Well, You Just Cant Tell

15 Cap. 15 – Dad, flashback and the best friends


Notas iniciais
Entãão... Esse capítulo alguém vai lembrar do que aconteceu aquela noite para matar a curiosidade de vocês. Tirando isso, eu não gostei dele, sei lá, ficou chato. Não me matem se partilharem da mesma opinião kk.
Boa leitura :)

PDV Michelle

- Pai? – sussurrei para mim mesma ao ver aquilo. Fechei a porta no mesmo momento virando para os meninos, com os olhos cheios de lágrimas.

- Michelle? O que aconteceu? – perguntou Jeff. Fiquei em silêncio o encarando.

- Michelle? – Bill chamou estalando os dedos na frente de meus olhos.

- Meu pai... – falei.

- Ah merda... Não me diz que ele está na sala e... – parou de falar, eu apenas assenti sentindo as lágrimas escorrerem no meu rosto.

- O que está acontecendo? – Bill perguntou confuso.

- Bill... – Jeffrey o censurou.

- Eu vou acabar com a raça desse desgraçado! – falei voltando para a porta com raiva, mas senti alguém apertando meu braço.

- Calma. – Jeff falou firme.

- Me solta! – disse me soltando dele e abrindo a porta enfurecida – ACORDA SEU FILHO DA MÃE! – grite atirando tudo o que eu via pela frente nele – ACORDA ESSAS VADIAS AGORA! VOCÊ NÃO TEM RESPEITO PELA PRÓPRIA FILHA! SEU NOJENTO! – ele foi levantando e pegou uma das mantas do sofá para se cobrir quando viu que Jeffrey estava junto comigo. Sim ele estava nu e com duas vadias ao redor dele.

- QUEM VOCÊ ACHA QUE É PARA LEVANTAR O TOM PARA MIM? – ele gritou – ESSA CASA É MINHA, EU QUE PAGO TUDO AQUI!

- CALA A BOCA! CALA A BOCA E TIRA ESSAS VADIAS DA CASA DA MINHA MÃE! AGORA!!! – fui para cima de uma delas, me grudando em seus cabelos – VADIA! SAI DAQUI AGORA!

- MICHELLE! PARA! CALMA! – ouvi Jeffrey gritando enquanto me puxava para perto dele. Meu pai apenas observava como quem não liga – James, você não tem vergonha?! – Jeff perguntou alterado.

- NÃO SE METE EM ASSUNTO DE FAMÍLIA JEFFREY! – ele gritou – Seu bichinha! – dei um tapa na cara dele na mesma hora. Quem James achava que era pra chamar Jeffrey de "bichinha"? – VADIA! – disse revidando, fui parar no chão. Dessa vez quem avançou nele foi Jeffrey, o deixando no chão.

- SEU COVARDE! NÃO ENCOSTA A MÃO NELA! – há essas horas as vadias já haviam desaparecido e Bill estava ao meu lado, me ajudando me levantar. – OLHA O SEU ESTADO! VOCÊ NÃO TEM VERGONHA NA CARA NÃO? – Jeffrey gritava enquanto eu já estava chorando aos prantos no ombro de William.

- Calma... Por favor, calma... – Bill falava me abraçando.

- QUEM DEVERIA TER VERGONHA É ESSA VADIA QUE SEGUIU OS PASSOS DA MÃE E NÃO PASSA DE UMA DROGADA INCONSEQUENTE!

- CALA ESSA SUA BOCA SUJA! VOCÊ QUE NÃO QUER SABER A FILHA MARAVILHOSA QUE VOCÊ TEM! É UM IGNORANTE!

- CHEGA!!! – gritei interrompendo os dois – Jeffrey... Vamos para a sua casa. – ele assentiu vindo para o meu lado.

- VOCÊ NÃO VAI A LUGAR ALGUM! VAI FICAR EM CASA PRESA NO SEU QUARTO, OU ACHA QUE NÃO SEI QUE PASSOU A NOITE SE DROGANDO!

- Eu vou para casa de Jeff, você precisa botar uma roupa, tomar um banho... Não sei. Precisa deixar de ser repugnante. — eu cuspia as palavras.

- Decidido... – Jeff começou – Ela vai lá pra casa até você arrumar tudo aí. E outra... Vou voltar junto com ela. Não posso deixá-la sozinha com você. Que vergonha... O próprio pai não pode ter a confiança para cuidar de uma filha.

- Ela não é minha filha, ela é meu erro de não ter usado camisinha com a vadia da mãe dela.

- NÃO FALA ASSIM DA MINHA MÃE! ELA ESTA MORTA E A CULPA É SUA! – me estourei outra vez.

- Calma Michelle... Não gaste energia com um sujeito desses. Vamos lá pra casa.

Seguimos para fora de minha casa. Eu estava chorando muito enquanto os dois tentavam me consolar. Bill parecia estar chocado. Chegamos na casa de Jeff e subimos direto para o seu quarto. Jeff desceu para buscar um copo com água gelada para mim me deixando sozinha com William.

- Você não precisava ver aquilo... Desculpa. – falei sem ter contato visual com ele.

- Ei... – disse levantando meu rosto – Está tudo bem. Eu passo por coisas bem parecidas na minha casa, se não piores... Só não esperava isso da sua família.

- Mesmo assim Bill, desculpa... Não é a primeira vez que isso acontece. Dessa vez eu fui pega de surpresa, ele não avisou que chegaria e se eu soubesse, nunca deixaria vocês entrarem lá em casa, principalmente Jeff... Eles sempre brigam feio.

- Já disse... Está tudo bem. – falou me abraçando – Agora vamos esquecer o que acabou de acontecer...

- Como você está? – Jeff perguntou quando entrou no quarto, me entregando o copo com água.

- Eu acho que estou melhor... – disse dando o primeiro gole.

- Ela deveria parar de pensar no acabou de acontecer e pensar na nossa noite na festa. – Bill zombou, tentando me animar – Não acha Jeffrey?

- Com certeza, que noite ein? – falou Jeff sentando ao meu lado e dando um beijo no meu rosto. Eu ri sem graça, então fui surpreendida com um beijo de Bill também no meu rosto.

- Eu ainda não estou vendo aquele sorriso encantador, que deixa todos os caras bobos, não é Jeff? – ele perguntou.

- É... Tá muito fraquinho esse sorriso, não gostei... Acho que a gente tem que dar um jeito nisso... – Jeffrey sorriu para Bill que devolveu o sorriso para o mesmo, assentiram um para o outro e começaram a me encher de cócegas, estava me sentindo uma criança de cinco anos ali entre eles. Comecei a rir desesperadamente, deitando no chão.

- PARE! SEUS IDIOTAS! PAREM COM ISSO! ESTOU SEM AR! – falei enquanto ria desesperadamente – SÉRIO! PAREM! – eles riam junto comigo.

- Tá, vamos dar um tempinho para ela... – Jeff falou.

- Hm... Não sei não. – Bill falou sorrindo para mim.

- BILL! Vou te bater! – brinquei o empurrando de leve. Eles deram risada e eu um profundo suspiro para recuperar meu fôlego. Passei meus braços ao redor da cintura de cada um. – Não sei o que seria de mim sem vocês...

- Acho que o certo é: não sei o que seria de nós sem você. – Bill falou.

- É. – Jeff.

- Eu amo vocês, mesmo. Nunca duvidem disso. – falei ficando de frente para eles e dando um selinho em cada um. – Para tentar lembrar a nossa noite... – falei rindo – Aliás... Alguém se lembrou de alguma coisa?

- É, Por que eu também estou muito interessado em saber por que fui o único a acordar sem roupas, completamente nu. — Bill falou arqueando uma sobrancelha.

- Eu lembrei... – Jeff falou – Não se preocupa Bill... Ninguém transou com ninguém, na verdade foi só uma pegação...

PDV Jeffrey

*Flashback On*

Eu e Bill nos deitamos na cama lado a lado enquanto olhávamos Michelle se despir até ficar de roupa íntima. Ela chegou por cima de nós e com uma mão tirou meu cinto e com a outra, o de William. Deitou em cima de nós e deu um beijo de tirar o fôlego em cada um. Logo se livrou das nossas calças e de nossas camisetas. Quando ela foi tirar minha cueca, interrompi.

- Não... Não vai adiantar. Já falei que acabei de transar com Cristina...

- Que sem graça. – falou com cara de safada.

Fiquei de joelhos na cama e a puxei para mim virando-a de costas, com seu corpo colado ao meu. Bill foi para sua frente apenas olhando com luxuria. Retirei seu sutiã, deixando seus seios a mostra para Bill, os apertando com uma das minhas mãos enquanto a outra entrava dentro de sua calcinha, fazendo movimentos circulares no seu clitóris. Ela gemia mais alto e Bill a olhava com desejo, massageando seu próprio membro.

- Tira a cueca... – ela pediu num suspiro para William.

Bill ficou a olhando por um tempo com receio, mas acabou tirando. Enquanto eu fazia aquilo com ela, Michelle massageava o membro ereto e latejante de Bill. Ele chegava cada vez mais perto e gemia cada vez mais alto, então ela tomou sua boca com voracidade enquanto eu a beijava e sugava seu pescoço. Fiz meus dedos entrarem um pouco dentro dela, o que a fez soltar um gemido mais alto e prazeroso aos meus ouvidos. “Maldita hora que fui transar com Cristina” pensei.

- Vou gozar... – Bill avisou, mas ela pôs o dedo em cima do canal trancando a passagem do líquido. – Aaah... Michelle, o que você está fazendo? – Bill gemeu, fechando os olhos.

- Aguenta um pouco... Pelo jeito esse é o quarto da Cristina... Jeff... Ali no cabide... Pega aquela camiseta Louis Vuitton , aquilo custa uma nota. – fiz o que ela me pediu a entregando a camiseta. Ela pôs ao redor do pênis do Bill, continuando os movimentos vai e vem. Ele gozou na hora, deixando a camiseta completamente suja – Ahá! Presentinho Cristina... – ela falou jogando a camiseta em um canto qualquer. – É para você aprender a não mexer com os meus garotos. – disse me dando um beijo e depois dando um beijo no Bill, que estava com a respiração muito acelerada. Ele deitou num canto, Michelle no meio e eu do seu outro lado.

- Vira de costas... – sussurrei em seu ouvido e ela fez, virando para Bill que já estava dormindo de tão bêbado e chapado. Enfiei minha mão por dentro de sua calcinha, continuando a masturbá-la. Ela respirava profundamente e eu podia ouvir seus gemidos baixos, quase mudos.

- Ah Jeffrey... Você sabe como fazer isso... – falou gemendo, sua voz estava perceptivelmente embriagada.

Lembro de dar uma risada abafada em seu pescoço, depois tudo estava preto.

*Flashback Off*

- E uma pegação um tanto... Pesada... – falei rindo, mas sem contar o que realmente havia acontecido. Aquilo ficaria só para mim.

- Precisamos de mais noites assim então. – Bill falou brincando.

- Seus pervertidos! – ela falou levantando.

- A única pervertida que eu vejo aqui é você! – falei rindo – Tem dois amigos homens e se aproveita sexualmente deles.

- Dramático... – ela disse revirando os olhos – Enfim... Nós estávamos drogados e bêbados, seja lá o que aconteceu naquele quarto... Nunca mais vai acontecer. Certo? – perguntou. Um silêncio predominou aquele quarto.

- Eu estou com fome, já é meio dia... Vamos a alguma lanchonete comer alguma coisa? – me levantei, fugindo do assunto.

- É, uma boa idéia... – Bill falou se levantando também.

- Parem de ignorar minha pergunta! – ela falou séria, de frente para nós dois. Mais silêncio. Ela não conseguiu ficar séria por muito tempo. – Seus pervertidos! – repetiu começando a rir. Nós dois também começamos a rir.

- Tudo bem... Isso não vai mais acontecer, na verdade isso não pode mais acontecer. – Bill se pronunciou.

- É... – concordei. — Vocês sabem que são os melhores amigos do mundo, né? Não quero perder isso.

- Isso nunca vai acontecer... Você sabe disso. – falei. Ela sorriu assentindo, então fomos procurar algum lugar para almoçar.

Notas finais
Prontinho galera :) Quero reviews, ok? ^^
Agora eu vou passar um tempinho sem postar, pois não estou mais inspirada pra escrever, mas logo logo aparece uma ideia, sem preocupações. Mais do que quatro dias eu não demoro. É isso, eu acho. Não esqueçam dos reviews ^^
Bjos ♥