Welcome To Your New Nightmare
35 Código Secreto
Notas iniciais
Deu tudo errado, tudo mesmo, não sabem a raiva que eu estou :S
Me desculpem, mas eu tinha feito um código para o recado que estava na parede sangrenta, que era de Freddy que tinha deixado para uma pessoa, mas daí nessa bosta aqui, ele ficou como texto normal porque não aceita outras fontes e vocês ja descobriram o código, olha que legal '-'
Então, fingem que Kate não sabe ok? mas vocês sim...
Raiva, ódio, droga, que saco, dá vontade de apagar a história toda e sumir daqui '0'
Gilbert levantou a “espada” para arrancar a cabeça de Freddy e matá-lo. Mas o pesadelo era de Freddy Krueger e o próprio havia dito isso. Então Freddy fez um pedaço de madeira que tinha de enfeite no teto, cair em cima de Gilbert e atravessar o ombro dele. “Jason” urrava de dor, Freddy levantou e trouxe as luvas até ele e as colocou. Ele estava como o mesmo Freddy Krueger de sempre.
– Isto não vale! – exclamou Gilbert tirando a madeira de dentro de seu ombro e gritando de dor. – temos que lutar, você só pode me matar com suas garras. Você trapaceou.
– Você me golpeou comigo sem as luvas. Isto também não vale. – disse Freddy encostando-se ao seu corte.
– Você errou em tirar as luvas. Apenas fiz mais um ponto. Três pontos para mim, pois este foi o terceiro...
– Cala a boca! – Freddy foi até Gilbert e enfiou as garras dentro do peitoral dele.
Gilbert chorava de dor e aquilo foi o ponto final.
– Alcancei seu coração, Jason? – perguntou Freddy sorrindo.
– Ainda não. –falou Gilbert dando uma facada no braço de Freddy Krueger e o atirando para longe.
Gilbert estava quase morrendo de dor e tirou a madeira com sangue. No ombro, um buraco grande jorrava sangue e então, Gilbert foi até Freddy. Não estava para brincadeira. Correu até o outro lado do ringue, mas Freddy o impediu de atirar a faca nele e arrancou uma orelha do garoto. A orelha saiu do rosto de Gilbert enquanto o mesmo chorava de dor. Por um momento, algo passou pela cabeça dele.
“Morrer todas as pessoas morrem. Uns mais cedo. Outros, mais tarde. Mas se eu não morrer agora, irei ficar com a aparência horrível. Quem iria me querer? Morrer sem ter respeito por ninguém, morrer sem ter um relacionamento sério, morrer com fama de um canalha e morrer sem ter começado a fazer uma faculdade. Não me importa morrer. Importa-me morrer sem realizar desejos e sonhos. Tanta coisa que eu poderia fazer. Poderia ter filhos, me tornar um homem direito e quando passar anos, agradecer a minha mulher por ter feito de mim um homem bom, sem usar drogas. Morrer com fama de monstro, mas ser o mocinho da história, pois o monstro é quem irá me derrotar. Ainda ser morto enquanto durmo em minha casa, o que dirão que foi suicídio. E o pior de tudo é morrer amando, sem ser amado. Julie foi a única garota de minha turma com a qual eu não transei e nem pedi para transar. Por quê? Porque eu a amo e sempre tive respeito por ela. A garota mais linda de toda escola, do jeito que eu gosto e nunca tive coragem de chegar perto. Com certeza, ela não deve pensar bem de mim. E também, nem devia”
– Contando ovelhas? – perguntou Freddy mostrando as garras quando Gilbert olhou para ele.
– Pensando em como te matar. – falou Gilbert com sua mascara de Jason Voorhees e correndo até Freddy.
Freddy arrancou a mascara de Jason com as garras e arranhou o rosto de Gilbert.
– Quer mesmo viver? – perguntou Freddy seriamente e curioso Ele não estava brincando. – viver com apenas uma orelha, três marcas de arranhão que irão se cicatrizar e sempre que olhar no espelho irá lembrar-se de mim? Morrer sem dois dedos que eu lhe arranquei? Se entregue para a morte.
– Posso ter arranhões no rosto, não ter dois dedos e viver sem uma orelha. Prefiro isto a ter o corpo todo queimado e ser feio. Quer dizer, feio são os arranhões em meu rosto. Corpo e rosto queimados são horríveis. Thompson fez um trabalho bem feito. Maravilhoso. – Gilbert ria enquanto a raiva subia pelo corpo de Freddy Krueger até chegar a seus olhos que estavam vermelhos de ira.
Freddy correu até Gilbert e saltou por cima dele, como se voasse e tirando a “espada” de suas mãos. Freddy tirou as luvas e pegou a faca prateada para assassinar Gilbert. Freddy desapareceu e Gilbert ficou o procurando por todo lugar. O cenário de ringue de luta foi embora e agora Gilbert estava em seu quarto.
– Eu sobrevivi! – ele exclamava pulando na cama. – eu matei Freddy Krueger. Todos estão salvos! Preciso contar isto a Kate e aproveitar para declarar meu amor por Julie. Será que ela vai me querer assim? Feioso?
“Isto ainda é um pesadelo” riu Freddy. “você não acordou”.
– Merda! – exclamou Gilbert procurando por Freddy, querendo saber de onde vinha a voz. – onde você está?
“Dentro do roupeiro” a voz de Freddy era horrível e dava muito medo nele. Gilbert foi com medo, hesitando, mas fechou os olhos e abriu as portas do roupeiro. Ele abriu os olhos com medo, mas não viu nada. O alivio tomou conta de Gilbert.
– Onde você está? – perguntou Gilbert nervoso. Suas mãos tremiam enquanto fechava o roupeiro.
– Bem atrás de você! – gritou Freddy enquanto Gilbert se virava e ele fincava a faca prateada na testa de Gilbert, atravessando pelo seu cérebro. Antes de fechar os olhos, Gilbert viu seu reflexo na grande e afiada faca prateada. Ele via seu sangue escorrer diante o rosto e queimando as cicatrizes. Até que seus olhos fecharam-se.
– Marge era uma garota que estudava comigo no fundamental. – afirmou Kate Johnson para Laura. As duas tomavam suco. – por quê?
– Ela namorou Gilbert por dois meses. – falou Laura bebendo seu suco de maçã. – cadê Josh?
– Saiu. – falou Kate espiando pela janela, pois havia ouvido um barulho. – pronta para ir a Springwood?
– Sim. Estou doida para ir. – falou Laura servindo mais suco. – quero acabar com isso logo.
– Alô? – perguntou Kate atendendo ao telefone. – sim, sou eu. Venha sim. É algo sério? O que houve? Ok, então venha rápido. Estou ansiosa.
– O que aconteceu? Quem era? – perguntou Laura apreensiva.
– O delegado. – disse Kate desligando o telefone.
– Harris Brown? – perguntou Laura pálida. – o que ele vem fazer aqui?
– Disse que tem algo sério para falar. – Kate sentou na sua cadeira e continuou bebendo seu suco.
– Cruzes, o delegado de Nova Iorque ligar e querer falar com uma residente qualquer para dizer que é algo sério. Isso é estranho.
– Não sou uma residente qualquer, Laura. – falou Kate arrotando. – eu e ele somos ligados a Freddy Krueger. Quer mais suco?
– Porca. Quero sim. – disse Laura rindo do arroto de Katharine.
Kate lavou os copos e sentou-se com Laura no sofá. Ela já estava dormindo na casa de Kate há dois dias e eles iriam viajar no dia seguinte. Katharine também arrumou suas malas, mas a noite iria ajudar Josh a arrumar as malas dele. Kate e Laura iriam ao carro em que Sérgio iria dirigir e Aidan, Paul e Julie iriam ao carro em que Josh iria dirigir. Josh não gostou muito da ideia de Aidan ir com ele, mas Laura queria ir apenas com Kate e com Sérgio. Laura estava querendo ficar com Sérgio há dias, mas ele não ligava muito para ela. As duas estavam assistindo TV e Josh chegou.
– Comprei as besteiras para comerem na estrada. Ohio não é um estado tão longe. – falou Josh sorrindo.
– Espero que não demore muito. Só em pensar que talvez iremos ficar mais de oito horas dentro de um carro me dá até medo. – falou Laura indo ao banheiro.
– Que barulho é esse? – perguntou Josh indiscreto para Kate. – palmas?
– Brown. – falou Kate correndo até a porta e indo para o inicio do jardim e receber o delegado. – como vai delegado? O que tem para falar?
– Já digo. Quando eu entrar. – disse Brown caminhando até a porta. – olá Josh, sente-se.
Harris Brown esperou Katharine, Josh e Laura sentarem-se para falar o que precisava dizer. Kate serviu suco para todos e o delegado sentou-se em uma poltrona que ficava ao lado da televisão de Josh.
– Gilbert está morto. Todos acham que é suicídio, mas a pericia está com pé atrás. Claro, sabemos que foi Freddy, mas só nós sabemos disso. Ele está sem orelha, dois dedos e a pericia acha que ele não se suicidaria assim. – Brown fez uma pausa. – ele escreveu algo nos pesadelos, pois encontrei um bilhete dentro do bolso dele e uma caneta. Não mostrei para ninguém, pois iriam querer ficar com isso, mas eu precisava ler para vocês.
– Gilbert, coitado. – Josh e Laura falaram ao mesmo tempo e se olharam.
– Leia. – disse Kate friamente.
“Sei que quando lerem isto, eu estarei morto. Queria apenas dizer que fiz algo cruel. Assassinei muitas pessoas vestido como Jason Voorhees. Eu estava sem saída, não posso explicar porque, mas eu estava completamente cercado e morreria se não fizesse isto. Lamento por tudo que fiz, mas precisam me perdoar para minha alma descansar em paz. Não entenderão, mas a culpa não foi minha. Era apenas meu corpo. Não minha alma. A garota com quem eu dividi a cama, chamada Laura, foi apenas um jeito de escapar da prisão. Ela é inocente e tudo aquilo que encontraram embaixo da cama dela, foi implantado por mim. Lamento por todas as mortes que cometi, e peço desculpas para todas as famílias que tiveram uma perda enorme. Apenas quero dizer mais uma coisa. Maxxine Abrevoutt, era meu amigo e não fui eu que o assassinei. A morte dele não tem nada haver comigo. O corpo dele que foi encontrado na beira de um lago, não foi assassinado por mim. Assinado, Gilbert M. Becker”.
O delegado leu e todos ficaram calados.
– Filho da puta! – exclamou Laura furiosa e levantando-se do sofá. – eu fui parar na prisão por causa dele.
– Mas foi solta. E se não tivesse sido antes, iria sair agora. Pois Gilbert falou que você é inocente. – Kate estava chorando, pois o amigo que ela havia perdido era um homem sensível e que sentiu dó de alguém.
– O que é Kate? Vai defender o homem que odiou desde sempre? – perguntou Laura irritada.
– Não é isto. – disse Kate levantando-se do sofá para falar de igual para igual com Laura.
– Tem mais coisa para ouvir e desta vez eu não vou falar, pois não entendi. Isto a lei não pode descobrir. Vocês terão que resolver sozinhos. – disse o delegado levantando-se da poltrona, pois estava cansado de ficar sentado. – Gilbert escreveu códigos aqui. Não sei se foi ele que escreveu para entenderem, ou se Freddy mandou, mas enfim. Tem códigos aqui neste papel que querem dizer alguma coisa.
– Que códigos? – perguntou Kate abismada.
– Pegue e leia, querida. – disse Harris entregando o papel na mão de Kate.
Kate tentou entender, mas não conseguiu. Josh também tentou e Laura também, mas eles não adivinharam.
“Não tenha medo da morte. Ela sempre avisa quando você irá morrer antes de encontrar você. Siga o sinal, vá em frente, pois você está no caminho certo. Ir até o local para descobrir o que quer descobrir, pode ser o certo. Mas para ter sucesso em sua investigação, terá que ser no momento certo”
– Iremos levar isto para Springwood. – falou Kate pegando um pedaço de papel e anotando o código.
– Vocês irão para Springwood? – perguntou o delegado curioso.
– Sim. Vamos descobrir tudo. Iremos partir nesta madrugada, umas quatro horas da manhã. – falou Katharine. – está aí o papel delegado.
– Bem, tenho que ir. – disse o delegado levantando-se. – boa sorte lá e que Krueger não faça ma para ninguém.
– É o que esperamos. – disse Kate fechando a porta enquanto o delegado ia embora.
– O que será que está escrito? Será que Gilbert está avisando alguma coisa que descobriu? – perguntou Laura assustada.
– Acho que Freddy está avisando algo. E pode ser ao nosso favor. – falou Katharine olhando aquele código vezes e mais vezes para ver se decifrava. – vamos arrumar suas coisas Josh. Temos que acordar de madrugada para viajar.
†††
– Porque me chamou aqui Brown? – perguntou Elizabeth sentando-se na cadeira de couro que tinha na sala do delegado.
– Tenho algo importante para falar. Eu descobri uma coisa. – disse o homem desligando o computador e olhando profundamente para os olhos de Elizabeth.
– E o que é?Assim me assusta. – Elizabeth estava vestindo um casaco de lã.
– Sobre sua filha. – disse o delegado servindo um copinho de café preto que estava na térmica. – quer?
– Não, não quero. O que tem minha filha? – perguntou Elizabeth assustada.
– Calma Beth. – falou o delegado bebendo o café todo em um gole. – sua filha está prestes a descobrir tudo. Ela irá para Springwood.
– Meu Deus! – exclamou Elizabeth espantada. – não posso a deixar fazer isto. Quando ela irá embora?
– Umas quatro horas desta madrugada. – disse o delegado pegando as mãos de Elizabeth. – se ela descobrir o passado Beth, eu sinto que você irá se ferrar mais do que já está.
– Não irei deixar isto acontecer. – disse Elizabeth levantando-se da cadeira. – ela só irá se me atropelar antes de sair de Nova Iorque.
Notas finais
- O que houve Kate? - perguntou Aidan que foi interrompido por Josh.
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