas férias, McKinnon.

—Achei interessante você largar a garrafa antes de falar isso. – debochou Marlene.

—Ok, ok. Menos briga, mais ação! Vamos girar essa garrafa! – ralhou Jacques.

—Isso mesmo, Jack. – riu Emmeline girando a garrafa. Todos olharam animados e com expectativas a garrafa girar e parar apontando para Emily Valentine – E então, novata? O que me diz? Verdade ou desafio?

Emily mordiscou o lábio, pensando a respeito. Ela estava usando o uniforme de Remus, por conta do frio, enquanto Remus usava uma camiseta branca de manga curta. Era a primeira vez que a maioria das pessoas ali viam os braços de Remus e James e Sirius ficaram fazendo piadas sobre os braços finos dele. Mesmo que os braços de James fossem absolutamente do mesmo tamanho...

—Eu acho que... verdade.

—Ok... De um à dez... qual a sua vontade de beijar o meu Six? – perguntou Emmeline abraçando Sirius e arrancando um olhar de desprezo de Marlene.

—Hum... sei lá... um três porque ele é bonitinho? – perguntou Emily encarando Sirius, que a olhava completamente indignado.

—TRÊS? – perguntou ele – BONITINHO?

—Relaxa Sirius. – riu James, enquanto quase todo mundo caía na gargalhada – Você não é completamente estragado. Se você se arrumar direitinho...

—Vai te foder, Potter! – resmungou Sirius – Segure essa garrafa e responde de novo. Ela não segurou a garrafa!

—Ok... – Emily deu de ombros e pegou a garrafa – Eu dou um seis, mas você não faz meu tipo.

—Seis?! – perguntou Sirius ainda indignado. – Eu sou no mínimo um oito!

—Aceita que nem todo mundo quer pular dentro das suas calças, Black. – debochou Jacques, que ainda sentia um certo ciúmes por Emmeline. – Eu vou girar.

—Não... É a Emily quem tem que girar. Ela quem respondeu. – disse Emmeline, com um sorriso para Jacques, apenas para provocar Sirius. Jacques corou de leve e Emily girou a garrafa, que apontou para Remus.

—Verdade ou desafio, Remus?

—Eu confio em você. Desafio. – disse Remus a olhando tranquilamente.

—Espere só o Remus cair comigo. – riu James.

—Ou comigo. – riu Sirius.

—Ok. Remus Lupin, eu te desafio a... – Emily sorriu para ele – Eu não consigo sacanear ele... ele é tão fofinho... – riu Emily. Os garotos ficaram fazendo piadinha, mas ela não se importou – Ok. Te desafio a beijar uma garota dessa roda.

—Qualquer uma? – perguntou Remus, arqueando a sobrancelha. Emily deu de ombros e Remus sorriu olhando para as garotas da roda.

Emmeline e Marlene viraram o rosto, num sinal de que não queriam ser escolhidas. Aryana o olhava como que dizendo que não se importaria, mas que não estava desejando por aquilo ardentemente. Lehanna piscou para ele, provocando. Addie e James trocavam olhares cheios de sentidos ocultos, então ela não estava realmente prestando atenção. Então Remus olhou para Emily e sorriu. Ela recebeu o olhar e sorriso dele, corando de leve e Remus a puxou pela nuca, para beijá-la de maneira contida, gentil e carinhosa. Emily suspirou no meio do beijo e correspondeu, parecendo simplesmente satisfeita. Quando eles se afastaram, ela piscou derretida e Remus voltou para o próprio lugar, levemente corado.

—Dá-lhe, Remusinho! – riu Sirius – Pegando as novatas, né?

—Não fique com ciúmes porque ela acha o Lupin fofo e você só um garoto arrumadinho. – provocou Burke. Sirius o olhou com desdém e lhe mostrou os dedos médios.

—Bem. Eu giro a garrafa, agora, não é? – perguntou Remus.

—Acredito que sim. – riu James, sem tirar os olhos de Addie.

—Ok. Hora de girar a garrafa! – disse Remus levemente animado. Marlene sorriu quando a garrafa parou apontada pra ela. – E ai, Lene. Verdade ou desafio?

—Verdade. – respondeu Marlene, ignorando o copo de bebida na mão do lupino – Eu sei que você não vai me deixar constrangida.

—Acaba com ela, Aluado. – riu Adhara, se abanando enquanto tragava o baseado. O olhar de Rabastan não saía de seu busto...

—Hum... Se tivesse que escolher um garoto do nosso ano para perder a virgindade, sem valer o Sirius... quem seria? – perguntou Remus.

—Boa pergunta. – riu Emily.

—Lestrange. – respondeu Marlene. Rabastan piscou chocado e a olhou surpreso.Adhara a olhou raivosa, mas logo disfarçou quando James, a chamou.

—O que? Por que esse merdinha? – perguntou Sirius, fechando a cara.

—Pra te deixar com ciúmes. – riu Marlene girando a garrafa nas mãos – Sem falar que ele é uma gracinha, apesar de ser meio idiota.

Rabastan a olhou com leve desdém e bufou, desviando o olhar. Marlene riu com desdém também e girou a garrafa, que parou apontada para o Lestrange. Ele a olhou com indiferença e ela de maneira questionadora.

—Desafio. – respondeu ele.

—Beije a Black. – riu Marlene – De língua.

Addie sorriu parecendo se divertir com a ideia e Rabastan riu também, pegando o baseado que ele tinha na orelha e o acendendo.

—E se eu me recusar? – perguntou Rabastan.

—Sempre tem alguém pra estragar a brincadeira. – resmungou Aryana.

—Não parecia muito interessado em me negar beijos no banheiro, Rabs. – provocou Adhara.

—Já cometi esse erro, hoje. – devolveu ele – Não vou cometer esse deslize de novo.

—Covarde. – riu Adhara. Lestrange tragou o baseado e sorriu.

—O que acontece se eu me recusar, Vance?

—Todo mundo pode te dar uma surra. – respondeu Emmeline.

—Melhor jogo de todos. – riu Sirius estalando os dedos. Rabastan soltou um suspiro e engatinhou até Addie e a beijou com toda má vontade que conseguiu fingir. Só queria ferir o ego dela e pareceu completamente bem sucedido quando se afastou poucos segundos depois.

—Minha hora de girar a garrafa. – disse se recusando a olhar para Adhara. Teria visto um olhar completamente irado da parte dela. Ela estava se sentindo completamente insultada e era basicamente isso que ele queria. Girou a garrafa e ela apontou para Sirius Black. – Verdade ou desafio, Black? – perguntou jogando a garrafa para o rapaz. Sirius a pegou no ar, parecendo completamente descontente. Lestrange certamente o sacanearia absurdos independentemente de qualquer coisa que pedisse.

—Humm... verdade... – murmurou incerto.

—Quem beija melhor, Vance ou Mckinnon? – perguntou Rabastan, na lata. Sirius empalideceu, mas respondeu, graças à garrafa azarada.

—Marlene.

Emmeline o olhou completamente indignada. Ele fez uma careta e a garota Vance se levantou, saindo da roda. Rabastan sorriu para Jack, que sorriu de volta, se levantando e indo atrás dela. Sirius deu de ombros e fingiu que não se importou, piscando para Marlene e girando a garrafa. Lehanna.

—Desafio. – disse ela. Sirius sorriu, lamentando por Marlene estar ali, ou pediria pra ganhar um beijo... mas então lhe ocorreu uma grande ideia.

—Escolha uma garota para beijar. – respondeu ele. Os garotos aplaudiram (menos Rabastan, que apenas deu um sorriso malicioso).

—Ok. Como quiser. Adhara? – perguntou Leh. Adhara apenas deu de ombros e engatinhou até ela.

—Ah, não! A Addie não vale! – resmungou Sirius.

—Tarde demais, amigo. Deveria ter avisado antes. – riu James, adorando a ideia.

Addie e Leh trocaram um beijo quente, enquanto Sirius não sabia se achava sexy ou não. Mas os outros garotos simplesmente babaram nelas. Depois de palmas e assovios.

Leh sorriu e sentou-se novamente. Esperou Addie voltar para o seu lugar e girou a garrafa. James sorriu quando a garrafa parou apontada para ele e balançou as sobrancelhas para Leh.

—Verdade ou Desafio, Potter? – ela perguntou, sorrindo maliciosa.

—Desafio.

—Beije a garota menos gostosa da roda. – assobios preencheram o local, enquanto todos olhavam James com expectativa.

O olhar de James correu pelas garotas e parou em Addie.

—Podia ser a mais gostosa, né? – ele sorriu. Addie soprou um beijinho para ele.

—Anda logo. Ou ta com medo de magoar os sentimentos da Emmeline? – Marlene perguntou – Ah, espere... ela saiu porque ficou tristinha... – disse Marlene com falsa surpresa.

—Cala boca, Lenezinha. – Addie respondeu.

—Eu estou em dúvida. – James mordeu o lábio. Então virou seu rosto para Mary. – Desculpe borboletinha, mas você não tem peitos. Eu amo peitos. – Mary deu uma risadinha.

—James! – Addie brigou, irritada por uma das suas melhores amigas ser considerada menos gostosa.

—Que? Não é culpa minha. Você que me fez ser tarado por peitos! – todos riram e Sirius socou o braço do amigo, revirando os olhos.

—Anda logo, Potter – Rabastan resmungou enciumado. James respirou fundo e engatinhou até Mary. A garota parecia nervosa, mas o menino apenas sorriu, ajeitou seus óculos e deu nela um selinho demorado.

Vaias vieram e Addie sorriu satisfeita.

—Você já sabe, né borboletinha? Meu coração pertence à Addie. – Mary riu girando os olhos e beijou a ponta do nariz dele.

—Sim, eu sei Pontas – ela bagunçou o cabelo do menino e ele voltou ao seu lugar. James girou a garrafa e caiu na Marlene.

—Manda ver, James. Desafio.

—Eu desafio você a ficar duas rodadas sem blusa. – todo mundo vibrou e Marlene deu de ombros, pronta para tirar a blusa – E sem sutiã. – os gritos ficaram mais altos e Marlene ficou parada olhando chocada para James.

—Vai logo, Lenezinha. Tá com vergonha de mostrar os seus peitinhos? – Addie sibilou e Marlene, com o rosto super corado, tirou a blusa e depois o sutiã. Imediatamente ela colocou as mãos sobre os seios os escondendo.

Marlene girou a garrafa e ela sorriu venenosa ao ver que caiu apontada para Addie.

—True or dare, Addie?

—Truth.

—Is it true...that you are a whore?

Todos se calaram e olhando de Addie para Marlene. O olhar de Marlene era venenoso e o de Addie era matador. Ela mirava Marlene com tanto ódio, que todos ficaram surpresos que ela não pulou pra cima dela.

—Não, eu não sou uma puta, Lene. Mas você, é? Ah desculpe que pergunta idiota. Não precisamos nem de uma garrafa mágica para saber que a resposta para essa pergunta é sim.

—Vá se ferrar, piranha repugnante.

—Vá se ferrar você, sua vaca nojenta.

—Ok, sem briga. – pediu Remus.

Frank chegou à roda, ainda muito bêbado, mas acordado. Marlene o olhou enfurecida e Frank se sentou ao lado de Emily.

—O que estão fazendo? – perguntou o garoto, coçando os olhos.

—Jogando. – respondeu James. Ele explicou as regras para Frank, que se animou, querendo brincar. – Ei... onde está Evans?

—De papo com o Snape, lá na cozinha. – respondeu Frank dando de ombros – Evans insiste em ajudar a lavar a louça...

—Nascidos trouxas, algumas vezes, sabem o seu devido lugar. – debochou Rabastan, recebendo olhares feios de todo mundo. Todo mundo menos Emily, que deu um sorrisinho debochado, antes de dar mais um gole no hidromel. Apesar dos pais serem amadores de trouxas, ela não os achavam assim tão impressionantes. Era muito mais a favor da causa puro sangue do que seus novos amigos, apesar de não apoiar a violência... mas ninguém parou para reparar na reação dela. Só Jacques, ficou ligeiramente interessado na garota nova.

Addie girou a garrafa que parou em Aryana.

—Desafio. – riu Aryana.

—Pegue nos peitos da Marlene. – todo mundo ficou chocado, mas logo gritou de entusiasmo. Com certeza foram os gritos mais altos da brincadeira. Aryana, receosa, se aproximou de Marlene que enfurecida tirou as mãos dos peitos e pegou uma garrafa de hidromel, jogando os cabelos para trás e bebendo um gole. – Aperte por um minuto inteiro.

Aryana respirou fundo e colocou as mãos sobre os peitos da Marlene, a garota não teve reação nenhuma, apenas olhava Adhara com a raiva estampada no rosto. Aryana ficou movendo as mãos até o tempo esgotar.

—Pronto. Feliz, sua vagaba? – Marlene perguntou ácida.

Addie riu, tragando seu baseado.

—Entusiasmada, sua puta idiota.

—Aryana, gira logo essa garrafa! – Emily pediu. Todos tinham ficados calados olhando a troca de olhares entre Marlene e Adhara, esperando logo que uma briga acontecesse. Aryana deu de ombros e girou.

—Nossa. Eu tenho sorte ou azar? – perguntou Frank coçando o queixo e olhando a garrafa que apontava para ele – Eu nem sentei direito... desafio.

—Tire a roupa e corre pelado ao redor dos garotos da Sonserina que estão tocando violão. – disse Aryana. Os marotos (Addie, incluso) abriram a boca em choque. Rabastan caiu na gargalhada. Emily se uniu a ele, afinal ela já era amiga de Frank. Marlene sorriu completamente satisfeita.

Mas Frank deu de ombros, tirou a roupa sem pudor algum e saiu correndo. Todos se levantaram e quase todo mundo foi atrás dele, morrendo de rir. Ninguém reparou em Sirius segurando a mão de Marlene e a olhando de maneira sugestiva. Nem que Emily estava mais interessada em olhar para Remus do que para a bunda completamente branca de seu amigo de infância...

Severus olhava para Lily com olhos sonhadores, como sempre. Mas amiga estava muito distraída lavando os pratos. Eles já tinham colocado todos os copos de plástico dentro das sacolas de lixo e já tinham passado um pano úmido com desinfetante pela sala, além de ter varrido todos os cacos de vidro.

Lily terminou de lavar o último prato e suspirou, secando as mãos num pano colorido.

—Ainda bem que você veio... Eu sempre fico um tanto deslocada nessas festas... – disse Lily com um sorriso gentil.

—Parecia bem à vontade com Crazy Eyes. – murmurou Severus que estava se sentindo completamente deslocado. Adhara não convidara seus melhores amigos: Theo Nott e Octavius Mulciber, Rabastan estava com a noiva e só sobrara Burke para lhe fazer companhia... mas o garoto estava mais interessado em suspirar pela fútil Emmeline Vance.

—Ela é bem divertida. — Lily riu. – Eu vou tentar acordar Dorcas. Te vejo depois, Sev. – ela deu um beijo na bochecha do garoto e saiu da cozinha. Logo depois Adhara entrou e sorriu para ele.

—Então Lily, arrumou mesmo as coisas? – ela se sentou na bancada da cozinha, tragando um novo baseado.

—Sim. Lily gosta de ajudar.

—E você gosta da Lily. Tão fofinho. – ela riu e Severus corou.

Ele olhava para as pernas da garota que balançavam e não pode deixar de notar como o vestido dela era curto demais.

—Onde está seu cachorrinho de estimação? — ele perguntou.

—Meu cachorrinho?

—O Potter.Ele fica atrás do seu rabo o tempo inteiro. – Addie gargalhou.

—Ele está vendo Frank desfilar nu.

—Interessante.

—Eu gosto de você, Sev. Sabe disso, né? – ela desceu da bancada parando na frente dele. Tornando para Snape impossível não olhar o seu decote.

—Gosta?

—Somos amigos. Se precisar de mim, é só gritar “Queen Bitch”, que eu venho correndo. – ele riu

—Vou me lembrar disso, Addie.

—Eu vou reinar naquela escolha, Sev. Eu vou ser a Rainha.

—Mas e Evie Zamora? – apontou Severus. Evie Zamora era a garota mais popular de Hogwarts.Era assim, tinha a garota mais popular da Grifinória, a da Lufa-Lufa, a da Corvinal, e a da Sonserina, e cada uma reinava na sua casa. Mas somente uma reinava na escola inteira. E era Evie Zamora.

—Eu vou esmagá-la como se fosse um inseto. Mas não conte pra ninguém. Porque quando ela menos perceber eu já vou ter tudo. – ela sorriu. —Agora eu vou dar uns amassos com o Jay. Beijinhos. – ela soprou beijos para ele e sorriu.

—Onde tá o Sirius? – perguntei, enquanto ele me prensava na parede.

—Em algum lugar, com a Marlene – James me beijou com volúpia e gemi em seus lábios. Ele abriu a porta do quarto e em vi sendo jogada na cama do meu irmão. Ela não era grande como uma cama de casal, mas também não era pequena. – Tô a noite toda, esperando pra beijar você. – ele diz devorando meus lábios.

—Então me beija. – James tirou a camisa e eu me vi agarrada a ele, arranhando suas costas levemente.

—Esse é o quatro do seu irmãozinho? – eu ri e assenti. Ele riu também e voltou a me beijar.

Suas mãos passeavam animadas pelo meu corpo, mas sem realmente estar me apertando. Eu troquei de posição me sentando sobre seu colo. Me curvei fazendo uma cortina de cabelos sobre nós e o beije no pescoço.

—Addie... – ele murmurou com as mãos na minha cintura.

—Você me acha a garota mais gostosa, Jay? – perguntei mordendo de leve seu pescoço. Ele tremeu e eu lhe dei um chupão. – Jay?

—A mais gostosa, Addie. De toda a Hogwarts.

—A mais gostosa Addie. De toda a Hogwarts. – sorri e lhe dei outro chupão, feliz ao ver as duas marcas vermelhas, que logo virariam arroxeadas.

—Você merece um presentinho – tirei minha blusa ficando somente com meu sutiã de renda preto e shortinho.Ele suspirou alto, mas não me tocou. Por estar acostumada com Rabastan e suas mãos bobas, fiquei um tanto surpresa com o modo acanhado de James. A última coisa que tinha imaginado era que ele seria tímido. Por isso peguei suas mãos e as coloquei sobre meus seios. Ele apertou delicadamente, se deliciando.

Suspirei alto e ele movimentou mais as mãos.O olhar no rosto de James era engraçado e ao mesmo tempo sexy.Podia sentir o quanto ele me desejava.

—Você é tão gostosa, Addie! – ele me puxou pela nuca e voltamos a nos beijar ardentemente, bagunçando o lençol do Montrose Magpies (equipe de quadribol que Teddy torcia por ter Monstrose no nome) na cama do meu irmãozinho.

—Six. – Marlene ofegou, enquanto ele beijava seus pescoço. Ele a empurrou para a escada e eles subiram apressados. – Pra que quarto... Ah. – Sirius a puxou com força contra ele.

—Ali – ele apontou e os dois seguiram para o quarto indicado.

—Esse é o quarto dos seus tios? – Sirius assentiu e acendeu a luz do quarto e trancou a porta. – Eles aderiram mesmo às coisas trouxas – ela comentou, olhando as coisas trouxas no quarto.

—É, queria morar aqui com eles e Addie. – Marlene sorriu para ele que estava sentado na beirada da cama.

—Quando a Addie foi embora, você ficou tão tristinho, né? – ela se sentou no colo dele. – Fiquei com dó. – eles se beijaram e Sirius colocou suas mãos nas coxas de Marlene.Ela riu, se remexendo em seu colo.E Sirius a apertou mais.

Eles se deitaram na cama, lado a lado. E Sirius não pode deixar de sentir aquele friozinho na barriga que sempre sentia quando beijava Marlene ou Emmeline.

Marlene dobrou a perna e colocou por cima da de Sirius. O mesmo foi subindo a mão de sua cintura até que estivesse em sua bunda. Ele subiu para cima dela, que abriu as pernas para recebê-lo, ela colocou uma das perna enroladas na sua cintura e Sirius se esfregou nela. Começou a acariciá-la no seios, escutando Lene suspirar e se mover embaixo dele. Ela tirou a blusa e Sirius sorriu.

Por mais que se sentisse flutuando, Sirius sentia a cabeça pesar, talvez fosse pelo fato dos dois estarem muito bêbados.

—Tá tão quente. – Marlene ofegou, e enquanto a beijava no pescoço, Sirius lentamente foi descendo a mão até chegar a seu short.

—Eu...

—Pode, Six. – Lene riu e Sirius desabotoou seu short.

Um arrepio subiu pela coluna dos dois, antes de Sirius enfiar a mão dentro do short de Lene. A garota gemeu baixinho quando Sirius colocou a calcinha para o lado e começou a passar os dedos pelas dobras molhadas. Marlene sentia ondas de prazer pelos corpo se concentrando em um pequeno local, ao qual Sirius acariciou com o dedão e fez Marlene dar o seu primeiro gemido alto. Sirius se sentiu excitado com o modo ela mexia os quadris, ao reagir ao toque dele.

—Você tá muito molhada. – ele murmurou, mexendo os dedos contra ela. Imaginando o seu pau ali, no lugar do dedo.

Sirius a beijou fogoso, tão excitado que sentia o pênis doer. Mas ainda não estava pronto para levar aquilo até o fim. Então ficou naquele amasso intenso, sentindo Marlene arranhar seus braços, escutando-a gemer seu nome e adorando o modo como ela movia o quadril, querendo mais contato.

Apesar de amar olhar a expressão de prazer no rosto de Lene e de escutar seus gemidinhos, seus dedos estavam ficando cansados. Então enfiou um dedo lentamente dentro dela e acariciou com o dedão aquele pequeno potinho de prazer. Sentiu as mãos dela o apertarem com mais força e os gemidos dela ficaram mais intensos e desesperados. Sorriu sabendo o que estava para acontecer e mirou a garota nos olhos. Marlene gemeu mais alto, até que deu um pequeno gritinho quando finalmente gozou.

Sirius sorriu completamente satisfeito com o seu trabalho bem feito e Marlene suspirou encantada. Suas pernas estavam moles e ela sentia a cabeça nas nuvens.

—Eu nunca tinha chegado lá. – ela murmurou baixinho. – É tão bom, Six.

—Eu sei – ele se curvou para beijá-la e tirou sua mão do short dela. Os dois olharam a mão molhada de Sirius e ele sorriu quando limpou no lençol.

—Se não estivéssemos com uma garrafa encantada no jogo eu não iria acreditar que você acha que eu beijo melhor que a Vance sabia? – Marlene comentou quando Sirius se deitou ao lado dela na cama.

—Por quê?

—Porque eu sei que acha a Vance mais gostosa que eu, por causa da bunda gorda dela. Mas você devia se tocar que eu faço tudo melhor que ela.

—Tudo?

Ela sorriu e se sentou no colo dele.

—Tudo. – ela sussurrou em seu ouvido e beijou seu pescoço. Sirius sorriu sabendo o que viria a seguir, quando Marlene tirou a sua blusa e começou a beijar seu peito e continuou descendo. Colocou a mão na cabeça dela e enfiou os dedos em seu cabelo loiro. Ela abriu o cinto dele e desceu o zíper. Massageou o volume que estava na cueca e deu uma mordidinha. Os dois suspiraram quando Marlene puxou o pênis de Sirius para fora da cueca. –Você quer que eu chupe seu pau, Six?

—Quero! Quero! – ele respondeu desesperado. A menina deu uma risadinha e chupou lentamente a cabeça.

—Eu sou gostosa, Six?

—Pra caralho. – ele respondeu fechando os olhos em seguida. Ela o lambeu de cima a baixo e por fim o colocou dentro da boca para começar a o vai e vem com a cabeça. Sirius podia sentir um pré-gozo saindo pela cabeça do seu pau, enquanto Marlene continuava o sugando repetidas vezes. Ela o tirou da boca, fazendo de propósito um estalo, muito sexy.

—Você gosta de mim, Six?Gosta? – ela perguntou o masturbando, dando beijinhos em sua virilha. Lambendo em volta do pênis.

—Você sabe que sim, Lene. – ele respondeu querendo mais que tudo que ela voltasse logo a chupá-lo.

—Mais do que da Vance?

—Você é única. – Sirius respondeu a primeira coisa que veio a cabeça, mas pareceu o suficiente para Marlene que voltou a colocá-lo na boca. Sirius sorriu, vendo a seu pau sumir na boca de Lene, enquanto a menina continuava seu trabalho, muito bem feito.

Sentiu aquela familiar pressão e sua boca abriu em um gemido.

— Lene! Lene... eu... – tentou avisá-la, mas acabou gozando antes que ela pudesse tirar a boca. Ele abriu os olhos e procurou os de Marlene. Ela o olhava com um biquinho no rosto. – Você? – ela negou e Sirius então reparou que ela ainda estava com seu gozo na boca. – Você vai engolir? Ou quer cuspir? – ela continuou com o biquinho até que fechou os olhos e então sorriu.

—Engoli. – ela disse – Não é ruim, na verdade. – Sirius riu. Foi a primeira garota que engoliu.Tudo.

Ela beijou a cabeça do sue pau e então o guardou de volta na cueca. Ele a puxou e os dois se deitaram. Sirius pegou a garrafa que tinha trago e bebeu um gole antes de passar para Marlene deitada em seu peito.

—Tem salvia? – ela perguntou depois de beber.

—Devo ter um baseado aqui. – ele pegou um que tinha no seu bolso da calça e o acendeu. Tragou e jogou a fumaça na boca dela.

—Six, porque a gente não namora? Eu faria boquetes em você todos os dias. É só me assumir.

—Marlene, é que bem...eu gosto de você, mas você sabe... eu gosto de ser livre. De me sentir livre. E...você dormiu – ele olhou a menina completamente apagada em seu peito e suspirou aliviado.

—Você quer alguma coisa?Água ou sei lá? – Emily perguntou no batente da porta do banheiro, olhando preocupada Remus botando as tripas para fora.

—Não precisa. Na verdade eu quero mais ponche – Remus riu bobamente, mas logo voltou a vomitar no vaso. Emily o ajudou a se levantar, quando a sessão exorcista de Remus passou.

—Você ta muito bêbado, Remus. – ela disse enquanto enxaguava a boca dele.

—Você também. — murmurou o garoto, balançando o rosto como um cachorro, para a água sair.

—O que é que você ta fazendo? – ela perguntou vendo Remus espremer um tubo e sair de lá um gel rosa.

—É pasta de dente – ele respondeu com aos dentes rosa. Ela enxugou sua boca novamente e os dois cambalearam pra fora do banheiro. Emily segurava em uma mão um copo vermelho cheio de ponche e tinha um sorriso muito bêbado no rosto.

—Aonde a gente vai? – ela perguntou. Remus a guiou para um dos quartos e Emily reparou nos brinquedos de criança e na pequena cama desarrumada que tinha. – Addie, tem um irmãozinho? Acho que o vi na festa de debutante que meu pai deu.

Remus completamente bêbado e cansado se jogou na cama, mas logo resmungou e tirou algo debaixo dele. Ele reparou que era uma blusa ou um vestido muito curto.

—Isso é da Addie. – apontou Emily, se sentando aos pés de Remus e bebendo seu ponche. Remus deu de ombros e suspirou se martirizando por ter ficado bêbado. – Sabe, eu descobri seu estereótipo. – ela disse suspirando e apoiando o queixo nas mãos.

—Sério? – Remus sorriu, serrando os olhos de vergonha – O que é?

—Você é tipo a Dorcas. Meio carente, mas não tanto assim, só carente. Não é chato, é bem fofo na verdade. – Remus corou mais ainda se possível e se colocou sobre os cotovelos.

—Eu descobri o seu também. É tipo o Frank. –ela corou e bebeu mais um gole do ponche. – Eu provavelmente sei que só estou falando isso, porque to muito bêbado mesmo, mas eu sei que você quer muito me beijar, Emily.

Os dois estavam muito vermelhos, mas mesmo assim se encaravam.

—Eu...posso te beijar? – ela colocou o copo no chão e engatinhou até ele, que encolheu as pernas e as cruzou. Emily se sentou a sua frente e cruzou as pernas também. – Posso?

Ele assentiu e os dois fecharam os olhos. Sentindo que o coração podia sair pela boca de tão rápido que batia. As mãos de Emily, cruzaram no pescoço de Remus e ele colocou as mãos na cintura dela. Quando seus lábios se tocaram Emily sentiu um arrepio passar pelo corpo e acariciou o rosto de Remus, enquanto o mesmo intensificava o beijo. Remus estava pronto para deitar Emily na cama e subir em cima dela, mas a porta abriu de súbito e os dois se separaram ofegantes.

Adhara os olhou inquisitória. Um baseado entre os dedos e os olhos azuis escuros brilhando assustadoramente.

—Eu esqueci a minha blusa – ela disse. Os dois sentados na cama desceram os olhos para o busto de Addie, coberto apenas por um sutiã.

Remus pareceu sair do choque e deu para Addie blusa que ele tinha colocado de lado. A garota colocou a blusa sobre os olhar atento dos dois.

—Se quiserem podem dormir aqui – ela disse, então beijou a bochecha de Remus. – Emily, posso conversar com você? Rapidinho? – Emily assentiu e se levantou da cama. As duas foram para o corredor e Adhara se apoiou na parede ao lado da porta. – É o seguinte, querida. O Remus é meu. Não estou querendo dizer como namorado, ou coisa do tipo. Ele é meu melhor amigo. Meu Remmy. – Emily engoliu em seco. – Eu apresentei vocês, então não ligo se ficarem ou namorarem. Mas, Remmy é sensível. E merece ser amado por alguém que realmente goste dele e esteja disposta a ficar com ele.

—Eu nunca brincaria com ele, Addie. Ele é muito legal.

—Eu sei disso, mas fica esperta. Porque por enquanto não somos amigas de verdade, então não vou sentir remorso de te dar uma surra. – Adhara sorriu feliz, como se não tivesse acabado de ameaçar Emily. – Pode usar o cobertor do meu irmão. Tchauzinho. – Adhara lhe soprou beijinhos e desceu as escadas.

Emily respirou fundo, e quando entrou novamente no quarto, viu que Remus estava completamente apagado, pegou de um armário o cobertor que Addie disse que podiam usar. Se deitou ao lado de Remus e os cobriu. Ela se encaixou no corpo de Remus que estava deitado de lado e pegou um de seus braços e colocou sobre a cintura dela. Ela sorriu ao reparar que ficaram de conchinha.

Se seu pai sequer imaginasse....

SAME OLD LOVE

(escutem essa agora)

Desci as escadas e vi James deitado no balcão da cozinha. Garrafas em volta dele,colocadas estrategicamente para fazer a linda do seu corpo.Lily dormia no sofá com Dorcas e torci meu nariz ao ver a esquisita esparramada no meu sofá.As pessoas já tinha do embora, porque já estava quase amanhecendo.

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Dei uma longa tragada em meu baseado e sorri ao ver a fumaça a minha frente.

—Foi uma festa bem legal, Addie. – olhei Adam. Ele estava com um copo vazio na mão, o qual ele colocou em cima da testa de James.

—Meu portal de entrada para a popularidade. – ele riu, e eu lhe passei o baseado. – Eu vou ser tão popular quanto Evie Zamora, Adam. Ou melhor, mais popular que ela.

—Acredito em você. – ele colocou a mão na minha cintura e beijou minha bochecha. – Vou pra casa.

—E sua vó?Será que ela dormiu bem?

—Antes de sair coloquei um feitiço silenciador no quarto dela. – ele da de ombros. – Venho amanhã pra ver você de ressaca. – sorri. Adam saiu fechando a porta em seguida e eu subi de volta. Entrei no meu quarto e vi Mary capotada na minha cama. Comecei a tirar minha roupa até ficar de calcinha e sutiã.

—Eu estou tão cansada – tomei um susto ao Emmeline sair do meu closet.

—Que susto, vaca. – ela riu. Emmeline também estava de calcinha e sutiã. Segurava na mão uma blusa e um shortinho de dormir. Peguei a blusa da sua mão e coloquei. Ela ficou agarrada em mim. E Emms colocou o shortinho.

Ela se jogou no grande tapete felpudo no chão do eu quarto e riu.

—É quase como uma cama. Vem cá, Addie. Vem. – ela me estendeu a mão e eu segurei. Emms me puxou com força me fazendo cair em cima dela. – Eu to muito chapada, Addie.

—Eu também – sussurrei me deitando ao lado dela. Nossas pernas estavam entrelaçadas e Emms acariciava minha cintura, sem realmente perceber que estava fazendo isso.

—Acabei de fazer um boquete no Jacques. – ela disse.

—Ele foi embora? – ela assentiu. – Vocês fizeram algo mais?

—Sexo?Não. – ela disse sua mão agora acariciando minha cintura por baixo da blusa apertada. – Mas ele me chupou também.

—Gozou? – ela assentiu.

—Ele quer voltar comigo. – ela disse sua mão agora nas minhas costelas, perigosamente perto do sutiã.

—E você vai? – ela deu de ombros.

—Esse ano vai ser nossa chave para popularidade. E é bom eu ter um namorado. E nós duas sabemos que o Sirius não vai me pedir em namoro. O que acha?

—Bem, eu vou namorar o Jay. Então acho que devia ter um namorado também.

—E a Mary? – olhamos Mary dormindo na minha cama, só de calcinha.

—A gente faz ela e o Peter namorarem em dois minutos. – dou de ombros.

Emms fechou os olhos.

—Sirius, acha que a Marlene beija melhor do que eu. – ela resmungou.

—Ele é um idiota. Tenho certeza que você beija maravilhosamente bem, Emms.

—Quer ver? – ela pergunta de súbito.

—Ver o que?

—Se eu beijo bem. – ela diz. Sinto sua mão se mexer e percebo que Emmeline tinha a palma da mão sobre meio seio.

—Emms!

—Qual é Addie! – ela briga. – Somos amigas. Melhores amigas, né? – assinto. – Isso é puramente cientifico, saca?Como uma pesquisa, pra saber se beijo bem.

Emmeline se coloca em cima de mim, sua cocha no meio das minhas pernas. Ela desce o rosto e chupa meu lábio inferior.

—Puramente cientifico? – ela assente e eu a beijo. Nunca tinha me imaginado, beijando Emms, mas com certeza estava muito melhor do que poderia imaginar.

Ela empurrava sua cocha contra minha intimidade e me beijava como se realmente quisesse provar que beija bem. Minhas mãos foram uma para sua cintura e outra para sua bunda.

—Aperta. – ela murmurou contra meus lábios. Lembrei-me de quando Sirius disse que ela gostava que apertasse e desse uns tapinhas. Apertei com força e Emms gemeu.

Emms beijou meu pescoço e deu chupão forte.Ela se sentou sobre meu quadril respirando ofegante e puxou minha blusa pra cima, a tirando.Sorriu ao ver que meu sutiã abria na frente.Ela passou o dedo pela minha clavícula e desceu até o meio dos meus seios. – Tem peitos tão bonitos, Addie. – ela disse. Então delicadamente abriu o fecho do sutiã. O puxei dos braços e joguei ao lado. Ela desceu o rosto novamente e lambeu bem lentamente meu mamilo.

—Emms. – gemi baixinho. Ela soprou o local, e eu gemi novamente. Coloquei a mão na nuca de Emmeline agarrando seus cabelos e a empurrando contra meu seio. Ela chupou e massageou o outro com sua mão. – Isso também é puramente cientifico?

—É claro! – ela respondeu.

Gemi extasiada e Emms empurrou mais uma vez sua cocha contra minha intimidade. Ela foi descendo mais os beijou e mexeu a boca contra minha calcinha. – Emms, o que...

Dei um gemido alto. Emms tinha tirado minha calçinha e me lambia de forma rápida. Explorando com pressa minha intimidade.

—Oh!Isso... Emms. – eu gemia alto, não conseguindo me controlar. Quando ela começou a usar os dedos, dei um gritinho.Olhei para baixo e vi os olhos eletrizantes de Emms me encarando, enquanto continuava a me chupar.

—O que vocês tão fazendo? – ofeguei surpresa, mas Emms não parou.

Mary nos encarava, com o rosto sonolento.

—Nós... Ah!Nós estamos... merda. – gemi manhosa, empurrando a cabeça de Emmeline contra minha intimidade. Mary continuava me olhando, o rosto agora franzido. Emmeline chupou meu clitóris e eu me curvei agarrando o tapete felpudo, e gemendo muitoalto.

Meu peito subia e descia depressa. Emms deu uma risadinha, passando as costas da mão na boca.

—Volte a dormir borboletinha. Você só está muito chapada. – Mary assentiu e se virou para o outro lado se enrolando no coberto.

Emms se sentou ao meu lado e tirou o sutiã, suspirando. Coloquei minha calcinha novamente quando minhas pernas pararam de tremer.

—E então? – ela perguntou, acendendo um baseado.

—Você sabe muito bem o que fazer com a língua. – ela riu. E tragou o baseado inteiro sozinha. Ela voltou a se deitar e abraçou minha cintura.

Sorrio para ela, nossos rosto muito próximos.Nossas pernas entrelaçadas novamente.

—Amo você, Addie. – ela sussurrou e senti seu hálito quente na minha boca.

Ela se apertou contra mim. Nossos peitos esmagados uns nos outros e sua coxa no meio das minhas, encostada na minha calcinha.

Ela beijou meu pescoço e deixou mais um chupão lá.

—Eu também amo você, Emms.

Notas finais
E AÍ???????????????????????? BEST PARTY EVER Primeiro, viram o pequeno trecho em inglês? Eu achei mais legal assim.E obrigada Leh heuehueh espero que você e a Cillessen tenham gostado da aparição de vocês heuehueh e Ayla também. Addie e Marlene trocando farpas! ADORO! Amassos James e Addie e Sirius e Leneeee em um só capítulo! hueheuheuheuhe E o que acharam da Emily e do Remmy?Devem ficar ou não? E a Emms deve namorar o Jacques? E GENTE!QUE FINAL É ESSE???GOSTARAM?HEUEHUEHUEH xoxo ~Aurora