What Is Love

17 Midnight Blues


Notas iniciais
Olá, como prometido, aqui está o novo capitulo! Ah, algumas cenas aqui são calientes, já estou avisando. Bem, vamos lá

A passos longos e rápidos, graças ás minhas pernas e as do Ryu, finalmente chegamos ao cinema sem mais interrupções. Juro que se eu encontrar aquela garota de novo eu me jogo na frente do primeiro ônibus que eu ver. É sério!

Mas o que foi aquilo? Ela achou que nós fomos... aquilo. Quer dizer, para mim não é nenhum insulto ser chamada de namorada do Ryu, mas é que ...

— Chizu? Você está fazendo aquela cara de novo – Ryu diz monotonamente olhando para frente rumo as escadas que levam a bomboniere, ou como eu gosto de dizer, o local onde vende coisas para se comer dentro do cinema, ou tacar uns nos outros quando o filme é entediante demais.

— Que cara? – pergunto ofendida.

— Aquela de ‘eu não entendi nada, mas estou com raiva’ – Ryu vai me levando suavemente, com nossos braços encaixados um no outro, para as escadas enquanto fala.

— Eu não sabia que eu tinha essa cara – faço cara de ofendida. Ryu olha para mim e sorri.

— Mas tem e deixa eu adivinhar o porquê – quando chegamos ao andar, Ryu dá passagem para eu ir na frente na fila e ele fica logo atrás de mim – Foi o porquê daquela garota ter pensando que somos namorados, estou certo?

ELE LÊ MENTES!

— Não, Chizu, eu não leio mentes. Eu só te conheço mais do que a maioria das pessoas. – ele diz ainda sorrindo para mim.

Estou pasma, certamente minha boca está aberta nesse exato momento. Na verdade, ela está mesmo, pela cara que o Ryu está fazendo de ‘eu te conheço com a palma da minha mão, não tente me enganar’.

Somos os segundos da fila e logo chega nossa vez de sermos atendidos, antes que eu possa responder ele à altura, embora eu saiba no fundo que isso não será possível.

— Boa noite. O que desejam? – pergunta simpático o atendente que me encara somente.

— Ah, um minutinho porque a gente não combinou isso – me viro rapidamente minha cabeça de um lado em direção ao ryu que está atrás de mim – Compramos as pipocas junto ou separado? Você sabe que eu sou louca por pipoca e você também gosta, então a gente compra uma grande para nós dois ou ...? Ryu você está me ouvindo?

Ryu está olhando fixamente para o atendente à minha frente e eu não entendo o porquê. Olho para ele também e vejo-o me olhando também.

Espere eu acho que conheço esse cara.

Esse sorriso.

Espere!

HYDE!

— Ah, pela sua cara vejo que me reconheceu, finalmente Chizu-chan – ele diz com um sorriso largo de uma criança travessa.

Será que eu sou tão fácil de ler assim?! Inconscientemente eu me viro para Ryu, como se o perguntasse isso.

— É sim, Chizu, muito fácil. Fácil demais para o meu desgosto – Ryu está rígido dos pês a cabeça e eu posso sentir isso pelo jeito que ele fala.

Ah, ele não gosta do Hyde. Não vejo motivos o suficiente para isso. Eu o acho até legal.

— Ah, vejo que meu casal preferido está aqui para ver a estreia da semana – ele olha para nos dois intercaladamente esperando a resposta dos dois, mas só eu respondo.

Ele acha que somos namorados, não posso me esquecer disso. Até hoje aquela festa me deixou marcas, marcas até demais.

Com por exemplo eu puxar Ryu para dormir na mesma cama que eu. Eu não posso beber mais, não nessa vida e muito menos perto do Ryu.

Bem, se até desconhecidos acham que somos namorados, não vai ser difícil enganar alguns cabeças de vento.

— Ah sim, na verdade a ideia foi do Ryu. – digo tentando disfarçar o nervosismo em minha voz.

— Deu sorte, minha cara amiga – Ryu se move inquieto ao ouvi-lo me chamar de amiga – Até hoje aquele meu amigo que mexeu contigo onde você e o Sanada-kun trabalham, me enche a paciência perguntando sobre você. Aliás, o Sanada-kun é o dono de lá, poderia expulsar muito bem ele, eu ia aceitar sem problemas, ele foi bem inconveniente mesmo.

— Sim – pela primeira vez Ryu o responde e foi extremante sério. Hyde parece não perceber o clima tenso e acena positivamente com a cabeça. Eu somente olho de um para o outro, me sinto presa nessa situação, cadê aquela garota maluca quando se precisa dela?

—Então, a pipoca vamos pedir juntos mesmo – digo lentamente e ele logo se sobressalta se lembrando que estava trabalhando e não atoa conversando com velhos amigos na esquina, como estava soando.

Ele rapidamente prepara nossa pipoca e refrigerantes e os põem na mesa enquanto Ryu vai ao caixa pagar.

—Aqui está. – ele se apoia na mesa me observando e o mal estar volta a reinar.

— Não sabia que você trabalhava aqui – digo tentando me livrar desse clima enquanto me afasto um pouco da bancada.

— AH é, tenho que trabalhar, afinal moro sozinho. Estou prestes a terminar a escola, depois só faculdade, ainda estou revendo minhas possibilidades. – ele parece não perceber o clima estranho se instalar de novo.

Isso é estranho. Ele não parece ser mais velho que eu, na verdade parece que temos a mesma idade.

— Hum, pelo o que eu vejo a mocinha está com dúvidas, mas aqui não é lugar de papo. Vamos nos encontrar um dia desses Chizu, ai sim você vai poder perguntar tudo o que você quiser – ele pisca para mim e na hora Ryu chega no mesmo modo que foi, sério e sem nenhuma emoção em seu rosto. Raras as vezes que eu já o vi assim.

— Podemos ir, Chizu?

— Ah claro, vamos. Estamos em cima da hora já! – olho desesperada para o relógio digital do cinema pendurando em umas das pilastras avisando aos atrasados que seus filmes já começaram ou estavam prestes a começar.

— Na verdade, já começou, mas só os trailers – Hyde empurra suavemente a pipoca e os refrigerantes em nossa direção. Ryu pega a pipoca e eu fico encarregada do resto. – aliás, bom filme, espero que vocês gostem. Eu gostei e muito, principalmente em umas cenas. As melhores eu garanto.

Hyde olha maliciosamente para nos dois. Essa eu não entendi. O que ele quis dizer com isso?

— Obrigado, vamos Chizu – Ryu parece também não ter entendido mas estava obviamente querendo sair dali, ou melhor, se afastar de Hyde.

Vamos calmamente em direção à nossa sala enquanto um malicioso Hyde olha para nós com seus olhos escuros e um sorriso que não implicava em nada mais do que encrenca e problemas.

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Nos sentamos no meio da sala do cinema, melhor lugar. Nem no fundão onde geralmente ficam as turmas da bagunça, nem perto da tela, onde temos que ficar com a cabeça erguida tanto tempo que, para o pescoço voltar ao normal depois só depois de uma bela massagem.

Já está escuro e os trailers estão passando. O filme que vamos ver é muito famoso nas escolas, dizem que relata tramas adolescentes. Não sei muito bem, mas todos dizem que é muito bom e desde então estou querendo ver e algumas vezes posso até ter comentado com o Ryu, tanto que aqui estamos. Mas no fundo, acho que ele também se interessou no filme já que no filme tem um personagem que tem o sonho de se tornar um jogador de beisebol da primeira liga do Japão.

Eu seguro a pipoca enquanto nossos refrigerantes estão nos portas copos devidos. Vejo vários grupos de amigos e casais, principalmente casais, aliás, tem um se agarrando na nossa frente aqui mesmo.

Mas cadê a decência desse povo? Ryu continua olhando para os trailers enquanto eu observo a sala. A seção está quase cheia, e tem mais gente chegando ainda. Esse filme realmente deve ser muito bom!

As luzes finais se apagam e o filme finalmente começa, a atenção de todos se voltam para a tela, inclusive a minha, de Ryu e do casal grudento da frente.

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Ainda no início do filme, com meu refrigerante ainda no começo, eu observo Ryu compenetrado na cena do garoto com uniforme de um time de beisebol, ele está jogando na escola com seus amigos até que aparece uma garota na cena gritando se nome.

— Isso Ryusaki! Acaba com eles! – ela grita.

Na mesma hora me engasgo com meu refrigerante. Ryusaki? Agora só falta o nome dela ser igual ao ...

— Pode deixar comigo, Chizuna!

AH, MAS NÃO É POSSIVEL!

Ryu continua olhando fixamente para a tela, muito interessado na estória para perceber os nomes. O que na verdade eu acho é que ele nem percebeu os nomes parecidos. Ryu tem um péssimo passado com nomes. Passado, presente e futuro possivelmente.

Olho novamente para a tela resolvida a esquecer isso, mas ainda sem acreditar nessa terrível coincidência. Procuro o saco de pipocas com as mãos, mas não as encontro. Sem olhar vou encostando e tocando tudo pela frente procurando o saco de pipocas. Minhas mãos param em algo macio e ... duro? Mas o que eu...

— Chizu, o que você está procurando? – Ryu olha para mim assustado. Mas onde foi que eu encostei meu deus?!

Vou seguindo a direção da minha mão esquerda lentamente até vê-las paradas na coxa direita de Ryu. Tiro-as de lá rapidamente assustada.

— Hã, a pipoca Ryu, claro que eu estava procurando a pipoca. O que mais eu estaria procurando? – Digo rapidamente.

Ele estende o saco de pipocas que estavam apoiados em sua outra coxa. Estendo a mão e dessa vez olhando om medo de onde elas pudessem parar se eu não as tivesse olhando.

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Não percebi, mas na metade do filme eu estava grudado no Ryu. Não sei como isso aconteceu, velhos hábitos nunca morrem, é o que dizem. É a verdade. Eu e Ryu sempre fizemos isso quando víamos filmes juntos, seja no cinema, seja em casa. Mas isso era antes, agora a situação é outra. Embora provavelmente ele já me amava nessa época e eu só percebi agora que eu o a...

Espera, o que eu ia dizer? Isso não é hora para pensar nisso. Quando eu estou em casa sozinha esses pensamentos me veem a mente e eu não me martirizo por isso, mas pensar assim estando perto do Ryu me faz ter medo.

E se eu quiser arriscar?

E se não der certo?

E a nossa amizade?

Eu não quero me ver longe do Ryu. Nunca.

Enquanto eu tenho esses pensamentos profundos sobre o dilema em nosso relacionamento mal percebo a cena que está começando.

A cena de repente se torna tensa e ... sensual e o cinema acompanha o clima do filme.

Ryusaki se declarou para Chizuna.

Ela também disse que o amava desde que eram crianças também. Nossa que lindo.

Um amor desde crianças é realmente uma coisa... mas como?!

Ah, não. Ele vai embora! O que? Chizuna não pode deixar isso acontecer!

Isso o impeça de ir! M-mas o que ela está fazendo? Porque ela trancou o quarto? O que está acontecendo agora? Ela trancou para ele não sair?

Ah, droga. Começaram os beijos. Onde clica para pular isso? Olho de relance para Ryu e ele continua com a mesma expressão, olhando fixamente para a tela, interessado no filme mais do que eu imaginava. Ele tem noção da cena que está aconte... Ah merda.

ELE NÃO ESTÁ A LEVANDO PARA A CAMA, SERIO ISSO? CADE OS PAIS DESSAS CRIANÇAS? MEU DEUS.

—Chizuna, e-eu sou... –Ryusaki está tremulo e obviamente nervoso, enquanto está sobre sua agora namorada, amiga de infância, Chizuna em sua cama.

— Xiu, está tudo bem, Ryusaki. Eu também sou – Chizuna também está nervosa mas está confiante. Seu amor de infância está indo embora para correr atrás de seu sonho de ser um grande jogador de beisebol. Ela quer seu bem, que que ele consiga, mas também quer continuar junto dele, mas não sabe como. Em um ato final de amor, ela resolve se entregar para ele.

— Faremos devagar então – ele diz amorosamente.

Minha cara está literalmente no chão agora. Eu não acredito que eles vão fazer realmente isso!

Estou desesperada, eu realmente não quero ver isso, não com Ryu ao meu lado. O que eu faço meu deus?!

Então a cena muda para outro núcleo, para a amiga de Chizuna que está atrás de uma bolsa de faculdade para ser medica.

OBRIGADO DEUS!

Suspiro de alivio.

O povo do cinema faz um muxoxo, reclamando que queriam ver as cenas.

Povo pervertido!

Ryu parece ser um deles porque seu olhar desviou da tela para o saco de pipocas agora vazio. Quando ele vira sua cabeça em minha direção percebo novamente o quanto estamos perto um do outro. Tanto que eu sinto a respiração de Ryu no meu rosto.

Antes que eu pudesse me afastar novamente, ouço gritos animados vindo do pessoal do cinema e olho para a tela para saber o porquê.

VOCÊ FOI OTÁRIA, CHIZU. PORQUE FOI OLHAR, PORQUE?!

Abro minha boca em choque total quando vejo a cena.

O suor, o calor, tudo está me deixando anestesiada.

Ryusaki está se movendo lentamente dentro de mim, eu o sinto.

Ele abre mais minhas pernas com as coxas dele e eu gemo em rendição a grande dose de prazer.

No começo doeu, não muito, mas ele foi gentil e suave. Mas não agora.

A cama faz barulhos estranhos, mas eu não consigo ouvi-los direito. Não com o som dos meus gemidos, dos grunhidos do Ryusaki e nem com o trovejar do meu coração em meu peito.

— Ryusaki – gemo mais alto.

Ele aumenta sua força do seu vai e vem.

— Chizuna, não venha ainda!

Ele para e rapidamente me coloca por cima sentada em seu colo.

— Vamos chizuna – ele me encoraja.

Num momento de vergonha eu fico estática até que ele segura meus quadris gentilmente e me impulsiona para cima e para baixo.

— Ryusaki! – grito.

A sensação é mil vezes mais intensa e prazerosa do que antes.

Ryusaki fecha os olhos e abre a boca sussurrando suavemente meu nome.

Ganho mais coragem e vou me movimento com mais força e rapidez. Ele abre os olhos, me beija, sussurra meu nome e me ajuda nos movimentos até que...

— Ryusaki, eu não aguento mais! – digo miseravelmente.

— Chizuna! Vamos quero ver você. Quero ver seus olhos quando estiver gozando.

— Ryusaki, não diga essas coisas. Isso me faz... ah.

Continuo me movimento velozmente, agora suas mãos me ajudam nos movimentos. Me fazendo descer sobre ele com mais força do que antes.

— Sim, Chizuna, seu sei. Vamos meu amor. Goze.

Quando sinto o calor me invadir e a sensação de ter perdido todos os meus sentidos agarro-me mais ainda com força em seus braços, tanto que acho que estou o machucando. Mas ele não deve estar se importando com isso agora.

Ryusaki estremece, eu sinto-o todo. Seus quadris vão parando de se movimentar lentamente, até pararem por completo. Seus olhos estão abertos vidrados me encarando.

Enquanto eu continuo ofegando, tentando falar em vão.

— Chizuna – Ryusaki me chama

Eu apenas o encaro, impossibilitada de falar alguma coisa por enquanto.

— Eu te amo. Nunca se esqueça disso.

Sorrio para ele antes que a escuridão apareça e me envolvo mais em seus braços aconchegantes antes de dormir e perder plenamente a consciência de que um dia ele irá embora.

— Eu juro que se eles não ficarem juntos no final, eu vou caçar o diretor desse filme e faze-lo pagar por me fazer sofrer – grita uma voz feminina a minha frente. A que estava se agarrando com o namorado entes do filme começar. Essa tem uma veia romântica mesmo.

E eu continuo da mesma forma quando começou a cena. Com a boca aberta, olhando fixamente para a tela e pensando em como a vida não está fácil para mim.

EU NUNCA MAIS VENHO AO CINEMA COM O RYU SEM ME CERTIFICAR DO QUE TEM NO FILME ANTES!

Primeiro o casal com quase o mesmo nome que o meu e o do Ryu e logo depois eles...eles...eles fazem aquelas coisas.

E isso é estanho porque parece nosso nome e eles gemendo o nome um do outro parece até que quem está lá sou eu e o Ryu. Além do mais, o que foi que eu acabei de dizer?!

Quer dizer, eu nem pensei nisso!

Claro que não!

Só que foi estranho por causa dos nomes e dá para confundir, só isso! Não que eu tenha pensando em mim e no Ryu fazendo isso...

ACHO MELHOR EU PARAR DE ...

— Chizu? – Ryu me chama

Olho para ele assustada. Chizu, quase chizuna, meu deus o que eu estou pensando?! Percebo rapidamente que as bochechas de Ryu também estão um pouco vermelhas... será que ele também pensou a mesma coisa por causa dos nomes ou...

ONDE EU ENFIO A CABEÇA PARA SAIR DESSA?!

—Sim? – minha voz sai esganiçada.

—Tudo bem? – ele pergunta visivelmente preocupado. Ah, nessa cena ele percebeu a situação dos personagens terem o mesmo nome que o nosso. Sinceramente.

— Tudo ótimo. Aliás, já quero saber o final. – digo como se estivesse tudo bem, mas sei que Ryu não cai nessa. Mas pelo bem da nossa sanidade sei que ele não vai comentar nada, não agora.

— Eu também

—Será que esse filme vai ter um final feliz? Eu realmente espero que sim. Só acontece tragédia. E quando acontecesse alguma coisa boa, logo depois vem mais tragédia – digo sem pausas, mexendo demais minhas mãos para meu gosto.

—Eu não sei, mas eu torço que sim. Eles merecem. Todos merecem um final feliz.

Seu olhar se volta para a tela novamente, mas antes ele dá um aperto em minha mão que antes eu não tinha percebido, mas estava em sua coxa novamente, mas como essa mão foi parar ai?! Eu juro que não foi minha intenção! Antes que eu possa me sentir reconfortada, me sinto uma pervertida. Eu pensando na confusão dos nomes e com as mãos em sua coxa descaradamente. O que Ayane-chin diria se visse isso?!

Ai meu Deus, quero nem pensar nisso!

Faltam quantas horas para o filme acabar mesmo?

Notas finais
Então, não foi o que vocês esperaram, certo? Pensaram que seria com o Ryu e a Chizu aposto! Já estou imaginando os comentários de vocês ai ai ... (risos) Ah, muito obrigada àqueles que comentaram, que estão lendo, e que me desejaram um bom retorno! Então, o próximo capitulo será a parte final do encontro deles, se preparem para o que está por vir... Até