Well, You Just Cant Tell

11 Cap. 11 – Bill’s in jail


Notas iniciais
Eu sei que é tarde, e eu to morrendo de sono e de ressaca, mas vou postar mesmo assim por que sou um amor -n
Nem revisei de tão acabada que estou e.e
O capítulo tá bem cumpridinho.
Boa leitura :)

PDV Michelle

Com dificuldade eu e Jeff levantamos ao som do despertador. Eu continuava com a ressaca dos remédios que havia tomado. Arrumamo-nos e fomos em direção ao colégio. Fomos rindo o caminho inteiro, nem parecia que havia acontecido tudo o que aconteceu aquela semana. Eu estava tentando esquecer que daqui alguns meses, Jeff estaria indo para L.A. e eu provavelmente não teria mais contato com ele.

Não encontramos Bill na entrada, provavelmente chegaria atrasado. As aulas passaram o intervalo chegou e fui até o pátio encontrar Jeff e nada do Bill. Sentamo-nos debaixo da sombra de uma arvore.

- Você viu Bill hoje? – Jeff me perguntou.

- Não... Pensei que ele fosse vir mais tarde.

- Pois é. Deve estar doente, ou sei lá, com preguiça de vir pra aula mesmo... – falou rindo.

- Acho mais provável a segunda alternativa... – debochei.

Mais dois dias se passaram e nada de Bill. Até Jeff estava ficando preocupado. O que será estava acontecendo com ele? Bom, resolvi ir até a casa dele, procurá-lo. Realmente não sabia se era uma boa idéia, pois o pai dele não havia me agradado nem um pouco, aquela casa era um tanto desagradável para mim e a única lembrança do lugar não era das melhores.

Botei uma roupa qualquer e sai até a casa de Bill. Eram três da tarde quando toquei a campainha da pequena e humilde casa. Ninguém atendeu e um frio dominou minha barriga. Tentei mais uma vez. Depois de um bom tempo esperando, já estava quase desistindo, uma mulher atendeu a porta. Julguei ser mãe de Bill. Ela tinha um olhar triste e preocupado.

- Oi... – falei timidamente. – Eu queria saber... Bill está por aí? – ela nada respondeu. Parecia pensando no que me responder. – Hm... Está tudo bem com ele?

- Sim, sim... Tudo ótimo. – falava incerta e com pressa em suas palavras.

- Então... Posso falar com ele?

- N-não, hm, ele... Não p-pode agora. – ele gaguejava olhando freqüentemente para dentro de casa.

- O que está acontecendo? Quero falar com Bill! – falei insistente.

- O-olha menina... Acho que você deveria ir embora.

- QUEM ESTÁ AÍ? – ouviu uma voz familiar gritando mais longe. Foi quando o mesmo homem que estava bêbado aquela noite apareceu, pai de William. – Hm... Eu conheço você... – falou malicioso. – O que você quer por aqui lindinha? – eu sentia um extremo nojo dele.

- E-eu... Estou... Hm, procurando William... Mas pelo jeito ele não está, então acho que já vou indo. – disse virando as costas.

- William está em casa. – me virei no mesmo instante. A mulher olhava para ele incrédula. – Você quer falar com ele?

- S-sim... – respondi nervosa.

- Sharon... Vai dar uma voltinha. Ela quer falar com o William.

- Mas Stephen... O Wil... – o homem botou seu dedo indicador nos lábios da mulher grosseiramente.

- Vai. – falou firme. A mulher apenas abaixou a cabeça e saiu para “caminhar”. – Entre... – disse me dando passagem para entrar. Algo gritava dentro de mim para não entrar, mas eu tinha cabeça dura e não ia desistir de falar com Bill. Entrei direto na sala que era o primeiro cômodo da casa simples.

- Não vou dem... – virei e vi ele virando a chave e botando no bolso, minha garganta secou e minhas mãos começaram a soar.

- Não se preocupe... Tenho tempo de sobra.

- Onde está Bill? – perguntei seca.

- Epa... Calma aí. – disse se aproximando de mim e passando a mão em meus cabelos. – O que uma menina tão bonita estaria querendo falar com um projeto de travesti daqueles? – perguntou enquanto dava voltas em volta de mim.

- Como você pode falar assim dele?

- Por que é a mais pura verdade! – falou debochando. – Então... O que você está querendo mais claramente?

- Quero saber se ele está bem... – falava engasgada.

- Óóó, está preocupada com ele? Aquele viadinho está no lugar em que merece. – falou parando na minha frente a milímetros do meu rosto. – Mas me fala... O que você realmente quer? – perguntou mais uma vez, botando as mãos por dentro da minha bermuda.

- Onde ele está? – perguntei com voz de desespero.

- Calminha linda... Ele está em um lugar bem melhor para ele. Pelo menos lá eu sei que ele não está dando para nem um cara por aí... – sussurrou no meu ouvido, o empurrei para longe.

- Bill é gay? – perguntei inocentemente.

- Olha para ele... Ele nunca conseguiria alguma garota – falava com desgosto. – Ele sumindo á noite como vem acontecendo, obvio que ele é! – ele debochava, não conseguia acreditar que ele era realmente pai do Bill. – Então vem cá, eu sei o que você quer... Sei que é algo que um veado como William nunca poderia te oferecer. – falou me puxando bruscamente para perto de seu corpo.

- Então me fala onde ele está, por favor... – sussurrei em seu ouvido, na tentativa de arrancar a informação.

- Está preso, está no xadrez, assistindo o sol nascer quadrado, como você preferir... – dizia enquanto tentava tirar minha bermuda. Dei uma joelhada no meio de suas pernas saindo de perto dele.

- POIS ENTÃO FIQUE SABENDO QUE ELE ESTAVA NA MINHA CASA À NOITE!

- VOLTA AQUI VADIA! – ele gritava tentando levantar, gemendo de dor.

- E MAIS! COM CERTEZA SEU FILHO FAZ MUITO MELHOR DO QUE VOCÊ! POIS COM ESSA MENINA “GOSTOSA” COMO VOCÊ DIZ, E QUE UM FRACASSADO COMO VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR FODER, O WILLIAM JÁ FEZ LOUCURAS! O ÚNICO VEADO QUE EU VEJO NA HISTÓRIA É VOCÊ!

- VOCÊ VAI SE ARREPENDER! VOCÊ E WILLIAM VÃO SE ARREPENDER! – falava com dor.

-ELE NÃO TEM CULPA DE SER BOM DE CAMA!

Sentia aquela mentira necessária, eu nunca havia transado com Bill, nem ao menos pensava nessa possibilidade. Mas não conseguia o ouvir falando dele daquela forma de William que parecia um menino tão doce apesar de tudo. Sai correndo pela janela que estava aberta, pois a porta estava trancada. Corri a caminho do ponto de taxi e esbarrei em alguém.

- Michelle? O que aconteceu?! Você está tremendo! – Jeff falava preocupado.

- Jeff, Jeff, Jeff... Me escuta! Sério!

- Fala porra!

- Onde você estava indo?

- Até a casa de Bill para ver o qu...

- Tá, entendi... Não, ele não está em casa!

- O que está acontecendo? – me interrompeu.

- Escuta Jeff! Ele está preso, na cadeia...

- E isso que te deixou nesse estado?

- Jeff! Não importa isso agora! Vem comigo agora pegar um taxi até lá.

- Mas você tem que me explicar o que está acontecendo!

- Cala a boca e vem. – falei pegando o primeiro taxi indo até a delegacia. Ficamos sentados em uma salinha esperando por Bill.

- O que aconteceu? – Jeff insistiu para mim.

- Não sei... To aqui pra descobrir né?! – falei irritada.

- Não to falando do Bill, to falando de você!

- O pai dele... Puta merda... Não gosto nem de lembrar. Insultou Bill até não poder mais.

- Normal de um pai que tem o filho preso. – falou como se aquilo fosse obvio. Dei um tapa no braço de Jeffrey. – AU! Qual seu problema? Tá apaixonadinha pelo William?!

- NÃO PORRA! Presta atenção! Não esse tipo de insulto, ele falou horrores dele, ele tentou me estuprar! Tem noção disso? Que nojo...

- O QUE?! – então Bill entrou na sala algemado e com um policial ao se lado.

- O que você estão fazendo aqui? Não precisavam ver isso... – falou sem ter contato visual com um de nós.

- Bill... Nós estávamos preocupados. O que aconteceu? – ele continuou em silêncio.

- Não é a primeira vez que seu amiguinho aqui é preso. – o policial falou.

- Como assim? William... O que...?

- O encontramos drogado e bêbado andando pela rua. – dei um suspiro de alívio no mesmo momento e ouvia Jeff segurando a risada.

- Ah... – disse aliviada, foi a primeira vez no dia que Bill fez contato visual comigo. Ele parecia confuso. – Então é isso? – perguntei para o policial e a Bill. Ambos assentiram fazendo Jeff explodir em risadas. Bill parecia não entender nada. – Puta merda, que susto... Pensei que, sei lá, você tivesse matado alguém. Puta que o pariu, que susto. – voltei meu olhar para o segurança. – Sério que precisa de algemas pra isso? Ele não fez mal a ninguém, você nem sabe a razão possível pra ele ter feito isso, não é? Que absurdo prender alguém por um motivo desses!

- Você não deve saber, mas a lei...

- A lei, sim, claaaaro, a lei. Obvio que eu sei, não sou idiota! – falei irônica. – Eu conheço William e acho que ele não deveria estar nessa situação, ele é uma pessoa muito boa e sei por que estava fazendo isso.

- Senhorita, não foi a primeira vez...

- E nem vai ser a ultima. – Jeff se pronunciou rindo. Bill e eu também não conseguimos nos segurar e começamos a rir.

- Chega! – falou o policial irritado. – Vamos! – falou puxando bruscamente William.

- Ei! Eu quero falar com o delegado... – o policial começou a rir. – O Charles, eu conheço ele. Quero falar com ele. Eu sei que ele vai entender. – ele ficou sério.

- Vou chamá-lo. – e assim fez sem muita vontade. Fomos juntos com ele e Bill até outra sala onde Charles apareceu.

- Michelle e Jeffrey... Que confusão vocês se meteram de novo? — Charles perguntou quando entrou na sala. – Então vocês conhecem William?

- Oi Charles... – eu e Jeff falamos em coro. – Sabe como é... A mesma coisa que eu e Jeffrey... Queria saber se não dá para ele sair. Ele já está aqui a... – olhei para Bill.

- Dois, quase três... – Bill completou.

- Então... Acho que já é o bastante, não? – perguntei pidona.

- Não é a primeira vez que William vai preso por causa de drogas... Dessa vez o encontramos em um ponto crítico. – olhei para Bill que desviou o olhar.

- Mas... Por favor. Solta ele.

- É difícil... O rapaz não fala muito, não conseguimos saber os motivos pelo qual ele faz isso... Diferente de vocês, que conhecemos muito bem.

- Mas eu sei... Acredita em mim... Eu sei o que está acontecendo. – falei olhando para William que me encarou rapidamente.

- William nunca trocou uma palavra com um de nós aqui, o que nos faz acreditar que ele tem sérios problemas psicológicos que possam prejudicar alguém um dia. Hoje foi a primeira vez que ouvi a voz do garoto, para ter idéia.

- Ele não vai fazer mal a ninguém, Charles. Por favor... Eu o conheço.

- É Charles... William é como a gente. – Jeff começou — Não vai fazer nada além...

- Além de se drogar e se embebedar? – Charles perguntou irônico.

- É melhor você calar a boca né Jeff? – falei irritada. – Então Charles? Por favor... Já foi o bastante. – ele suspirou, vencido.

- Tudo bem Michelle, tudo bem... Vou liberar dessa vez, mas espero que não se repita a cena tão cedo.

- Obrigaaaada Charles! – falei o abraçando. – Sabia que podia contar com você.

O policial tirou as algemas de Bill que veio para nosso lado esfregando os pulsos. Charles parou na sua frente por um instante. Bill o encarava com receio.

- E você garoto, tem muita sorte por ter Michelle como amiga, se não ficaria um bom tempo no xadrez. Agradeça a amiga que tem todos os dias. Agora vai, e espero não te ver tão cedo aqui dentro. – sorri agradecida para Charles. Ele sempre foi muito parceiro comigo e com Jeff.

- Obrigado... – Bill se pronunciou quando nós três saímos da delegacia.

- Amigos são pra isso, não é? – Jeff falou. Eu estava no meio dos dois e passei um braço na cintura de cada um.

- Isso mesmo. William... Charles é muito gente boa, mas não dá pra abusar da bondade dele. Pode ser que se por um acaso isso acontecer mais uma vez, ele não seda ao meu pedido. Então tenta se controlar um pouco.

- Tudo bem. Me desculpem por fazer vocês passarem por isso.

- Nah cara, não esquenta a cabeça... – Jeff falou começando a rir. – “Essa não foi a primeira... Nem a ultima...” – ele imitava às gargalhadas. Eu e Bill riamos junto.

- Ai ai... Amo vocês! – falei apertando o abraço e senti certo estranhamento da parte de Bill fazendo eu me lembrar do ocorrido a horas atrás com o pai dele. – Então... Por que vocês dois não vão dormir lá em casa? Amanhã só tem aula várzea, agente podia ficar por aí...

- Ih... Não vou poder. Meus pais chegam hoje. – Jeff falou.

- Ai Jeffrey. – resmunguei — E você Bill?

- Ah... Acho que não vai dar. Estou sem roupas pra dormir fora.

- Confia em mim... Você não vai querer ir pra casa hoje. – falei séria.

- Do que você está sabendo que eu não estou, Michelle? – perguntou preocupado.

- Deixa pra lá... Não quero falar sobre isso agora. Sério, só acho melhor você não ir. Eu tenho roupas lá em casa para emprestar. – ficamos andando por meia hora em silêncio, os três.

- Puta merda... Quem teve a idéia de voltar pra casa a pé? – Jeff resmungou.

- Ninguém... A gente só... Veio. – Bill falou.

- Vamos lá, a gente ta quase na minha casa. – falei. – Eu tenho cerveja bem gelada para vocês.

- Opa! Então vamos lá... – Jeff falou nos fazendo rir.

Eu podia sentir o olhar de Bill sobre mim o tempo inteiro. Me arrependi por ter aberto a boca aquela hora. Provavelmente ele me cobraria uma resposta. Chegamos em casa e dei as cervejas que havia prometido a eles. Ficamos ali conversando bobagens até a noite chegar e Jeff ir embora. Eu e Bill subimos para o quarto e foi quando ele me jogou contra a parede.

- Então... Vai me explicar agora? – falou sentando na cama.

- Explicar o que?

- Do por que você achava melhor eu dormir aqui. – fiquei em silêncio – Michelle... Por favor, não esconda nada de mim, não quando se trata de mim.

- Tudo bem... Eu fui até sua casa hoje.

- O QUE?!

- Sim... Eu estava te procurando, você não estava mais indo pra aula, então fiquei preocupada. – ele suspirou nervoso.

- E aí? – perguntou impaciente – O que aconteceu?

- Bom... Seu pai disse primeiro que você estava em casa e me convidou para entrar.

- Filho da Puta! Eu sei o que ele queria!

- Deixa eu terminar... Ele falou horrores de você, horrores...

- Normal.

- Bom, ele tentou me estuprar, mas eu me livrei dele fácil e falei muita coisa pra ele... O que eu acho que não deveria ter feito, mas eu estava com muita raiva e depois de ouvir tudo o que ele falou de você, sendo seu pai, eu não pude me segurar. Tive que te defender, foi instintivo.

- O que você falou para ele?

- Eu não lembro direito... – menti. – Não vem ao caso, mas quando eu saí, ele falou que eu ia me arrepender, que na verdade nós dois íamos nos arrepender. – Bill respirou fundo levantando da cama e indo até mim.

- Por que você fez isso tudo hoje? – perguntou com o corpo próximo ao meu.

- Por que você é meu amigo. Faria tudo de novo se fosse preciso. Desculpa se eu fodi com alguma coisa... Não foi a intenção.

- Claro, eu sei que não. – havia um sorriso sincero em seus lábios. Ele me abraçou, o que foi muito surpreendente. – Acho que eu nunca falei isso antes, mas... Obrigado, eu gosto muito mesmo de você. Você é um anjo e eu mal posso acreditar que tenho uma amiga como você, Mi. Acho que nem mereço. – um sorriso se formou no mesmo momento em meus lábios.

- Não precisa agradecer Bill. Eu vou estar aqui sempre que precisar. – ele saiu do abraço para observar meu rosto.

- Eu também, vou estar sempre aqui quando precisar de algo. Linda... – disse com dificuldade.

- É difícil para você mostrar apego, não é?

- Também... Na verdade eu tenho certa dificuldade é com a realidade mesmo.

- Por favor, não reprima nada para mim.

- Prometo que vou tentar. – falou sorrindo.

- Então... – falei saindo de perto dele. Eu estava um pouco constrangida com a situação. – Vou no banheiro me arrumar e... Já volto.

- Ok... Só... Que roupa vou botar?

- Como você dorme? – perguntei apenas com a cabeça para fora da porta do banheiro.

- Em casa?

- Não, na rua William. – ironizei.

- Ah... De... Cueca.

- Então sinta-se em casa.

- Mas... – ele tentou protestar, mas fechei a porta do banheiro no mesmo momento. Ao sair o vi sentado na minha cama assistindo TV.

- Não ta com sono?

- Na verdade estou morrendo de sono, mas to com medo de dormir com você, sua maníaca sexual. – brincou.

- Ah meu deus... Vou pegar um pijama pra você então. – falei o fazendo rir. Voltei com a roupa – Toma! – disse jogando em seu rosto.

- Muito obrigada, quer que eu me vista na sua frente? – debochou.

- Vai se foder William! – falei rindo. – Anda to morrendo de sono.

Ele entrou no banheiro e trocou de roupa rápido e se deitou ao meu lado. Desliguei as luzes e fui deitar. Ele continuava a mirar o teto, pensativo.

- Você já foi presa? – dei uma risada sem graça.

- Já.

- Pelo mesmo motivo que eu?

- Sim.

- Quem te tirava de lá?

- Ninguém... Isso geralmente acontecia quando Jeffrey viajava. Ele ficava muito puto comigo quando ficava sabendo.

- Então era você que soltava Jeffrey toda vez que ele ia preso?

- Sim.

- Vocês já foram presos juntos?

- Sim.

- E aí? O que vocês faziam?

- O Charles nos soltava sempre. Viramos amigos de tanto parar na delegacia.

- Você conheceu Jeff na delegacia?

- Na verdade já o conhecia de vista lá no colégio, mas nunca cheguei a conversar com ele. Então um dia eu estava na sala de Charles, recebendo um sermão, quando entraram com Jeff caindo de bêbado. Ele falou umas coisas estranhas, falou que sempre me via na escola e que me adorava, me achava muito bonita. A partir daí começamos a conversar e nossa amizade se tornou no que é hoje.

- Legal... Eu acho. – ficamos quietos e meus olhos estavam quase fechando. — E seu pai? O que ele fala quando você é presa? – abri os olhos e fiquei em silêncio por alguns segundos, logo dando um profundo suspiro.

- Ele não dá à mínima... Esta pouco se fodendo se eu estou ou não viva. Eu sou só um erro na vida dele. Só... Vamos dormir Bill? – cortei o assunto.

- Sim, claro... Desculpa.

- Tudo bem... Boa noite. – disse virando para o outro lado, logo adormecendo.

Notas finais
Então? Mereço reviews?
Se acharem algum erro, avisem, não consegui revisar mesmo.
Não sei quando posto de novo, essa semana está bem puxada no colégio. É muito trabalho, segundo ano não é fácil... Sem falar nos finais de semana que eu tenho que sair pra aproveitar um pouco e fico morta por três dias seguidos, hahahahaha. Sorry, but it's true.
Eu não sei por que, mas estou com a sensação de que o capítulo ficou muito ruim... É a pressa.
Bjos e até a próxima. ♥