We must be killers

3 Quem nunca mudou com o tempo?


Notas iniciais
Queridos, queridinhos. Sim eu demorei. Mas infelizmente não deu pra postar antes por que o tempo ta curto ahshahasha. Gente esse capítulo ficou grande ao meu ponto de vista e ele ta CHEIO DE REVELAÇÕES SURPREENDENTES do que ocorreu então leiam direitinho ♥ A trilha sonora é: Serial Killer - Lana Del Rey e Kingdom Come - Demi Lovato, Iggy Azalea.

Piper sorriu timidamente tentando inutilmente fazer sua mais útil cara de solidariedade, mas toda aquela gentileza a fazia querer vomitar. Era sábado, e ela devia estar se acabando em uma balada ou infernizando algum calouro idiota, mas não. Sua mãe a fez se vestir "adequadamente" para a ocasião. E a ocasião era a seguinte: 23 mães e filhas de diferentes idades se reuniriam no sábado a noite com o intuito de discutir fundos para a caridade. Isso era tão brega.
— Minha filha, por que não nos diz a sua opinião sobre nossa futura Ong? Alguma sugestão?
Piper deu mais uma golada em sua bebida antes de encarar a mãe sorrindo novamente.
— Tem certeza mãe?
Afrodite apertou os lábios.
— Com licença senhoras, Piper será que pode me ajudar com meu vestido? Sabem como é certo? Vestido novo é tão difícil.
A mãe puxou a garota pelos braços a soltando assim que se aproximaram do banheiro.
— Eu pedi para que fosse gentil Piper! Entende o que é isso?
— Gentileza me da nojo! Por que não podia ser Silena aqui? Eu sempre fico com o trabalho sujo. — Piper escorou as mãos na pia de mármore encarando seu reflexo no espelho.
— Eu vou voltar pra lá e dizer que você não esta se sentindo muito bem. Quero que volte quando tiver uma resposta coerente.
Afrodite saiu batendo a porta atrás de si. Piper lavou as mãos passando-as pelo rosto. Não se importava se borrasse a maquiagem, queria apenas desaparecer dali. Assim que levantou a cabeça novamente se encarando no espelho ouviu algo. Parecia o som de alguma coisa caindo.
— Tem alguém aqui? — perguntou virando-se para as cabines individuais. Estavam fechadas, mas não pareciam estarem sendo ocupadas. — Alguém? Seu corpo institivamente deu um passo para frente. Seus olhos meio azulados meio castanhos se voltaram para a porta que sua mãe havia batido ha alguns minutos. Quando deu mais dois passos em direção à porta, tudo pareceu ficar escuro. E ficou. Piper bufou pegando o celular na bolsa de mão. “O lugar é tão velho que esta caindo aos pedaços" pensou revirando os olhos.
Alguma coisa se moveu na escuridão e ela teve certeza ver um vulto se passando atrás dela pelo espelho.
— Merda.
Seu telefone celular emitiu o som de um torpedo a fazendo abaixar os olhos para encará-lo.
Eu sei que sabe quem fez isso, e eu vou fazer você falar.
Piper foi rápida digitando uma resposta logo a seguir.
Você não sabe de nada.
Ela não esperava ter uma contra resposta, mas foi o que aconteceu.
Eu sei sim. Eu poderia destruir VOCÊ.

we must be killers

Percy colocou a camisa depois de observar a garota deitada suavemente na cama de casal. As sardas cobrindo as bochechas rosadas e os olhos verdes cobertos pelas pálpebras pintadas de um tom azul.
— Aonde você vai? — ela murmurou sem abrir os olhos. Os travesseiros fazendo sua voz abafada como se estivesse no chuveiro.
— Tenho um compromisso agora. — ele disse colocando o relógio dourado. — Nos vemos depois.
O céu já estava escuro e os carros passavam com velocidade pelas ruas vazias. Percy sempre se perguntou como era estar em um relacionamento de verdade. Por um longo período sua vida se resumiu a namoricos de escola e nada vingou por muito tempo. Ele era de fato um garoto sortudo. Seus pais eram ricos para começar. Quando tudo parecia dar errado ele se lembrava ser filho de Poseidon Jackson e tudo ficava bem novamente, ao menos por um tempo. Esse pensamento, por exemplo, não era muito útil ao tentar encobrir a culpa de um assassinato, e Percy sabia disso. Sua moto esperava ao fim do quarteirão. Percy quase sempre quis ter uma dessas e quando seu pai em seu aniversário de 16 anos finalmente o presenteou com a máquina o garoto ficou mais que surpreso.
A casa de Percy era uma das mais caras do distrito. Era branca por fora com alguns detalhes em preto. O portão cercava toda a frente assim como a de todas as casas da rua estreita. A sua frente Leo Valdez, seu melhor amigo morava com seus pais em uma casa bastante parecida com a sua se não fosse pelo jardim rodeando toda a frente. Ao seu lado esquerdo morava sua prima Thalia Grace. Poseidon e Zeus, o pai de Thalia eram irmãos e aparentemente achavam que a boa convivência de uma família estaria relacionada com o fato de se morar na mesma rua então... E por último ao lado direito de sua casa moravam os Chase's. Era uma enorme coincidência, mas eles eram muito ricos então haviam se mudado para aquela rua há alguns anos atrás quando Percy sequer sabia para o que servia o que tem debaixo das pernas. A princípio eles não chamaram em nada a atenção do garoto, e ele nem sequer olharia para a casa também branca ao seu lado, mas naquele dia ele olhou. Por um longo período e sua mente voltou alguns meses atrás, na noite que o atormentava todos os dias. As vozes abafadas, tosses por todos os lados, a fumaça aumentando cada vez mais.
— Nico! — Thalia gritava.
— Annie! — Luke gritava.
Todos gritavam e tossiam e atrapalhavam o raciocínio do garoto. Não demorou muito para que ocorresse a explosão. Foi somente depois dela que pararam de gritar e ai veio o choro. O primeiro, para a surpresa de todos foi o de Reyna Avilla. Ela se agachou soluçando presa no próprio mundo. Não demorou muito para que Nico chorasse também. E depois foi a vez de Leo. Ele foi de longe o que mais soluçou e em algum momento Percy parou de prestar atenção nas chamas e se voltou para o amigo com as mãos no rosto tropeçando nos próprios pés.
— Leo precisa respirar — Percy disse embora nem mesmo ele conseguisse fazer tal ato.
Mas o amigo não parou. E enquanto Percy tentava consolá-lo e inutilmente procurar uma saída para aquilo tudo ele viu os cabelos loiros de Annabeth voando atrás dela enquanto a mesma puxava Silena Beauregard para trás de uma árvore.
— O que esta olhando? — Era sua mãe, Sally. Ela sempre se sentava durante a noite na sacada observando a rua vazia. Percy deu uma última olhadela na casa ao lado antes de pegar as chaves de sua moto e entrar em sua casa.

we must be killers

Annabeth suspirou escondendo o sutiã preto por dentro da blusa também preta. Seus olhos estavam cobertos pela sombra azul escura e algo a fazia acreditar que nunca os destacou tanto. “Se contar isso para alguém eu arranco os seus olhos com as mãos.” A garota engoliu em seco mordendo o lábio inferior mais uma vez. Era 21h36min segundo o relógio no corredor de sua casa. Seus pais saíram para jantar fora ha algumas horas então poderia sair sem ser pega. A garota andou ate a porta da frente por onde saiu em disparada ate chegar onde havia deixado seu carro. A casa de Leo Valdez ficava logo a frente e quando ela viu o garoto sair com seu carro prateado ela o seguiu ate onde haviam marcado se encontrar. O carro de Thalia já estava lá. Annabeth pode ver a garota escorada na parede de concreto enquanto balançava os cabelos em ansiedade. Leo estacionou a sua frente descendo logo em seguida com os olhos procurando qualquer tipo de ameaça.
— Onde estão os outros? — Ele perguntou para Thalia.
— Reyna esta lá dentro onde esta Percy?
Um farol apareceu ao longe chamando a atenção dos três ali presentes. Era a moto de Percy. Annabeth amarrou os tênis brancos sentindo seu estômago encolher-se. Depois abriu a porta do carro saindo de lá surpresa com o frio que rodeava o lugar. Percy desceu de sua moto colocando o capacete em cima do acento e depois passando as mãos nos cabelos negros observando todo o lugar antes de dar qualquer passo.
— Não precisava chamar a atenção com essa sua moto idiota — Thalia resmungou ainda mais impaciente.
Annabeth virou-se para a pequena casa de dois cômodos atrás dela. Alguém apareceu por entre as árvores fazendo-a ficar em alerta absoluto, mas era apenas Silena. Estava com um casaco preto cobrindo parte dos cabelos e do rosto.
—Estamos todos aqui? — perguntou ela a todos, embora olhasse apenas para Annabeth.
— Cadê sua irmã? — Leo questionou olhando a garota descer o capuz soltando os cabelos. — Ela não vem?
— Piper esta em jantar.
Houve um silêncio constrangedor novamente. Thalia girou os pés entrando na casa. Annabeth foi atrás, seguida por Silena, Leo e por último Percy que fechou a porta atrás de si. Reyna estava sentada no chão cutucando o sofá de couro com os dedos finos. O relógio da sala marcava 22h17min.
— Então me diz o que aconteceu. — Leo sentou-se no chão com os pés dobrados em cima de uma almofada. Silena escorou-se na parede que dividia a sala com a pequena cozinha improvisada colocando as mãos no bolso da calça jeans.
— Já te falamos, Valdez. — ela frisou. — Alguém boicotou as eleições para representante da classe.
Annabeth se sentou no sofá ao lado de Reyna cruzando as pernas. Elas não se olharam nem mesmo por um segundo.
— E você acha que esse alguém sabe de alguma coisa? — Ele perguntou preocupado olhando Silena nos olhos.
— Nós não sabemos.
Percy rodopiou as chaves nas mãos observando os quadros antigos pendurado na parede cor de bronze.
— Acho que pode ser Nico.
Houve uma estranha calmaria seguida por um ataque de tosse repentino vindo de Thalia.
— É claro que não.
— Tem certeza disso? Não sabemos por que ele ficou calado todo esse tempo e muito menos por que confessou algo que não fez.
Annabeth apertou os olhos nervosos demais. Naquela noite, depois de os bombeiros e os paramédicos terem feito o seu trabalho apagando o fogo, ela foi para casa ainda arrasada. Não conseguiu dormir, ficou a noite inteira zapeando entre Cartoon Network e Animal Planet e quando acordou no dia seguinte a notícia havia se espalhado por toda a vizinhança. Alguém havia confessado. Nico.
Todos pensaram ser uma brincadeira, mas o jornal local confirmou que Nico tinha confessado que ao levar uma lata de gasolina ele parou para acender um cigarro e quando viu tudo já estava acontecendo e então ele não encontrou Bianca e soube que ela estava dentro do carro. Silena leu essa parte em voz alta quando estavam ela, Annabeth, Piper, Luke e Percy reunidos em volta da mesa da cozinha da casa dela. Eles sabiam que deveriam estar aliviados, porém sabiam a verdade.
Alguma coisa se chocou contra alguma árvore lá fora o que fez Annabeth estremecer.
— Não se preocupe é apenas o vento. — Silena disse a olhando pelo canto do olho.

Se contar alguma coisa...

Annabeth sentiu um calafrio. Tinha de ser um blefe. Quem quer que tenha mandado essa mensagem e escrito aquilo para Silena tinha de estar blefando. Não poderia saber de nada, e com certeza não sabia sobre o segredo que apenas ela e Silena conheciam. Na noite da morte de Bianca, Annabeth testemunhara algo que os outros presentes ali não tinham visto, mas Silena a fizera manter segredo sobre aquilo, mesmo de Piper e Reyna. Annabeth queria contar a elas, mas como naquela época não podia deixou o assunto de lado e fingiu que nada acontecera.
Mas... Algo acontecera.
Naquela noite chuvosa, logo depois de Reyna se acabar em choro Annabeth puxou Silena pelo braço ate entrarem na floresta que rodeava a cabana de Luke. O ar cheirava a madeira queimada.
— Você fez aquilo de propósito? — perguntou apavorada.
Annabeth lembrou-se de todas as vezes que Silena ameaçara tocar fogo na caminhonete de Luke.
— Não! — Silena agarrou o braço de Annabeth — Foi tudo um...
Por meses Annabeth tentou bloquear o que aconteceu em seguida: Nico Di Ângelo vindo na direção delas. O cabelo dele estava todo molhado e pregado na testa e seu rosto sempre tão pálido estava todo vermelho. Ele foi direto pra cima de Silena.
— Eu vi você! — Nico tremia de tão bravo. Ele deu uma olhada no fogo e depois eles escutaram uma sirene de ambulância a alguns metros. — Eu vou contar o que aconteceu.
Annabeth se engasgou. Ela estava afastada atrás da árvore e tinha certeza de que Nico não a tinha visto escondida ali. Silena estava calma.
— Tá bom, mas eu vi você Nico. E se você contar eu vou contar também. Para todo mundo.
Nico recuou.
— Não.
— Sim. — eles se olharam olho no olho e embora Silena fosse bem mais baixa que ele, ela pareceu bem mais alta naquele momento. — Você acendeu o fogo, Nico. Você feriu sua irmã.
Annabeth agarrou o braço dela. Mas Silena se soltou.
— Meia-irmã. — murmurou Nico olhando para a ambulância chegando perto do fogo. Um carro de polícia entrou devagar. — Eu vou pegar você. — rosnou ele para Silena.
— Estarei esperando.
E então ele desapareceu.
— O que nos vamos fazer? — perguntou Annabeth segurando seu braço.
— Nada. — disse Silena. — Esta tudo bem.
— Silena, você não escutou nada? Ele viu o que você fez. Ele vai contar tudo para a polícia agora mesmo.
Eu acho que não. Não com o que eu sei sobre ele.— E então ela se inclinou para a amiga contando tudo o que sabia sobre Nico, o que fez Annabeth ficar com tanto nojo que por um momento pensou que iria desmaiar.
Silena fizera Annabeth prometer que não contaria nada a ninguém e que fingisse que não soubesse de nada. E foi isso o que ela fez. Ela voltou para casa e não contou aquilo a ninguém.
— Talvez Nico tenha decidido se vingar agora. — Reyna abraçou os joelhos que tremiam desesperadamente.
— Não acho que ele seja capaz disso. — Silena murmurou com as mãos sibilando alguma coisa indiferente. Era uma mania. Ela sempre, a todo momento, estava a criar códigos com os dedos onde quer que estivesse.
— Por que não? — A pergunta de Leo não foi intencionada como uma afronta, mas foi o que definitivamente pareceu. Os músculos de seus braços estavam rígidos sobre o moletom cinza e seus olhos vagueavam ainda procurando por uma ameaça.
— Talvez se ele quisesse se vingar não teria sido tão burro assim. Ele sabe que desconfiaríamos dele.
Reyna soltou os joelhos e levantou-se do lado de Annabeth abruptamente. Os olhares se voltaram para a garota imediatamente — Retiro o que eu disse não podemos lidar com isso. Temos que contar a alguém.
Houve um silêncio seguido por uma rajada de vento lá fora. Percy apertou os punhos contra a parede lisa.
— Contar o que exatamente? Que encobrimos um assassinato e deixamos que outra pessoa assumisse a culpa? Vá em frente!
— Não vai querer fazer isso R. — Silena insistiu.
— Eu não vou, ou você não vai? Para de me falar o que eu vou ou não querer!
— Estou tentando ser realista! — Silena gritou se exaltando — Acha que pode soltar uma bomba dessas e sair ilesa disso tudo? Não, você não pode.
— Eu não queria fazer nada disso, você me obrigou!
— Não seja tão mesquinha Reyna. — Silena soltou uma risada fria, mas sem humor. — Fez aquilo porque quis.
Reyna engoliu em seco encarando Silena por poucos segundos antes de levar a mão contra o rosto frágil da garota. Houve um silêncio repentino seguido de o que parecia ter sido um galho de árvore quebrando-se.
— A verdade dói não dói? — Silena massageou a bochecha ainda latejando. — Como pode dizer sobre verdade se tudo que você sabe é mentir? Nunca teríamos feito nada disso se você não tivesse tido essa ideia ridícula de uma vingançinha barata.
— Espera o que? -Annabeth arqueou as sobrancelhas como sempre fazia quando não sabia de nada. Era uma mania estranha, mas que funcionava bem na hora da intimidação. — Reyna o que você disse?
— Espera não contou pra ela? — Reyna sorriu vitoriosa mesmo que não achasse um pingo de graça naquilo tudo.
— Reyna deixa isso pra lá.
— Por que eu deixaria Silena? Por que eu iria escutar você?
— Por que eu vou acabar com você.
— O que você não me contou Silena?
Dessa vez Annabeth levantou-se receosa impondo-se entre as duas garotas. Ela sentiu uma leve pressão em seu pulso, mas não se virou para ver o responsável.
— Reyna esta blefando de novo. Não acredite.
— Sabe o que sua amiguinha realmente pretendia fazer naquela noite Annabeth? — Reyna ignorou Silena, despejando as palavras uma a uma com tanto prazer que seu corpo praticamente pulou em ansiedade e aprovação. — Ela não só queria colocar fogo no carro de Luke ou em qualquer coisa preciosa que ele tivesse.
— Reyna, para.
— Ela pretendia colocar fogo na cabana. Com ele e Thalia dentro. — a garota rosnou. Suas mãos, embora não se mexessem estavam frias como gelo.
Silena congelou, os olhos faiscavam de raiva e seus instintos a mandavam dar uma surra em Reyna, mas ela surpreendentemente abaixou a cabeça e olhou para Annabeth.
— Isso é verdade? — A voz não era de Annie. Era de Thalia e ela estava muito, muito furiosa.
— Diga Silena! — Reyna provocou com a voz mais exaltada que o normal.
Mas Silena não disse nada, e ao invés disso a garota olhou para todos os presentes ali na sala e disse em alto e bom som:
— Isso não é verdade. E mesmo que fosse não existem provas então sugiro que tirem da cara essa expressão ridícula de surpresa.
— Não adianta reverter à situação Reyna. Sou eu contra você. E já sabemos quem ganharia.
Silena recolocou o capuz preto e se conduziu ate a porta calmamente sem ao menos olhar para trás. Depois de alguns minutos, Reyna também saiu. Depois foi a vez de Thalia que não falou com ninguém, nem mesmo com Annabeth.
— Acho que acabou — Leo murmurou observando a sombra negra de Thalia sumir na escuridão.
Annabeth virou-se para a porta tentando achar um jeito de pensar sem que a culpa invadisse seu cérebro e o queimasse por dentro. Nico não havia confessado por Thalia. Havia confessado por Silena. E ela sabia disso. Quando entrou no carro, girando as chaves e ligando o motor um bip estalou no banco ao lado direto de seu telefone. Era um e-mail de um endereço anônimo o que fez seu coração parar por completo.
“"" “"" “" A, eu não quero te culpar pelo seu segredinho sobre Nico. Mas a verdade pode ser perigosa e você não quer machucar Silena quer? """ “"""

Notas finais
Comentem ai o que acharam, no próximo aparece a Hylla a irmã mais velha da Reyna. Ela será interpretada pela Jill Wagner a Kate em Teen Wolf. O próximo capítulo chamará Gasoline. "- Não quero mais ser indefesa, Hylla. Quero ser forte." "Reyna o que esta acontecendo?" " Eu quero que faça exatamente o que eu disser e ninguém se machuca." " Você é a acompanhante de Percy Jackson?" " Alguém esta aqui, Leo!" " Ela foi atacada!" " Há sangue por toda parte."