When We Were Young

109 Don't Ever Tell Anyone Anything


Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOOOO, CHANELS ♥ MANO MANO MANO EU ESQUECI DE AGRADECER AS ÚLTIMAS LINDAS RECOMENDAÇÕES! Minhas sinceras desculpas, teve o Enem e depois teve minhas férias que eu viajei, mas MANO amei, muito obrigada MIRACH E LUNA ♥ ♥ AMEI DE VERDADE! Esse capítulo é dedicado a vocês lindas, espero ver vocês nos comentários. Quero agradecer também a todas que comentaram no capítulo passado e me desculpem eu ando inconstante! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

DON’T EVER TELL ANYONE ANYTHING

HOGWARTS

1977

6th YEAR

—Oh! Oh! Rabastan! — gemeu Emily, abraçando o pescoço do namorado com força, sentindo aquela onde de prazer pelo seu corpo inteiro. Rabastan sorriu passando o braço pela cintura dela e empurrou o quadril contra ela. Os dois gemeram e Emily apertou mais suas coxas no quadril de Rabastan. — Isso! Mete! Isso!

—Geme pra mim, Emms. — pediu Rabastan, mordendo o queixo dela. Ele olhou um pouco para baixo, vendo seu pau sumir dentro dela a partir das estocadas.

—Então, me faz gozar. — ela riu travessa. Rabastan sorriu maroto e deu um beijo na boca, enfiando a língua em sua boca, a qual ela chupou com força. Ele pegou as coxas dela e segurou, arremetendo depressa. Emily gemeu, retribuindo, tentando rebolar para ele o máximo possível. Ele tirou uma mão da coxa dela e puxou a blusa do uniforme dela para cima, expondo os belos seios em um bonito sutiã branco. Ele a beijou no meio dos seios e lambeu e Emily gemeu baixinho, puxando os seios para fora do sutiã para dar total liberdade a Rabastan para chupar seus mamilos, o que ele fez com muito gosto. — Isso, Rabs… — ela gemeu. Emily deu uma risadinha travessa ao ver como ele estava sedento chupando seus peitos e desceu de sua cintura o empurrando. Ela se virou com a bunda empinada e apoiou a mão na parede de pedra da sala vazia. Rabastan levantou sua saia exibindo sua bunda e passou a mão nela, gostando da pele macia. Ele ergueu a mão e deu um tapa, que fez Emily dar um gritinho e olhar para ele com uma cara de safada. — Vai demorar muito ai? — ela perguntou. Ele riu e beijou seu ombro. Colocou a mão por cima da dela encostada na parede e encaixou seu pau na intimidade dela e entrou com tudo. Ela gemeu alto e ele a beijou, abafando seus gemidos.

Em poucos minutos, com sussurros amorosos abafados e com suas peles suadas os dois chegaram ao clímax juntos.

Emily sorriu satisfeita e tirou o cabelo do rosto. Ela se virou para o namorado que se sentava em uma mesa, com as calças e a cueca nos tornozelos. Ela abaixou a saia do uniforme de torcida e pegou a calcinha no chão para colocar. Emily amarrou o cabelo em um rabo de cavalo e foi até o namorado que já se arrumava e o beijou na boca. Ele a tocou na cintura e a beijou de volta.

—Eu tenho que ir. — ela disse, contra os lábios dele. — Nº7 saiu da equipe, Emmeline ficou completamente louca… — ela contou, enquanto Rabastan descia os beijos para o pescoço dela. — Mas Addie já está resolvendo tudo… na verdade… — ela parou de falar com o beijo dele de volta em sua boca. – … ela disse que já tem tudo resolvido… Rabastan! — ela riu, batendo no peito dele. Ele riu também. — Eu tenho que ir mesmo.– ela repetiu. — Te vejo depois, está bem?

Ele a deu um beijo na testa e saíram da sala de mãos dadas. Encontraram Jacques sentado ao lado da porta estudando para Aritimância, com alguns livros em seu colo. Ele olhou o casal que saia da sala e cerrou os olhos.

—Eu não vou ficar vigiando sala para vocês transarem! — ele bufou. Rabastan riu.

—Eu te dou um baseado. — ele disse. Jacques revirou os olhos de levantando e fez um gesto com a mão.

—Eu tenho uma plantação da melhor salvia nos fundos da loja. — ele disse. — Acho que estou bem, obrigado. — ele debochou. Emily gargalhou.

—Eu estou pensando em te fazer uma visita esse verão… — comentou Rabastan, passando um braço pelo ombro de Jacques. — Eu falei com Emily sobre aquela Tatiana. — ele disse.

—Porque? — perguntou Jacques exasperado.

—Ela gosta de flores Damasco. — contou Emily. — Mas não acho que conquistaria ela pelas flores… só tenha atitude, certo? — ela riu. — Ela já parece caidinha por você mesmo. — ela disse e Jacques deu um sorriso brilhante. — Tchau, meninos. — ela falou e beijou a bochecha do namorado e saiu andando. Já quando saia do Castelo, escutou uma voz de chamando e se virou esperando Sirius e Marlene a alcançarem. Ele tinha o braço no ombro da namorada e quando chegou ao lado dela passou o outro pelo ombro de Emily. — Você não tinha treino de Quadribol agora? — indagou Emily.

—Sim, mas eu estava fazendo sexo. — disse Sirius. Marlene riu e lhe deu um beijo na bochecha. Os três continuaram a descer para o Campo.

—James vai te matar.

—Eu sei. — riu Sirius. — Mas ele vai ser bonzinho comigo já que Marlene substituiu Addie de novo no último jogo, já que Addie estava suspensa. — ele falou. Marlene sorriu orgulhosa.

—Eu derrubei um sonserino da vassoura. — disse Marlene. Sirius sorriu e a beijou na bochecha. — Mas Addie já volta no próximo jogo. — ela comentou. – Tomara que ela tenha escolhido alguém bom para entrar na equipe, eu vou odiar se for a Melody Bostic, aquela vaca totalmente tem furúnculos, eu tenho certeza. — disse Marlene.

Chegaram ao Campo e James estava lá de braços cruzados, suado, batendo o pé no chão, olhando Sirius com a pior das caras.

—Black! — ele berrou. — Será que dá pra aparecer na porra do treino? — ele disse. Sirius deu um sorriso e foi até o amigo, com os braços abertos para um abraço. — Sai! Sai! — gritou James, fugindo dos braços de Sirius.

—ATENÇÃO! — escutaram o berro de Adhara, em frente ao vestiário da Grifinória. Todo mundo se virou para prestar atenção. Lá estava todas as Chanels prontas para o treino. Alice pendurada no cangote de Frank. Lily e Dorcas, pois elas estavam tentando consertar o que havia quebrado entre elas e Marlene mais que tudo e o time de Quadribol da Grifinória. — Eu sei que vocês acharam que iria ter testes para encontrar a Chanel que vai substituir a Tati…

—A vaca! — berrou Emmeline, as Chanels riram e Tati mostrou o dedo do meio para Emmeline que mostrou de volta rindo.

—Eu mesma encarreguei disso. — sorriu Adhara. — Eu encontrei essa pessoa dançando sozinha no dormitório… e ela tinha um gingado muito bom, fiquei imaginando se tinha a força para conseguir me levantar e ela conseguiu! — ela disse. — E depois verifiquei se ela sabia dar alguns mortais e ela soube fazer, então eu a escolhi. — ela disse. — Tambores, por favor. — ela pediu. As Chanels começaram a bater em suas próprias coxas para fazer barulho. — Eu lhes apresento o novo Chanel Nº7… DIMITRE PETROVICH! — ela berrou e Dimitre saiu do vestiário dando um mortal para frente e depois mandou beijo para todos, vestindo um uniforme igual ao de Frank.

As Chanels começaram a gritar. Emmeline berrou se jogando em cima de Dimitre, o abraçando. Marlene e Emily começaram a assobiar e correram junto das Chanels para agarrar Dimitre, que rebolava no meio delas. Adhara ficou ao lado sorrindo e Lily e Dorcas começaram a bater palmas.

—VAI, DIMITRE! — berrou James, ao lado de Sirius, o assustando. Ele começou a dançar, mexendo os braços. — D-I-M-Y! DIMYYYYYYYYY! — berrou James, ele bateu no ombro de Yuri Petrovich, irmão mais velho de Dimitre que riu e começou a torcer com ele. Tati se juntou a eles e todos começaram a dançar juntos, mesmo sem música.

Alice olhou seu namorado e ele andou até Adhara e cerrou os olhos. Ela o deu um sorrisinho e ele se virou passando pelas Chanels e parando em frente a Dimitre que o olhou e parou de dançar. Ele estendeu a mão e Dimitre apertou, mas Frank apertou fortemente e aproximou seu rosto do de Dimitre.

—Essas garotas são minhas, rapaz. — ele disse. – Todas elas. — ele falou, seriamente. As Chanels todas riram e começaram a dar beijinhos na bochecha de Frank e o abraçar, mas ele continuava a olhar sério para Dimitre. — É bom que você pegue elas em cada salto que elas derem! — ele disse. Dimitre assentiu.

—Se eu estou com ciúme que meu namorado está sendo agarrado por mais de 10 garotas ao mesmo tempo? Claro que não.- sussurrou Alice para ela mesmo, enquanto Frank sorria para Dimitre.

—Bem-vindo a equipe, vadia!

Remus esperou Adhara sair do treino, sentado nas arquibancadas. Ele estava aproveitando para adiantar uma lição, já que teriam uma festa antes do recesso de Pascoá e todo mundo parecia que ficaria muito bêbado, Remus se sentia responsável por cuidar de todos bêbados e depois de ressaca, então adiantaria as lições para ficar completamente livre para ajudar os amigos. Quando terminou ele guardou em sua mochila e começou a observar o céu. Ele suspirou e começou a pensar em Adhara, após escutar um grito dela após um salto vindo lá do campo. Ele sempre pensava nela, podia estar pensando em qualquer coisa que logo sua mente viajava para Adhara novamente. Remus pegou o rascunho que tinha feito da lição e pegou sua varinha e apontou para a ponta do pergaminho que começou a pegar fogo aos poucos, ele ficou observando o pergaminho queimar lentamente, ficando cada vez menor, até que quase estivesse queimando sua mão, então deixou cair na madeira da arquibancada e o pergaminho terminou de pegar fogo, até virar um monte de cinzas.

—Porque de vez botar fogo em pergaminhos não bota fogo aqui para mim? — ele escutou a voz de Adhara e ela se sentou ao seu lago com um cigarro entre os dedos. Ele não gostava nada do vício dela em cigarros, em baseados ele até relevava, afinal ele também fumava alguns, mas cigarros eram simples prejudiciais.

—Isso mata. — disse Remus, sem ascender o cigarro.

—Que bom. — ela disse e deu de ombros. Adhara ascendeu ela mesma o cigarro e tragou fortemente e soltou no rosto de Remus, que virou a cara.

—Addie…

—Eu só estou brincando. — ela riu, jogando a fumaça para outro lado. Ele continuou a dando um olhar sério. — O que?

—Desde que você voltou para equipe… eu sei que eu não posso te falar como você está se sentindo, mas eu não acho que a equipe está te fazendo bem. — falou Remus. Adhara havia voltado para equipe já fazia pelo menos um mês, um mês de que ela andava meio ranzinza, diferente da tristeza habitual que ela estava antes. Ela estava ranzinza até mesmo com Remus ou Sirius e assustando criancinhas do primeiro ano pelos corredores.

—Está tudo ótimo, Remus. — falou Adhara. — A equipe está ótima. Eu estou ótima. Está tudo ótimo. Porque você quer estragar tudo? — ela indagou, ficando irritada rapidamente. Remus desviou o olhar, não falando nada, mas então ele franziu a testa.

—Não fale assim comigo. — ele disse. Adhara revirou os olhos, fumando. — O que está acontecendo agora? Você está assim a semanas… está pior do que eu na última Lua Cheia, e eu quase fiz James chorar… o que está acontecendo?

—Eu não sei! — ela disse, se virando para ele. — Desculpe, está bem? Ultimamente eu só estou com vontade de socar alguma coisa e… eu quase soquei a cara de Peter quando ele veio desabafar comigo sobre Mary… ela teria feito aniversário faz um tempo… 17 anos, Remus, ela faria 17 anos. — ela disse. — E ele veio me falar isso, e eu quase soquei a cara dele… mas Sirius chegou antes e ele viu que eu estava irritada, me tirou de lá e quis que eu desabafasse com ele e eu simplesmente não consegui. Porque? Sirius era a pessoa com quem eu mais poderia conversar, e Emmeline… e agora eu não consigo falar com nenhum dos dois. Eu sinto tanta a falta deles. – ela disse, com vontade de chorar. Ela tragou o cigarro com força, fazendo ele ficar ainda menor. — Você acha que algum dia eu vou ficar bem? — ela perguntou subitamente, soprando a fumaça enquanto falava.

—É, claro. — respondeu Remus, parecendo muito seguro de sua resposta, tanto que Adhara não segurou o sorriso.– Addie, eu sei que tá se sentindo como se tudo tivesse acabado, mas você tem uma vida inteira pela frente. E eu pretendo estar lá com você, nós vamos ficar bem.

—Eu acho que sei porque estou andando com tanta raiva. — falou Adhara honestamente. Ele a olhou atentamente, esperando.– Eu… eu anda meio distraída, digo… eu esqueci, Remus!

—Esqueceu? Esqueceu o que?

—Por um tempo eu realmente esqueci o acidente. — ela disse. — Eu não pensei nele… foi como se tudo estivesse normal. Eu estou com raiva, por causa disso, eu não quero esquecer.

—Você nunca vai esquecer os seus pais ou Adam. Nunca mesmo. — falou Remus. — Mas você não tem que sofrer por eles todos os dias. Eles nunca quereriam isso, você sabe disso.

Adhara deu um sorrisinho, sentada de pernas cruzadas, ela agitou os dedos um pouco e caiu as cinzas do cigarro na madeira da arquibancada. Ela tragou mais uma vez e depois levou o cigarro até a boca de Remus, que bufou, mas tragou tossindo bastante depois. Ela riu e o acariciou nas costas, enquanto ele tossia alto.

—Então, eu digo… Vamos ficar muito loucos nessa festa. — ela sorriu. Quando Remus parou de tossir e ergueu os olhos para a olhar, ele sabia que o seu plano de ficar sóbrio para cuidar dos amigos tinha acabado de descer pelo ralo.

—Acho que tio Remus não tem saída nessa. — ele falou. Adhara deu um grande sorriso.

—Sabe que é muito estranho quando você se chama assim, certo?

—E aí, Lily? — ela escutou a voz de James Potter. Lily se virou para e cruzou os braços, esperando para ver o que ele iria dizer. — Eu só queria saber se você já fez a lição que a Minerva passou, eu achei particularmente difícil, mas no final das contas eu consegui fazer…

—Ahn… — Lily o olhou extremamente surpresa. — Eu ainda não fiz… é pra depois do recesso de Páscoa. — ela falou. James deu de ombros.

—É sempre bom adiantar, certo? — ele falou. Ela assentiu, o encarando com a testa franzida.

—Sim, é. — ela falou. — Quando eu fizer… nós podemos discutir sobre, se quiser. — ela murmurou e ficou ainda mais surpresa consigo mesma. James lhe deu um sorriso.

—Definitivamente. — ele disse, ainda com as mãos no bolso. — Vai na festa? Em Hogsmeade…

—Eu vou apenas porque não teve aula hoje mesmo e porque eu vou para cuidar de Marlene, porque ela sempre fica muito bêbada. — respondeu Lily, já se virando.. — Na verdade, estou indo me arrumar, com licença. – ela disse, indo para as escadas.

—Qualquer coisa que vestir, eu sei que vai muito bonita. — ele disse, fazendo Lily parar no pé das escadas. Ela se virou para ele que sorria com as mãos nos bolsos. — Estou feliz que você vai. — ele falou, se virando e subindo para o próprio dormitório.

—Eu estou vendo você! — Lily se virou assustada para Dimitre que tinha os braços cruzados e a sobrancelha arqueada. — Olhando para James Potter como uma garotinha apaixonada. — ele falou, chegando mais perto de Lily.

—Não sei sobre o que está falando. — ela disse, fugindo de seus olhos. — Eu nunca olharia para James Potter desse jeito! Ele é um ser imprestável, idiota, galinha… um...um nojo! — disse Lily, se virando e começando a subir as escadas.

—Você não me engana, Lily Evans! — Dimitre berrou no final das escadas, isso fez Lily subir depressa para o quarto. Ela suspirou aliviada e fechou os olhos com força.

Ela nunca se apaixonaria por James “nojo” Potter.

—VAMOS FICAR CHAPADOS! — berrou James, no meio de Hogsmeade, ele deu mais um berro pulando no ar. Remus olhou para os lados, preocupado demais.

—James, cala a boca! — disse Remus, empurrando ele para ir por trás das lojas, todos o seguiram. E James deu uma risadinha.

—Relaxa, Aluado. — ele disse, bagunçando os cabelos de Remus.

—Ele está certo. — falou Lily, também olhando para os lados totalmente preocupada. — Alguém pode ter te escutado!

—Só podemos ir logo pra essa festa? — pediu Frank, batendo o pé no chão. Alice sorriu e lhe acariciou os cabelos.

—Já vamos, gracinha. — ela disse. — Eu falei com a minha prima e ela me arrumou umas pílulas, quem quer? — indagou Alice, tirando do bolso um saquinho com algumas pílulas. — Não é nada tipo Pó de Fada, é meio tipo Veneno de Fada só que mais fraco, ninguém vai ficar tão louco a ponto de queimar uma casa e achar que tá no Sol.

—Maneiro. — disse Sirius.- Passa ai, Alice.

—Eu tenho um para cada um. — falou Alice, ela deu a pílula para Sirius que estava com a mão estendida e para Peter ao lado dele. Emmeline catou um da mão dela e colocou na língua com um sorriso, então engoliu. James sorriu para Emmeline e ela pegou um e colocou na boca dele. — Quem mais?

—Vai me dá um. — disse Marlene. Sirius aplaudiu a namorada que colocou a pílula na boca.

Frank pegou duas pílulas da mão de Alice e colocou um na boca dele e um na dela. Ele a beijou depois e passou um braço pelo ombro dela.

—Eu quero também. — falou Dimitre, pegando a pílula. Dorcas olhou para todos, então pegou também e tomou.

—Vai querer, Emms? — indagou ela.

—Não, obrigada. Eu vou ficar só com hidromel, mesmo. — respondeu Emily.

—Remusssss? — indagou James, tocando os ombros do amigo.

—Sem chance! Nem pensar. — ele falou, se afastando da pílula que James tinha na mão e tentava colocar em sua boca.

—Eu quero. — eles ouviram a voz de Adhara.

—Mas… — começou Remus.

—Você não pode. — disse Sirius

—Vocês sempre estão dizendo que querem a antiga Addie de volta, não é? — brigou Adhara, catando a pílula da mão de James. Ela tomou na frente de todos. — A antiga Addie tomaria a pílula e dançaria a noite inteira. E é isso que eu vou fazer, porque… eu ainda sou a Addie, porra. — ela disse. Todos ficaram em silêncio por um momento, então James gargalhou e abraçou-a apertado.

—Eu vou te pegar hoje a noite, baby. — ele brincou, fazendo cócegas em sua cintura, ela riu e o empurrou devagar.

—Acho que não, Jay. — ela brincou de volta, fazendo a vozinha que ela fazia quando eles namoravam e ela o chamava pelo apelido.

—Oh, Adhara, assim eu gamo. — disse James, com a mão no peito, como se ela tivesse acabado de atirar uma flecha no coração dele.

—Acho que vou querer também. — murmurou Lily para Alice. Todos ofegaram muitos surpresos.

—Lily! — disse Remus, chocado, se sentindo traído, enquanto Alice entregava a pílula para Lily.

—O que está fazendo? — indagou James.

—Tomando uma pílula. — respondeu Lily, dando de ombros.

—Você não toma drogas. Você odeia drogas. — disse James, confuso.

—E? Alice disse que tinha uma para cada um. — falou Lily.

—Não para você. — brigou James, tentando pegar a pílula da mão de Lily. — Você é diferente.

—Porque eu sou diferente? — quis saber Lily. James abriu a boca, sem saber o que falar e bufou pondo as mãos na cintura.

—Porque você é a Lily!

—Potter, escuta só, nenhum garoto metido manda em mim, você especialmente, entendeu? Eu faço o que eu quiser…

—Isso vai levar um tempo. — disse Dimitre, começando a empurrar todo mundo para andar.

—Almofadinhas, você já tá muito louco? — indagou Peter, quando sentiu o amigo passar o braço pelo seu ombro. Todo mundo tinha chego na rave, e se separado por ai. A rave era em uma casa afastada de Hogsmeade, já estava bombando, luzes coloridas piscando, todo mundo pulando e dançando pela casa, o cheio de salvia no ar.

—Rabicho, meu caro, hoje nós vamos seguir nosso caminho para Sol! — falou Sirius no ouvido de Peter. — Eu estou sentindo nas minhas bolas que eu vou trair a Marlene, fica perto de mim, certo? — pediu ele. Peter riu, hipnotizado pelas luzes da rave. — Droga, Mirtha Flint está olhando pra cá. — falou Sirius. Peter se virou para olhar, mas Sirius lhe deu um tapa. — Não olha, seu retardado. — ele riu. — Eu quero foder, mas é errado.

—Se é errado, então porque faria isso? — berrou Peter para Sirius o poder escutar através da música alta.

—É a vida, Rabicho. — riu Sirius, parecendo já muito chapado. Peter não sabia se estava chapado também, mas riu junto do amigo. — A gente nunca para de fazer merda, sabe? As merdas esperam para serem feitas e se você não faz, é só um covarde. — ele disse. — Que nem você. O maior covarde da Grifinória. — ele falou. Peter parou de rir e olhou Sirius que parecia nem ter reparado na súbita mudança de humor de Peter.

—Porque seria tão ruim parar de fazer merdas por ai? — indagou Peter, se afastando do braço de Sirius. – E as outras pessoas?

—Fodam-se elas.

—Você tem que se importar com as pessoas. Se importe. — pediu Peter, sentindo a pílula bater com força. — Sem ser por alguém como Addie ou James.

—Então, quem?

—EU! EU, SEU BABACA! — berrou Peter. — E Remus! Dimitre, Emmeline, Marle…

—Eu me importo! — berrou Sirius de volta. — Merlin, o que deu em você?

—Eu não sei. Eu não sei. — respondeu Peter. — Acho que é a pílula e fato que você me chamou covar… — Peter parou de falar ao ver que Sirius nem ao menos prestava atenção. Ele começou a bufar, enquanto o amigo dançava em sua frente, olhando para luzes. Peter então pegou um copo de hidromel que Frank que passava rindo e colocou a mão no bolso, de lá tirou um pequeno pacote com pó de fada. Ele havia comprado com Jacques Burke fazia um tempo, mas nunca tinha usado por medo. Ele despejou tudo no copo. E Sirius se virou rindo.

—Sirius…– ele foi interrompido ao sentir Sirius o abraçando.

—Nós somos os Marotos, cara. — falou Sirius, enquanto Peter tinha o rosto no ombro dele. — Eu, você, James, Remus e Addie. Isso nunca vai mudar. — ele disse. — Você é meu ratinho, fodam-se os outros, a gente que importa. — ele falou, apertando Peter. — Sinta o amor! Está sentindo?

—Ahn… sim.

—Onde arrumou essa bebida? Me passa. — falou Sirius, pegando e dando um grande gole.

—Não! Sirius… — Peter viu o amigo rir bebendo o hidromel com muito pó de fada.- Merda. — com medo Peter se virou e saiu andando, com Sirius gritando seu nome, já longe ele se virou e viu que Sirius tinha achado Alice e dançava com ela, os dois dividindo o copo batizado. — Merda! Merda! Merda!

—Remuuuus! — berrou Adhara, indo para perto do amigo que estava sentado em uma mesa, observando a rave. — Eu to tão chapadaaaa! — ela riu.

—Todo mundo está. — ele disse, olhando para a rave preocupado, quase metade de seus amigos tinha sumido pela grande casa e os que estavam a vista, estavam completamente chapados.

—Addie! — riu Emmeline, chegando por trás e abraçando a amiga. As duas começaram a dançar ao som da música eletrizante e sem letra, agarradas. Remus achou James ao lado do DJ da festa, usando um chapéu coco e com um saco de batatas nos braços, mas com o que ele ficou mais chocado foi ao ver na frente dele Emmeline beijando o pescoço de Adhara, enquanto as duas dançavam.

—Uau. Posso apreciar o show com você, Lupin? — ele se virou para Amico Carrow que se sentou ao seu lado na mesa. — Agora tirem a roupa! — ele gritou para elas.

—Amico! Diana está te procurando. — Theo Nott berrou, Amico riu pulando para fora da mesa. — Elas estão bem?

—Eu não sei. — respondeu Remus, agora Emmeline tinha as mãos nos peitos de Adhara. Theo foi embora sendo puxado pela orelha por Kat e Remus se viu sozinho novamente.

—Eu estou tão monumentalmente chapada! — falou Emmeline. Adhara riu se virando para ela.

—O que?

—Eu disse… — Emmeline parou de falar, vendo Sirius passar com o braço pelo ombro de Alice, ela ficou olhando até os dois sumirem entre as pessoas. Adhara seguiu o olhar dela e riu.

—Oh, Merlin, não. — ela disse. — A quanto tempo?

—Não. Não. — disse Emmeline, negando com a cabeça.

—Isso é tão fodido. — disse Adhara, segurando os ombros de Emmeline. — Achei que tivesse superado. Você o ama novamente?

—Não!

—Ama, sim! — riu Adhara. — Oh, você ama aqueles lábios! Oh, meu Merlin. Remus! Emmeline ama Sirius novamente. – ela disse. Remus sorriu para elas, enquanto Emmeline ficava vermelha.

—Addie!

—Você o ama! Ande, minta para mim. — ela pediu. — Eu quero ver.

—O que está acontecendo? DANCEM! – Lily berrou, entrando no meio das duas, as fazendo dançar. As três começaram a simplesmente a dançar e Remus suspirou.

—Lily! — berrou Dimitre. Ela começou a dançar com ele, os dois pulando. — Meu Merlin, eu não acredito que tomou aquela pílula. — ele riu.

—Nem eu! — ela gargalhou, dançando. — Mas não é você que sempre me diz para eu me divertir mais? Que eu ainda não sou uma bibliotecária de meia idade? — os dois começaram a gargalhar suados. Dimitre abraçou Lily, dançando.

—Se você fosse um homem eu te foderia até você apagar. — ele disse.

—E se eu fosse um homem, eu deixaria! — riu Lily, o abraçando de volta.

—Eu te amo pra caralho, Lily. — disse Dimitre, agarrando o rosto dela. Os dois juntaram os lábios e deram um selinho demorado. — Eu preciso te contar uma coisa! — ele falou, catando a mão dela e se afastando dos amigos para terem mais privacidade, entraram no meio das pessoas, até Dimitre achar que já estava bom. — Eu preciso de contar uma coisa. — ele repetiu. Lily olhou em seu rosto, viu suas pupilas dilatadas e seus olhos vermelhos.

—Estava chorando?

—Eu amo ele pra caralho!

—Quem? — ela berrou.

—Sirius! Eu não esqueci ele! — respondeu Dimitre. — Eu o amo.

—Uau! — disse Lily, confusa. — Porque está me contando isso agora?

—Porque...porque você é como uma mãe, certo? Você sabe tudo. Me diga o que fazer. — pediu Dimitre. Lily agarrou as bochechas dele e aproximou seu rosto.

—Só conte ele. Só faça isso. — respondeu Lily, voltando a pular e dançar.

Dimitre assentiu nervoso e se virou para procurar Sirius, ele o achou simplesmente muito rápido, sem nem ter saído do lugar. Sirius estava a alguns metros de distância beijando Alice na boca, a agarrando com força, uma mão na bunda dela, outra no peito, suas bocas beijando ardentemente. Ele piscou confuso e tocou o braço de Lily e depois começou a correr.

—O que? Dimy! — ela berrou. Lily se virou para olhar o que Dimitre olhava, mas não encontrou ninguém que realmente conhecia. Ela bufou e viu Marlene passando, segurou o braço dela. — Vem comigo! — a puxou para ir atrás de Dimitre.

—Eu tenho que encontrar Sirius. — disse Marlene, mas ela foi atrás da ruiva. — Ele simplesmente sumiu, achei que estava com Peter, mas…

As duas saíram da grande casa e viram algumas pessoas pelo gramado mal feito. Lily começou a berrar o nome de Dimitre enlouquecida e Marlene se sentou no chão com as mãos na cabeça.

—Dimy! Dimyyyy! — berrou Lily, até cansar e se jogar no chão ao lado de Marlene. — Merlin, eu to tão fodida da cabeça agora.

—Eu também. — murmurou Marlene.

—Eu não devia ter tomado aquela pílula. O que deu em mim? Porque fiz aquilo? Quem eu sou agora? Sou tudo o que eu odeio, Marlene! Está entendendo?

—Se acalma, piranha! — brigou Marlene, se levantando. — Onde está ele, porra?

—Vamos entrar. — disse Lily, também se levantando. — Ele vai voltar quando se sentir pronto… e eu preciso dançar!

—Merda. Merda. Merda! — falou Peter. Eles já estavam a muito tempo na festa e Peter estava fugindo de todo mundo, apenas seguindo Sirius por aí. E agora ele olhava para o amigo no meio da pista, dançando sem parar, após ter saído de um dos quartos da casa a qual ficou lá por uma hora inteira com Alice Soto, namorada de Frank. Peter pensou por um momento que talvez eles só tivessem se beijado na pista uma vez e depois foram para o quarto conversar, mas ele ficou do lado de fora do quarto, escutando cada gemido que os dois davam. Sirius e Alice definitivamente transaram e o pior a culpa era toda de Peter.

Sirius estava simplesmente muito chapado, qualquer um podia ver de longe. E Peter ainda observando o amigo, ficou preocupado quando notou que ele estava no meio de uns sonserinos, Nott, Carrow, Lestrange, e mais alguns. E como Sirius tava muito louco pulando para os lados, começou a empurrar os sonserinos e em poucos segundos, eles estavam empurrando de volta. Peter viu os empurrões viraram briga quando Carrow socou a cara de Sirius com força e Lestrange começou a sair de perto, quando Sirius se levantou e pulou em Nott.

—O que ele tomou? — Peter se assustou, ao ver James sério ao lado dele, tentando ver Sirius direito. Peter mostrou para ele o saquinho de pó de fada que tinha apenas um restinho. — Quanto tinha? Quanto, Peter? — ele berrou, quando o amigo não respondeu.

—Muito! Muito mesmo. — respondeu Peter. — Eu dei para ele…

—Seu idiota! Você tá vendo aquilo? — disse James. Eles viram Sirius cair no chão e os sonserinos começaram a socar e chutar ele. — Seu idiota estúpido do caralho! — berrou James na orelha de Peter, antes de sair correndo entre as pessoas e pular nos sonserinos para ajudar Sirius. Peter saiu correndo atrás, entrando no meio e empurrando Carrow. Enquanto James batia e empurrava os sonserinos, Peter agarrou Sirius e começou a puxá-lo para longe. Eles levaram Sirius para um corredor do segundo andar, que estava meio vazio. Peter colocou Sirius, encostado na parede, sentado no chão e James se jogou ajoelhado ao lado de Sirus, tirando a camisa depressa e passando nos machucados no rosto do amigo que sangrava.

—O que você estava pensando?

—Desculpe, ele me irritou! — se defendeu Peter.

—O que ele fez? — indagou James, erguendo o queixo de Sirius, que parecia desacordado.

—...não importa. — disse Peter. — Diga que ele vai ficar bem!

—Ele vai ficar bem. — James o tranquilizou. — Ele sempre fica bem, não é Almofadinhas? — ele bateu de leve no rosto do amigo que acordou sorrindo bobamente.

—Que pílula, hein. — riu Sirius. Peter e James suspiraram aliviados. — De primeira. — ele falou. James se sentou ao lado dele, mais calmo, com a camisa cheia de sangue de Sirius na mão. Sirius o olhou, a cabeça de lado, com a testa meio contra a parede. — Eu sabia que James Potter viria me ajudar.

—Eu sempre vou. — respondeu James, com um sorriso. Sirius gargalhou e colocou a cabeça no ombro de James.

—Eu te amo, Pontas. — ele falou. — Eu realmente te amo pra porra.

—Eu também te amo pra porra, Almofadinhas.

—Nós somos os Marotos. — ele disse. — É isso o que eu sou, pelo menos, a única coisa que eu sou. — ele murmurou levantando a cabeça. James e Peter franziram a testa. — Eu não sou um Black mais, talvez eu nunca tenha sido um. Eu não sou leal, não é? Eu tenho medo de ficar sozinho, então também não sou corajoso.

—Sirius, é claro que você é corajoso...

—Mas eu continuo fodendo com os outros, porque Sirius precisa de amor também. — ele falou, cortando James. — Sirius precisa de amor. — ele riu. — Por isso eu fodo Marlene. Por isso eu fodia Dimitre e Emmeline…

Frank entrou no corredor e viu o rosto ensanguentado de Sirius e ficou preocupado se aproximando.

—Está tudo bem? — ele perguntou, mas James e Peter prestavam atenção em Sirius.

—… é por causa disso que eu fodi Alice em todas as posições possíveis a meia hora atrás. – riu Sirius. — Porque eu sou isso… um merda. Eu sou um verdadeiro merda! — ele gargalhou. James abriu a boca em completo choque e Peter achou que começaria a chorar de nervoso. Frank ficou simplesmente estático parado no lugar, até que começou a andar em direção a Sirius parecendo completamente irado, o que fez James levantar depressa e o segurar.

—Frank! Frank! — James o segurou pela camisa. — Não, está bem? Não faça isso.

—Ele não merece amigos. — murmurou Frank, o olhando. — Ele é realmente um verdadeiro merda! — ele disse e empurrou James com tudo para passar por ele e sair do corredor empurrando as pessoas.

—Ótimo, Peter. Sirius está tão fodido da cabeça agora que está se alto declarando um covarde e… ELE FODEU A NAMORADA DO FRANK! ELE FODEU ALICE!

—Me desculpe! — pediu Peter, desesperado. James começou a andar de um lado para o outro, enquanto Sirius tinha começado a dormir todo torto. — Eu surtei, me desculpe, por favor, por favor, por favor, James, por favor, me desculpe.

James suspirou, passando a mão pelos cabelos e abraçou Peter que começou a chorar.

—Nós ainda estamos muito chapados. — murmurou James. Peter assentiu, o abraçando com força.

—Que porra aconteceu? — berrou Adhara, correndo até Sirius. — Alguém disse que ele…

—Ele irritou alguns sonserinos. — falou James. — Eu vou procurar todo mundo. Nós precisamos ir embora. Ele é seu, por enquanto. — ele disse, saindo correndo. Peter foi logo atrás chorando.

Adhara franziu a testa para aquilo tudo e se sentou ao lado de Sirius. Ela tocou sua cabeça com cuidado e a levantou, ele acordou aos poucos e a olhou confuso. Adhara pensou em pegar sua varinha para cuidar dos ferimentos de Sirius, mas achou que não seria nada bom ela lançando feitiços no rosto de Sirius, enquanto estava chapada.

—Você realmente se fodeu brilhantemente dessa vez. — ela murmurou, deixando ele deitar o rosto em seu peito, parar começar a acariciar seus cabelos.

—Minha cara toda dói. — ele resmungou. — Meu coração dói também.

—Porque? — perguntou Adhara, com um sorrisinho. — Está com o coração partido?

—Meu coração dói porque ele sente sua falta. — respondeu Sirius. Adhara parou de acariciar o seu cabelo e levantou seu rosto colando suas testas. Ela suspirou e fechou os olhos com força.

—Meu coração dói porque eu sinto a minha falta também. — ela murmurou para ele. — É como um grande véu que está me impedindo de ser que eu realmente sou. — ela disse, abrindo os olhos e vendo os bonitos olhos cinzas de Sirius. — Eu vou voltar, eu prometo, se não por mim… por você e todo mundo. Eu te amo, caso eu morra.

—Eu te amo, caso eu morra. — murmurou Sirius de volta. Adhara lhe deu um beijo na boca devagar, notou que ele tinha um machucado na boca, resultado de algum soco. Sirius a abraçou com força e escondeu o rosto nos cabelos dela. — Eu acho que fiz uma merda grande, Addie.

—Que merda…?

—Vamos, pombinhos. — riu Marlene, ela foi até o casal de primos e puxou a mão dos dois. — James reuniu todo mundo, bem menos Dimitre e Frank parece que eles foram embora mais cedo, ah e Emily também, ninguém acha ela, mas Dorcas disse que ela está bem, então… vamos!

—Ele está bem? — indagou Emmeline, olhando Sirius preocupada. Eles saíram todos da casa juntos. Sirius cambaleou, entre Marlene e Adhara e riu.

—Eu to ótimo, Emme, relaxa. — ele disse, abandonando a mão. Alice o olhou e rapidamente desviou o olhar andando mais rápido. — Alice, onde está indo? — berrou Sirius. — Volte aqui! — mas ela começou a andar cada vez mais rápido para longe.

—Acho que ela vai ir atrás de Frank, meu amigo. — disse James.

—Frank. — cantarolou Sirius. — Adoro esse cara.

—Ele certamente te adora também, Sirius. — falou James.

—Eu sei. Todo mundo me adora. — riu Sirius.

—ESPERA! — berrou James, olhando para os lados. — Remus, cadê me saco de batata? Eu não vou embora sem meu saco de batata!

Remus conseguiu convencer James de ir embora sem seu saco de batata, apesar de James relutar muito e Sirius ficar bravo querendo ajudar o amigo a achar seu precioso saco de batata. Mas Remus responsavelmente fez os dois voltarem a andar de volta para o Castelo. Eles já tinham passado por todo o gramado e já estavam por trás das lojas de Hogsmeade novamente. Eles ouviram um grito e Adhara agarrou o braço de Remus, tendo um flash dos gritos do ataque que teve em Hogsmeade a alguns anos atrás.

—O que foi isso? — indagou Dorcas. Eles escutaram gente brigando e foram atrás, curiosos. Entre duas lojas estava Freya Vance empurrando um garoto que tentava beijá-la e passar as mãos em seu corpo.

—Ei! Ei! — berrou James, correndo até lá e empurrando o cara com toda força. O cara voou para longe, mas se levantou pronto para briga.

—Sai daqui, seu babaca! — berrou Emmeline, passando por James e socando a cara do cara, que pareceu que ia avançar contra ela, mas Freya se intrometeu o empurrando e as duas começaram a gritar e o empurrar, até que ele saiu correndo. — Você está bem? — indagou Emmeline para ela, tocando a pele dele, os cabelos, vendo se estava tudo bem. — Hein?

—Ah, sim… obrigada. — ela murmurou. — E obrigada você também. — ela disse para James.

—Sem problemas.

—Você… você quer voltar com a gente? Estamos indo embora. – falou Emmeline. Freya assentiu e o grupo recomeçou a andar.

—Ele está bem? — murmurou Freya para Emmeline, indicando Sirius com a cabeça que piscou para ela.

—Ahn… está. — respondeu Emmeline. — E você está mesmo bem? O que estava fazendo aqui sozinha? Porque não veio com algumas amigas?

—Eu estava indo embora. — disse Freya. — As garotas que vieram comigo quiseram ficar.

—Da próxima vez me chama, certo?

—Certo. — sorriu Freya.

—Ei, calma. — James ajudou Marlene, segurando Sirius e passando o braço dele pelo seu ombro. — Está bem para continuar? Eu estou meio chapado, mas acho que consigo te carregar…

—Não precisa. — disse Sirius. Ele aproximou a boca da orelha de James. — Nossa amigo lobisomem pode me carregar. — ele disse. James deu uma risadinha.

—Deixa que eu te levo. — ele disse. E Sirius subiu em suas costas de cavalinho, e deitou a cabeça em seu ombro.

—Você vai levá-lo para enfermaria? — indagou Lily chegando perto.

—Não, isso só iria dar merda para todos nós. Remus é bom com feitiços de cura, e eu sou bom com canções de ninar, vamos cuidar bem dele. — disse James. Lily sorriu.

—Você até que não é de todo mal, Potter.

—Agora que eu não estou mais tão chapado tudo dói. — falou James, se jogando na cama ao lado de Sirius, com a cara enterrada no travesseiro.

—Acho que alguns sonserinos nos atingiram. — murmurou Peter se jogando na própria cama, chutando a calça para longe e se cobrindo todo. — Vou dormir até morrer. — ele fechou as cortinas.

Remus tirou o casaco e Adhara se sentou na cama dele, tirando o tênis. Ele suspirou pegando a varinha e indo até Sirius para proferir alguns feitiços para ajudar nos cortes e no olho roxo. Depois ele limpou o rosto de Sirius e pode ver melhor quais eram os machucados dele. Ele tinha os dois olhos roxos, um corte no beiço, o nariz quase quebrado e um corte grande na bochecha. Com habilidade lançou outros feitiços para não deixar as cicatrizes grandes, mas sim finas. Conseguiu curar completamente o corte na bochecha e o nariz, mas Sirius iria ter que ficar um tempo com os olhos roxos e o beiço cortado. Remus com a varinha tirou as roupas de Sirius o deixando apenas de cueca e o cobriu com uma coberta. James se sentou tirando as próprias roupas para ficar de cueca e se deitou mais uma vez ao lado de Sirius, por cima da coberta, ele passou o braço pela cintura do amigo e começou a falar algo, eles observaram como o peito de Sirius começou a subir e descer calmamente. Mas James continuou falando.

—Então, o cavalheiro James após matar o dragão com sua própria varinha, entrou na torre da Grifinória e salvou a princesa Lily, com seus cabelos vermelhos de fogo...

—Ele vai ficar bem? — perguntou Adhara. Remus se virou para ela e viu que ela estava agora usando apenas um suéter dele. Ele assentiu e foi se trocar no banheiro. Quando voltou estava tudo escuro e todos pareciam dormir, ele notou que Dimitre havia chego. Remus sentiu o cheiro de morangos de Adhara e seguiu até lá se deitando na cama ao lado dela. Ela ainda estava acordada e deitou a cabeça em seu peito, assim que ele terminou de se cobrir. — Porque está tão sério?

—James e Peter me encontraram e Peter estava chorando, eles não me contaram o que aconteceu, acho que tem algo a ver com o Sirius… estou preocupado, só isso. -e ele disse.

—Aluado. — ela chamou. — A Lua Cheia está chegando?

—Sim.

—Em uma escala de 1 até 10 quanto está sua dor hoje? – ela perguntou. Ele sorriu e beijou a cabeça dela.

—Eu deveria perguntar isso para você. — Remus disse.

—3. — Adhara murmurou. — Você?

—3.

Notas finais
SIM, SIRIUS E ALICE TREPARAMMMMMMMM E FRANK FICA COMO???? É TRETAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA QUE FALA, MINHA GENTE KJDFGHKDJGJKFGHKDJFG Espero que tenham gostado desse capítulo e espero muito ver vocês nos comentários, deixem apenas se gostaram ou não, ou me usem para desabafar e me contem sobre o seu dia. PRÉVIAS: 1º: "-Não lembra de mais nada? —Não! " 2º: "- A areia passa nelas como se fosse talco, devido à minha maciez, tenho bolas auto drenantes." 3º: "- Você percebeu que tá todo mundo diferente desde a pílula?" 4º: "- A banana viaja no yin-yang, um lance hermafrodita…" 5º: "-Você é minha lua favorita, Remus." 6º: "-Não quero que diga nada. Me bata." 7º: "- E você mentiu para mim!" 8º: "-Por favor, não o tire de mim!" 9º: "- Sua vida é tão ruim que você quer estragar a minha?" 10º: "Emmeline não sabia o que essas lágrimas significavam." ACABOUUUUUUUUUUUUUUU, PRÓXIMO CAPÍTULO TEM BABADO GALERA! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Me mostrem o interesse de vocês no capítulo, comentem o que quiser ♥ xoxo ~Aurora