Well, You Just Cant Tell
27 Cap. 27 – Our first time
Notas iniciais
Desculpa, nem revisei por preguiça mesmo. Se tiver algum erro, me avisem.
Leiam as notas finais.
Boa leitura!
PDV Michelle
“Maio, 1979”
Eu e William chegamos a minha casa, depois daquela longa caminhada pela cidade já eram duas da manhã. Sem drogas, sem bebida, sem nada que pudesse nos alterar. Depois do susto que eu havia tomado, nunca mais ingeri nada. Isso era realmente bom, fazia muito tempo que não ficávamos sóbrios e que não saiamos para dar uma simples volta inocente para conversar e rir.
– Nossa! Você se lembra de como nos odiávamos? – Bill começou quando entramos no meu quarto. Ele sentou na cama e eu peguei meu pijama.
– Claro que me lembro, a gente quase se matava! – falei enquanto tirava minhas roupas. Eu estava apenas de calcinha e sutiã, quando Bill me prensou contra a parede, me segurando forte pela cintura. – Bill! Me solta, que brincadeira sem graça.
– Desculpa Michelle, mas eu não sei se você percebeu... Eu sou um homem. Você não deveria ficar assim perto de mim.
– Cala a boca... É a mesma coisa que estar usando biquíni. – falei calma, mas ele não me soltava, seu rosto estava muito próximo do meu.
– Há uma grande diferença em ver uma mulher de biquíni e ver uma mulher de lingerie. Pode ter certeza. – eu estava com essa certeza, pude sentir seu membro ereto por trás de suas calças.
Ele respirou fundo e me soltou, voltando para cama e encarando o chão, sério. Eu fiquei o mirando por um bom tempo enquanto mil e uma coisas passavam na minha cabeça. Aquele poderia ser o momento, William era perfeito para isso. Era meu melhor amigo e eu tinha certeza de que não sentia nada além de amizade por mim. Desliguei a luz do quarto, deixando apenas a luz leve de meu abajur ligada e fui me aproximando, ainda de roupas intimas, fazendo Bill voltar o olhar para mim mais uma vez com a feição preocupada. Suas mãos estavam apertando o meio de suas pernas, tentando esconder a ereção.
– O-o que você está fazendo? – ele estava com medo.
Sem uma palavra, peguei suas mãos que tentavam esconder seu membro rígido e com muita dificuldade, botei uma em cada lado do corpo. Sentei em cima dele com uma perna em cada lado de seu corpo e então botei suas mãos em minha cintura. Sua respiração era pesada, estava tentando se controlar. Contornei seu pescoço com meus braços e meu rosto ficou a milímetros do seu.
– Você quer isso? – perguntei.
– Como assim? Você é minha amiga. E outra... Nós estamos sóbrios.
– Por isso mesmo. – nós sussurrávamos – Eu vou te contar uma coisa... Eu sei que não parece por causa de tudo que já aconteceu, mas... – fiz um breve silêncio — Sou virgem. – ele continuou sem dar uma palavra, mas parecia surpreso com a notícia, me encarando – Eu queria uma primeira vez especial e... Acho que seria perfeito com você.
– Por que você acha isso? – perguntou preocupado.
– Você é meu melhor amigo, eu confio em você.
– Mas por que não o Jeff? – por que Bill tinha que tocar nesse assunto?
– Por que ele me amava. Naquela época eu achava que não sentia esse amor por ele. Não queria piorar as coisas. Já nós dois temos uma amizade muito forte, mas sem nenhum sentimento assim, complicado... Se é que você entende.
– Sim... – falou num profundo suspiro. Eu sabia que minha presença ali em cima dele o deixava louco.
– E outra... Ele nem está mais aqui e eu preciso seguir em frente. – falei com um sorriso safado a milímetros da boca de Bill.
Ataquei sua boca selvagemente, tirando sua camisa, atirando em qualquer canto do quarto e observando seu rosto por alguns segundos. Seus olhos estavam fechados e a onda de prazer era visível, mas havia alguma coisa que ainda estava o impedindo. Tentei acalmá-lo depositando beijos em seu pescoço enquanto abria sua calça e abaixava um pouco sua cueca deixando o membro ereto exposto. Com a mão comecei a massageá-lo fazendo movimentos lentos e estimulantes. Ele soltava leves gemidos abafados em meu pescoço fazendo um arrepio subir em meu corpo pelo toque de sua boca quente no local.
– Mi, Michelle... Eu... Espera... – falou com dificuldade, afastando seu rosto do meu e fazendo minha mão parar com os movimentos. O encarei esperando a explicação. – eu preciso te falar uma coisa... – continuei o encarando sem dar uma palavra. – Eu também sou virgem. – eu arregalei os olhos, surpreendida.
– Sério? – perguntei complexada. Ele assentiu desviando o olhar, constrangido. Eu apenas sorri e voltei a beijá-lo. – Melhor... Mas me promete uma coisa. – falei abraçada em seu pescoço, sussurrando em seu ouvido.
– Hm? – ele já nem conseguia falar, estava tomado pelo prazer.
– Esqueça os filmes pornôs... Vamos fazer do nosso jeito, do jeito que for melhor para nós dois.
Ele não me respondeu, apenas tomou meus lábios com rapidez, com as mãos passando pelas minhas costas, até achar a abertura do sutiã, o atirando em qualquer canto. Ele separou nossos lábios para visualizar meu busto. Voltou o olhar para os meus olhos e deu um sorriso malicioso enquanto levantava me fazendo ficar em pé outra vez. Retomamos o beijo outra vez enquanto as mãos de Bill apertavam meus seios e brincava com eles me fazendo enlouquecer. Paramos o beijo mais uma vez. Abaixei-me retirando sua calça e sua cueca por completo, mas quando peguei seu membro para botá-lo dentro da boca, ele me parou.
– Não... – falou sério. – Não tem necessidade disso. – falou enquanto pegava minha mão gentilmente para me levantar.
Então voltou para meu pescoço me levando de costas para a cama e me deitando sobre a mesma. Ele admirou meu corpo por alguns instantes, se deitando sobre mim. Foi beijando meu pescoço, partindo para meus seios, sugando-os com cuidado, depois foi para minha barriga dando leves mordiscadas ao redor do meu umbigo. Quando chegou perto da barra de minha calcinha, levantou o rosto e puxou o ultimo pedaço de tecido que havia em meu corpo com as mãos. Eu o olhava, admirando cada detalhe de seu corpo despido, seu cabelo comprido, ruivo e um pouco bagunçado, seus olhos verde água brilhantes, sua pele branca, tão branca que reluzia a luz de meu abajur e seu corpo um pouco definido. Ele era lindo.
Ficamos nos encarando naquela situação por um momento, como se perguntássemos telepaticamente se estávamos prontos para aquilo. Eu sorri para ele como se confirmasse, então ele me penetrou lentamente e com cuidado provocando uma ardência incomoda na minha vagina me fazendo gemer baixo. Ele não fez movimento nenhum, apenas me penetrou sem retirar seu pênis de dentro de mim.
– Você está bem? Machuquei você? – perguntou preocupado. Realmente estava doendo, mas eu sabia que uma hora a dor cessaria dando lugar ao prazer. Então preferi não preocupá-lo.
– Estou bem... Continua... – falava com dificuldade. Eu via o pavor dele por causa disso, afinal, era a primeira vez para ambos.
Ficou mais um tempo parado me encarando como se tentasse ter certeza de que eu realmente estava bem, então começou com os movimentos vai e vem lentamente, deitando-se sobre mim, com um braço em cada lado de meu corpo para se apoiar. Segurei-me forte em suas costas quando começou a acelerar as estocadas. Eu já sentia a dor se transformando em prazer, um prazer no qual nunca havia sentido antes. Eu ouvia seus gemidos abafados em meio aos meus gemidos mais altos. Então ele alcançou meus lábios para um beijo rápido, já que não tínhamos fôlego o suficiente para nos beijarmos por muito tempo. Bill começou a gemer mais alto, provavelmente estava próximo do orgasmo, e do jeito que eu estava me sentindo, provavelmente também estava. Minhas unhas arranhavam suas costas e ele parecia gostar disso. Suas mãos, que estavam apoiadas na cama, seguravam os lençóis com força.
– Eu não vou... Aguentar... Por... Muito tempo... – ele falava com dificuldade fazendo força para continuar no mesmo ritmo.
Mal terminou a frase, me senti molhada. Bill soltou um gemido alto na hora em que gozou dentro de mim, ambos havíamos chagado ao orgasmo. Não imaginava como aquilo era bom. Era uma das, se não a melhor sensação que eu havia sentido na minha vida. Bill foi diminuindo a velocidade aos poucos até sair de mim e se jogar para o outro lado da cama, estávamos ambos ofegantes. Ele virou para mim e sorriu.
– Não acredito que fizemos isso... – ele falou anestesiado por conta do orgasmo. Comecei a rir.
– Nem eu... Isso é muito bom, puta merda...
– Já vou logo avisando, não vou me contentar só com esta vez. – brincou – Isso não vai afetar em nada a nossa amizade, não é?
– Claro que não!
– Então estou mais tranquilo... – falou mirando o teto.
– Você estava apavorado no começo. – disse rindo. Ele voltou o olhar para mim outra vez.
– Fiquei meio assim por que você é minha melhor amiga, estava com medo de você falar que sentia alguma coisa por mim ou sei lá. Você entende por que passou por isso com Jeff. E sem falar que a última coisa que eu quero é te machucar.
– Que fofo... – falei me ajeitando em seu peito – Sempre pensei que minha primeira vez fosse ser um fiasco, uma merda. Obrigado por ter feito diferente do que eu pensei...
– Eu digo o mesmo. – falou acariciando meus cabelos – Foi só dessa vez?
– Não sei... Acho que... Não sei... – ele riu com minha falta de palavras.
– Sexo casual? Sem compromisso? E principalmente, sem sentimentos?
– É uma boa ideia. – falei rindo.
– Isso é melhor do que se masturbar, nossa. – o olhei incrédula.
– Né... – disse fechando meus olhos. Era quase impossível mantê-los abertos.
– Boa noite... – Bill falou beijando minha testa quando percebeu meu sono.
– Boa noite.
Notas finais
Vocês viram que eu estou fazendo o tempo passar rápido, né? IUSHDIAUHSD vou continuar fazendo isso para agilizar as coisas, pois o final do ano já está aí e a fic tem que estar pronta até lá.
Acho que é isso. Espero os reviews *-*
Bjos ♥
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