When We Were Young

104 A Design For Life


Notas iniciais
HELLOOOOOO CHANELS!! Tudo bom com vocês? Eu não atualizo a fanfic a um mês e dois dias mais ou menos, o motivo disso foi o Enem, o final do ano na escola, afinal do no Terceirão, é puxado, agora eu só vou ter mais uma semana de aula e depois ACABOU ENSINO MÉDIO, MANO, TO MORRENDO! Pessoas que já passaram por isso, como vocês se sentiram? Eu odeio as aulas, provas, essas coisas tudo, mas nervouser que vai acabar. ME CONTEM SUAS EXPERIÊNCIAS!!! Capítulo passado teve poucos comentários e esse terá também, mas eu entendo quando demora para atualizar o número de comentários caem, só que Chanels vamos se esforça?? Bem, espero que gostem do capítulo, estava morrendo de saudades já! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!! ENJOY ♥

A DESIGN FOR LIFE

HOGWARTS

1977

6th YEAR

—Desculpe não ter te contado. — eu falei. — Eu sou uma vaca, não fique bravo comigo. – disse. Remus me olhou por cima do livro e eu observei seus lindos olhos âmbar. Eu esperei ele falar alguma coisa, mas ele não disse nada. Apenas franziu sua testa e me olhou calmamente. — O que?

—Acha que estou bravo com você? — ele perguntou, risonho.

—Eu não sei… acho que sim. – murmurei confusa. Ele sorriu, e fechou o livro de História da Magia. Estávamos no meio da aula. Era a primeira aula que tínhamos no dia, havíamos voltado ontem para Hogwarts. — Sinto que… você está estranho.

—Eu sou estranho. — riu Remus. — Mas não estou bravo.

—Eu ia me casar, Remus. — eu disse.

—Eu sei.

—Eu não te contei.

—Eu sei.

—Eu…

—Está tudo bem. — ele sorriu. – Você não se casou, certo?

—Não. — eu sorri. — Eu não me casei. — eu falei. — Estou feliz que eu não tenha me casado.

—Estou feliz que você não tenha se casado. — ele me falou.

—Mesmo? — perguntei, sem o mínimo interesse em ler o que o Professor Binns havia pedido. – Porque?

Remus franziu sua testa novamente e foi como se nós dois estivéssemos esquecido a aula a nossa frente. Ele virou o corpo para me olhar mais atentamente e eu continuei o olhando analiticamente.

—O que você quer dizer? — ele perguntou.

—Porque você está feliz que eu não tenha me casado? — repeti minha pergunta. Percebi na mesa atrás de nós Sirius e James se curvarem discretamente, curiosos com nossa conversa.

—Porque eu sou seu amigo. Melhor amigo.

—Só por causa disso? — falei, arqueando minha sobrancelha. Remus me olhou confuso e corado.

—Porque você…

—Srta. Black, Sr. Lupin? Acredito que possam levar essa conversa para fora sala? — falou o Professor Binns. Ele atravessou a mesa, e parou a nossa frente, apontando para a porta da sala.

Remus corou fortemente e se desculpou repetidas vezes com o Professor, mas pegou suas coisas, assim como eu e marchamos para fora da sala com Sirius e James gritando sobre um Monitor ter sido expulso da sala, o que imaginei que em alguns minutos poderia os fazer ser expulsos também. Eu e Remus andamos pelo corredor quietos, percebi que estávamos indo para a biblioteca e apesar de não estar a fim de ler, eu segui Remus.

A razão pela qual eu estava lhe fazendo aquelas perguntas estranhas era James Potter. Ele viu a tatuagem que eu fiz de uma barra de chocolate e percebeu como Remus sorria de orelha a orelha, depois de eu falar que o motivo era ele. Então, com toda a cara de pau e falta de tato que James tinha ele se virou e perguntou se eu estava apaixonada por Remus, porque segundo ele Remus estava apaixonado por mim. Meu amigo lobisomem corou como nunca antes e começou a rir nervosamente, enquanto James comia uma varinha de alcaçuz já se distraindo com a paisagem que passava pela janela fora do trem. Antes que eu pudesse falar algo, Remus saiu dizendo que ia fazer rondas, apesar que quando entramos no trem havia dito que não tinha rondas para fazer. E eu fiquei lá, com Emmeline e Sirius me olhando como se quisessem gargalhar mais que tudo e caraminholas na cabeça.

—Você está apaixonado por alguém? — perguntei de súbito. Remus me olhou chocado e entrou na biblioteca. O segui por entre as estantes. — Então?

—Porque quer saber isso?

—Curiosidade. — murmurei. Ele parecia fingir procurar um livro. — Se você… gostasse de alguém me contaria, certo?

Remus se virou para mim e suspirou, com um sorriso.

—É claro. — ele disse.

Mas eu sabia que ele estava mentindo.

—Eu odeio o Slughorn. — falou meu primo, olhando o convite para a festa do Professor que eu havia recebido. — Desde sempre vivia falando de quando eu entraria para o Clube idiota dele, mas agora que eu não tenho mais o sobrenome da minha família, o idiota não me chama.

—Você sempre disse que as festas do Slughorn são idiotas. – comentou Remus.

—Isso até ele não ser mais convidado. — riu Peter. — Porque ele chamou você, Addie?

Soube que você Srta.Black é relacionada a antiga família Bernauer… — li a frase do meu convite para a festa.

—Que família é essa? — perguntou Peter. James deu um tapa na cabeça dele.

—Merlin, Peter, você sabe alguma coisa sobre os bruxos que já existiram no mundo? — ele perguntou. — Agnes Bernauer foi uma bruxa que se apaixonou por um filho de Duque da Alemanha e o pai do cara não aprovou o casamento. Então, ele a acusou de bruxaria e jogou ela em um rio. Ela morreu afogada. — contou James. — Mas depois ele ficou todo arrependido e ergueu um monumento em homenagem a ela. Dizem que ela assombra todos os trouxas que vão lá.

—E a família da minha mãe carrega esse sobrenome. — eu falei, com um pequeno sorriso. Estava com muitas saudades dos meus avós.

—Se não tivesse nascido Black ia ser rica mesmo assim. — disse Sirius. Os meninos riram junto com ele e eu sorri.

—Addie é muito sortuda. — falou Peter. Os meninos pararam de rir na hora e olharam para ele, que pareceu perceber o que falou. Eu não era sortuda, eu havia perdido muito para ser considerada alguém sortuda, mas eu sorri para o meu amigo, afinal eu realmente fui sortuda, até certo ponto.

—É, Rabicho, as vezes eu sou muito sortuda. — falei. — Hum… Remus quer ir comigo?

—O que? Remus? E eu? — James indagou, parecendo indignado.

—Obrigado, Addie. — sorriu Remus, ele tirou um convite de dentro da capa. — Mas, eu também fui convidado.

—E quem você vai levar? — eu perguntei curiosa.

—Não sei… — ele murmurou. — Acho que você vai levar James, então eu levaria Sirius ou Peter… — ele deu de ombros.

—Foram chamados também? — perguntou Frank, carregando um convite na mão. — Eu e Alice também fomos chamados...

—Lily também, eu vou com ela. — falou Dimitre, ao lado de Frank. Eles se sentaram em um sofá perto de nós.

—ADDIE! — gritou Emmeline, correndo para dentro do Salão Principal. — EU RECEBI UM CONVITE! — ela berrou, mostrando o convite para mim. — E ele me convidou porque eu me superei em Poções. — ela estava muito feliz, então eu dei o meu melhor sorriso para ela.

—Estou orgulhosa de você, Emme. — falei, sinceramente. Ela sorriu novamente, pulando de felicidade. Ela me abraçou pelo pescoço e eu senti o cheiro do seu perfume forte contra meu nariz.

—Eu acho que vou conseguir ser uma curandeira, Addie. — ela me disse, depois de me largar. – E se eu treinar bastante e praticar, talvez… uma auror. — ela falou um pouco tímida, mas tinha um genuíno sorriso de felicidade no rosto.

—Claro, Emme. — falou Sirius, se intrometendo. — Eu poderia treinar com você, se quiser. — ele disse e parecia totalmente sem malícia, mas era Sirius Black, então todo mundo o olhou com a sobrancelha arqueada. — Merlin, só treinar! Seria muito legal se Emmeline se tornasse auror com a gente.

—Mas seria muito mais legal se ela fosse curandeira comigo. — disse Lily, após descer as escadas do dormitório. Ela se sentou ao lado de Emmeline e sorriu vendo o convite dela para a Festa do Slug.

—Ninguém te chamou na conversa, Evans. — falou Sirius, a olhando com completo descaso.

—Sirius, seja educado. — ralhou James. Lily revirou os olhos apenas, mas eu notei uma olhar curioso dela para James que tinha se distraído com as varinhas de alcaçuz que Remus havia tirado do bolso.

—Então, de algum jeito todos nós vamos ir para a festa do Slug? Convidados ou não? – perguntou Remus, com a boca suja de alcaçuz.

—Parece que sim. — riu James, animado, enquanto pela sala Lily e Sirius trocavam um olhar raivoso e tenso.

Dimitre olhou aquilo querendo rir, ele percebeu que Sirius morria de ciumes de James, na verdade Sirius morria de ciumes de qualquer pessoa que ele se importasse, por isso apesar de não querer no coração de Dimitre ainda tinha uma chama de esperança, pois quando Sirius descobriu que ele trepou com Will Hoult ele pode ver o ciumes berrando em seus olhos, pelo menos foi isso que Marlene me contou que ouviu ele contando para Lily.

—Onde está Emily? — eu perguntei curiosa. Ela havia sumido fazia um tempo. Meu primo me olhou e depois colocou a mão dentro da capa.

—Roubando doces de criancinhas. — respondeu Sirius. Eu o olhei, enquanto nossos amigos riam e ele me olhou entediado.

—Certo, eu vou beber um copo de cerveja amanteigada ou dois, mas não me forcem a beber mais nada. — disse Remus, olhando sério para James e Sirius.

—Está bem.

—Tanto faz.

Disseram James e Sirius. Eu ri e olhei Remus que parecia satisfeito.

—Obrigado.

—BEBE! BEBE A PORRA DESSE HIDROMEL, REMUS LUPIN! — berrou James, enquanto Sirius forçava uma garrafa cheia na garganta de Remus, que bebeu. — BEBA, SEU FILHO DA PUTA! BEBEEEEEEEE!

A festa do Slughorn havia saído de controle.

James e Sirius estavam bêbados e agora estavam fazendo Remus ficar bêbado. Peter estava já muito louco, sentado no chão em um canto, encostado na parede, cantando uma música e bebendo uma garrafa de hidromel. Frank estava sentado em uma cadeira com cara de cafetão, segundo Emmeline e Alice rebolava em frente a ele bêbadas.

Procurei alguém sóbrio em volta e vi Lily olhando a festa horrorizada. Ela tinha dado tantas detenções que seu bloco de detenção havia acabado. Ela olhou para os lados e saiu correndo da festa. Eu suspirei, e continuei olhando. Emmeline estava falando com Jacques, o que eu achei muito estranho, mas os dois sorriam levemente bêbados.

Dimitre estava dançando na frente de Snape que parecia entediado, mas Dimitre continuava a dançar e chamava o amigo para dançar com ele. Rabastan estava perto dele e conversando com Emily. Eu franzi a testa, eles estavam próximo e com sorrisos discretos, eu a vi saindo, mas antes que eu pudesse ver se Rabastan ia segui-lá, escutei o berro de James.

Remus havia entornado a garrafa toda e estava com a cara mais chapada do mundo. James berrou até ficar com o rosto vermelho e começou a pular e dançar indo para a pista, e agarrando a cintura de Dorcas para dançar com ela. Sirius começou a beijar Marlene e Remus ficou parado no lugar olhando fixamente para o chão, parecendo perdido.

Eu olhei meu copo de hidromel, que eu ainda não havia bebido uma gota, mas vendo a bagunça que estava a festa eu entornei o copo.

Slughorn nem ao mesmo estava na festa mais. Eu acho que alguém colocou algo na bebida dele, porque ele havia simplesmente ficado bêbado. Ele foi para o escritório dele e apagou lá, e então a festa virou uma loucura. Todo mundo bêbado e muita gente que nem havia sido convidada havia entrado.

Eu comecei a sentir aquela familiar sensação de sufoco e apertei meus olhos, segurando com força o copo em minha mão. Eu senti um esbarrão e abri meus olhos para ver Theo Nott parado a minha frente. Nós nos olhamos e não sorrimos.

—Tudo bem? — ele perguntou.

—Aham. — falei. Ele assentiu, sem parecer saber o que falar.

—Sabia que dizem que um orgasmo é a mesma coisa que espirrar oito vezes seguidas? — ele perguntou.

—Vou tentar um dia.

—É, você deveria. — ele murmurou.

—Eu vou pegar uma bebida. — falei, me virando para ir até a mesa de bebidas.

—Se você não quer ficar na festa, não precisa. — ouvi Theo dizer e eu me virei minimamente, para olhá-lo. — Você não tem que ficar aqui só porque seus amigos estão aqui. Você não tem que fingir estar se divertindo.

—Mas, eu estou me divertindo. — eu repliquei e dei-lhe as costas de novo. Fiquei irritada e andei depressa enchendo o meu copo de hidromel. Eu não queria Theo Nott e seu olhar de pena idiota, ele era um sonserino, porque ainda achava que tinha algum tipo de dívida comigo?

—Eu invadi o escritório do Professor Slughorn! — escutei Remus gritar no meu ouvido. Ele havia acabado de chegar ofegante ao meu lado. — Eu estava muito louco! Então, eu entrei lá para pegar um pouco de Casca de Wiggle para ficar sóbrio, sabe? E ele estava desmaiado lá! — berrou Remus, parecendo nervoso. Eu coloquei meu copo de volta na mesa. — Eu estou sóbrio agora, bem não sóbrio, mas muito melhor, meu problema peludo ajuda também e… Addie, você está chorando?

—Claro que não. — falei enxugando minhas lágrimas. — Você estava dizendo…?

Remus franziu a testa e agarrou meu pulso e me puxou por entre as pessoas. Fomos para atrás de umas cortinas bonitas e meio transparentes e nos olhamos, eu baixei os olhos, mas Remus ergueu meu queixo. Ele me encarava, como se quisesse alguma explicação, só que eu simplesmente não sabia o que falar. A sensação era de que eu estava sendo aos poucos consumida por um grande vazio enorme e pesado. O que era estranho porque o vazio deveria ser leve, mas a sensação de que o mundo estava sobre minhas costas era enorme e parecia que iria ficar lá pelo resto da minha vida, me impedindo de ser feliz, de me divertir. Então, eu ficava naquela festa e no começo estava tudo bem, mas ai eu começava a me sentir sufocada. Só que eu não falei nada disso para Remus. Eu não disse nada.

—Eu esqueci meu gato. — finalmente falei. Remus franziu mais a testa e eu solucei. — Eu esqueci meu gato na casa dos meus tios. Eu estou pensando nisso a dias, eles devem ter o matado para dar de comida para o Monstro ou pior o estripado! — falei tudo de uma vez. — Eu… eu o deixei lá. Esqueci dele.

Remus ficou quieto e parecia confuso. Ele me abraçou e eu apoiei meu rosto em seu peito, senti seus braços me rodearem com força e me senti segura ali. Ele beijou o topo da minha cabeça e eu apertei sua cintura, querendo abraçá-lo mais que tudo. Eu chorei baixinho.

—Addie…

—Eu achei que depois que eu e Sirius fugimos… tudo iria ficar bem. — eu murmurei angustiada. — Porque não está tudo bem? Porque tudo parece tão difícil o tempo todo? Porque, Remus? — perguntei, chorando.

E ele não parecia saber como me responder.

—Eu sinto tanta a falta dela. — chorou Dido, bebendo um grande gole de Mel de Salamandra. Ela soluçou e apoiou a cabeça contra a parede. — Eu a amo tanto! — ela disse.

Leh não lhe dava muita atenção, preferia encarar pelos cantos dos olhos Yuri Petrovich e seus lindos cabelos loiros e olhos claros. Ele era tão lindo que Leh achava que poderia gozar só de olhar para ele por mais de 15 segundos.

Ela estava sentada no chão ao lado de Dido, em um vestidinho curto e quando Yuri passou ao lado dela, puxou um pouco o vestido para cima, para que as coxas ficassem ainda mais amostras e ele a olhou e deu um sorriso. Ela sorriu de volta, involuntariamente enrolando uma mecha do cabelo.

—Está bonita, Soto. — ele disse e continuou andando. Ela suspirou e virou o rosto para a chorosa Dido.

—Eu queria fazer 14 mil sacanagens com ele! — ela proferiu.

—Você ao mesmo podia fingir me escutar! — disse Dido. — Porque ninguém nunca me escuta? Porque!? — ela berrou.

—Você podia ir reclamar com o seu namorado, que tal? — falou Leh e revirou os olhos. Dido soltou um muxoxo.

—Não posso falar com Jacques sobre Evie. — ela murmurou. — Eu sinto tanta a falta dela…

—Bem, se você quiser continuar fingindo ser hétero devia impedir seu namorado de conversar com Emmeline Vance. — disparou Leh. Dido arregalou os olhos e viu o namorado cheio de sorrisos muito bêbados para Emmeline Vance e sua bunda gigante.

—JACQUES BURKE! — ela berrou descontrolada. Leh deu uma risadinha vendo a amiga se levantar as pressas e correr loucamente até o namorado. — EU VOU COZINHAR A SUAS BOLAS!

Leh suspirou e bebeu do copo de Mel de Salamandra que Dido deixou para trás e voltou a espiar Yuri pelos cantos dos olhos.

—Oh, Merlin, eu treparia com ele até não sobrar nenhum pedaço. — ela murmurou, com um sorriso. — Só gozo na parede e uma calcinha molhada.

—Merlin, você é tão babaca! — rugiu Dido, batendo no peito de Jacques.

—Para de agir como louca!

—Eu? Agindo como louca? — ela berrou. — Você perdeu a cabeça, Jacques? — ela disse, descontrolada.

—Eu que perdi minha cabeça? Você que veio aqui gritando como uma louca depois de passar o dia inteiro me ignorando! — falou Jacques, tentando se acalmar. — Dido…

—PARA DE ME CHAMAR DE LOUCA!

Dido Shafiq era insana as vezes.

Emmeline ao lado do casal terminou seu copo e foi andando para trás devagar. Ela se virou quando estava longe dos gritos e bateu de frente com uma menina loira, primeiro achou que era Addie, pois depois que ela e Sirius fugiram os cabelos dela haviam voltado para o loiro, mas dois dias depois das voltas as aulas os cabelos já estavam escurecidos novamente.

Freya Vance olhou a irmã e cruzou os braços. Emmeline cruzou os braços também. O Natal na Casa dos Vance era o típico Natal perfeito, até Emmeline entrar para família, ela odiava como Dakota, a mulher de seu pai fazia de tudo para agradá-la, Emmeline queria odiá-la, mas a mulher simplesmente não deixava. Então, voltava todas as suas frustrações para a pobre Freya que tinha que aguentar toda a merda de Emmelin.

—O que está olhando? — indagou Emmeline.

—Só a sua cara de vagabunda dando em cima de seu ex-namorado. — falou Freya. Emmeline piscou surpresa e quis rir, aquilo seria exatamente o que a antiga Addie te falaria, mas ela segurou a risada. – Você vai ficar ai me olhando…?

—Você fica mais bonita de cabelo solto. — soltou Emmeline e ergueu a mão para soltar o cabelo loiro da meia-irmã. — Faz os garotos prestarem mais atenção… ahn… tchau.

Emmeline voltou a andar, saindo de perto da meia-irmã. Ela suspirou e olhou para trás momentaneamente, vendo Freya arrumar os cabelos soltos. Ela soltou um muxoxo.

Esse negócio de ter irmã era tão difícil.

—Dido é completamente louca! — falou Jacques, ofegante, havia fugido da namorada e se sentado ao lado de Theo em uma mesa. Kat que estava no colo de Theo riu e concordou.

—Não sei porque ainda namora ela… cadê o Severus? — perguntou Theo, esticando o pescoço para espiar. — Ele some!

—Ele foi embora a uma hora atrás, Theo. — disse Jacques, pegando uma bebida. — Soube que tem gente bebendo Veneno de Fada? — ele indagou. Theo riu e assentiu.

—Amico tomou uma garrafa inteira! Ele tá tão louco que acha que é o próprio Lorde das Trevas e tá saindo por ai gritando Maldições Imperdoáveis para os outros… além de que ele transou com a Mirtha Flint! E mais umas 5 garotas, mas o mais importante é que ele totalmente vai ter furúnculos. — gargalhou Theo.

—Quem vai ter furúnculos? — indagou Rabastan, se sentando a mesa, com a roupa toda desarrumada e um sorriso no rosto.

—Amico. — contou Jacques.

—Mirtha Flint?

—Mirtha Flint. — concordou Jacques.

—Eu vi Cindy Gray chupando o pinto de Amus Diggory em um armário de vassouras. — contou Kat, rindo um pouco bêbada.

—O que estava fazendo procurando um armário de vassouras? — perguntou Theo.

—Eu estava procurando um para nós, amor. — riu ela. — Mas todos estão sujos ou usados… tem muita gente tomando Veneno de Fada.

—Eu tomei um pouco, mas ai comecei a ver meu pai vestindo ceroulas de coração, enquanto eu me pegava com uma garota e decidi parar. — disse Rabastan.

—Que garota? — indagou Theo, curioso, mas Rabastan só sorriu e deu de ombros.

—A garota mais gostosa desse castelo. — riu Rabastan.

—Black, de novo? — perguntou Jacques.

—Quando alguém cita a garota mais gostosa, Jacques, acho que você deveria dizer a sua namorada. — falou Kat.

—Emmeline?

—A sua namorada, não a ex.

—Mas Emmeline é bem gostosa. — disse Jacques, bêbado. Rabastan e Theo gargalharam e Kat revirou os olhos.

—Você me acha a mais gostosa, né bebê? — ela perguntou ao namorado. Theo sorriu e a puxou para um beijo.

—Eu seria um louco se não achasse. — disse Theo, em resposta. Rabastan revirou os olhos e Jacques esticou a mão agarrando um copo de veneno de fada de um garoto que passava distribuindo.

—Dido me faz alcoólatra. – ele falou.

—E Veneno de Fada te faz alucinar. — falou Kat.

—Brilha. — falou Jacques impressionado para a bebida verde e brilhante em seu copo. — Eu estou sentindo nada. — ele disse, depois de terminar o copo.

—Olhá só. — apontou Theo, para a frente deles.

—MERLIN! — Jacques berrou assustando os amigos. — Amico está se pegando com outra garota! – ele disse, vendo o Amigo pegando uma garota no meio das pessoas, não dava para ver nada além de seu cabelo loiro. Rabastan, Theo e Kat se viraram para escutar Jacques. — Isso é tão injusto, enquanto isso eu estou preso com a louca da Dido Shafiq e com um caso sério de bolas azu…

—AI MEU MERLIN! — os quatro berraram, quando Amico começou a beijar o pescoço da menina e puderam ver o rosto de Aleto. Eles podiam ver as línguas deles se tocando, e quase podiam escutar o barulho que as bocas deles faziam.

—Isso é doentio. — murmurou Rabastan, chocado.

—Eu vou contar pra todo mundo! — gargalhou Kat, pulando para fora do colo de Theo e correndo pela festa.

Amico e Aleto se separaram e se encararam, segundos depois, os dois notando o que haviam acontecido, começaram a berrar alto, apontando um para a cara do outro.

—Eles realmente são os piores gêmeos do mundo! — riu Theo.

Ninguém pode discordar.

—Nós não vamos falar sobre… – começou Theo.

—Cala a boca. — mandou Aleto. Theo soltou um muxoxo.

—Ok, mas…

—Theo! Cala a porra da sua boca, antes que de um murro na sua cara.– disse Amico, se virando para ele.

Jacques bebeu sua garrafa de hidromel, recém adquirida e depois passou para Rabastan que deu um grande gole e lhe devolveu.

—Está bem! — bufou Theo, ele ficou quieto por um tempo. — Querem ouvir um fato engraçando…? — ele indagou. Amico o olhou minimamente e Theo sorriu. — VOCÊ DEU UNS AMASSOS NA SUA IRMÃ, CARA! — ele berrou.

Jacques engasgou com a bebida começando a gargalhar e Rabastan deu uma risada.

—Cala a boca! Cala a boca! Cala a boca! — gritou Aleto, se levantando e se jogando em cima de Theo, lhe dando socos no corpo, enquanto ele gargalhava.

Amico colocou as mãos na cabeça parecendo perdido e não notou quando Dorcas Meadowes passou correndo batendo sem querer nele, com Marlene Mckinnon correndo atrás dela.

—Eles vão ficar traumatizados. — riu Theo, jogando Jacques na cama, ele caiu desmaiado de bêbado lá. Amico estava na outra cama acordado, com a cara enfiada no travesseiro, e Snape dormia de cortinas fechadas. Rabastan olhou Theo minimamente e tirou a camisa, a dobrando e colocando em cima do malão, enquanto Theo tirava a própria e jogava de qualquer jeito no chão.

Rabastan mirou a cicatriz no rosto de Theo e se lembrou de como ele havia ficado acabado, após Rabastan arrebentar a cara dele. Ele também se lembrava de quando podia contar com Theo, o chamar de melhor amigo. Agora, ele o ignorava sempre que possível, não o contava mais nada e Theo estava simplesmente sendo ótimo, era legal com ele, e apesar de ficar com Kat por perto, era difícil os dois se pegarem na frente de Rabastan.

—Aleto e Amico… — disse Theo. Rabastan assentiu. — Rabastan… já faz mais de seis meses, cara…

—O que?

—Já faz mais de seis meses desde…

—Desde que você me apunhalou pelas costas? — indagou Rabastan.

—Desde que você me bateu tanto que eu fiquei coma! — retrucou Theo, alto. Amico se levantou na hora se sentando na cama, os ouvidos atentos para uma briga. Jacques também levantou a cabeça, parecendo estar morrendo, mas atento.

—Talvez eu deveria ter batido mais.

—Uhhhhhhh. — disse Amico.

—Então, bate! — berrou Theo, se aproximando de Rabastan. – Vai, Rabastan! Me bata o quanto quiser isso não vai fazer você se sentir nem um pouco melhor. Eu e Katherine fodemos muitas vezes enquanto vocês estavam juntos, eu fui um babaca, você me bateu para caralho, agora supere!

Severus botou a cabeça para fora da cama, também escutando a briga. Rabastan olhou Theo de cima a baixo e riu.

—Não vou perder meu tempo.

—Covarde! — falou Theo. – Só supere, Rabastan, para podermos voltar a ser…

—Nada vai ser como era antes! — gritou Rabastan, bravo. — Você não entende? Nada vai voltar a ser como antes, você fodeu tudo! Então, você supere porque nunca nós vamos voltar a ser amigos de verdades.

Ele terminou de falar, então passou batendo o ombro no de Theo e saindo do dormitório sem camisa, Theo ficou parado no lugar e bufou terminando de tirar a roupa, irritado. Ele chutou o malão e urrou depois. Jacques voltou a dormir e Severus colocou a cabeça para dentro das cortinas novamente. Apenas, Amico ficou olhando o amigo praguejar.

—Eu adoro uma treta…

—Cala a boca, Amico!

—Eu não entendo! — disse Marlene, irritada. — Ele é uma gracinha e tá louco pra te dar uns beijos…

—Mas eu não quero beijar ele, Marlene. — replicou Dorcas, saindo da festa as pressas com a amiga a seguindo.

—Porque não?

—Porque eu não… gosto dele.

—É só uns beijos, não precisa estar apaixonada por ele. — bufou Marlene e Dorcas sentiu o rosto ficar vermelho. -O último cara que você beijou foi o Frank… e você me disse que nem gostava dele…

—Eu não beijei Frank porque gostava dele…

—Então, porque beijou? — indagou Marlene, puxando o braço de Dorcas para que ela parasse de andar pelo extenso corredor.

—Porque eu queria… porque eu achei que… achei que eu pararia de pensar… — Dorcas não conseguiu terminar, com o rosto ainda mais vermelho.

—Pensar em que? — perguntou Marlene, impaciente. — Porque você só não o beija logo?

—PORQUE EU NÃO QUERO BEIJAR GAROTOS… — berrou Dorcas, se soltando da mão de Marlene. — … aqui.

—Em Hogwarts? Prefere trouxas…

—Marlene, me deixa me paz! — pediu Dorcas. — Eu vou para cama. — ela se despediu, se virando para voltar a andar.

—Você é impossível! — gritou Marlene, parada no lugar, o rosto ficando vermelho e a voz ofegante. — As vezes você age como a porra de uma SAPATÃO!

—Você é boa demais para ser de verdadeeeeee. — ela escutou alguém cantar e fechou os olhos com força. — Não consigo tirar os olhos de vocês. Lily Evans… quer sair comigo?

—Não, só… não hoje, tá? Me deixa em paz.– Lily pediu, se virando para James Potter parado encostado na parede do corredor. — Marlene muito bêbada chegou em mim chorando dizendo que ela e Dorcas tiveram uma grande briga e que ela quer morrer. Ela tentou parar de respirar…

—Eu vi, foi engraçado. — disse James, com um sorriso chapado no rosto. — Sirius a acalmou com dedadas.

—Gentil da parte dele. — a ruiva falou.

—Eu sei. — riu James, ele se desencostou da parede e andou até ela. — Desculpe, por Sirius ser tão rude com você, só… vem natural para ele, sabe? – ele sorriu, charmoso. – Nunca se sabe se quando Sirius diz algo para alguém é uma piada, um insulto… ou sei lá.

—Ele é um babaca.

—É, mas é meu melhor amigo. — James deu de ombros. — Ahn… ainda acho que você deveria sair comigo, Evans. — ele disse, ficando mais próximo dela, que travou no lugar e logo sentiu os lábios de James colarem em sua bochecha delicadamente.

Ele logo se afastou com um sorriso cravado nos lábios e piscou para ela, saindo andando meio cambaleando. Lily suspirou e tocou a bochecha, sentindo-se corar.

James Potter era tão argh.

Lily ficou o olhando até se virar para voltar a andar para o Salão Comunal. Ela havia fugido da festa e foi para seu canto de leitura no quinto andar, acabou pegando no sono, encostada na janela e quando acordou decidiu ir encontrar as amigas e achou uma histérica Marlene gritando.

Ela gostava de festa, não costumava fugir delas, mas também não ficava super bêbada sempre, só que para Lily, Hogwarts era um sonho e não queria botar em risco ser expulsa por baseado e uns beijos, como James Potter fazia sempre. Ela sinceramente achava que a Professora Minerva tinha algum tipo de carinho por Potter e o resto dos Marotos, porque tirando Remus, ela não sabia como eles ainda não haviam sido expulsos.

Por isso achava que James Potter era o completamente oposto dela, ele não poderia ligar menos para regras, enquanto ela não podia ligar mais para regras do que já ligava. Ele queria se divertir, duelar por ai, sem dar a miníma para as pessoas. Ela queria estudar, se tornar curandeira, ajudar as pessoas.

Definitivamente ela e James Potter nunca iriam rolar.

Lily entrou finalmente no Salão Comunal, e se sentiu em casa como sempre. Olhou ao redor, e parecia vazio, a não ser por uma pessoa deitada no sofá. Ela logo reconheceu os cabelos loiros de seu melhor amigo e sorriu para ir até ele, mas então o escutou gemer, e não foi de prazer.

—Dimy? — ela chamou, andando até lá preocupada. — Você está bem? — indagou. Dimitre ergueu seu rosto, escondido em uma almofada e ela pode ver seus olhos vermelhos.

—Eu acabei de pegar Marlene chupando Sirius no dormitório… e ele me olhou e … falou “Que tal um jogo de três?” e Marlene olhou para mim… como se estivesse considerando, então eu fugi. — ele resmungou. Lily se sentou ao lado dele, e ele colocou a cabeça em seu colo.

—Oh, Dimy.

—Eu gosto tanto dele. — chorou Dimitre no colo da amiga.

—Eu sei, mas ele é um babaca…

—Eu sei que ele é um babaca, você não precisa me lembrar disso a cada minuto de cada dia, Lily. — brigou Dimitre, se sentando. — Eu sei que eu fui um idiota por pensar que comigo ia ser diferente! Todos pensam isso, mas nunca é e logo ele vai ferrar com Marlene e mais uma vai se juntar ao grupo de “Traídas por Sirius Black”.

Lily não se aguentou e começou a gargalhar. Dimitre secando as lágrimas começou a rir com ele e voltou a se deitar em seu colo. A garota começou a acariciar seus cabelos.

—Como vai o grupo?

—Oh, somos muitas, cresce mais a cada dia.

—Qual é a razão de você ter me mandando uma carta no meio da madrugada, para encontrar você aqui, sem camisa e parecendo sedutoramente bravo? — indagou Emily, chegando perto da janela em que Rabastan estava encostado, de braços cruzados. Ele a olhou e instantaneamente sorriu. Ela sorriu de volta e Rabastan a puxou pela cintura com tudo. Os dois se beijaram calmamente e Emily apoiou suas mãos no peito de Rabastan, gostando de sentir sua pele quente através das palmas das suas mãos.

—Eu só queria te ver. — disse Rabastan, arranhando gentilmente sua barba no pescoço de Emily. Ela se arrepiou e riu, o puxando para mais um beijo.

—Estava tão desesperado assim para me ver que esqueceu sua camisa? — ela perguntou. Ele não disse nada. — O que foi, Rabs?

—Ah… Theo… — ele murmurou, enquanto a namorada o acariciava nos cabelos. — Eu quero socar a cara dele toda vez que ele abre a boca…

—Não é necessário, alguém já fez isso por você. — ela falou. Rabastan não falou nada por um tempo.

—É. — ele disse.

—Você nunca gostou da Katherine, certo? Ahn… ele sabia disso…

—Está dizendo que eu deveria perdoá-lo?

—Estou dizendo que deve fazer o que quiser, mas… talvez, devesse superar. — ela disse. — Mas já que estamos aqui podemos fazer outra coisa?

Rabastan riu e desceu as mãos que estavam na cintura da namorada para sua bunda a apertando e trazendo o corpo de Emily para mais perto. Emily gostou do toque e o beijou, segurando seu pescoço com as duas mãos e fazendo um carinho gostoso, enquanto Rabastan continuava com suas mãos apertando a bunda dela. Os dois se agarraram mais apertado e ela aproveitou o peito desnudo dele para passar as mãos pelas costas quentes dele.

—Alguém já desconfiou? — ele perguntou, enquanto a beijava no pescoço.

—Sirius me disse que eles perguntam de mim quando eu sumo, mas… — ela suspirou, com os beijos lascivos do namorado. — … Sirius está cobrindo para mim. — ela falou. Rabastan bufou. — E você?

—Amico está convencido que eu estou fodendo Diana Rosier e que não quero contar para ele. — riu Rabastan. Emily riu também e se separou minimamente dele. — Eu queria poder mostrar minha namorada para Hogwarts inteira. Até quando vamos ficar com isso?

—Não sei, mas… você é um sonserino e… Addie… e meus amigos. — ela murmurou. — Tem muita coisa envolvida.

—Emms… parece até que namorarmos é proibido. — ele soltou um muxoxo. Ela apenas sorriu e beijou o peito dele, se agachando aos poucos.

—Oh, Rabs… nunca te disseram que o que é proibido é mais gostoso?

Notas finais
INCESTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! AMICO E ALETO! O QUE ACHARAM? FKJGHDKFJGHKDJFGH GOSTARAM DO CAPÍTULO? ME CONTEM TUDO! PRÉVIAS: 1º: "-Eu não vou conseguir fazer o patrono agora que eu estou maluca e quebrada." 2º: "-Addie in the sky with diamonds." 3º: "- Me beije, Remus Lupin. " 4º: "-ELE VAI MORRER! BLACK VAI MORRER!" 5º: "-Isso é nojento e depressivo. - disse Remus. - Que divertido. —Talvez a gente devesse se beijar. - falou Adhara." 6º: "- Ele quer estar na Romanticzone. Mas, no momento, Remus, você está indo para a Friendzone." 7º: "- Engole ou cospe, querida?" 8º: "-Espalhe, Remy." ESPALHAR O QUE? TUDO ISSO E MUITO MAIS IRÃO SABER NO PRÓXIMOOOO CAPÍTULO! CHANELS, QUE QUEREM SE JUNTAR AO GRUPO DO WHATS, ME MANDEM SEU NÚMERO COM DDD ♥ 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 15 COMENTÁRIOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E SE LEMBREM NOIS É PIKA E O RESTO? O RESTO É BURACOOOO! xoxo ~Aurora