When We Were Young

38 Burke's Party


Notas iniciais
To triste não to feliz. Eu antes estava feliz, quando o capítulo 54 deu 16 comentários e o capítulo passado ( o 55) teve só 10 comentários. E Chanels eu percebi que se eu não colocar nas notas que só vou postar com um tanto de comentários, tem algumas que deixam de comentar, saca? Então apesar de ser chato vou ter que sempre colocar aquele aviso sobre os comentários. E a Chanels que SEMPRE comentam muito obrigada meninas. Vocês sabem quem são certo? ( Leh, Ayla, Valerie, Giu, Black Adhara, Setembro, Sarah, Bianca, Wolfie, theroock ( que as vezes some heuheueh) a Vênus ( não Vênus que escreve heuehueh a outra Vênus) também que sempre comenta depois, mesmo depois de um tempo, Anne, ai tem a Ju , a brooklin, a Anna, que comentam mas as vezes somem). Mas vocês Chanels são as que mais aparecem as que mais comentam e nos deixam super felizes, então esse capítulo da festa vai ser dedicado a vocês, as mais maravilhosas CHANELSSSSSSSSSSSSS! CRONOGRAMA: Se tiver 15 COMENTÁRIOS sai quinta (12/05) e de tiver MENOS DE 15 COMENTÁRIOS sai domingo (15/05). Nos ajudem hein, Chanels ;) E aproveitem esse maravilho capítulo completamente dedicado a vocês Chanels. ENJOYYYYYYYY :D

BURKE'S PARTY

HOGWARTS

1974

4°YEAR

—Ok, me digam que nós vamos nessa porcaria de festa. – resmungou Frank entrando no escritório do Filch.

—Ok. Está aberta a segunda reunião de machos para lidarmos com o problema festinha idiota do babaquinha idiota. – resmungou Sirius.

—Por que queremos ir nessa festa? – perguntou Remus, franzindo a testa.

—Você estava ocupado sendo mimado pela gostosa da Corvinal. Você não viu a prepotência daquele cretino nos proibindo de ir para a festa! – resmungou James.

—Potter... você nem queria ir. Tava discutindo com a Addie pra não ir. – riu Frank – E agora tá todo puto.

—É uma questão de princípios, N°4. – riu James – Ninguém proíbe James Potter de fazer alguma coisa.

—Ok. Em primeiro lugar... só a Addie me chama de N°4... e as meninas do time. – ralhou Frank – Em segundo lugar... Sirius passou o ano inteiro te proibindo de um monte de coisas...

—E eu simplesmente não... – ele se abaixou a tempo de esquivar de tapão na nuca – ...liguei a mínima. – ele desviou de outro e riu para Sirius – Eu posso fazer isso o dia todo, Siiiiix.

—Espere só o próximo treino de quadribol, Potter. – ralhou Sirius – Mas é sério. Nós temos que dar um jeito de entrar.

—Eu tenho um plano. – riu Peter – Nós podemos ir na sala dos monitores, olhar o armário do monitor chefe e ver se ali tem as senhas dos Salões Comunais.

—Ou podemos tentar fazer o monitor chefe em pessoa nos falar. Quem é o monitor chefe? – perguntou Sirius.

—Um aluno da Corvinal. – respondeu Remus.

—Então esquece. Os Corvinas são certinhos em questão de regras. – resmungou Sirius.

—Nem todos. – resmungou Remus pensando na namorada.

—Então. Nós precisamos saber. – riu James – E você e a Putacesca?

—Não chame a Fran assim. – ralhou Remus – Ela... hum... é a minha... hum... namorada...

Frank sorriu zangado.

—Sabe quem achava que iria ser sua namorada? A minha melhor amiga. Lembra dela? Loira, tímida, completamente apaixonada por você... mais ou menos como McKinnon e Vance são pelo Sirius... – disse Frank – E você fez basicamente a mesma coisa que ele, mesmo sempre pagando de garoto correto.

Remus corou absurdamente, mas James bateu palmas.

—Gente. Foco. Não estamos aqui para falar como o Remus é um cretino igual ao Sirius.

—Todos vocês são cretinos. Eu não sei como ainda ando com vocês. – riu Frank.

James e Peter o olharam indignados.

—Desculpe, por que somos cretinos? – perguntou Peter.

—Você está enrolando aquele anjinho de pessoa que é a Mary. – ralhou Frank – E você está apunhalando seu melhor amigo pelas costas, pegando a única garota da escola que ele proclamou como território proibido.

—Obrigado, Frank. – riu Sirius.

—Please, você é o mais cretino de todos... – ralhou Frank – Mas então, cretinos, como nós vamos entrar naquela festa? Invadir a sala dos caras que iriam adorar dar detenções pra gente não parece ser uma boa ideia pra mim.

—Não podemos simplesmente pedir a senha pra nova namorada do Sirius? – perguntou Remus franzindo a testa. Todos se entreolharam e reviraram os olhos.

—Sério... como não pensamos nisso antes? – perguntou James, com seu enorme e contente sorriso.

—Tipo isso... algo errado está acontecendo com a gente. – concordou Sirius – Mas ok. Vamos lá.

—Ei, esperem. – riu Frank – Nós vamos zoar o Burke, certo? – perguntou ele.

—Eu sou a favor de zoar o Burke. Quem é a favor de zoar o Burke diga “sim”. Sim. – disse James, parecendo extremamente animado.

—Sim. – respondeu Sirius.

—Sim. – respondeu Peter.

—Pela minha família, pelo bem de Hogwarts, pela Grifinória e pelo chapéu esquisito que minha mãe comprou no último verão... eu voto sim. – riu Frank.

E todos olharam para Remus. O garoto deu de ombros.

—Eu sou voto vencido. Não. – disse ele assim mesmo – O que vamos fazer?

—Bem... Burke quer uma festa exclusiva? – perguntou James, com um sorriso cruel – Ele vai se decepcionar.

—Vai sobrar muita bebida. – murmurou Mary, bebendo cerveja amanteigada.

—Vai mesmo. – murmurei olhando Jacques e Emmeline dançando uma valsa bruxa, como se fossem um casal completamente apaixonado... bem... Jacques era completamente apaixonado... Emmeline era... bem... Emmeline – Quanta ostentação.

—Por que gastar tanto com essas festas? – perguntou Mary pra mim – Você e Sirius também não pouparam recursos pra fazerem mega festas.

—Não é óbvio? – perguntou uma voz atrás de mim. Me virei e notei que era Rabastan, com trajes a rigor negras, e um bordado de um dragão prateado nas costas. Ele estava muito bonito, segurando dois copos de bebida, para me oferecer um – Diretório puro sangue, Crazy Eyes. – riu ele – Nós gostamos de ostentar, ainda mais em épocas de vacas magras. Assim as outras famílias notam o quanto somos poderosos e que não se deve mexer com a gente. – ele pegou a mão dela e a beijou de maneira galante e eu arqueei uma sobrancelha, achando aquilo esquisito – Como está a sua perna? Eu espero que não esteja doendo.

—Não. Já está bem melhor. – disse Mary girando os olhos. Rabastan a soltou e sorriu – Addie cuidou bem de mim. Madame Pomfrey também.

—Que bom. – riu Rabastan – Bem... divirtam-se. – adicionou ele se virando e saindo.

—O que raios foi isso? – perguntei olhando para Mary, que colocou as mãos para trás, com um sorrisinho.

—Acho que ele está apaixonado por mim. Mas eu sou só do Petelzinho. – disse Mary fazendo biquinho.

—Você merece alguém melhor do que o Peter, Mary. Ele não te assume. – ralhei franzindo a testa – Será que vou ter que arrumar um sonserino bonitão pra você, igual eu fiz com Emmeline? – perguntei sorrindo para minha Mary.

—Eu não sei lidar com eles, Addie... – murmurou Mary – Eu acho que teria que escolher um Lufa-Lufa.

—Você fala como se os Lufanos fossem maus. – ralhei e Mary corou de leve – Sua casa na escola não define quem você é. Seu caráter sim. Dizem que todos os Sonserinos são maus... mas o Jacques é super bonzinho. E o Adam também. E o Régulus. E dizem que todos os Grifinória são o máximo... mas nós temos a tosca da Meadowes. – adicionei com um sorrisinho.

—Você está certa, amiguinha. Como sempre. – riu Mary dando mais um gole na cerveja amanteigada.

—E já que eu estou sempre certa... eu vou te dar uma bebida de verdade. – disse sorrindo – Fique aqui. Está na hora de você saber o que é tomar um porre.

—Mas...

Mas eu não esperei e fui até um dos tonéis de hidromel que Jacques tinha arrumado para a festa. Peguei um dos copos de osso e o enchi com o líquido dourado. Deixei a bebida que Rabastan tinha me entregado em cima da mesa e então peguei outro copo de osso pra mim, para enchê-lo de hidromel.

Voltei sorridente e notei que Mary estava lendo um papelzinho. Então ela olhou na direção de Rabastan e sorriu, negando com a cabeça. Ele soltou um muxoxo e deu de ombros.

Fui até minha borboletinha e lhe entreguei o copo.

—O que foi isso? Eu vi, hein? – ralhei com um sorrisinho. Mary riu de volta.

—Quando ele beijou minha mão, me entregou um papelzinho perguntando se tinha alguma chance de você trair o Jay. Mas eu neguei... – explicou ela pegando o copo e cheirando a bebida – Amiguinha! Isso parece ser muito forte.

—Isso é maravilhoso. E me mostre esse bilhete. – estendi a mão para pegar o bilhete, mas ele se dobrou rapidamente, tomando a forma de um passarinho, e saiu voando. Olhei para Rabastan, que estava com a varinha na mão, ao lado de Theo Nott. Rabastan piscou pra mim e o passarinho de papel explodiu virando um monte de pedacinhos coloridos – Abusado! – gritei pra ele.

—Bisbilhoteira! – gritou ele de volta, sorrindo pra mim.

—Vem, Mary, vamos lá no Rabastan.

—Ok. – disse ela.

Nos aproximamos dos dois e eu sorri angelicalmente.

—Olá, Addie. – riu Rabs – Não aguentou de saudades?

—Está louco assim pra levar outro soco, meu amor? – perguntei com um sorrisinho angelical.

—Soco de amor não dói. – riu ele – E então. Quer relembrar a sua última festa na Sonserina comigo?

Me lembrei do pega que tive com ele, na cama dele, no ano anterior e senti meu corpo esquentar. Mas neguei com a cabeça.

—Eu sou uma mocinha comprometida. – respondi, mexendo no pingente de coração no colar que o Jay tinha me dado.

—E aquele banana faz alguma coisa direito? – perguntou Rabastan.

—Ele faz tudo direito. – respondi travessa.

—Tudo? – perguntou Theo – Até... tudo, tudo?

—Isso não é da sua conta. – respondi – E aliás, o que raios você fez com a Emily?

—Quem? – perguntou Rabastan.

—A Valentine. – riu Theo, corando – Ela é muito tímida. Eu não imaginava... eu me empolguei com o amasso e ela se assustou. – disse ele parecendo sem jeito.

—Ele não fez nada de demais... apenas deu umas apalpadas nela e a garota saiu correndo. – riu Rabastan.

—Ei! Não fica expondo ela, Rabastan. Eu quero tentar de novo e se ela achar que eu estou expondo ela, não vou ter chances! – riu Theo.

—Você está gostando da Mily? – perguntou Mary, bebericando o hidromel.

—Eu estou caidinho por ela, mas ela não quer saber de mim. – resmungou ele fazendo beicinho – Faz meu nome pra ela, Addie. Diz que eu peço ela em namoro, peço a permissão pro pai dela, se precisar... – Theo passou a mão pela cabeça raspada – Quase morro sempre que vejo Valentine andando sem a capa... ela tem umas coxas que... meu Merlin...

—Sério? – perguntou Rabastan – Nunca reparei. – ele deu de ombros.

—Ela é muito gostosa. Mais do que aparenta, já que ela só anda de uniforme e é sempre comportadinha... digo... ela não é a Black, né? – perguntou ele desenhando um corpo cheio de curvas no ar – Mas ela é boa.

—E ela é muito legal. Então você tem que respeitar ela. – ralhou Mary. Theo olhou para minha borboletinha com algum desdém e eu decidi que não gostava mesmo dele.

—E quem você... – começou ele, mas Rabastan deu um tapa na nuca dele.

—Controle a língua pra falar com Crazy Eyes. – ralhou ele.

Theo franziu a testa e olhou para Mary.

—Por que mesmo, que é Crazy Eyes?

—Porque ela tem os olhos mais maneiros da escola. – respondeu Rabastan piscando pra mim. Revirei os olhos, sorrindo e Mary girou os olhos. Nott abriu a boca em choque e se aproximou, como se não tivesse acreditado no que tinha visto.

—Cacete! Como ela faz isso?

—Ela é especial, oras. – riu Rabastan – Quer dançar, Addie. Theo pode ficar com a Mary, sendo muito legal e agradável com ela, certo, Theo?

Nott ainda olhava para Mary como se tivesse acabado de ver um bicho muito curioso na aula de Trato de Criaturas Mágicas.

—Uhum, tá...

—Eu acho que não, Rabs. – respondi – Jay não ia gostar que eu dançasse com você. Ainda mais depois das coisas que você falou pra ele. – adicionei – E eu ainda não estou completamente convencida que te perdoei totalmente, ouviu?

Rabastan deu uma risadinha e revirou os olhos. Depois ele olhou para Theo.

Jay. – imitou ele e os dois deram risadinhas – Ok, ok, eu passei dos limites. É isso o que você quer que eu diga?

—Addie! – riu alguém atrás de mim. Antes que eu pudesse me virar, me seguraram pela barriga e me giraram no ar. Acabei derramando um pouco de hidromel em mim mesma, mas não me importei. Adam me beijou na bochecha e eu me virei para olhá-lo – Você veio. Que bom. Já provou o Veneno de Fada?

—Não...

—Não prove.

—É feito de fada?! – perguntou Mary, surpresa.

—É feita de um monte de coisas. Oi, Mary. Como está a sua perna? Está melhor? – perguntou Adam. Mary concordou com um aceno de cabeça e ele sorriu – Que bom. Quer dançar, Addie? – perguntou ele pra mim – Porque Rabastan e Theo podem ficar sendo absolutamente legais e amáveis com a Mary nesse tempo, afinal eles não querem ser expulsos do time.

Theo revirou os olhos e Rabastan semicerrou os olhos, encarando Adam.

—Hum... eu acho que vou dançar com a Mary, porque eu sei que eu vou ser absolutamente amável com ela. – respondi. Bebi meu copo de Hidromel de uma vez e entreguei o copo vazio para Nott. Mary respirou fundo e virou o dela, o entregando para Adam. Então nós demos as mãos e fomos para onde tinha um aluno do sétimo ano cuidado da vitrola – Ei, tem algo mais animado ai para dançar? Que não me dê vontade de rasgar os pulsos?

—Isso aqui é Soneto de Cibele! – ralhou ele – Clássico.

—Então mude para... hum... As Malucas de Salém. – mandei.

—Você não manda em mim. – ralhou o garoto.

—Ah, Selwyn, escute Black. – riu Zamora revirando os olhos, ao lado dele – Se eu tiver que escutar essas baladinhas de novo, eu juro que vou explodir essa vitrola.

—Eu totalmente vou vomitar. – resmungou Dido ao lado dela.

—Eu vou embora daqui com todas as minhas amigas bonitas. – disse Kat.

—Eu converso com você em particular depois que meu namorado ficar bêbado o suficiente. – riu Soto piscando pra ele.

Selwyn olhou para o grupinho das trevas e então me olhou.

—As Malucas de Salém, vai por mim. – digo de mãos dadas com Mary.

Selwyn deu de ombros e se virou para mudar o vinil. Estava para sair, quando Zamora me segurou pelo ombro.

—Black, um minutinho. – pediu ela. A olhei com desdém – Quero declarar uma trégua, por hoje. Eu preciso dizer uma coisa para vocês. – ela estava realmente muito séria e de braços cruzados – O que Mulciber fez com você foi errado. Eu não apoio o Lord das Trevas. – disse ela pra Mary.

—Não?! – perguntou Dido, chocada.

—Cala a boca. – ralhou Zamora e Dido baixou os olhos – Não. Eu não apoio. Eu gosto da causa puro sangue, não confio nos trouxas e não gosto de traidores de sangue e nascidos trouxas... basicamente é por isso que eu não gosto de você. – disse ela para mim – Mas eu acho que foi uma atitude horrível o que Mulciber fez e eu quero que você saiba que eu não achei nada decente da parte dele. A sua perna vai ficar com uma cicatriz?

—Provavelmente, mas pelo menos não dá mais pra ler aquela palavra ofensiva. – murmurou Mary. Zamora a olhou com muita seriedade.

—Eu realmente sinto muito. – disse ela – Quando Mulciber voltar pra escola, ele vai se ver com a gente.

—O que quer dizer com isso? – perguntei em choque e senti Mary ficar tensa ao meu lado.

—Que o nosso Ministério é corrupto e o pai do Mulciber é um cara poderoso e influente. – respondeu Dido com um sorrisinho – Meu pai trabalha lá e é amigo do pai do Mulciber. Eles já estão movendo os pauzinhos para trazer ele de volta... provavelmente depois do natal.

Apertei a mão de Mary, que ficou ainda mais tensa. Passou um garçom com um copo de vodka congelada e Mary pegou o copo de uma vez para beber tudo num gole só.

—Quanto você já bebeu, Black? – perguntou Zamora – Você já está alta?

—Não. – respondi.

—Ótimo. – disse Zamora – Eu queria fazer uma reunião com as líderes de torcida de todas as Casas. Ser líder de torcida não é só fazer piruetas no ar. É condicionar comportamentos. Nós deveríamos tomar uma atitude. Hoje eles marcam Crazy Eyes. Amanhã estarão estuprando uma nascida trouxa. E então começaremos a ver a guerra aqui dentro. E eu não quero ver minha Sonserina manchada de sangue... de mais sangue. – disse Zamora.

—Nossa, Evie... eu quase te acho alguém decente, agora. – riu Soto e eu tive que rir também.

—Algumas vezes é preciso, não é? – riu Zamora.

—É. Não dá pra ser uma escrota todo o momento. – adicionei com um sorrisinho ácido – Mas eu concordo. Eu, Mary e Emmeline iremos.

—Ok. Eu falo com as líderes da Corvinal. Você pode falar com as da Lufa-Lufa? Elas serão as mais interessadas. Nenhuma delas é puro sangue, eu acho. – disse Zamora.

—Ok. Trégua? – perguntei esticando a mão para ela.

—Claro. Trégua. – disse ela apertando minha mão – É uma pena que você não é da Sonserina, sabe? Seríamos boas amigas. Somos bem parecidas, não acha?

—Amor... eu iria te destruir. – adicionei sorrindo, antes de me virar e puxar Mary, afinal Selwyn tinha tirado o Soneto de Cibele e colocado o vinil da banda americana.

—Amiguinha... você acha que é uma armadilha?

—Curiosamente... não. – respondi – Mas deixa isso pra lá. Vamos dançar, borboletinha. – digo pulando ao som da música.

Eu e Mary começamos a dançar. Mary estava sorrindo bobamente, porque provavelmente já estava ficando bêbada. A música começou com uma batida boa de dançar e mover os quadris, bem diferente da maioria das músicas que eu conhecia e Mary começou a dançar de maneira bem sensual. Os alunos da Sonserina começaram a olhar para nós, com interesse e eu sorri orgulhosa da minha borboletinha.

—Eu não sabia que Crazy Eyes era sexy. – riu Rabastan na minha orelha, chegando por trás de mim. Ele me abraçou e me beijou no pescoço e eu sorri gostando do toque dele, mas então me lembrei de James e escorreguei para fora do alcance dele. Ele me olhou com um sorriso maroto e gritou – ADHARA BLACK. TE DESAFIO A ENFRENTAR O CHIFRE!

E todo mundo começou a rir e bater palmas, inclusive Jacques, que parecia muito feliz sujo do batom cor de rosa choque de Emmeline.

—O que seria isso? – perguntei curiosa.

—Eu explico. – disse Jacques, que já estava com a camisa aberta e tinha perdido a gravata – TRAGAM O CHIFRE! – uns alunos do sexto ano apareceram com o maior chifre de... eu não sei do que... mas era o maior chifre que eu já tinha visto. Jacques ficou de joelhos e abriu a boca, embaixo do chifre. Então Adam apareceu com um copo muito grande e encheu o chifre de hidromel. Jacques tentou beber de uma vez, mas não deu conta, se engasgou e se molhou todo.

—VOCÊ FRACASSOU! – gritou Adam e todo mundo caiu na gargalhada, inclusive Jacques, que se levantou gritando animado.

—E aí, Addie? – perguntou Rabastan.

—Eu topo. – digo animada.

Ele me deu um sorriso sacana e segurou o chifre.

—Então fica de joelhos pra mim. – riu ele.

—Pra variar um pouco da rotina, meu bem? Afinal quem sempre está aos meus pés é você. – devolvi e todo mundo riu. Rabastan não pareceu ofendido e apenas riu dando de ombros.

—Quem não ficaria? – piscou ele. Senti o corpo esquentar de novo e me lamentei por não estar com James. Acabei me lembrando daquele amasso no chuveiro com Rabastan, mas me repreendi. Fiquei de joelhos e Rabastan me ajudou a segurar o chifre. Então ele colocou o hidromel. O líquido veio de uma vez, muito rápido e eu tentei beber tudo, mas não consegui. Não tive fôlego e não dava para segurar a bebida na boca para beber aos poucos. A pressão do chifre não deixava. Então quase na metade eu tirei a boca e me molhei toda de Hidromel – Deixei a Addie toda molhadinha. Morram de inveja. – riu Rabastan e todo mundo gargalhou. Mostrei o dedo médio pra ele e ele me ajudou a me levantar. Então ele tirou o paletó dos trajes a rigor e me entregou – Não quero todo mundo olhando pra sua blusa transparente. Sem sacanagem, agora. – ele sussurrou no meu ouvido – Quer uma blusa emprestada? Eu vou lá buscar se quiser.

—Eu quero. – disse me arrepiando inteira.

—Ok. – disse ele me dando uns tapinhas enquanto se afastava. Sorri achando-o amável, quando Emmeline me abraçou.

—Estou decepcionada. Nem você conseguiu, Addie. – riu ela.

—Tenta você. – desafiei, mas ela negou.

—Eu vou tentar. – disse Adam ficando de joelhos. Yaxley segurou o chifre pra ele, enquanto a Sonserina gritava.

—COOK! COOK! COOK! COOK!

Mas ele também não deu conta e saiu todo molhado. Ele inclusive engasgou e todo mundo começou a rir.

—Fraco. – provocou Emmeline.

Depois foi a vez do babaca do Avery, mas ele também não conseguiu.

—Vergonhoso. – riu Emmeline.

—Minha vez. – riu Selwyn.

E ele não chegou nem na metade.

—Oh, vocês me dão sono. – provocou Emmeline.

—Então tenta você, sua mestiça de sangue sujo. – rosnou Selwyn.

Emmeline o olhou friamente e Jacques passou a mão na cintura dela.

—Dobre a língua pra falar da minha namorada, babaca.

—Não. Tudo bem, amor. – riu Emmeline segurando um copo cheio de hidromel e ficando de joelhos – Vai, pode vir. – riu ela.

Selwyn olhou para Avery e os dois riram divertidos. Achei aquilo preocupante e eles começaram a colocar bebida no chifre. Foi quando eu notei que eles colocaram mais bebida, de sacanagem.

Todos nós esperamos Emmeline cuspir o hidromel, mas ela incrivelmente conseguiu beber tudo. Então se levantou e virou o próprio copo, bebendo de uma vez.

—Acabou. Vou pegar mais um. – disse ela tranquilamente.

Todo mundo ficou em choque, olhando Emmeline. Ela se virou e foi andando calmamente até a mesa de bebidas e Jacques abriu a boca num sorriso, mostrando o dedo médio para os alunos em choque do sexto e sétimo ano.

—Minha namorada, otários. – riu ele antes de correr atrás dela.

—VANCE! VANCE! VANCE! VANCE! VANCE! – começaram a gritar e Jacques a pegou no colo e girou com ela, ambos morrendo de rir.

—Emmeline podia esquecer o Almofadinhas, né? – perguntou Mary com outro copo de hidromel na mão. Sorri pra ela e concordei.

—Jacques é um bom namorado, né? – perguntei. Mary concordou. – Eu ao menos imagino que sim. Se ele não for, ele é muito cínico. – digo me escondendo dentro do casacão de Rabastan.

—Essa roupa do Rabs é linda. – disse Mary.

—Vou roubar pra mim. – disse sorrindo.

—O Jay não ia gostar. – riu Mary. Soltei um muxoxo concordando.

—É verdade. – resmunguei. Mary deu um longo gole no hidromel e sorriu.

—Isso é tão gostoso. É docinho. – riu ela.

—Por isso que é perigoso. – riu Adam se aproximando e tirando a camisa. O sequei com os olhos completamente, afinal ele era muito gostoso e a barriga dele estava brilhando molhada por conta do hidromel. – Chamamos isso de “deita-moça”. – riu ele.

—Por que? – perguntou Mary inocentemente.

—Porque fica fácil levar as mocinhas pra cama depois de alguns copos disso... então cuidado. – expliquei. Mary girou os olhos e sorriu.

—Entendi. Mas você vai cuidar de mim, né, amiguinha?

—Sempre, Mary. – respondi.

—Cook! – chamou Jacques, que agora tinha perdido a camisa. Ele ia terminar aquela festa pelado... Adam olhou para ele e Jacques sorriu – Ainda sabe plantar bananeira? – perguntou ele.

—Sei, por que? – perguntou Adam. Olhei curiosa, assim como Mary.

—Porque tem um barril de mel de salamandra aqui. E eu queria que você estreasse. – riu ele.

Adam abriu um sorriso e piscou pra mim.

—Claro. Eu adoro mel de salamandra.

Fomos até o barril de mel de salamandra e Zamora já estava lá.

—Pronto, Adam? – perguntou ela. Adam sorriu e concordou animado. – Então vem, baby.

Adam sorriu e prendeu a respiração. Depois ele apoiou as mãos no barril e jogou as pernas para o ar.

—COOK! COOK! COOK! COOK! COOK!

Zamora o ajudou a se equilibrar, com um sorriso simplesmente feliz e animado, sem aparentar segundas intenções e eu a achei muito bonita. Ela era muito bonita, afinal... Adam bebeu da mangueira enquanto todo mundo vibrava e então jogou as pernas para frente, dando um mortal pra frente e caindo agachado.

—UHUUUUL! – gritou Zamora e ela e Adam se abraçaram. Torci o nariz com ciúmes, mas ele logo a soltou e se virou pra mim.

—Quer tentar, Addie? Eu te seguro. – riu ele.

—Eu quero. – respondi animada.

—Ei, Addie. – chamou Rabastan. Me virei e ele apareceu com a camisa de quadribol da Sonserina (que tinha o nome dele) e com uma camisa preta sem estampa, bem simples – Qual prefere? Se quiser a preta, sem ressentimentos. – riu ele.

—Hum... a preta mesmo. – respondi esticando a mão.

—Ok. – disse Rabastan, sem parecer preocupado. Ele estendeu a blusa preta e Theo Nott fingiu tropeçar e derramar mel de salamandra.

—OOOOOOPS! – riu ele. Rabastan o olhou feio.

—Porra, Theo. – ralhou Rabastan – Eu adoro essa camisa. Mel de salamandra mancha.

—É só colorir com um feitiço depois. – riu Theo.

—Mas não fica a mesma coisa. Desculpa, Addie... – disse Rabastan olhando feio pra Nott.

—Está tudo bem. Vem cá e me ajuda. Mary, você também. Faz cortininha ai pra mim. – respondi.

—Você não quer ir lá no dormitório com a Crazy Eyes? – perguntou Rabastan.

—Não. Não precisa. Segura aqui. – pedi tirando o casacão dele. Mary pegou a camisa que Nott tinha molhado e os dois colocaram aquelas roupas ao meu redor, fazendo uma cortina. Tirei a minha camisa de líder de torcida e escutei os assovios dos meninos. Adam me passou a camisa da Sonserina e eu a vesti. Depois Rabastan e Mary abaixaram as roupas e eu fiz pose – Prontinho.

Rabastan me olhou com desejo e soltou um suspiro.

—Rabastan acabou de adquirir um novo fetiche. – riu Theo e Rabastan riu com desdém pro amigo... mas ele corou de leve, antes de pegar a blusa das mãos de Mary.

—Então, Adam. Barril?

Adam ainda estava me olhando meio abobalhado também.

—Acho que Adam também adquiriu um novo fetiche. – riu ele – Só que a minha camisa teria ficado melhor.

—Bobo. – respondi, corando de leve e escutei Theo falar.

—Perdeu, Rabastan.

—Vai se foder. – resmungou Rabastan parecendo sem humor – Vou guardar isso aqui. Já volto.

—Falou. – riu Nott.

Adam me chamou e eu fui até ele.

—Coloque as duas mãos aqui, nessa parte. – pediu ele. Concordei e obedeci – Agora... Evie, segura o cabelo dela.

—Claro.

—Deixa que isso é papel pra melhor amiga, queridinha. – riu Emmeline pegando meus cabelos com cuidado e os enrolando num coque.

—Bom... – riu Adam – Agora, quando eu contar três, você joga as pernas pra cima e eu te ajudo a plantar bananeira e você bebe o tanto que conseguir. Quando terminar, eu te ajudo a pousar.

—Ok.

—Pronta, Addie? – perguntou ele.

—Pronta.

—Vance, segura a camisa dela, pra não levar a Sonserina ao delírio. – riu Adam. Emmeline concordou – Um, dois e... três!

Empurrei o chão, jogando as pernas pra cima. Adam me ajudou a ficar equilibrada, Emmeline segurou meu cabelo e minha camisa. Então eu bebi no barril, escutando as pessoas gritarem.

—BLACK! BLACK! BLACK! BLACK! BLACK! BLACK! BLACK!

Quando não aguentei mais, movi as pernas e Adam me ajudou a voltar pro chão.

—UHUUUL!! – gritei levantando os braços, completamente animada. Olhei para Adam e ele sorriu piscando pra mim.

—Legal, não é? – perguntou ele.

—Demais. E mel de salamandra é tão gostoso... – murmurei. Então Adam me puxou pela cintura e sussurrou no meu ouvido.

—Sim, lembra que eu te ofereci uma garrafinha no dia em que eu te beijei pela primeira vez? – perguntou ele. Engoli em seco, me sentindo calorenta e então corei de leve.

—Você ainda lembra? – perguntei sorrindo.

—Nunca vou esquecer... – prometeu ele – Do primeiro beijo na garota da minha vida... – adicionou ele sorrindo e me olhando nos olhos. Suspirei completamente derretida e então me lembrei de James.

Céus, namorar é difícil!

—Pois bem... acontece que a garota da sua vida está comprometida com outro garoto, então... – me desvencilhei dos braços dele e Adam me olhou fazendo um biquinho.

Adhara, eu quero é só... te abraçar... — cantarolou ele pra mim. Aquele versinho que ele tinha composto pra mim há um tempão atrás. Sorrimos um pro outro e desviamos o olhar. Meu coração batendo acelerado. – Eita... Crazy Eyes está mesmo curtindo a festa. – riu Adam.

Me virei e abri a boca em espanto.Mary estava completamente bêbada.

Mary tinha subido em uma mesa e estava dançando lá em cima. Ela começou a rebolar, batendo os pés na mesa. Os braços para cima, dobrados, com as mãos nos cabelos. Um sorriso sereno no rosto e um gingado sensual digno de mim e de Emmeline.

Emmeline, inclusive me abraçou e ficou olhando com orgulho para nossa borboletinha.

Mary moveu os quadris e então rebolou até o chão, para então subir com a bunda empinada e as mãos nas coxas. Ela subiu as mãos pelas pernas, quadris, barriga e então girou o corpo ao ritmo da batida.

Emmeline bateu palmas e gritou animada. Eu apenas sorri feliz por ela estar se divertindo.

Mais uma vez Mary baixou os quadris até o chão e ficou de joelhos, jogando os quadris para frente e então quase se deitando na mesa. Mary se levantou, ficou de quatro, movendo os quadris e balançando a bunda de um jeito que eu nunca tinha visto e os garotos gritaram de euforia. Régulus, que estava na frente da mesa, a olhava completamente em choque, assim como o amiguinho dele, um tal de Bartô.

Então Mary ficou de pé de uma vez, jogando o cabelo para trás e voltando a rebolar de maneira sensual. Ela girou mais uma vez e deu um pulo.

Foi quando todo mundo se assustou, porque tinha um lustre lá e ela bateu a cabeça com tudo nele. Ficamos em silêncio e ela caiu para trás, por sorte, nos braços de Régulus, que a segurou surpreso.

—YEAHHHHHHHHHHHHHH! – gritou Mary e todo mundo gritou de alegria. Sorri batendo palmas e abri a boca em espanto mais uma vez, porque Mary, quando Régulus a colocou no chão, se virou e roubou um beijo dele.

Vi meu primo ficar extremamente corado e em choque. Mas em seguida ele riu, deu de ombros e puxou Mary pra ele.

—É ISSO AI, PRIMINHO! – gritei adorando, enquanto Emmeline morria de rir.

—Adorei! – disse ela.

—Minha festa é ou não é a melhor de todas? – perguntou Jacques, que agora estava sem o cinto e sem os sapatos. E ele estava visivelmente muito bêbado.

—Ai, amor. A sua festa é a melhor, mas eu acho que você vai perder a aposta.

—Que aposta? – perguntei curiosa.

—Será? – perguntou Jacques com um sorrisinho.

Foi quando a porta do salão comunal se abriu e todos nós nos viramos.

—GRIFINÓRIA, BITCHES! – gritou James. Abri a boca em espanto e logo atrás dele a Grifinória em peso entrou pela passagem secreta.

—Eu não acredito. – murmurei em choque.

Frank entrou de mãos dadas com Emily. James pulou nas costas de Sirius e os dois saíram correndo e gritando. Remus entrou com a namorada escrota dele, Peter entrou sozinho olhando para os lados, procurando provavelmente por Mary, que estava sentada em cima da mesa, com Régulus entre suas pernas, num beijo fogoso. Minhas chanels entraram dançando a coreografia de entrada, movendo pompons e gritando “Gri-Gri-Grifinória”. O time de quadribol estava lá, com o uniforme de jogo da Grifinória e o capitão entrou voando em sua vassoura, enquanto geral da casa gritava de euforia.

—Como... como você faz isso? – perguntou Emmeline, se virando para Jacques.

—Eu sabia que se eu convidasse todo mundo, eles não iriam querer vir e eu ia ficar mal visto na Sonserina. – riu Jacques passando a mão ao redor dos ombros de Emmeline – Então eu proibi os marotos de virem e o Longbottom, que é um cara muito popular e que não costuma se meter em problemas. Era óbvio que no momento em que eu proibisse aqueles cinco de virem, eles iriam querer vir. E como eu disse que a festa era exclusiva, eles iriam querer me sacanear. – riu Jacques – E agora olha só. – olhamos ao redor e vimos Gray e Adam se abraçarem e irem para o barril. Sirius e James olhavam Régulus em choque, naquele amasso com Mary, Sev e Lily se abraçaram e logo foram dançar (iniciativa de Lily, claro). Theo olhava para Emily, que fazia de tudo para não olhá-lo de volta, enquanto Frank o olhava com cara de poucos amigos – Eu sou um gênio.

—Você é incrível. – riu Emmeline.

—Eu não acredito que planejou tudo isso... – murmurei surpresa – E como você soube que eu não iria insistir para que você deixasse o Jay vir?

—Porque Emmeline te conhece e me disse que você não faria isso se Potter ficasse de doce pra vir. – riu Jacques – E agora... eu acho que eu ganhei uma aposta. – riu ele pegando Emmeline nos braços. Ela deu um gritinho e o olhou surpresa – Eu vou aproveitar da minha namorada e curtir o meu aniversário com a garota mais incrível dessa escola.

Emmeline sorriu derretida e o beijou nos lábios.

—Tchau, Addie. – riu Emmeline.

—Até mais. – respondi vendo Jacques descer as escadas com Emmeline no colo – Eita, que hoje Jacques vai perder o courinho. – murmurei rindo.

A deitou na cama, completamente afoito. Emmeline sorriu enquanto ele a beijava completamente apaixonado. Ela era tudo o que ele queria naquele momento. Não ligava para reputação, ou para a festa. Só queria Emmeline com um desejo que mal cabia em si.

Por isso a beijou no queixo, no pescoço, na orelha, enquanto a pressionava com os quadris, louco de desejo. Queria tanto aquela garota. Tanto.

E céus, como estava bêbado. Nunca tinha ficado bêbado daquele jeito... e com Emmeline o arranhando nas costas e costelas, não sabia se daria conta de se conter. A mordiscou no queixo e ela escorregou as mãos por suas costas, até sua bunda. Sentiu a namorada apertá-lo nas nádegas e ele a imitou, descendo as mãos pelo quadril avantajado dela, para em seguida apertá-la com desejo na bunda.

—Você é tão gostosa... – sussurrou rouco. A empurrou com o quadril e sentiu a calcinha dela contra sua calça. Sua pele se arrepiou assim que ela gemeu gostosamente – Céus. Gostosa demais. Demais. – riu a apertando com força na bunda. Subiu as mãos para blusa dela e a retirou, louco de tesão. Não iria aguentar se segurar. Precisava de Emmeline ou ficaria completamente louco. Seria o melhor presente de aniversário que poderia ganhar. Ela. Ela por inteiro. E completamente dele. Olhou os seios médios de Emmeline e suspirou achando-os lindos sob o sutiã vermelho dela – Sabia que vermelho é a cor principal do brasão da minha família?

—A cor do amor. – riu ela passeando um dedo pelo piercing que ela tinha no umbigo. Jacques sorriu e concordou a puxando para que se sentasse. Ficou tentando soltar o sutiã dela, mas não conseguiu.

—Estou muito bêbado. – lamentou rindo de si mesmo e Emmeline tirou o sutiã para ele. Suspirou olhando os seios dela e sorriu – Obrigado.

—De nada. Mas é você quem tem que desembrulhar o seu presente. – riu ela. Jacques concordou e a deitou na cama, para beijar aqueles seios que ele achava simplesmente maravilhosos. Eram os únicos seios de verdade que ele tinha visto, mas não imaginava como poderia existir outro par de peitos mais perfeitos do que aquele que tinha entre os lábios.

Mordiscou os mamilos, os massageou e os empurrou de um lado para o outro, adorando admirá-los, senti-los e pressioná-los contra si.

—A nível de curiosidade. – murmurou Jacques – O que teria feito se eu tivesse perdido a aposta?

—Um fio terra.

—E o que é isso? – perguntou confuso.

Emmeline se sentou e o olhou travessa.

—Enquanto eu estivesse chupando você... – ela sorriu marota – Eu iria enfiar esse dedo... – ela lhe mostrou o dedo polegar – em você.

Ele franziu a testa.

—Enfiar onde? – perguntou. Ela o olhou travessa e ele entendeu com um frio lhe subindo a espinha – Nem fodendo, tá louca? – perguntou fechando a cara.

—Vamos fazer assim... – riu Emmeline o deitando na cama – Você deixa eu colocar o dedo lá e eu deixo você por em mim...

—Não.

—Não estou falando do seu dedo. – riu ela o segurando entre as pernas. Jacques respirou fundo encarando o dilema de sua vida.

—Se eu deixar você colocar o dedo na minha bunda... você vai fazer anal comigo?! – perguntou em choque. Emmeline mordeu o lábio inferior e sorriu marota.

—Acha que aguenta comer a bunda mais gostosa dessa escola?

Piscou imaginando a sublime cena. Se lembrou de quando teve Emmeline de quatro para si e quase conseguiu chegar aos finalmentes com ela. Engoliu em seco e a olhou preocupado.

—Mas... hum... por que? – perguntou ele – Isso... isso não é coisa de... bem... gay?

—Claro que não. – riu ela – Vamos, Jacques... deixa. Eu até aprendi o feitiço pra deixar tudo limpinho lá dentro! – pediu ela se deitando em cima de si. Então ela pegou suas mãos e as guiaram para sua maravilhosa bunda – Pense bem.

—Emmeline... você é a pessoa mais cruel desse mundo. – ralhou fechando a cara – Você vai só tocar ou vai colocar o dedo inteiro?

—Eu vou colocar o dedo e te massagear. – riu ela – Deixa, vai? Por favor. – pediu ela o mordiscando no queixo. Soltou um suspiro cogitando.

—Não... não tenho coragem.

—Sério, amor? Vai desistir dessa minha bunda maravilhosa por conta disso? – perguntou ela mostrando o polegar.

—Amor... – resmungou – Não. Não vai rolar. – resmungou.

—Jaaaaack. Por favor. Deixa vai? – perguntou ela fazendo beicinho – Eu não conto pra ninguém e se você não gostar eu paro. – disse ela. Jacques soltou um suspiro.

—Eu vou poder fazer anal com você... mas vou poder colocar tudo ou só a cabeça? – perguntou cogitando.

—Pode colocar tudo. – prometeu ela lhe dando mordidinhas no queixo.

—E se eu não gostar, você tira? – perguntou vermelho.

—Tiro... mas tem que esperar um pouquinho e realmente dar uma chance, ok?

Jacques suspirou.

—Ah, Emmeline. Você me mata assim! – resmungou. Emmeline sorriu e o ajudou a tirar a calça. Ela o olhou na cueca e ficou de quatro entre suas pernas. Respirou fundo e quando ela tirou sua cueca, pegou a varinha e se lembrou de fechar as cortinas e deixá-las a prova de som. Emmeline sorriu e o lambeu nas bolas, as sugando muito de leve. Fechou os olhos, perdido em prazer e sorriu feito bobo. Depois a olhou, pois era maravilhoso ver Emmeline lambê-lo da base até a cabeça – Isso... céus, você é tão sexy...

Ela sorriu e o chupou de leve só na cabecinha e ele soltou um gemidinho, fechando os olhos. Depois ela desceu a língua até suas bolas e ele jogou a cabeça para trás. Foi quando sentiu uma sensação estranha no baixo ventre e olhou para a namorada. Ela tinha apontado a varinha para seus países baixos.

—Está limpinho por dentro.

—Emmeline! – ralhou – Eu não disse que podia!

—Deixa, vai, meu amor? – pediu ela, manhosamente – Deixa eu te fazer isso, vai?

Jacques respirou fundo e passou as mãos pelo rosto.

—Você me mata, Emms... – resmungou ele.

—Deixa, vaaaai... só um pouquinho. Eu faço com carinho. – disse ela – Por favor, vai?

Ele engoliu em seco e não respondeu, ponderando.

—Não... não sei... – respondeu depois de um tempo. Emmeline deu uma risadinha e voltou a lambê-lo nas bolas. Fechou os olhos gostando e soltou um gemidinho. Sentiu a língua dela descer mais um pouco e abriu os olhos, alerta. – Emmeline! – disse surpreso, mas então ela o lambeu onde nunca tinha lambido. Prendeu a respiração, sentindo todos os pelos do corpo se arrepiarem. Ela empurrou a língua contra seu ânus e ele engoliu em seco, apertando o lençol, completamente assustado. Mas então ela voltou a lambê-lo nas bolas e no pênis. Engoliu em seco, sem saber como agir. Não sabia se tinha gostado daquilo. Tinha sido no susto. Mas o excitou inteiro. Merlin. Sou gay? Eu não sou gay! Eu não gosto de garotos... mas... Cacete, Emmeline. Bufou sem entender nada. Tinha sido um susto tão grande que se sentia quase sóbrio. Mas quando sentiu o dedo de Emmeline em seu buraquinho proibido, se arrepiou inteiro – Emmeline, não faz isso. – pediu confuso, com uma terrível curiosidade o tentando. Mas Emmeline pareceu sentir isso nele e colocou o dedo lentamente, enquanto o chupava – Emmeline! Emmeline! Não! Não! – disse em pânico. Mas ela continuou enfiando, enquanto o chupava. E céus, era sublime! – Emmeline, você me paga! – disse tentando não sorrir. Mas quando ela terminou de colocar o dedo, ele sentiu algo como um choque. Algo diferente e maravilhosamente gostoso – Oh... oh... Emmeline... não faz isso! – disse desesperado achando aquilo delicioso. Lá se vai a minha masculinidade...— Oh, Emmeline... isso é jogo baixo... – lamentou gemendo, morrendo de prazer. Céus. Aquilo era maravilhoso – Não tira e põe... gira o dedo... oh... isso... oh, Emmeline... – abriu a boca num espasmo e seu corpo todo pareceu levar um choque. – Vem e vai com a cabeça, por favor... oh... – fechou os olhos com força, sentindo o orgasmo vir. Muito rápido. Assustadoramente rápido. Céus, aquilo era maravilhoso. Tentou segurar o orgasmo, para que não acabasse tão rápido. – Oh, Emmeline, eu te amo tanto... – disse desesperado, sem nem pensar. Tremeu inteiro sem aguentar segurar mais e gozou na boca dela. Sua namorada então o colocou ao máximo na boca e ele sorriu em êxtase – Oh, Emmeline... oh... – riu completamente sem jeito – Merlin... – disse desabando na cama e rindo – Você é perfeita, Emmeline... mas por tudo o que te é querido, não conte pra ninguém, ok? Pra ninguém.

—Ok. – riu ela se deitando ao seu lado – E Jacques...

—O que? – perguntou olhando pra ela. Ela sorriu de um jeito que não costumava fazer. Apenas carinhosamente.

—Eu... – ela suspirou – Eu fico feliz que tenha gostado... não ficou com raiva, né?

—Fiquei com vergonha. Um homem não deveria gostar disso... – murmurou sendo sincero. Emmeline sorriu e o abraçou, deitada na cama.

—Por que?

—Isso é coisa de maricas.

—Você gosta de mulheres?

—Claro, oras.

—Você acha homens atraentes de maneira sexual?

—Claro que não. – respondeu franzindo a testa.

—Então não tem problema gostar de fio terra e isso não te faz menos homem, bobinho. – riu ela o beijando na bochecha – Eu adoro você, Jacques... – murmurou ela. Sentiu-se um pouquinho triste ao escutar aquilo. Mas não me ama... por que você não me ama?

—Emms.

—O que?

—Você ama o Black? – perguntou ele. Emmeline se apoiou no cotovelo e o olhou nos olhos.

—Eu tenho uma puta atração por ele. Eu não sei explicar... – disse ela calmamente – Mas entre ele e você, eu prefiro você... porque você me respeita e gosta de verdade de mim... enquanto Sirius só me vê como um objeto.

Jacques sorriu e a acariciou no rosto.

—Sirius Black é um completo idiota. – ralhou ele.

—Sim. – riu Emmeline – Vamos voltar pra festa? – perguntou ela, se sentando. Ele se sentou também e a abraçou por trás.

—Não está se esquecendo de alguma coisa, Emms? – perguntou baixinho no ouvido dela – De quatro pra mim.

Emmeline lhe lançou um safado e adorável sorriso.

—Jacques! Que linguajar é esse? – perguntou ela.

—Você colocou o dedo na minha bunda. Agora é minha vez. – riu ele.

E o sorriso dela vacilou de leve.

—Vai com carinho, ok? – pediu ela – Aos pouquinhos.

—Claro.

Emmeline tirou a saia e a calcinha vermelha e então ficou de quatro pra ele. Olhou para aquela magnífica obra de arte e suspirou.

—Não põe de uma vez. – pediu ela com medo na voz. Sorriu achando graça do nervosismo dela.

—Faz o feitiço, pra não sujar. – pediu ele – E onde a senhorita aprendeu isso?

—Eu escutei uns alunos da Lufa-Lufa comentando. – riu ela – Então eu tentei fazer e aprendi depois de um tempo. – riu ela.

Jacques sorriu e viu Emmeline apontar a varinha para a própria bunda. Céus, como ela era sexy naquela posição.

—Ok. Empina o bumbum pra mim, Emms. – pediu ele. E ela o fez. A acariciou nas nádegas, achando a visão absolutamente sensual e excitante. Passou a cabeça do pênis na fenda dela e se sentiu tentado a entrar ali, mas a visão da bunda dela era demais pra ele. Apenas se lambuzou e colocou um dedo na fenda dela, pra se molhar. Depois colocou dentro de seu novo objetivo. Um dedo e depois outro. Viu Emmeline ficar tensa e se curvou para beijá-la nas costas – Eu vou com carinho, ok? – perguntou baixinho a enchendo de beijinhos, enquanto a preparava com os dedos.

—Ok... – murmurou ela parecendo nervosa. Emmeline Vance parecendo nervosa... que mundo era aquele? Sorriu e soltou um suspiro.

—Deita, Emmeline.

—O que? – perguntou ela.

—Confia em mim. Deita. – pediu. Emmeline deitou e ele se deitou ao lado dela, a abraçando por trás – Você tá tensa. Tem que relaxar ou vai machucar e isso é a última coisa que eu quero. – disse a beijando no ombro – Vem cá. – pediu ele abrindo a nádega dela e se posicionando estrategicamente – Sem pressão. Se rolar, bom. Se não rolar, tudo bem, ok? – perguntou ele.

—Ok... obrigada, Jacques. – murmurou ela de maneira dengosa. Respirou fundo e foi tentando entrar muito lentamente e aos pouquinhos. Sentiu Emmeline apertar sua mão e então parou de tentar entrar. Ficou respirando fundo, completamente excitado, completamente louco de desejo... mas mesmo assim querendo evitar de machucá-la. Queria que ela curtisse. Só isso. Respirou fundo, tentando pensar com a cabeça de cima, mas então Emmeline rebolou na sua frente, tentando chegar para trás. Um pedaço considerável de sua cabeça entrou e Emmeline soltou um gemidinho.

—Calma. Sem pressa. Ok? – perguntou baixinho no ouvido dela, para depois lhe dar uns beijinhos.

—Ok. – sussurrou Emmeline. Ficou movendo o quadril em movimentos muito pequenos de vai e vem. Aquilo era maravilhosamente gostoso, porque era muito apertado e só estimulava a cabecinha do pau.

Mas então Emmeline rebolou mais um pouquinho, chegando para trás. Soltou um gemido rouco no ouvido dela ao entrar mais. Era tão quente e tão apertado... a apertou na bunda, louco de tesão, querendo se enfiar de uma vez dentro dela. Mas apenas respirou fundo, tentando se conter. Voltou aos curtos movimentos de vai e vem e ficaram alguns minutos naquilo. Se ela não tivesse lhe pagado um boquete, com certeza teria gozado ali. Mas então ela veio mais um pouquinho e sua cabeça entrou completamente. Os dois gemeram juntos e ele a abraçou com mais força.

—Entrou... entrou... – murmurou eufórico.

—Pode mexer, mas devagar... – murmurou ela. Concordou, respirando ofegante e fazendo os movimentos de vem e vai, bem lentamente. A encheu de beijos no ombro e logo se viu completamente dentro dela. E ela estava muito excitada. A tocou na fenda, a procura do clitóris e Emmeline gemeu deliciosamente.

—Oh, que delícia, Emms... – murmurou louco de tesão – Isso é tão gostoso.

—É mesmo. – murmurou ela – Vem. Pode vir com tudo. – pediu ela

Concordou e começou a se mover mais rápido e com mais força atrás dela. Era a coisa mais deliciosa que ele já havia experimentado. Nem mesmo os deliciosos boquetes dela se comparavam a aquilo. Estava perdendo a virgindade e de uma maneira completamente não convencional...

Como tudo era com Emmeline. Sorriu extasiado e continuou movendo os quadris, adorando aquilo. Voltou a masturbá-la enquanto se movia e ela gemeu deliciosamente. Nunca a tinha visto tão molhada quanto naquele dia. Ela deveria estar gostando muito e isso o deixou completamente feliz. Amava Emmeline e queria que ela curtisse cada momento, assim como ele curtia.

E um dia receberia o sonhado “eu também te amo” da parte dela.

Mas deixou esses pensamentos para lá. Não era hora de ser romântico. Era hora de ser safado, pervertido e gostoso.

—Fica de quatro pra mim, agora? – perguntou ele. Ela concordou e, sem que ele saísse de dentro dela, Emmeline girou e ficou de quatro, enquanto ele ficava de joelhos – Isso... – sorriu maravilhado com a sensação e a visão – Oh, que delícia, Emmeline...

—Me xinga. – pediu ela roucamente. Piscou surpreso e sorriu lhe dando um tapa forte na bunda. Ela gemeu e ele riu disso.

—Cachorra. – disse a estocando por trás – Minha cachorra...

—Oh, Jack... – gemeu ela.

—Isso, fala o meu nome.

—Jacques! – gemeu ela.

—Mais alto.

—JACQUES! – gritou ela e ele achou que não tinha como melhorar. Ver Emmeline gritar seu nome, daquele jeito, tão excitada que escorria um líquido viscoso da fenda dela pelas coxas... enquanto ele a estocava por trás, naquele buraco tão apertado, quente, proibido e delicioso. A maioria dos garotos tinham uma primeira vez desastrada e constrangedora. Mas a dele estava sendo maravilhosa. Puxou Emmeline com força pelo quadril e a estocou com mais força – Isso... oh, Jacques... tá gostoso, tá?

—Tá maravilhoso! Oh, Emmeline... que delícia... – riu extasiado – Tá gostoso?

—Tá ótimo! – riu ela – Oh... é tão excitante! Céus... – riu ela.

—Diz que tá gostoso.

—Tá gostoso.

—Diz que é só minha. – riu Jacques.

—Eu sou só sua. – riu Emmeline. Se curvou sobre ela e continuou o movimento com os quadris, enquanto a masturbava.

—Vai repetir tudo o que eu mandar? – sussurrou pra ela.

—Vou! – disse ela parecendo completamente louca e entregue.

—Então diz que eu sou o mais gostoso.

—Você é o mais gostoso! – riu ela – Oh, Jacques...

—Diz que é minha cachorrinha.

—Eu sou a sua cachorrinha... – gemeu ela. Então começou a reconhecer os gemidos pré orgasmo dela – Não para, oh, não para.

—Diz que meu pau é uma delícia.

—Seu pau é uma delícia. – repetiu ela. Continuou a masturbando e a beijou nas costas assim que ela deu um gemido mais longo. Gozou dentro dela em seguida e sorriu.

—Diz que me ama...

—Eu te amo, Jack... – disse Emmeline.

E aquele foi o melhor presente de aniversário que ela poderia dar.

—Falou só pelo sexo. – disse se deitando na cama. Ela respirou ofegante, sem ar, parecendo maravilhada. Então o olhou nos olhos e o beijou na boca.

—Eu te amo, Jacques Burke. – disse ela – Eu te amo demais.

-Eu também te amo, Emmeline... – riu a abraçando, sem a menor vontade de voltar para a festa...

E sinceramente...

Emmeline não estava com a menor vontade de sair dali também... dos braços do primeiro garoto que a fez dizer aquelas palavras honestamente. Eu amo Jacques Burke... céus, eu o amo... pensou sem conseguir parar de sorrir.

—O que diabos é isso? – fechei meus olhos com força e mordi meu lábio. James me encarava com as mãos na cintura. Ele olhou para a blusa que eu usava com raiva e depois para mim.

-Jay... – comecei e Rabastan deu uma risadinha.

-Nem me venha com Jay. – ele brigou.

Sirius me censurou com o olhar e ficou ao lado de James. Eu fiz um biquinho para meu namorado.

-Calma, Potter. – Rabastan interviu, dando uma risadinha convencida .– Eu só emprestei uma blusa pra ela, porque ela derrubou hidromel na dela, quando falhou no chifre.

-No chifre? – perguntou James ainda de cara amarrada.

-Sim, Jay. É tão legal, e eu bebi de ponta cabeça no barril. Super legal. Quer tentar? – pergunto com uma voz manhosa.

-Para, Addie.

-Foi super legal, quando eu a desafiei a passar pelo chifre. E fiz ela ficar molhadinha, como sempre fiz. – debochou Rabastan, olhando provocativo para James.

-Rabastan! – ralhei, cruzando os braços. Ele sorriu para mim, em um pedido de desculpa.

Sirius olhava furioso para Rabastan e Theo deu uma risadinha, apreciando a briga.

-Não fale assim sobre a minha namorada! – gritouJames.

-Ela foi minha primeiro. E você tem que aceitar. Ela sempre vai se lembrar dos meus dedos ágeis. – riu Rabastan mostrando os dois dedos médios para James, abrindo a boca como que em choque, fazendo Theo cair na gargalhada.

-Já chega. – Jay ia partir pra cima, e Theo e Sirius entram no meio. Sirius para proteger James e Theo para proteger Rabastan. Começou uma gritaria, com James tentando passar por Sirius, para bater em Rabastan e Rabastan soltando provocações.

Revirei os olhos bebendo mais hidromel e olho a briga se desenrolar.

-GAROTOS! GAROTOS! – gritei, me cansando. Eles olharam para mim, parando de brigar. – Vocês podem parar?

-Você está usando a blusa desse babaca. – grilou James.

-Eu sei. – respiro fundo. – Quer que eu tire? – pergunto e começo a erguer a blusa, mostrando a minha barriga. Rabastan e Theo dão risadinhas me olhando com desejo e Sirius e James me olham com algum desespero.

-Não! Não! – James grita, me fazendo abaixar a blusa.

-Mas eu achei que era isso que você queria, Jay. – falei com um biquinho.

—Você é foda... – resmungou ele enquanto Rabastan e Theo lutavam para ficar sérios (eles falhavam grandemente).

James bufou, cruzando os braços, desviando o olhar. Dou meu copo para Sirius e passo meus braços pelo pescoço de Jay.

-Jayyyyyy. – resmungo manhosa. – Você sabe que eu fico bem melhor na sua blusa né?

Ele me abraça e sorri travesso. Sirius revira os olhos e começa a fungar.

—O cheiro do desastre... aquele momento eu que eu direi “eu aviseeeei” está cada dia mais próximo... – resmungou Sirius.

James me beija e eu abro os olhos por um instante percebendo que ele fazia olhando Rabastan para provocá-lo.

-Eu sei, amor. – ele me diz. Dou uma risadinha e me viro para Rabs.

-Depois eu te devolvo, ta, Rabs?

Ele respira fundo fitando James, com uma cara nada boa, mas sorri para mim.

-É claro, Addie. Mas, se quiser pode ficar com ela. Você fica linda nela. – ele beija minha bochecha com um sorrisinho irritante e sai com Theo rindo.

Sirius empurra James de leve e passa um braço pelo meu ombro.

—Minha prima. — ele diz

-Minha namorada. – James responde. Então ele sorri. – Vou pegar hidromel. – ele me da um selinho e sai em direção ao barril.

-Você o manipula direitinho. – ri Sirius.

-Eu não o manipulo. Jay, só é um pouco dramático. Então eu dou um jeito. Só isso. – respondo. Pegando o meu copo da mão do Sirius e bebendo o restinho que tinha.

-Lestrange nunca vai te esquecer, sabe? – Sirius me fala. Coloco o copo na mão de Mikayla que passava e ela sorriu para mim, antes de jogar o copo na cabeça de Katherine Greengrass.

-Ele era apaixonado por mim. – respondo me encostando a Sirius.

-Ele é apaixonado por você.

Dou uma risadinha e sorrio maliciosa.

-Como não ser? – falo. Sirius ri. – Mas, sério. Acho que ele já me superou.

-Não. – Sirius fala, observando Rabastan dando em cima da Diana Rosier. – Ele ainda gosta de você. – Rabs olha para mim e me da um sorriso sincero. Sorrio de volta sem evitar, mas suspiro em seguida.

-Talvez. Mas agora eu sou apaixonada pelo James. – dou um sorrisinho, olhando meu namorado, conversando com Remus e Francesca enquanto pegava hidromel.

-Ele é mais apaixonado por você do que você por ele. – Sirius comenta.

-Para de ser tão puta, Sirius. – Ele ri alto dando de ombros – Eu gosto do Jay. – resmungo.

-Eu sei que gosta. – ele me responde – Mas você tem que admitir que ele é muito mais fissurado em você do que o contrário...

Apoio meu queixo em seu ombro e olho para ele.

-Você realmente me conhece, né primo? – ele me olha intensamente.

-Mais que qualquer outra pessoa.

-Eu sei. – beijo sua bochecha e volto a encostar-me nele.

-O.M.G! – James chega, com uma cara de chocado. Ele nos entrega um copo com hidromel e da um grande gole no dele. – Peter e Mary! Brigando!

-Onde? – pergunta Sirius, esticando o pescoço.

-Ali perto daquela mesa. – James aponta e eu vejo Mary e Peter tentando uma discussão com Régulos ao lado, olhando tudo muito interessado. – E sabe porque eles estão brigando? Por causa do seu irmão!

-O que? – Sirius pergunta franzindo a testa – Meu irmão estava apenas conversando de maneira acalorada com a Mary.

-Ele e Mary estavam dando um amasso quando vocês chegaram. – murmuro, antes de dar um gole no hidromel.

-E o Peter viu? – Sirius ri. – Pobre Peter. Mas também fazer o que? É de um Black ser irresistível assim.

Dou uma risadinha concordando. E nós três olhamos Peter e Mary.

-O que eles estão falando? – pergunto, tentando entender o que eles falavam.

-Ele disse: Você é arborícola. – James fala cerrando os olhos.

-Jay, arborícola é um termo usado para descrever animais que a vida se dá nas arvores. – digo sorrindo.

-Ela respondeu: Você é um patriota. – James fala, mas logo fica confuso. – Porque ela diria isso pra ele?

-Talvez ela tenha dito; Você é um idiota. – Sirius diz a James.

Ele ri e volta a observar Mary e Peter.

—Eu não sou sua arquibancada, lembra? – disse James semicerrando os olhos, tentando enxergar.

-Uhhh. – Sirius diz rindo. – Ela jogou na cara do Peter que ele não assumiu ela.

Concordo, e James continua confuso não entendendo que Mary tinha dito “namorada” e não “arquibancada”.

— Não é minha tulpa que você é... – James continua, me fazendo rir. Ele nem percebeu que talvez Peter não disse “tulpa” (Uma criatura mística que se origina dos pensamentos de uma pessoa envolvendo meditação) e sim “culpa”. – OH! ELE DISSE NÃO É MINHA TULPA QUE VOCÊ É A CRAZY EYES! – James grita pulando. – O que é “tulpa”, Addie?

Abro a boca chocada e olho Peter e Mary atentamente. Mary agora parecia que iria chorar e Peter estava muito vermelho. Ela diz mais uma coisa pra ele e se vira para beijar Régulos. Peter mais vermelho do que Remus quando falávamos sobre sexo, sai em disparada até Adam e diz algo a ele. Adam ri alto e aponta uma garota que estava sentada no sofá. Peter vai até lá e logo ele e a garota estão se amassando.

-Uou! – Sirius diz, virando o copo. – Isso é demais para uma festa.

Ele e James estavam rindo e conversando olhando entre Peter e Mary, que beijavam seus parceiros de um jeito muito engraçado.

Cerro meus olhos olhando Mary. Depois teria que conversar com a minha borboletinha. Mas agora ela estava muito ocupada enfiando a língua na garganta de Reg.

-Eu quero que vocês dois façam Rabicho ficar com a consciência pesada. – mando, para os dois. James concorda e Sirius da de ombros.

-Remus provavelmente já vai fazer isso. – Sirius me fala.

-Onde ta o Aluado? Ele tem que ver isso. – James diz, esticando o pescoço para procurar por Remus.

-Ali. – assim que olho, bufo. Remus estava em uma pega furioso com a Putacesca, ela estava em seu colo enquanto ele tentava não derrubar o copo de hidromel que segurava. Eu já não sabia mais o que estava acontecendo. Remus não da amassos em publico sem estar no mínimo muito chapado. O que aquela garota estava fazendo com ele?

-Putz, a Emily viu. – James aponta. Emily estava ao lado de Frank, parecendo completamente infeliz. Frank estava com as mãos na cintura, mexendo um braço com o indicador levantado, parecendo irritado.

-Pobre Emily. – Sirius resmunga sem interesse algum.

-Você não consegue não ser uma puta né? – pergunto, dando um sorriso travesso.

James gargalha. E Sirius me da um sorrisinho desdenhoso.

-Vamos lá, Adam. Nós já fizemos isso tantas vezes. – Evie disse piscando para Adam. Ele sorriu de leve para amiga e negou com a cabeça. – Adam. – ela fala manhosa, e agarra sua camisa o puxando para perto. – Vamos. Eu sei que você me quer. Você nunca resistiu a mim. – Evie deu um beijo no pescoço do rapaz que se arrepiou inteiro.

-Não, Evie. – ele disse segurando os braços dela. – Eu gosto de outra garota. – ele fala, acariciando a mão da amiga. Evie fez um biquinho e Adam não pode não achar a garota extremamente atraente. Ela o olhou de um jeitinho que o fazia querer fazer uma loucuras. Mas mesmo assim não deu um passo. A garota bufou e o olhou chateada. Uma mecha do cabelo caindo sobre os olhos.

Ela respirou fundo, ajeitando o vestido.

-Você disse que sempre ficaria do meu lado. E agora está ai todo apaixonadinho pela garota que pode tirar a coroa de mim. – ela briga, cruzando os braços – Coroa essa que eu demorei séculos pra conquistar!

Adam suspira e sorri para amiga.

-Eu sempre vou estar aqui para te apoiar, Evie. Mas isso não quer dizer que eu tenha que te dar uns pegas também. – ele brinca mexendo nos dedos dela.

Evie solta um muxoxo e se encosta-se à parede ao lado de Adam. Os dois se viram para a grande festa que acontecia.

-Ela é bonita. – Evie comenta observando Adhara, que estava dando beijinhos no namorado, com o primo com quem Lehanna se engraçava do lado, atrapalhando.

-Sim, ela é. – Adam concordou olhando a sua garota sonhadoramente.

-Ela é mais bonita que eu? – pergunta.

-Evie...

-Ta. Ta. – a garota revira os olhos, e lhe da um sorrisinho, mas logo fica séria. – Não deixe ela me derrubar, Adam. – a garota pede.

-Eu não vou, ok? Você não vai derrubar ela, nem ela te derrubar.

-E como não? Só pode ter uma rainha.

-Eu vou dar um jeito. – o garoto fala a puxando para perto e passando o braço pelo seu ombro.

Evie sorri de leve. Se lembrando de como Adam sempre a salvou de enrascadas "dando um jeito".

-Como sempre? – ela ri.

-Como sempre. – Adam concorda.

-Você é um cretino. – gritei. Emily atrás de mim segurava minha mão. — Seu puto do caralho.

—Addie, pelo amor de Merlin, isso não é necessário! – insistia ela tentando me tirar de lá, enquanto Frank parecia ter ganhado na loteria do Profeta Diário.

—Não se mete, Emily! – grito pra ela, mas logo volto a encarar Theo, que me olhava chocado, enquanto Rabastan se contorcia na tentativa de não rir – Quando uma garota manda parar. Você para!Ouviu seu babaca?

-Eu me empolguei... – murmurou Theo.

-E por acaso você é um animal que não consegue controlar seus “instintos”? Você não é! Você é só um cara com o pau duro que não para quando a garota diz para parar. – o corto irritada.

—Addie, não precisa disso... – lamentou Emily, morrendo de vergonha.

Frank ri de braços cruzados. Adam me olha orgulhoso.

-Você tem muita sorte que não foi comigo. Sabe o que eu faria? Eu arrancaria seu pau duro fora e o faria comer! – gritei.

—Me desculpe, Nott... ela bebeu muito. – murmurou Emily, baixinho. Eu me virei para ela, furiosa, mas foi Frank quem falou.

—Não ouse pedir desculpas para esse idiota! Retire as desculpas, Emily!

—M-mas...

—RETIRE!

—Eu retiro... – murmurou ela submissa, olhando para os próprios pés.

Rabastan assobiou e Sirius riu, olhando James. Algumas pessoas prestavam atenção em nós, mas a música ainda rolava, e as pessoas ainda dançavam.

—Eu to de olho em você. — digo apontando para Theo. Ele engole em seco.

-Isso mesmo, queridinho. – Mary diz quase enfiando o dedo na cara dele. – Não mexa com a Emily, ou eu vou... – Mary parou de falar e fez um barulho estranho com a boca, vomitando logo em seguida, em cima dos sapatos de Theo. Emily bateu na própria testa, morrendo de vergonha e Theo gritou um palavrão horroroso, mas pra sorte dele, nada relacionado a sangue.

As pessoas riram e gargalharam, enquanto Mary muito bêbada se apoiava em Rabastan, que tentava segurá-la.

-N°4, leve Mary para o dormitório. – mando. Frank assente e pega Mary nos braços.Tiro meus cabelos do rosto, soltando um soluço. – Jay, vamos embora, estou bêbada demais.

-Sim, Addie.

-E você... – aponto para Rabastan. – Mantenha seu amigo dentro das calças.

-Eu vou, my lady. – dou um sorrisinho para ele, e já me virava para ir embora, mas me lembrei de uma coisa.

-Ah...sua blusa. – digo, tirando a blusa dele no meio do Salão Comunal da Sonserina. Jogo ela para Rabastan que fitava meu sutiã, com um sorrisinho. Todos começaram a gritar e rir.

Um Peter muito bêbado sobe em cima de um sofá e começa a gritar:

-TETAS! TETAS! TETAS! TETAS!

As pessoas começam a acompanhá-lo e eu dou uma risada completamente bêbada.

-Addie! – James grita, começando a tirar a blusa de botões.

-Sai pra lá, Potter. – Sirius diz irritado, tirando a blusa dele que não era de botões e erguendo meus braços para eu colocar.

Os garotos começam a vaiar, as garotas a gritar e eu dou risada olhando o corpinho do meu priminho.

-Isso aqui é meu, garotas. – Cindy ri, puxando Sirius para um beijo.

-Na verdade é meu. – digo, fazendo todos irem à loucura. Olho James que me fitava com um biquinho. – Eu to brincando, baby.

Notas finais
MARY COMPLETAMENTE BÊBADA!!!!! HEUHEUHEUHEUEHUHE No meio do capítulo tem o link para ver ela dançando, mas pra quem não viu aqui está : https://www.youtube.com/watch?v=-ZWwPaamC-s O Grifinórios invadiram o Sonserina heuheuheuhe Psicologia Reversa super funciona com o James não acham? heuheuheuheuh E esse Rabs e Addie ai? Ele ainda gosta dela gente , que dó. E o Adam que marcou presença nesse capítulo? Qual parte vocês mais gostaram? E AÍ? ANAL? DO JACQUES E DA EMMS? :O HUEHUEHUEHUEHUEH Gostaram de como ficou???? E o Jay com ciuminho, eu amo o James gente. E o Sixxxx amo ele também, amo todos. Addie maravilhosa brigando com o Theo ehueheuhe E o que acharam da cena Evie e Adam? Primeiro vocês vão perceber que eles são muito mais amigos do que imaginavam. Segundo vocês vão ver uma nova face da Evie. CRONOGRAMA: Se tiver 15 COMENTÁRIOS sai quinta (12/05) e de tiver MENOS DE 15 COMENTÁRIOS sai domingo (15/05). PRÉVIAAAAAAAAAAAAS: 1º: ""O olho irritada, e mexo meus lábios. —Oh! Ela está fazendo a Bitch Face. – Remus ri animado. – Ela está fazendo a Bitch Face, Potter." 2º: "—AQUI SÓ TEM SACOS DE PLÁSTICO, PORRA! VOCÊ QUER QUE EU FAÇA O QUE? – perguntou Sirius revistando todos os armários e gavetas. James voltou a puxar os cabelos, completamente em pânico – TOMA, ADDIE, SEGURA ISSO AI! " 3º: "—Oh, meu Merlin... – rosnou Addie, escondendo o rosto com as mãos – Tudo o que eu queria agora era morrer!" BYE CHANELSSSSSSSSSSSSS!