Well, You Just Cant Tell

10 Cap. 10 – Jeff’s dream, Michelle’s misery.


Notas iniciais
Hey there!
Então, aqui está o capítulo que prometi. Passei rápido pra postar por que vou sair hoje a noite, pensei até que não ia conseguir postar, apesar de que eu saio apenas as onze. Sabe como é, não consigo ficar um final de semana sem meu "live rock'n'roll" e sem minha Tequila, hahaha (não bebam, por favor). Está aí, meio na pressa, mas foi.
Boa leitura :)

PDV Michelle

Desci as escadas e fui arrumar a casa que estava uma bagunça. Ao terminar, me sentei no sofá e fiquei assistindo TV. De repente a campainha tocou. Abri a porta e tive uma surpresa.

- Jeff? – falei sem graça.

- Oi pequena... – falou na mesma situação.

- Olha... Desculpa por tudo Jeff. Eu não me expressei bem quando falei aquilo, foi da boca para fora.

- Eu sei... Eu estava com a cabeça quente também e...

- Não. – o interrompi – Você não teve culpa, você sempre tenta tirar a culpa de mim. Fui eu a idiota. – ficamos nos encarando em silêncio por um tempo. Percebi que ele estava um pouco ansioso, preocupado, mas feliz. – Entra... – disse dando passagem. Ele botou seu violão em um canto qualquer, tirou os calçados e sentou no sofá. – O que aconteceu? Você está estranho.

- Eu te conto isso mais tarde. – disse me puxando para seu colo. – Eu gosto tanto de você e você sabe muito bem disso... Mas sério, me desculpa por ter mentido para você. Nunca mais vai se repetir.

- Vamos esquecer essa semana?

- Ótimo... To com fome.

- Folgado. – falei dando um tapa em seu ombro. – Vem... – o puxei. – Vamos fazer um chocolate quente. – então trilhamos para a cozinha e começarmos a fazer.

- Pra que tudo isso? — Jeff perguntou sobre as medidas a mais que eu estava fazendo.

- Ah, não te falei... William está aí. – Jeff franziu o cenho automaticamente.

- Como assim, “está aí”?

- Dormiu aqui, Jeff...

- Vocês...? – completamente transtornado.

- JEFF! Não! Ele estava fugindo de casa e, bom, essa parte pergunta pra ele... Mas estava muito mal e não tinha para onde ir. O trouxe para cá.

- Vocês dormiram na mesma cama?! – ele estava um pouco irritado com a situação.

- Sim! A gente não encostou o dedo um no outro. Por favor, Jeff. Você nem meu namorado é pra ficar dando crisezinha, por favor.

- Mas vocês se odiavam!

- A gente conversou melhor... Bill é um cara legal, mas parece ter bastantes problemas com família... Não poderia ter o julgado tão cedo. – botei o chocolate em duas xícaras e entreguei para Jeff e peguei o pacote de marshmallow seguindo para a sala, onde nos sentamos.

- Que bom que vocês se acertaram então... E sim, ele tem muiiiitos problemas com a família dele. – falou, me entregando uma das xícaras e pegando um marshmallow para botar na mesma.

- É... Afinal, ele é meu colega de classe. É bom ter alguém agora que ninguém mais olha na minha cara lá. – um ar de preocupação tomou conta da feição de Jeff. – Acho que você tem alguma coisa pra me contar... – retruquei dando o primeiro gole.

- Depois, não quero falar sobre isso agora.

- Tuuudo bem... Então, como está indo a banda?

- Ah, você sabe... Nunca vai dar certo sem um vocalista. – Jeff falou rindo.

- É. Você tem razão. Banda de rock sem vocalista não tem lá muito futuro. – falei rindo

- Você sabe que esse é o meu sonho, né? – perguntou com aquele ar de preocupado.

- Sim, e apóio completamente... – falei sorrindo. – Você é muito bom no que faz Jeff, vai conseguir chegar lá um dia. Eu acredito muito em você.

- Amo quando você fala assim. É bom saber disso.

- Você sempre soube... E sobre o vocalista?

- Não sei... Eu estava pensando, Bill cantava no coral da igreja... Mas acho que não tem o perfil pra uma banda de rock, sabe...

- Vocês poderiam fazer um teste, por que ainda não fez isso?

- Sei lá... Acho o Bill engraçado. Não consigo imaginá-lo como um frontman. – falou rindo.

- Olha... Se Bill cantava no coral, ele deve cantar no mínimo bem. Já eu, acho que ele seria um bom frontman, se ele jogar tudo que ele sente dessa maneira... Acredita em mim, ele poderia dar muito certo.

- Ah, vamos pensar nisso depois... – havia um desinteresse sobre a banda, o que me surpreendeu.

E assim ficamos jogando conversa fora, vendo filmes de baixo das cobertas sentados no sofá, acompanhados de nosso chocolate quente com marshmallows. Mas alguma coisa estava errada com Jeff. Não que fosse estranho ele estar feliz, mas era como se tivesse receio desta felicidade que estava guardando, sem falar de todo mistério que estava fazendo ao redor disto. Conversa vai, conversa vem, ouvimos um barulho na escada atrás de nós, era William. Virei-me para encará-lo junto com Jeff.

— Bom dia... – falei sorrindo. – Dormiu melhor?

- Sim, obrigado. Oi Jeff... – Bill ficou completamente vermelho.

- E aí Bill...

- Nos estamos tomando chocolate quente, você não quer?

- Não, eu acho que vou embora... Chega de atrapalhar.

- Não está atrapalhando. – falei. Bill voltou o olhar para o Jeff, como se pedisse confirmação.

- Você não está atrapalhando idiota! – Jeff brincou. – Vai lá com ela pegar o chocolate e fica aqui, pronto. – então foi o que ele fez. Fui até a cozinha e ele foi atrás.

- Você devia se soltar mais... – falei enquanto servia o chocolate em uma caneca.

- É bem difícil pra mim.

- Não precisa com a gente. Só seja você mesmo. Eu sei que isso é difícil com os outros, mas eu e Jeff somos diferentes. Eu tinha os amigos que tinha sendo eu mesma.

- Mas você é bonita. Eu sou motivo de deboche desde o primeiro dia de aula...

- RÁ! Você se acha feio? Aprende uma coisa, se os caras te deram tanta bola desde o primeiro dia, é por que você esta na mira das vadiazinhas deles. Acredita em mim. Até por que você é muito bonito, só que tem um estilo diferente.

- Meu estilo? Tem alguma coisa de errada com ele?

- Nem um pouco. Só que não é comum por aqui, e você deve saber disso, você morou apenas em outro bairro não em outra cidade...

- É... Na verdade eu sempre fui deixado mais de lado na escola.

- Bom, não importa mais. Agora você tem amigos. E verdadeiros. – disse entregando o chocolate e seguindo para a sala. Sentei-me ao lado de Jeff novamente e Bill ficou em pé do lado. – Bill... Senta aqui do lado e se cobre. Tá frio hoje.

Ele sentou e ficamos os três ali. Bill demorou um pouco para se soltar, mas logo estava se bobeando junto comigo e Jeffrey. A partir daquele momento vi que nós três seriamos grandes amigos. Éramos tão parecidos.

Quando meio dia chegou, nós três fizemos uma lasanha. Havíamos nos divertido muito, mas sentia certa preocupação por parte de Jeff e também Bill. Quando estávamos comendo resolvi perguntar.

- Afinal... Por que vocês estão tão preocupados? Não acredito que os dois estão me escondendo alguma coisa. – eles se entreolharam sem entender.

- Hã? – Bill perguntou confuso.

- Olha, acho que você está ficando louca... – Jeff debochou.

- Ah, sério... Vocês estão com um ar de preocupação. Os dois. Não sei se é a mesma coisa, mas estão.

- Creio que não seja a mesma coisa... – Bill falou com o cenho franzido olhando para Jeff.

- Ah, me falem... Vocês estão me matando...

- Só se o Bill falar primeiro.

- Mas o que...?! – ele estava confuso. – Não é nada, só estava pensando em quando eu voltar para casa. É isso.

- Você pode ficar aqui em casa o tempo que quiser... – falei e vi Jeff atirando um olhar mortal para mim. Bill começou a rir.

- Não, eu vou pra casa hoje. Agora na verdade... – falou se levantando. – Só vou pegar minhas coisas, já fiquei demais por aqui. – falou indo até meu quarto. Eu e Jeff ficamos sozinhos.

- Acho que você pode me falar, não é? É tão ruim assim? – perguntei.

- Não sei... É que, sei lá.

- Que idiota que tu é. – falei dando um soco no seu ombro.

- E você é linda. – Jeff falou tirando uma mecha do meu cabelo de meus olhos.

- Hm... Tchau pra vocês... – Bill disse aparecendo na porta da cozinha.

- Vou até a porta com você. – falei indo com ele. – Tchau Bill. Você sabe que se precisar, pode contar comigo e com o Jeff.

- Obrigado... Mesmo. – falou encabulado. – Tchau... – então me deu um beijo no topo de minha cabeça segurando meu rosto e foi embora. Virei-me para Jeff que já estava sentado no sofá.

- Agora você vai me falar. Sério, to me irritando já.

- Tudo bem... Só não sei como te falar isso...

- Ai Jeff, você me assusta assim. – disse sentando ao seu lado. Ele me envolveu com um braço.

- Eu... No final do ano vou... – ficou em silencio.

- Vai...

- Vou ir pra Los Angeles.

- Tá e ai? Quantos dias você vai passar lá? Era isso?

- Você não entendeu... Eu vou fugir, me mandar para lá. Não volto nunca mais. – comecei a rir. – O que?

- Para de fazer piada sem graça Jeff.

- Eu to falando sério. Você sabe que é meu sonho ir para lá e formar uma banda de rock de verdade. Eu estou indo daqui alguns meses. – eu não estava acreditando naquilo. Já não enxergava mais nada, pois as lágrimas tomaram conta dos meus olhos. – Não, Michelle, não, por favor, não fica assim...

- Você vai me deixar? – falei escondendo meu rosto entre minhas mãos. Ele ficou mudo. – Como você pode fazer isso comigo?! – falei chorando como uma criança. Levantei do sofá e comecei a andar de um lado para o outro com raiva.

- Mi! É só até você acabar o ensino médio! Você sabe que pode ir para lá também...

- COMO VOCÊ ACHA QUE EU VOU ME SENTIR PRATICAMENTE UM ANO INTEIRO SEM VOCÊ JEFF?

- ASSIM COMO EU PASSEI 13 ANOS DA MINHA VIDA SEM VOCÊ, MICHELLE! – ele falou irritado comigo. – VOCÊ SABE QUE ESSE É MEU SONHO! NÃO SEJA EGOISTA! PENSEI QUE FOSSE ME APOIAR COMO AMIGA, MAS NÃO, VOCÊ SÓ PENSA EM VOCÊ!

- SE EU FOSSE ASSIM TERIA CONTINUADO COM MINHAS ANTIGAS AMIZADES, E NUNCA CANVERSARIA CONTIGO! VOCÊ É UM ESTÚPIDO! NÃO ESTOU TE RECONHECENDO! SAI AGORA DA MINHA CASA! – falei indo até a porta e abrindo-a.

- Você esta me expulsando daqui?

- Vai, por favor. Você acabou de me rasgar em pedaços. Você não precisa ficar aqui pra me ver desabar. Vai pra L.A. e tudo vai ficar bem para você... – respirei fundo. – E bem, eu tenho o Bill agora... – falei o confrontando.

- Então você vai me trocar por alguém que mal conhece? Alguém que te odiava há poucos dias atrás? E a nossa amizade simplesmente... Não vai mais existir? É assim que você quer? – ele perguntou com os olhos cheios da água. Era muito difícil ver Jeff chorar.

- Foi você quem me trocou, vai me trocar... – falei escorada na porta aberta. Jeff foi para o lado de fora. – Além disso, nós estamos toda hora brigando. Nós nunca brigávamos!

- Você não deveria ver as coisas desse jeito... Você sabe que eu nunca te trocaria, já você... Parece simples me trocar por alguém.

- Vai Jeff... – comecei a chorar outra vez. – Eu preciso ficar sozinha e pensar. Por favor.

- Eu vou... Mas nunca se esqueça de uma coisa... – falou chegando a centímetros de mim. Levantei meu rosto encharcado para enxergá-lo melhor. Ele pousou a mão em baixo do meu queixo, encostando seus lábios nos meus. – Eu te amo muito Michelle... Você não deveria duvidar disso. – então pôs a mão em minha cintura colando meu corpo ao seu e projetando sua língua para minha boca. Automaticamente minhas mãos puxaram suas costas para meu corpo deixando o beijo mais intenso. Logo me afastei dele com um olhar confuso. – Eu não sou o que você quer... Infelizmente, pois eu estava disposto a te fazer a pessoa mais feliz do mundo, mas me contentei com a nossa amizade que sempre foi a coisa mais importante para mim. Gostaria que continuasse sendo...

- Vai embora, eu preciso ficar um pouco sozinha... – falei ainda chorando.

- Tchau Michelle... Eu te amo. – ele falou virando as costas para mim.

Fechei a porta e fui correndo para meu quarto que pelo jeito, William tinha arrumado. Percorri meus olhos por ali, não era o jeito que arrumava, estava tudo errado, mas não consegui conter um meio sorriso amarelo em meio das minhas lágrimas de desespero. Joguei-me em minha cama e desabei a chorar outra vez. Não estava acreditando que Jeffrey iria embora. Ele não fazia idéia do quando eu precisava dele ali. Mas talvez eu também não tivesse idéia de como eu o fazia sofrer. Lembrei do nosso beijo antes dele ir embora. Eu queria deixar esse orgulho de lado e ir correndo pedir desculpas a ele, outra vez. Não agüentava mais brigar com Jeff, estava sendo ridículo. Como eu odiava minha existência.

Depois de um tempo chorando em minha cama, apaguei depois de ter tomado muito remédio para depressão. Acordei com o toque do meu telefone. Olhei para o lado, já eram dez da manhã do outro dia. E do que eu lembrava? Nada.

- Porra, como eu dormi tanto? Não me lembro de nada... – murmurei indo até o telefone.

*Ligação on*

- Alô? – falei com esforço.

- Oi... Como você está? – a voz que eu não conseguia reconhecer perguntou.

- Não sei... Quem é?

- Você está fingindo não me conhecer agora?

- Hã? Ai... Minha cabeça... – reclamei baixinho.

- Michelle, o que... Você andou bebendo?

- Hã? Não sei, não lembro... Quem é você, porra!

- É o Jeff, como que você não está reconhecendo minha voz?

- Não sei, ta distorcida, estranha...

- Você se drogou?

- Já falei que não me lembro de nada, porra!

- Minha nossa... Estou indo aí.

- Eu vou deixar a janela do meu quarto aberta... Não quero descer as escadas. To sem equilíbrio algum pra isso. Nossa... Que é isso?- falei quando tudo começou a girar.

- Isso o que? Mi? Você não está bem...

- Tanto faz.

- Não faz nem uma bobagem. Já estou quase aí...

- Vai se foder Jeffrey, minha cabeça ta doendo, fala mais baixo!

- Mas... Eu não to falando alto.

- Tá, cala a boca e vem então.

*Ligação off*

Atirei-me na minha cama outra vez. Minha cabeça, meu corpo, eles nunca tinham pesado tanto como àquela hora. Sentia como se um elefante estivesse dormindo em cima de mim, mal conseguia respirar. Fiquei ali deitada, com os olhos fechados e morrendo de dor de cabeça. Um tempo se passou comigo ali deplorável, quando ouço alguém na janela. Jeff tinha chegado. Não abri os olhos, pois estava evitando a luz que fazia com que minha cabeça latejasse de dor. Senti ele sentando ao meu lado cuidadosamente e pousando sua mão em meus cabelos. Ele deu um longo suspiro.

- Eu quero passar o resto do tempo com você... – comecei a chorar no mesmo momento. – Eu vou sentir muito a sua falta também. – falou deitando ao meu lado e se cobrindo. Afundei meu rosto em seu peito e o envolvi com os braços.

- Deixa eu ir junto com você Jeff... Por favor...

- Não, você tem que acabar o colégio. Não destrua sua vida por causa da minha. Você vai quando terminar.

- Mas eu não tenho mais ninguém. Não tenho ninguém nessa merda de cidade a não ser você...

- Vou pedir pra Bill cuidar de você. – falou rindo em um tom carinhoso, seguido de um beijo no topo de minha cabeça.

- Eu não quero Bill, quero você Jeff. Você é meu melhor amigo.

- Você não está tentando me convencer de não ir, não é?

- Não. Eu sei que é seu sonho. Ontem eu fiquei desesperada por que foi um choque, não esperava aquela notícia. Desculpa pela minha reação. Eu vou apoiar você sempre mesmo que isso doa em mim, assim como você sempre fez... – então alcancei seus lábios para um beijo calmo, mas fui interrompida por uma dor enorme na minha cabeça. – Ai... – levei a mão até a testa e Jeff afastou um pouco o rosto surpreso.

- O que foi isso? – perguntou com um sorriso no canto da boca.

- Só acho que você merece. Você merece muito mais, coisas melhores, uma pessoa melhor... Isso é o que está ao meu alcance. E eu preciso de um remédio para dor de cabeça...

- Eu pego pra você... – ele sabia o lugar de tudo lá em casa. – Mi... – chamou voltando do banheiro com dois potes de remédios na mão.

- O que?

- Você tomou metade da caixa de antidepressivo. É por isso que você está assim. Poderia ter se matado! – ele estava praticamente brigando comigo. – Você queria que eu me sentisse culpado a vida inteira por isso?

- Não... Jeff, eu já disse. Não estava raciocinando direito ontem... – ele sentou ao meu lado outra vez.

- Tudo bem, só promete que nunca mais vai fazer isso, por favor. – falava com receio.

- Não... Eu prometo. Agora... Deita comigo? Eu quero dormir, mas sabendo que você ainda esta aqui. Você não sabe quanto pesadelo tive essa noite. – ele suspirou, deitando-se ao meu lado.

- Você me deixa muito preocupado às vezes, sabia?

- Eu estou bem, acredite...

- Uhum, sei...

- Ah, vai se foder Jeffrey! – falei ajeitando minha cabeça em seu peito para dormir outra vez. Ouvi uma risada abafada de sua parte.

- Não esquece que amanhã a gente tem aula... Acabou o feriadão.

- Então você não vai passar a noite aqui?

- Vou sim. Trouxe minhas coisas. Eu sabia que você ia querer companhia hoje.

- Ai Jeffrey... – falei com o rosto escondido em seu abdômen – Você não existe.

- Agora dorme, você não está legal...

- Boa noite. – falei o selando.

- Por que você me deu um selinho? – perguntou com um sorriso escondido nos lábios.

- Por que você é meu melhor amigo, não posso?

- Claro que pode... – falou num tom malicioso. – Vai dormir ou não?

- Nossa, seu grosso! – brinquei arrancando uma risada dele.

- Boa noite. – falou mordendo meu lábio inferior.

- Safado... – logo adormeci.

Notas finais
Vou logo avisando que não tive tempo de revisar e tal... To atrasada, deveria estar me arrumando agora e.e
Então... O que acharam? Mereço reviews? ^^
Bjos, até a próxima. ♥